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Dia Nacional da Música Gospel: especialista explica se há benefícios e artistas se manifestam

Ministério de louvor
Ministério de louvor

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou nessa terça (15) a Lei 14.998, de 2024, que institui 9 de junho o Dia Nacional da Música Gospel.

Para Atilano Muradas, dar um dia no calendário do país a música gospel, é uma devolução mínima a tudo aquilo que os evangélicos fazem pela sociedade.

“Evangélicos são acionistas da maioria das casas de recuperação de dependentes químicos e são os que mais acolhem pessoas com problemas de toda a ordem”, afirma o músico.

Muradas enumerou alguns benefícios que a possível Lei, vai trazer para o segmento do gospel. “O primeiro é que recursos legais serão destinados a custear apresentações de música gospel. Sem a regulamentação, isso não seria possível”, inicia.

Em segundo lugar, a música gospel vai ganhar uma visibilidade que já era merecida há muito tempo. “O gospel tem sua importância para a economia como um todo. Há muito tempo o segmento movimenta o mercado de instrumentos, de equipamentos, de shows, de transportes, sem contar milhares de shows que movimentam a economia”, completa.

Atilano propõe que outro benefício é o respeito da classe musical. “Há de se notar que nem todos os músicos têm o seu olhar voltado para músicos evangélicos, simplesmente porque têm preconceito quanto aos evangélicos. Mas dificilmente encontramos um grupo musical que não tenha evangélicos’”, assegura.

Em conclusão, a música gospel privilegia a teologia. “A teologia que nos ensina a moral, os valores da família e que assim poderemos fazer o principal: difundir os princípios e valores”, finaliza Atilano.

Artistas se manifestam

Alguns artistas gospel usaram as redes sociais para manifestarem seu posicionamento sobre o Dia da Música Gospel. Asaph Borba, com 50 anos de ministério, expressou no Instagram (@asaphborba) sua opinião, em um post: “Em meu último post (…) expressei com certo humor e sarcasmo pois achei um absurdo a notícia que li sobre o ‘Dia Nacional da Música Gospel’ instituído pelo atual presidente”.

“Como cristão, sinto a responsabilidade de me posicionar diante de algumas ações que influenciam o Corpo de Cristo em nossa nação”, continua.

“Precisamos buscar coerência e lutar em defesa uma sociedade que respeite a vida, a família e a moral de acordo com os princípios bíblicos. Isso sim é mais importante que instituir um ‘Dia Nacional da Música Gospel’”, completa Asaph, enfatizando que existem coisas mais importantes, a seu ver, do que propriamente a instituição da data.

O cantor Nani Azevedo também comentou na publicação. “Isso ai meu nobre amigo. Não tem que se desculpar não. Nós não podemos ser engodado por essa pessoa que só engana o povo. Se posicione sempre e sem medo de cancelamentos. Nada compra nossos posicionamentos. Parabéns amado. Conte comigo nessa guerra”, escreveu.

Igualmente, Israel Salazar reiterou o posicionamento de Asaph. “Entendi seu post, não achei partidário, não achei desnecessário”. André Valadão também repercutiu a notícia em seu Instagram e escreveu: “Só não vê quem não quer”.

Data e homenagem 

A data escolhida para o Dia da Música Gospel, 9 de junho, é uma homenagem à missionária sueca Frida Maria Strandberg Vingren (1891-1940), que se dedicou à evangelização, em Belém do Pará, no início do século passado.

Frida Vingren foi enfermeira, jornalista, poetisa, articulista e tradutora. Era casada com Gunnar Vingren (1879-1933), co-fundador, ao lado de Daniel Berg (1884-1963), da igreja evangélica Assembleia de Deus no Brasil. Multi-instrumentista, cantora e compositora, Frida Vingren criou mais de 20 hinos da Harpa Cristã, como o Hino 126 – Bem Aventurança do Crente. 

