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Ministério Público investiga igreja em Pernambuco por “poluição sonora”

Sede do Ministério Público de Pernambuco em Recife (Foto: Reprodução)
Sede do Ministério Público de Pernambuco em Recife (Foto: Reprodução)

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) anunciou a abertura de um procedimento administrativo contra a Igreja Assembleia de YAUH, localizada em Serra Talhada, para investigar a possível prática de poluição sonora. A denúncia partiu de moradores vizinhos, que não gostaram do barulho.

De acordo com a Promotoria Pública, os residentes do entorno relataram repetidas perturbações devido ao volume alto do som proveniente da igreja. Ainda de acordo com as informações, os moradores buscaram um acordo com os responsáveis pela igreja, mas suas tentativas não foram bem-sucedidas.

O processo aberto pelo MPPE revela que a pessoa responsável pela igreja está sob investigação.

Além disso, a Agência Municipal do Meio Ambiente também será chamada a se pronunciar sobre o caso. O procedimento administrativo tem como objetivo acompanhar e fiscalizar a prática de poluição sonora atribuída à igreja denunciada.

O promotor de Justiça, Vandeci de Souza Leite, assinou a peça, determinando que a Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA) seja autuada e que o caso seja registrado no Sistema de tramitação eletrônica de autos.

Fonte: JM Notícia

Terroristas sequestram pelo menos 30 cristãos na Nigéria

Mapa da Nigéria (Foto: Canva Pro)
Mapa da Nigéria (Foto: Canva Pro)

Terroristas sequestraram no sábado mais de 30 cristãos no sul do estado de Kaduna, na Nigéria, disseram moradores.

Os agressores emboscaram e levaram os cristãos sob a mira de uma arma por volta das 11h, enquanto trabalhavam em uma fazenda comunitária em Chikuri, condado de Chikun, disse o morador da área, Victor Dabo, em uma mensagem de texto.

“Mais de 30 agricultores cristãos que cultivavam uma fazenda foram sequestrados de uma só vez”, disse Dabo ao Morning Star News. “Por favor, ore pela comunidade cristã Chikuri.”

Outro morador, Dogara Peter, disse que sua mãe e irmã estavam entre os sequestrados enquanto trabalhavam na fazenda.

“Os terroristas sequestraram 30 dos nossos aldeões cristãos enquanto trabalhavam numa quinta que pertence ao Sr. Maikudi, um membro idoso da nossa comunidade”, disse Peter ao Morning Star News. “A minha mãe e a minha irmã estão entre as pessoas sequestradas pelos terroristas. Este incidente deixou a nossa comunidade confusa. Os terroristas ainda não nos contataram mais de 24 horas após o sequestro dos nossos familiares.”

Os sequestros marcaram a terceira vez que os terroristas invadiram a sua comunidade traumatizada, disse ele. Afirmando que a última esperança da comunidade estava na polícia, em outras agências de segurança e no governo nigeriano, ele lançou um apelo para que resgatassem os mantidos em cativeiro.

“Fazemos este apelo porque não temos onde angariar dinheiro para o pagamento do resgate se estes terroristas eventualmente nos pedirem para o fazer, como tem sido a norma nos outros dois ataques à nossa comunidade”, disse Peter.

Folha Gospel com informações de The Christian Today e Morning Star News

Comissão da Câmara aprova projeto que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo

Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados. (Foto: Agência Câmara de Notícias)
Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados. (Foto: Agência Câmara de Notícias)

A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o projeto que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A medida está prevista no parecer do relator, deputado Pastor Eurico (PL-PE), apresentado ao Projeto de Lei 580/07 e aos textos apensados a ele. O parecer recebeu 12 votos favoráveis e cinco contrários. 

A proposta ainda será analisada nas comissões de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial; e de Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Se for aprovada, seguirá para o Senado.

A aprovação da proposta contraria a atual jurisprudência brasileira. Desde 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhece a união entre casais do mesmo sexo como entidade familiar.

Pastor Eurico, no entanto, argumenta que cabe ao Poder Legislativo, e não ao STF, deliberar sobre o tema.

