Início Site Página 216

Documentário revela como a Bíblia em áudio impacta nações pelo mundo

Cristãos sem acesso a materiais, ouvem a Bíblia em áudio.
Cristãos sem acesso a materiais, ouvem a Bíblia em áudio.

O impacto profundo que a Palavra de Deus em áudio [nos mais diferentes idiomas] tem causado nas culturas e nações está sendo abordado na nova série documental “Edge of The World” [“Borda do Mundo”, em tradução livre], produzida pela Faith Comes By Hearing. A série oferece ainda uma visão dos bastidores da imensa tarefa de traduzir e distribuir a Bíblia em áudio, retratando de maneira única as missões globais.

Criada pelos cineastas Matthew Evans e David Ferry, a série explora detalhadamente a vida das pessoas tocadas pelas Escrituras em áudio, destacando as aventuras, os desafios e a dedicação da equipe empenhada em espalhar as Boas-Novas. Cada episódio já acumula quase 200 mil visualizações.

“Estamos no caminho certo, e todos que assistiram até agora têm se envolvido profundamente. A resposta tem sido excelente,” afirmaram Evans e Ferry, ressaltando a capacidade da série de se conectar com o público de forma significativa.

Além disso, a série destaca os métodos de trabalho missionário, sem contar que reflete sobre as diferentes maneiras pelas quais o Evangelho está sendo compartilhado em várias regiões. Cada episódio oferece uma visão íntima dos desafios culturais e logísticos envolvidos na transmissão da Bíblia em áudio nas línguas nativas das pessoas.

Com “Edge of The World”, a Faith Comes By Hearing não está apenas narrando histórias, mas documentando um movimento global que visa levar a Palavra de Deus a todos os cantos da Terra. À medida que a série continua com boa repercussão junto ao público, destaca-se como um testemunho do poder da fé, da colaboração e da missão contínua de compartilhar o Evangelho.

O ministério estabeleceu uma meta ambiciosa: disponibilizar Bíblias em áudio em todos os idiomas até 2033. A “Edge of The World” desempenha um papel crucial nessa missão, capturando o trabalho realizado e inspirando maior apoio e colaboração.

A organização está fazendo progressos significativos rumo a essa meta, que é apoiada por uma rede crescente de parcerias e colaboradores. “A quantidade de trabalho realizado e de parcerias estabelecidas está aumentando a cada dia,” observaram Ferry e Evans.

Fonte: Comunhão com informações Thrive News

Muçulmana é presa após invadir igreja na Inglaterra para “matar o Deus dos judeus”

Culto em uma igreja (Foto: canva)
Culto em uma igreja (Foto: canva)

Uma mulher muçulmana invadiu uma igreja evangélica na Inglaterra e gritou chamadas islâmicas e antissemitas, em 1° de setembro.

Naquela manhã de domingo, o pastor Regan King, sua esposa judia e seus filhos pequenos estavam dentro da The Angel Church, se preparando para o culto quando a muçulmana invadiu o templo, no bairro Islington, em Londres.

Segundo o Christian Concern, uma organização que apoia cristãos perseguidos, ela entrou recitando chamadas para orações islâmicas e se dirigiu direto às crianças.

Então, o pastor Regan levou as crianças para um local seguro e exigiu que a mulher saísse da igreja.

Porém, a muçulmana continuou com as agressões verbais, gritando insultos antissemitas: “Estou aqui para matar o Deus dos judeus”. Ela ainda pegou o microfone e ficou repetindo aos gritos “Allahu Akbar” (“Alá é grande”, em português).

A polícia foi chamada e a mulher tentou apelar a um dos oficias, que ela achou que era muçulmano, dizendo em árabe: “Lembre-se de Allah”. Mas, o policial não cedeu.

Vendo que seu apelo não funcionou, a muçulmana chutou, socou e empurrou os policiais, que precisaram dedtê-la e carregá-la para a van da polícia. Ela foi presa, acusada de ofensa à ordem pública agravada de intolerância racial e religiosa.

“Minha esposa judia está traumatizada”

Entretanto, a mídia local se recusou a chamar o caso como um ataque motivado pelo Islã. Em vez de receber apoio, o pastor Regan foi acusado de mentir e “atiçar o ódio” pelos muçulmanos da comunidade.

“Minha família e eu estamos profundamente preocupados e abalados com este incidente, especialmente minha esposa, que é judia. Ela está traumatizada e agora tem medo de sair”, disse o pastor.

“Desde o 7 de outubro, como família e igreja, experimentamos vários incidentes de antissemitismo e anticristianismo”, revelou.