Fonte: Comunhão

Otoni de Paula: “A Igreja não pertence ao bolsonarismo, nem ao petismo”

Deputado e pastor Otoni de Paula (Foto: Myke Sena/Câmara dos Deputados)
Deputado e pastor Otoni de Paula (Foto: Myke Sena/Câmara dos Deputados)

Uma das lideranças da bancada evangélica, o deputado Otoni de Paula (MDB-RJ), foi figura central durante participação em uma cerimônia na última terça (15) no Palácio do Planalto com o presidente Lula, quando foi sancionado o projeto de lei que cria o Dia Nacional da Música Gospel.

Durante o encontro com líderes evangélicos, o ex-bolsonarista —que no ano passado se tornou réu no STF por chamar Alexandre de Moraes de “cabeça de ovo”, “lixo”, “esgoto” e “latrina”— chamou Lula de “meu presidente” e afirmou que orava por ele, além de ressaltar os acenos do petista aos evangélicos, como a criação do Dia Nacional da Liberdade Religiosa em seu primeiro mandato.

“Presidente, se aproxime sem reserva. Se aconchegue. Tem lugar na mesa do Pai para termos comunhão. Gostando ou não politicamente de Vossa Excelência, não temos outra opção pela Bíblia a não ser orar por Vossa Excelência”, afirmou Otoni. “Quis o destino que eu, um dos mais combatentes defensores do antigo governo e seu crítico político, estivesse aqui hoje”, acrescentou.

O ex-vice-líder do governo de Jair Bolsonaro declarou ainda que, embora a maioria dos evangélicos não tenha votado em Lula, eles estão “entre os brasileiros mais beneficiados pelos programas sociais de seu governo”. Ele citou o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida como exemplos de políticas que ajudam “essa gente humilde e temente a Deus”.

Ele diz que o PT foi “consumido por uma pauta identitária” e que precisaria “se reinventar” para reduzir o “abismo imenso com a maioria dos evangélicos”. Ele reconhece, porém, ter errado no passado ao associar a esquerda a pautas como a pedofilia, e critica o ex-presidente Jair Bolsonaro pelo que chama de “arrogância” no trato às igrejas.

Em entrevista ao jornal O Globo, o emedebista declarou que a igreja deve se posicionar acima das divisões políticas entre PT e bolsonarismo.

“Eu apenas quis mostrar que a igreja não pertence ao bolsonarismo nem ao petismo, está acima disso, embora pareça desde 2018 que fomos arrebatados pela política. O fato de eu ter antagonismo político com o PT não muda o papel da igreja de orar pelas autoridades. Mas ficaria incoerente levantar uma bandeira pró-Lula.”

O deputado também afirmou que seus votos “não vêm do bolsominion” e que as eleições de 2022 ensinaram a necessidade de “mais humildade e diálogo” com lideranças religiosas.

“Acharam que Bolsonaro falar ‘vote em Fulano’ bastava. Isso é arrogância, a igreja evangélica não vai a reboque. O eleitor vota em quem faz políticas públicas que chegam até ele, e o evangélico não é diferente”, disse Otoni.

Fonte: O Sul

Livro encoraja cristãs a cumprirem o propósito de Deus em unidade

Camila Barros, Midian Lima, Raquel Lima e Gabriela Lopes (Foto: Instagram)
Camila Barros, Midian Lima, Raquel Lima e Gabriela Lopes (Foto: Instagram)

As pastoras Camila Barros, Midian Lima, Raquel Lima e Gabriela Lopes, conhecidas pelo projeto “Juntas”, abordam a comunhão de mulheres cristãs no livro que leva o mesmo nome do projeto, publicado pela Editora Vida. 

“Cada um tem a sua vida, mas quem disse que ela deve ser trilhada sozinha?”, refletiram as autoras.

As quatro autoras acreditam no poder da união e apoio mútuo entre mulheres cristãs para o cumprimento do propósito divino. Neste lançamento, elas reúnem as próprias experiências de fé com o objetivo de mostrar a importância da comunhão feminina na jornada espiritual.

