Início Site Página 205

Toyota e outras grandes empresas anunciam fim do apoio à agenda LGBT

Bandeira do ativismo lgbt
Bandeira do ativismo lgbt

A Toyota anunciou no mês de setembro o fim do seu apoio à agenda LGBTQ+, decisão comunicada a seus 380 mil funcionários por e-mail. A empresa, que é o segundo maior fabricante de automóveis do mundo, tinha anteriormente produzido veículos com bandeiras do arco-íris, promovido treinamentos de diversidade e financiado eventos ligados à comunidade LGBTQ, como desfiles do orgulho, entre outros.

Além de encerrar o apoio a esses eventos, a Toyota também decidiu não participar mais do Corporate Social Equality Index (Índice de Igualdade Social Corporativa), um sistema de avaliação que recompensa empresas com comportamentos politicamente corretos, segundo informações do portal NiUS.de. A decisão também inclui a não renovação do contrato de patrocínio com o Comitê Olímpico Internacional (COI), encerrando uma colaboração que existia desde 2015. A empresa justificou essa retirada pela “crescente politização” dos Jogos Olímpicos. Com isso, o COI perde um dos seus maiores patrocinadores.

A Toyota também deixará de financiar as já mencionadas paradas do “Orgulho” e outras, como os acampamentos de verão LGBTI para crianças.

Outras empresas de grande porte, como Ford, John Deere, Harley-Davidson e Lowe’s, também já se desvincularam de causas associadas à agenda LGBTQ e outras pautas politizadas recentemente.

“Como uma empresa global, continuaremos a dedicar nossos esforços e recursos para cuidar de nossos clientes, de nossa equipe e de nossas comunidades, em vez de comentar publicamente sobre os inúmeros questões polarizadoras do momento.”, disse parte do comunicado publicado pela Ford.

A influência

Um dos fatores que influenciou a decisão da Toyota foi a pressão social liderada pelo ativista Robby Starbuck, que critica empresas que apoiam temas políticos como identidade de gênero e clima. Starbuck tem mais de 650 mil seguidores na rede social X e costuma expor publicamente essas empresas, incentivando seus seguidores a entrarem em contato com os serviços de atendimento ao consumidor.

Starbuck argumenta que muitas empresas estão se afastando de seus principais clientes, como famílias, ao apoiarem causas politizadas. Ele defende que o ambiente de trabalho deve se concentrar em questões profissionais, sem envolvimento em debates políticos ou sociais divisivos.

“Conversamos sobre shows de drag queen e a promoção de todas as identidades sexuais imagináveis, coisas que não combinavam em nada com sua base de clientes ”, denunciou certa vez em suas plataformas digitais.

“O que queremos fazer com esta campanha é simplesmente tornar os locais de trabalho novamente um local de trabalho, sem questões políticas ou sociais que dividam a comunidade”, sublinhou Starbuck numa entrevista recente.

Folha Gospel com informações de Pleno.News e Evangélico Digital

Arqueólogos descobrem uma das igrejas cristãs mais antigas do mundo, na Armênia

Fotografia de ruínas de antiga igreja cristã descoberta na Armênia - (Divulgação/Projeto Armênio-Alemão Artaxata)
Fotografia de ruínas de antiga igreja cristã descoberta na Armênia - (Divulgação/Projeto Armênio-Alemão Artaxata)

Recentemente, arqueólogos descobriram na região da cidade de Artaxata, na Armênia, os restos de uma antiga igreja cristã primitiva. Porém, o que chama atenção na descoberta é a datação da construção, que se provou ser a igreja cristã mais antiga do país e uma das mais antigas do mundo.

Segundo uma declaração da Universidade de Münster, da Alemanha, a descoberta se trata de um edifício octogonal com extensões cruciformes. As escavações foram orquestradas por arqueólogos da Academia Nacional de Ciências da Armênia e da Universidade de Münster.

“O edifício do século 4 é a igreja mais antiga documentada arqueologicamente no país – evidência sensacional do cristianismo primitivo na Armênia”, observa na declaração o professor Achim Lichtenberger, da Universidade de Münster.

A partir da análise da construção, foi constatado que ela corresponde aos primeiros edifícios memoriais cristãos do mundo. “Igrejas octogonais eram desconhecidas aqui até agora, mas estamos muito familiarizados com elas da região do Mediterrâneo Oriental, onde apareceram pela primeira vez no século 4 d.C.”, explica o Dr. Mkrtich H. Zardaryan, da Academia Nacional de Ciências da Armênia.

É descrito ainda que edifício possui extensões em forma de cruz, onde os pesquisadores descobriram restos de plataformas de madeira — estas que, após análise por radiocarbono, foram apontadas como datando do século 4 d.C..

