Grupo de jovens pregou na fila do Rock in Rio. (Foto: Reprodução/Instagram/JOCUM Carioca/FLUIR).
Um grupo de jovens cristãos levou o amor de Deus aos participantes do Rock in Rio, no último sábado (21), no Rio de Janeiro.
Em uma parceria da JOCUM Carioca com a Igreja Profetizando às Nações, os jovens foram até a fila de um dos maiores festivais de música para pregar a mensagem do Evangelho, através de diversas estratégias de evangelismo.
Eles usaram música, dança, desenho e teatro para anunciar a salvação em Jesus a quem passava pela entrada do Rock in Rio.
“Parece até que você está vivendo o melhor dia da sua vida. Mas, eu posso dizer para vocês que a alegria que viemos apresentar é muito superior, uma alegria verdadeira. Viemos falar sobre verdade, não é uma alegria que acaba quando chegamos em casa, é uma alegria duradoura, e não só nesta vida, é uma alegria que dura até a eternidade, uma eternidade com Jesus”, pregou um dos jovens evangelistas.
“Viemos falar sobre Jesus para vocês, aquele que redime todos os corações. Viemos trazer uma mensagem de esperança e alegria verdadeira. A verdade só existe em Jesus”, acrescentou.
Já outra equipe de evangelistas usaram um experimento social para compartilhar o amor de Cristo.
Os jovens abordaram as pessoas perguntando se podiam ler uma declaração de um admirador secreto.
A equipe leu versículos sobre o amor de Deus a humanidade e surpreendeu os participantes ao revelar que seu admirador secreto era Jesus. Muitos deles receberam oração dos cristãos.
No total, mais de 80 pessoas foram impactadas pela ação evangelística.
Grupo de jovens estudando a Bíblia (Foto: Reprodução)
Uma pesquisa recente da Sociedade Bíblica Americana mostrou que jovens da Geração Z que leem a Bíblia possuem níveis menores de ansiedade.
O estudo “State of the Bible” (Estado da Bíblia), realizado em parceria com National Opinion Research Center da Universidade de Chicago nos Estados Unidos, apontou que a Geração Z (nascidos entre 1997 a 2010), a primeira a crescer com smartphones e tablets, é a geração mais ansiosa de todas.
“Nossos adultos mais jovens (de 18 a 27 anos) têm mais medos, maior ansiedade, menor auto-estima e menos afirmação dos colegas do que qualquer geração mais velha. Esta notícia soa um alarme para todos os cristãos fazerem o que puderem para ajudar”, afirmou John Plake, diretor de inovação da Sociedade Bíblica Americana.
Os pesquisadores avaliaram a ansiedade dos entrevistados de todas as gerações em uma escala de 0 a 20. A geração Z teve a maior pontuação (6,6), seguido pelos Millennials com 6,1, Geração X (5) e Boomers (3,3).
Maiores preocupações
As maiores preocupações da Geração Z incluem: medos extremos de luto e perda, problemas familiares, trauma familiar, estresse ou dificuldades financeiras.
Enquanto isso, os jovens da Geração Z que leem a Bíblia apresentam menos ansiedade daqueles que não leem.
“A boa notícia é que nossos dados mostram que a Bíblia faz uma grande diferença. A Geração Z relata muito mais sintomas clínicos de ansiedade do que qualquer grupo mais velho. Mas os jovens adultos que se envolvem com a Bíblia — lendo-a regularmente e aplicando-a em suas vidas — experimentam metade da ansiedade de seus colegas”, explicou John.
Envolvimento com as Escrituras
Os jovens envolvidos com as Escrituras pontuaram 3,4 na escala de ansiedade, enquanto aqueles que não leem a Bíblia marcaram 7,1.
“A Bíblia diz: ‘Deus tem cuidado de você, então entregue a ele todas as suas preocupações’ (1 Pedro 5:7); ‘ Não se preocupe com nada, mas ore sobre tudo’ (Filipenses 4:6); e ‘Não se preocupe com o amanhã’ (Mateus 6:34). A partir dessas e de outras dezenas de referências, vemos a Bíblia promovendo a confiança e a oração como respostas poderosas à ansiedade. Então, as pessoas que se envolvem com as Escrituras relatam menos ansiedade? Sim, e a diferença é impressionante”, afirmaram os pesquisadores.
O estudo também descobriu que a Geração Z é a menos propensa a pedir ajuda à igreja e a profissionais da saúde quando lidam com problemas de saúde mental. Eles costumam buscar apoio em um familiar de sua confiança ou nas redes sociais.
