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Renascer Praise celebra 30 anos e grava novo álbum

Gravação do álbum Renascer Praise 23 e celebração dos 30 anos do grupo de louvor (Foto: Fotografia Igreja Renascer)
Gravação do álbum Renascer Praise 23 e celebração dos 30 anos do grupo de louvor (Foto: Fotografia Igreja Renascer)

Na noite do último sábado (10), milhares de pessoas se reuniram na Renascer Arena, o ginásio da igreja Renascer em Cristo. O evento teve o propósito de celebrar o aniversário de 30 anos do Renascer Praise, que é o maior Grupo de Louvor da América Latina. Durante o show, foi realizada a gravação do 23º álbum desse grupo, liderado pela Bispa Sonia Hernandes.

  • “Os louvores do Renascer Praise contam nossa história com Deus. São fruto de nossas experiências com Ele, de orações, de ensinamentos e meditação na Palavra de Deus. São também a maneira que nós mais amamos de nos conectar com o Senhor!”, afirmou a Bispa Sonia Hernandes.

A abertura do evento foi realizada Apóstolo Estevam Hernandes, marido da Bispa Sonia. Ele abriu as apresentações com uma oração de consagração e agradecimento a Deus. “O nosso objetivo não é fazer um show, mas uma celebração. Queremos que cada pessoa que veio aqui saia cheia do Espírito Santo e que o nosso louvor e a nossa adoração subam como um incenso agradável a Deus!”, afirmou ele.

Na sequência, o cantor Thalles Roberto e a Lakewood Music, ministério de louvor da maior congregação evangélica dos Estados Unidos, Lakewood Church, fizeram uma apresentação com músicas em inglês e em português que já se tornaram conhecidas pelo público.

  • “Somos muito grato a Deus pela vida do Apóstolo Estevam Hernandes. São muitos anos de caminhada. Eles são meus pais e meus amigos. Trazer a Lekwood Music para este momento tão especial alegra muito nosso coração. Para eles, poder entrar no Brasil pela porta da frente é uma grande honra!”, declarou o Thalles Roberto.

Dando seguimento à programação, o Apóstolo Estevam chamou ao altar Laércio, uma criança que viralizou nas redes sociais ao aparecer tocando o louvor “Mil Graus”, do Renascer Praise. Após a apresentação de Laércio, o Renascer Praise subiu ao altar para a gravação do “Renascer Praise 23”, que contou com as participações especiais de Gabriel Asaph, Praise Teen e Praise Cia. de Dança.

O grupo abriu a apresentação com um medley que relembrou as canções que marcaram sua história, como “Vencedor Invicto”, “Invoquei”, “Som do Louvor”, “Canto de Sião”, “Nasci para Vencer”, “Mil Graus” e “Invasão”, da banda Katsbarnea.

Na sequência, eles cantaram as músicas do novo álbum. Entre elas, estavam louvores que já são cantados nos cultos da Igreja Renascer, como “Nissi”, “Eu me Prostro” e “Escape”, que levaram o público à adoração.

Renascer Praise – 30 anos

O Renascer Praise tem marcado a história da música gospel no Brasil. O grupo já se apresentou em todas as edições da Marcha para Jesus em São Paulo e em grandes patrimônios históricos nacionais, como o Museu do Ipiranga, o Teatro Municipal do Rio de Janeiro e o Teatro Amazonas. Também, já lotou o Citibank Hall, o extinto Olympia, o Teatro Elis Regina, o Ginásio do Ibirapuera e o Estádio do Pacaembu, onde formou um coral de 12 mil vozes.

O grupo já gravou 23 álbuns inéditos, foi premiado diversas vezes nos troféus Talento e Promessas e recebeu uma indicação ao Grammy Latino, pelo álbum Canto de Sião, gravado em 2013 em Israel.

Fonte: Comunhão com informações de Carolina Leão [Portal Igreja Renascer em Cristo]

Líderes evangélicos se manifestam contra ação no STF que pode descriminalizar o aborto

Plenário do STF (Foto: STF)
Plenário do STF (Foto: STF)

A ministra Rosa Weber planeja colocar em pauta a ADPF 442 relacionada à descriminalização do aborto no Brasil, antes de sua aposentadoria, programada para outubro de 2023.

Como relatora da ação, a própria ministra que é a atual presidente da Corte está encarregada da ADPF 442, proposta pelo PSOL, que tem como objetivo permitir a interrupção da gravidez nos três primeiros meses de gestação.