A igreja possui formato octogonal e cerca de 30 metros de diâmetro, com um piso de argamassa simples e ladrilhos de terracota. Também foram encontrados fragmentos de mármore no local, sugerindo que, originalmente, a igreja era ricamente decorada com o material, que seria importado do Mediterrâneo.

Cristianismo na Armênia

Segundo as antigas lendas da Armênia, por volta de 301 d.C., em Artaxata, o santo padroeiro Gregório, o Iluminador, converteu o então rei da Armênia, Tiridates III, ao cristianismo, tornando assim aquele no primeiro estado cristão do mundo. Isso explicaria a razão de ali ser encontrada uma igreja cristã tão antiga.

Um lembrete dessa tradição ainda pode ser encontrado no antigo mosteiro medieval de Khor Virap, não muito distante de onde a atual igreja foi encontrada. Vale mencionar que as dinastias Artaxiad e Arsacid governaram o Reino da Armênia e, durante a era helenística, Artaxata foi uma importante metrópole e até mesmo capital do reino, permanecendo assim por quase seis séculos.

Agora, a equipe de escavação pretende dar continuidade no projeto que descobriu a igreja, visando descobrir mais detalhes sobre a construção e até a identidade da dedicação da igreja, conforme repercute o Arkeonews.

Fonte: Aventuras na História

Líderes religiosos enfrentam acusações criminais e assédio na China

Bandeira da China em Shanghai (Foto: Canva Pro)
Bandeira da China em Shanghai (Foto: Canva Pro)

Autoridades na China libertaram sob fiança na terça-feira (8 de outubro) um líder religioso preso desde agosto de 2023 por imprimir Bíblias, enquanto o cofundador cristão de uma escola especial para crianças foi preso sob acusações de “incitar distúrbios” por seu ativismo pelos direitos humanos.

A filial de Haidian do Departamento de Segurança Pública Municipal de Pequim acusou Zhu Bin, cofundador da Escola Especial para Crianças de Pequim, de “incitar distúrbios” em 29 de setembro e o manteve preso no Centro de Detenção do Distrito de Haidian, de acordo com o meio de comunicação de direitos humanos Bitter Winter .

Autoridades invadiram e assediaram repetidamente a escola de Zhu, informou o veículo. Defensor da justiça social e do bem-estar, desde o surto de COVID-19 ele fez contribuições significativas para caridade, arrecadando fundos para pacientes e vítimas de desastres, de acordo com o veículo de direitos humanos.

“Quando o escândalo da ‘ Mãe de Oito Filhos Acorrentada’ estourou em Xuzhou, província de Jiangsu, em 2022, Zhu Bin pediu uma investigação coletando assinaturas e enviando uma petição ao Congresso Nacional do Povo”, relatou Bitter Winter. “O escândalo envolveu um homem apresentado como um ativista modelo do PCC [Partido Comunista Chinês] que comprou de traficantes de pessoas uma mulher que lhe deu oito filhos e a manteve acorrentada por anos.”

A petição de Zhu fez dele uma figura nacionalmente conhecida e levou à sua detenção, afirmou o veículo.

Em Shunde, província de Guangdong, o Tribunal Popular do Distrito de Shunde libertou sob fiança o ancião da Igreja Shunde Shengjia Zhu Longfei após 14 meses de prisão. Zhu enfrenta acusações de “operações comerciais ilegais” por imprimir materiais de estudo bíblico para uso dentro da igreja, de acordo com o grupo de defesa China Aid. Zhu e outros lideram uma igreja não oficial, livre dos controles e interferências da Igreja Three-Self controlada pelo governo.

Zhu e os irmãos Zhu Longjiang e Zhu Qiaoling foram detidos quando sua mãe de 79 anos morreu de doença em 15 de março, de acordo com o grupo de defesa.

“Os três irmãos ficaram detidos no centro de detenção e não puderam se despedir da mãe no hospital antes que ela morresse, nem comparecer ao funeral dela”, informou a China Aid .

Zhu Longfei foi preso em 9 de agosto de 2023. Mais de três meses antes de sua prisão, em 24 de maio de 2023, a polícia de Shunde e outros departamentos invadiram sua igreja e prenderam o pastor Deng Yanxiang, o diácono Zhu Longjiang, o diácono Wang Weicai e Zhu Qiaoling sob suspeita de “operações comerciais ilegais”.

“Dois locais de estudo da Bíblia também foram invadidos por mais de 100 pessoas, e um grande número de livros, mesas e cadeiras foram levados naquele dia”, relatou a China Aid.

Em 30 de novembro de 2023, o caso de Zhu Longfei e o do pastor Deng Yanxiang, diácono Zhu Longjiang, diácono Wang Weicai e Zhu Qiaoling, anteriormente detidos, foram combinados em um único caso processado pela Procuradoria Popular do Distrito de Shunde.

