O pastor Waldemir Farias, da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Pernambuco, teve um vídeo viralizado nas redes sociais, após criticar comportamentos “afeminados” na Igreja.
Na gravação, Waldemir aparece desaprovando a aceitação dos comportamentos, segundo ele, considerados afeminados, como algo normal no meio cristão evangélico, especificamente em sua denominação.
A crítica do pastor se concentrou na normalização de trejeitos normalmente associados ao comportamento feminino. Para Waldemir Farias, homens não devem, por exemplo, sentar cruzando as pernas como se fossem uma “moça”.
“Comece mudando essa calça apertada que você usa. Quando sentar, não sente cruzando as perninhas igual uma moça, não”, disparou o religioso, criticando os membros encaram esses comportamentos como naturais.
Um internauta lembrou que o mais importante é o ser humano ter a consciência do que é pecado, e lutar contra ele, mesmo que não consiga abandonar completamente trejeitos femininos. Este seria o caso de ex-homossexuais, por exemplo.
“Essa palavra matou alguns aí nesse culto, que luta contra a homossexualidade, jovens em construção espiritual”, argumentou um internauta. “O jovem com essa tendência ele vai continuar sentindo atração pelo mesmo sexo, só que não tão aflorado, a libertação é conseguir dizer não ao pecado e sim pra cruz”.
De acordo com a Mission Network News, novos dados do censo nacional do Nepal mostram um rápido crescimento do número de cristãos no país.
O último relatório do censo publicado pelo Bureau Central de Estatísticas, mostrou que 81,19% da população total segue o hinduísmo. O budismo, a segunda religião no Nepal, é seguido por 8,2% da população. O número de seguidores do hinduísmo caiu 0,11% e o do budismo caiu 0,79% no país, nos últimos 10 anos.
Em janeiro de 2023, a OpIndia — site indiano de notícias — informou que a população cristã possivelmente aumentou 68% no Nepal em menos de uma década, graças aos missionários cristãos.
Conforme o relatório, o Nepal tinha 3,7 milhões de cristãos em 2011 e esse número aumentou para 5,4 milhões.
A organização acredita que os missionários sul-coreanos contribuíram muito para a propagação do Evangelho entre os nepaleses.
Os parceiros da “Bibles For The World no Nepal” disseram que pretendem continuar com seus trabalhos nesta obra.
‘Urgência de pregar o Evangelho’
Conforme o presidente e CEO do Bibles For The World, John Pudaite, depois dos bloqueios da pandemia por Covid-19, os missionários e cristãos no país sentiram a urgência de pregar o Evangelho.
“A pandemia serviu como um lembrete sombrio do que está em jogo. Os crentes em todas as comunidades perderam alguém que conheciam. E a maioria das pessoas morreram sem sequer ouvir o nome de Jesus”, observou.
No início deste ano, os líderes do Bibles For The World e os parceiros nepaleses se encontraram pessoalmente pela primeira vez, desde 2019. Os crentes tiveram um encontro muito mais produtivo pessoalmente do que pelos encontros virtuais pelo Zoom.
‘Há um caminho aberto para nós’
Pudaite disse que durante o último reencontro, os missionários planejaram suas próximas ações de olho nas oportunidades que iriam surgir: “Hoje, os parceiros nepaleses estão colocando os planos em ação”.
Ele pede orações por todos aqueles que estão em campo colocando em prática os projetos que Deus depositou em seus corações.
“Todo mundo saiu desta pandemia em chamas [queimando por dentro] e compartilhando as novas oportunidades. Há um novo caminho aberto para nós”, ele disse.
“Isso nos inspira, por isso procuramos equipar e acompanhar os missionários. Queremos estar ao lado deles, face a face e passar tempo juntos em oração e comunhão. Tudo isso é muito importante”, concluiu Pudaite.
