Pastor e deputado federal Marco Feliciano (Foto: Reprodução)
O pastor Marcos Feliciano retratou-se publicamente após uma declaração feita há um ano passar a circular na mídia e nas redes sociais. O pastor, que também é deputado, havia afirmado em uma pregação que a “Bíblia não é a palavra de Deus, mas que ela contém [a palavra de Deus]”.
A afirmação, que causou polêmica no meio evangélico, foi trazida à tona recentemente pelo perfil ‘Assembleiano de Valor’, o que levou a uma repercussão negativa para Feliciano.
No vídeo, ele continua: “Lendo esse livro tantas vezes, sabe o que eu percebi? Não se escandalize. O ser que menos fala na Bíblia é Deus. A Bíblia ela não é a palavra de Deus, ela contém a palavra de Deus. As pessoas que mais falam aqui são homens, homens inspirados por ele. Você se tiver coragem de fazer o que eu fiz, pegue um caderno e vá mapeando as coisas que Deus falou e você vai chegar a uma conclusão, Deus é quem menos fala na Bíblia”.
Em resposta, o pastor gravou um vídeo, reconhecendo seu erro e pedindo desculpas à comunidade evangélica. Ele reiterou sua crença em que “toda a escritura é divinamente inspirada”, conforme citado em 2 Timóteo 3:16, e se desculpou por qualquer confusão que suas palavras anteriores possam ter causado.
“Meus irmãos, a paz do senhor. Alguns amigos muito queridos me enviaram recorte de um vídeo de alguns segundos onde eu me expressei muito mal. Acabei tentando construir um pensamento durante uma pregação e errei. Eu até pensei que era uma montagem quando eu assisti o vídeo. Mas não era não. Era eu mesmo ano atrás num culto tentando explicar sobre Deus falar em primeira pessoa na Bíblia… Pior, gente. Falei e nem percebi… Isso foi há um ano atrás. Quem fala todos os dias como eu não está livre de deslizes e quem desliza tem que se desculpar. Por isso eu peço desculpas.”
Ele também criticou a maneira como o site Assembleianos de Valor, em especial o responsável chamado Ramon, divulgou o vídeo sem antes entrar em contato com ele para obter um esclarecimento.
“Ramon, embora eu não goste da imprensa secular porque ela me persegue há anos e distorce o que eu falo… Já Assembleianos de Valor e o Ramon que tem o meu contato pessoal não fizeram. Não me deram a chance de explicar.”
Feliciano concluiu seu vídeo pedindo desculpas mais uma vez e citou a passagem bíblica de Tiago 3:2, reforçando que todos cometem erros: “Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra o tal é perfeito… tropecei minhas palavras e mais uma vez peço que me perdoem em nome de Jesus, ficarei mais atento do que pra frente. Compartilhe este vídeo, um abraço”.
Silas Malafaia, pastor e líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo
A 16ª edição da Marcha para Jesus no Rio de Janeiro, que lotou a Marquês de Sapucaí – espaço também conhecido como o sambódromo da cidade – aconteceu neste sábado (19).
Durante o evento, o pastor bolsonarista Silas Malafaia, fez um ataque o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
“Esta nação pertence a Jesus, não pertence a Alexandre de Moraes, não pertence a governante nenhum”, disse aos milhares de fiéis que prestigiam a edição carioca do maior evento evangélico do Brasil. “Eu não tenho medo desse cara”, Malafaia discursou.
A multidão evangélica reagiu entusiasmada à nova provocação contra o ministro do STF que, segundo o pastor, é um “ditador” que lidera a “ditadura da toga”.
Moraes, continua o líder religioso, cerceia redes sociais e “bota gente na cadeia” enquanto “estamos vendo uma imprensa covarde e omissa, uma grande parte de senadores covardes e omissos, um STF calado e omisso”.
Malafaia ainda saiu em defesa daqueles que estão encarcerados sob acusação de participar da depredação vista em Brasília no antidemocrático 8 de janeiro.
“Tem irmãos nossos a meses presos sem ter uma prova que estavam na baderna.”
A investida contra o ministro ocupou a maior parte de sua fala.
“Senhor Alexandre de Moraes, ditador da toga, a sua casa ainda vai cair. Dou duas hipóteses: ou vai cair pelas mãos de Deus, ou porque o Senado vai tomar vergonha na cara [e tocar um impeachment], ou porque o povo é o supremo poder da nação.”
“Estão muito preocupados com o crescimento da igreja porque ela saiu das quatro paredes e está se posicionando como cidadão deste país.”
Bolsonaro, que esteve no ato de 2022, quando ainda era presidente, declinou o convite para este ano. Achou que seria uma provocação desnecessária em meio a reveses judiciais e policiais que sofre.
Antes de Malafaia falou o pastor Cláudio Duarte, que lidera com ele o ranking de líderes evangélicos mais influentes das redes sociais brasileiras, segundo pesquisa Datafolha. Duarte falou em “mostrar a força de um país” e instigou a multidão a repetir que “a nação pertence ao Senhor”.
O mote deste ano é liberdade de expressão, tema que agita a base bolsonarista, ainda forte nas igrejas evangélicas. Antes da caminhada, fiéis davam interpretações diversas para o tema. Diziam que, sob a Presidência de Lula (PT), o funcionamento dos templos está a perigo, algo que não encontra lastro na realidade.
Para o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), da igreja de Malafaia, o recado do seu pastor foi claro. O tema da Marcha seria oportuno nesse sentido.