“A impressão de materiais devocionais (‘Interpretação Diária das Escrituras’) pela igreja para uso interno foi rotulada como ‘operações comerciais ilegais’ e caracterizada como ‘impressão e distribuição de publicações ilegais que colocam seriamente em risco a ordem social e perturbam a ordem do mercado, com circunstâncias particularmente sérias’”, relatou a China Aid.

Um julgamento foi realizado de 5 a 9 de agosto, e durante um segundo julgamento de 19 a 30 de agosto, o tribunal concedeu fiança aos irmãos Zhu Longjiang e Zhu Qiaoling em 23 de agosto. No momento em que este artigo foi escrito, o pastor Deng Yanxiang e o diácono Wang Weicai ainda estavam detidos no Centro de Detenção do Distrito de Nanhai.

“Os advogados esperam que Deus ouça suas orações, conforte suas famílias e os deixe ser libertados em breve”, relatou a China Aid.

Na cidade de Linfen, província de Shanxi, a pregadora Yang Rongli, da rede de igrejas Sola Fide, passou seu 66º aniversário na prisão no Centro de Detenção do Distrito de Yaodu, aguardando julgamento por acusações de “fraude”, informou o Bitter Winter.

Sua igreja Golden Lampstand continuou a realizar cultos ao ar livre em 2021 após as autoridades destruírem seu local de culto de US$ 2,6 milhões, e Yang e muitos outros líderes e colaboradores da igreja foram presos em 7 de agosto de 2021 pela polícia no distrito de Yaodu, na cidade de Linfen, sob acusações de “fraude”, de acordo com o veículo.

Com exceção de cinco membros libertados sob fiança, Yang, seu marido, o pastor Wang Xiaoguang, e outros seis foram formalmente presos pela Procuradoria do Distrito de Yaodu”, e o caso foi transferido para a Procuradoria da Cidade de Linfen para revisão e processo, de acordo com Bitter Winter.

A menos que seja adiado novamente, o julgamento deveria ocorrer em 22 de outubro. Yang, que sofre de diabetes, para o qual lhe foi negado tratamento, tem sofrido com a deterioração da saúde, informou o Bitter Winter.

Durante a construção da Catedral do Candelabro Dourado na cidade de Linfen em 2004, autoridades assediaram o projeto com táticas como cortes de água e eletricidade, informou o veículo.

“Em 2009, quando as autoridades reconheceram o valor comercial da localização da igreja e tentaram demolir a Golden Lampstand Church, encontraram forte resistência”, relatou Bitter Winter. “Consequentemente, o governo do condado de Fushan na cidade de Linfen respondeu com severa retaliação.”

Em 13 de setembro de 2009, mais de 500 policiais cercaram o local e sua Gospel Shoe Factory, ferindo mais de 100 cristãos. Em 11 de outubro de 2009, a polícia da cidade de Linfen prendeu Yang sob acusações de “ocupação ilegal de terras agrícolas” e “reunir uma multidão para atrapalhar o trânsito”. Ela foi sentenciada em 25 de novembro de 2009 a sete anos de prisão e multada em 30.000 yuans (US$ 4.245) sob essas acusações.

Ela cumpriu pena na Prisão de Xinkang e foi libertada em 10 de outubro de 2016.

Após a nova prisão em 2021, seu julgamento foi repetidamente adiado, de acordo com Bitter Winter. O julgamento de 22 de outubro estava marcado para ocorrer no Tribunal Distrital de Yaodu.

A China ficou em 19º lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2024 da Portas Abertas dos 50 países onde é mais difícil ser cristão.

Folha Gospel com texto original de The Christian Daily

Quatro cristãos mortos no estado de Benue, centro da Nigéria 

Cristãos durante culto na Nigéria. (Foto representativa: Portas Abertas)
Cristãos durante culto na Nigéria. (Foto representativa: Portas Abertas)

Terroristas fulani mataram dois cristãos no estado de Benue, no centro da Nigéria, na quarta-feira (9 de outubro) e outros dois em outra parte do estado em 3 de outubro, disseram fontes locais.

No condado de Logo, no nordeste do estado de Benue, os fulani atacaram na quarta-feira a vila de Ayilamo, matando o estudante universitário Solomon Kwanta e outro cristão, disseram moradores da área.

“Além dos dois cristãos mortos durante o ataque, muitos outros cristãos ficaram feridos”, disse Benard Chia em uma mensagem ao Christian Daily International-Morning Star News. “Terroristas Fulani armados atacaram a comunidade Ayilamo na Área de Governo Local de Logo, no estado de Benue, por volta da meia-noite de quarta-feira.”

Kwanta era um estudante do último ano da Universidade de Calabar que estava de volta à vila em férias, disse Chia.

