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Líder cristão é assassinado no México

Cristãos em culto no México
Cristãos em culto no México

A comunidade cristã no México lamenta o assassinato do líder cristão e ativista indígena Marcelo Pérez. O líder cristão foi morto a tiros em 20 de outubro em San Cristóbal de las Casas, no estado de Chiapas. Uma pesquisa da Portas Abertas documentou um aumento de 128% em incidentes envolvendo crime organizado no país.

Pérez foi assassinado por dois homens em uma motocicleta em uma das regiões mais pobres e violentas do país. Ele era conhecido por mediar conflitos sociais e lutar contra a injustiça, principalmente aos mais vulneráveis. A execução evidencia a crise de violência causada pala dominação do crime organizado, que elimina todos os que desafiam suas atividades ilegais.

Nos últimos meses, Pérez condenou publicamente a crescente violência em Chiapas. Em setembro, durante uma marcha contra a violência, ele alertou que o estado era uma “bomba-relógio”. Durante uma entrevista, o líder cristão testemunhou: “Em Simojovel, eles colocaram um preço pela minha cabeça”.

Apesar das ameaças, Pérez continuou sua missão de lutar contra a violência e a injustiça. Em 2015, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) emitiu medidas cautelares para sua proteção, pedindo que o governo mexicano protegesse sua vida.

Violência no México
O assassinato do líder cristão destaca a falta de proteção do governo mexicano para aqueles que lutam por justiça e paz em áreas dominadas pelo crime organizado. Nos primeiros oito meses deste ano, quase 500 homicídios foram registrados em Chiapas, um aumento em relação aos 309 assassinatos registrados no mesmo período de 2023. Pérez denunciou essa violência e o deslocamento generalizado da população, além de sequestros de civis.

Algumas organizações internacionais condenaram o assassinato, enfatizando que a morte de Pérez não é apenas uma perda para a comunidade cristã, mas também um revés para os esforços de paz em Chiapas. De acordo com Jorge Jimenez, pesquisador da Portas Abertas, grupos criminosos veem líderes e ativistas cristãos como ameaças aos seus interesses econômicos e sociais.

“É importante notar que os cartéis mexicanos e as redes criminosas não atacam a igreja porque são cristãos, mas porque veem o trabalho de padres, pastores, missionários e organizações associadas como uma ameaça aos seus interesses socioeconômicos. Se qualquer atividade ministerial interrompe suas operações, eles imediatamente miram o cristão como um inimigo a ser eliminado”, explica Jimenez.

Fonte: Portas Abertas

“Manhã com Deus”: Pastor Josué Valandro Jr. lança meditações para cultivar vida de oração

Josué Valandro Jr. (Foto: Divulgação)
Josué Valandro Jr. (Foto: Divulgação)

Segundo o pastor Josué Valandro Jr., começar o dia na presença de Deus é essencial para renovar a fé e garantir a direção espiritual no enfrentamento dos desafios cotidianos.

Com a missão de incentivar as pessoas a praticarem a devoção matinal, o escritor e pastor publica pela Editora Vida o devocional “Manhã com Deus”. Neste livro, ele apresenta 365 meditações diárias, de janeiro a dezembro, para estimular os leitores a cultivarem uma rotina de oração logo ao amanhecer.

Embasada em passagens bíblicas e experiências próprias do autor, a série de devocionais mostra como a conexão com o divino pode facilitar as realizações pessoais e transformar um momento comum em um dia pleno de paz.

Assim, cada reflexão traz lições sobre um assunto específico — desde relacionamentos, dinheiro, amizade, futuro, trabalho — guiada por uma oração relacionada ao tema e espaço para anotações.

Ao iniciar o primeiro dia do ano, por exemplo, Josué Valandro Jr. sugere meditar sobre a família e incluí-la na lista de prioridades. Ele explica que os familiares são um presente do Criador para aprender o que é abrir mão daquilo que se deseja, muitas vezes, por amor ao próximo.

“Depois de Deus, nossa escolha deve ser a família. Se não o fizermos, podemos até conquistar o mundo, mas no fim perceberemos que algo valioso ficou pelo caminho”, afirma.