John Pudaite é filho de um dos maiores evangelistas da atualidade, Christian Rochunga Pudaite (1927-2015), fundador do Bibles For The World. Ele era conhecido como “homem da tribo de Deus” e foi responsável por levar a Bíblia para milhões de pessoas em todo o mundo através de seus esforços evangelísticos.
Fonte: Guia-me com informações de de Mission Network News
Haroon Shahzad, um cristão de 45 anos que vive no Paquistão, foi acusado de blasfêmia na última sexta-feira (30), por postar em sua página do Facebook o versículo bíblico de 1 Coríntios 10.18-20 que fala de sacrifícios oferecidos a ídolos e que os pagãos sacrificam aos demônios e não a Deus.
A postagem foi feita na quinta-feira, ocasião em que os muçulmanos davam início ao 4º Festival de Eid al-Adha (Festa do Sacrifício), que envolve o abate de um animal e a partilha da carne.
Ao ver o post, um aldeão muçulmano fez uma captura de tela e enviou para vários grupos de suas redes sociais, acusando Shahzad de “desrespeitar a tradição abraâmica de sacrifício de animais” e de “comparar muçulmanos a pagãos”.
Eid al-Adha é uma festa que relembra a ocasião em que Deus forneceu um cordeiro para Abraão sacrificar, em vez de matar seu filho Isaque.
Sobre a postagem que “insultou” os muçulmanos
Tahir Naveed Chaudhry, morador de Sargodha, um cristão e ex-legislador, disse que Shahzad não fez nenhum comentário no post.
“A postagem se espalhou nos círculos muçulmanos, mas a situação ficou tensa após as orações de sexta-feira, quando foram feitos anúncios pelos alto-falantes da mesquita pedindo às pessoas que se reunissem para um protesto”, disse Chaudhry ao Morning Star News.
Chaudhry disse que ele e outros líderes cristãos locais começaram a monitorar as tensões na noite de quinta-feira e que estavam em contato com a administração distrital e as autoridades policiais.
Quando souberam que multidões de outras aldeias começaram a se reunir após os anúncios da mesquita, eles informaram a polícia do distrito de Sargodha, que enviou um grande contingente para proteger as quase 300 famílias cristãs na aldeia.
‘Caso injustificado’
“A polícia chegou ao vilarejo a tempo e impediu qualquer ataque aos cristãos ou danos à propriedade. Porém, a presença da polícia não impediu que as multidões levantassem slogans inflamatórios. Temendo que a situação pudesse sair do controle, a maioria das famílias fugiu de casa, deixando tudo para trás”, relatou.
Chaudhry, advogado e chefe de seu próprio partido político, disse que Shahzad precisou se esconder junto com sua esposa e seis filhos. A polícia registrou o caso que é “injustificado” segundo o advogado, já que o cristão apenas postou um versículo bíblico e não fez nenhum comentário pessoal que pudesse ser considerado blasfemo.
Conforme a Morning Star News, a acusação de blasfêmia contra Shahzad decorre de ressentimentos pessoais por parte do reclamante, Ullah. Chaudhry disse que Ullah se envolveu em batalhas legais com Shahzad por causa de um terreno cedido pelo governo para a construção de uma igreja.
Ainda segundo informações obtidas pelo veículo, Ullah tentou de tudo para suspender a obra realizada pelos cristãos, mas depois de 4 anos de batalha judicial, ele não conseguiu prevalecer, daí o motivo de sua ira.
Fonte: Guia-me com informações de Morning Star News
Famílias cristãs são deslocadas na África (Foto: Portas Abertas)
Em meio à disseminação da violência no Sahel, muitos não veem o Níger, o 28° país na Lista Mundial da Perseguição 2023. As fronteiras frágeis da nação permitem a circulação frequente de grupos jihadistas dos países vizinhos, o que tornou o Niger o 5° país mais afetado pela violência e terrorismo em 2021.
O ataque mais recente de extremistas aconteceu no Sudoeste do país, perto de Burkina Faso, e deslocou toda a comunidade cristã da região. As ameaças constantes dos grupos jihadistas fizeram com que não restasse um cristão sequer na região.