Fonte: Guia-me com informações de Baptist Standard
O diretor executivo global de Lausanne, Dr. Michael Oh, fazendo o discurso principal na cerimônia de abertura do Quarto Congresso de Lausanne sobre Evangelização Mundial em Incheon-Seul, Coreia do Sul, 22 de setembro de 2024. (Foto: Movimento de Lausanne)
Mais de 5.000 cristãos se reuniram na Coreia do Sul para o 4º Congresso de Lausanne sobre Evangelização Mundial para traçar estratégias sobre como cumprir a Grande Comissão.
O congresso, que acontece uma vez em uma geração, está sendo realizado durante sete dias, de 22 a 28 de setembro, no Songdo Convensia em Incheon, uma cidade que faz fronteira com a capital Seul. Outros milhares estão participando do congresso virtualmente.
Delegados de mais de 200 países ouvirão mais de 50 palestrantes e colaboradores sobre as principais questões que afetam a igreja global e as missões atualmente, incluindo o ministério intergeracional, a tecnologia emergente e a missão de Deus em cidades, áreas de conflito e perseguição e o local de trabalho. Outras sessões refletirão sobre o estado do cristianismo coreano e a situação na vizinha Coreia do Norte.
Entre os palestrantes estão o Dr. Patrick Fung, embaixador global da OMF International, o autor e pastor de Purpose Driven Life, Rick Warren, o Dr. Billy Wilson, presidente da Oral Roberts University, e a professora egípcia Anne Zaki.
O Lausanne 4 está sendo realizado sob o lema “Que a Igreja declare e mostre Cristo juntos”, com ênfase na reflexão e ação colaborativa.
Ao comentar sobre o tema do Congresso, o Dr. Fung disse: “Uma igreja dividida não tem mensagem para um mundo dividido. Deus nos chamou para uma unidade do Espírito no vínculo da paz”.
Compartilhando a visão para o congresso na cerimônia de abertura no domingo à noite, o diretor executivo global de Lausanne, Dr. Michael Oh, disse que, à medida que o mal se torna “mais vocal e visível no mundo”, agora não é o momento para a Igreja “se acovardar” ou recuar, mas sim declarar e exibir Cristo na fé.
“Não com arrogância, mas com humildade. Não em competição, mas em colaboração”, disse ele.
O Dr. Oh expôs a escala do desafio ao dizer aos delegados que a tarefa de compartilhar o Evangelho com o mundointeiro continua sendo “desafiadora”, apesar de “uma quantidade incrível de bom trabalho evangélico” no meio século desde o primeiro Congresso de Lausanne, em Lausanne, Suíça, em 1974.
Ele disse: “Nos últimos 50 anos, mais de 9.000 grupos de pessoas não alcançadas foram alcançadas com o Evangelho. Vimos um crescimento incrível da Igreja na África, Ásia e América Latina. Vimos novas estratégias evangelísticas, teologias e metodologias serem desenvolvidas.
“Mas com a explosão do crescimento populacional em muitas dessas mesmas áreas do mundo, a trajetória não é uma aceleração do compartilhamento do Evangelho, mas uma desaceleração.”
Mais tarde, ele acrescentou: “Oitenta e seis por cento de todos os muçulmanos, budistas e hindus do mundo não conhecem um único cristão.”
Este congresso de Lausanne difere dos anteriores em sua ênfase no treinamento e na preparação dos cristãos para serem testemunhas do Evangelho em seus locais de trabalho. O Dr. Oh disse que a Igreja global seria “noventa e nove vezes mais eficaz” se os cristãos fossem devidamente apoiados para o ministério e evangelismo no local de trabalho.
“Há partes do corpo gloriosamente belas e eficazes que foram maravilhosamente equipadas e estrategicamente enviadas a todas as esferas da sociedade em todas as nações do mundo. Eles são os noventa e nove por cento do corpo [de Cristo] que são artistas, tecnólogos, atletas, advogados, baristas e muito mais”, disse ele.
“Por muito tempo negligenciamos o comissionamento, o treinamento, a bênção e o equipamento dos noventa e nove por cento da Igreja que estão realmente lado a lado com as pessoas no mundo que estamos tentando alcançar.”
Ele continuou: “Muitos cristãos no local de trabalho foram informados implícita ou explicitamente de que ‘não precisamos de você’. Mas nós precisamos.
“Deus pode realmente realizar Sua obra por meio de advogados? Oh, sim, Ele pode. Deus pode realmente fazer Sua obra por meio de empregados domésticos? Oh, sim, Ele pode – e Ele está fazendo, por meio de centenas de filipinos crentes no mundo muçulmano. E será que Deus pode realmente realizar Sua obra por meio de um simples carpinteiro? Ah, sim, acho que todos nós sabemos que sim”.
Ele citou uma série de outros desafios que levam à “ineficácia e feiura” no corpo de Cristo, incluindo um senso de “isolamento” e competição entre ministérios, “brigas” por recursos financeiros e escândalos altamente divulgados envolvendo cristãos.