Permanecendo firmes na fé

Apesar de ficarem abalados com o incidente, a congregação permanece cultuando em sua igreja.

“Não nos intimidamos e continuaremos a operar normalmente, embora com planos para aumentar nossa segurança. As trevas de nosso mundo ameaçam dividir, desanimar e destruir, mas não podem conquistar a luz da verdade de Cristo. Embora esse incidente tenha criado preocupação e angústia significativas, fizemos o que nunca falha – oramos”, declarou Regan.

E concluiu: “Como igreja, recebemos pessoas de todas as origens sem parcialidade em nossas portas para ouvir e ser transformadas pela mensagem de Jesus, o Messias judeu, que traz salvação a todos os que confiam Nele”.

Crimes de ódio antissemitas

Londres, e o Reino Unido como um todo, enfrentaram um aumento nos crimes de ódio antissemitas após o massacre perpetrado pelo grupo terrorista palestino Hamas no sul de Israel em 7 de outubro.

O Serviço de Polícia Metropolitana (MPS, sigla em inglês) registrou 2.065 incidentes de crimes de ódio antissemitas entre outubro e julho, com várias centenas desses casos ocorrendo em Barnet e Hackney.

Judeus ortodoxos na área de Stamford Hill têm sido alvos desproporcionais devido à sua visibilidade como judeus, conforme indicado por uma série de incidentes relatados pela Shomrim, uma organização judaica que monitora o antissemitismo e atua também como um grupo de vigilância do bairro.

Os incidentes incluem um judeu ortodoxo sendo agredido por um homem que andava de bicicleta na calçada, dois agressores brutalmente atacando uma mulher judia e um grupo de crianças judias sendo ameaçadas por uma mulher que gritou: “Eu vou matar todos vocês, judeus. Vocês são assassinos!”

Em outro caso, um homem confrontou um comprador judeu e gritou: “Seu judeu de merda, eu vou te matar!”.

Além de Londres, o Reino Unido registrou mais incidentes antissemitas em 2023 do que em qualquer outro ano desde o início da coleta desses dados, conforme relatório da Community Security Trust, uma organização sem fins lucrativos dedicada à segurança e treinamento da comunidade judaica do país.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Concern

Para obter os benefícios emocionais de ir à igreja, os fiéis devem comparecer regularmente, mostra estudo

Culto evangélico (Imagem: Canva Pro)
Culto evangélico (Imagem: Canva Pro)

Os fiéis que frequentam a igreja apenas algumas vezes por ano, mas esperam obter um estímulo emocional duradouro, precisam ir com mais frequência, de acordo com os resultados de um estudo recente publicado no Journal for the Scientific Study of Religion.

Em ‘See You Sunday? Effects of Attending a Specific Weekend Religious Service on Emotional Well-Being (Efeitos da participação em um serviço religioso específico de fim de semana sobre o bem-estar emocional): A State/Trait Analysis of the SoulPulse Study, os pesquisadores descobriram que a frequência regular à igreja nos finais de semana leva a um aumento das emoções positivas e a uma diminuição das negativas. Os participantes do estudo que não frequentavam a igreja regularmente, no entanto, não sofreram nenhuma alteração em seu bem-estar emocional.

O estudo baseia-se em dados coletados de 2.869 adultos dos EUA por meio de seus smartphones e destaca exatamente o que acontece na vida emocional dos participantes de serviços religiosos depois que eles participam de um serviço religioso. Os participantes do estudo foram solicitados a preencher questionários diariamente durante duas semanas para avaliar sua participação em serviços religiosos.

Para captar o estado emocional dos participantes depois de assistirem aos serviços religiosos, os pesquisadores incluíram a seguinte pergunta em uma pesquisa que os participantes receberam nas noites de domingo: “Você participou de um culto religioso no último fim de semana?”

Os participantes do estudo também foram solicitados a responder a várias perguntas sobre seu bem-estar emocional.

“A natureza diária da coleta de dados no SoulPulse nos permitiu fazer duas comparações realmente interessantes”, disse Blake Victor Kent, principal autor do estudo e professor associado de sociologia no Westmont College, em um comunicado. “Primeiro, pudemos comparar aqueles que participaram de um serviço religioso em um determinado fim de semana com aqueles que não participaram. Em segundo lugar, considerando apenas aqueles que compareceram em um determinado fim de semana, pudemos comparar aqueles que eram frequentadores regulares com aqueles que não frequentavam regularmente.”

E o que os pesquisadores descobriram foi “notável”, disse Kent.