Nesta terça-feira (10), Eurico apresentou uma complementação ao seu parecer, que inclui novos pontos. O texto do relator mantém a proibição da união homoafetiva, e determina que a Justiça interprete o casamento e a união estável de forma estrita, sem “extensões analógicas”. Ou seja, deixa claro que essas formas de união dizem respeito apenas a homem e mulher.

Critérios religiosos

O novo texto determina também que o Estado e a legislação civil não poderão interferir nos critérios e requisitos do casamento religioso, sendo vedado qualquer constrangimento a ministro de confissão religiosa ou violação às normas de seus templos. O objetivo dessa medida, segundo o relator, é garantir a proteção das instituições e ministros religiosos.

Pastor Eurico citou trechos bíblicos na tentativa de demonstrar que as culturas antigas julgavam a homossexualidade um fenômeno repreensível e defendeu que o instituto do casamento tem a finalidade da procriação.

“A relação homossexual não proporciona à sociedade a eficácia especial da procriação, que justifica a regulamentação na forma de casamento e a sua consequente proteção especial pelo Estado”, disse. “Tentar estender o regime de casamento aos homossexuais é uma tentativa vã de mudar a realidade através de leis”, acrescentou. 

Além disso, o relator classificou a remoção da homossexualidade da lista de transtornos mentais (DSM) da Associação Americana de Psiquiatria (APA), em 1973, como “o lamentável desfecho que se deu quando a militância político-ideológica se sobrepôs à ciência”.

Deputados contrários

Em menor número, parlamentares contrários ao parecer chegaram a abandonar a sala da comissão antes da votação final, na tentativa de evitar o quórum necessário, mas não foram bem sucedidos.

Eles também pediram ao presidente da comissão, deputado Fernando Rodolfo (PL-PE), mais tempo para analisar a complementação apresentada por Eurico, mas não foram atendidos. Rodolfo afirmou que não havia previsão regimental para isso.

A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) ressaltou que 80 mil famílias já se casaram e têm direitos previdenciários e civis, como herança e acesso ao plano de saúde do companheiro, que serão retirados se a proposta virar lei. Segundo ela, se o objetivo do casamento é apenas procriação, como defendeu o relator, pessoas idosas que não podem mais ter filhos não poderiam se casar. 

A deputada Erika Kokay (PT-DF) observou que vários casais homossexuais inclusive já adotaram crianças, mas o instituto da adoção foi desprezado no relatório.

A deputada Daiana Santos (PCdoB-RS) argumentou que a proposta aprovada é inconstitucional por causa da jurisprudência do STF. “A própria OAB já falou da inconstitucionalidade desse momento, deste espaço, que não deveria estar fazendo esse debate”, avaliou.

A deputada Erika Hilton (Psol-SP) criticou a associação da homossexualidade a patologias e a doenças. “A nossa comunidade ama, a nossa comunidade compartilha plano de saúde, previdência social, esses direitos não podem ser revogados. Nós não podemos retroceder, precisamos avançar. Não adianta usar da fé e religiosidade para mascarar o ódio”, disse Erika. 

Deputados favoráveis

A deputada Priscila Costa (PL-CE) disse que a proposta não retira direitos porque esses supostos direitos estariam amparados em uma “gambiarra do STF”. 

Entre os apoiadores do projeto, houve consenso de que o tema já havia sido adequadamente discutido na comissão em reuniões anteriores. Essa foi a opinião, por exemplo, do deputado Messias Donato (Republicanos-ES).

Já o deputado Pastor Marco Feliciano (PL-SP) reclamou da quebra de um acordo que garantia a votação nesta terça. “Não dá para fazer acordo com eles [deputados contrários ao projeto]”, criticou. Mas Erika Kokay argumentou que o acordo era para construir um grupo de trabalho para discutir a proposta. Segundo ela, esse acordo foi desprezado. 