“A reputação da noiva de Cristo em muitos lugares do mundo não é boa. Em vez de as pessoas tropeçarem na mensagem do Evangelho, como vemos em Romanos 9, muitos estão tropeçando nos mensageiros”, disse ele.
“Muitos escândalos de orgulho, poder e impureza roubaram a Igreja e comprometeram nosso testemunho.”
Ele pediu arrependimento e humildade em relação ao “testemunho falho da Igreja no mundo” e à “missão falha para o mundo”.
“Este não é um momento de triunfalismo, mas de arrependimento sóbrio e nova determinação”, disse ele.
Em outra parte de seu discurso, o Dr. Oh prestou homenagem ao cristianismo coreano, observando que o país abriga algumas das maiores igrejas do mundo e que é a segunda maior nação emissora de missionários do mundo.
Também se dirigiu aos delegados durante a cerimônia de abertura o Rev. Jaehoon Lee, pastor sênior da Igreja Onnuri e presidente do Comitê de Co-Sede da Ásia do movimento Lausanne, que ajudou a organizar o congresso.
Ele disse que, em um mundo cada vez mais polarizado, o congresso ofereceu um momento importante para pensar criticamente sobre algumas das mudanças que afetam a Igreja, como a tecnologia, a mudança do centro do cristianismo para o Sul e o Leste Global e os desafios de criar uma nova geração de jovens líderes.
“Parece que o mundo está ficando mais dividido do que nunca… Será que Deus pode proporcionar paz e cura por meio de nossas orações? Será que Deus pode trazer esperança e transformação por meio de nossas parcerias?”, disse ele.
A cidade de Incheon é importante para a disseminação do cristianismo na Coreia, já que os primeiros missionários estrangeiros chegaram ao país em seu porto no século XIX para divulgar o Evangelho.
Os delegados do congresso foram recebidos na Coreia pelo prefeito de Incheon, que prestou homenagem ao “legado de 50 anos de evangelização mundial” do Movimento Lausanne.
A base do congresso são dois documentos, a Declaração de Seul e o relatório O Estado da Grande Comissão, ambos publicados para coincidir com o encontro.
A Declaração de Seul é o trabalho do Grupo de Trabalho Teológico de Lausanne e baseia-se no feedback das reuniões regionais dos últimos 18 meses.
O coautor, Dr. David Bennett, chamou o documento de “marco empolgante” que se baseará em declarações anteriores de Lausanne, especialmente o Pacto de Lausanne de 1974, o Manifesto de Manila de 1989 e o Compromisso da Cidade do Cabo de 2010.
A Declaração de Seul identifica sete áreas-chave nas quais a Igreja global deve colaborar para cumprir a Grande Comissão: o Evangelho, a Bíblia, a Igreja, a pessoa humana, o discipulado, a tecnologia e a “família das nações”, que se concentra nas pessoas que vivem em áreas de conflito.
Ela se alegra com o que Deus já fez por meio da Igreja para proclamar as boas novas de Jesus Cristo, mas diz que a tarefa de evangelização “continua urgente, pois bilhões de pessoas continuam fora do alcance da mensagem do amor e da graça de Deus em Cristo”.
“Além disso, em face desse crescimento expansivo, a igreja em muitas partes do mundo tem lutado para nutrir efetivamente a fé e o discipulado de milhões de cristãos da primeira geração”, diz o documento.
A declaração expressa “pesar” pelo fato de que “durante os últimos 50 anos de colheita evangelística, a igreja global não forneceu adequadamente o ensino necessário para ajudar os novos crentes a desenvolver uma visão de mundo verdadeiramente bíblica”.
“A igreja muitas vezes falhou em nutrir os novos crentes para obedecer ao chamado de Cristo para o discipulado radical em casa, na escola, na igreja, em nossos bairros e no mercado”, diz.
“Ela também tem se esforçado para equipar seus líderes para responder às tendências de valores sociais e às distorções do evangelho, que ameaçam corroer a fé sincera dos cristãos e destruir a unidade e a comunhão da igreja do Senhor Jesus.”
A declaração expressa alarme com o “surgimento de falsos ensinamentos e estilos de vida pseudocristãos”, ambos os quais, segundo ela, estão “afastando inúmeros crentes dos valores essenciais do evangelho”.
A declaração conclama os cristãos a renovarem seu compromisso com a centralidade do Evangelho e a leitura fiel das Escrituras.
“Somente dessa forma poderemos enfrentar os desafios específicos que a igreja global enfrenta agora, à medida que procuramos dar testemunho fiel de nosso Senhor crucificado e ressuscitado – de todos os lugares, para todos os lugares, para o bem das gerações vindouras”, diz.