Para expressar a opinião de diversos pastores contrária ao aborto, o Conselho da Coalizão pelo Evangelho emitiu uma carta conjunta assinada por seus associados e outros signatários.

O grupo baseou o teor do documento na carta na legislação brasileira e em textos da Bíblia.

Eles sustentam a posição de que o aborto deve ser criminalizado em todas as fases da gestação, desde a concepção, fundamentados na proteção constitucional e legal da vida no Brasil. Os pastores também alegam que o aborto é uma transgressão ao sexto mandamento bíblico, onde Deus ordena: “Não matarás”.

Entre os líderes brasileiros integrantes do Conselho da Coalizão pelo Evangelho que assinaram a carta estão: Augustus Nicodemus Lopes, pastor auxiliar na Primeira Igreja Presbiteriana do Recife; Luiz Sayão, pastor sênior da Igreja Batista Nações Unidas (São Paulo/SP) e diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo; e Renato Vargens, pastor da Igreja Cristã da Aliança (Niterói/RJ), escritor e conferencista.

Textos bíblicos

Na carta o grupo diz que, como cristãos, reconhecem o ensinamento da Bíblia Sagrada, que afirma que todo ser humano é Imago Dei, ou seja, portador da imagem de Deus. Esse entendimento inclui também as pessoas que ainda não nasceram, que devem receber proteção especial devido à sua vulnerabilidade.

Eles citam o livro Salmos, capítulo 139.16, onde o Rei Davi diz: “Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda”.

E ainda o relato de Lucas, que traz o primeiro encontro entre Jesus e João Batista ocorrido quando ambos estavam no ventre de suas mães. Ao entrar na casa de Zacarias e cumprimentar Isabel, esta sentiu a movimentação vigorosa de seu filho ainda no útero, reconhecendo que isso era resultado da ação do Espírito Santo, pois estava ciente da presença do filho de Deus no ventre de Maria (Lucas 1.41).

O grupo reforça ensino da Bíblia que diz ser a concepção de um filho considerada uma bênção divina e enfatiza que o ser humano é formado desde o momento da concepção. Ela deixa claro que a interrupção da vida humana nesse estágio é vista como um ato de assassinato.

Legislação brasileira

A carta aponta a legislação brasileira como contrária ao aborto e ainda que a prática é considerada crime de acordo com os artigos 124 e 125 do Código Penal.

São previstas, contudo, três situações em que não é punível: o aborto necessário, para salvar a vida da gestante; em caso de estupro, chamado de aborto sentimental; e, em 2012, o STF também decidiu que não pode ser punido o aborto em casos de anencefalia do feto.

A carta universal dos direitos humanos, da qual o Brasil é signatário, reconhece em seu artigo terceiro que “todo ser humano tem direito à vida”.

A Constituição Brasileira estabelece, em seu artigo 1º, inciso III, a dignidade da pessoa humana como um dos fundamentos da República. O Código Civil, em seu artigo 2º, determina que “a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro”. Portanto, a criminalização da interrupção da gravidez está em conformidade com o sistema jurídico brasileiro, que visa proteger preceitos fundamentais e os direitos humanos.

O que é uma ADPF

A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) é uma ação de controle concentrado de constitucionalidade prevista na Constituição Federal de 1988 e regulada pela Lei 9882/99.

Seu objetivo é prevenir ou corrigir violações aos preceitos fundamentais da Constituição. Conforme o artigo 12 da referida lei, a decisão proferida na ADPF é definitiva, não sendo passível de recurso ou sujeita a ação rescisória, ou seja, não é permitido apresentar um novo pedido de análise da questão.

Fonte: Guia-me com informações de The Gospel Coalition

Cantor Kaiky Mello deixa CTI e vai para o quarto após 73 dias

Cantor Kaiky Mello. (Foto: Instagram/Kaiky Mello)
Cantor Kaiky Mello. (Foto: Instagram/Kaiky Mello)

O cantor cristão Kaiky Mello apresentou melhoras em seu quadro de saúde e recebeu alta para o quarto, após passar 73 dias internado no CTI (Centro de Terapia Intensiva).

Em março, o jovem sofreu um acidente de moto elétrica e foi internado em um hospital no Rio de Janeiro.

O anúncio foi feito pela mãe de Kaiky no sábado (10), no Instagram do cantor. “Kaiky segue se recuperando, graças a Deus saiu do respirador! Deus é fiel. Obrigado pelas orações de todos, continuem por favor. Ainda temos uma grande caminhada pela frente”, escreveu ela.