Para avançar na área financeira, por outro lado, ele aconselha encarar o dinheiro não como alvo, mas como ferramenta para alcançar sonhos e gerar novas realidades.

O pastor acredita que o dinheiro deve ser visto como uma benção, mas somente nas mãos de quem não o tem como seu “deus”, já que a prosperidade depende de colocar as finanças na posição correta entre os focos pessoais.

Faça tudo para Deus, não como uma obrigação, mas com um coração dedicado a servir. Sacrifique-se! Corra atrás dos seus objetivos e lute por sua família, por seu dinheiro, por sua fé, por seu ministério, em nome de Jesus. (Manhã com Deus, p. 28)

Este lançamento é uma boa oportunidade para quem deseja ouvir as misericórdias do Pai Celestial e se aproximar de suas bençãos por meio de leituras diárias. 

As afirmações contidas na obra, provenientes de ensinamentos cristãos, também podem ser utilizadas para praticar a gratidão, romper com ciclos viciosos do passado e construir uma jornada mais alinhada aos propósitos do Evangelho.

Sobre o autor: Josué Valandro Jr. é escritor e pastor da Igreja Batista Atitude da Barra da Tijuca desde 2003. Com uma vida dedicada ao ministério pastoral e à pregação da palavra de Deus, tem como missão promover o crescimento espiritual das pessoas por meio de devocionais, ensinamentos bíblicos e orientações pastorais para a vida cristã. É graduado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, e em Informática pela PUC-RJ. Possui pós-graduado em Gestão Estratégica e em Recursos Humanos pela Unileste-MG, além de ser mestre em Teologia pelo Southeastern Baptist Theological Seminary (Carolina do Norte, Estados Unidos), e criador do curso Impulso Pastoral e da mentoria Master Mordomos. Também é autor dos best-sellers Uma Família Ideal, As Três Dimensões do Viver Cristão, Decisões Precipitadas, Jornada 365, Maratona Devocional 365, Mergulho no Espírito Devocional 365 e Acima do Medo.

Sobre a editora: A Editora Vida oferece títulos nas áreas infantil, jovem, relacionamentos, espiritualidade, vida cristã, ficção, acadêmicos e bíblias. Com enfoque contemporâneo e respeito a obras clássicas, promove o crescimento espiritual do leitor. Com mais de 60 anos de destaque na publicação e venda de literatura cristã, também se firma como relevante distribuidora de Bíblias, em diversas versões, edições especiais e traduções inéditas.

Detalhes do produto
Editora
‏ : ‎ Editora Vida; 1ª edição (13 setembro 2024)
Capa comum ‏ : ‎ 400 páginas
Onde comprar ‏ : ‎ Amazon (compre aqui)

Fonte: Guia-me

Aplicativo da Bíblia YouVersion ultrapassa 800 milhões de downloads

Aplicativo da Bíblia YouVersion
Aplicativo da Bíblia YouVersion

O aplicativo da Bíblia YouVersion ultrapassou 800 milhões de downloads em 2.000 mil idiomas.

A Bíblia online é um dos aplicativos mais baixados atualmente e está ajudando a tornar a Palavra de Deus cada vez mais acessível no mundo todo.

Com mais de 70 traduções, o YouVersion é acessado mais de 270 vezes por segundo. “Entre 10 e 12 milhões novos dispositivos estão baixando o aplicativo da Bíblia por mês”, contou o fundador do app, Bobby Gruenewald, à CBN News.

Bobby revelou que tudo começou com um site simples para tentar facilitar a leitura das Escrituras.

“Eu gostaria de poder dizer que ele simplesmente decolou e foi um grande sucesso. A realidade era que, depois de muito trabalho e depois de muitas portas sendo abertas e muitas pessoas trabalhando coletivamente nele, o site foi um fracasso “, disse.

“E então Steve Jobs, no início de 2008, anunciou que seria possível desenvolver aplicativos para o iPhone e criar algo novo chamado loja de aplicativos”.