Conectadas por Cristo, as escritoras têm a missão de levar adiante a mensagem do Senhor sobre coletividade. Cada uma delas escreveu um capítulo, inspirado pelas Escrituras, para edificar outras mulheres que também desejam abraçar os princípios cristãos. 

A partir de testemunhos, ensinamentos, atividades práticas e declarações proféticas, elas encorajam as leitoras a encontrarem força na comunidade para romper com o passado, superar desafios, receber o futuro e exercitar os planos de Deus.

“Juntas, desfrutamos de uma comunhão libertadora e poderosa! Libertadora porque usufruímos da liberdade de expressar nossas dores e vulnerabilidades, sem nos preocuparmos com julgamentos; e poderosa porque fortalecemos umas às outras, reconhecendo e elevando a força das nossas qualidades. […] É possível caminharmos juntas; sabendo que, unidas, a jornada fica bem melhor e muito mais leve”.

Em edição especial de capa dura e com miolo colorido, esta obra aborda temas como pertencimento, amizades, relacionamentos, família e crescimento pessoal, além de enfatizar o valor de oferecer ajuda às companheiras ao longo da rota — mesmo que você também esteja passando por dificuldades individuais.

Ao final, há o espaço chamado de “Diário de Oração” para anotar pedidos, reflexões e sentimentos.

Recomendado a cristãs de todas as idades, especialmente àquelas que buscam fortalecer a devoção, o livro “Juntas” prova que as mulheres podem alcançar o potencial máximo da própria existência ao percorrer o caminho da fé de forma coletiva e colaborativa — ao lado de pessoas que compartilham os mesmos sonhos e crenças.

“Não é sobre chegar primeiro, mas sobre mais mulheres descobrirem o propósito delas enquanto você cumpre o seu”, destacam as autoras.

Sobre as autoras: Camila Barros, Midian Lima, Raquel Lima e Gabriela Lopes são mulheres de Deus que se dedicam à vida ministerial, ao trabalho pastoral e à pregação da Palavra, ao impactar a nação brasileira com seus dons, testemunhos e ensinamentos. Elas alcançam milhões de pessoas por meio da grande influência nas redes sociais, contribuindo para a propagação do Evangelho ao redor do mundo. Juntas, capacitam mulheres a se tornarem fiéis seguidoras de Cristo e a cumprirem com o chamado do Senhor nas suas vidas.

Sobre a editora: A Editora Vida oferece títulos nas áreas infantil, jovem, relacionamentos, espiritualidade, vida cristã, ficção, acadêmicos e bíblias. Com enfoque contemporâneo e respeito a obras clássicas, promove o crescimento espiritual do leitor. Com mais de 60 anos de destaque na publicação e venda de literatura cristã, também se firma como relevante distribuidora de Bíblias, em diversas versões, edições especiais e traduções inéditas. 

Detalhes do produto
Editora
‏ : ‎ Editora Vida; 1ª edição (13 setembro 2024)
Idioma ‏ : ‎ Português
Onde comprar ‏ : ‎ Amazon (clique aqui)

Justiça do Trabalho não reconhece vínculo de pastor com a Igreja Universal em Goiás

Justiça do Trabalho
Justiça do Trabalho

Um pastor não conseguiu comprovar vínculo empregatício com a Igreja Universal em Goiânia. A 1ª Turma do TRT-GO considerou que as provas no processo não comprovaram o desvirtuamento da instituição, ou seja, o desvio da finalidade religiosa. O entendimento é que a relação entre as partes se deu na esfera religiosa, nos termos do art. 442 da CLT, o que não gera vínculo empregatício. A decisão do segundo grau manteve a sentença da 8ª Vara do Trabalho de Goiânia nesse aspecto, mas reformou a parte da sentença que havia condenado a igreja a indenizar o pastor por danos morais. O colegiado entendeu que o caso deve ser analisado pela Justiça Comum.