Famílias em fuga
Fontes locais confiáveis disseram que os jihadistas foram para o vilarejo no dia 10 de junho e deram um ultimato de 72 horas para que os cristãos locais saíssem do vilarejo ou se convertessem ao islã.
“Quarenta porcento da população no vilarejo era composta de cristãos. Nesse momento, 69 famílias fugiram da região para a cidade em busca de refúgio, onde a comunidade cristã é maior. Os deslocados internos estão vivendo sob árvores e, como estão na época de chuvas, a vida tem sido muito difícil para eles”, conta um parceiro da Portas Abertas.
O aumento da influência de vários grupos jihadistas aliados do Estado Islâmico no Grande Saara (ISGS, da sigla em inglês), sendo a maioria radicais fulanis, se tornou tão intenso que todos os cultos públicos das igrejas cristãs nas áreas rurais foram suspensos.
Cultos suspensos
Um pastor que faz parte dos deslocados internos disse a parceiros locais que “os cristãos são os alvos da perseguição dos militantes na região”. Em outro vilarejo próximo, os militantes disseram aos cristãos que eles não tinham permissão para tocar música nos cultos, que as mulheres devem usar hijabs (véu islâmico) e os homens devem vestir uma túnica modesta.
Os extremistas também exigiram que os homens deixem a barba crescer e proíbam as mulheres de fazer as atividades diárias, para que elas fiquem apenas em casa cumprindo os mandamentos do Alcorão. Um líder cristão local também contou que “qualquer que seja o vilarejo pelo qual os militantes passem, eles pedem aos líderes das comunidades que reúnam todas as pessoas para que eles possam anunciar suas ordens”.
Eles dizem às pessoas que querem que todos se tornem muçulmanos e que aqueles que se recusarem a obedecê-los serão aniquilados. “Essa região constitui uma das maiores comunidades cristãs no Niger, há muitas igrejas no vilarejo, mas, por causa das ameaças dos extremistas, todas as igrejas na zona rural foram fechadas. Ore pelos cristãos que estão sendo perseguidos”, ele pede.
A violência extrema priva mais de 360 milhões de cristãos perseguidos de direitos básicos como alimentação, remédios e direito a defesa em julgamentos. Sua doaçãopermite que a Igreja Perseguida seja socorrida em suas necessidades mais urgentes. Ajude!
Metade dos alemães (52%) tem uma Bíblia em casa, mas a maioria não a lê.
Uma nova pesquisa publicada pela Universidade de Leipzig (leste da Alemanha ) mostra que apenas 1,6% da população lê uma parte da Bíblia todos os dias. Em 2014, eram o dobro (3,1%).
3,2% dizem ler a Bíblia uma vez por semana, e um em cada dez abre o ‘livro dos livros’ uma vez por ano.
A pesquisa descobriu que mais homens do que mulheres lêem a Bíblia. O primeiro contato com a Escritura costuma acontecer em contextos de igreja ou no ensino religioso na escola. É difícil encontrar população que começa a ler a Bíblia pela primeira vez depois dos 14 anos.
Esses números parecem confirmar a percepção do chefe do governo alemão, Olaf Scholz, que recentemente disse ser “um dos poucos na Alemanha que leu toda a Bíblia”. O chanceler Scholz então disse que não se sentia à vontade para falar em público sobre sua fé pessoal ou a falta dela.
Baixo interesse entre as principais igrejas
Na Alemanha, cerca de metade da população ainda é membro da Igreja Católica Romana ou da Igreja Protestante Luterana ( Evangelische Kirche Deutschland ). Com isso em mente, “é surpreendente o baixo uso da Bíblia entre católicos e protestantes”, afirmam os pesquisadores.
Uma pesquisa em 2019 descobriu que apenas 67% dos autodenominados protestantes acreditavam na existência de Deus.
As minorias religiosas, como os cristãos evangélicos membros de igrejas livres, mostram um maior compromisso com os ensinamentos da Bíblia e frequentam mais a igreja.