“Para sentir um benefício emocional positivo ao ir à igreja, é preciso não apenas frequentar, mas frequentar regularmente. Isso provavelmente se deve ao fato de que, para se beneficiar, você precisa estar familiarizado com as rotinas, o estilo de adoração e as pessoas com quem você está adorando”, explicou. “Caso contrário, você simplesmente não consegue participar com o mesmo nível de familiaridade, e as conexões sociais simplesmente não existem. Portanto, há pouco ou nenhum impacto emocional.”

Menos de 50% dos americanos são membros formais de uma igreja, e mais igrejas protestantes estão fechando do que abrindo em todo o país. Um declínio ainda maior também parece inevitável, de acordo com estimativas feitas pela Lifeway Research, com sede em Nashville.

Em 2019, bem antes de muitas igrejas serem forçadas a fechar em 2020 devido à pandemia do coronavírus, a Lifeway Research descobriu que aproximadamente 3.000 igrejas protestantes foram iniciadas nos EUA, mas 4.500 igrejas protestantes foram fechadas.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Igreja da Suécia quer proibir o pai de levar a noiva ao altar nos casamentos

Casamento (Foto: reprodução)
Casamento (Foto: reprodução)

O pai levar a noiva ao altar é uma tradição comum em muitos países, mas não na Suécia. Nos costumes tradicionais da nação europeia, baseados na igreja luterana, a noiva e o noivo caminham juntos durante a cerimônia. Porém, nos últimos anos, isso tem mudado – e despertado incômodo em membros da igreja.

Segundo informações do jornal britânico The Guardian, a influência global de filmes e séries é a responsável por inserir aos poucos a prática nos casamentos da Suécia. Em 2010, por exemplo, a princesa herdeira, Victoria, decidiu ser parcialmente conduzida ao altar por seu pai, o rei Carl Gustaf.

Agora, uma moção foi apresentada num encontro da igreja sueca para proibir de vez que os pais levem as filhas ao altar nos casamentos religiosos realizados no país. Sara Waldenfors, uma pastora de Gotemburgo entre as que propôs o veto, disse que não há como escapar do “simbolismo patriarcal” atribuído à prática.

“A tendência relativamente nova de o pai conduzir a noiva pelo corredor e entregá-la ao seu novo marido não faz parte da nossa tradição na igreja. Mesmo que a cena pareça agradável para os futuros casais, não podemos ignorar o que ela simboliza: um pai entregando uma virgem menor de idade ao seu novo guardião”, defendeu em entrevista ao Guardian.

Ela disse estar satisfeita que a moção tenha gerado o tipo de discussão que buscavam: — Foi uma luta tornar natural que as mulheres possam ser ordenadas como sacerdotes. Foi uma luta para que casais do mesmo sexo possam se casar na igreja sueca. Devemos então alterar uma tradição na igreja que não é nossa e não representa algo que podemos aceitar?

No entanto, não são todos os membros da igreja sueca que concordam com Sara. Henrik Lööv, um comissário executivo da paróquia de Jönköping, disse que o pai entregar a noiva ao marido se trata de permitir a inclusão da família na cerimônia, e não de uma “entrega patriarcal”.

“Através disso, a noiva ou o noivo escolhe marcar a importância de um parente em sua vida, uma escolha que significa muito para todos os envolvidos. A entrega da noiva tornou-se cada vez mais popular nos últimos 10 a 15 anos. Provavelmente se deve à inspiração de Hollywood, mas também ao casamento da Princesa Herdeira Victoria, onde o rei caminhou com ela um pouco até o altar”, disse.

Ainda assim, ele pontuou que o número de pessoas adeptas aos costumes estrangeiros não é grande – cerca de 10% dos casamentos que ele celebra, por exemplo, envolvem a noiva sendo conduzida por sua mãe ou pai. Para ele, há uma grande discussão porque o tema toca em dois pontos importantes para os suecos: igualdade de gênero e liberdade individual de escolha.

“Aqueles que são fortemente a favor da proibição acreditam que a entrega da noiva é um costume patriarcal, enquanto muitos que são fortemente contra a proibição acham difícil aceitar que a igreja possa decidir como eles se casam em seu casamento”, continuou.

Ele não acredita que a moção terá sucesso por falta de apoio de outros grupos.

Fonte: Mais Goiás via O Globo

Procurado por crimes sexuais contra crianças, pastor de megaigreja se rende após semanas de cerco da polícia, nas Filipinas

Pastor Apollo Quiboloy se autodeclara "filho de Deus"
Pastor Apollo Quiboloy se autodeclara "filho de Deus"

Após um impasse contencioso de duas semanas com a polícia filipina no complexo de 74 hectares de sua igreja na cidade de Davao, o popular televangelista e líder da seita Reino de Jesus Cristo, Apollo Quiboloy se rendeu às autoridades no domingo para responder por tráfico sexual de crianças e outras acusações.