Na inicial, o pastor alegou que sofreu dano moral pela imposição de procedimento cirúrgico para sua esterilização (vasectomia) como condição para fazer parte dos quadros da igreja. Segundo ele, a cirurgia foi feita dentro da própria igreja quando tinha 20 anos e era casado. O Juízo de 1º grau havia entendido que, embora não tenha havido relação de emprego entre as partes, a prestação dos serviços religiosos é espécie de relação de trabalho, e assim havia condenado a instituição a indenizar o pastor.

Competência da Justiça Comum

A igreja recorreu ao segundo grau alegando a incompetência da Justiça do Trabalho para julgar o caso. Sustentou que não se trata de relação de emprego nem de relação de trabalho, mas de vínculo vocacional. Ao analisar o recurso, o relator do caso, desembargador Mário Bottazzo, ressalvou seu entendimento pessoal para acompanhar a divergência apresentada pelo desembargador Gentil Pio, no sentido de que, se a ação proposta objetiva o pagamento de danos morais decorrentes de uma relação não empregatícia, em razão de vínculo vocacional (pastor de igreja), a competência para processar e julgar a causa é da Justiça Comum Estadual.

A decisão foi baseada em precedentes do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e em decisões de outros tribunais trabalhistas que consideram essa matéria de cunho eminentemente civil. O relator também levou em conta o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que diz que, mesmo quando a ação é movida em um tribunal que não tem competência para julgá-la, o processo não é encerrado, mas enviado ao tribunal correto. “Declaro que este tribunal não tem competência para julgar o pedido de indenização por assédio moral e determino que o caso seja enviado à Justiça Estadual Comum”, concluiu o relator. A decisão não foi unânime.

Processo: 0011205-73.2023.5.18.0008

Fonte: TRT-GO

Pastor é preso após falar sobre islamismo e sexualidade à luz da Bíblia, na Inglaterra

Pastor Dia Moodley (Foto: ADF UK)
Pastor Dia Moodley (Foto: ADF UK)

Um pastor foi preso após comentar sobre o Islã e a sexualidade pela visão da Bíblia, enquanto pregava na rua, na Inglaterra, em março.

Dia Moodley estava compartilhando o Evangelho na cidade de Bristol, diante de um público em frente a Universidade de Bristol.

Em certo momento, um homem muçulmano fez uma pergunta e o pastor o respondeu, afirmando que havia diferenças entre os padrões morais do deus do islamismo e o Deus da Bíblia.

Durante sua pregação, Moodley também explicou a visão bíblica de que o gênero é apenas binário, ou seja, Deus criou homem e mulher.

Agressão

Mais tarde, uma pessoa empurrou o pastor de sua escada – que usa para falar aos pedestres – e outra arrancou uma placa de suas mãos. Então, três jovens pisotearam sua placa e se recusaram a devolvê-la.

Logo após, a polícia de Avon e Somerset chegou ao local e prendeu Moodley por suas opiniões. Um dos oficiais afirmou que ele comentou sobre o Islã durante o Ramadã.

As autoridades ainda ordenaram a funcionários da Universidade de Bristol que descartassem os cartazes evangelísticos do pregador.

O Pastor foi levado e ficou detido durante 13 horas. Após ser libertado, o líder entrou com uma queixa contra a polícia por ter ferido sua liberdade de expressão, com o apoio da ADF UK, uma organização de defesa jurídica da liberdade religiosa.

“Estamos felizes que a polícia de Somerset tenha abandonado sua investigação sobre o pastor Dia”, declarou o advogado da ADF UK, Jeremiah Igunnubole.