Não lido, mas ainda influente
Aqueles que não leem a Bíblia disseram aos pesquisadores que não consideram os temas da Bíblia relevantes para sua vida pessoal (80% disseram que sim). No entanto, os pesquisadores concluem que a Escritura Cristã ainda é vista como “um importante legado social” na Alemanha.
90% dos leitores da Bíblia e 63% dos que não a lêem acreditam que a Bíblia transmite normas e valores centrais para a sociedade. Entre os que o leem com frequência, 46% acreditam que a política e a vida pública devem ser fundamentadas em valores bíblicos.
Usos digitais e criativos da Bíblia
Gert Pickel, um dos pesquisadores, sugeriu a ampliação dos serviços digitais existentes relacionados à Bíblia, cada vez mais utilizados pelos mais jovens. Ele também poderia imaginar sessões conjuntas de leitura da Bíblia em casas de repouso da igreja, por exemplo.
No entanto, por enquanto, os formatos digitais não estão substituindo a Bíblia impressa. Segundo o estudo, cerca de 11% dos leitores da Bíblia costumam usar a Bíblia como um e-book, como um aplicativo ou em sites na internet. A Bíblia em áudio é utilizada com frequência, principalmente pelos entrevistados mais velhos (9%).
Deputado federal Nikolas Ferreira (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) defendeu o direito dos evangélicos de pregarem a Palavra de Deus, em vídeo no Instagram, nesta segunda-feira (3). A postagem ocorreu após o pastor e cantor André Valadão ter sido acusado de homofobia. Isso aconteceu depois dele pregar na Igreja Lagoinha, em Orlando (EUA), no último domingo (2), uma palavra que faz parte da série de mensagens “Censura Não”.
“Eu nasci para ver comunista ensinar a como ler a Bíblia. Gente que nunca abriu um versículo, pessoas que não têm comunhão nenhuma com Deus. Tive que ouvir um ‘pastor da Shopee’ e a sua ‘igreja invisível’ dizer que o pastor André Valadão queria matar homossexuais”, ressaltou.
No vídeo, o deputado continua: “Para de inventar isso! Ao contrário, sabe quem matava homossexuais? O Fidel Castro, que falou para a Folha de São Paulo que matava e perseguia homossexuais em Cuba. Vocês mataram nossos irmãos! E agora querem colocar como se nós cristãos estivéssemos incitando o ódio”.
Para o parlamentar mineiro, o Evangelho não deve ser considerado crime. “Combater o pecado não quer dizer incitação ao ódio. Dizer que nós não queremos que o homossexualismo continue como prática bela e moral é direito nosso. Eu digo: homossexualidade é pecado”.
Na visão de Nikolas Ferreira, a liberdade de expressão está sendo ameaçada no país. “Querem dizer que a gente não pode chamar pecado de pecado. Querem dizer para os cristãos de todo o Brasil: ‘ignorem a Bíblia’. Não vão calar os cristãos, não vão tachar o pastor André Valadão de homofóbico”.
O deputado afirmou ainda que “hoje, se pudessem, amordaçariam os cristãos, colocariam os cristãos na cadeia porque não aguentam ouvir o contraditório. Querem usar o nome de Cristo para calar outras pessoas”.
Para finalizar, Nikolas Ferreira salientou que querem tirar a liberdade do cristão de dizer o que acredita ser correto. “Essa é a liberdade de vocês? Enquanto estivermos de pé, não tem ninguém que nos cale, nem mesmo o inferno. Nós vamos resistir”.
O serviço memorial nacional foi realizado na Nieuwe Kerk (nova igreja) em Amsterdã. / Nieuwe Kerk
Entre julho de 2023 e 2024, ocorre na Holanda o Ano da Memória do Passado da Escravidão .
O comércio de escravos foi formalmente abolido há 160 anos e, na prática, terminou 10 anos depois.