“Lamentavelmente, com o advento das redes sociais, estamos vendo que a Justiça brasileira, em especial o STF, está com dificuldade de entender o significado pleno de liberdade de expressão.”
Segundo Sóstenes, que em 2022 presidiu a bancada evangélica no Congresso, censurar conteúdos que não estejam alinhados “ao politicamente correto” incomoda muitos brasileiros.
O parlamentar diz que sua própria equipe de mídia adotou a prática de trocar algumas letras de palavras-chave por números, para escapar do algoritmo que impediria a propagação de alguns discursos considerados nocivos por big techs. Seria o caso de “assassinato” e “homossexualidade”, diz.
Em 15 de agosto, a polícia em Uttar Pradesh, estado no norte da Índia, acusou 37 indivíduos, incluindo 19 mulheres, de envolvimento em supostas acusações de conversão na vila de Rajjupur, no distrito de Jaunpur.
Cinco indivíduos, três dos quais eram pastores, foram detidos e libertados sob fiança no mesmo dia depois de serem apresentados a um magistrado subdivisional.
O pastor Dinesh Kumar disse ao UCA News em 18 de agosto que, por ocasião do Dia da Independência, “a comunidade cristã estava realizando um culto de oração na colônia Dalit de Rajjupur quando uma força policial chegou e prendeu cinco pessoas”.
A comunidade há muito tem cultos cristãos de oração aos domingos e outros dias significativos, de acordo com o pastor.
Não incomodamos ninguém na área e, até agora, os moradores não se opuseram. Nosso povo está chocado com a súbita batida policial, observou ele.
O pastor Kumar afirmou que, embora a vizinhança soubesse quem havia feito o boletim de ocorrência fictício, “não temos nada contra ninguém e queremos viver aqui em paz”.
Ele descreveu como, em 12 de fevereiro, 16 pessoas, incluindo três mulheres, foram presas depois que a polícia e alguns militantes hindus radicais invadiram sua casa.
Apesar do fato de ele ter sido libertado depois de quatro dias, a polícia abriu um processo contra cinco deles sob a lei anticonversão do estado, informou o UCA News.
De acordo com relatos da mídia, os missionários cristãos teriam convertido membros da comunidade Dalit ao agendar o serviço de oração no Dia da Independência.
Os relatos da mídia indicaram que a polícia alegou ter sido informada por Saurabh Saroj, o líder da vila de Rajjupur, sobre pessoas pobres sendo convertidas ao cristianismo por meio de diferentes incentivos.
A constituição indiana permite a liberdade religiosa para organizar ou participar de uma sessão de oração, de acordo com um líder cristão local que conversou com o UCA News
“É chocante que a polícia esteja impedindo as pessoas de exercerem seus direitos fundamentais em um dia em que o país celebra o Dia da Independência”, disse o líder cristão que pediu anonimato.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Multidão ataca casas de cristãos e igrejas no Paquistão. (Foto: Reprodução)
A polícia do Paquistão prendeu mais de 100 pessoas por atacar pelo menos 21 igrejas e vandalizar dezenas de casas na província de Punjab, no Paquistão, sob alegações de que dois cristãos haviam profanado uma cópia do Alcorão, o livro sagrado do Islã.
Milhares de muçulmanos lideraram tumultos violentos, queimando igrejas e vandalizando casas, em uma colônia cristã na cidade de Jaranwala na quarta-feira. A agitação foi iniciada por alegações de que páginas foram arrancadas de um Alcorão e conteúdo blasfemo foi rabiscado nelas.
A polícia chegou ao local cerca de 10 horas depois, disseram moradores e líderes comunitários à Reuters , que disse que a polícia negou, dizendo que evitou danos ainda maiores. Usman Anwar, chefe de polícia da província de Punjab, foi citado como tendo dito que a falta de intervenção visava evitar a perda de vidas ao não aumentar a tensão.
A polícia prendeu pelo menos 128 pessoas por vandalizar igrejas, acrescentou a agência de notícias.
Os bispos católicos buscaram uma ação dura contra aqueles que incendiaram 21 igrejas, incluindo a histórica Igreja do Exército da Salvação, e vandalizaram casas cristãs, de acordo com o UCA News.
Os cristãos falsamente acusados de rasgar páginas do Alcorão, identificados como Rocky Masih e Raja Masih, também foram presos e estão sob investigação por blasfêmia, crime punível com a morte no Paquistão, segundo a BBC . Embora ninguém tenha sido executado por blasfêmia no país, meras acusações podem levar a tumultos em grande escala, linchamentos e assassinatos
Yassir Bhatti, um cristão de 31 anos que teve que fugir de casa, disse à AFP: “Eles quebraram janelas, portas e levaram geladeiras, sofás, cadeiras e outros utensílios domésticos para serem queimados”.
Cultos ao ar livre após igrejas destruídas
Os cristãos no Paquistão foram forçados a adorar ao ar livre no domingo depois que suas casas e igrejas foram incendiadas por multidões na semana passada.
De acordo com os números da Release International, turbas incendiaram 40 lares cristãos e atacaram mais de 100 outros.
As igrejas afetadas pela violência pertenciam a diferentes denominações, incluindo o Exército de Salvação, a United Presbyterian Church, a Allied Foundation Church e a Saint Paul Catholic Church.
O parceiro da Release International, Rev Waseem Khokhar, expressou seu choque depois de visitar a área sob proteção policial após os ataques.
