Início Site Página 213

Senado aprova Dia Nacional da Música Gospel

Cantora gospel Gabriela Rocha (Foto: Divulgação/Nunes Comunicação).
Cantora gospel Gabriela Rocha (Foto: Divulgação/Nunes Comunicação).

A Comissão de Educação e Cultura (CE) aprovou de forma terminativa, na última terça-feira (17), um projeto que institui o Dia Nacional da Música Gospel, a ser celebrado anualmente em 9 de junho. Se não houver recurso para votação em plenário, a proposta seguirá para sanção presidencial.

O PL 3.090/2023, de autoria do deputado federal Raimundo Santos (PSD-PA), membro da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), destaca que “no Brasil, a música gospel rapidamente conquistou corações e mentes, absorvendo influências da música brasileira, tanto religiosa quanto secular”.

Na proposta, Santos argumenta que a música gospel é hoje um importante segmento da indústria fonográfica, caracterizada por sua riqueza e diversidade. Ele ressalta que “os brasileiros transformaram uma manifestação cultural e espiritual estrangeira em algo profundamente nosso, que merece ser difundido, indo além de nossas fronteiras. A religiosidade evangélica não pode ser pensada no Brasil sem a sua dimensão musical”.

O PL contou com parecer favorável do senador Marcos Rogério (PL-RO). Ao votar, ele enfatizou que a proposta visa reconhecer a música gospel, que ganhou destaque nas últimas décadas, como um patrimônio cultural e espiritual significativo para a sociedade.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) leu o relatório que apoiou a aprovação do projeto, destacando que “a música gospel desempenha um papel vital no fortalecimento espiritual, na união comunitária e na transformação social, merecendo o apoio do poder público”.

Por que 9 de junho?

A data foi escolhida em homenagem à missionária sueca Frida Maria Strandberg Vingren (1891-1940), em alusão ao dia de seu nascimento. Frida teve um papel fundamental na Harpa Cristã, o hinário oficial das Assembleias de Deus no Brasil, lançado em 1922.

Multi-instrumentista, cantora e compositora, Frida criou mais de 20 hinos da Harpa Cristã, incluindo o famoso “Hino 126 – Bem Aventurança do Crente”. Além de sua atuação musical, ela era enfermeira, jornalista, poetisa, articulista e tradutora, e foi casada com Gunnar Vingren (1879-1933), cofundador da Assembleia de Deus em Belém do Pará, ao lado de Daniel Berg (1884-1963), ambos também suecos.

Fonte: Comunhão

Cerca de 10.000 templos católicos e protestantes devem fechar nos próximos 10 anos na Alemanha

Culto na Igreja Evangélica da Alemanha (EKD). (Foto: Reprodução / Facebook)
Culto na Igreja Evangélica da Alemanha (EKD). (Foto: Reprodução / Facebook)

Centenas de templos católicos e protestantes devem fechar na Alemanha na próxima década. O principal motivo é a queda no número de membros dessas duas maiores instituições cristãs, o que está forçando a venda ou demolição dos edifícios.

Segundo uma investigação do jornal alemão Süddeutsche Zeitung, 603 templos católicos romanos e 444 locais de culto da Igreja Evangélica da Alemanha (EKD), a principal igreja protestante, foram “desconsagrados”, ou seja, não serão mais utilizados para cultos.

No caso da Igreja Protestante, os edifícios foram vendidos ou demolidos.

Até 2033, “uma em cada quatro ou cinco igrejas não será mais usada para seu propósito original”, afirma a professora de arquitetura Stefanie Lieb. Ela estima que, na prática, cerca de 10.000 templos deixarão de realizar cultos.

Um exemplo dessa tendência, relata o Pro, é que a diocese de Essen já havia anunciado em 2006 que não conseguiria mais financiar um terço de seus edifícios.

Muitas dessas igrejas foram vendidas e agora são utilizadas para fins privados, como restaurantes, academias ou lojas, pelos novos proprietários.

Queda acentuada nas afiliações

A razão para essa situação é a contínua diminuição no número de membros das duas igrejas. Em 2023, a Igreja Católica Romana na Alemanha perdeu 628.000 membros, enquanto a Igreja Evangélica da Alemanha (EKD) viu uma perda de 593.000 membros.

A principal causa é a saída intencional de membros que não se identificam mais com as igrejas. Além disso, as estatísticas negativas também são impactadas pelo falecimento de membros e pela redução no número de batismos de recém-nascidos.

Essa realidade está ligada à queda nos impostos eclesiásticos, uma fonte de renda significativa para a Igreja Católica e para a EKD, que recebem esses impostos de todos os seus membros registrados.

De acordo com a revista alemã Pro, apenas no sul da Baviera, a manutenção dos edifícios católicos custa mais de 100 milhões de euros por ano.

