Na madrugada do dia 22 de julho de 2003, morria o guitarrista José Cézar Motta, que tinha 33 anos na época. O músico era um dos integrantes e fundadores da banda Catedral.
Cézar foi vítima de um trágico acidente de carro na Linha Vermelha (via expressa que corta a cidade do Rio de Janeiro). Um pneu de um carro que passava pela pista se soltou e chocou-se com o automóvel de Motta, que perdeu o controle e bateu.
“Foi uma fatalidade, Deus é quem comanda a nossa vida. Se isso aconteceu foi vontade dele.”, disse, na época, Kim, irmão de Cézar e vocalista da banda Catedral.
José Cézar integrou o Catedral desde a formação ao lado de seus irmãos, o vocalista Kim e o baixista Júlio, mais o baterista Guilherme. O músico inspirou gerações do rock cristão brasileiro.
Neste sábado (22), a página oficial do Catedral no Instagram, e dos seus irmãos Joaquim Cezar Motta (Kim), e Júlio Cezar Motta, homenagearam o músico e relembraram seus solos inesquecíveis.
“Era um guitarrista fantástico, mas como irmão faz ainda mais falta!!! Fico feliz de termos feito esse álbum que foi um verdadeiro marco na música instrumental (no gospel Brasileiro). 20 anos de saudade… Pra sempre Cezar”, escreveu o baixista Júlio Cezar.
“Pra sempre, the Best! Meu irmão e grande amigo! (In memoriam)”, escreveu Kim ao som de uma música que gravou em homenagem ao irmão.
Sobre Cézar
José Cézar Motta, nasceu no dia 24 de dezembro de 1970 no Rio de janeiro. Sua vocação musical começou quando criança, e ele foi aprender sozinho a tocar piano clássico, primeiro instrumento a cair em suas mãos. Depois do terceiro LP do Catedral (Catedral III), resolveu retomar os estudos e fazer faculdade de música. Se tornando um bacharel em guitarra pela Universidade Estácio de Sá e formado em teologia pelo seminário presbiteriano.
Cézar era casado com Alessanda e pai de 2 filhos, Alex e Jéssica.
Como o valor que os americanos atribuem à religião diminuiu nas últimas duas décadas, uma parcela crescente da sociedade agora classifica atividades comunitárias, hobbies ou atividades recreativas, dinheiro, amigos e saúde como prioridades extremamente ou muito importantes em suas vidas, enquanto a família manteve sua classificação como a maior prioridade de todas, mostram os resultados de uma nova pesquisa da Gallup.
Os resultados da pesquisa , realizada de 1º a 22 de junho, com uma amostra aleatória de 1.013 adultos residentes em todos os 50 estados dos EUA e no Distrito de Columbia, mostram que 96% dos americanos classificaram sua família como extremamente ou muito importante. Essa mesma parcela de americanos classificou sua família como extremamente ou muito importante usando dados de uma pesquisa realizada entre 2001 e 2002.
Enquanto a religião caiu 7%, de 65% para 58% no período de comparação, todas as outras áreas prioritárias medidas mostraram aumentos.
Mais da metade dos americanos agora diz que atividades comunitárias e hobbies ou atividades recreativas são extremamente ou muito importantes para eles. Mas há mais de 20 anos, não era assim.
Os dados mostram que apenas 32% dos americanos disseram que as atividades comunitárias eram extremamente ou muito importantes no final do período da pesquisa em 2002. Mas em 2023, essa parcela saltou para 55%, refletindo um aumento de 23% em como os americanos valorizam as atividades comunitárias. Este foi o maior aumento em qualquer prioridade destacada na pesquisa.
Hobbies ou atividades recreativas aumentaram como prioridade em 13% no período, de 48% para 61%; o dinheiro aumentou de 67% para 79%; o trabalho aumentou de 74% para 83%; a prioridade dada aos amigos aumentou de 74% para 78%; enquanto o foco em saúde aumentou de 90% para 92%.