Integrantes da sociedade civil protestaram contra o relatório e a retirada de direitos da comunidade LGBTQIA+ e foram retirados da comissão antes que a votação da proposta fosse encerrada.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Guerra gera mais restrições em Israel e na Palestina

Israel lança contra-ataque em Gaza (Foto: Reprodução)
Israel lança contra-ataque em Gaza (Foto: Reprodução)

No último sábado, o grupo Hamas lançou um ataque massivo de mísseis em Israel e enviou militantes que entraram em território israelense. A guerra entre Israel e Hamas tem impacto direto na vida dos cristãos palestinos, israelenses e de nossa equipe que atua na região.

A Faixa de Gaza foi uma das regiões mais afetadas entre os Territórios Palestinos. É uma pequena faixa de terra, com aproximadamente 365 km² de extensão. A área, onde quase 2 milhões de palestinos vivem, é controlada pelo grupo radical islâmico Hamas desde 2006.

Desde que o grupo subiu ao poder, o governo israelense impôs um bloqueio terrestre e marítimo à região. Apenas as pessoas que recebem permissão do governo israelense podem viajar para fora, para trabalhar em Gaza, por exemplo. Após o ataque surpresa de sábado, Israel declarou estado de guerra e as restrições se tornaram ainda maiores.

Unidos em oração

A Portas Abertas recebeu, na manhã do dia 9, a confirmação de que todos os parceiros locais estão bem e seguros pela graça de Deus. A casa de um deles é vizinha de uma das residências atingidas pelos mísseis. Eles tiveram que dormir na casa de um parente por causa da insegurança, mas agora estão bem.

Por causa das mortes causadas pelos ataques, o governo israelense fechou todos os postos de verificação de trânsito, ou seja, todos os cidadãos na Cisjordânia não podem sair das cidades onde estão.

A guerra também impactou o trabalho da Portas Abertas que tinha organizado um treinamento para mulheres e outros encontros na região e precisou cancelar a programação.

A Portas Abertas está auxiliando igrejas locais a ajudarem vítimas dos bombardeios com alimentos e medicação. Na região da Cisjordânia, cristãos palestinos mantiveram os cultos e relatam que oram “por paz e justiça na Terra Santa”. Contamos com suas orações por Israel e pelos Territórios Palestinos.

Fonte: Portas Abertas

Presidente do STF decide tirar aborto da pauta para julgamento

Ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF)
Ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, afirmou que não pretende retomar o julgamento da legalização do aborto. Recém empossado, é ele quem decide o que será pautado ou não no Supremo.

“Não há nenhuma previsão para marcar o julgamento sobre a descriminalização do aborto até o terceiro mês de gestação. Entendo que esse é um tema que ainda precisa de mais debate na sociedade”, declarou Barroso à coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.

Em 22 de setembro, a então presidente do STF, ministra Rosa Weber, colocou a pauta do aborto em julgamento.

O pedido da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 442), proposta ao Supremo pelo (Partido Socialismo e Liberdade – PSOL), de extrema esquerda, já foi tema de audiência pública na Corte em 2018.

O julgamento da ação busca que o Supremo determine a incompatibilidade de dois artigos do Código Penal, que criminalizam tanto a gestante quanto a pessoa que realiza o aborto.

O reinício do julgamento registrou o primeiro voto favorável à liberação do aborto, emitido pela ministra Rosa Weber, que havia se comprometido a retomar a discussão antes de sua aposentadoria em outubro.

O julgamento estava paralizado. Com o novo presidente do Supremo, não há previsão do retorno da pauta no STF.

Maioria dos brasileiros é contra o aborto

No Brasil, o aborto é considerado crime, sendo permitido sem punição em situações de gravidez resultante de estupro, risco à vida da mulher ou anencefalia do feto.

Uma pesquisa recente, realizada pelo IPEC, apontou que 70% dos brasileiros são contra a legalização o aborto.

No último domingo (8), centenas de pessoas protestaram contra o aborto em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Vestindo branco e carregando balões, centenas de famílias marcharam em defesa da vida. Muitas crianças e bebês em carrinhos participaram do evento. “Vida sim, aborto não”, afirmaram os manifestantes.

Manifestações pró-vida também aconteceram em outras cidades no domingo (8), incluindo São Paulo e Brasília.