O Dr. Bennett disse que o documento era “estratégico” e “orientado para a ação”, e abordaria as principais “lacunas” teológicas identificadas como necessárias para fortalecer a missão global hoje.
“O que precisamos fazer juntos? … Há áreas da plenitude do desejo de Deus para as nações [e] Seu desejo para Sua Igreja em que não ouvimos com atenção suficiente ou em que nosso mundo em transformação está levantando novas questões que não foram respondidas de forma suficientemente completa em nossos três documentos fundamentais?”, disse ele.
O relatório Estado da Grande Comissão considera 10 questões-chave que a Igreja global deve considerar ao olhar para o ano de 2050.
Elas incluem questões sobre o impacto da inteligência artificial, mudanças de atitudes sociais em relação a gênero e sexualidade, envelhecimento da população mundial, política radical, islamismo e secularismo, e o crescimento do cristianismo no mundo majoritário.
“A população cristã jovem da África Subsaariana garante a centralidade da região para o crescimento cristão global nas próximas décadas”, diz o relatório.
“O cristianismo será cada vez mais uma religião de idosos na Europa e na América do Norte”, diz o documento, acrescentando que ‘a missão agora é de todos os continentes para todos os continentes’.
“Com exceção da Europa, todas as regiões do mundo enviam e recebem mais missionários do que há cinquenta anos. A missão está cada vez mais dissociada de seu legado colonial ocidental, com mais missionários vindo de países que não têm maioria cristã.”
O relatório observa ainda que “com exceção da África, todas as regiões testemunharão um aumento na proporção da população que não é evangelizada nas próximas décadas”.
“Isso é uma reversão gritante de um século de crescente acesso ao evangelho em todo o mundo”, afirma.
Durante o Lausanne 4, serão realizadas sessões em grupo para discutir 25 das questões mais urgentes levantadas pelo relatório.
O congresso está sendo realizado em estreita parceria com centenas de igrejas coreanas. Cerca de 4.000 cristãos de todo o país se comprometeram a orar pelo seu sucesso.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Um adolescente de 16 anos invadiu uma igreja evangélica no bairro Barcelos, em Vacaria, na Serra Gaúcha e disparou três vezes contra o próprio pai, de 45 anos. A vítima foi atingida na cabeça e não resistiu aos ferimentos, falecendo no hospital.
Após o crime, o jovem retornou para sua residência, localizada na mesma rua da igreja. A Polícia Militar foi acionada e encontrou o adolescente em casa, com a arma utilizada no crime, uma pistola calibre 9mm registrada. O adolescente foi apreendido e encaminhado para a delegacia.
Na delegacia, o adolescente foi autuado em flagrante por ato infracional correspondente a homicídio qualificado. O Ministério Público requereu a internação provisória do jovem, que deverá ser cumprida em um Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Caxias do Sul.
A Delegacia de Polícia de Proteção a Grupos Vulneráveis de Vacaria ficará responsável por investigar as causas do crime e acompanhar o caso.
Mike Westerfield. (Foto: Reprodução/YouTube/I Found The Truth)
Mike Westerfield foi criado em um lar cristão nos Estados Unidos. Porém, depois que passou a ter contato com a literaruta islâmica, ele abandonou a fé e se tornou muçulmano, até que Deus o resgatou.
Mike trabalhava em uma prisão na Flórida, onde havia muitos presos muçulmanos. No local, ele recebia alguns livros dos detentos sobre o islamismo.
“Comecei a ler essa literatura com o objetivo de converter muçulmanos a Jesus. E o que descobri, foi que eles me apresentavam perguntas que eu não estava preparado para responder”, disse ele no canal do YouTube, I Found The Truth.
“Naquela época, me vi com muitas dúvidas, principalmente em relação à Trindade: ‘Como Deus poderia ser Pai, Filho e Espírito Santo?’”, acrescentou ele.
Ele relatou que tentou tirar dúvidas com líderes e professores, no entanto, à medida que aprendia mais sobre o islã, passou a duvidar de Deus.
“Comecei a acreditar que Maomé poderia estar na Bíblia, comecei a duvidar da divindade de Jesus e comecei a acreditar que talvez eEle fosse apenas um profeta”, relatou Mike.
Então, após três anos de estudo, ele disse: “Cheguei a acreditar que Deus não podia ter um filho. Acabei abandonando o cristianismo e abracei o islamismo. Fui muçulmano por 12 anos e frequentei uma universidade islâmica por algum tempo na esperança de me tornar um imã ou estudioso muçulmano”.
Lutando contra a Verdade
Nesse período ele se casou e teve filhos, e estava criando a família com os princípios islâmicos. Segundo Mike, o próximo em sua lista de ‘evangelização’ era seu pai, um cristão: “Comecei a usar a Bíblia para tentar fazer com que ele questionasse sua fé”.