“Em algum lugar ao longo do caminho, as prioridades pessoais dos americanos mudaram de forma notável. Eles agora valorizam partes de suas vidas mais do que em 2001-2002, particularmente suas atividades comunitárias, mas também seus hobbies e atividades recreativas, seu dinheiro e seus empregos”, escreveu Lydia Saad, diretora de pesquisa social dos EUA no Gallup.
Vários estudos ao longo dos anos apontaram para o declínio religioso da América.
Em ” Significado na América Moderna “, um estudo de 2018 divulgado pelo Institute for Family Studies, o professor de psicologia Clay Routledge destacou como a maioria dos americanos, incluindo aqueles que acreditam em Deus, dizem que sua principal fonte de significado na vida vem de seus relacionamentos com outras pessoas, como família e amigos, em vez da religião.
“A cultura americana está mudando de várias maneiras que têm implicações potencialmente poderosas para os esforços das pessoas para encontrar e manter o significado da vida. Os americanos estão esperando mais para se casar e ter filhos, e estão tendo menos filhos”, disse Routledge.
A mudança na importância da religião na sociedade americana também traz implicações significativas para a sociedade.
Se a religião, incluindo o cristianismo, declinar a um ponto em que a população americana não tenha nenhuma religião, o bem-estar social também poderá sofrer, mostra uma análise de 2022 do Pew Research Center .
Brian Grim, presidente da Religious Freedom & Business Foundation , e sua filha, Melissa Grim, pesquisadora sênior e diretora de projetos da fundação, publicaram um estudo em 2016 mostrando como a religião contribui com cerca de US$ 1,2 trilhão anualmente para o valor socioeconômico da economia americana.
Eles seguiram esse estudo com outro em 2019 publicado no Journal of Religion and Health, que avaliou o trabalho de quase 130.000 programas de apoio à recuperação de abuso de substâncias baseados em congregações nos EUA em até US$ 316,6 bilhões.
“Descobrimos que esses grupos de apoio voluntário baseados na fé contribuem com até US$ 316,6 bilhões em economia para a economia dos EUA todos os anos, sem nenhum custo para os contribuintes”, lembraram os pesquisadores em um resumo publicado pela Religious Freedom & Business Foundation .
“Embora as experiências negativas com a religião (por exemplo, abuso sexual do clero e outros exemplos horrendos) tenham sido um fator contributivo para o abuso de substâncias entre algumas vítimas, dado que mais de 84% dos estudos científicos mostram que a fé é um fator positivo na prevenção ou recuperação do vício e um risco em menos de 2% dos estudos revisados, concluímos que o valor das abordagens orientadas à fé para a prevenção e recuperação do abuso de substâncias é indiscutível”, observaram. “E, por extensão, também concluímos que o declínio da afiliação religiosa nos EUA não é apenas uma preocupação para as organizações religiosas, mas constitui uma preocupação nacional de saúde”.
Folha Gospel com informações de The Christian Post
Deive Leonardo participou do Faustão na Band desta segunda-feira (24) e tocou em temas sensíveis, como intolerância religiosa, inteligência artificial, religião e como estabelecer uma conexão com Deus. De acordo com o evangelista, o respeito é o que deve nortear quem segue o evangelho de Jesus Cristo.
“Respeito é um princípio do evangelho. Se o evangelho que eu acredito, não me faz respeitar a decisão de fé do outro, eu não estou vivendo o evangelho verdadeiro. Precisamos entender a verdade do outro e respeitar. O problema é quando eu tento invadir a sua verdade com o que eu acredito”, disse.
“Eu acredito em Jesus com todo o meu coração, mas se você não quiser acreditar não tem problema. Eu vou continuar a minha missão. O desrespeito fere o princípio básico do evangelho.”
Ao ser questionado sobre a necessidade de ler a Bíblia para falar com Deus, o evangelista explicou o livro sagrado serve como um manual.
“Para falar com Deus a gente não precisa ler a Bíblia, mas para ouvir ele a gente precisa. A oração é uma decisão de conversar com Deus. A Bíblia é o manual perfeito. Tudo o que precisamos para viver está na palavra”, declarou.