Fonte: Guia-me com informações de Folha de S. Paulo

Silas Malafaia é condenado a pagar R$ 15 mil de indenização para jornalista Vera Magalhães

Pastor Silas Malafaia de cabeça baixa durante pregação
Pastor Silas Malafaia de cabeça baixa durante pregação

A Justiça paulista condenou o pastor Silas Malafaia a pagar uma indenização por danos morais de R$ 15 mil à jornalista Vera Magalhães, apresentadora do programa Roda Viva, da TV Cultura, e colunista da rádio CBN.

Em 2022, Malafaia disse nas redes sociais que Vera recebia R$ 500 mil por ano do então governador João Doria (PSDB-SP) para emitir ataques ao então presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Entendeu? Doria começou a bancar a jornalista que ataca o presidente em todo o tempo”, escreveu à época.

Vera disse à Justiça que as afirmações eram mentirosas e que tinham o objetivo de inibir o livre exercício da profissão de jornalista e cercear a liberdade de imprensa.

Como apresentadora do Roda Viva, a jornalista é contratada pela Fundação Padre Anchieta, que é custeada por verbas aprovadas pela Assembleia Legislativa e por recursos publicitários obtidos junto à iniciativa privada. A fundação tem independência para decidir quem contratar.

No processo aberto contra o pastor, a jornalista comprovou que o salário recebido é muito inferior aos valores divulgados na fake news.

Silas Malafaia se defendeu no processo afirmando que não ofendeu a jornalista e que apenas exerceu seu direito de crítica. Declarou que, em relação aos valores da remuneração, havia sido induzido a erro por um vídeo gravado por deputados estaduais. Ele disse que corrigiu o dado assim que soube do erro.

A juíza Maria Bertoldo não aceitou a argumentação e disse, na sentença, que ficou caracterizado o dano moral na medida em que o pastor se valeu dos meios digitais para divulgar informações erradas sobre a jornalista, sobretudo em relação ao alegado vínculo político.

“O réu [o pastor] agiu com manifesto abuso de direito”, afirmou a juíza.

Malafaia ainda pode recorrer.

A defesa de Vera foi realizada pelos advogados Pierpaolo Bottini, Igor Tamasauskas e Beatriz Logarezzi. Segundo eles, quem ganha com a sentença “é a liberdade de imprensa e o importantíssimo trabalho realizado por Vera e os demais profissionais sérios da área, que são essenciais para a formação de uma opinião pública livre e para o exercício da cidadania em uma democracia saudável”.

Fonte: UOL

Cristãos europeus apoiam firmemente Israel

A bandeira de Israel projetada na Torre Eiffel. (Foto X, Raymond Oostrum)
A bandeira de Israel projetada na Torre Eiffel. (Foto X, Raymond Oostrum)

Desde sábado, Israel está “em guerra” com o grupo terrorista palestino Hamas. O Estado judeu foi surpreendido por uma série de ataques severos no início da manhã. Centenas de israelenses foram mortos ou sequestrados e os combates continuam.

Europeus de todo o continente uniram-se quase imediatamente em apoio a Israel. As igrejas pediram oração e os cristãos se expressaram nas redes sociais.

Na Noruega, o Conselho Cristão falou sobre “terrorismo”, disse o secretário-geral Erhard Hermansen ao jornal Dagen . “Como igrejas cristãs, devemos orar constantemente por uma solução pacífica e justa para os conflitos na região. Oramos pela paz em Israel e na Palestina”, diz Hermansen.

Os evangélicos franceses também defendem Israel. O Conselho Nacional de Evangélicos da França (CNEF) expressa “sua solidariedade ao povo de Israel”. O Conselho apela à sociedade francesa para que condene a “violência e os assassinatos que nada justifica”.

Mídia cristã

A mídia cristã analisa a situação em seus editoriais. O dinamarquês Kristeligt Dagblad argumenta que o Hamas está provocando a sua própria destruição. Os editores-chefes estão certos: “Os infelizes habitantes da Faixa de Gaza nunca terão uma vida melhor enquanto aceitarem ser governados por uma organização terrorista”.

O comentário também salienta que foi a própria população palestina que elevou o Hamas ao poder. No entanto, o jornal acredita que deveria ficar claro para os residentes de Gaza “que o Hamas é a garantia de que a sua tragédia não terminará”.