“O pastor Dia foi vítima de crime, incluindo agressão, assédio agressivo e danos criminais e, no entanto, foi ele quem foi tratado como criminoso por exercer pacificamente seus direitos fundamentais. Todos devem ser tratados igualmente perante a lei. A liberdade de expressão não pode ser reservada àqueles que expressam ideais socialmente progressistas. Em uma sociedade democrática, todos devem ter o direito de expressar pacificamente suas crenças fundamentais, mesmo quando essas crenças são consideradas controversas ou criticam outras religiões e sistemas de crenças”, defendeu.

Pregadores de rua perseguidos

Para Dia Moodley, a polícia tem tratado os evangelistas cristãos de forma diferenciada em relação a pessoas de outras religiões.

“É uma realidade que os cristãos no Reino Unido vêm experimentando há anos. Não deve caber ao Estado decidir quais religiões e ideologias não devem ser discutidas ou criticadas na via pública. O resultado é a normalização de uma sociedade de dois níveis, onde algumas crenças e ideologias são valorizadas e protegidas, enquanto outras são minadas e proibidas”, criticou ele.

E enfatizou: “O que aconteceu comigo reflete uma tendência mais ampla de aumento da censura estatal no Reino Unido e em todo o Ocidente”.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Pastor é esfaqueado e igreja é atacada no Sri Lanka

Bandeira do Sri Lanka (Foto: canva)
Bandeira do Sri Lanka (Foto: canva)

A perseguição aos cristãos no Sri Lanka tem se tornado violenta. O pastor Sudesh* foi vítima da intolerância religiosa ao ser esfaqueado no pescoço e na cabeça por um homem com problemas mentais, que frequentava a igreja do líder cristão.

O autor das facadas foi instigado pelos vizinhos a atacar o pastor Sudesh, sob a falsa acusação de que o líder cristão recebia dinheiro da esposa do agressor – trabalhadora em outro país – para construir uma casa e comprar carros.

Após acreditar nas acusações, o homem esperou uma ocasião oportuna para ferir o pastor Sudesh. Pela graça de Deus, o líder cristão está em recuperação e recebeu visita de parceiros locais da Portas Abertas.

Ataque à igreja

Um morador de outra comunidade danificou o portão de uma igreja, invadiu e tumultuou um culto por 30 minutos. O homem usou postes para bater no portão e gritava com os cristãos presentes: “Não permitirei uma igreja nesta vila”.

Há 17 anos, o pastor Vikran* enfrentou oposição quando plantou a igreja na região. Mas desde janeiro de 2024, a violência aumentou e a igreja tornou-se alvo de ataques contínuos. “Eu moro longe e nos dias de semana, os moradores perto da igreja danificam o portão e a cerca. Isso tem acontecido com frequência”, disse o pastor.

Embora o pastor Vikran tenha informado os policiais sobre os ataques, as autoridades justificam que a comunidade é hindu, e os problemas com intolerância religiosa às igrejas são inevitáveis.

Por consequência da violência, quatro famílias deixaram de comparecer aos cultos. No entanto, parceiros locais da Portas Abertas ministraram o treinamento Permanecendo Firmes Através da Tempestade (PFAT) ao pastor e aos seguidores de Jesus que continuam a frequentar a igreja.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Conflito entre Israel e aliados do Irã cumpre profecias, diz evangelista

Bandeira de Israel (Foto: Canva)
Bandeira de Israel (Foto: Canva)

As vitórias de Israel sobre grupos terroristas apoiados pelo governo iraniano estão, segundo Shariat Hormoz, fundador da organização Iran Alive, cumprindo profecias bíblicas. Hormoz afirma que os iranianos celebraram a destruição do Hezbollah, expressando um crescente descontentamento com o regime islâmico. Ele sugere que a população deseja ver o governo atual derrubado, tanto por Israel quanto pelos Estados Unidos.

“A primeira oportunidade que tiverem de derrubar o governo, o farão. É inédito que os cidadãos de um país perguntem a potências estrangeiras: ‘Vocês nos atacariam?’”, explica Hormoz. Ele acredita que a paz entre Israel e as nações árabes, mencionada na Bíblia, “não está distante”, à medida que o regime islâmico do Irã perde apoio popular.