“Jesus não é dono de uma religião e nenhuma religião é dona de Jesus. Ele está acima disso. Ele é dono do nosso coração. Jesus não pode ser propriedade de uma religião”, ressaltou.
Deive Leonardo ainda abordou o tema da inteligência artificial. Para ele, é preciso tomar cuidado porque a tecnologia poda esfriar as relações.
“Tecnologia é muito importante, mas existe um problema que é o afastamento das pessoas. Estamos cada vez mais próximos e distantes ao mesmo tempo. A tecnologia tem esfriado as relações. Às vezes temos milhões de seguidores, mas não tem um amigo para ligar se a gasolina do carro acabar”, refletiu.
Cristão em uma igreja no Vietnã (Foto representativa: Portas Abertas)
Aproximadamente 85 pessoas foram presas depois que um grupo armado atacou duas delegacias e causou a morte de nove pessoas (quatro policiais, dois oficiais da comunidade e três civis) no planalto Central do Vietnã no começo de junho. Outras cinco pessoas relacionadas ao ataque estão sendo procuradas.
Quase todas as atividades das igrejas na região foram suspensas e os líderes cristãos estão sendo monitorados. “O sinal de celular foi cortado e a internet está muito limitada. Quando conseguimos falar com eles, não podemos conversar por muito tempo porque o cenário está tenso e sensível. Precisamos ser cuidadosos”, conta Josuha (pseudônimo), parceiro local da Portas Abertas.
Nível máximo de segurança
A segurança está em vigilância máxima e tropas militares foram encaminhadas para os vilarejos. Parceiros da Portas Abertas que moram na região não conseguem explicar o que está acontecendo e estão assustados.
“Certa manhã, um líder cristão saiu e ouviu um tiro. Ele viu um policial armado e forças militares em um comboio dizendo aos moradores do vilarejo para permanecerem em casa e que não saíssem”, disse Joshua. Alguns dias depois, eles foram informados que a polícia capturou um homem que estava escondido na comunidade.
Orações intensificadas
“Todo o corpo de Cristo está extremamente afetado. Todas as programações organizadas pelos parceiros da Portas Abertas na região, como os acampamentos de férias para as crianças, encontros de líderes de igrejas e cursos de administração financeira segundo princípios bíblicos foram canceladas. Não recebemos novas notícias se algum dos nossos parceiros ou algum membro das igrejas locais foi preso”, conta Joshua.
Ele também conta que com o aumento da perseguição, aumentaram as orações. A última situação semelhante a essa aconteceu em 2004, com a tentativa de minorias étnicas de conquistar independência, o que resultou em muitas restrições a longo prazo no Vietnã, além de inúmeras mortes e prisões.
A província de Dak Lak, nos planaltos onde os incidentes aconteceram, abriga mais de 30 grupos étnicos conhecidos como montagnards. Há suspeitas de que os responsáveis façam parte de um grupo tribal de fora do Vietnã que busca a independência de todas as minorias étnicas vietnamitas. Alguns policiais afirmam que eram cristãos, mas até agora não há como confirmar essa denúncia.
Seleção brasileira feminina de futebol. (Foto: @maga.thais / CBF)
A Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2023 marca a nona edição do torneio realizado pela FIFA. O campeonato, que teve início no sábado (20/07), está sendo sediado na Austrália e na Nova Zelândia, sendo a primeira vez que dois países hospedam os jogos, que contam com 32 seleções.
Como forma de mostrar o amor de Deus para as jogadoras que estão participando da competição mundial, Rosie Woodbridge, que escreve para a Christians in Sport, fez uma carta aberta, na qual descreve a mistura de emoções e sentimentos vividos pelas atletas.
Considerada uma ótima jogadora de frisbee, Rosie frequenta uma igreja evangélica em Basingstoke, no Reino Unido, com seu marido Tom e sua filha.
Assim que a competição teve início na Austrália, Rosie escreveu a carta endereçada a todas as jogadoras que estarão em campo ou que carregam o peso de suas próprias expectativas sobre seu desempenho na competição.
“Não se preocupe, Deus te ama, ganhe ou perca”, diz Rosie, que escreve ocasionalmente para os cristãos no esporte.