Manhã de terror

Dagen acredita que as consequências dos ataques do Hamas serão enormes. “O Estado judeu não permanecerá o mesmo depois da “manhã de terror” quando o Hamas atacou um Israel despreparado”, afirma o jornal num comentário.

A agência de imprensa cristã alemã Idea também apela à oração e ao apoio claro a Israel. “A manobra vergonhosa que muitos líderes religiosos usam para evitar afirmar o óbvio tem de acabar. O mal fundamental no chamado conflito do Oriente Médio não é esta ou aquela medida do governo israelita, mas o ódio selvagem que a propaganda palestina tem vindo a fomentar há décadas. Os acontecimentos atuais na Terra Santa são seus frutos sangrentos.”

O diário holandês Reformatorisch Dagblad também apela ao apoio incondicional a Israel. “O extremismo islâmico mostrou a sua verdadeira face”, afirma o diário. O Reformatorisch Dagblad é muito claro: “Os países ocidentais devem agora permanecer unidos atrás de Israel. O tempo de duvidar e manter ambas as partes satisfeitas acabou definitivamente. Israel merece apoio incondicional.”

Bíblico

O Nederlands Dagblad sublinha que existe também outra forma de responder ao conflito. “Uma oração pelo fim da violência não é moralista ou covarde, mas bíblica”.

O comentário aponta que a guerra no Oriente Médio repercute nas redes sociais. “E é decepcionante que muitos cristãos participem de todo o coração nestas discussões”, afirma. Qualquer pessoa que não queira manifestar apoio a Israel é vista como covarde ou amiga dos palestinos, ilustra o Nederlands Dagblad.

Porém, ressalta que algo mais é necessário neste momento: “Guarde o smartphone, feche o laptop, feche os olhos e cruze as mãos”.

Terror imperdoável

O político holandês Pieter Grinswis (deputado do partido União Cristã) está indignado com o fato de as cidades de Roterdã e Haia, entre outras, se recusarem a hastear a bandeira israelita. Alguns deles hasteiam a bandeira de sua própria cidade. Grinwis não entende essas ações, diz ele ao CVandaag . Amsterdã foi uma das primeiras cidades a anunciar que hastearia a bandeira israelense; O primeiro-ministro Rutte anunciou que iria ordenar isso para os edifícios do governo.

“Todo município, província ou quem quer que seja, que hasteie outra bandeira que não a de Israel após o terror e a barbárie imperdoáveis ​​dos terroristas do Hamas, não o faça. Neutralidade em relação à barbárie e ao ódio não existe, apenas solidariedade ou covardia.”, disse Grinswis.

O pastor Marten Visser diz estar envergonhado porque a sua denominação religiosa, a Igreja Protestante dos Países Baixos (PKN), apela à oração tanto por judeus como por palestinos. “Penso que, além deste texto inclusivo, pode haver também oração pela paz para Jerusalém”, respondeu o seu colega Bram Kunz ao texto.

Os líderes de todos os partidos políticos cristãos na Holanda expressaram “apoio total” a Israel.

Alemanha

Os cristãos na Alemanha condenam os ataques, relata a Idea. A organização Christen an der Seite Israels fala do “terror mais brutal”. A organização está satisfeita com o apoio das autoridades alemãs ao país. “A Alemanha tem a obrigação moral de apoiar, e não criticar, os esforços de defesa israelitas.”

A Igreja Protestante Alemã (EKD) apoia Israel. “Os nossos pensamentos e orações estão com o povo de Israel, cujo país visitamos há poucos dias”, declara Annette Kurschus, presidente da EKD.

Georg Bätzing, da Conferência dos Bispos Católicos Alemães, tuitou sobre a “escalada perigosa”.

Trágico

Rita Famos, da Igreja Protestante Reformada da Suíça, fala ao site Ref.ch sobre um “ato desumano de terrorismo”. Ela espera que o derramamento de sangue pare em breve e “que as duas partes encontrem o caminho de volta à mesa de negociações com vista a uma solução de dois Estados”.