O morador Aandosoo David disse que os moradores feridos no ataque estavam sendo tratados no Centro de Atenção Primária à Saúde em Ayilamo, acrescentando: “Suas orações são necessárias, por favor”.

Tyongi Emmanuel, outro morador da vila, disse que a situação era terrível.

“Todos aqui estão fugindo, pois todos fomos deslocados”, disse ele, enquanto o morador Tsavsar Msughaondo disse ao Christian Daily International-Morning Star News: “Os terroristas fulani tomaram conta de nossas terras ancestrais; portanto, estamos pedindo ao governo nigeriano que intervenha rapidamente aqui na área de Ayilamo, no estado de Benue, para acabar com esses ataques não provocados contra nós”.

No Condado de Kwande, na parte sudeste do estado, os fulani mataram dois cristãos em Tse Wende em 3 de outubro, disseram moradores.

Fabian Terseer identificou os cristãos mortos como Terwse Azege e Orseer Kende.

“Ataques de pastores Fulani armados se tornaram uma ocorrência comum aqui”, disse Terseer. “Infelizmente, as organizações de mídia não deram a esses incidentes cobertura adequada. O triste também é que o governo nigeriano não considerou necessário tomar medidas para acabar com esses ataques em nossas comunidades. Por quanto tempo esperamos suportar essas epidemias mortais?”

Com milhões de membros espalhados pela Nigéria e pelo Sahel, os Fulani, predominantemente muçulmanos, compreendem centenas de clãs de muitas linhagens diferentes que não têm visões extremistas, mas alguns Fulani aderem à ideologia islâmica radical, observou o Grupo Parlamentar Multipartidário do Reino Unido para a Liberdade ou Crença Internacional (APPG) em um relatório de 2020 .

“Eles adotam uma estratégia comparável à do Boko Haram e do ISWAP e demonstram uma clara intenção de atingir cristãos e símbolos poderosos da identidade cristã”, afirma o relatório do APPG.

Líderes cristãos na Nigéria disseram acreditar que os ataques de fulani às comunidades cristãs no Cinturão Médio da Nigéria são inspirados pelo desejo de tomar as terras dos cristãos à força e impor o islamismo, já que a desertificação tornou difícil para eles sustentarem seus rebanhos.

A Nigéria continua sendo o lugar mais mortal do mundo para seguir a Cristo, com 4.118 pessoas mortas por sua fé de 1º de outubro de 2022 a 30 de setembro de 2023, de acordo com o relatório Lista Mundial da Perseguição 2024, da Portas Abertas. Mais sequestros de cristãos do que em qualquer outro país também ocorreram na Nigéria, com 3.300 casos.

Na Lista Mundial da Perseguição de 2024 dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria foi classificada em 6º lugar, assim como no ano anterior. A Nigéria foi o terceiro país com maior número de ataques a igrejas e outros edifícios cristãos, como hospitais, escolas e cemitérios, com 750, de acordo com o relatório.

Folha Gospel com texto original de Morning Star News

Cantor J Neto é internado após sofrer um infarto

Cantor J Neto (Foto: YouTube Maximus Records)
Cantor J Neto (Foto: YouTube Maximus Records)

Nesta segunda-feira (14), o cantor J Neto foi hospitalizado após sofrer um infarto. Aos 64 anos, o artista intérprete de grandes sucessos do gospel como O Rei Está Voltando foi levado ao Hospital de Guapimirim, no Rio de Janeiro.

“O J sofreu um infarto e está internado sob cuidados médicos, sem previsão de alta”, confirmou a gravadora do artista ao site Pleno.News.

J Neto lançou seu primeiro álbum, Água Viva, em 1985, e desde então gravou mais de 20 álbuns. J. Neto recebeu vários prêmios, incluindo discos de ouro e platina da ABPD, além de vários Troféus Talento, como Cantor do Ano e CD do Ano.

Suas músicas Último Romântico e Uma Chance em Mil fizeram parte das trilhas sonoras de novelas da TV Record.

Nas redes sociais, muitos fãs e colegas do meio gospel manifestaram apoio e compartilharam mensagens de fé e esperança, desejando que o cantor supere esse momento delicado. “Estamos em oração por ele, crendo na sua plena recuperação. Que Deus continue cuidando de J. Neto e de toda sua família”, escreveu um seguidor em uma das publicações.

Fonte: Pleno.News e Fuxico Gospel

Intervalo bíblico nas escolas é alvo de investigação do Ministério Público de PE

Intervalo bíblico realizado em escola estadual de Pernambuco (Foto: Reprodução/Instagram)
Intervalo bíblico realizado em escola estadual de Pernambuco (Foto: Reprodução/Instagram)

Após denúncias de que cultos evangélicos estavam sendo realizados em escolas da rede estadual no Recife, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) se reuniu com representantes da Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE-PE) e do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Pernambuco (Sintepe) para entender o caso.