Sem saber o que era um aplicativo, Bobby contratou um jovem de 19 anos para criar o YouVersion. O app da Bíblia foi um dos 200 primeiros aplicativos lançados na loja da Apple.

Engajamento com as Escrituras

Rapidamente, a YouVersion foi um sucesso, com 80 mil downloads na primeira semana. Para Bobby, o engajamento das pessoas com a Bíblia aumentou com o surgimento de novas tecnologias.

“A narrativa de que as pessoas não leem mais a Bíblia simplesmente não é verdadeira. Temos evidências e dados empíricos, dados reais, não apenas uma pesquisa que alguém fez em algum lugar, que indica que há um impulso global em torno do envolvimento com as Escrituras”, garantiu ele.

“Portanto, devemos ser encorajados a saber que a Palavra de Deus está muito viva e bem e, no mínimo, mais relevante para a cultura de hoje do que talvez nunca na história humana”, ressaltou.

Bíblia disponível em todas as línguas

O aplicativo não gera lucro e funciona exclusivamente por meio de doações. “Como mencionei, quase 40.000 doadores no ano passado que apoiaram cerca de US$ 60 milhões é a escala e o escopo do que a YouVersion é hoje. Isso cresceu bastante nos últimos anos”, disse Gruenewald.

Junto com grupos de tradução da Bíblia, o aplicativo trabalha para disponibilizar as Escrituras em todas as línguas.

“É imperativo, pensamos, ser capaz de ter a Palavra de Deus em cada idioma do coração, para que cada pessoa tenha o benefício que temos de ouvir a voz de Deus, ouvir as palavras de Jesus em sua própria língua”, concluiu Bobby.

Fonte: Guia-me com informações de CBN News

80% dos protestantes querem que os pastores abordem temas polêmicos, mostra pesquisa

Culto em uma igreja (Foto: canva)
Culto em uma igreja (Foto: canva)

Quatro em cada cinco frequentadores de igrejas protestantes nos Estados Unidos acreditam que os pastores devem abordar questões atuais, de acordo com uma nova pesquisa

80% dos protestantes “acreditam que um pastor deve abordar questões atuais para fazer seu trabalho”, enquanto 16% não acreditam e 4% não têm certeza, segundo pesquisa da Lifeway.

Cerca de 62% dos entrevistados disseram que seu pastor abordava questões atuais “toda semana” ou “quase toda semana”, enquanto 23% disseram que falavam sobre elas “pelo menos uma vez por mês” e 12% disseram que falavam sobre elas “raramente” ou “várias vezes por ano”.

Scott McConnell, diretor executivo da Lifeway Research, foi citado na pesquisa dizendo que, como a “cultura inclui cada vez menos elementos abertamente cristãos e mais ideias não cristãs, os frequentadores da igreja estão famintos por saber o que a Bíblia diz sobre as questões da vida”.

“Os frequentadores da igreja percebem que a maioria dos pastores não está apenas pregando a partir da Bíblia como um documento histórico”, declarou McConnell. “Os pastores buscam explicar o significado e o contexto originais, mas então aplicam esses princípios a questões e situações atuais. Tal aplicação do texto bíblico ajuda os frequentadores da igreja a reconhecer sua relevância.”

A pesquisa também descobriu que os metodistas (96%) e os membros das igrejas do Movimento Restauracionista (89%) estavam entre os mais propensos a acreditar que os pastores devem abordar questões atuais, enquanto os frequentadores da igreja com 65 anos ou mais estavam entre os mais propensos a discordar que os pastores devem abordar questões atuais (22%).

A pesquisa foi baseado em uma pesquisa online com 1.008 fiéis protestantes dos EUA, realizada entre 19 e 29 de setembro de 2023, com margem de erro de mais ou menos 3,2% com nível de confiança de 95%.

No início deste mês, a Lifeway divulgou uma pesquisa dizendo que “a porcentagem de americanos que veem pastores apoiando um candidato na igreja como apropriado aumentou constantemente nos últimos 16 anos”.

Na pesquisa anterior, a Lifeway descobriu que, embora apenas 13% dos entrevistados em 2008 considerassem apropriado que pastores apoiassem um candidato na igreja, esse número cresceu para 29% este ano.