O Conselho Mundial de Igrejas pede um cessar-fogo e uma redução imediata do conflito, escreve Ref.ch. O secretário-geral Jerry Pillay disse estar “profundamente preocupado com o perigo iminente de um conflito cada vez pior e com as inevitáveis ​​consequências trágicas para o povo da região, tanto israelenses quanto palestinos”.

A bandeira israelense foi projetada no Brandenburger Tor, na Alemanha, em apoio a Israel. Foto X, Centrale Ermittlungsstelle

Oração

O Papa Francisco pede o fim da violência em Israel. “O terrorismo e a guerra não resolvem os problemas, mas levam a mais sofrimento e à morte de civis inocentes”, disse ele no domingo. “A guerra é apenas uma derrota”, acrescentou.

Os bispos austríacos concordam com o Papa, escreve o site Religion.orf . Christoph Schönborn, o arcebispo de Viena, escreveu no X que espera “uma paz estável e justa para todos os residentes da Terra Santa”. Além disso, ele pede oração.

Os bispos italianos pedem “a imediata libertação dos reféns”, afirma a Presidência da CEI, conforme relatado por Avennire . Os bispos afirmaram ainda que “expressam proximidade e solidariedade a todos aqueles que, mais uma vez, sofrem com a violência e vivem no terror e na “angústia”.

Voos cancelado

Vários grupos de visitantes europeus ficam retidos em Israel porque os voos são cancelados. Um grupo de turistas noruegueses encontrou-se com o prefeito israelense de Sderot, perto de Gaza, na semana passada. Dois dias depois, ele foi morto.

A turista Grethe Karlsen é uma das pessoas perdidas, relata Dagen. “Disseram-nos para ficarmos no hotel”, diz ela.

Dois dias antes, ela e o grupo encontraram-se com o presidente da Câmara de Sderot, que lhes contou como era difícil viver tão perto de Gaza. Até 40 por cento dos jovens recebem tratamentos psiquiátricos, disse ele. No sábado, ele foi morto. “Isso parece muito próximo”, diz Karlsen. Ela não sabe quando poderá voltar para casa.

Agendar

Um grupo de cidadãos lituanos sofre o mesmo destino. No entanto, serão repatriados por um voo alternativo a partir de Israel. O Padre Rolandas Bičkauskas é um dos quarenta peregrinos. Ele deveria voltar para casa no domingo, mas o horário mudou. O padre está muito positivo em relação à organização de viagens, mas acredita que o governo da Lituânia deveria fazer mais para proteger os seus cidadãos.

O pastor norueguês Eyvind Volle e sua esposa, Siv Anita, moram em Tel Aviv. Eles trabalham para a organização Norwegian Israel Mission e acabaram de receber 14 estudantes do ensino médio da Noruega quando o ataque ocorreu, escreve Dagen . “Ouvimos o alarme, levantamos e levamos todos que moram na casa para a sala de bombas”, diz Volle a Dagen. Em vez do culto de sábado que ele planejou para o dia, ele teve um “culto curto na sala de bombas”.

Perigoso

O pastor holandês Maarten Dekker considera as imagens dos ataques horríveis. Ele mora no norte de Israel. “Ouvimos relatos de pessoas, às vezes dez numa sala, que foram mortas pelo Hamas.”

No domingo, ele pregou para um pequeno grupo de pessoas porque reuniões com mais de cinquenta pessoas eram proibidas pelo governo, disse o pastor ao diário holandês Reformatorisch Dagblad .

Um grupo de estudantes holandeses do ensino médio planejava visitar sua congregação, mas não conseguiu chegar à cidade, diz Dekker. “Eles ficam em Tiberíades porque é muito perigoso viajar pela cidade árabe de Kfar Kana. Fomos até eles à tarde.” Ao mesmo tempo, ele aponta para cima. “Nosso conforto é que estamos seguros sob a sombra de Suas asas, aconteça o que acontecer.”

Velas

Numa igreja em Jerusalém, os noruegueses reuniram-se para orar e acender velas. O padre Leif Magne Helgesen, juntamente com um padre dinamarquês e um norueguês, planejaram um serviço religioso na cidade velha. Devido à agitação, eles cancelaram, mas ainda assim decidiram manter a igreja aberta. Quase 30 pessoas compareceram ao culto, disse Helgesen ao Vart Land.