Ele disse: “Não temos palavras para descrever a terrível destruição de prédios de igrejas, Bíblias e tudo neles. Tudo o que pudemos ver foram cinzas.”
A violência da multidão fez com que os cristãos fugissem para salvar suas vidas. Eles agora estão começando a retornar, mas estão chegando a cenários de devastação e precisam de provisões básicas como comida, água, roupas, roupas de cama e apoio financeiro para consertar suas casas.
Um pastor disse que o prédio de sua igreja foi destruído e que ele e sua congregação perderam suas casas.
A Release International disse que seus parceiros já se reuniram com o Inspetor Geral da polícia para expressar suas preocupações sobre a violência e esperam se encontrar com o Primeiro Ministro do país na próxima semana.
Eles querem que mais seja feito para impedir que as turbas façam justiça com as próprias mãos quando há alegações de blasfêmia.
“Este último incidente terrível deixa claro mais uma vez que são os inocentes que são culpados e punidos quando a violência da multidão é permitida”, disse o CEO da Release, Paul Robinson.
“Repetidamente, vemos vidas de cristãos destruídas por falsas acusações de blasfêmia. Extremistas estão procurando oportunidades para atacar a minoria cristã e expulsá-los de suas casas, e vimos repetidamente ao longo dos anos que eles estão preparados para fabricar evidências a fim de fazê-lo.
“Esta alegação atual de blasfêmia, como tantas outras, não foi comprovada. No entanto, o fato indiscutível é que igrejas e lares cristãos foram incendiados e Bíblias incendiadas.”
A organização está pedindo aos cristãos que orem para que a paz seja restaurada na região.
Leis de blasfêmia motiva a violência
A violência motivada pela religião não é novidade no Paquistão.
No passado, alegações de blasfêmia levaram multidões a matar indivíduos acusados, incluindo um homem do Sri Lanka em 2019 e um grupo incendiando cerca de 60 casas, resultando em seis mortes em Punjab em 2009.
Grupos de direitos humanos há muito criticam as leis de blasfêmia do Paquistão, citando seu uso indevido para ganhos pessoais. De acordo com o Centro de Justiça Social, mais de 2.000 pessoas foram acusadas desde 1987, com pelo menos 88 mortos em tais acusações.
Essa violência segue a recente aprovação de dois projetos de lei no Legislativo do Paquistão que despertaram preocupações entre grupos cristãos e da sociedade civil. A Lei de Leis Criminais (Emenda) de 2023 aumenta a punição por crimes de blasfêmia, enquanto o Projeto de Lei de 2023 da Comissão Nacional para Minorias foi considerado inadequado para salvaguardar os direitos das minorias.
A proibição contra a blasfêmia, que não prevê punir um falso acusador ou uma falsa testemunha, foi ampliada na década de 1980 sob o ditador militar general Zia-ul-Haq. De acordo com o The New York Times , o governo britânico promulgou as leis originais no final da era colonial do século 19 para impedir que pessoas de diferentes religiões lutassem entre si.
Nos últimos anos, houve vários casos de destaque que chamaram a atenção internacional para o assunto.
Em 2011, o governador da província paquistanesa de Punjab, Salman Taseer, foi assassinado por seu guarda-costas por se manifestar contra as leis de blasfêmia.
No mesmo ano, Asia Bibi, uma mãe cristã de cinco filhos, foi condenada à morte por suposta blasfêmia, provocando indignação internacional, levando à sua absolvição em 2018, depois de passar oito anos no corredor da morte.
Sua absolvição atraiu a ira de grupos extremistas radicais, já que muitos protestaram nas ruas e ameaçaram matar os juízes da Suprema Corte responsáveis por libertá-la.
Folha Gospel com informações de The Christian Post
Logo da plataforma Gloo na tela de um notebook (Foto/montagem: Folha Gospel/Canva)
Muitas pessoas acreditam que há muito a temer da Inteligência Artificial (IA), que existem muitas incógnitas. É uma das razões pelas quais o Senado dos EUA realizou recentemente uma série de audiências com funcionários da Inteligência e Defesa para explorar como a IA poderia afetar a segurança do país.
Mas Scott Beck, da cidade de Boulder (Colorado), fundador e CEO da plataforma tecnológica Gloo, acredita que a IA nada mais é do que uma ferramenta que, bem utilizada, pode beneficiar o ser humano, como Deus manda.
O que é Inteligência Artificial?
Beck afirma: “Não achamos que a IA surpreenda a Deus. Acho que ele não ficou surpreso com a imprensa. Acho que ele não foi surpreendido pela televisão. Acho que ele não ficou surpreso com a internet.”
Gloo é uma plataforma tecnológica que lançou a iniciativa “IA e a Igreja” , baseada em algoritmos. Como explica Beck, ele é projetado para liberar o poder da graça e misericórdia de Deus, amor e justiça, compaixão e cuidado.
“Quero dizer não apenas as igrejas, mas todos os outros ministérios, ministérios universitários, ministérios de relacionamento, ministérios de casamento, ministérios de finanças, ministérios de recuperação vocacional, ministérios de saúde comportamental, ministérios de prevenção do suicídio, todos esses outros ministérios”, disse.
Por exemplo, suponha que alguém tenha problemas no casamento e comece a procurar respostas na Internet. O algoritmo de IA poderia direcionar essa pessoa não para advogados de divórcio, mas para conselheiros matrimoniais cristãos.