Acidente

No dia 29 de março, Kaiky Mello sofreu um acidente de moto elétrica e foi hospitalizado. De acordo com a assessoria da Central Gospel Music, ele passou mal enquanto voltava da escola e sofreu um acidente.

O cantor precisou passar por uma cirurgia após apresentar um coágulo na cabeça. O jovem ficou em coma induzido durante mais de 40 dias.

Kaiky Mello começou a cantar aos 9 anos de idade e foi campeão do concurso Talentos Kids, do programa Gerando Salvação da Rede Mundial, em 2018.

Ele também participou do quadro Shadow Brasil, do Programa Raul Gil, no SBT. No mesmo ano, Kaiky estreou o musical Rua Azusa, da Cia Nissi de Artes, ao lado de Adhemar de Campos e Soraya Moraes.

O jovem cristão ainda atua como compositor e dublador da Netflix.

Fonte: Guia-me

Cristãos são presos durante reunião de oração na Coreia do Norte

Bandeira da Coreia do Norte
Bandeira da Coreia do Norte

Cinco membros de uma família se encontraram cedo no domingo de manhã, 30 de abril, para orarem juntos em uma fazenda na vila Tongam, na província central de Pyongan Sul, na Coreia do Norte. A polícia invadiu o encontro e levou os cristãos, bem como a literatura cristã encontrada em posse deles, relatou a rádio Free Asia (RFA). Fontes disseram à emissora que o pequeno grupo se encontrava semanalmente e a prisão ocorreu após a dica de um informante.

A Coreia do Norte é o país mais difícil para se viver como cristão, de acordo com a Lista Mundial da Perseguição 2023. Enquanto a capital, Pyongyang, já foi uma vez conhecida como Jerusalém do Oriente, hoje cristãos no país são um alvo por causa da fé.

Quando cristãos são encontrados se reunindo ou em posse de uma Bíblia, são punidos severamente e suas famílias também. Eles podem ser deportados para um campo de trabalho forçado ou mortos imediatamente.

Não está claro onde os cinco cristãos estão sendo mantidos, mas eles se recusaram a renunciar à fé. “Um membro da equipe da agência judicial disse que os cristãos se recusaram a dizer onde conseguiram a Bíblia e afirmaram: ‘Tudo por Jesus, mesmo na morte’”, disse uma fonte à RFA.

No início de junho, um relatório do governo norte-americano fez referência a um relatório da organização de direitos humanos Korea Future, descrevendo como uma família cristã, incluindo uma criança de dois anos, foi presa em 2009 por praticar sua fé e possuir uma Bíblia. Todos foram sentenciados a vida em um campo de prisioneiros.

Socorra cristãos onde a perseguição é extrema

Milhões de cristãos enfrentam perseguição atualmente pelo simples fato de se identificarem com Cristo. Entre eles, há milhares que podem morrer por seguir a Jesus. Com uma doação, você socorre seguidores de Jesus com maiores necessidades físicas, emocionais e espirituais.

Fonte: Portas Abertas

Missionários relatam que muçulmanos estão se convertendo após sonhos com Jesus

Cristã ex-muçulmana lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)
Cristã ex-muçulmana lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)

Dois missionários da Assembleia de Deus dizem ter ouvido relatos de muçulmanos vindo a Cristo depois de sonhar com Jesus.

James Bradford, o pastor principal da Assembleia Central em Springfield, Missouri, e o missionário Dick Brogden disseram ao site Assemblies of God News (Assembleias de Deus News) que os muçulmanos estão relatando ter sonhos com Jesus e se convertendo ao cristianismo, informa a CBN News.

“Eu diria até que é a experiência normal”, disse Brogden. “Seria correto dizer que os muçulmanos estão respondendo a Jesus em níveis que nunca vimos, nem em 1.400 anos!”

“Os sonhos estão contribuindo para a revelação (como uma certeza), para o processo de evangelismo e conversão”, continuou ele. “Tantos muçulmanos rejeitam o Islã, mas sabem que seguir Jesus lhes custará tudo. Os sonhos de Jesus os encorajam ao longo do caminho e lhes dão o conforto de que Jesus estará com eles – embora lhes custe tudo para segui-Lo.”

O que está acontecendo?