Além disso, em relação a se era “apropriado para uma igreja endossar publicamente candidatos para cargos públicos”, o apoio a isso aumentou de 22% em 2008 para 32% este ano.

A pesquisa surge no momento em que os Estados Unidos se aproximam da eleição presidencial, que coloca a vice-presidente democrata Kamala Harris contra o desafiante republicano e ex-presidente Donald Trump.

Os candidatos dos dois principais partidos fizeram apelos a várias igrejas e grupos cristãos. Trump também discursou no proeminente evento de caridade católica, o Alfred E. Smith Memorial Foundation Dinner, na semana passada, enquanto Harris foi a primeira candidata presidencial em 40 anos a faltar ao jantar. No entanto, ela discursou na New Birth Missionary Baptist Church em Stonecrest, Geórgia, no domingo, e na Koinonia Christian Center Church em Greenville, Carolina do Norte, na semana anterior.

Folha Gospel com texto original de The Christian Post

Coreia do Sul: evangélicos mobilizados contra projeto de lei progressista

Evangélicos em igreja, na Coreia do Sul (Foto: Ilustrativa/Reprodução)
Evangélicos em igreja, na Coreia do Sul (Foto: Ilustrativa/Reprodução)

No próximo dia 27, domingo, os evangélicos da Coreia do Sul estarão unidos em oração e adoração ao Senhor em defesa dos ensinamentos bíblicos. A expectativa é que cerca de dois milhões de cristãos estejam envolvidos na iniciativa, que surge como uma resposta ao avanço de um projeto de lei progressista que busca legalizar o “casamento gay” no país. O reverendo Hyun-bo Son, líder da Igreja Segero, é o organizador da proposta.

Segundo ele, a mobilização representa uma oportunidade significativa para que as igrejas evangélicas da Coreia do Sul se unam em prol da defesa da verdade bíblica contra o relativismo moral presente na sociedade. Son acredita que figuras históricas do cristianismo, como o Apóstolo Paulo, Martinho Lutero e João Calvino, apoiariam essa mobilização dos cristãos, pois “a política e a religião não podem ser separadas” em questões que impactam a doutrina da Igreja, como o “casamento gay”.

O pastor Son enfatizou que a Igreja faz parte do sistema político do país. “Não podemos dizer que uma parte pertence à igreja e outra aos políticos. Quando os políticos estabelecem uma lei, as igrejas também estão sujeitas a ela e, portanto, são impactadas.”

De acordo com o líder religioso, a resposta dos cristãos é crucial para preservar os ensinamentos cristãos sobre família e sexualidade, especialmente diante das possíveis consequências que uma lei antibíblica pode ter sobre a liberdade religiosa no país. “Não odiamos homossexuais”, afirmou, acrescentando: “Não estamos tentando impor o que eles devem ou não fazer, mas se leis sobre o casamento gay forem aprovadas na Coreia, a Igreja Cristã não poderá defender suas crenças nem expressar suas opiniões.”

O Rev. Son também vê a influência do Ocidente como algo que contribui para a erosão dos valores cristãos na Coreia do Sul, que “é uma das poucas nações que não legalizaram o casamento gay dentro dos países da OCDE.” Ele mencionou o Canadá e outros países, onde há relatos de menores convencidos de que são trans e submetidos a procedimentos irreversíveis, sem que os pais tenham a oportunidade de participar da discussão.

Foi a preocupação com a possibilidade de enfrentar esse futuro que o motivou o pastor a mobilizar as igrejas coreanas para se oporem a uma recente mudança nas leis sobre casais gays. Desse modo, buscando impedir que o país tome o mesmo rumo que diversas nações ocidentais.

Fonte: Comunhão com informações The Christian Post

Espanha abre 96 novos locais de culto evangélico em apenas 1 ano

Culto em uma igreja batista em Madrid, Espanha (Foto: Reprodução)
Culto em uma igreja batista em Madrid, Espanha (Foto: Reprodução)

Em outubro, o Observatório do Pluralismo Religioso da Espanha divulgou novos dados sobre os locais de culto no país.