As igrejas holandesas, incluindo a Igreja Protestante, realizaram um serviço memorial nacional na Nieuwe Kerk (Nova igreja) em Amsterdã em 30 de junho, que também foi transmitido online.
O tema do serviço, que foi organizado pelo Conselho de Igrejas da Holanda, foi ‘Passado compartilhado, futuro compartilhado’.
Um passado vergonhoso, um futuro promissor
O Conselho de Igrejas reuniu 19 igrejas e denominações que juraram culpa pelo papel dos cristãos no passado da escravidão e enfatizaram o sofrimento infligido aos escravos nas colônias.
“Como igrejas, contribuímos para a perpetuação da escravidão, por meio de nossa teologia justificamos o abuso de pessoas”, disse René de Reuver, secretário da Igreja Protestante da Holanda (PKN) durante o serviço fúnebre.
De acordo com Reuver, as igrejas ainda têm muito trabalho a fazer para se tornarem comunidades inclusivas, enfrentando o racismo e a discriminação. Há esperança para o futuro, pois as igrejas podem ajudar no processamento benéfico do passado da escravidão.
A pastora Rosaliene Israël, do PKN em Amsterdã, concordou que “as igrejas devem assumir a responsabilidade, o que vai além de pedir desculpas e perguntar se as coisas estão bem novamente”.
Desculpas institucionais
No dia 1º de julho, a Holanda celebra o Dag der Vrijheden, também conhecido como Keti Koti (correntes quebradas), um festival para comemorar a abolição da escravatura no Suriname e nas Antilhas Holandesas.
Durante as cerimónias deste ano, o rei Willem-Alexander desculpou-se pelo papel do país no tráfico internacional de escravos e pediu perdão pelo papel dos seus antepassados neste “crime contra a humanidade”, num discurso transmitido em direto, não só na Holanda, mas também no Suriname e no Caribe Holandês.
O rei também encomendou um estudo sobre o papel da família real na escravidão na Holanda. Espera-se que os resultados sejam publicados em 2025.
Em dezembro passado, o primeiro-ministro holandês Mark Rutte também se desculpou, em nome do governo holandês, em holandês, inglês, sranan tongo e papiamentu, afirmando que “milhões de pessoas sofreram e a Holanda deve enfrentar sua parte nisso. Os números são inimagináveis, o sofrimento ainda mais inimaginável”.
Após um duro inverno, a Coreia do Norte passa por uma nova crise de falta de alimentos. Imagens de satélite das autoridades sul-coreanas mostram que o Norte produziu 180 mil toneladas a menos de alimentos em 2022 do que em 2021. A Coreia do Norte é classificada como um dos países mais pobres do mundo.
Os depósitos de armazenamento estão esgotados e, em resposta a isso e para tentar reabastecer os depósitos de alimento, o governo norte-coreano lançou uma “campanha de mobilização rural”, que “convida” soldados e pessoas que não faziam parte da agricultura para trabalhar nas plantações.
O trabalho na agricultura costuma ser muito difícil, com jornadas longas de trabalho duro e, com frequência, de estômago vazio. Os agricultores enfrentam a falta de pessoas para trabalhar no campo ainda mais sem a garantia do alimento durante o trabalho.
Importação de arroz
Para amenizar a crise, o governo prometeu importar arroz, mas isso não alimenta a esperança dos norte-coreanos. “Cristãos norte-coreanos contaram que a comida importada é distribuída primeiro entre os altos oficiais do governo e depois para os soldados. Apenas uma pequena parte vai para o mercado para as pessoas comuns. Por isso a fome é permanente em todo o país”, conta o parceiro Simon (pseudônimo).
O preço dos alimentos também aumentou exponencialmente. Um quilograma de milho, por exemplo, custa 2.500 wons norte-coreanas (aproximadamente três dólares), o que equivale a praticamente metade do salário que um norte-coreano recebe por mês, que oscila entre cinco e dez mil wons.