No mundo ocidental, “sinais e maravilhas”, muitas vezes interpretados como milagres de cura, são frequentemente catalisadores de reavivamento e conversões – embora não sejam a única razão. No entanto, como explica James Bradford, pastor principal da Assembleia Central em Springfield, Missouri, para muitos muçulmanos, as curas simplesmente não são suficientes para convencer os muçulmanos a abandonar o Islã e aceitar a Cristo como seu Senhor e Salvador.

Por que? É importante entender que o Alcorão, o livro sagrado do Islã, reconhece a existência de Jesus e até atribui Sua presença terrena a Maria e ao nascimento virginal. No entanto, Ele também é visto apenas como um profeta que realizou milagres, não foi crucificado, mas foi levado para o céu e um dia voltará para julgar o mundo. Jesus não é visto como o filho de Deus no Alcorão ou a fonte da salvação. Para muitos muçulmanos, uma cura por meio de Cristo não significa muito, pois eles já acreditam que Ele é capaz de realizar milagres – para eles, Ele simplesmente não é Deus.

No entanto, muitos muçulmanos dão grande importância aos sonhos e visões. E é aí que as orações estão sendo respondidas.

Testemunhos

Bradford disse que ouviu o testemunho de uma mulher que sonhou com Jesus.

“Uma mulher havia deixado a fé muçulmana, mas ela estava cheia de ódio e desconfiança dos cristãos. Ela não sabia o que fazer – ela pediu ajuda a Deus”, disse ele. “Certa noite ela teve um sonho em que viu um pastor andando em volta de um túmulo vazio com um cajado. O pastor deu a volta algumas vezes e depois se dirigiu diretamente à mulher. Ele tinha um pão nas mãos, que Ele partiu e ofereceu a ela e, ao fazê-lo, disse: ‘Tome, coma, isto é o meu corpo.'”

Ele disse que ela aceitou Jesus como seu Salvador.

“Ela orou: ‘Jesus, se você é o verdadeiro Deus, eu quero te ver'”, disse Brogden.

“Mais tarde, cuidando de suas ovelhas no deserto, ela se deparou com uma poça de água. Curvando-se para beber, ela olhou para a água e viu no reflexo um homem enorme parado atrás dela. Ele segurava um cajado de pastor e estava sorrindo. Ela virou-se, mas não havia ninguém lá. Ela olhou novamente na água, e lá estava este pastor enorme.

Ela então acrescentou que, quando foi para casa, sua mãe, que estava vivia em uma cadeira, conseguiu se levantar e andar.

“A irmã ergueu as mãos em sinal de rendição e gritou: ‘Jesus, eu creio, eu creio!’”, disse Brogden.

Sonhos com Jesus e a cruz

Bradford também relata outro testemunho que ouviu de um homem muçulmano tendo uma visão de Cristo na cruz. Quando a visão do homem mudou para o lado e depois para trás da cruz, havia um número de telefone escrito na cruz.

Atordoado e bastante curioso, o homem ligou para o número – era o número de um crente que então compartilhou a verdade bíblica de Cristo com ele.

Outra história de Brogden fala sobre um sonho incomum e um tanto engraçado que Deus usou para transformar a vida de um muçulmano devoto.

“Um muçulmano sudanês era um fundamentalista feroz e perseguia sua família que se tornou seguidora de Jesus”, conta Brogden. “Uma noite em seu sonho, ele viu Jesus caminhando em sua direção, e Jesus estava carregando a cruz. Jesus aproximou-se dele, ergueu a cruz e deu-lhe uma pancada na cabeça com a cruz.

“Acordando com um sobressalto, ele estava preocupado. O homem achou o sonho demoníaco. Ele se levantou, realizou as abolições islâmicas e as orações rituais e depois voltou para a cama. O sonho se repetiu: Jesus caminhou em sua direção carregando a cruz e deu-lhe uma bofetada. Acordando tremendo, o homem se lavou, rezou as orações islâmicas e mais uma vez adormeceu.

“Pela terceira vez ele teve o mesmo sonho. Jesus, Cruz, e deu outra pancada na cabeça dele. Na terceira vez, ele acordou confuso. Ele disse para si mesmo: Deve haver alguma verdade em Jesus como o Messias, é melhor eu levá-lo a sério.

“Pela manhã ele procurou o primo e contou-lhe o sonho. ‘Ajude-me a entender quem é Jesus!’, ele pediu. Seu primo começou a estudar a Bíblia com ele. Com o tempo, ele acreditou que Jesus era Deus – o homem agora é um seguidor de Jesus e um líder na igreja clandestina”.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines e Assemblies of God News

Cristãos têm água e luz cortadas pelo governo chinês como punição por cultos no lar

Bandeira da China
Bandeira da China

Em Sanhe, uma cidade administrada pela província de Hebei, na China, um cristão chamado Yang Yingle teve sua água e eletricidade cortadas. “Não foi uma falha técnica, mas uma punição e um aviso”, conforme o Bitter Winter.