Imagine que um adolescente deprimido procure em um site conselhos sobre a vida e a morte. Então imagine que, em menos de um minuto, esse mesmo adolescente receba um telefonema de um pastor de uma igreja próxima, pedindo-lhe para conversar sobre a vida e ter ouvidos atentos.
Isto é o que Beck diz que está tentando criar com Gloo. Já tem mais de 38.000 igrejas cadastradas para acessar o “AI and Church” do Gloo, com mais de 100 aderindo todos os dias.
Eric Parks, pastor da Forest City Church em Illinois e membro do corpo docente da Plum Creek Church no Colorado, foi um dos primeiros a se inscrever. Ele é cheio de elogios, mas observa suas reservas sobre suas limitações .
“Acredito que Deus nos criou para prosperar. Se olharmos para o que Jesus promete, vida com Ele, que há realização Nele. A IA pode criar isso? Não. Não de acordo com a minha teologia. Isso vem de um relacionamento com Cristo”, explica Parks.
No entanto, ele também afirma: “A IA pode colocar ferramentas na minha frente e nas pessoas que amo que podem nos ajudar a prosperar? Sim”.
Parks diz que está maravilhado com a capacidade da IA não apenas de analisar seu sermão, mas também de criar, em um tempo muito curto, 10 questões de estudo bíblico para pequenos grupos. “Meu Deus, sim, eu poderia usá-lo muitas vezes”, diz ele.
Parks também está especialmente esperançoso sobre a capacidade da IA de ajudar pessoas com problemas emocionais e suicidas.
O pastor relata com angústia: “Quantas vezes eu presidi um funeral de um menino de 22 anos onde eles disseram: ‘se soubéssemos com o que ele estava lutando'”.
Profissionais de saúde mental dizem que há pistas que amigos e familiares de uma vítima de suicídio só veem em retrospectiva. Mas Beck diz que a inteligência artificial é capaz de captar essas mesmas pistas dias ou semanas antes.
“Uma das coisas que podemos fazer é aplicar imediatamente a IA para ouvir a mensagem daquela pessoa com problemas. E se a mensagem contiver palavras-chave como ‘suicídio’. ‘morte’ ou, você sabe, ‘eu quero acabar com minha vida’ , ou esse tipo de coisa, em um instante poderíamos encaminhar essa pessoa para um ministério de prevenção ao suicídio, ou podemos encaminhar essa pessoa para um ministério especializado ou uma igreja local”.
O lado negro da IA
Mas o potencial positivo da IA foi amplamente ofuscado por seu lado sombrio, que alguns acreditam já estar em andamento e vai contra a fé e o florescimento humano.
David Curry, CEO da Global Christian Relief, com sede na Califórnia, adverte: “O que acontece com a inteligência artificial, porém, [é que] ela começa a fazer estudos de caso, aprender e fazer suas próprias suposições. Então não sabemos onde isso vai nos levar. Eles são algoritmos com esteroides.”
“Eles são considerados uma ameaça ao país porque colocam a lealdade a Deus acima de sua lealdade política. Portanto, a IA ajuda o regime a selecionar aqueles considerados socialmente indesejáveis”.
Curry acrescenta: “Se você tem uma pontuação social baixa, não pode entrar ou sair de seu apartamento por meio do código-chave. Você não tem permissão para se conectar à Internet. Existem inúmeras maneiras pelas quais essa inteligência artificial começa a ser como uma jiboia em torno dos direitos humanos de um indivíduo simplesmente porque o computador decidiu… Foi ensinado e depois aprendido a punir a fala religiosa”.
Beck, o fundador da Gloo, no entanto, afirma que a IA é tão perigosa quanto as pessoas que a programam, que fornecem uma riqueza de informações para aprender.
O próprio Beck é um homem de fé que também tem grande perspicácia nos negócios. Na verdade, ele está no mundo dos negócios há 40 anos.
Ele sabe como as empresas podem fazer melhor o que fazem. Ele transformou a Blockbuster Video em uma rede nacional com mais de 7.000 lojas antes de vendê-la para a Viacom em 1993. Ele também fez parte da Boston Market e da Einstein Bagels, empresas cujo sucesso se deve a ele.
Agora ele está transformando essa experiência em fé com o projeto “IA e a Igreja”, ajudando pequenas igrejas a acessar informações que as megaigrejas podem criar por conta própria.
Também ajudará a população em geral – cujas gerações mais jovens estão se afastando da religião organizada – a encontrar seu caminho de volta aos braços acolhedores de um Deus que cuida deles e os ama. Essa é a sua visão.
O desafio, no entanto, para a IA é: ela pode aprender as nuances de misericórdia, graça ou dar a outra face?
Marcha Para Jesus 2023 no Rio de Janeiro. (Foto: Pleno News)
A 16ª edição da Marcha para Jesus no Rio de Janeiro lotou a Marquês de Sapucaí – espaço também conhecido como o sambódromo da cidade – neste sábado (19). O evento idealizado pelo Conselho de Ministros Evangélicos do Rio de Janeiro (Comerj), instituição presidida pelo pastor Cláudio Duarte, trouxe como tema a “liberdade de expressão”.
O ponto de encontro foi na Avenida Presidente Vargas, na altura da Avenida Passos, e seguiu até a Praça da Apoteose, onde um palco estava armado em uma bela produção de som e luz, garantindo mais de seis horas de louvor e adoração.