O advogado do pastor, Israelito Torreon, disse em um comunicado que Quiboloy se rendeu porque não aguentava mais o sofrimento de seus seguidores nas dependências da igreja.

“Isto é para informar o povo filipino que o pastor Apollo C. Quiboloy decidiu se render porque ele não quer que a violência ilegal continue a acontecer no Complexo KOJC e ele não suportou testemunhar nem mais um segundo do sofrimento que seu rebanho estava enfrentando por muitos dias”, disse Torreon.

Quiboloy, que enfrenta acusações de abuso infantil e tráfico de pessoas, que ele e seus seguidores negaram, também está na lista dos mais procurados do FBI por acusações semelhantes nos Estados Unidos.

Uma acusação do Departamento de Justiça dos EUA em 2021 acusou Quiboloy e dois de seus principais administradores de traficar mulheres e meninas jovens nos EUA que foram coagidas a fazer sexo com ele sob ameaças de “condenação eterna”.

O polêmico pastor da megaigreja teria alegado que sexo com ele era um “privilégio” e “vontade de Deus”.

No final do mês passado, cerca de 2.000 policiais locais desceram ao complexo do Reino de Jesus Cristo para prender Quiboloy. Mas ele teria se escondido dentro de um bunker subterrâneo onde os investigadores não conseguiram localizá-lo.

Os agentes do PNP descobriram uma elaborada rede de cômodos, incluindo vários quartos, em um porão de vários andares de sua mansão no complexo da igreja, informou o The Daily Tribune . Fontes policiais confidenciais disseram à publicação que o porão é onde os investigadores acreditam que ele manteve mulheres contra a vontade delas e abusou delas.

Em sua declaração no domingo, Torreon disse que Quiboloy estava esperando ouvir de seus advogados quais seriam os melhores recursos legais disponíveis para ele lutar contra as acusações, mas a batida policial em sua igreja interrompeu esse processo.

“Eventos de cortar o coração e alucinantes aconteceram quando um mandado de prisão foi transformado em uma licença para converter seu amado Complexo KOJC em uma guarnição policial, a sagrada Catedral KOJC foi profanada, a Escola JMC foi transformada em uma mina, seus seguidores foram alvos de brutalidades, um dos quais até morreu, dezenas ficaram feridos, muitos foram presos arbitrariamente, veículos confiscados unilateralmente, tudo isso fez o coração do pastor Apollo Quiboloy sangrar”, disse Torreon.

“Portanto, mesmo tendo o direito de aguardar o resultado dos recursos legais utilizados por seus advogados, ele decidiu fazer o sacrifício máximo e se entregar ao PNP e à AFP”, acrescentou.

Torreon listou vários membros de alto escalão da força de segurança local que o convenceram a se render.

Quiboloy é um amigo de longa data do ex-presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte.

Ele afirma ter 4 milhões de seguidores dizimistas nas Filipinas, mais 2 milhões no exterior e alcança 600 milhões de espectadores em todo o mundo por meio de seu canal de TV .

Em uma entrevista de 2010 com a ABC News , Quiboloy disse que cada membro de seu reino compartilhava sua riqueza e era bem-vindo para ficar em sua mansão. Ele ainda observou que Deus lhe revelou em 1983 que ele deveria ter um jato e argumentou que todos deveriam aceitar o que recebem de Deus na vida, mesmo que seja pobreza.

“Se não é a vontade de Deus que eu tenha essas coisas que tenho, você pode tirar”, ele disse. “É a vontade de Deus que sigamos. … Se ele queria que eu vivesse como um rato, se ele queria que eu vivesse na riqueza ou na pobreza, não importa para mim. Coloque-me lá, e eu serei feliz contanto que seja a vontade de Deus.”

Desde a prisão de Quiboloy, o presidente das Filipinas, Ferdinand Marcos Jr., disse aos repórteres que não receberá nenhum tratamento especial.

“Não há tratamento especial”, disse Marcos na segunda-feira. “Nós o trataremos como qualquer outra pessoa presa e respeitaremos seus direitos.”

Marcos disse que, embora a equipe jurídica de Quiboloy tenha estabelecido condições para sua rendição, incluindo uma garantia de que ele não seria extraditado para os EUA para enfrentar acusações, eles não estão em condições de negociar os termos.

“Impor condições não é uma opção para alguém que é um fugitivo”, disse Marcos. “É com algum alívio que posso dizer que esta fase da operação acabou. Agora deixaremos Quiboloy para o sistema judicial.”