Segundo a entidade oficial, os cristãos evangélicos continuam a ser o grupo religioso minoritário com o maior número de locais de culto. De maneira geral, apenas a Igreja Católica Romana possui mais templos na Espanha.

Em 2024, a Espanha conta com 4.455 locais de culto de igrejas evangélicas, um aumento em relação aos 4.359 registrados em 2023. Isso significa que há 96 prédios de igrejas evangélicas a mais do que no ano anterior.

Entre os grupos religiosos considerados minorias na Espanha, apenas evangélicos e muçulmanos estão experimentando um crescimento significativo.

Outros grupos mantêm sua presença ou enfrentam perdas, em um contexto mais amplo de aumento de ateus e agnósticos na sociedade.

No total, há 30.949 locais de culto na Espanha, e 1 em cada 4 pertence a uma denominação diferente do catolicismo.

Por regiões

Focando nos 8.016 locais de culto que diferem da Igreja Católica predominante na Espanha, o Observatório revela que a maioria está situada nas Comunidades Autônomas da Catalunha (1.599), Andaluzia (1.276) e Comunidade de Madri (1.142).

Quando analisada a distribuição por províncias, Madri lidera com 1.599 locais, seguida por Barcelona com 1.127 e Valência com 430.

O Observatório do Pluralismo Religioso da Espanha apresenta uma lista dos municípios com mais locais de culto em relação à sua população, divididos em três categorias: municípios com menos de 50.000 habitantes, liderados por Vic, em Barcelona (25); aqueles com 50.000 a 100.000 residentes, onde Ceuta ocupa a primeira posição (74); e municípios com mais de 100.000 residentes, liderados pela cidade de Madri (587).

Fonte: Guia-me com informações de Evangelical Focus

Muitos evangélicos que não frequentam a igreja regularmente dizem que não ir é pecado

Fiéis durante culto em igreja (Foto: canva)
Fiéis durante culto em igreja (Foto: canva)

Um novo estudo mostra que muitos evangélicos que acham que não frequentar os cultos regularmente é um pecado não vão à igreja regularmente.

A Infinity Concepts e a Grey Matter Research lançaram um novo relatório intitulado “ O que é pecado? Crenças e comportamentos evangélicos ” após uma pesquisa que perguntou a 1.039 evangélicos se eles viam uma série de comportamentos como pecaminosos.

O estudo define um evangélico como uma pessoa que concorda que “a Bíblia é a autoridade máxima para o que ela acredita”, considera importante “encorajar os não cristãos a confiar em Jesus Cristo como seu Salvador”, acredita que “a morte de Jesus Cristo na cruz é o único sacrifício que pode remover a penalidade do meu pecado” e pensa que “somente aqueles que confiam somente em Jesus Cristo como seu Salvador recebem o presente gratuito de Deus da salvação eterna”.

Embora a crença no conceito de pecado fosse quase unânime entre os entrevistados (99%), havia ampla divergência sobre quais comportamentos equivaliam a pecado. O comportamento visto como pecado pela maior parte dos evangélicos era o adultério. Noventa e seis por cento dos entrevistados concordaram que trair o cônjuge constituía um pecado grave, uma crença que se estendia por todos os subgrupos demográficos. Quando perguntados se consideravam a atividade homossexual um pecado, 86% responderam afirmativamente.

Da mesma forma, grandes maiorias indicaram que acreditavam que racismo (87%), ler ou assistir pornografia (86%), antissemitismo (84%), usar drogas pesadas (84%), ter pensamentos sexuais sobre uma pessoa com quem não se é casado (83%), atividade sexual fora do casamento (82%), fazer um aborto (81%), pensamentos homossexuais (78%), fofoca (77%), não dizer nada se um caixa devolve muito troco (77%) e palavrões (76%) equivaliam a pecados.

A maioria dos entrevistados também caracterizou o jogo (62%), contar “mentiras inocentes” para evitar ferir os sentimentos das pessoas (67%) e não declarar parte da renda nas declarações de imposto de renda (70%) como pecados.