“Não acreditamos na guerra”, diz ele a Vart Land. “Como cristãos, acreditamos na vida, tanto na vida futura, mas também na vida que vivemos hoje.”

Os edifícios judaicos em muitas cidades europeias estão recebendo maior proteção. Pelo menos é este o caso em França, Alemanha, Áustria, Países Baixos e Noruega, segundo relatos dos meios de comunicação social.

Folha Gospel com informações de CNE

Em meio à guerra, Gabriela Rocha e esposo conseguem sair de Israel; evangélicos brasileiros tentam deixar o país

Gabriela Rocha e esposo no avião saindo de Israel, em meio à guerra. (Foto: Reprodução)
Gabriela Rocha e esposo no avião saindo de Israel, em meio à guerra. (Foto: Reprodução)

A cantora gospel Gabriela Rocha e o seu esposo Leandro Moreira já estão a caminho do Brasil. O casal viveu momentos de tensão neste sábado (07), quando Israel foi atacado pelo grupo terrorista Hamas.

A artista estava em Israel pela primeira vez, e disse que estava vivendo momentos inesquecíveis na terra santa.

Nesta segunda-feira (09/10), Gabriela atualizou seus seguidores dizendo que, após perder uma conexão em Madri, Espanha, estava na cidade do Porto e pronta para finalmente retornar ao Brasil. A cantora agradeceu as inúmeras mensagens de apoio e orações recebidas durante o período tumultuado.

A cantora publicou uma imagem ao lado de Leandro, já dentro do avião, e expressou sua gratidão: “Que o Senhor nos leve em segurança para casa. Obrigada Pai, continuamos orando abençoando esse lugar, em nome de Jesus.”

Neste domingo (8), o gabinete de segurança de Israel emitiu uma declaração oficial de guerra contra o Hamas. A medida permitirá ao governo decretar uma mobilização mais ampla de reservas militares.

O ministro israelense da Defesa, Yoav Gallant, ordenou nesta segunda-feira (9) um “cerco total” à Faixa de Gaza, no terceiro dia de combates após o lançamento de uma ofensiva militar do grupo palestino Hamas, a partir do enclave.

Evangélicos brasileiros tentam deixar Israel

Muitos evangélicos brasileiros estavam realizando turismo religioso quando ocorreu o ataque do Hamas, dando início ao conflito, em Israel. A expectativa é que parte deles seja resgatada pela Força Aérea Brasileira (FAB).

Pelo menos 100 cristãos de duas caravanas foram surpreendidos com os ataques do grupo extremista islâmico, que atingiu o país por terra, ar e mar. Na sequência, Israel bombardeou a Faixa de Gaza e declarou guerra. Em dois dias de conflito, milhares de pessoas morreram, entre judeus e palestinos, a maior parte civis. Mais de 2,3 mil feridos. Nesta segunda-feira (9), o conflito segue pelo terceiro dia.

O presidente da Embaixada Internacional Vida, Bueno Junior, lidera uma caravana com 37 pessoas, que deveria deixar o país n mesmo dia em que ocorreu o ataque do Hamas. De acordo com ele, 19 brasileiros conseguiram sair do território de avião via Dubai e Etiópia. Porém, outros 17 não tiveram êxito. Eles chegaram a ir para o Aeroporto Internacional Ben Gurion, mas precisaram retornar para um hotel em Jerusalém.

Bueno Junior já esteve em Israel por 15 vezes. No entanto, nunca havia se deparado com uma situação como a que viveu no último sábado (7). “Eu não quero estar aqui nos próximos três, quatro dias, quando a guerra começar de verdade. Por isso minha súplica para que Deus traga paz”, compartilhou em um vídeo.

A expectativa de Junior é que o grupo possa ser resgatado por um dos seis aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) preparados para ir até Israel. Médicos e psicólogos estarão nos aviões para assistir os brasileiros.