O Departamento de Justiça das Filipinas declarou que o pastor terá que enfrentar o sistema legal doméstico antes que qualquer pedido de extradição dos EUA seja concedido.

As acusações de 2021 nos EUA contra Quiboloy são uma expansão das alegações feitas no início de 2020 contra três administradores da igreja baseados em Los Angeles. As alegações nomeiam nove réus, incluindo Quiboloy, agora com 74 anos, e seus dois administradores, Teresita Tolibas Dandan, também conhecida como “Tessie”, e “Sis Ting”, agora com 62 anos, da cidade de Davao.

O “administrador internacional” foi um dos principais supervisores da KOJC e da Children’s Joy Foundation, sediada em Glendale, nos EUA.

A outra administradora principal, Felina Salinas, também conhecida como “Sis Eng Eng”, 53, de Kapolei, Havaí, supostamente coletou e garantiu passaportes e outros documentos de trabalhadores da KOJC no Havaí. Ela também supostamente direcionou fundos solicitados de membros da igreja para oficiais da igreja nas Filipinas.

Quiboloy, Dandan e Salinas são acusados na primeira acusação de um processo de substituição, que alega a conspiração de tráfico sexual. Cada um deles é acusado em pelo menos três das cinco acusações substantivas de tráfico sexual por força, fraude e coerção.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Perseguição religiosa na Índia: desafios e esperança

Bandeira da Índia nas mãos de uma mulher (Foto: Reprodução/Portas Abertas)
Bandeira da Índia nas mãos de uma mulher (Foto: Reprodução/Portas Abertas)

A Índia está na 11ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2024, uma classificação que mostra os países onde é mais difícil ser cristão. No país, pressão e violência são maiores para convertidos do hinduísmo, se tornando alvos frequentes de nacionalistas hindus, que acreditam que todo indiano deve ser hindu. Os extremistas hindus também acreditam que a Índia é para hindus e não há espaço para outras religiões. Eles acreditam que Cristo e, portanto, o cristianismo, são um Deus e uma religião estrangeiros.

Em geral, quando alguém se torna cristão e deixa o hinduísmo, seu estilo de vida muda. Eles evitam a adoração aos ídolos, rituais hindus e deixam de ir ao templo. Eles também não fazem mais doações para os festivais locais, o que é um gatilho para os hindus linha dura, resultando em aumento na perseguição. As leis anticonversão em múltiplos estados também têm efeito sobre a igreja indiana, pois pastores e evangelistas correm risco de serem presos se forem acusados de coagir alguém a se converter ao cristianismo.

A perseguição pode ser violenta. Cristãos experimentam violência física, sexual, sequestros, ataques a encontros em igrejas, vandalismo, fechamento forçado de igrejas e até mesmo morte. Mas a perseguição pode ser mais súbita e cheia de pressão. Cristãos enfrentam falsas acusações de conversão religiosa forçada, discurso de ódio, ostracismo social (principalmente dano aos cristãos em áreas rurais que dependem de recursos comunitários como poços de água para prover suas necessidades básicas), abuso mental, manifestações públicas e são sujeitos a programas de reconversão visando os de origem hinduísta (o programa é chamado Ghar Wapsi, que em hindi significa “volta para casa”).

Nos últimos anos, muitas igrejas domésticas tiveram início com novos cristãos, que tendem a ser economicamente pobres. Muitas vezes, eles encontram a Cristo em busca de cura ou paz. Por não se sentirem confortáveis em estabelecer igrejas, pois os membros de igrejas estabelecidas podem ser mais ricos e congregações maiores podem deixar os novos cristãos se sentindo perdidos, eles acabam indo para as igrejas domésticas. Por isso, o número continua aumentando.

Porém esse aumento chama a atenção de extremistas hindus. As igrejas domésticas são alvos fáceis para violência, por não terem prédios de igrejas registrados. Qualquer tipo de encontro em casas de cristãos é tido como uma reunião para converter pessoas ao cristianismo usando dinheiro ou outros meios fraudulentos. Portanto, igrejas domésticas são monitoradas de perto – se algum cristão é novo convertido ou o único convertido na família, a informação chega aos extremistas, tornando a igreja doméstica ainda mais vulnerável.

Fonte: Portas Abertas

Cristã presa sob a lei de blasfêmia promete continuar compartilhando o Evangelho no Paquistão

Cristãos durante culto no Paquistão (Foto: Portas Abertas)
Cristãos durante culto no Paquistão (Foto: Portas Abertas)

Uma mulher cristã presa sob a lei de blasfêmia do Paquistão, junto com sua irmã e outros três cristãos, prometeu continuar pregando o Evangelho aos muçulmanos.