Apenas 30% dos entrevistados acreditavam que não frequentar a igreja regularmente era um pecado. Não é de surpreender que 64% dos que se sentem assim vão à igreja toda semana. No entanto, 12% dos evangélicos que acham que não frequentar a igreja regularmente é pecado só vão à igreja de uma a três vezes por mês, enquanto 24% que têm essa crença vão aos cultos da igreja com menos frequência ou nem vão.

Os frequentadores semanais da igreja eram a maioria (75%) daqueles que não acreditam que não frequentar a igreja regularmente seja pecado, enquanto o restante dos evangélicos com essa opinião vão à igreja de uma a três vezes por mês (8%), com menos frequência ou nunca (17%).

Nos últimos anos, tem havido muita cobertura centrada no declínio da filiação religiosa e da frequência à igreja entre os americanos.

Em março, por exemplo, a Gallup relatou que 21% dos americanos disseram que frequentam serviços religiosos semanalmente, enquanto 9% disseram que vão quase toda semana. No entanto, 11% dos entrevistados disseram que vão cerca de uma vez por mês, 25% relataram ir “raramente”, enquanto 31% disseram que “nunca” vão ao culto.

Folha Gospel com texto original de The Christian Post

Declínio cristão impulsiona igrejas traçarem plano evangelístico na Austrália

Austrália (Foto: Caleb Russell/Unsplash)
Austrália (Foto: Caleb Russell/Unsplash)

Recentemente, uma pesquisa demográfica revelou um declínio na fé cristã na Austrália. Em resposta, as igrejas locais uniram esforços para evangelismo e plantação de novas congregações. A rede, denominada Reach Australia, conta com mais de 260 igrejas e está implementando um plano para alcançar os australianos com o Evangelho.

Durante a conferência nacional da rede deste ano, Derek Hanna, diretor da Plant e defensor de líderes de igrejas centrados no Evangelho, discutiu a importância de manter uma visão positiva sobre o evangelismo nos tempos que se aproximam. Em sua palestra “Estado da Nação na Plantação de Igrejas”, Hanna apresentou uma meta ambiciosa: plantar 300 igrejas na Austrália até 2030. Até agora, 145 igrejas foram estabelecidas, restando a necessidade de iniciar 155 nos próximos seis anos, o que exigirá 800 novos líderes.

Hanna abordou os desafios psicológicos que podem fazer essa visão parecer impossível: “Vocês podem pensar que isso é inviável, mas estamos em uma sala onde todos acreditamos que Deus ressuscitou Jesus dos mortos”, disse aos participantes da conferência em maio. “Isso é impossível! Cada um de nós estava morto, mas agora está vivo em Cristo”, enfatizou, conforme reportado pelo portal Christian Daily.

Ele destacou a taxa de multiplicação da rede nos últimos 20 anos como um fator motivador, com uma média de crescimento de 4% ao ano. Se essa tendência continuar, a meta de 300 novas igrejas será alcançada.

“A mentira é: ‘Acreditamos em um Deus que pode, mas provavelmente não vai’. Olhem ao redor: temos 1.300 pessoas aqui esta semana, de diversas denominações, unidas pela convicção de alcançar a Austrália com o Evangelho. Isso é a obra de Deus. Não se trata de triunfalismo, mas de reconhecer o que Deus está fazendo neste momento histórico”, declarou Derek Hanna.

Censo Australiano 2021

De acordo com o Censo Australiano de 2021, menos da metade da população (44%) se declara cristã, uma queda de 8% em relação a 2016. Ao mesmo tempo, 10 milhões de australianos, equivalente a um quarto da população, não se identificam com nenhuma religião.

Os grupos etários mais jovens são mais propensos a não ter afiliação religiosa ou a seguir crenças espirituais ou seculares alternativas. Essa tendência é evidenciada pelo aumento dos casamentos civis, que agora superam as cerimônias religiosas. Um relatório sobre o censo observou que, enquanto as tradições cristãs estão em lento declínio, há um crescimento constante de outras religiões, como o islamismo, hinduísmo e budismo, na Austrália.