Isso aconteceu porque Yang, no dia 1º de junho, convidou alguns amigos idosos para uma reunião em sua casa para orar e ler a Bíblia.

De acordo com o veículo, o próprio Yang não estava em casa quando a polícia chegou. Os idosos foram interrogados e as autoridades levaram o computador e todos os livros religiosos.

O computador foi posteriormente devolvido a Yang, mas os livros foram confiscados.

A água e a eletricidade foram restabelecidas no dia seguinte. A esposa e o filho de Yang estão doentes e ele tem enfrentado vários outros problemas.

‘Cristãos são chantageados’

A cidade chinesa de Sanhe é famosa pelo Tianzi Hotel, cuja forma se parece com os deuses chineses da fortuna, longevidade e prosperidade.

Como na maioria dos lugares da China, ser cristão não é visto com bons olhos pelo governo e os policiais estão acostumados a invadir casas para desfazer cultos domésticos e punir aqueles que possuem Bíblia e acreditam em Jesus.

Não é a primeira vez que o corte de água e eletricidade é usado pelas autoridades do Partido Comunista Chinês (PCC) para aterrorizar e chantagear os cristãos.

Yang foi informado de que as reuniões religiosas ilegais são proibidas e que, se tais incidentes acontecerem novamente em sua casa, ele terá novamente a eletricidade e a água cortadas e também poderá enfrentar consequências mais graves.

Fonte: Guia-me com informações de Portas Abertas

Estevam Hernandes é alvo de ação do MP por racismo religioso na Marcha para Jesus

Estevam Hernandes, líder da Igreja Renascer em Cristo
Estevam Hernandes, líder da Igreja Renascer em Cristo

O apóstolo Estevam Hernandes, líder e fundador da Igreja Renascer em Cristo e organizador da Marcha para Jesus, que ocorreu na quinta-feira, 8, se tornou alvo de uma ação protocolada junto ao MPSP (Ministério Público de São Paulo) após perguntar aos participantes da Marcha para Jesus se, nos próximos anos, “o Brasil será o maior país macumbeiro do mundo ou o país mais evangélico do mundo”.

De acordo com o advogado e ex-deputado estadual Átila Nunes Pereira Filho, que protocolou o pedido, a declaração configura discurso de ódio — o que gerou o pedido aos MPSP de que investigasse a possibilidade de cometimento de crime contra o sentimento religioso.

O ministro neopentecostal narrou um encontro que teve com um pastor quando há décadas e repetiu a pregação:

“Um dia eu estava no estádio do Maracanã e ele disse assim: nos próximos anos, o Brasil será o maior País macumbeiro do mundo ou maior País mais evangélico do mundo. Depende de você porque depende de nós— disse o apóstolo aos mais de 2 milhões de presentes”.

Documento pede retratação pública de Hernandes e indenização de R$ 50 mil. A retratação seria feita em um vídeo de 15 minutos a ser divulgado pelo apóstolo por 30 dias em suas redes sociais. Já a indenização seria destinada à realização de projetos sociais contra o preconceito religioso na cidade de São Paulo.

Para advogado Átila Nunes, que é umbandista, declarações de apóstolo Hernandes são como “riscar um fósforo numa refinaria”. No pedido ao MPSP, ele cita episódios recentes de intolerância religiosa que envolveram evangélicos fundamentalistas — como incêndios em templos indígenas e a demissão de autores de novelas que não se converteram na Record.

O MPSP não tem prazo para avaliar as solicitações, que foram enviadas nesta sexta-feira (9). A expectativa de Nunes é de um retorno rápido à solicitação.

Procurado pelo UOL por meio da Igreja Renascer, o apóstolo Estevam Hernandes ainda não se manifestou sobre o caso.

Sobre a Marcha para Jesus

A 31° edição da Marcha para Jesus reuniu mais de 2 milhões de cristãos nas ruas de São Paulo, na quinta-feira (8).

Com o tema “Jesus, Vencedor Invicto”, a multidão saiu do Metrô Luz e caminhou 3,5 km até a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, de acordo com o iGospel.