“Estou trabalhando para o Senhor e estou preparada para pagar o preço por este serviço”, disse Saba Boota, uma moradora de 27 anos da France Colony, em Islamabad, depois que um tribunal concedeu fiança a ela e seus quatro membros de equipe na quinta-feira.

Na quarta-feira à noite, a Polícia Ferroviária de Rawalpindi prendeu Boota, sua irmã de 24 anos, Anita Boota, Adeel Shamaun, de 22 anos, Zubaeyen Samson, de 17 anos, e o cidadão britânico Jonathan Howard, de 34 anos, depois que membros do partido islâmico Tehreek-e-Labbaik Pakistan (TLP) se opuseram à partilha deles sobre Cristo com os muçulmanos.

“Eu estava pregando para uma multidão na estação ferroviária quando alguns membros do TLP chegaram lá e começaram a intimidar nosso grupo, embora eu não tivesse dito nada contra a fé islâmica”, disse Boota ao Christian Daily International-Morning Star News após sua libertação da custódia.

Anteriormente membro da Igreja Católica Romana, Saba e sua irmã se juntaram à Pentecostal, United Mission of God Church alguns anos atrás. Titular de um mestrado em educação, mas atualmente desempregada, Boota disse que ela e sua irmã formaram um grupo evangelístico para espalhar a mensagem de esperança e salvação de Cristo entre os muçulmanos.

“No meu sermão, eu disse que ritos religiosos como jejum e Zakat [uma esmola anual que os muçulmanos devem pagar] não eram garantia para nossa salvação, e que Jesus Cristo é a única fonte de vida eterna”, disse Boota. “A multidão estava ouvindo muito atentamente quando os membros do TLP chegaram lá e interromperam o sermão.”

Ela acrescentou que os membros do TLP começaram a vaiar o grupo cristão, mas a intervenção oportuna da polícia evitou a violência.

A polícia os deteve, onde oficiais superiores os interrogaram por mais de quatro horas, disse ela.

“Os oficiais concordaram conosco que não havíamos dito nada desrespeitoso ao islamismo, mas registraram um caso de blasfêmia contra nós devido à pressão exercida pelo TLP”, disse Boota.

A polícia registrou o caso sob a Seção 298 da lei de blasfêmia por ferir deliberadamente sentimentos religiosos, o que acarreta uma punição de até um ano de prisão e/ou multa; Seção 120 da Lei Ferroviária por “cometer incômodo em uma ferrovia”, punível com até seis meses de prisão e/ou multa; e Seção 34 do Código Penal do Paquistão, “um ato criminoso cometido por várias pessoas com uma intenção comum”.

Boota disse que o trabalhador cristão britânico, Howard, se juntou ao grupo paquistanês pela primeira vez.

“Esta foi nossa primeira missão de pregação com o irmão Jonathan”, ela disse. “Os outros membros masculinos do grupo, Adeel e Shamaun, são de origens humildes como nós e compartilham nossa paixão por servir a Cristo.”

Expressando a determinação do grupo em continuar com sua missão de pregação, Boota disse que o caso policial e as ameaças de grupos islâmicos não os impediriam de compartilhar o Evangelho.

“Em Mateus 28:19-20, Cristo nos concedeu a missão global de espalhar o Evangelho”, ela disse. “É um chamado à ação para todos os crentes, prometendo Sua presença conosco enquanto cumprimos esta comissão.”

O advogado cristão Waheed Javed disse que a polícia havia pedido a prisão preventiva deles, mas que felizmente o tribunal concedeu fiança mediante fiança de 100.000 rúpias (US$ 358) cada.

Ele disse que a intervenção oportuna da polícia impediu que a situação piorasse.

“Qualquer coisa poderia ter acontecido, dado o histórico do TLP de incitar a violência contra cristãos em nome da blasfêmia”, disse Javed ao Christian Daily International-Morning Star News, acrescentando que o grupo deve ter cautela, pois o TLP e outros grupos extremistas islâmicos buscam perseguir cristãos.

Centenas de pessoas foram encarceradas por acusações de blasfêmia durante 2023 no Paquistão, com 552 detidas em prisões somente na província de Punjab, de acordo com a organização de pesquisa Center for Social Justice (CSJ). Pelo menos 350 pessoas estavam atrás das grades em junho deste ano, enquanto 103 indivíduos foram acusados ​​de blasfêmia entre janeiro e junho deste ano, declarou o CSJ.