Shariat Hormoz (Foto: Reprodução)
Shariat Hormoz (Foto: Reprodução)

Sobre a ausência dos vizinhos de Israel em Ezequiel 38, Hormoz comenta que isso se deve ao fato de Israel ter alcançado acordos de paz com alguns deles, como o Acordo de Abraão, ou ter destruído seus inimigos. “Assim, o que Israel está fazendo está se alinhando com as profecias bíblicas de Ezequiel 38”, diz, acrescentando que a destruição dos líderes do Hezbollah foi prevista em Jeremias 49.

Hormoz também observa que o descontentamento dos iranianos com a violência e a miséria provocadas pelo governo islâmico os tem aberto para o Evangelho. “Eles não apenas rejeitaram o governo, mas também o Islã”, afirma. Contudo, ele ressalta que “a maioria está se direcionando ao secularismo e se mostra muito receptiva a outras ideias, incluindo o cristianismo, o que explica o crescimento da população evangélica no Irã”.

Fundada em 2000, a Iran Alive criou a maior rede de igrejas clandestinas do país, e desde então, mais de 15 mil iranianos aceitaram a Cristo através das transmissões via satélite.

Fonte: Comunhão com informações de The Christian Post

Pastor Otoni de Paula elogia Lula por sancionar Dia da Música Gospel

Presidente Lula recebe oração de grupo de evangélicos (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Presidente Lula recebe oração de grupo de evangélicos (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Nesta terça-feira (15), o deputado e pastor Otoni de Paula (MDB-RJ) participou de uma cerimônia no Palácio do Planalto que sancionou a lei que cria o Dia Nacional da Música Gospel. Em seu discurso, o parlamentar elogiou Lula (PT) e disse que ele foi usado por Deus para manter a liberdade religiosa no país.

“Senhor presidente, quis Deus que eu, que fui um dos mais combatentes defensores do antigo governo e seu crítico político, estivesse hoje aqui para representar a Frente Parlamentar Evangélica. (…) Não seria justo, ou cristão, não lembrar, presidente Lula, que o Deus que estabelece reis e tira reis do trono já lhe usou nesta nação parar abençoar o povo de Deus. Graças a essa visão social que nossas igrejas passaram a ter mais doutores e professores, gente que jamais poderia ter um diploma de curso superior se não fosse a visão do governo de vossa excelência. Por isso, que independente de nunca ter votado, e falo particularmente, em Vossa Excelência, mas em nome da minha consciência cristã quero lhe agradecer em nome de todos esses irmãos espalhados pelo Brasil” declarou o parlamentar.

“O mesmo Deus, em um momento delicado da recente história do Brasil, lhe usou, presidente Lula, para manter a nossa liberdade religiosa que era à época ameaçada. O senhor sancionou a lei da Liberdade Religiosa no Brasil” falou ainda.

Dia Nacional da Música Gospel

O Dia Nacional da Música Gospel passará a ser celebrado, anualmente, em 9 de junho, após ser sancionada nesta terça-feira, 15 de outubro, o Projeto de Lei n° 3.090, que institui a data no calendário nacional. Além do presidente Lula, participaram da cerimônia o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Padilha, o deputado Otoni de Paula e a deputada Benedita da Silva, entre outros.

A proposta da lei é destacar a presença da música gospel na cultura e na religiosidade de milhões de brasileiros, além de valorizar esse gênero como uma importante manifestação cultural, reconhecendo a sua contribuição para ampliar a riqueza e a identidade musical do país.

A criação de uma data comemorativa permitirá celebrar esse estilo de música, além de promover eventos e iniciativas que evidenciem sua influência para aumentar o bem-estar emocional e espiritual dos ouvintes. Estudos indicam que a exposição à música gospel contribui para a manutenção da saúde mental e o fortalecimento da fé das pessoas.