Dez trios elétricos levaram louvor e oração durante a marcha, que contou com a participação de cantores nacionais e internacionais, como Thalles Roberto e Lakewood Music.

Anderson Freire, Bruna Karla, Fernanda Brum, Theo Rubia e Victin também estavam entre os adoradores que ministraram no evento.

Fonte: UOL, Guia-me e O Globo

Morre pastor João Wolff, ex-presidente da Igreja Adventista na América do Sul, aos 92 anos

Pastor João Wolff serviu a Igreja Adventista em diferentes regiões e funções (Foto: Arquivo pessoal)
Pastor João Wolff serviu a Igreja Adventista em diferentes regiões e funções (Foto: Arquivo pessoal)

Faleceu neste domingo, 11 de junho, devido à falência múltipla de órgãos, o pastor João Wolff. Jubilado desde 1996, ele foi presidente da Igreja Adventista para oito países da América do Sul de abril de 1980 a julho de 1995. Ele tinha 92 anos e estava internado em um hospital em Curitiba, capital do Paraná, onde vivia com a família.

Wolff nasceu em 12 de junho de 1930, em Santo Antônio da Patrulha, no Rio Grande do Sul. Seus pais, Jacob e Guilhermina, tinham o desejo de que ao menos um de seus nove filhos se preparasse para servir a Igreja Adventista. Para a felicidade deles, oito trabalharam para a denominação. Em 1952, João iniciou o curso de Teologia no então Colégio Adventista Brasileiro (CAB), hoje Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus São Paulo.

Após a formatura, começou seu ministério em janeiro de 1956 como pastor da igreja adventista central de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e auxiliar de contabilidade da Associação Sul-Rio-grandense, a sede administrativa para a região. Em 1957, casou-se com a professora Edy Lil Louzada, que também formou-se no CAB. Nesse mesmo ano, assumiu o departamento de Educação e Missionários Voluntários (MV, atual Ministério Jovem) da Associação Sul-Rio-grandense. Em 1960, mudaram-se para o Paraná, onde Wolff assumiu os mesmos departamentos.

Já em 1963, tornou-se presidente da Missão Catarinense, um escritório administrativo regional da denominação no Estado de Santa Catarina. No ano seguinte, foi escolhido como diretor do MV da União Sul Brasileira (USB), que à época abrangia outros territórios, como o oeste de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso e Goiás.

Em 1969, foi eleito para presidir a União Norte Brasileira, sede administrativa para Estados como Pará e Amazonas. E em 1977 assumiu a presidência da União Sul Brasileira.

Foco no envolvimento dos membros

Depois de servir a Igreja Adventista em várias instâncias, em abril de 1980 foi nomeado presidente da sede sul-americana da denominação, a Divisão Sul-Americana (DSA), responsável por países como Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai. Ele foi eleito durante a 53ª Assembleia da Associação Geral, a principal reunião administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que foi realizada na cidade de Dallas, nos Estados Unidos.

Seus anos na função ficaram marcados pelo intenso trabalho em prol de iniciativas evangelísticas e o envolvimento dos membros na missão da Igreja. Como descreve Roberto Gullón no livro Uma Semente de Esperança, obra comemorativa sobre os 100 anos da DSA, sob a liderança de Wolff foram implementados os “planos quinquenais”, que buscavam unificar a atividade da Igreja Adventista em todos os países citados anteriormente. Tinham como propósito engajar os fiéis na semeadura, colheita e conservação de novos conversos, colocando a Igreja em um “estado de evangelização total e permanente.”

Além disso, com o “Projeto Pioneiro”, estimulou os membros a fundar novos templos a partir de classes da Escola Sabatina. Outra de suas marcas foi, em 1987, o lançamento de uma campanha de distribuição massiva de folhetos com mensagens bíblicas. Um deles, que teve mais de 14 milhões de exemplares impressos, tem por título “Ele é a saída”. Em entrevista à Revista Adventista, publicada em fevereiro de 2016, o “pastor dos folhetos”, como chegou a ser chamado, revelou que entregou pessoalmente 700 mil deles. “Influenciei mais pelo exemplo do que pelos sermões”, destacou.

Ao deixar a presidência da Igreja para o território em julho de 1995, após a 56ª Assembleia da Associação Geral, realizada em Utrecht, na Holanda, ele registrou as seguintes palavras, contidas no texto “Alegria e Gratidão”:

“Para cada tempo, lugar e propósito, Deus busca homens e mulheres que permitem que Ele os use e guie por meio da influência e o poder do Espírito Santo para realizar Sua obra. Isso é o que aconteceu com os pioneiros da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul.