O Paquistão ficou em sétimo lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2024 da Portas Abertas, que lista os lugares mais difíceis para ser cristão.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Família cristã é pressionada a negar a Jesus no Irã

Família cristã no Irã (foto representativa: Portas Abertas)
Família cristã no Irã (foto representativa: Portas Abertas)

No Irã, a liberdade religiosa é prometida, mas raramente cumprida. Na nação, cristãos como Hasan enfrentam perseguição extrema por amor a Jesus. Ele já foi preso, ameaçado, discriminado e teve a casa revistada por autoridades iranianas. A perseguição religiosa tirou a paz da família do cristão e afetou a saúde psicológica dele.

“Eles invadiram minha casa de madrugada para perturbar a paz da minha família. Eles não me interrogaram durante o dia, mas às duas horas da manhã, para desestabilizar o meu emocional e dos meus familiares”, conta Hasan.

A fé afetou a vida familiar em diversos aspectos. Quando a filha de Hasan estava prestes a se casar, as autoridades dificultaram o acesso deles a documentos oficiais por se tratar de cristãos. “Fomos obrigados a nos apresentar a três mulás, líderes muçulmanos. O último deles se esqueceu de nos perguntar sobre nossa fé, talvez porque nossos nomes são muçulmanos. Não tenho certeza. Mas foi por isso, que pela graça de Deus, minha filha pôde registrar o casamento”, conta o cristão iraniano.

Determinados a anunciar o evangelho

No entanto, o governo não é a única fonte de perseguição no Irã. A família também exerce grande pressão sobre os seguidores de Jesus no país. O filho de Hasan é fortemente discriminado pelos parentes. “Porque sou cristão, eles não mostram carinho por mim, não se importam com meu filho mais novo, por outro lado, enchem de afeto e atenção o meu sobrinho, que é muçulmano”, acrescenta Hasan.

Esse tipo de rejeição da família e discriminação torna o fardo das famílias cristãs no Irã ainda mais pesado. Mesmo assim, Hasan e sua família permanecem firmes no compromisso com Cristo. O governo continua a usar o medo e a intimidação para suprimir a comunidade cristã e suas atividades, mas não consegue impedir Hasan e outros seguidores de Jesus no Irã.

“Eles querem que eu mantenha a minha fé escondida, mas como posso deixar de falar de Jesus quando vejo as pessoas carecendo de salvação?”, diz Hasan que vive com a certeza de que nada pode separá-lo do amor de Deus.

As orações das igrejas no Brasil e no mundo todo são o que sustentam nossos irmãos e irmãs na fé no Irã para perseverarem. Eles têm recebido treinamentos e ajuda emergencial em sua jornada com Cristo graças à generosidade e à compaixão dos parceiros da Portas Abertas e louvamos a Deus por cada um que se envolve na missão de apoiar a Igreja Perseguida.

Fonte: Portas Abertas

Rebeca Nemer e Paulo Cesar Baruk anunciam gravidez após 15 anos tentando

Rebeca Nemer e Paulo Cesar Baruk (Foto: Reprodução/Instagram @rebecanemer)
Rebeca Nemer e Paulo Cesar Baruk (Foto: Reprodução/Instagram @rebecanemer)

Na última terça-feira (3), a artista cristã Rebeca Nemer e o cantor Paulo Cesar Baruk anunciaram que estão esperando seu primeiro bebê após 15 anos tentando engravidar.

O casal testemunhou o milagre de Deus em uma cerimônia de renovação dos votos matrimoniais, onde familiares e amigos se emocionaram com a notícia.

Durante a cerimônia, Rebeca declarou: “Mesmo quando o nosso sonho não aconteceu e a longa espera tentou minar até a nossa fé, novamente o Senhor nos fortaleceu e entendemos que realmente, o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. E quando tudo estava mais consolidado e em paz, decidimos pela última vez tentar de novo, optamos por esperançar. Nós não merecemos: ‘Por que nós Senhor?’. Não sei. Mas recebo, agradeço, me alegro e entrego”.

Nesse momento, ao anunciar a gravidez, Rebeca recitou o Cântico de Maria descrito no texto bíblico de Lucas 1:

“E hoje, faço minhas palavras as de Maria: ‘A minha alma anuncia a grandeza do Senhor, o meu espírito está alegre por causa de Deus, o meu Salvador, pois Ele lembrou de mim, sua humilde serva. De agora em diante, todos vão me chamar de mulher abençoada, porque o Deus todo poderoso fez grandes coisas por mim”.

Ao marido, ela disse: “Eu amei a sua versão pai de pet e eu estou ansiosa para daqui a 6 meses conhecer a sua versão de pai de humano. Eu te amo”.

E Baruk completou: “A Rebeca está grávida gente!”