Emoções e sentimentos
Por ser cristã e atleta, Rosie demostrou sua sensibilidade ao colocar o conhecimento do Evangelho acima de qualquer que seja o resultado dos times na competição.
Como se estivesse na pele das jogadoras, escreveu: “Estamos treinando para esse momento há longos meses, anos até. Sonhando com isso por mais tempo. Que jornada tem sido. Mas já estamos prontas”.
E questiona sobre o sentimento antes de cada partida: “Qual será a sensação de atravessar o túnel e entrar em campo?”.
Ela também descreve o estado emocional que antecede a entrada em campo: “Enquanto a multidão aplaude e enfrentamos a oposição, o momento do destino nos aguarda. Milhões em todo o mundo estão assistindo, a pressão está aumentando. Parece que o peso do país, até do mundo, está sobre nossos ombros.”
“Eu tento manter o foco no plano de jogo, mas as perguntas surgem em minha mente: Como vou jogar? Vou brilhar ou vou desmoronar? O que o mundo vai pensar de mim? Eles vão se lembrar do meu nome? Vou ficar como uma lenda na história?”, escreve.
E continua descrevendo os possíveis questionamentos na mente das atletas: “Ou é melhor se esconder, assim corre menos risco de errar e ser lembrado pelos motivos errados? Meus companheiros de equipe vão me apoiar? Meu treinador ficará satisfeito?”
Toda expectativa que uma atleta pode ter sobre si e seu desempenho, é colocada na carta por Rosie.
“As câmeras estão em mim. Eu pareço bem? Estou exibindo a imagem de mim mesmo que espero? Vou dar uma boa impressão do esporte feminino? Posso inspirar a próxima geração de garotas?”, registra.
E aí começam os temores:
“Como vou lidar se não vencermos? Como vou lidar se eu tiver um desempenho ruim? Se eu me machucar? Isso me torna um fracasso? Vou decepcionar outras pessoas? Vou me decepcionar? Ainda serei amada?”.
Mesmo que haja sucesso, a jornalista não esquece de apontar as possíveis insatisfações: “E, no entanto, como se sentirá se vencermos? Se conseguirmos tudo o que sempre sonhamos? Será o suficiente? Serei suficiente?”.
Boas notícias
Ao escrever a carta aberta para as atletas do futebol, Rosie disse que “estas são perguntas de todos nós no esporte – mas também em qualquer tipo de ambiente de desempenho, seja escola, faculdade ou trabalho – enfrentamos”.
“Mas a Bíblia tem boas notícias para nós enquanto lutamos com essas questões”, avisa.
“O mundo nos diz que precisamos realizar para sermos valorizados, para sermos suficientes, para sermos amados. O esporte nos diz que somos tão bons quanto nosso último jogo, tão bons quanto nossas conquistas. Então, o que acontece quando perdemos? O que acontece quando falhamos?”.
Rosie diz que mesmo que parecer que “perdemos algo de nós mesmas” ou “parecer que estamos incompletas … a Bíblia nos conta uma história melhor”.
Citando Romanos 5:8 [Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco nisto: Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores], ela diz que “Jesus Cristo demonstra seu amor por nós da maneira mais incrível”.
“É chocante; é extremo. O próprio Deus está em uma cruz. A própria vida é condenada à morte”, escreve.
“Por quê? Por causa de todas as nossas boas ações? Nossa perfeição moral? Por causa de nossas conquistas na vida? Por causa do nosso desempenho em campo?”
E esclarece: “Não. Foi antes de tudo isso. Enquanto ainda éramos pecadores. Quando não tínhamos nada para oferecer. E mesmo assim, somos amadas”.
Rosie mostra que o amor de Deus não está atrelado ao desempenho de cada atleta ou qualquer característica humana.
“Não com base no nosso talento. Não com base no nosso desempenho. Não com base em nossa aparência. Não com base na nossa fama. Não com base no nosso sucesso”, diz.
“Mas com base em Deus que é amor. Cujo amor nunca falha, nunca seca. Ele te ama porque te ama”.