“A fixação de uma data nacionalmente dedicada à música gospel chamará atenção para esse importante vetor de conforto mental, psicológico e espiritual”, reforçou o deputado Otoni de Paula, em nome da Frente Parlamentar Evangélica.

Tradição cultural e curiosidades

Desde sua chegada ao Brasil, a música gospel não apenas conquistou um vasto público, mas também passou a fazer parte das tradições culturais do país. O resultado foi a transformação desse gênero musical em um pilar significativo e lucrativo da indústria fonográfica brasileira, especialmente entre os evangélicos.

O dia escolhido para a celebração faz referência ao nascimento da missionária sueca Frida Vingren (1891-1940). Ela também foi cantora e compositora, e responsável pela criação de diversos hinos religiosos.

Segundo dados do aplicativo Spotify, em 2023, houve um aumento de 46% no número de ouvintes de música gospel. Ao mesmo tempo, no YouTube, foi o estilo mais procurado em 2022 em grande parte das regiões Norte e Nordeste.

Fonte: Pleno.News e Gov.br

Escola cristã enfurece líderes indígenas e grupo armado na Colômbia

Escola cristã na Colômbia (Foto representativa: Portas Abertas)
Escola cristã na Colômbia (Foto representativa: Portas Abertas)

Martha é uma cristã indígena que já foi interrogada oito vezes por um grupo armado na Colômbia. Ela é considerada um problema tanto para a sua comunidade como para os paramilitares porque abriu uma escola infantil para os filhos dos seguidores de Jesus na região. “Eles me interrogaram implacavelmente, tentando me intimidar. Estava claro que eles queriam que eu abandonasse o projeto”, testemunha.

Em 2008, Martha e outros cristãos criaram uma escola para receber crianças entre zero e quatro anos, filhas de cristãos perseguidos da comunidade. Dessa maneira, esses 84 alunos não enfrentam discriminação e violência por parte dos colegas, professores e demais autoridades.

Nas escolas indígenas, todos os alunos são obrigados a seguir os costumes e práticas religiosas da comunidade indígena e caso não obedeçam são prejudicados. “Em alguns casos, elas [crianças cristãs] são ameaçadas de perder notas ou ter que repetir o ano letivo. Os pais também são ameaçados de perder benefícios do governo se não enviarem seus filhos para escolas tradicionais”, completa.

Para a comunidade e os líderes indígenas, a escola cristã é algo que vai contra a herança indígena e manifesta uma ideologia norte-americana. Por isso, os cristãos que trabalham e enviam seus filhos para o espaço devem ser combatidos.

Martha e os demais cristãos indígenas não pensam em acabar com a escola cristã infantil, mesmo sem receber salários, auxílio governamental e ter infraestrutura ou materiais adequados. “Para nós, cumprir nosso chamado vai além de lutas econômicas ou pressões externas”, explica.

A cristã ainda sonha e pede oração: “Meu maior sonho é comprar um terreno para a escola, tenho orado por isso. Quero que meus alunos consigam se formar e receber um certificado que os permita ir para a universidade”, conclui Martha.

Perseguição por todos os lados

A perseguição aos cristãos indígenas na Colômbia não está limitada apenas ao âmbito educacional. Eles têm o acesso negado à assistência médica e apoio governamental. Os jovens são impedidos de frequentar a universidade, porque líderes indígenas se recusam a fornecer documentos necessários para concorrer a uma bolsa de estudo.

A Portas Abertas registrou 66 incidentes em que as comunidades pressionaram 484 cristãos indígenas para abandonar a fé cristã evangélica. Esses atos incluem discriminação, vigilância, prisões, ameaças, fechamento de igrejas e deslocamento forçado.