Especialistas alertaram para o risco de muitos templos cristãos históricos caírem nas mãos de “investidores gananciosos”.

Fonte: Guia-me com informações de Evangelical Focus

Mais de 16 milhões de cristãos são forçados a deixar suas casas na África Subsaariana

Cristãos durante culto na África (Foto: Reprodução/Twitter)
Cristãos durante culto na África (Foto: Reprodução/Twitter)

O Pastor Barnabas está entre os milhões de seguidores de Cristo que vivem em campos de refugiados superlotados na Nigéria depois que militantes Fulani atacaram o pastor, seu falecido irmão e a falecida esposa de seu irmão enquanto estavam em sua fazenda em 2019.

Armado com pistolas, facões e paus, um dos terroristas quebrou a mão de Barnabas com um pau, um ferimento que ainda o afeta cinco anos depois. Embora ele tenha tido a sorte de escapar do ataque, seu irmão, Everen, e a esposa do irmão, Friday, não tiveram a mesma sorte.

“Agora, perdi tudo o que tinha”, Barnabas foi citado como tendo dito no novo relatório ‘No Road Home’ (Sem caminho para casa) da organização de vigilância da perseguição cristã Portas Abertas, que detalha o deslocamento maciço de cristãos na África subsaariana. “Tudo em minha casa e no vilarejo foi queimado; fiquei sem nada.”

Nos últimos cinco anos, Barnabas e sua família viveram em um acampamento repleto de tendas de 1,5 metro feitas de papelão e plástico usados. As pessoas no acampamento lutam diariamente para encontrar trabalho e fornecer alimentos para suas famílias. Até hoje, a mão de Barnabas ainda está machucada, mas ele não tem condições de pagar o tratamento médico de que precisa.

Vivendo em um campo de deslocados internos, Barnabas atua como ministro para seus companheiros cristãos que são forçados a viver lá devido à violenta perseguição.

“Milhões de cristãos estão deslocados aqui na Nigéria… [bem como] em toda a África”, disse Barnabas em uma declaração compartilhada com o The Christian Post. “Estamos permanecendo na escuridão”.

A Portas Abertas, que monitora a perseguição cristã em mais de 60 países, relata que mais de 32 milhões de pessoas na África subsaariana, metade das quais (16,2 milhões) são cristãs, fugiram de suas casas nos últimos anos devido à crescente violência, muitas vezes perpetrada por grupos extremistas islâmicos ou grupos de pastores Fulani radicalizados que mataram dezenas de milhares de pessoas em comunidades agrícolas predominantemente cristãs na última década.

O novo relatório da organização baseia-se em dados coletados em dois estados da Nigéria, onde a violência resultou no deslocamento em massa de comunidades cristãs e fez com que a nação ficasse entre os dez principais países que abrigam deslocados internos em todo o mundo.

“As mentes [dos deslocados cristãos] foram desencorajadas”, disse Barnabas. “E como pastor no campo, [que também] está deslocado, não tenho nada para lhes dar. Nós apenas oramos juntos e compartilhamos a Palavra de Deus juntos. Nossos olhos estão voltados para [Deus]. … Nossa esperança está [Nele]. Depositamos nossa confiança Nele. Acreditamos que Ele é grande. Ele fará isso, mais do que esperamos”.

A Portas Abertas adverte que a região é um dos lugares mais violentos do mundo para os crentes em Jesus. Embora a violência tenha afetado tanto cristãos quanto não cristãos, Portas Abertas observa que “testemunhos registrados indicam que o Boko Haram, o Estado Islâmico da Província da África Ocidental (ISWAP) e grupos militantes Fulani têm deliberadamente como alvo cristãos ou comunidades cristãs, seu sustento, líderes religiosos e locais de culto.”

“O pessoal de segurança do estado nigeriano regularmente não respondia de maneira oportuna ou eficaz aos ataques violentos contra os cristãos”, continuou o relatório. “Essa falha criou desconfiança nas forças de segurança entre os cristãos. Além disso, a impunidade generalizada do Estado para os perpetradores da violência incentivou um ambiente em que mais violência e maior deslocamento podem ocorrer e de fato ocorrem.”

Os números da Organização Internacional para as Migrações indicam que o estado de Borno abriga 74% dos deslocados internos na região nordeste da Nigéria, relata Portas Abertas. Em dezembro de 2023, a OIM informou que 1,7 milhão de deslocados internos estavam hospedados apenas no estado de Borno.

“Dos 1,7 milhão em Borno, 74% foram deslocados antes de 2021, ilustrando como muitos deslocados internos têm lidado com as duras realidades dos cenários de deslocamento por muitos anos”, afirmou o relatório. “Outros 68% dos deslocados internos foram deslocados duas ou mais vezes.”