O Evangelho dá confiança
Rosei diz que “quando o Evangelho toca o seu coração, você pode entrar em campo com confiança”.
“Se você ganha ou perde, se você falha ou tem sucesso; se você oferece a performance de sua vida ou uma performance que parece a morte; se você passa 90 minutos em campo ou no banco; quer você marque ou sofra, você sabe que é amado. O criador do universo ama tanto você que estava disposto a morrer por você quando não precisava. Nada pode mudar isso”, declara.
E conclui: “Você é mais que uma jogadora de futebol. Você é mais que uma esportista. Você é mais que seu corpo. Você é mais do que seus sucessos ou fracassos. Não deixe que isso defina você. Você é amada. Isso é quem você é”.
Cristina Mel na Expoevangélica Infantil 2023. (Foto: Marcos Paulo Corrêa/Guiame)
A Expoevangélica 2023 contou com uma programação infantil com a cantora Cristina Mel, neste sábado (22), em Fortaleza.
Junto com os pais, as crianças se reuniram no palco principal para louvar a Deus com o grupo Conexão Alegria, que levou animação com seus bonecos. O ministério Happy Kids também adorou com a garotada através de coreografias.
O ambiente alegre e divertido contagiou os pais e adultos presentes no evento, os levando a cantar e dançar com as crianças.
Em seguida, Cristina Mel entrou no palco e cantou seus sucessos. Ao cantar “Soldadinho”, ela ensinou as crianças a obedecerem ao general Jesus e também as autoridades, como os pais e professores.
A cantora, que marcou a infância de gerações, ainda chamou jovens e adultos que cresceram cantando suas músicas na igreja para subir ao palco e louvar com ela.
Logo depois, Mel ministrou a Palavra de Deus. Contando a história de Daniel e seus amigos que não se curvaram à estátua de Nabucodonosor, a líder instruiu as crianças a não se contaminarem com o mundo. “Eles negaram sua fé?”, perguntou Cristina. E as crianças responderam: “Não!”.
Protegendo a infância
Cristina também ensinou os pais a protegerem a infância dos seus filhos. Ela mencionou os perigos presentes na internet.
“Hoje, todos tem celular. Apesar das vantagens, o celular tem alguns perigos; pessoas que entram em contato com as crianças através das redes sociais, fingindo ser crianças”.
A cantora chamou a atenção dos pais para o compartilhamento de fotos dos filhos na web, afirmando que há redes de pedófilos que usam essas fotos para pornografia infantil na dipweb.
Ela ainda falou sobre o perigo de compartilhar informações sobre onde os filhos estudam ou suas rotinas, já que criminosos podem usar esses dados. “Evite compartilhar é muito perigoso”, ressaltou Cristina.
Todos contra o abuso infantil
Ela ainda elertou sobre o abuso sexual e ensinou as crianças sobre consentimento. “Não pode deixar ninguém tocar no seu corpo, além da mamãe. O disque denúncia é 100”, disse.
E aos pais declarou: “Denuncie! Pode ser da família, pode ser da escola, até da igreja. Tenha muito cuidado: não deixe seu filho ir ao banheiro público sozinho, vá com ele”.
“Temos que falar sobre isso”, defendeu Mel. “A educação começa na sua casa. A responsabilidade não é do presidente, do professor, do pastor, é seu. Não delegue à internet, ao influencier o papel de educar seu filho”.
Comentando sobre as ideologias anticristãs que as crianças têm sido bombardeadas hoje, a líder criticou o ensino da ideologia de gênero nas escolas.
“Os dias são maus. Jesus está voltando, mas enquanto Ele não volta, eu não vou me calar. Tão tentando nos calar, mas nós vamos falar da verdade, que menina é menina, e menino é menino”, afirmou.
Filme da Barbie
Sobre o novo filme da Barbie, que entrou em cartaz nos cinemas neste final de semana, Cristina Mel aconselhou os pais a não levarem as crianças para assistirem, porque, segundo ela, a produção ataca a feminilidade e a família.
“Meninas sejam femininas, vocês são princesas do Senhor. Não perca sua identidade”, incentivou.