No encontro, a presidenta do Sintepe, Ivete Caetano de Oliveira, apontou que as denúncias pontuaram que os cultos estavam sendo realizados dentro das escolas e sem a participação de outras crenças. “As denúncias são feitas por estudantes ou por servidores das escolas. É preciso que haja uma efetiva fiscalização a respeito.” Ela também destacou os “perigos da junção entre Estado e Religião”.

Cíntia Virgínia Sales, Vice-Presidenta do SINTEPE, disse que a preocupação do SINTEPE não é discutir o currículo do ensino religioso,
mas questionar determinadas práticas, como o uso do espaço público para fins religiosos, como a criação de grupos bíblicos. Segundo ela, os estudantes pedem um horário para se reunirem, dentro da escola, para um momento de oração e leitura da bíblia; isso ocorre sem
orientação ou supervisão de qualquer servidor da escola. As denúncias se referem sempre a cultos ou reuniões de evangélicos.

De acordo com a investigação do MPPE, os alunos se organizavam por si só e sem a orientação ou supervisão de funcionários das escolas, o que demonstra não haver vínculo com a proposta pedagógica de um ensino religioso plural e baseado no respeito à liberdade de crenças.

Segundo o gerente-geral de Anos Finais do Ensino Fundamental da SEE-PE, Eduardo Andrade, os cultos não são acordados com a Secretaria de Educação.

“Quando chegam tais informações, há uma conversa com o gestor da escola e o envio de um técnico para explicar que o espaço não pode ser usado com essa finalidade. Temos um caderno de orientação pedagógica e uma cartilha sobre o ensino de religiões para os estudantes do ensino fundamental”, destacou.

Diante do caso, foi solicitado, pelo Ministério Público, que a Secretaria de Educação apresente os documentos mencionados. Ainda foi requisitado que o Sintepe apresente lista das escolas onde estariam ocorrendo os encontros religiosos.

O promotor de Justiça Salomão Ismail Filho, da 22ª Promotoria de Justiça de Defesa da Educação da Capital, destacou ainda que será agendada uma audiência pública para colher informações sobre a temática, com a participação dos gestores municipais e estaduais da Educação, no final de novembro.

Liberdade religiosa

O deputado estadual Joel da Harpa, defendeu a realização do intervalo bíblico nas escolas estaduais. Ele falou sobre o direito constitucional de praticar a fé cristã nas escolas e que a proibição seria uma “afronta ao direito de liberdade religiosa”.

“Nós, da bancada evangélica, estamos mobilizado s e vamos acionar o Ministério Público para garantir que esse direito seja respeitado. O intervalo bíblico vai continuar e a liberdade de culto será preservada. coo é de direito de todo cidadão brasileiro”, disse o deputado na sua conta do Instagram.

O que é o Intervalo Bíblico

Intervalo Bíblico são encontros organizados e realizados, exclusivamente, pelos estudantes há décadas em diversas escolas e universidades do país e, geralmente, acontecem nos intervalos das aulas em alguma sala de aula disponível ou em área aberta.

Folha Gospel com informações de Diário de Pernambuco e Dário Oficial do MPE

Orar em casa pode ser crime de acordo com a nova lei pró-aborto na Escócia

Mãos segurando um bebê (Imagen de H. Hach en Pixabay)
Mãos segurando um bebê (Imagen de H. Hach en Pixabay)

A Lei de Serviços de Aborto de 2024 na Escócia pode levar a processos judiciais para pessoas em áreas designadas (incluindo suas residências) que realizem orações ou outras ações que causem “assédio, alarme ou angústia” a funcionários e pacientes em clínicas de aborto.

Os moradores de Edimburgo receberam cartas alertando-os sobre a nova lei, informou o The Telegraph, observando que a legislação estabelece “zonas de acesso seguro” de 200 metros em torno de todas as clínicas de aborto do país.

Uma carta enviada aos residentes em uma área de Edimburgo dizia: “Atividades em um local privado (como uma casa) dentro da área entre as instalações protegidas e o limite de uma zona podem ser uma ofensa se puderem ser vistas ou ouvidas dentro da zona e forem realizadas intencionalmente ou de forma imprudente”.

As infrações menos graves podem resultar em multas de até £10.000 (US$13.000), enquanto as infrações mais graves podem resultar em multa ilimitada, diz a carta.

Michael Robinson, diretor executivo da Society for the Protection of Unborn Children (Sociedade para a Proteção de Crianças não Nascidas), chamou a legislação de “sinistra e profundamente orwelliana”, sugerindo que isso poderia incluir “alguém orando silenciosamente em seu jardim da frente”.