Estavam previstas ao menos 21 atrações no palco principal. a Marcha para Jesus do Rio de Janeiro reuniu os mais variados ritmos nesta grande festa da música gospel e, também, da consciência da cidadania cristã. Além dos já tradicionais, como a adoração, o pentecostal, o pop e o rock, o evento trouxe ainda o samba, pagode, forró e até mesmo o trap e a música eletrônica.
Atrações
O trap foi representado pelos cantores Nesk Only e Brunno Ramos. Também estará presente o DJ Marcelo Araújo, que participou da Marcha do ano passado. Na estrada desde 1998, juntamente com o Ministério Gospel Night, ele anima eventos com o melhor da música eletrônica.
O eventou contou com as apresentações de Waguinho, integrantes do ministério da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec) no Recreio dos Bandeirantes, e do cast da Central Gospel Music. E diretamente do Pará, no ritmo do forró, a Banda Som e Louvor, liderados por Jedson Aguiar.
A Marcha recebeu, também, a cantora Maria Marçal, que viralizou no YouTube com o cover da canção Deserto, de Arianne, que atingiu mais de 250 milhões de visualizações. Contratada pela MK Music, ela repetiu o feito com as músicas inéditas Deixa e Enquanto a Igreja Ora.
Diretamente de Minas Gerais, o cantor Eli Soares participou do trio elétrico conduzindo a multidão até a Marquês de Sapucaí. Também marcaram presença: Apascentar Music, Arthur Callazans, Cassiane, Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul, Lagoinha Worship, Lukas Agustinho, Marcus Salles, Midian Lima, Ministério Nova Jerusalém, Ministério Sarando a Terra Ferida, Projeto Vida Nova de Irajá, Samuel Messias e Sarah Beatriz.
A Marcha Para Jesus do Rio de Janeiro também abriu espaço para novos talentos, como o cantor Dan Nascimento, responsável pela abertura do evento no ano passado.
Silas Malafaia
Sempre presente nas edições do evento no Rio de Janeiro, o pastor Silas Malafaia fez uso de seu pronunciamento na celebração para despertar a consciência política dos cristãos e alertar para as ameaças que a Igreja vem sofrendo através de ideologias liberais e progressistas que articulam para promover ações contrárias aos valores bíblicos.
– Se suprimir a liberdade de expressão é a porta para suprimir a liberdade religiosa. Como é que eu vou expressar a minha religião se a liberdade de expressão está sendo cerceada? O jogo é mais perigoso do que você pensa. Ao cercear a liberdade de expressão, podem cercear qualquer outra liberdade – observou o pastor em entrevista ao Pleno.News na 16ª edição da Marcha para Jesus do Rio de Janeiro.
Dallas Jenkins (E), criador e diretor e Jonathan Roumie (D), ator que interpreta Jesus, na série The Chosen (Foto: Reprodução)
Um dos maiores fenômenos do audiovisual nos últimos tempos, a sérieThe Chosen: Os Escolhidostem no Brasil a sua maior base de fãs fora dos EUA. Notória por sua ação inicial de crowdfunding, que possibilitou a arrecadação de mais de US$10 milhões, doados por cerca de 16.000 pessoas em todo o mundo para a produção de sua primeira temporada, The Chosen: Os Escolhidos foi a quinta série mais assistida no Brasil no mês de junho – de acordo com o público por “sua forma bem humorada e humana de mostrar Jesus e cada um de seus apóstolos antes de conhecê-lo”, “a forma pela qual Jesus é retratado, em uma perspectiva humana, acessível, engraçada e envolvente”, e “dar aos personagens factibilidade: são autênticos, de carne e osso”.
Atualmente na produção de sua quarta temporada, o criador e diretor da série, Dallas Jenkins, vem ao Brasil na última semana de agosto para conhecer o país, conversar com a imprensa e com os fãs e promover as exibições exclusivas na Rede Cinemark dos dois primeiros episódios da terceira temporada, dublados em português.
Para Kyle Young, diretor de distribuição global de The Chosen, “Estamos muito felizes por sermos parceiros da Cinemark para nosso primeiro lançamento nos cinemas brasileiros. O Brasil é a nossa maior base de fãs depois dos Estados Unidos, e estamos muito animados por oferecer aos fãs a oportunidade de assistir aos primeiros episódios da terceira temporada como jamais vista – dublada em Português, na tela grande e junto à nossa apaixonada comunidade de The Chosen”.
“Assim que surgiu a oportunidade de exibirmos os dois primeiros episódios da terceira temporada de The Chosen: Os Escolhidos em nossas salas ficamos muito empolgados, pois a série é um fenômeno e transformá-la numa experiência de cinema é algo realmente incrível. Vamos elevar a exibição que acontece na sala de casa em algo maior: na tela grande, com som potente, pipoca de cinema e sem todas as distrações de outras telas e do ambiente que geralmente temos no dia a dia. Esperamos que os fãs da série possam se divertir muito com esta oportunidade inédita.”, comenta o Diretor de Programação da Cinemark, José Octavio Freitas.