Me sinto agradecido ao Senhor pelo privilégio de ter participado, durante 15 anos, desta linda e abençoada história do crescimento da Igreja no território da Divisão Sul-Americana.”

Posteriormente, em 1996 Wolff serviu como diretor do departamento de Missão Global da União Sul Brasileira, ano em que também jubilou-se. Em 1998, tornou-se conselheiro pastoral na Rádio Novo Tempo em Curitiba. No ano 2000, atuou como pastor da igreja adventista Portuguesa em Toronto, no Canadá. Ao todo, dedicou mais de 46 anos de trabalho para a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Marcas

Por telefone, as filhas Marisa e Denise descrevem o impacto do ministério do pai para a Igreja e para a própria família. “Para nós, foi o trabalho com os jovens, que fez quando era diretor do Ministério MV. Tenho memórias de participar com ele ainda quando menina. Depois, do trabalho dele na União Norte. Lá estava iniciando o Iatai (Instituto Adventista Transamazônico Agroindustrial). Ele falava muito da compra daquele terreno. Lembro muito da insistência dele para o início da faculdade de Medicina na Universidad Adventista del Plata (UAP), na Argentina. E o porta-malas do carro era cheio de caixas de folhetos”, compartilha Marisa.

Apesar das muitas viagens ao longo de seu ministério para atender aos compromissos da Igreja, as irmãs ressaltam que o pai sempre se fez presente, mesmo quando as ligações eram difíceis. Em muitas ocasiões, eram as cartas que traziam notícias e alegria. “A gente sabia que ele estava perto de nós”, narram emocionadas.

Mesmo depois de ter deixado formalmente suas funções ministeriais, o pastor João Wolff continuou a anunciar a volta de Jesus. “Ele sempre testemunhou, até mesmo no hospital. Testemunhar era parte da vida dele. Ele perguntava se a pessoa conhecia a Igreja, como estava sua vida com Deus. Noventa por cento das pessoas sabiam que ele era pastor da Igreja Adventista. O testemunho dele era muito forte em todos os momentos”, sublinha Denise. Sua vida inspirou dois netos, Stefan e Bruno, a tornarem-se pastores, que hoje atuam na Alemanha.

Marisa e Denise detalham que Wolff morava em um apartamento. Mesmo com cadeira de rodas, ele descia diariamente com a cuidadora até a rua. Lá chamava as pessoas que passavam pela calçada e entregava o livro missionário do ano. “Ele fez isso do portão do prédio até o ano passado. Ele pregou do jeito que pôde até o final”, ressaltam. “O que fica é a fé e a confiança que ele tinha nas promessas de Deus, na certeza que tinha naquilo que pregava, e a esperança de ver Jesus.”

O pastor Stanley Arco, atual presidente da Igreja Adventista para oito países sul-americanos, relembra o entusiasmo do pastor João Wolff para alcançar mais pessoas. “Ele dedicava todas as suas forças para impulsionar a Igreja para a missão. Sua liderança multiplicadora deixou marcas em várias gerações de pastores, obreiros e membros. Ele amava profundamente sua família e a Igreja. Foi um grande líder, um pastor apaixonado, um missionário comprometido, incansável no testemunho e na pregação do evangelho. Sempre exaltava o nome de Deus e Sua Palavra. Com foco em Cristo e Sua missão, sua vida tem inspirado e mobilizado a Igreja em toda nossa Divisão. Seu trabalho nos fez avançar como Igreja”, pontua ao destacar sua vida de fé e oração.

Wolff deixa a esposa, Edy; as filhas Denise e Marisa; os netos Malton, Karin, Stefan e Bruno, e os bisnetos Miguel e Maitê. O velório ocorrerá nesta segunda-feira, 12 de junho, a partir dia 11 horas da manhã na igreja adventista central de Curitiba. O culto fúnebre terá início às 18h30.

Fonte: Notícias Adventistas

Missionário brasileiro que estava desaparecido no Quênia foi executado, confirma esposa

Pastor Francisco foi executado no Quênia (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)
Pastor Francisco foi executado no Quênia (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)

O pastor brasileiro Francisco Antônio Chagas Barbosa, que era dado como desaparecido desde a última quarta-feira (7) no Quênia, país no leste da África onde ele morava, foi morto a tiros e depois teve o carro carbonizado. A informação foi confirmada pela esposa do missionário, a pastora Franciane Barbosa, em uma publicação feita na página da Missão Cristã Mundial (MCM) no Instagram neste sábado (10).