Sem sucesso, Mike se aprofundou ainda mais no Alcorão. Mas, desta vez, ele começou a estudar sobre Jesus.
“Comecei a buscar sobre a identidade de Jesus no Alcorão, comecei a ver que Ele é chamado de ‘Kalimat Allah’, que é a palavra ‘Deus’, Ele é chamado de ‘Allah’. Ele é chamado de Espírito de Deus e Ele nasceu de uma virgem. Então, me dei conta de que nenhuma dessas características é dada para qualquer outro profeta”, afirmou ele.
Mike começou a repensar suas crenças através do livro de Isaías 53: “Falava sobre o servo sofredor, e quanto mais me aprofundei, mais comecei a questionar. Conversava com amigos cristãos que oravam por mim, a igreja do meu pai estava orando por mim e isso começou a me atingir”.
Tempo depois ele conheceu um ex-muçulmano árabe chamado Abdu Murray, que se tornou cristão. E passou a conversar sobre seus questionamentos.
“Ele foi o primeiro ex-muçulmano que conheci e com quem pude compartilhar meus pensamentos e dúvidas. Ele conversou abertamente comigo e não me condenou. Ele ouviu por que eu estava considerando deixar o islamismo”, disse Mike.
Sonho com Jesus
Uma noite, antes de dormir Mike fez uma oração e contou: “De manhã, eu lembro que no sonho eu estava pensando nas profecias messiânicas do Antigo Testamento e então, naquela hora, o rosto de um homem hebraico apareceu para mim e não disse nada. Ele apenas olhou para mim e seus olhos pareciam que estavam penetrando a minha alma e eu disse: ‘Este é Jesus’. O sangue de Jesus encheu a cena do meu sonho. Tentei fugir dele, mas ele me cobriu completamente”.
“Eu acordei sentindo paz e amor, mas ainda lutando contra a realidade de que Jesus é Deus”, acrescentou.
No dia seguinte, um homem em seu trabalho o abordou e disse: “Mike, Jesus me pediu para falar que Ele te ama”.
“Liguei para Abdu Murray e contei a ele sobre meu sonho, e ele ficou chocado. Na noite em que tive o sonho, ele e outro cristão oraram para que Jesus aparecesse para mim em um sonho”, afirmou Mike.
E continuou: “O Deus do Céu graciosamente ouviu a oração deles e enviou um sonho que me convenceu de que Seu sangue era mais do que suficiente para perdoar meus pecados. Naquele momento, eu sabia em meu coração que Jesus era o Filho de Deus. Mas deixar o islamismo não foi fácil”.
“Eu tive que dar um passo de fé e disse: ‘Estou aceitando Você em meu coração e acredito que Você é o Filho de Deus, e que morreu pelos meus pecados”, acrescentou.
Desde então, Mike fortaleceu seu relacionamento com o Senhor: “Em janeiro de 2013, eu nasci de novo. Foi glorioso. Jesus nunca desistiu de mim”.
“Hoje, sou privilegiado por servir a Jesus Cristo como meu Senhor e Salvador. Eu realmente amo compartilhar o Evangelho e especialmente com muçulmanos que estão em desesperada necessidade do perdão que somente a Cruz de Cristo pode trazer”, acrescentou.
Por fim, ele disse: “Se você tem alguém na sua família ou um amigo que abandonou a fé e se converteu ao islamismo, não desista deles. Continue orando. Continue o amando. Diga aos seus amigos para orarem por eles. Foi o que meu pai fez, e Deus respondeu às suas orações. Não desista”.
Cena da peça "A Geração das Dorcas", da Cia Nissi de Teatro - Foto: Reprodução/Ilustrativa
Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 14.969, que reconhece o Cristianismo como uma manifestação cultural nacional. Assim, a nova legislação destaca expressões artísticas cristãs, além das suas influências em todo o país.
A sanção foi publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira (13). O governo afirmou, em comunicado, que o objetivo da lei é “garantir que o Cristianismo seja valorizado como parte essencial do patrimônio cultural brasileiro, enfatizando sua influência histórica e sociocultural no desenvolvimento do país”.
O advogado Thiago Vieira, presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião, participou da audiência pública para a elaboração da proposta. A princípio, como projeto, reconhecia o Cristianismo simplesmente como manifestação cultural, o que poderia abrir precedente para descaracterizar o Cristianismo como religião. No entanto, conforme foi aprovada e sancionada, a lei acata que os reflexos do Cristianismo na sociedade também são cultura. “Por exemplo, o vitral de uma igreja é arte, e arte é cultura, assim como a música gospel, o teatro, a dança, exposição de escultura e pintura, o cinema etc,”, esclarece.
