Pastor Eduardo Lopes, presidente da Assembleia de Deus Ministério Belém em Três lagoas (MG)
O pastor Eduardo Lopes, presidente da Assembleia de Deus Ministério Belém em Três lagoas (MG), deu um recado aos fiéis nesse domingo (14), no culto de Santa Ceia.
Durante a sua ministração, alguns minutos antes da celebração da Ceia, o líder religioso resolveu aconselhar a membresia da igreja sobre algumas questões políticas.
Lopes disse que a igreja precisa execer a sua cidadania e escolher os seus representantes, porém, alertou sobre as ideologias que estão sendo difundidas. Para o religioso, que não dá para aceitar um crente que se diz servo de Deus votar em um partido de esquerda.
” Não dá pra aceitar um crente que se diz servo de Deus, temente ao Senhor, votar em partidos de esquerda, que tem como ideologia, a apologia e a defesa ao aborto, a ideologia de gênero, a banalização do matrimônio e da família tradicional. Não venha me dizer que você é crente e vota em quem apoia toda essa enxurrada de pecado”, disse o pastor.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (18) mostra que o presidente Jair Bolsonaro (PL) avançou entre o segmento evangélico – que corresponde a 25% da amostra -, subindo de 43% para 49%, enquanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilou de 33% para 32%.
Entre os católicos, Lula lidera por 52% a 27% do atual chefe do Executivo na disputa de primeiro turno.
Entre os mais ricos, com renda superior a 10 salários mínimos, Lula cresceu 7 pontos porcentuais, de 33% para 40%, e empatou com Bolsonaro, que oscilou de 44% para 43%. Esse eleitorado corresponde por 3% da amostra.
No segmento que recebe até 2 salários mínimos – que representa 51% da amostra da pesquisa – Bolsonaro manteve os 23% da última pesquisa e Lula oscilou positivamente um ponto, atingindo 55%. O presidente aposta suas fichas na ampliação dos benefícios sociais e na redução dos preços dos combustíveis para alavancar seu desempenho entre os mais pobres.
Bolsonaro melhorou, no entanto, sua performance entre a faixa de 2 a 5 salários mínimos, que compõe 33% da amostra. O presidente subiu sete pontos neste grupo e empatou tecnicamente com Lula, a quem bate por 41% a 38%.
Já entre as mulheres, Bolsonaro oscilou de 27% para 29%, enquanto Lula foi de 46% para 47%. O presidente tem apostado na sua esposa, Michelle, para melhorar sua imagem junto ao eleitorado feminino, no qual enfrenta alta rejeição.
O instituto ouviu 5.744 eleitores em 281 cidades de terça (16), data do começo da campanha de rua, e esta quinta (18). A pesquisa, contratada pela Folha e TV Globo, foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-09404/2022. A margem de erros global é de dois pontos percentuais para mais ou menos.
O presidente Jair Bolsonaro almoçou com pastores e parlamentares evangélicos nesta quarta-feira, 16 de setembro de 2020, após vetar perdão a dívidas de igrejas
Na campanha eleitoral, que começou nesta terça-feira (16), os candidatos poderão se apresentar aos eleitores para, como se diz na política, “conquistar mentes e corações” na intenção de ganhar votos.
Na disputa deste ano, os candidatos vinculados a igrejas e denominações evangélicas tiveram um grande crescimento. Com isso, mesmo já tendo crescido em eleições anteriores, as candidaturas evangélicas bateram o recorde no Brasil na disputa deste ano.
O PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) tornou-se a agremiação com mais evangélicos, abrigando 47 candidatos, seguido pelo Republicanos (ligado à Igreja Universal), que tem 40 nomes.
O crescimento dessas candidaturas foi de 26% na comparação com 2018. Em 2022, serão 520 os nomes nas urnas relacionados à fé evangélica, onde figuram pastores, cantores e outras funções, de acordo com levantamento do Poder360. Em 10 anos, o número de candidatos com esses títulos cresceu 128%.
Campanha para presidente
A Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional conta com 183 integrantes, desconsiderando 19 deputados que não estão em exercício, e 9 senadores.
Depois das eleições de 2018, um levantamento do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) indicou, ainda, que a bancada evangélica na Câmara ganhou 9 deputados em relação às eleições anteriores, chegando a 84 representantes, informa o Poder360. No Senado, o número teria crescido de 3 para 7.
Os evangélicos são um ponto de sustentação da campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL), um dos principais grupos de apoio desde a sua eleição para presidente em 2018. O chefe do Executivo tem priorizado o grupo religioso na sua agenda de campanha pela reeleição. Desde o lançamento da sua pré-campanha, em 27 de março, até a última 6ª feira (12.ago), o presidente participou de 34 eventos do grupo.