Os episódios 1 e 2 de The Chosen: Os Escolhidos – Temporada 3 serão exibidos a partir de 31 de agosto, em salas Cinemark nas cidades de Aracaju – SE, Barueri – SP, Belo Horizonte – MG, Betim – MG, Bragança Paulista – SP, Brasília – DF, Camaçari – BA, Campinas – SP, Campo Grande – MS, Canoas – RS, Cotia – SP, Cuiabá – MT, Curitiba – PR, Florianópolis – SC, Foz do Iguaçu – PR, Goiânia – GO, Guarulhos – SP, Itabuna – BA, Jacareí – SP, Juazeiro – BA, Londrina – PR, Mogi das Cruzes – SP, Natal – RN, Niterói – RJ, Osasco – SP, Palmas – TO, Porto Alegre – RS, Recife – PE, Ribeirão Preto – SP, Rio de Janeiro – RJ, Salvador – BA, Santo André – SP, Santos – SP, São Bernardo do Campo – SP, São Caetano do Sul – SP, São Gonçalo – RJ, São José dos Campos – SP, São José dos Pinhais – PR, São Paulo – SP, Taguatinga – DF, Taubaté – SP, Uberlândia – MG, Varginha – MG, Vila Velha – ES e Vitória – ES. Consulte a programação.
Os ingressos podem ser adquiridos online e pelo aplicativo da Cinemark.
SUCESSO MUNDIAL
The Chosen: Os Escolhidos é um drama histórico inovador, baseado na vida de Jesus Cristo e narrado pelos olhos daqueles que o conheceram. Tendo como pano de fundo a opressão romana em Israel no Século 1, uma série prevista para sete temporadas oferece um olhar autêntico e íntimo sobre a vida revolucionária e os ensinamentos de Jesus.
O fenômeno mundial já conquistou mais de 500 milhões de visualizações de episódios em todo o mundo e mais de 110 milhões de espectadores em 175 países, com planos de disponibilizá-lo em 600 idiomas. A primeira temporada está disponível nos principais serviços de streaming pelo mundo, como Amazon Prime, Netflix, Globoplay e Apple TV+, e todas as suas temporadas são gratuitas nos aplicativos de celular e TV The Chosen.
FATOS
A série foi a primeira produção totalmente independente a conseguir uma exceção do Sindicato dos Atores estadunidenses (SAG) para encerrar a gravação de sua quarta temporada.
Mais de 20 milhões de downloads de episódios no aplicativo exclusivo.
Assistida em mais de 190 países, em todos os sete continentes.
É a primeira série com várias temporadas deste gênero: um drama histórico inovador sobre a vida de Jesus.
O que começou como um pequeno projeto de financiamento coletivo transformou-se em um fenômeno mundial com mais de 110 milhões de espectadores únicos.
Os lançamentos especiais nos cinemas arrecadaram mais de US$ 35 milhões nas bilheterias domésticas de todo o mundo.
Nas principais plataformas de mídia social, a série tem 8,5 milhões de seguidores pelo mundo.
A série tem mais de 510 milhões de visualizações de episódios em 175 países.
As três primeiras temporadas foram dubladas em 50 idiomas, com planos de legendar em mais de 600.
O ator Jonathan Roumie foi convidado a ir ao Vaticano em duas ocasiões diferentes, para falar com o Papa Francisco sobre seu papel como Jesus.
O aplicativo The Chosen é o 25º aplicativo de entretenimento mais baixado na loja de aplicativos da Apple.
A série está no top 5 de programas pesquisados na Roku, uma das principais plataformas de Smart TV.
Pastor Eliezer de Lira e Silva, da Assembleia de Deus em Curitiba (PR), faleceu aos 75 anos. (Foto: Reprodução)
Faleceu hoje, aos 75 anos, o pastor Eliezer de Lira e Silva, da Assembleia de Deus em Curitiba (PR). Pernambucano radicado no Paraná, ele foi comentarista das revistas de Lições Bíblicas de Escola Dominical da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) de 2005 a 2014, tendo escrito seis revistas, e era fundador e diretor do Projeto Missionário “Ide e Ensinai” em Moçambique, África.
Palestrante em Escolas Bíblicas de Obreiros pelo país, ele era também conferencista nas áreas de liderança ministerial e casais, e foi professor de Homilética e articulista dos periódicos da CPAD. Mais informações no jornal Mensageiro da Paz.
O Pr. José Wellington Costa Junior, presidente da Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Brasil (CGADB) emitiu nota de pesar pelo falecimento do pastor. Leia a nota abaixo.
A Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Brasil (CGADB), na pessoa de seu Presidente Pastor José Wellington Costa Júnior, em virtude do falecimento do estimado Pastor Eliezer de Lira ê Silva, ocorrido nesta quinta-feira 17/08/2023, através desta nota externa à Família, bem como a Convenção e Assembleia de Deus no Estado do Paraná, os seus sentimentos, da Diretoria e dos Ministros que compõem nossa instituição.
Pastor Eliezer foi um grande expoente da Palavra de Deus; comentaristas de Lições Bíblicas de nossa CPAD, contribuindo ao longo de anos para o crescimento dos membros e obreiros de nossa Igreja.
Que o Senhor Jesus os console neste momento.
“Preciosa é à vista do SENHOR a morte de seus santos.” Salmos 116:15
Quem lamentou também o falecimento, foi o pastor Geremias Couto.
“Informo com pesar que o pastor e professor Eliezer de Lira e Silva atravessou o Jordão ao encontro de seu e nosso amado Salvador. Foi um grande amigo, com o qual tive o privilégio de compartilhar o púlpito em algumas escolas bíblicas por este país. Os meus sentimentos à família, igreja e amigos até o dia do reencontro,” escreveu Couto nas redes sociais.