“A polícia está investigando. Nas imagens, consta que o Francisco estava sim no carro. Dois homens pegaram ele, o colocaram dentro do carro, ele tentou sair e, nesse momento, foi executado. Sem saber o que fariam, tocaram fogo no carro. O carro que nós encontramos com aquele corpo é realmente do Francisco”, relatou Franciane.

O missionário brasileiro era dado como desaparecido desde a última quarta, quando ele saiu para ir ao supermercado, mas não retornou. Na nota em que informou sobre o desaparecimento, a Missão Cristã Mundial já havia informado que o carro do pastor tinha sido visto sendo dirigido em alta velocidade por, aparentemente, um grupo de jovens quenianos.

Ainda não há informações a respeito dos motivos que levaram à morte do missionário. Francisco morava no Quênia com a esposa desde 2017. No país africano, o pastor fazia um trabalho com crianças, viúvas, refugiados e igrejas locais. Em nota, a MCM disse que o líder religioso deixa “um legado ímpar em missões”.

“Seu trabalho alcançou crianças, viúvas, povos que lutavam contra a fome e a sede. São incontáveis as sementes deixadas, bíblias distribuídas e vidas que foram salvas pelo Senhor por conta de sua dedicação à obra”, destacou.

Nenhuma detenção foi feita até ao momento. A Embaixada Brasileira no Quênia já tem conhecimento do caso. Ela informou que o carro Nissan prateado de Francisco, KBY 305D, foi visto sendo conduzido por um grupo de jovens por volta das 21h, de quarta-feira (7).

Vale salientar que, há alguns anos, o pastor Francisco foi sequestrado e apanhou muito dos agressores. Em Nairóbi, ele e a esposa atuavam servindo crianças, viúvas, refugiados, os povos turkanas, no Norte do país, além das igrejas locais.

Comunicado oficial da Pastora Franciane Barbosa, esposa do Pastor Francisco

“Ele deixa um legado ímpar em missões. Seu trabalho alcançou crianças, viúvas, povos que lutavam contra a fome e a sede. São incontáveis as sementes deixadas, bíblias distribuídas e vidas que foram salvas pelo Senhor por conta de sua dedicação à obra.”

Agradecemos a todos que se mobilizaram em oração nos últimos dias. Continuem em intercessão para que o Senhor console sua família e amigos neste momento.

Fonte: Pleno News e Comunhão

Prefeito propõe substituir feriados cristãos por celebrações seculares, na França

Torre Eiffel, na França (Foto: internet)
Torre Eiffel, na França (Foto: internet)

O prefeito da cidade francesa de Grenoble, Éric Piolle, propôs recentemente alterar o calendário público, substituindo alguns feriados religiosos por outros seculares. “Podemos tornar nosso calendário mais pluralista […] celebrando nosso apego comum à República”.

Atualmente, seis dos 11 feriados na França estão relacionados a celebrações religiosas. A ideia foi criticada pelos cristãos, como também por diversos meios de comunicação, que consideram que Piolle não estava respeitando a “herança patrimonial” da fé cristã no município.

Éric Piolle argumentou que sua proposta visa “deixar os feriados abertos à escolha da convicção religiosa de cada um”. Em contrapartida, ele propõe a criação de dias comemorativos para eventos históricos significativos, como, por exemplo, a abolição da escravatura, assim como para “direitos adquiridos”, como o aborto e o casamento igualitário.

Exigência “inaceitável”

O debate em torno dos feriados cristãos voltou à discussão pública no país, desde o final de maio. Isto porque o ministro do Interior, Gérald Darmanin, solicitou um censo de crianças ausentes da escola durante o feriado islâmico do Eid al-Fitr, que não é um feriado oficial na França.

Segundo o prefeito de Grenoble, a exigência do ministro do Interior era “inaceitável”. Ele argumentou que professores e alunos têm o direito de faltar nos feriados religiosos.

Feriados religiosos

A maioria dos franceses deseja manter os feriados religiosos. É o que revela a Ifop-Fiducial para Sud Radio, publicada em 2 de junho.

O levantamento aponta que 73% da população francesa não é a favor de substituir feriados religiosos por celebrações seculares. O estudo também pontua que 71% dos franceses dizem que desejam manter a lei sobre a separação entre Igreja e Estado.

Fonte: Comunhão

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