Orwelliano é um adjetivo que descreve uma situação, ideia ou condição social que George Orwell identificou como sendo destrutiva ao bem-estar de uma sociedade livre e aberta.

Uma moradora de Edimburgo compartilhou sua surpresa ao receber a carta. De acordo com a mídia internacional, ela disse: “Como cristã, eu oro o tempo todo”, disse ela. “Pensar que isso agora pode ser uma ofensa criminal, mesmo nas imediações de minha própria casa, é realmente incrível.”

A orientação do governo escocês que acompanha a lei lista “pregação religiosa” e “vigílias silenciosas” como exemplos de atividades que podem ser proibidas se realizadas com “intenção ou imprudência”, informou a GB News.

Outras reações

Um porta-voz do governo escocês defendeu a legislação: “As zonas de acesso seguro foram criadas para salvaguardar o direito da mulher de ter acesso à assistência médica. A legislação que as cria intencionalmente não criminaliza nenhum comportamento específico, inclusive a oração”.

No entanto, os ativistas pró-vida temem que orar dentro dessas zonas possa ser considerado um delito criminal, especialmente depois das prisões de algumas pessoas acusadas de assédio e violações da ordem pública na Inglaterra e na Irlanda do Norte.

Andrea Williams, diretora executiva da Christian Concern, disse que seu grupo monitoraria a implementação da legislação de zonas de proteção em toda a Grã-Bretanha.

O Christian Institute, sediado no Reino Unido, ressaltou que, de acordo com a Lei da Escócia, as pessoas correm o risco de receber uma multa ilimitada por distribuir literatura pró-vida a menos de 200 metros de um centro de aborto, conversar com alguém sobre aborto ou orar em silêncio.

Eles reiteraram que a lei proíbe a conduta que busca influenciar “a decisão de outra pessoa de concordar, fornecer ou facilitar” um aborto.

Folha Gospel com texto original de Evangélico Digital

Igreja Adventista nos EUA processa estado por lei de discriminação no emprego

Conferência Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia está localizada em Silver Spring, Maryland. | Wikimedia Commons/Eldridge roy2017 https://commons.wikimedia.org/wiki/File:General_Conference.jpg
Conferência Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia está localizada em Silver Spring, Maryland. | Wikimedia Commons/Eldridge roy2017 https://commons.wikimedia.org/wiki/File:General_Conference.jpg

A Igreja Adventista do Sétimo Dia entrou com uma ação judicial contra Maryland (estado da região do Médio Atlântico dos Estados Unidos) por causa de uma decisão recente de um tribunal estadual que, segundo a denominação, restringe seu direito de contratar pessoas que compartilham crenças adventistas.

Apresentado na semana passada no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito de Maryland, o processo questiona uma recente reinterpretação da Lei de Práticas Justas de Emprego de Maryland pela Suprema Corte estadual que supostamente limita a isenção religiosa à lei.

“Os autores têm o direito constitucional de contratar apenas aqueles que compartilham sua fé e apoiam sua missão religiosa”, diz a queixa. “Esse direito se estende a todos os funcionários e não depende se os autores podem convencer um júri de que um funcionário específico promove ‘diretamente’ uma missão ‘central’ de sua organização.”

A Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia tem sede em Silver Spring. Ela exige que os funcionários sejam “membros batizados, dizimistas e em situação regular da Igreja Adventista do Sétimo Dia” e que se abstenham de coisas como sexo fora do casamento, álcool, homossexualidade e vestimenta indecente.

Em questão, de acordo com a queixa, estava uma decisão da Suprema Corte de Maryland divulgada no ano passado, conhecida como Doe v. Catholic Relief Services , que dizia que a isenção religiosa da MFEPA “proíbe reivindicações por discriminação religiosa, de orientação sexual e de identidade de gênero contra organizações religiosas por funcionários que desempenham funções que promovem diretamente a(s) missão(ões) principal(ais) da entidade religiosa”.

De acordo com o processo, essa interpretação entra em conflito com a política de contratação da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que exige que “todos os funcionários sejam membros regulares da Igreja — independentemente de seu cargo e responsabilidades”.

“Os demandantes, no entanto, temem que continuar com suas práticas atuais de contratação possa levar à responsabilidade sob a recente reinterpretação do MFEPA pela Suprema Corte de Maryland”, continuou a queixa.

“Dado o quão recentemente a lei mudou, ainda não houve tempo para um histórico claro de execução se desenvolver. No entanto, os réus — longe de repudiar a execução — fizeram declarações e tomaram medidas confirmando que provavelmente tentarão impor esse novo entendimento da isenção religiosa da MFEPA contra os demandantes.”