O pastor Tim Keller, que morreu em 19 de maio de 2023, lutava contra o câncer de pâncreas em estágio avançado desde 2020. (Foto: Facebook/Timothy Keller).
O pastor e autor Tim Keller foi lembrado em um serviço memorial na terça-feira, 15, por sua profunda sabedoria, paixão por encorajar os outros a crescer em sua fé e por viver a vida de um “servo extraordinário” cujo maior amor foi compartilhar o Evangelho.
Milhares de pessoas de todo o mundo se reuniram na Catedral de St. Patrick, em Nova York, para homenagear Keller, que faleceu aos 72 anos em 19 de maio após uma longa batalha contra o câncer. Keller serviu no ministério pastoral por quatro décadas, incluindo a fundação e pastoreio da Redeemer Presbyterian Church em Manhattan. Ele também cofundou a rede de plantação de igrejas Redeemer City to City.
“Você deve ter notado que este não é o tipo usual de serviço fúnebre”, disse Kathy Keller, esposa do falecido pastor, às 2.000 pessoas reunidas na catedral.
“Isso porque o próprio Tim escreveu, do jeito que ele gostava de fazer funerais para outras pessoas”, disse ela. “Você menciona a pessoa morta, certamente, mas depois fala sobre o Deus que essa pessoa está enfrentando agora. Então, culpe Tim se não houver vídeos, coros e longos depoimentos.”
“Tim está enterrado no Cemitério de St. Michael… mas aquele lugar é enorme e você não conseguiria encontrar o túmulo mesmo que tentasse”, disse ela. “Mas, por favor, não tente, e aqui está o motivo pelo qual não quero que você o faça: você conhece aquelas cenas nos filmes, como no final de ‘O Resgate do Soldado Ryan’, onde alguém tem uma conversa franca em pé na lápide da pessoa falecida? Tim e eu sempre ficamos desconfortáveis com eles porque a pessoa não está realmente lá.”
“Tim está com Jesus – curado, amado, mais vivo e mais feliz do que nunca”, disse ela, mantendo seu tom de conversa. “Tendo mencionado a lápide, direi que estive considerando vários versículos da Bíblia para ela. … Deixe-me dizer-lhe o meu favorito agora.
Ela leu Isaías 25:6–9 para “contexto”, antes de revelar que a lápide de Keller apresentará Isaías 26:1, 12 e 19 , “Naquele dia esta canção será cantada. … Tudo o que realizamos, você fez por nós. … Os teus mortos viverão, SENHOR, os seus corpos ressuscitarão. Que aqueles que habitam no pó acordem e gritem de alegria”.
“Isaías estava falando de uma realidade futura, sem mais morte ou lágrimas”, disse ela. “Tim está vivendo nessa realidade agora”, disse ela. “Como desejo que todos nós confiemos no Deus que ele agora adora face a face, para que um dia todos possamos nos sentar juntos para esse banquete.”
Jonathan Keller lembrou-se de seu pai como um encorajador excepcional, exortando todos a encontrar encorajamento no legado de vida de Keller.
Keller era um “incentivador fundamentalmente talentoso”, disse ele, acrescentando: “Vamos ser encorajados, amigos e familiares, mesmo em nossa tristeza, pela memória de sua vida, que é um testemunho de algo maior e mais duradouro do que nós. aqui na Terra”.
David Keller orou emocionado: “Pai Celestial, estamos tristes com a perda, mas nos confortamos em saber que papai está cheio de alegria. Pedimos que você nos encontre em nossa dor e nos lembre que seu sacrifício amoroso na cruz e ressurreição venceu a morte, para que quando você nos chamar de volta para casa possamos dizer com alegria o que ele disse: ‘Estou pronto para ver Jesus. Mande-me para casa.’”
O serviço também contou com leituras da Bíblia e trechos da obra de CS Lewis, lidos pelo ator Max Mclean, hinos escolhidos por Keller, incluindo “Há um Redentor”, “Immortal, Invisible God Only Wise” e uma homilia de Sam Allberry.
Alberry, um amigo da família dos Kellers, lembrou aos participantes que “as próprias qualidades que amamos em Tim são reflexos do que pode ser encontrado tão claramente em Cristo”. Usando uma das frases de Tim, ele disse: “Jesus é o verdadeiro e melhor Tim Keller”.
“A melhor maneira de apreciar e entender Tim é pensar em Cristo”, disse ele.
“Tim foi um servo extraordinário porque deixou Jesus servi-lo”, disse ele. “Foi ser servido por Cristo que o capacitou a servir tantos de nós tão lindamente. Então você vai deixar Jesus servi-lo? Se você nunca fez isso, você deixaria Jesus servi-lo hoje, esta tarde, neste exato momento?”
As escrituras foram tecidas durante todo o culto, lidas pelos pastores dos quatro campi do Redentor. Cada versículo enfatizava a promessa da ressurreição, incluindo João 14 , 1 Coríntios 15 , 2 Coríntios 4 , Romanos 8 e Marcos 10 .
Michael Keller, o filho do meio de Tim, concluiu o culto encorajando todos a encontrar consolo no fato de que, por meio de Cristo, eles são capazes de “sofrer com esperança”.
Ele citou DL Moody: “Algum dia você lerá nos jornais que DL Moody, de East Northfield, está morto. Não acredite em uma palavra! Nesse momento estarei mais vivo do que estou agora; Terei subido mais alto.”