Fonte: Comunhão com informações Christian Daily

São Paulo possui 25% de jovens sem religião, revela pesquisa

Cidade de São Paulo (Foto: Reprodução)
Cidade de São Paulo (Foto: Reprodução)

Uma pesquisa recente do Datafolha revela que 25% dos jovens da capital paulista, com idades entre 16 e 24 anos, afirmam não ter religião, um índice bem acima da média nacional. Entre a juventude, os evangélicos são maioria (30%), seguidos pelos católicos (23%) e umbandistas (6%).

Entre pessoas de 25 a 34 anos, o percentual se mantém em 25% sem religião. Esse índice indica um afastamento crescente das religiões tradicionais entre os mais jovens na cidade.

De acordo com o levantamento, a proporção de católicos e evangélicos em São Paulo é inferior à média nacional. No estado, os evangélicos representam 23% dos eleitores paulistanos, enquanto a média no Brasil é de 27%. Já os católicos somam 41% na capital, em comparação com 49% em todo o país.

A pesquisa também destaca que São Paulo possui uma quantidade maior de pessoas que se declaram sem religião do que a média nacional. Enquanto no Brasil 10% da população se identifica como sem religião, esse número na capital chega a 16%.

Além disso, a cidade abriga um número maior de adeptos de religiões como o espiritismo e a umbanda. No Brasil, 2% da população é espírita, enquanto em São Paulo esse número sobe para 5%. Os seguidores da umbanda representam 4% na capital, o dobro da média nacional.

Fonte: Comunhão

Situação dos cristãos piora em todo o mundo, diz relatório de fundação católica

Crucifixo sobre sangue (Foto: Reprodução/Flickr)
Crucifixo sobre sangue (Foto: Reprodução/Flickr)

A Fundação de direito pontifício Ajuda à Igreja que Sofre (ACN, sigla em inglês) publica o relatório “Perseguidos mais do que nunca – Relatório sobre os cristãos oprimidos pela sua fé 2022-24”. Os dados são referentes ao período entre o verão de 2022 e 2024.

São 18 países analisados ​​no total, desde a Nicarágua na América Latina, até Mianmar no Extremo Oriente e Burkina Faso na África Ocidental.

África Ocidental

O relatório destaca que a perseguição aos cristãos piorou significativamente em todo o mundo. Nos países africanos examinados, o Islã extremista foi responsável pelo aumento das perseguições . E é precisamente a África Ocidental o novo “epicentro da violência islâmica militante”, e não mais o Oriente Médio.

“A migração em massa das comunidades cristãs, desencadeada por ataques de militantes islâmicos, desestabilizou-as e privou-as dos seus direitos, levantando interrogações em relação à sobrevivência a longo prazo da Igreja”, afirma o documento.

Nicarágua

A perseguição contra os cristãos também aumentou em grandes nações como China, Índia e Nigéria. Uma novidade introduzida, depois de 18 anos, é a análise da situação dos cristãos na Nicarágua. Isto é uma consequência das medidas repressivas extremas implementadas, em particular, contra representantes do clero local, vítimas de detenções em massa e expulsões do país.

Testemunhos

O relatório traz ainda testemunhos de sobreviventes dos ataques anticristãos e detalhes sobre os incidentes. Outros temas analisados ​​são o deslocamento de comunidades cristãs na sequência de ataques de grupos extremistas, a violência contra mulheres e meninas – em particular casamentos e conversões forçadas -, o sequestro e a intimidação de sacerdotes e a publicação em livros de textos escolares com conteúdo depreciativo ao cristianismo.

O Paquistão e a Índia são analisados ​​em particular no que diz respeito ao aumento vertiginoso dos ataques violentos desencadeados por acusações de suposta blasfêmia, no primeiro país, e à detenção de mais de 850 pessoas com base nas leis anti-conversão, no segundo.

O Vietnã é o único país para o qual foi registada uma ligeira melhoria no relatório, principalmente devido às “medidas tomadas para restabelecer os laços diplomáticos com o Vaticano”.

Fonte: Vatican News

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