Generosidade e amor
“Há testemunhos inspiradores de cristãos norte-coreanos que estão ajudando os vizinhos. Eles compartilham alimento, remédios e outros itens de necessidade básica, mesmo que a comida não seja suficiente para eles próprios”, diz Simon.
“Os cristãos secretos estão praticando o amor de Deus nos bastidores e agradecem as orações e encorajamento da igreja livre. Toda a glória a Deus que tem alimentado os seus filhos nesse terrível período de fome”, conclui Simon.
Perseguição aos cristãos
A Coreia do Norte está na primeira posição da Lista Mundial da Perseguição 2023 elaborada por Portas Abertas. Há mais de 20 anos, o país permanece como um local extremamente hostil para os cristãos viverem.
De acordo com a instituição missionária, se descobertos pelas autoridades, os cristãos são enviados para campos de trabalho forçado como prisioneiros políticos, onde as condições são cruéis, ou mortos no local. A família deles compartilhará do mesmo destino. “Cristãos não têm absolutamente nenhuma liberdade”.
É quase impossível para cristãos se reunirem ou se encontrarem para cultuar. Aqueles que arriscam se encontrar faz em sigilo absoluto — e sob enorme risco. Uma nova “lei do pensamento antirreacionário” torna amplamente claro que ser cristão ou possuir uma Bíblia é um crime sério e será severamente punido.
Em 2022, um relatório publicado pela Associação Internacional de Advogados e Comitê de Direitos Humanos na Coreia do Norte revela que cristãos são alvos e expostos a tortura em prisões norte-coreanas. “Os períodos de detenção são documentados como sendo mais longos para os cristãos do que para outros grupos, testemunhas relataram que ‘cristãos identificados são interrogados por longos períodos, geralmente sob tortura’ e sujeitos a algumas das piores formas de tortura para forçá-los a incriminar outros durante o interrogatório”, alerta o documento.
Portas Abertas explica que o motivo para tal perseguição extrema é que o cristianismo é visto como uma ameaça específica à ideologia ditatorial e ao regime do país. Assim, os cristãos são vistos como inimigos da liderança governamental e da sociedade no geral.
Seguir a Jesus pode significar privação de direitos humanos básicos como alimentos, água e remédios. Sua doaçãopermite que nossos irmãos na fé saibam que não estão sozinhos. Ajude!
Pastor Hernandes Dias Lopes (Foto: Reprodução / Redes sociais)
O pastor Hernandes Dias Lopes, um dos maiores pregadores do país, vai lançar mais um livro pela editora Hagnos, da série “Comentários Expositivos”, intitulado: “1 Samuel – Da teocracia à monarquia em Israel”. Nessa obra, ele expõe nos comentários os detalhes do livro bíblico de 1 Samuel. A publicação está disponível a partir do dia 06 de julho para venda nas livrarias digitais e físicas, mas você pode adquirir o pré-lançamento deste livro clicando aqui.
Este livro ajuda o leitor a se aprofundar no conhecimento das Escrituras, apresenta um conhecimento histórico ao cristão a respeito do contexto bíblico, como também auxilia no estudo para ministrar pregações expositivas da Palavra de Deus.
Contextualização da abordagem
1 Samuel registra a transição do período dos juízes para a era dos reis de Israel, isto é, da passagem da teocracia (o governo de Deus) para a monarquia (o governo de um rei humano). O livro inclui a carreira de Samuel como profeta, sacerdote e juiz; a trajetória de Saul, o rei que se afastou de Deus; e parte da vida de Davi, rei verdadeiramente teocrático, que fundou a dinastia de cuja descendência surgiria o Messias.
Esse livro não é, portanto, uma simples coleção biográfica e de histórias sobre religião e política em Israel durante a vida desses homens, mas é o registro de Deus agindo na História para preparar um povo para si, trazendo-lhe salvação por intermédio de seu último Rei ungido: Jesus Cristo.
Você pode adquirir o pré-lançamento deste livro clicando aqui.