O estado de Plateau abrigou 54.457 deslocados internos até dezembro de 2023, de acordo com dados citados pela Portas Abertas. Os pesquisadores entraram em contato com agências locais, como a Mwaghavul Development Association, que relatou um número maior de deslocados internos. A MDA documentou 103.000 deslocados internos em Mangu LGA em janeiro de 2024, de acordo com a Portas Abertas.

A Portas Abertas afirma que essa discrepância ilustra os desafios na documentação de deslocados internos em todo o estado de Plateau e a necessidade de mais pesquisas sobre a questão.

O CEO da Portas Abertas nos EUA, Ryan Brown, disse que a África subsaariana é o “lugar mais violento do mundo para os cristãos”, afirmando que as mortes relacionadas à fé na região “superaram” as de qualquer outra região no relatório anual da Portas Abertas na última meia década.

A Lista Mundial da Perseguição é o relatório anual da Portas Abertas que classifica os países com base em quão perigoso é ser cristão neles.

Entre as recomendações do relatório “No Road Home” (Sem Caminho para Casa), a Portas Abertas pediu que a mídia aumentasse a conscientização sobre a questão do deslocamento maciço de cristãos e a violência que eles enfrentam de grupos extremistas. A organização sem fins lucrativos quer que as comunidades cristãs no Ocidente falem em nome de seus irmãos e irmãs em Cristo e os mantenham em oração.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Mãe cristã condenada à morte por blasfêmia no Paquistão

Shagufta Kiran (Foto: Jubilee Campaign)
Shagufta Kiran (Foto: Jubilee Campaign)

Uma mãe cristã de quatro filhos recebeu na quarta-feira a sentença de morte depois que um juiz a condenou sob as leis de blasfêmia do Paquistão, disse seu advogado.

Shagufta Kiran, 40, foi condenada sob a Seção 295-C das leis de blasfêmia amplamente condenadas do Paquistão por insultar Maomé, o profeta do islamismo, que acarreta uma sentença de morte obrigatória. O advogado Rana Abdul Hameed disse que o Juiz de Sessão Adicional Islamabad Muhammad Afzal Majoka também condenou Kiran a uma multa de 300.000 rúpias (US$ 1.077) após seu julgamento de três anos.

Ela foi presa pela Agência Federal de Investigação (FIA) em 29 de julho de 2021, em Islamabad, por supostamente compartilhar conteúdo blasfemo em um grupo do WhatsApp em setembro de 2020. Seu marido e dois filhos também foram detidos durante a operação, mas foram liberados posteriormente.

“A queixa contra Kiran foi registrada por uma muçulmana chamada Shiraz Ahmed Farooqi, que alegou ter compartilhado conteúdo desrespeitoso ao profeta do islamismo”, disse Hameed ao Christian Daily International-Morning Star News. “No entanto, Kiran afirmou que não é autora do conteúdo e o encaminhou no grupo do WhatsApp sem lê-lo.”

Anteriormente enfermeira, Kiran se juntou a vários grupos inter-religiosos do WhatsApp, onde ela proclamava o evangelho e defendia sua fé cristã. Um desses grupos, Pure Discussions, era administrado pelo reclamante, Farooqi, Muhammad Ameer Faisal da Índia e Muhammad Jaleel do Canadá.

Hameed disse que Kiran era uma mulher corajosa que permaneceu firme durante o julgamento.

“Eu a conheci depois que o juiz emitiu a sentença e posso confirmar que ela está muito esperançosa de um resultado positivo dos tribunais superiores”, ele disse. “No entanto, ela sente muita falta da família e quer se reunir com eles o mais rápido possível.”

O advogado disse que entrará com um recurso após o tribunal emitir a ordem detalhada. Ele disse que o veredito não foi uma surpresa, já que 99 por cento dos acusados ​​sob a Seção 295-C são condenados por tribunais de primeira instância sob pressão de islâmicos.

“Se você examinar todos os casos de 295-C, os tribunais de primeira instância tendem a condenar os acusados, mesmo que os casos contra eles sejam muito fracos”, disse Hameed. “Isso se deve à pressão dos grupos religiosos e aos medos da violência da multidão. Se você analisar todos os casos de 295-C, verá que todas as condenações do tribunal de primeira instância são anuladas pelos tribunais superiores.”

Quase 3.000 pessoas foram acusadas de blasfêmia desde 1987, de acordo com o Center for Social Justice (CSJ). A escala real de abuso dessas leis pode ser de três a quatro vezes maior, observou em um relatório.

Ele afirmou que centenas de acusados ​​foram encarcerados no ano passado no Paquistão, com 552 detidos em prisões somente na província de Punjab. Pelo menos 350 pessoas permaneciam atrás das grades até junho, de acordo com o relatório, acrescentando que 103 novas pessoas foram acusadas de blasfêmia este ano entre janeiro e junho.