Nesse sentido, Thiago enfatiza que a partir de agora quando o poder público investir na arte cristã por meio de convênios, de políticas públicas, não estará investindo em uma religião. Então, “não viola o Estado laico e, sim, está investindo na arte, na cultura”. Para exemplificar, o advogado cita a contratação de show gospel por parte de prefeituras. “Não será beneficiamento às igrejas evangélicas, mas investimento na arte, na cultura.”
Isso significa, de acordo com Thiago, que o poder público municipal, estadual, federal pode investir nos processos culturais cristãos, sem que represente uma relação de aliança ou de dependência, um subsídio à igreja. “Na verdade, vai estar subsidiando a cultura”, ressalta o advogado, que acrescenta: “Os produtores gospel poderão captar com mais facilidade, por exemplo, recursos via Lei Rouanet, já que anteriormente as dificuldades eram comuns sob argumentação do Estado laico.”
Na visão de Ygor Siqueira, CEO da 360 WayUp, o presidente Lula não fez nada mais do que reconhecer uma realidade que já existe há anos. “A cultura cristã, além de entretenimento, agrega valores à sociedade de forma extremamente relevante, inclusive fomentando os mercados regionais”.
Quando se trata de cinema, de acordo com Ygor, o Brasil é o principal território no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, no que diz respeito à bilheteria. “Cultura é cultura, assim como filme é filme. A diferença está na mensagem que cada arte traz, como também o impacto que gera na sociedade”.
Cristãos durante culto na Índia (Foto: Reprodução / Christian Aid Mission)
Em primeiro de setembro, os conflitos entre as etnias kuki e meitei se intensificaram no distrito de Jiribam, no estado de Manipur, Índia. Em descumprimento do acordo feito em junho de 2023 para acabar com a violência, militantes dos dois povos intensificaram os ataques e agora utilizam munições avançadas, como drones e foguetes.
Nas primeiras horas de sete de setembro, supostos militantes kuki atacaram a vila de Nungchappi. A violência atingiu aldeias vizinhas e causou a morte de outro meitei. De acordo com o jornal Hindustan Times, seis pessoas foram mortas no distrito de Jiribam no mesmo dia.
A parceira local da Portas Abertas, Anjali Lhing*, explica: “Os confrontos violentos nos últimos meses fizeram do distrito uma zona de guerra, não deixando nenhum lugar seguro para o povo de Manipur. Nos meses de junho e julho, cerca de 70 casas e postos avançados da polícia foram incendiados por supostos militantes em Jiribam”.
Apesar da onda de violência continuar, os moradores de Manipur tentam voltar para suas comunidades. “As vítimas da violência estão encontrando maneiras e meios de restaurar e retornar ao estado, mas os constantes ataques e assassinatos diminuíram todas as esperanças e oportunidades”, continua Anjali.
Como estão os cristãos em Manipur?
Kumar*, um parceiro local, explica que os cristãos da comunidade meitei ainda não conseguem se reunir livremente para orar. Eles estão sob ameaça de grupos extremistas e são monitorados por causa das atividades cristãs. “Enquanto isso, a maioria dos cristãos kuki ainda está deslocada e incapaz de retornar para sua própria terra. Mesmo que os cristãos se reúnam, há sempre uma nuvem de medo de ataques e disparos imprevisíveis pairando sobre eles”, explica o cristão.
Nos momentos de crise, os cristãos tiveram que fugir de casa com apenas as roupas no corpo, mas foram socorridos. “Conseguimos alcançar as vítimas deslocadas nos campos de refugiados com itens de supermercado, kits essenciais e cobertores. As vítimas que se mudaram de Manipur e buscaram abrigo em diferentes estados foram identificadas e receberam ajuda imediata, como moradia segura e mantimentos.”
Anjali completa: “Após a violência, as vítimas receberam ajuda com suporte de longo prazo por meio de aconselhamento pós-trauma, projetos de geração de renda e treinamentos de preparação para perseguição”.
Priya Sharma*, outra parceira local, apelou ao governo e às organizações de direitos humanos para intervir e tomar medidas para o fim da violência. “Ficar em solidariedade não é o suficiente. O governo está trabalhando para manter a ordem e a lei, mas eles devem agir rapidamente e agilizar suas estratégias para resolver as diferenças. O povo de Manipur precisa de nossas orações incessantes e da proteção de Deus.”
Desde o ataque por meio de um pager e walkie-talkies, na terça-feira desta semana (17), o povo libanês se sente em meio a um filme e a região aguarda apreensiva o que acontecerá a seguir. O incidente matou e feriu milhares de membros do grupo Hezbollah no Líbano e na Síria. O grupo é conhecido por ser aliado ao Irã e ao Hamas – grupo que controla a Faixa de Gaza e foi responsável pelo ataque de mísseis a Israel em outubro de 2023.