O processo da espera

Em julho deste ano, Rebeca participou do podcast HuB, onde relatou sobre a infertilidade e as dificuldades de não conseguir ser mãe. Apesar do difícil processo de espera, sua fé permaneceu viva.

“Nem nos meus piores sonhos eu nunca imaginei que um dia eu não pudesse ter filhos, para mim, era uma coisa muito natural”, disse ela.

Rebeca contou que antes de casar, aos 22 anos, fez exames com uma ginecologista e a médica afirmou que ela estava “pronta para engravidar”. No entanto, quando o casal começou a tentar ter um bebê, eles não conseguiam.

“Dois anos tentando engravidar, não engravidou, tem alguma coisa errada. Precisa procurar ajuda. Então, começamos a procurar os médicos e nunca tivemos um diagnóstico fechado”, contou ela.

O casal foi recomendado a fazer uma fertilização, mas decidiram esperar mais tempo. Enquanto isso, passaram por outros procedimentos como coito programado, ovulação assistida e inseminação artificial.

Aos 33 anos, Rebeca fez a primeira fertilização e após ver que não deu certo, disse: “Era a minha carta na manga, então meu mundo caiu. Reagi muito mal, fiquei extremamente deprimida porque não existe um tratamento superior a esse”.

“As cobranças colocam em você um peso que não é seu. A gente foi muito ferido nesse sentido”, acrescentou ela.

Refletindo sobre a possibilidade de ainda ser mãe, ela afirmou: “Porque quando Deus fala ‘Não’ ou quando Ele fala ‘Sim’, a bondade Dele é expressa nos dois momentos”.

O milagre

Em 2022, Rebeca e Baruk contaram um testemunho no YouTube com o tema “Por que não engravidamos?”, onde falaram sobre as dificuldades e angústias desse processo.

No entanto, aos 42 anos, Rebeca viu Deus responder às suas orações. No Instagram, o casal compartilhou: “Estamos como quem sonha. Muito obrigado, Senhor”. E citaram o Salmo 126: 2-3, que diz:

“Nossa boca se encheu de riso, e cantamos de alegria. As outras nações disseram: ‘O Senhor fez coisas grandiosas por eles’. Sim, o Senhor fez coisas grandiosas por nós; que alegria”.

“20 anos de nós dois. Um dia para guardar no coração”, disse Baruk. E Rebeca acrescentou: “Casei ‘de novo’ com o amor da minha vida”.

O cantor Isaias Saad, amigo do casal, esteve presente na cerimônia e também testemunhou o milagre nas redes sociais:

“Ontem foi um dos dias mais felizes das nossas vidas. Choramos, pulamos, cantamos, nos abraçamos, celebramos juntos o Deus que tudo pode e tudo faz. Rebeca e Baruk serão papais. Não dá pra segurar tamanha alegria e emoção”.

E continuou: “Quem conhece a história desse casal, vai se alegrar e se emocionar junto. Pois não tem como não ver a mão do Autor da Vida em tudo isso. 20 anos não são 20 dias ou 20 meses. 20 anos sendo fiéis a Deus, amando e confiando nEle, não por aquilo que ele faz, mas por quem Ele é. São muitos anos declarando que: ‘Ele continua sendo bom, Ele continua sendo Deus’ a despeito de toda e qualquer circunstância”.

O cantor concluiu dizendo: “Baruk e Rebeca, amamos e celebramos vocês e esse milagre que vocês estão esperando”.

Fonte: Guia-me

Gabriela Rocha comemora 36 semanas de gravidez

Gabriela Rocha grávida do 1º filho, Levi (Foto: Reprodução)
Gabriela Rocha grávida do 1º filho, Levi (Foto: Reprodução)

A cantora gospel Gabriela Rocha, que está na reta final de sua primeira gravidez, chegou à marca de 36 semanas de gestação. Gabriela, que é casada com o empresário Leandro Moreira, está esperando um menino que se chamará Levi. O nome, de origem hebraica, significa “união” ou “juntar”, e faz referência ao ancestral dos levitas na Bíblia​.

Ao longo da gestação, Gabriela tem compartilhado momentos especiais com seus fãs nas redes sociais, recebendo mensagens de apoio e carinho. Em postagens anteriores, a cantora já havia mencionado que este é o “melhor capítulo” de sua vida, demonstrando a alegria e gratidão pela chegada do primeiro filho​.

A cantora, conhecida por sua voz marcante no cenário gospel, está aproveitando o período de pausa em sua carreira para focar na maternidade, aguardando ansiosamente o nascimento de Levi​.

Fonte: Fuxico Gospel

Ads
- Publicidade -
-Publicidade-