No início da noite de domingo (8), a primeira aeronave, um KC-30 com capacidade para 230 passageiros partiu de Natal (RN). No entanto, precisará esperar em Roma, na Itália, autorização para completar a viagem até Israel. Não há previsão de quando a liberação acontecerá.

Outro grupo de brasileiros está preso em um hotel de Jerusalém. São os evangélicos, que fazem parte da caravana Novos Começos, liderada pelo pastor Felipe Valadão, da Igreja da Lagoinha em Niterói (RJ). De acordo com ele, são 103 pessoas.

Integrante do mesmo grupo, o pastor Saulo Mattos, de Alagoas, afirmou à TV Gazeta que no momento do bombardeio estavam no restaurante do hotel. Segundo ele, os garçons corriam e pediam para que os clientes ficassem longe da janela.

“Acho que todo cristão sonha em conhecer a Terra Santa. Essa viagem representava muito pra mim, é uma viagem que me programei, que sonhei. Mas fomos surpreendidos hoje cedo com as sirenes. Os turistas brasileiros estão apavorados”, revelou.

Fonte: Fuxico Gospel e Comunhão

Silas Malafaia condena ataque do Hamas a Israel

Pastor Silas Malafaia
Pastor Silas Malafaia

O pastor Silas Malafaia postou, nas redes sociais, uma mensagem em que condena o ataque o grupo terrorista Hamas a Israel. O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) destacou, neste sábado (7), que um “Estado soberano tem direito à autodefesa”.

“Atenção! Atenção! O grupo terrorista Hamas lança um ataque surpresa contra o Estado soberano de Israel. Mais de cinco mil foguetes lançados, vários civis mortos e muitos sequestrados para o território palestino. em uma guerra, nenhum contra ataque é igual ao ataque. [É] maior e superior para neutralizar o inimigo”, salientou na plataforma X (antigo Twitter).

Malafaia enfatizou ainda que “quando Israel agir contra esses terroristas, vamos ver a gritaria dos esquerdopatas condenando. Um Estado soberano tem direito à autodefesa e a proteger seus cidadãos e destruir quem viola sua soberania”.

Segundo ele, se Israel não tivesse estratégia de defesa militar e tecnologia, a situação teria sido ainda pior. “Centenas de milhares de pessoas teriam morrido. Seria uma destruição em escala sem medida”.

O pastor ressaltou, por fim, que não é favor de guerra. “Inocentes morrem. Que Deus tenha misericórdia. Essa é a minha oração”.

Fonte: Comunhão

Influenciador evangélico Victor Bonato é preso acusado de estuprar três mulheres

Influenciador evangélico Victor Bonato (Foto: Reprodução)
Influenciador evangélico Victor Bonato (Foto: Reprodução)

Líder do movimento evangélico Galpão, o influenciador Victor de Paula Gonçalves, conhecido como Victor Bonato, de 27 anos, foi preso sob acusação de estuprar três mulheres. O fundador do grupo, sediado em Alphaville, região nobre da Grande São Paulo, teria usado a influência religiosa para forçar relações com fiéis.

As vítimas que denunciaram são duas estudantes de medicina, de 19 e 20 anos, e uma empresária de 24 anos. Elas teriam ido à Delegacia da Mulher de Barueri em setembro para reportar que o influenciador usava a influência para obrigá-las a fazer sexo com ele.

A polícia local e o Ministério Publico de São Paulo receberam a denúncia e decidiram decretar uma ordem de prisão do influenciador Victos Bonato no dia 20 de setembro. As autoridades apontaram o risco de fuga do líder religioso. As informações foram divulgadas pelo Metrópoles.

As investigações apontam que os crimes ocorreram entre 2021 e agosto deste ano. As vítimas alegam que os abusos aconteciam em diversos lugares, como na casa do influenciador, localizada em Alphaville.

Pedido de perdão

Um dia antes das mulheres formalizarem a denúncia na delegacia, Victor Bonato publicou um vídeo no Instagram anunciando que se afastaria das redes sociais.

O influenciador acusado de estupro alegou que precisava se “desintoxicar” e se “arrepender profundamente”. Na rede social, Victor tem mais de 140 mil seguidores.

Fonte: iG

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