A líder finalizou o evento, orando de joelhos com pais e filhos. “Nós não vamos perder nossos filhos. Existe poder nos joelhos que se dobram”, profetizou.
Ao final, Mel cantou “Para sempre em meu coração” junto com as famílias, declarando a bênção de Deus sobre as crianças.
Câmara Municipal de Betim, em Minas Gerais (Foto: Reprodução)
Um projeto que proíbe a participação de crianças e adolescentes em eventos LGBTQIA+ foi aprovado na Câmara Municipal de Betim (MG), na Grande BH, na última reunião ordinária antes do recesso parlamentar, realizada no dia 11.
O projeto foi votado em regime de urgência e, tanto o autor da proposta, Layon Dias Silva (Republicanos), quanto a Câmara informaram que a rapidez foi para que a votação ocorresse antes da Parada LGBTQIA+ da cidade, prevista para o dia 30.
O texto prevê multa de R$ 10 mil por hora em caso de descumprimento e cita expressamente a Parada LGBTQIA+ como um dos ambientes em que estaria proibida a presença de crianças e adolescentes.
O projeto diz que a proibição vale para “qualquer evento público que tenha cunho de exibição de cenas eróticas ou pornográficas, incentivo às drogas e intolerância religiosa”, salvo expressa autorização judicial.
Layon alega que “crianças e adolescentes expostos a eventos Parada LGBTQIA+ podem enfrentar dificuldades em discernir aspectos da sexualidade humana” e que “a sexualização precoce pode levar a problemas psicológicos, emocionais e sociais”.
O vereador afirmou que o objetivo é proteger as crianças e jovens da cidade. “As pessoas querem me rotular como homofóbico, não sou. Não tenho preconceito, muito pelo contrário, tenho duas pessoas que trabalham comigo que são homossexuais e são excelentes profissionais”, disse.
Toni Reis, presidente da Aliança Nacional LGBTI+, afirmou que a organização respeita as leis de proteção à criança e o adolescente.
A Defensoria Pública pediu que o prefeito Vittório Medioli (sem partido) vete a proposta, enviada para ele para ser ou não sancionada.
O projeto recebeu 13 votos a favor, enquanto 7 vereadores não votaram e outros 3 estavam ausentes na votação.
Sônia e Estevam Hernandes, casal líder da Igreja Renascer em Cristo (Foto: Rede Gospel TV)
A igreja Renascer em Cristo, fundada nos anos 1980 pelo casal apóstolo Estevam Hernandes e bispa Sônia Hernandes, decidiu pagar R$ 2 milhões a um credor a fim de evitar o leilão judicial de quatro imóveis.
Estevam Hernandes é o idealizador da Marcha para Jesus, evento cristão ecumênico que ocorre há 31 anos em São Paulo, atraindo multidões.
Os imóveis, avaliados em R$ 26,5 milhões seriam leiloados em setembro por decisão do juiz Emmanuel Brandão Filho em um processo movido pela empresa Pole Comércio de Veículos.
Outros credores da igreja pretendiam requerer à Justiça que os valores obtidos no leilão fossem utilizados para a quitação dos seus créditos também. Com o acordo assinado com a Pole, a igreja tenta evitar essa possibilidade, segundo apurou a coluna de Rogério Gentile, da Folha de S. Paulo.
O acordo, que prevê pagamento da dívida com a Pole em 17 parcelas, ainda precisa ser homologado pela Justiça. A dívida é calculada em R$ 1,7 milhão, mas, como foi proposto um parcelamento, o total a ser pago será de cerca de R$ 2 milhões.
Um dos imóveis que seriam leiloados é o prédio da avenida Lins de Vasconcelos, no Cambuci, cujo teto desabou em janeiro de 2009, matando nove pessoas e deixando cerca de 100 feridos. Em ruínas, o prédio tem 2.673 metros quadrados.
A Renascer havia se defendido no processo argumentando não ter descumprido nenhuma cláusula contratual, e que não estava inadimplente. Disse também que os imóveis valem muito mais do que o valor alegado da dívida.