A equipe da Portas Abertas no Líbano está bem e a salvo, graças a Deus. Mas as pessoas de diversas partes do país descrevem o atentado como “inacreditável” e “parecido com um filme”. Repentinamente, as pessoas se viram lançadas ao chão, feridas, sem saber o que estava acontecendo. E a tensão na região, crescente desde a guerra entre Israel e Hamas, continua a aumentar.
A região carece urgentemente das orações da igreja brasileira. A ameaça de que o conflito entre o Hezbollah e Israel se agrave preocupa a comunidade internacional. Além disso, a população libanesa vive com medo há tanto tempo que a possibilidade de uma nova guerra a qualquer momento é devastadora.
O dever de orar
Em resposta aos ataques, o Hezbollah alegou que fará um “ajuste de contas com severas punições”. “Se a situação fosse descrita em um livro ou em um longa-metragem, as pessoas achariam que se trata de ficção científica”, conta um parceiro da Portas Abertas no Líbano.
Nesses momentos, pode ser difícil saber o que fazer. Mas, como cristãos, sabemos como agir: devemos orar. Podemos clamar a Deus pelo fim da violência no Oriente Médio e para que as vítimas do conflito encontrem refúgio, sustento e refrigério em Cristo.
Em conversa com parceiros no Líbano e cristãos perseguidos no Oriente Médio, recebemos quatro pedidos de oração. Primeiramente, “a incerteza aflige o nosso coração. Aquilo que não podemos prever, mas que revela o ar pesado e tenso. O Hezbollah culpa Israel e prometeu retaliar o ataque, enquanto isso, as tropas israelenses se posicionam na fronteira com o Líbano”, conta um parceiro no Líbano.
Em segundo lugar, ore pela paz que só Jesus pode trazer. “Uma solução política é buscada há décadas. Apesar de muitos cessar-fogo, a nova tensão pode tornar o relacionamento entre os países no Oriente Médio ainda mais instável. Um cristão em Israel contou que o atentado no Líbano tem potencial de ser usado contra os seguidores de Jesus. Vida e morte, guerra e paz, amor e ódio são assuntos complexos que sem a sabedoria do pai não podem ser resolvidos. Confiamos que não será pela nossa vontade, poder ou habilidades, mas pelo Espírito do Senhor que a paz será restaurada. Ajude-nos, Senhor”, acrescenta um cristão perseguido em Israel.
Clamor pelas vidas inocentes
Um cristão nos Territórios Palestinos pede que oremos com ele as seguintes palavras: “Pai celeste, Deus de misericórdia, clamamos ao Senhor para olhar pela terra e curar o Oriente Médio. Muitas pessoas inocentes foram mortas e muitas outras estão sofrendo. O Senhor, apenas o Senhor, é nossa esperança, nosso refúgio a quem podemos buscar todos os dias. Clamamos ao Senhor, ouça nossas orações. No precioso nome de Jesus nós oramos”.
Na Síria, um líder cristão compartilha que “por causa da situação assustadora nos países vizinhos, as pessoas estão ainda mais inclinadas a deixar a região. A falta de segurança ameaça nossas vidas e nosso futuro, especialmente das igrejas locais que atuam como Centros de Esperança”.
O povo sírio também teme o avanço das ações militares no país. A falta de segurança já se tornou comum para a nação, mas a pressão crescente nesse momento e o cansaço após tantos desafios, como os terremotos em 2023, tornam ainda mais difícil superar mais um momento de medo, outro banho de sangue causado pela guerra.
“Orem pela segurança e pela paz no Oriente Médio. Ore por proteção das vidas inocentes que não têm responsabilidade pelo que está acontecendo e por sabedoria para as autoridades responsáveis pelas decisões para que o terror tenha fim e a situação se acalme”, conclui o cristão sírio.
Mosaico de Megido - Foto: Reprodução/YouTube/Museum of the Bible
Nos Estados Unidos, o Mosaico de Megido está em exibição no Museu da Bíblia até julho de 2025. Esta é a primeira vez que o artefato é apresentado ao público, já que anteriormente não estava acessível devido à sua localização em uma área de prisão.
O mosaico exibe a imagem de um peixe, símbolo do cristianismo primitivo, e traz uma inscrição em grego que diz: “A Deus Jesus Cristo”, tornando-se um dos primeiros artefatos a se referir a Jesus como Deus. Além disso, menciona os nomes de cinco mulheres, possivelmente destacando a importância de seus papéis nas primeiras comunidades cristãs. Também é mencionado o nome do oficial romano que financiou sua criação.