“O mundo vindouro é mais brilhante, melhor e mais real”, disse Michael Keller. “Vamos vê-lo novamente no novo mundo, para que haja alegria, graça, amor e luz para sempre. Deixe que isso o console, deixe que isso o sustente em todas as coisas agora e sempre.”
Além dos milhares reunidos na Catedral de St. Patrick, quase 10.000 pessoas de todo o mundo assistiram à transmissão ao vivo do funeral pela Redeemer City to City.
De acordo com a The Gospel Coalition, que Keller cofundou, os participantes incluíram a atriz Patricia Heaton, o colunista do New York Times David Brooks, a historiadora Molly Worthen, o rapper Lecrae e outros.
No Twitter, Lecrae revelou que uma fila de pessoas estava “envolvida em torno da 50th e 5th Ave” para comparecer ao funeral de Keller.
“Conheci um homem que voou da Etiópia só para estar lá. Que prova da fidelidade de Keller”, escreveu ele.
Em uma entrevista recente ao The Christian Post, Lecrae compartilhou como o livro de Keller de 2018 Prodigal Prophet salvou sua vida durante uma luta interna com a desconstrução e a dúvida.
“Uma das coisas que admiro em Tim Keller é que ele não estava lá para ensinar os cristãos a se tornarem pastores, mas para usar sua visão e sabedoria bíblicas para descompactar as escrituras para os cristãos, para que eles possam ser crentes eficazes na sociedade. , qualquer que seja o campo de atuação em que atuem”, disse Lecrae.
“Ele foi muito gentil, generoso, atencioso e carinhoso com aqueles que não eram da fé, enquanto ainda mantinha seus pontos de vista e suas crenças bíblicas”, acrescentou. “Existe uma maneira de fazer isso onde você não é desagradável e não é condescendente, mas você está, de várias maneiras, dizendo: ‘Escute, eu sou um ser humano quebrado como o resto de vocês. É apenas esta graça que me transformou… e me permite ter a confiança em quem Deus é e quem eu sou em Cristo.”
Folha Gospel com informações de The Christian Post
Regiane Cichelero, uma mãe cristã de Santa Catarina, está enfrentando desafios legais e multas após decidir educar seu filho em casa.
A ADF International — organização de defesa cristã — que está apoiando Regiane, destacou que a lei internacional de direitos humanos protege o direito dos pais de escolher o tipo de educação que é melhor para seus filhos, incluindo a homeschooling (educação domiciliar).
Durante a pandemia da Covid-19, as escolas e grande parte dos estabelecimentos públicos e privados permaneceram fechados. Foi nesse período que a mãe começou a educar seu filho de 12 anos em casa.
Em março de 2021, a escola em que o menino estudava reabriu, porém, Regiane optou por continuar a educá-lo. Para ela, essa era a melhor forma de garantir ao filho uma educação de qualidade e de acordo com os princípios cristãos da família.
Após tomar essa decisão, Regiane recebeu uma contestação legal dos promotores locais por se recusar a matricular seu filho no sistema escolar local.
Ela foi multada no valor de R$1.500 por não matricular seu filho, e o valor aumentará diariamente enquanto a criança não estiver matriculada na escola local.
Além disso, o juiz do caso inicialmente ameaçou retirar a guarda de seu filho se ele continuasse a estudar em casa.
Lei internacional dos direitos humanos
O advogado Julio Pohl, conselheiro jurídico da ADF International para a América Latina, está apoiando a defesa legal de Regiane.
“Os direitos dos pais estão claramente sob ataque no Brasil”, disse ele.
E continuou: “É condenável o fato de Regiane Cichelero não só ter sido processada e multada, mas também ameaçada com a remoção de seu filho por optar pela educação domiciliar. Os pais são a primeira autoridade para a educação de seus filhos, e essa reação das autoridades locais é uma violação completa de seus direitos como mãe garantidos pelo direito internacional. Estamos ansiosos para buscar justiça para ela e sua família”.
De acordo com a ADF International, a lei internacional dos direitos humanos protege os direitos dos pais de fazer escolhas sobre o tipo de educação que seus filhos recebem.
O artigo 26.3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma que “os pais têm prioridade de direito na escolha do tipo de educação a ser ministrada a seus filhos”.
Além disso, o Artigo 13 do Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais assegura que os Estados devem respeitar o direito dos pais “de escolher para seus filhos escolas diferentes daquelas estabelecidas pelas autoridades públicas, que atendam a padrões educacionais mínimos que podem ser estabelecidas ou aprovadas pelo Estado e assegurar a educação religiosa e moral de seus filhos de acordo com suas próprias convicções”.
Declaração da mãe
Regiane Cichelero respondeu as ações afirmando que escolheu educar seu filho em casa porque acredita que isso é o melhor para ele e está empenhada em fornecer a melhor educação possível.
“Além disso, a educação domiciliar garante que eu possa transmitir nossa fé e valores, que são tão importantes para nossa família, a ele diariamente. Valores que são constantemente desafiados e minados no sistema público de ensino do Brasil”, declarou ela.
Segundo a Associação Nacional de Educação Domiciliar (ANED), atualmente, mais de 70.000 crianças são educadas em casa no Brasil. “Todos os pais têm o direito e a obrigação dados por Deus de fazer escolhas que proporcionem os melhores resultados para nossos filhos. Estou esperançosa pelo dia em que eu e outros no Brasil poderemos exercer nossos direitos como pais sem medo de sermos multados e processados”, concluiu Regiane.
Fonte: Guia-me com informações de ADF Internacional