“Somente um único imóvel penhorado é capaz de garantir o crédito almejado pelo menos 14 vezes”, afirmou a defesa da Renascer no processo.
A igreja já havia sido condenada e não tinha mais direito a recurso em relação ao mérito.
Fonte: Coluna de Rogério Gentile, da Folha de S. Paulo
Pastores Fulani e outros terroristas no domingo, 16 de julho, mataram seis cristãos no estado de Benue, na Nigéria, o último dos 37 cristãos mortos nas últimas três semanas no estado, disseram fontes.
Os assaltantes chegaram em motocicletas às aldeias predominantemente cristãs de Igba-Ukyor e Tse Baka, condado de Ushongo, por volta das 20h de domingo, disse Bemgba Iortyom, morador de Ushongo.
“Os terroristas, que acompanhavam pastores armados, primeiro atacaram a vila de Igba-Ukyor, onde mataram cinco cristãos, e depois seguiram para uma segunda vila, Tse Baka, onde mataram um cristão”, disse Iortyom ao Morning Star News em uma mensagem de texto.
Duas outras comunidades predominantemente cristãs foram atacadas no condado de Ukum em 8 de julho, resultando no massacre de 30 cristãos, disseram moradores da área. As aldeias de Zaki Akpuuna e Diom foram atacadas às 11h, disse Kartyo Tyoumbur, presidente do conselho de Ukum.
“O bando de terroristas era composto por cerca de 20 que estavam armados com armas mortais”, disse Tyumbur ao Morning Star News. “Eles queimaram várias casas. Trinta cadáveres de cristãos mortos foram recuperados, enquanto as buscas por cristãos desaparecidos estão em andamento.”
Dizendo que as vítimas eram membros da Igreja Cristã Reformada Universal (NKST) e da Igreja Católica Romana, ele identificou alguns dos mortos em Zaki Akpuuna como Kator Terwase, Aondowase Kator, Albert Tsavnongo, Mbaalumunga Felix, Terzungwe Kartyo, Hangeior Agudu, Terkimbi Umough, Ushahemba Akerchi, Friday Ezekiel, Terwase Mkoholga, Ayu Ageva Vaakaa, John Ikpor, Bem Shima, Vanger Kwaghkaa, Shaagee Tyokaa, Mfedoo Mamfe, Koholga Sase, Iorlumun Dai, Kwaghmande Mngueorga, Msugh Terwase, Ngutor Oraduen, Iortange Uye e Aker Orgema.
Em 30 de junho, no vilarejo de Tse Anwhwan, condado de Logo, um cristão foi morto e dois outros ficaram feridos em uma emboscada por volta das 20h, disse o presidente do conselho, Salome Tor.
“Os homens armados emboscaram e abriram fogo contra as vítimas e assassinaram um certo Sr. Saater Apera, um membro da igreja NKST, e também atiraram e feriram dois outros cristãos”, disse Tor ao Morning Star News. “O incidente foi relatado à polícia, e o cadáver do cristão assassinado foi recuperado, enquanto as duas vítimas feridas foram levadas ao hospital para tratamento.”
Catherine Anene, porta-voz do Comando do Estado de Benue, disse que o pessoal de segurança foi enviado para as áreas.
“Os terroristas têm invadido algumas comunidades em algumas áreas do governo local do estado de Benue”, disse ela. “Equipes da polícia, em colaboração com outras agências de segurança, foram enviadas para as áreas afetadas para enfrentar esses bandidos. Acreditamos que esses ataques não provocados seriam contidos.”
Funcionários do estado de Benue disseram que apelaram ao governo federal para tomar medidas urgentes para acabar com as atrocidades. O reverendo Hyacinth Alia, um padre católico romano que foi eleito governador do estado em maio, disse em um comunicado que os ataques foram um grave pecado contra Deus e a humanidade.
“Uma diretiva foi dada aos agentes de segurança para prender os responsáveis por esses atos ilegais e trazê-los para o livro”, disse Alia. “Envio palavras de condolências àqueles cujos entes queridos foram mortos nesses ataques e rezo a Deus por seu conforto.”