A Igreja Adventista do Sétimo Dia é representada pela Becket , um escritório de advocacia de liberdade religiosa que defendeu com sucesso casos de Primeira Emenda perante a Suprema Corte dos EUA.

A denúncia nomeia vários funcionários públicos de Maryland como réus, incluindo o procurador-geral Anthony Brown, o diretor executivo em exercício da Comissão de Direitos Civis de Maryland, Cleveland L. Horton, e outros membros da Comissão de Direitos Civis.

Folha Gospel com texto original de The Christian Post

Eleições 2024: Bancada evangélica diminui em SP e no Rio

Urna eletrônica
Urna eletrônica

Lideranças de igrejas evangélicas que enfrentaram dificuldades para emplacar novos apadrinhados e maior concorrência no campo da direita, terão menos representantes nas Câmaras Municipais do Rio e de São Paulo no ano que vem. Na capital fluminense, aliados de lideranças como Silas Malafaia, R.R. Soares e Valdemiro Santiago ficaram de fora, enquanto a bancada ligada à Igreja Universal encolheu. À exceção de Malafaia, o cenário é parecido no Legislativo paulistano.

Líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo e um dos principais aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Malafaia diz ter apoiado 11 candidatos a vereador pelo país, dos quais oito se elegeram. A lista inclui nomes atrelados ao bolsonarismo, como Douglas Gomes (PL), em Niterói, e apadrinhados por outras lideranças, caso de Gilberto Jr. (PL), em São Paulo.

O maior revés ocorreu no Rio, onde Malafaia optou por lançar o cantor gospel Waguinho (PL) no lugar de seu antigo representante, Alexandre Isquierdo (União). Além da ligação com Malafaia, Isquierdo, que estava no terceiro mandato consecutivo, mantinha redutos eleitorais em outros segmentos, inclusive em torcidas organizadas de clubes de futebol. Com cerca de 9 mil votos, metade do que Isquierdo havia conseguido em 2020, Waguinho ficou de fora.

Na avaliação de Malafaia, a “guerra” travada contra Pablo Marçal (PRTB) em São Paulo o impediu de ajudar seu candidato a vereador no Rio.

“Tenho mais de 80 igrejas no Rio e não fui a nenhuma com ele. Se eu tivesse andado com ele, como sempre fiz, estaria eleito. Mas me desgastei por um bem maior, que era a derrota daquele farsante. Se fosse uma questão de o povo evangélico não estar entendendo a liderança, era para eu não eleger ninguém”, argumentou Malafaia.

No caso da Igreja Universal, duas tentativas de lançar novatos ligados ao Grupo Arimateia, braço de coordenação política da igreja, acabaram frustradas no Rio e em São Paulo. Na capital paulista, o bispo André Souza (Republicanos) concorreu apoiado pelo vereador Atílio Francisco, também bispo da igreja, e que não disputou após seis mandatos consecutivos.

Souza ficou na primeira suplência, mesma situação de Deangeles Percy (PSD), representante da grupo da Universal no Rio. Após fechar uma aliança com o prefeito Eduardo Paes (PSD), a igreja optou por não lançar um de seus vereadores, João Mendes de Jesus (Republicanos), e abrir espaço a Deangeles. Ele se filiou ao partido de Paes e percorreu templos da Universal na campanha, inclusive acompanhado pelo prefeito.

Outros dois vereadores ligados à Universal, Inaldo Silva e Tânia Bastos, ambos do Republicanos, se reelegeram.

Além da dificuldade para eleger novatos, outros integrantes de bancadas evangélicas avaliam, reservadamente, que a polarização nacional entre o presidente Lula (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode ter sido empecilho para candidatos que acabaram mais atrelados a um ou a outro lado dentro das igrejas.

Há casos em que a fragmentação de apoios foi o pano de fundo de dificuldades para eleger candidatos. No Rio, por exemplo, o vereador Eliseu Kessler (MDB), ligado à Assembleia de Deus de Madureira, não se reelegeu. O partido de Kessler fez parte da coligação de Alexandre Ramagem (PL), mas a cúpula da igreja apoiou Eduardo Paes (PSD).

À direita, parlamentares e pastores avaliam que a concorrência pelo voto de fiéis foi intensa neste ano, agravada pela forma como candidatos bolsonaristas, não necessariamente vinculados a lideranças de igrejas, mobilizam pautas de costumes que são caras a uma parcela deste eleitorado.

Sem representantes

Dois televangelistas populares no país, Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, e R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça, ficaram sem representantes nas Câmaras do Rio e de São Paulo. Soares abraçou na capital fluminense a candidatura do pastor Josias Cruz (MDB), outro novato, que não se elegeu. Na campanha, Cruz apostou na vinculação de sua imagem à do líder da igreja.