O relatório declarou que pelo menos sete pessoas acusadas de blasfêmia foram mortas por indivíduos ou multidões em todo o Paquistão desde janeiro. Um total de 94 pessoas acusadas de blasfêmia foram mortas em ataques de multidões entre 1994 e 2023.

O Paquistão ficou em sétimo lugar na Lista Mundial da Perseguição 2024 da Portas Abertas dos lugares mais difíceis para ser cristão, assim como no ano anterior.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Autora best-seller escreve devocional “Confie” para renovação espiritual

Devocional "Confie" da autora Stormie Omartian. Foto: Reprodução.
Devocional "Confie" da autora Stormie Omartian. Foto: Reprodução.

A autora best-seller Stormie Omartian, uma das vozes mais respeitadas sobre oração e amor ao próximo no mundo, apresenta “Confie”, devocional que surge com objetivo de fortalecer espiritualmente os leitores. Este é o primeiro volume de uma série de quatro edições projetadas, publicado no Brasil pela Editora Mundo Cristão.

O devocional foi planejado para ser um companheiro diário ao longo de 90 dias – ideal para quem prefere um compromisso mais curto.

“Buscar a vontade de Deus pode ser simples, tudo que temos de fazer enquanto lemos a palavra e oramos é dar o passo que Ele nos mostra”, indica a autora, convidando para uma experiência de renovação da confiança.

Os textos abordam temas como sucesso, medo, propósito, obediência e restauração da fé. Cada página dupla oferece uma sugestão de leitura bíblica, uma oração e uma frase que sintetiza o assunto do dia, proporcionando um momento de introspecção profunda.

“Estamos cansados de lutar com as dúvidas, o medo, a insegurança e a incerteza. Desejamos uma vida com intenção e propósito. Tudo que queremos é nutrir-nos com o alimento sólido da verdade de Deus a fim de ter uma vida empolgante e produtiva” (Confie, p. 172).

O devocional também permite registrar reflexões que promovem uma interação pessoal com o texto. A obra surge como uma ferramenta para evidenciar que nem sempre os planos saem como o planejado, e está tudo bem. Segundo a autora, um dos grandes dilemas da atualidade é a busca imediata por respostas e a dificuldade de lidar com as frustrações.

Pensado para ser um refrigério no dia a dia, “Confie” é um companheiro de renovação da confiança e encontro com a paz em meio às provações.

Detalhes do produto
Editora
‏ : ‎ Mundo Cristão; 1ª edição (16 setembro 2024)
Capa dura ‏ : ‎ 192 páginas
Onde comprar : ‎ Amazon (clique aqui)

Fonte: Comunhão

Ex-trans que se converteu faz alerta sobre mudança de sexo em crianças

Erin Brewer é uma ex-"criança trans" e cofundadora da Advocates Protecting Children. (Foto: Montagem/FolhaGospel)
Erin Brewer é uma ex-"criança trans" e cofundadora da Advocates Protecting Children. (Foto: Montagem/FolhaGospel)

Após sofrer abuso sexual aos 6 anos de idade, Erin Brewer, dos Estado unidos, passou a se identificar como um menino.

Traumatizada, a menina desenvolveu disforia de gênero e começou a usar roupas masculinas do seu irmão e cortou o cabelo bem curto. Ela achou que, se fosse um menino, a violência nunca teria acontecido.

A rejeição de seu próprio corpo provocava sentimentos de raiva e, muitas vezes, Erin batia em sua cabeça com uma escova de cabelo, enquanto se olhava no espelho.

Mesmo não fazendo tratamento hormonal de mudança de sexo ou passando por uma cirurgia, Erin pediu aos seus professores que a chamasse de Timothy.

Até que um professor de seu colégio encaminhou a menina para o psicólogo escolar. O profissional de saúde mental aconselhou sua mãe a mostrar a feminilidade de uma forma positiva e expor Erin a bons exemplos de mulheres.

A menina também começou a participar de um grupo de apoio para crianças com dificuldades de comunicação.

Erin insistiu em não querer ser mulher até sua adolescência, mas a orientação e ajuda que recebeu, somado ao início de sua menstruação, fez com que parasse de negar seu gênero.

“Foi gradual, mas cansei de lutar contra a realidade”, contou ela, em entrevista ao The Christian Post.

Atuando na pornografia

Porém, os traumas de infância perseguiram Erin até a vida adulta, fazendo com que ela se tornasse uma atriz pornô aos 40 anos de idade.

“Acho que a pornografia preencheu essa lacuna de precisar de atenção masculina. De repente, todos esses homens me disseram que eu era atraente e bonita; eles pensaram que eu era uma princesa e queriam se casar comigo. Eu nunca experimentei nada assim antes, e era como uma droga”, lembrou ela.

Até que, em setembro de 2019, Erin conheceu o lado maléfico da pornografia durante um evento da organização Eagle Forum que defente os valores cristãos, em Washington.