Pastores Fulani e outros terroristas mataram pelo menos 46 cristãos no estado de Benue em junho, parte de uma tendência recente de assassinatos em massa no estado.
A Nigéria liderou o mundo em cristãos mortos por sua fé em 2022, com 5.014 mortes, de acordo com o relatório de 2023 da Portas Abertas. Também liderou o mundo em cristãos sequestrados (4.726), agredidos ou assediados sexualmente, casados à força ou abusados física ou mentalmente, e teve o maior número de casas e empresas atacadas por motivos religiosos. Como no ano anterior, a Nigéria teve o segundo maior número de ataques a igrejas e deslocados internos.
Na Lista Mundial da Perseguição de 2023 dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria saltou para o sexto lugar, sua classificação mais alta de todos os tempos, do 7º lugar no ano anterior.
“Militantes do Fulani, Boko Haram, Província do Estado Islâmico da África Ocidental (ISWAP) e outros conduzem ataques a comunidades cristãs, matando, mutilando, estuprando e sequestrando para resgate ou escravidão sexual”, observou o relatório WWL. “Este ano também viu essa violência se espalhar para a maioria cristã ao sul da nação… O governo da Nigéria continua negando que isso seja perseguição religiosa, então as violações dos direitos dos cristãos são realizadas com impunidade.”
Contando com milhões na Nigéria e no Sahel, os Fulani predominantemente muçulmanos compreendem centenas de clãs de muitas linhagens diferentes que não possuem visões extremistas, mas alguns Fulani aderem à ideologia islâmica radical, observou o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos do Reino Unido para Liberdade ou Crença Internacional (APPG) em um relatório de 2020 .
“Eles adotam uma estratégia comparável ao Boko Haram e ISWAP e demonstram uma clara intenção de atingir os cristãos e símbolos poderosos da identidade cristã”, afirma o relatório do APPG.
Líderes cristãos na Nigéria disseram acreditar que os ataques de pastores às comunidades cristãs no Cinturão Médio da Nigéria são inspirados por seu desejo de tomar à força as terras dos cristãos e impor o Islã, já que a desertificação tornou difícil para eles sustentar seus rebanhos.
Folha Gospel com informações de The Christian Post e Morning Star News
Segundo a pesquisa da Lista Mundial da Perseguição 2023, houve um aumento nos incidentes violentos em comparação ao ano anterior em Honduras. A nação faz parte do continente latino-americano e apresentou aumento no número de mortes, prédios e casas de cristãos atacados, e de cristãos forçados a deixar o país.
O principal problema do país é o controle territorial exercido por gangues criminosas, como MS-13 e Barrio 18, que também atuam em El Salvador. Essas gangues representam constante ameaça a qualquer um que não se submeta a suas regras e métodos de extorsão, principalmente quando se trata de cristãos que se recusam a fazer parte das atividades ilegais e das redes de corrupção.
Represálias das redes de tráfico
As mulheres cristãs são as mais vulneráveis em Honduras. Apenas em 2022, houve 240 mortes violentas e homicídios de mulheres. Abusos sexuais e violência doméstica também acontecem com frequência.
Pastores vivem em constante preocupação com suas filhas já que os membros de gangues querem pegar as meninas para as prostituírem ou as venderem no tráfico humano para obter ganho financeiro. Elas são alvos para servirem como forma de represália ao trabalho pastoral dos pais e para chantagear ou intimidar as famílias para interromper as atividades missionárias que ocorrem no território da gangue.
Evasão de homens
Os riscos para as cristãs aumentam por causa da grande evasão dos homens de Honduras. Os meninos são recrutados, ainda muito jovens, pelas gangues ou, quando crescem na comunidade cristã, são vulneráveis a ataques devido à ameaça que representam ao tráfico de narcóticos.
Por isso, para fugir da violência e pobreza em Honduras, tem havido uma onda de migração rumo ao México e aos Estados Unidos há alguns anos. Após a crise gerada pela COVID-19, milhares estão em fuga novamente, alguns buscando asilo na Guatemala.