Série “Comentários Expositivos”
Essa série é um macro-projeto de escrever comentários expositivos sobre todos os 66 livros da Bíblia. O primeiro lançado foi Apocalipse, em 2005. Até então, passados 18 anos, já foram publicados 48 livros publicados nessa série, incluindo todo o Novo Testamento, todos os conhecidos como “profetas menores” e, agora, faltam 18 livros do Antigo Testamento para completar toda a Bíblia.
Para adquirir os box dos comentários dos livros do Velho e Novo Testamentos, clique nos links abaixo:
Hernandes Dias Lopes é natural de Nova Venécia, ES, casado com Udemilta Pimentel Lopes e pai de Thiago e Mariana. Fez o curso de bacharel em Teologia no Seminário Presbiteriano do Sul, em Campinas (SP), de 1978 a 1981, e doutorado em Ministério no Reformed Theological Seminary, em Jackson, Mississippi, nos Estados Unidos, de 2000 a 2001. Foi pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Bragança Paulista entre os anos de 1982 e 1984. Desde 1985 é o pastor titular da Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória (IPB). É membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil.
Influencer ex-trans Carlos Manuel foi batizado nas águas. (Foto: Reprodução/Instagram/Manuel Yeshua).
O influencer Carlos Manuel foi batizado nas águas no último domingo (9), após voltar para Deus e passar pela destransição.
“Hoje, comemoro meu novo nascimento. Assim como Jesus disse para Nicodemos, ninguém pode entrar no Reino de Deus se não nascer da água e do Espírito”, declarou o ex-trans, no Instagram.
E citou a passagem bíblica de João 3: “Quem nasce de pais humanos é um ser de natureza humana; quem nasce do Espírito é um ser de natureza espiritual. Por isso, não fiquem admirados porque eu disse que todos vocês precisam nascer de novo”.
Retirada das próteses
Antes conhecido como “Catty Lares” nas redes sociais, há cinco meses Manuel se converteu. Em um culto especial com a família, Carlos cortou o cabelo, marcando o início de sua nova vida com Jesus.
No início de junho, o jovem, de 20 anos, passou pela retirada das próteses de silicone. Em vídeo, ele contou que iniciou a mudança de gênero aos 16 anos, tomando hormônios femininos, e aos 18 anos, colocando silicone.
Segundo Manuel, a decisão pela destransição aconteceu através da sua fé. “Quero deixar bem claro, que o que me fez desistir de mim mesmo foi o meu encontro com Jesus Cristo. E com ele, estou aprendendo a renunciar, a negar o meu eu. Estou vivendo uma experiência que eu nunca vivi na minha vida. Eu fiz a melhor escolha da minha vida”, testemunhou, em vídeo no Instagram.
Em abril, Manuel, que se identificava como mulher, anunciou que teve um encontro poderoso com Deus, estava frequentando uma igreja evangélica e vivendo uma transformação.
Conhecido por memes na web e com mais de 600 mil seguidores no Instagram, Carlos apagou todas as suas postagens anteriores e passou um tempo longe das redes sociais.
“No dia 14 de fevereiro eu tive um encontro com Deus. Eu não estava em casa, eu estava na casa de uma amiga, e nessa noite Deus me tocou como um pai que falava: ‘que horas você vai voltar para casa?’”, relatou, em vídeo anterior, postado no Instagram.
Nesse momento, ele diz que seus olhos foram abertos e se arrependeu de seu estilo de vida.
“E ali Deus abriu minha mente e pude me corrigir. Naquele momento, parei e falei: ‘Meu Deus, o que é que eu estou fazendo da minha vida? Eu não quero isso na minha vida. Preciso correr para Deus’”, testemunhou.
O ex-trans ressaltou que foi Deus quem o aceitou. “Não foi eu quem aceitou Jesus, foi Deus que me aceitou de volta. O Pai sempre esteve aberto para mim, mas eu que recusava de estar na casa do meu Pai”, declarou.