“Estando perto das mulheres no Eagle Forum, de repente tive uma sensação de Deus que nunca tive em toda a minha vida. Eu sempre fui ateia”, relatou.

E acrescentou: “Acho que foi o amor incondicional que Deus tem por nós que eu nunca havia sentido antes”.

Conhecendo o amor incondicional de Deus

Erin conversou com o grupo de mulheres e admitiu que trabalhava com pornografia. Então, ela foi acolhida, alertada sobre o perigo da indústria do sexo e ensinada sobre seu valor diante de Deus.

A partir de então, a mulher abandonou a carreira na pornografia, excluiu seus mais de 400 vídeos em um site pornográfico e aceitou Jesus como seu Salvador.

Erin passou a congregar em uma igreja amorosa, que a ajudou em sua caminhada com Cristo.

Crianças em perigo

Hoje, a cristã, que é mãe de três filhos, compartilha sua história para alertar sobre os perigos da transição de gênero em crianças.

E observou que se, ela fosse criança hoje em dia, seus sentimentos confusos e a aceitação da disforia de gênero seriam encorajados.

“Meu coração se parte pelas meninas que não estão recebendo a ajuda de que precisam e, em vez disso, estão sendo informadas de que nasceram no corpo errado”, criticou ela, em lágrimas.

“Especialmente porque muitas dessas crianças sofreram agressão sexual e, em vez de obter a ajuda de que precisam para processar o que aconteceu com elas, essa agressão sexual é deixada de lado, e é quase como se elas estivessem sendo agredidas novamente toda vez que sua confusão de gênero é reforçada”.

Erin ainda chamou a atenção para os prejuízos da mudança de sexo à saúde das crianças.

“Existem bloqueadores da puberdade e hormônios sexuais cruzados que prejudicam a fertilidade e a sexualidade de uma criança pelo resto de suas vidas, a colocando em um caminho de autodestruição”.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Mais de 100 pessoas aceitam Jesus e 27 são batizadas em meio à guerra no Sudão

Cristãos reunidos em estudo bíblico no Sudão. (Foto: Reprodução/Empower One)
Cristãos reunidos em estudo bíblico no Sudão. (Foto: Reprodução/Empower One)

Cristãos estão relatando que em meio à guerra civil do Sudão do Sul, muitos estão abertos a ouvir o Evangelho e conhecer Jesus. Durante os conflitos no país, há testemunhos de salvação e batismo.

A Empower One — organização de plantação de igrejas e ministério humanitário com várias unidades na África — informou que, de junho a agosto, cerca de 103 pessoas aceitaram Jesus e pelo menos 27 foram batizados por meio do trabalho apoiado pela instituição que atende refugiados sudaneses, Send Relief.

Um refugiado muçulmano sudanês disse que era o homem mais rico de sua aldeia antes de perder tudo o que possuía.

“Perdi tudo, mas sei que foi bom porque agora encontrei Deus”, disse ele a Zach Potts, da Empower One.

“E três dias depois ele foi a um culto na igreja no Sudão do Sul e entregou sua vida ao Senhor,” contou Potts à Baptist Press.

“É uma situação horrível, mas há muitas pessoas que estão conhecendo Jesus”, acrescentou.

Com milhares de refugiados fugindo da guerra, os cristãos têm a oportunidade de distribuir alimentos nas mesquitas.

“Estamos distribuindo comida na mesquita local. As mesquitas convidaram nossos pastores para servir refeições lá, porque muitos refugiados estão dormindo em suas instalações”, disse Potts.

“O povo do Sudão sofreu uma tragédia inimaginável”, relatou Joy Ngozi Ezeilo, membro de uma missão de investigação da ONU.

E continuou: “Um cessar-fogo sustentável deve ser priorizado para interromper os combates nos quais a população civil está presa e permitir a entrega eficaz de assistência humanitária muito necessária a todos, independentemente de sua localização”.

Servindo às vítimas

Segundo Potts, o trabalho de extensão da Send Relief neste verão incluiu quatro locais operados pela Empower One, onde os voluntários forneceram alimentos, cobertores, mosquiteiros, lonas e outros itens para 5.000 refugiados e deslocados internos.

“As salvações aconteceram depois que 2.880 pessoas ouviram o Evangelho”, disse ele e destacou que, como parte de um alcance duradouro, a Empower One plantou três igrejas entre os refugiados.

A Empower One construiu o Centro de Extensão da Escola Bíblica em 2020 com a ideia de treinar homens para enviar ao Sudão para plantar igrejas. No entanto, a guerra colocou esses planos em espera.

“Agora, os muçulmanos estão vindo para essas regiões e sendo recebidos por cristãos que têm um pouco de treinamento bíblico e são capazes de fornecer apoio e eles estão dizendo aos nossos rapazes: ‘Não tínhamos ideia de que os cristãos eram legais. Disseram a nós a vida toda que eles são maus’”, contou Potts.