Descoberto em 2005 por arqueólogos israelenses durante uma escavação para a expansão da Prisão de Megido, o mosaico decorava um dos mais antigos salões cristãos de oração e foi encontrado perto do que se acredita ser o local da profetizada batalha do Armagedom em Israel.
Carlos Campo, CEO do Museu da Bíblia, afirmou que a equipe vê o mosaico como uma representação do “poder transformador da Bíblia”. Ele comentou: “Ao me afastar, aprendo mais sobre o que este objeto diz sobre a história antiga, a história do cristianismo e sobre o local de Megido.”
Campo acrescentou que a celebração do mosaico é uma forma de unir as pessoas, mostrando como essas peças, quando reunidas, contam uma história notável de unidade, onde pessoas de diversas origens se uniam para celebrar e adorar em paz.
O museu firmou uma parceria com a Autoridade de Antiguidades de Israel para levar o mosaico aos EUA. O transporte envolveu a cuidadosa separação das peças de azulejo para evitar danos. Especialistas montaram o mosaico algumas semanas após sua chegada, com a participação de 50 a 75 funcionários e muitos outros contribuindo indiretamente.
Campo também mencionou que o mosaico sugere a presença de muitos convertidos ao cristianismo após a morte de Jesus, evidenciado pelos nomes das cinco mulheres e do soldado romano. Ele concluiu: “Alguns afirmam que, após a morte de Jesus, houve um período sombrio em que poucos o seguiam. Este mosaico desafia essa visão, mostrando que havia pessoas, mesmo sob perseguição, que eram fiéis a Jesus Cristo.”
Fonte: Comunhão com informações de The Christian Post
Pleno do Supremo Tribunal Federal (STF) - Foto: STF
O Plenário do Supremo Tribunal Federal iniciou nesta quinta-feira (19) o julgamento de dois recursos que discutem se a liberdade religiosa de uma pessoa justifica o custeio de tratamento de saúde diferenciado pelo poder público. A tese a ser definida é de repercussão geral, ou seja, deverá ser seguida pelos tribunais do país.
Os Recursos Extraordinários (RE) 979742 e 1212272 envolvem pessoas cuja religião (Testemunha de Jeová) não permite a transfusão de sangue e, por isso, buscaram formas de realizar cirurgias sem o procedimento, sob o argumento de proteção à liberdade religiosa.
Em voto, os relatores, ministros Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo, e Gilmar Mendes destacaram que a liberdade religiosa assegura ao paciente a opção de rejeitar o procedimento médico, desde que a decisão seja tomada de forma livre, consciente e informada das consequências.
“Um paciente adulto e consciente é livre para decidir, por exemplo, se deve ou não ser submetido a cirurgia, tratamento ou transfusão de sangue”, afirmou Mendes. “Para que essa liberdade seja significativa, os pacientes devem ter o direito de fazer escolhas de acordo com suas opiniões e valores, independentemente de quanto possam parecer irracionais, imprudentes e ilógicas aos outros”.
Para o ministro Barroso, havendo a possibilidade de tratamento alternativo à transfusão de sangue no Sistema Único de Saúde (SUS), é dever do Estado garantir que o paciente Testemunha de Jeová tenha acesso a esse procedimento, inclusive com o custeio de eventual transporte e estadia em outro estado, desde que não seja um custo desproporcional.
“Existindo o tratamento no âmbito do SUS em hospital credenciado, me parece fora de dúvida que, caso essa pessoa não tenha condições de custeá-lo com os próprios meios, o Estado, em nome do direito à saúde, deve fazê-lo”, afirmou o presidente do Supremo.
Crianças e adolescentes
Os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e André Mendonça acompanharam os relatores, mas destacaram a necessidade de discutir a situação de crianças e adolescentes. Zanin sugeriu que, nesses casos, deve prevalecer o princípio do melhor interesse para a saúde e a vida da criança.
O ministro Barroso acolheu a proposta e acrescentou em seu voto que a recusa de tratamento só pode ser manifestada em relação ao próprio interessado, sem extensão aos filhos menores de idade.
O julgamento será retomado na próxima quarta-feira (25) com o voto do ministro Nunes Marques.
Casos concretos
No Recurso Extraordinário (RE) 979742, a União recorre de decisão que a condenou, junto com o Estado do Amazonas e o Município de Manaus, a arcar com toda a cobertura médico-assistencial de uma cirurgia de artroplastia total em outro estado para a paciente, uma vez que o procedimento sem uso de transfusão de sangue não é ofertado no Amazonas.
Em relação ao Recurso Extraordinário (RE) 1212272, o caso é de uma paciente que foi encaminhada para a Santa Casa de Maceió para uma cirurgia de substituição de válvula aórtica. O procedimento foi rejeitado após ela se negar a assinar um termo de consentimento para eventuais transfusões de sangue durante o procedimento.