Fonte: Portas Abertas

Cristã é forçada pela família a sair de casa, no Laos

Cristã sofre perseguição da família no Laos (Foto: Portas Abertas)
Cristã sofre perseguição da família no Laos (Foto: Portas Abertas)

Lai vive no Sul do Laos com o marido e os três filhos. Antes de se converter, ela adorava espíritos e oferecia animais a eles, acreditando que isso traria prosperidade para sua família e cura para as doenças. “Eu tinha medo ao ouvir o som do vento ou da TV. Por causa disso, passava noites sem dormir e enfrentei muitas dificuldades.” Ela relembra: “Um dia, enquanto trabalhava na plantação, tive um colapso e fui levada para o hospital. Tive dificuldade para respirar e precisei usar uma máscara de oxigênio. Fiquei internada por três meses e não fui capaz de me livrar daquele medo, que continuava dentro de mim”.

Na época, ela gastou muito dinheiro com tratamentos e sacrificando animais aos espíritos. Ela pediu dinheiro emprestado e ficou com uma grande dívida. Apesar de seus esforços, não experimentou nenhuma cura. Lai compartilha: “Enquanto vivia de maneira temerosa, encontrei meu primo, que compartilhou o evangelho comigo. Ele orou continuamente por minha cura até que, depois de uma semana, experimentei o medo diminuindo e voltei a dormir uma noite inteira. Aquilo me fez acreditar que Jesus é o Deus verdadeiro. Pouco depois, aceitei o Senhor como meu Salvador e decidi dedicar minha vida a ele”.

Odiada por seguir a Cristo

Enquanto ela estava feliz por receber a Cristo, o pai e os irmãos dela ficaram descontentes. Eles a odiaram por seguir o cristianismo, pois o consideram uma religião estrangeira que traz vergonha e desgraça para a família. Isso foi motivo suficiente para perseguirem Lai. Ela conta: “Meu pai e meus irmãos eram severos comigo e me ameaçavam para sair de casa e da vila. Se eu recusasse, incendiariam minha casa. Uma de minhas irmãs me acusou de trair meus pais e me amaldiçoou, dizendo que eu era uma desgraça para a família. Além disso, meu marido também me perseguia mentalmente. Apesar de ter aceitado ao Senhor comigo, ele teve sua fé abalada após eu ser pressionada a deixar minha fé. Ele não me permitia ir à igreja, ficava com raiva e brigava comigo sempre que eu ia. Eu chorei muito e pedi a Deus para trazê-lo de volta a sua fé”.

Apesar da situação difícil, Lai continua colocando sua confiança em Deus. Ela compartilhou o que aconteceu com o marido que o fez acreditar em Jesus novamente. “Era meia-noite quando ouvimos algo cair em nosso telhado. Fomos ver o que era e, para nossa surpresa, não havia nada. Depois de algumas horas, repentinamente, o corpo do meu marido ficou duro, sem que ele conseguisse se mexer ou falar. Ele ficou na cama como se estivesse morto. Sem entrar em pânico, orei por ele. Depois de algumas horas, ele acordou. Eu contei que Deus o curou e ele creu que Jesus é o verdadeiro Deus. Entretanto, se recusava ir à igreja. Mesmo assim, eu não desisti. Continuei orando para que ele se arrependesse. Até que, uma manhã, inesperadamente, ele confessou que se arrependia e queria ser batizado. Ao ouvir isso, fiquei tão feliz que meu corpo ficou dormente por um tempo. Agradeci ao Senhor e, agora, juntos, crescemos em nossa fé.”

Lai ainda enfrenta perseguição do pai e dos irmãos. Eles continuam não a considerando parte da família, a desprezando e amaldiçoando. O desejo deles é que os espíritos a matem e dizem constantemente a ela para abandonar sua fé ou sair de casa. Sempre que a pressionam e confrontam, fazem a pergunta: “Sua casa ou Jesus?”. Depois de orar, decidiu sair de casa com o marido e os filhos. Ela acredita que essa é a vontade de Deus e que Ele proverá o que eles precisam.

Fonte: Portas Abertas

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