De acordo com estatísticas de 2020 do Pew Research Center, muitos sudaneses nunca tiveram contato com cristãos em um país onde 91% da população é muçulmana. Apenas cerca de 5,4% se identificam como cristãos, enquanto o restante adota religiões indígenas ou não se afilia a nenhuma religião.

Em 2023, Potts, sua esposa Callie e seus cinco filhos passaram os meses de junho e julho no Sudão do Sul.

Apesar do atual alerta de nível 4 de “Não Viajar do Departamento de Estado dos EUA para o Sudão do Sul”, Potts afirmou que tem uma rede de amigos e parceiros de confiança que tornaram a viagem viável.

Para ele, a presença de sua família serviu como um testemunho para abrir portas para o Evangelho:

“Várias vezes fomos parados na rua e nos disseram: ‘Ninguém nunca traz seus filhos e isso nos mostra que você confia em nós’. Isso me impactou, porque não é fácil levar sua família para lá”, disse Potts.

E continuou: “Passar tempo com aqueles que vivem na pobreza e ouvir suas necessidades é uma ferramenta ministerial valiosa. É um impulso para a pessoa deles e para quem eles são como portadores da imagem de Deus”.

“O encorajamento que alguém nessa situação sente quando um visitante aparece e ouve sua história e mostra a eles que eles são valiosos. Você não pode fazer isso a distância”, concluiu Potts.

Fonte: Guia-me com informações de Baptist Press

Jordan Peterson alerta sobre a ideologia ‘woke’ se infiltrando nas igrejas protestantes

O psicólogo e escritor Jordan Peterson. (Foto: Wikimedia)
O psicólogo e escritor Jordan Peterson. (Foto: Wikimedia)

O psicólogo canadense e comentarista cultural Jordan Peterson criticou recentemente a infiltração do que ele chamou de ideologia “woke” nas igrejas protestantes do Canadá e Grã-Bretanha.

Peterson alerta que muitas instituições cristãs estão se afastando de seus valores centrais em favor de tendências culturais, o que, segundo ele, prejudica a sociedade.

Em uma entrevista ao The Christian Post durante a estreia do filme “Am I Racist?” (Eu Sou Racista, em tradução livre), com seu colega do Daily Wire, Matt Walsh, o escritor de 62 anos destacou a presença frequente de bandeiras “arco-íris” em muitas igrejas protestantes, como um sinal de abandono dos princípios fundamentais do Cristianismo em favor do que ele chamou de “orgulho hedonista”.

“Devemos nos preocupar com a captura das igrejas protestantes pela militância woke do arco-íris”, disse ele.

“No Canadá e na Grã-Bretanha, a maioria das principais igrejas protestantes estão cobertas com bandeiras arco-íris. Quando os cristãos começam a adorar o orgulho hedonista, algo deu terrivelmente errado.”

Peterson afirmou que a adesão de algumas igrejas à política identitária é um desvio perigoso dos ensinamentos centrais do Cristianismo, ameaçando a integridade da fé, especialmente para as gerações mais jovens, que podem ser mais suscetíveis às tendências culturais.

No entanto, ele também apontou que até mesmo igrejas evangélicas conservadoras não estão imunes a problemas. E observou: “Não faltam maus atores na comunidade cristã, do tipo que os ateus costumam criticar”.

Peterson explicou que “o problema fundamental com a prática religiosa é que ela pode ser capturada por narcisistas psicopatas, como vemos na história do Evangelho. Cristo foi intensamente perseguido pelos fariseus, escribas e advogados… Os fariseus são hipócritas religiosos que usam a religião para sua própria autoexaltação. Esse é um perigo real no âmbito religioso, especialmente nas formas mais evangélicas do Cristianismo, que têm sido vulneráveis a serem dominadas por charlatães interesseiros. Isso é um problema.”

O escritor aconselhou os cristãos a serem fundamentados em um ceticismo – não em relação à fé em si, mas em relação àqueles que a utilizam de forma inadequada.

“Pelos frutos, os conhecereis”, disse ele, ressaltando que esse versículo das Escrituras é útil para discernir se os líderes religiosos estão genuinamente comprometidos com a fé ou se a estão usando para seus próprios interesses.

“É preciso prestar atenção ao fato de que nem todos que dizem ‘Senhor, Senhor’ entrarão no Reino dos Céus”, afirmou.

Peterson frequentemente discute temas, valores e histórias bíblicas em seu trabalho, destacando a importância cultural e moral do cristianismo, especialmente no contexto da civilização ocidental. Ele escreveu uma vez que “a Bíblia é, para o bem ou para o mal, o documento fundamental da civilização ocidental, dos valores ocidentais, da moralidade ocidental e das concepções ocidentais de bem e mal.”