Representante de Valdemiro na eleição carioca, Sandro Alves, também do MDB, foi outro que ficou de fora. Valdemiro viu frustrada ainda sua tentativa de eleger Delegado Roberto Monteiro (União) em São Paulo. Apesar do apelo à pauta de segurança pública, Monteiro apostou igualmente na vinculação ao líder religioso, e participou de cultos da Igreja Mundial na campanha, ao lado do prefeito Ricardo Nunes (MDB) e do governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Outro nome da bancada evangélica paulistana que ficou de fora foi o vereador Rinaldi Digilio (União), ligado à Igreja do Evangelho Quadrangular, que não se reelegeu.

Fonte: O Globo

Conselheira evangélica de Lula se reelege mesmo sem apoio da sua igreja Assembleia de Deus

A vereadora Aava Santiago entre o presidente Lula e a primeira-dama Janja (Foto: Ricardo Stuckert)
A vereadora Aava Santiago entre o presidente Lula e a primeira-dama Janja (Foto: Ricardo Stuckert)

Conselheira do presidente Lula e da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, na relação com os evangélicos, Aava Santiago (PSDB-GO) foi reeleita vereadora no último domingo (6) com a maior votação já obtida por uma mulher na história da Câmara Municipal de Goiânia (GO) – mas sem o apoio de sua própria igreja, a Assembleia de Deus.

Com uma campanha voltada para a defesa do direito das mulheres, da pauta ambiental e da educação infantil, a socióloga de 34 anos mais que triplicou a votação de sua primeira eleição, em 2020 – saindo do patamar de 2.865 para os 10.482 que obteve agora, na capital de um Estado de perfil conservador. Goiânia deu vitória ao ex-presidente Jair Bolsonaro nas duas últimas eleições presidenciais.

Filha de uma missionária e de um pastor da Assembleia de Deus, Aava diz que se recusa a instrumentalizar a própria religião, mas lamenta a falta de apoio dentro da própria igreja nesta campanha.

“Nunca vou pedir voto em igreja, não contrato líderes para me venderem voto de porteira fechada, não remunero pessoas para me apoiar. Isso incomoda algumas lideranças que estão acostumadas a ganhar dinheiro na eleição, mas agrada o crente. As pessoas entenderam que é possível ser evangélica praticante, assumida, sem usar a fé para ganhar a eleição”, diz ao blog a vereadora tucana.

Para Aava, a proximidade com o governo Lula pesou na decisão de sua igreja apoiar outro candidato, o ex-secretário municipal de desenvolvimento e economia criativa Geverson Abel (Republicanos), que também foi eleito – com 9.220 votos, 1,2 mil a menos que ela.

“Nunca vou pedir voto em igreja, não contrato líderes para me venderem voto de porteira fechada, não remunero pessoas para me apoiar. Isso incomoda algumas lideranças que estão acostumadas a ganhar dinheiro na eleição, mas agrada o crente. As pessoas entenderam que é possível ser evangélica praticante, assumida, sem usar a fé para ganhar a eleição”, diz ao blog a vereadora tucana.

Para Aava, a proximidade com o governo Lula pesou na decisão de sua igreja apoiar outro candidato, o ex-secretário municipal de desenvolvimento e economia criativa Geverson Abel (Republicanos), que também foi eleito – com 9.220 votos, 1,2 mil a menos que ela.

“Nunca vou pedir voto em igreja, não contrato líderes para me venderem voto de porteira fechada, não remunero pessoas para me apoiar. Isso incomoda algumas lideranças que estão acostumadas a ganhar dinheiro na eleição, mas agrada o crente. As pessoas entenderam que é possível ser evangélica praticante, assumida, sem usar a fé para ganhar a eleição”, diz ao blog a vereadora tucana.

Para Aava, a proximidade com o governo Lula pesou na decisão de sua igreja apoiar outro candidato, o ex-secretário municipal de desenvolvimento e economia criativa Geverson Abel (Republicanos), que também foi eleito – com 9.220 votos, 1,2 mil a menos que ela.

A tucana integrou a equipe de transição do governo Lula 3, no fim de 2022, e se define nas redes sociais como “ativista por mulheres, direitos humanos e escola pública”.

Em julho, foi chamada para o Palácio do Planalto por Lula e por Janja e passou duas horas com o casal em um café da manhã na última quarta-feira (3). Lula queria ouvir a opinião dela sobre como melhorar a interlocução com os evangélicos, mais inclinados a apoiar Bolsonaro e a reprovar a administração lulista, conforme indicam as pesquisas.

Na ocasião, Aava recomendou ao presidente não atender aos pleitos da Frente Parlamentar Evangélica, mas diversificar os interlocutores no segmento religioso, onde o petista enfrenta forte rejeição.

Fonte: O Globo

Ads
- Publicidade -
-Publicidade-