Crianças

Apesar de suas preocupações com o estado das igrejas modernas, Peterson, que é pai de dois filhos, disse que vê esperança em uma tendência crescente: o renascimento da frequência às igrejas, particularmente em círculos conservadores.

Ele acredita que expor as crianças a valores religiosos tradicionais pode ser a chave para lidar com as complexidades da vida moderna – especialmente na era das redes sociais.

“Estamos vendo um renascimento na frequência às igrejas, especialmente do tipo mais conservador”, disse Peterson. “E suspeito que isso seja provavelmente útil. Proporcionar [às crianças] algo como a exposição a ideias religiosas clássicas é necessário.”

Segundo Peterson, os ensinamentos bíblicos oferecem um arcabouço ético que pode ajudar as crianças a enfrentar as tentações e os perigos da tecnologia moderna, desde a pornografia até o isolamento social causado pelo excesso de exposição às telas.

“Uma das coisas que as telas fazem com as crianças é interferir em sua capacidade de brincar, fazer amigos e interagir socialmente”, disse Peterson. Ele incentivou os pais a limitarem a exposição dos filhos a dispositivos eletrônicos, especialmente durante os anos críticos de desenvolvimento.

“No mínimo, [as crianças] deveriam ficar longe dos celulares até passarem pela fase de brincadeira imaginativa — ou seja, até pelo menos os dez anos de idade”, aconselhou.

O escritor de “12 Regras Para a Vida” também destacou a importância de ensinar as crianças a serem consumidores inteligentes de conteúdo. Peterson encorajou os pais a manterem conversas abertas com seus filhos sobre o que estão assistindo e por que, ajudando-os a navegar no complexo mundo digital.

“Você precisa expô-los ao mundo das ideias”, disse ele. “Faz isso prestando atenção ao que eles estão consumindo, garantindo que os canais de comunicação estejam abertos e conversando com eles sobre o que estão assistindo e por que estão assistindo.”

Polarização política

Embora Peterson reconheça o papel das redes sociais em fomentar a divisão, ele rejeitou a ideia de que os americanos estão tão polarizados quanto podem parecer.

Com base em dados de uma pesquisa de um “amigo de inclinação liberal”, ele sugeriu que a maioria dos americanos, independentemente de sua filiação política, concorda em questões essenciais.

“O que estamos vendo é que pessoas mal-intencionadas estão atraindo uma enorme quantidade de atenção online e promovendo a polarização política”, explicou ele.

Essas figuras manipuladoras, segundo Peterson, estão explorando as redes sociais para criar a ilusão de uma divisão maior do que realmente existe.

“Isso não é um fenômeno novo”, acrescentou. “Isso acontece com culturas com bastante frequência, quando os manipuladores psicopatas ganham vantagem, e é nesse ponto que ocorrem revoluções extremamente danosas. Mas não é porque as pessoas estão realmente polarizadas. É porque os maus atores saíram das sombras e estão agindo livremente. Parte disso é um problema tecnológico, pois não sabemos como regular o comportamento social nas plataformas de redes sociais… Você pode dizer o que quiser e não ser responsabilizado. Isso levou a uma terrível deterioração do discurso público, o que é muito perigoso.”

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Conheça os vencedores do Troféu Gerando Salvação 2024

Cantora Maria Marçal (Foto: Instagram/@trofeugerandosalvacao)
Cantora Maria Marçal (Foto: Instagram/@trofeugerandosalvacao)

Aconteceu nesta terça-feira (17), no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, a entrega do Troféu Gerando Salvação 2024. A premiação, que homenageou destaques do gospel de 2023, contou com a presença de aproximadamente 10 mil pessoas.

Ao longo da noite, 16 categorias foram premiadas, entre elas Cover do Ano, Humor Gospel, Digital Influencer, Cantor do Ano, Cantora do Ano, Banda Grupo ou Dupla, Artista Mirim, entre outras.

Ao longo do evento, muitos nomes da música gospel se apresentaram, entre eles o cantor Alex Gonzaga, que preparou um medley com os maiores sucessos do grupo Novo Som.

A cantora Shirley Carvalhaes também abrilhantou a noite com o sucesso Faraó ou Deus. O dueto entre Lauriete e Kemilly Santos emocionou os presentes.

As cantoras Juliana Santiago, Mari Rocha e Shirley Carvalho fizeram uma homenagem para as cantoras Cristina Mel, Shirley Carvalhaes e Soraya Moraes. Elas fizeram um medley com alguns dos maiores sucessos dessas cantoras que marcaram gerações.

A cantora Eyshila se apresentou contando um pouco sobre sua história, com sucessos como O Milagre Sou Eu, Fiel a Mim, Terremoto, Posso Clamar e Nada Pode Calar um Adorador.

Duas outras homenagens emocionaram o público presente e também as milhares de pessoas que acompanharam o evento no YouTube: Uma para o pastor Adhemar de Campos e outra para o cantor Pedro Henrique, este último faleceu em dezembro de 2023, enquanto ministrava louvor.

As cantoras Bruna Olly, Dani Grace, Nicoli Francini, Rebeca Angel e Jozyanne entoaram os maiores sucessos da cantora cantora Bruna Karla, que foi a grande homenageada do ano. No final, Bruna Karla e seu esposo, Bruno Santos, se apresentaram juntos.

CONHEÇA OS GANHADORES:

BANDA, GRUPO OU DUPLA: Jefferson e Suellen

PRODUTOR DO ANO: André Aquino

MÚSICA CELEBRAÇÃO: Banda Som e Louvor

PORTAL EVANGÉLICO: Notas Gospel

ARTISTA REVELAÇÃO: Manú Paiva

FEAT DO ANO: Paulo Neto e Maria Marçal – Você não Imagina

PROJETO INFANTIL: Turma do Cristãozinho

VIDEOCLIPE: Gabriel Britto – O Tamanho da Tua Dor

RÁDIO MAIS ENGAJADA DO ANO: Rádio Cidade Esperança FM

COVER DO ANO: Pedro Henrique

DIGITAL INFLUENCER: Rayssa Buq

ARTISTA MIRIM: Maria Marçal

HUMOR GOSPEL: Crente Sincero

CANTORA DO ANO: Valesca Mayssa

CANTOR DO ANO: Leandro Borges

MÚSICA DO ANO: Eu Sou Teu Pai – Valesca Mayssa

Fonte: Pleno.News

Cristãos são mantidos como escravos por terroristas na Nigéria

Cristãos na Nigéria (Foto: Portas Abertas)
Cristãos na Nigéria (Foto: Portas Abertas)

Recentemente, comunidades cristãs na Nigéria foram alvo de ataques por extremistas islâmicos, gerando preocupações sobre a deterioração da segurança no país, com o aumento da perseguição.

Segundo relatos do estado de Kaduna, no dia 9 de setembro, extremistas islâmicos atacaram o Centro de Saúde Primário de Kuyallo, localizado na área do governo local de Birnin-Gwari.

O grupo, supostamente ligado ao Ansaru, uma facção afiliada à Al-Qaeda, invadiu a instalação por volta das 9h, deixando muitos feridos. Os extremistas também sequestraram duas enfermeiras e diversos pacientes.

De acordo com o International Christian Concern (ICC), a princípio, eles pretendiam atacar uma escola local, mas mudaram de alvo para o hospital ao encontrarem a escola vazia.

Antes de 2013, o Ansaru estava envolvido em sequestros de ocidentais e na execução de reféns, muitos dos quais eram cristãos, que o grupo inicialmente pretendia usar para obtenção de resgates.

Em novembro de 2013, o Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou o Ansaru como uma organização terrorista estrangeira.

Além disso, os estados de Kaduna e Níger enfrentam uma nova onda de violência, especialmente em torno do Lago Shiroro e das áreas adjacentes. Informações locais indicam que Boko Haram, ISWAP (Província do Estado Islâmico da África Ocidental) e Ansaru formaram uma aliança perigosa na região.

Esses grupos estão forçando fazendeiros cristãos a trabalharem como escravos, cultivando plantações e cuidando de gado roubado. Os fazendeiros são frequentemente obrigados a vender seus produtos em mercados locais e entregar os lucros aos terroristas.

Esses atos terroristas estão ocorrendo próximos a Abuja, a capital da Nigéria, o que pode representar uma ameaça ainda maior caso não haja uma resposta rápida.

Intervenção das autoridades locais

As autoridades nigerianas também conseguiram frustrar recentemente um ataque ao Departamento de Serviços de Estado (DSS) da Nigéria em Shiroro. Mais de 100 militantes islâmicos atacaram o pessoal do DSS, mas foram repelidos pelas forças de segurança nigerianas, incluindo a força aérea, resultando na morte de mais de 28 insurgentes, enquanto o DSS perdeu dois agentes na batalha.

A Fundação Stefanos, uma organização de defesa das comunidades vulneráveis na Nigéria, expressou sua preocupação com a intensificação da violência e pediu ao governo nigeriano, sob a liderança do presidente Bola Ahmed Tinubu, e às agências de segurança que redobrem seus esforços para proteger essas áreas.

“Os gritos dos moradores da área de Shiroro devem ser ouvidos, e os pobres agricultores devem ser libertados das garras desses terroristas”, relatou a fundação.

A Nigéria ficou em 6º lugar na Lista Mundial da Perseguição da Missão Portas Abertas de 2024 dos lugares mais difíceis para ser cristão.

Fonte: Guia-me com informações de ICC

Ads
- Publicidade -
-Publicidade-