Em março, pastores, deputados, senadores e ministros do governo estiveram presentes em uma reunião com o presidente, que aconteceu na residência oficial do Palácio da Alvorada.
Líderes de ministérios conhecidos foram convidados para o encontro. Muitos deles foram chamados a falar ao microfone, e demonstraram apoio a Bolsonaro.
A pesquisa PoderData realizada de 31 de julho a 2 de agosto mostra que Bolsonaro tem 62% das intenções de voto para presidente entre os evangélicos. O índice subiu 18% em 15 dias, na comparação com a rodada anterior. Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou a preferência de 22% do grupo, ante 35%.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou as redes sociais para responder ao presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a fake news que diz que o petista vai fechar igrejas se for eleito.
Lula afirmou que o atual governante mente para os evangélicos e que é um “fariseu” que tenta manipular a fé dos religiosos.
“Bolsonaro mente para os evangélicos. Ele é um fariseu, tenta manipular a fé de homens e mulheres evangélicas que vão à igreja pela sua religiosidade”, escreveu Lula.
Segundo o candidato petista, Bolsonaro “conta mentiras todos os dias” e manda um recado ao adversário: “não haverá mentiras ou fake news que nos impeçam de mudar o Brasil”.
Para os evangélicos, fariseus são pessoas hipócritas, que seguem uma religião de maneira formal, mas fingem seguir os mandamentos religiosos.
A fala de Lula responde a uma publicação do presidente Bolsonaro em que ele volta a dizer, sem citar o adversário, que o petista pode fechar igrejas caso seja eleito.
“É preciso estar atento. A partir de hoje, mais do que nunca, os que amam o vermelho passarão a usar verde e a amarelo, os que perseguiram e defenderam fechar igrejas se julgarão grandes cristãos, os que apoiam e louvam ditaduras socialistas se dirão defensores da democracia”, escreveu Bolsonaro, candidato à reeleição, repetindo a fala do pastor e deputado federal Marco Feliciano.
Em entrevista à Rádio CBN no domingo (14), dia da Marcha para Jesus no Rio de Janeiro, Feliciano disse que há a propagação do discurso de “risco de perseguição, uma perseguição que pode culminar com o fechamento de igrejas”.
Ele reafirmou, em mensagem enviada à coluna da jornalista Mônica Bérgamo, da Folha de S. Paulo, que a comunidade evangélica tem “muito receio” de um eventual governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e que o partido do ex-presidente é a “expressão viva do mal” no Brasil.
“Existem muitas formas de se fechar uma Igreja. Uma delas é calando os pastores ou obrigando religiosos a terem condutas anti bíblicas. A igreja fisicamente estará aberta, mas na prática estará fechada”, diz Feliciano.
Essa aposta da campanha bolsonarista é lida pelo PT como uma espécie de releitura do “kit gay”, fake news que prejudicou a campanha de Fernando Haddad (PT) em 2018. A sigla já anunciou que busca formas de ir à Justiça contra a propagação da desinformação.
O PT reagiu com a montagem de uma peça e um texto no site “Verdade na Rede”, criado pela campanha de Lula para rebater notícias falsas contra o ex-presidente.
“Lula é cristão, nunca fechou nem vai fechar igrejas”, diz o título do texto, que também destacou sanções na era Lula feitas em favor da comunidade evangélica.
“Já no primeiro ano de governo, ele sancionou a lei que permitiu que as igrejas e associações religiosas pudessem ter personalidade jurídica. Em 2009, instituiu o Dia Nacional da Marcha para Jesus e, em 2010, outra lei sancionada por Lula criou o Dia Nacional do Evangélico”.
Não foi a primeira vez que Lula usou o termo para se referir a Bolsonaro. Em junho deste ano, o ex-presidente disse que o atual mandatário é “mentiroso” e um “fariseu” que usa o nome de Deus em vão. A fala foi dada em evento da Rede Sustentabilidade no qual a legenda anunciou oficialmente o apoio à pré-candidatura do petista.
“Ele é um fariseu, que se utiliza da boa fé de milhões e milhões de brasileiros evangélicos e católicos que votaram nele também”, disse Lula na ocasião.
Folha Gospel com informações de UOL, Yahoo e Folha de S. Paulo
No dia 30 de julho de 2022, seis mulheres cristãs de Azamgarh, na província de Uttar Pradesh, na Índia, foram presas sob acusação de realizar conversões religiosas forçadas. Cerca de 100 membros de uma comunidade cristã se reuniram para celebrar um aniversário.
Quinze membros de um grupo de extremistas religiosos local, intimidados pelo tamanho da reunião, invadiram o encontro e começaram a filmar as atividades dos convidados. Eles também recolheram as Bíblias, hinários e literatura cristã.
De acordo com o jornal The Wire, o autor da queixa, Singh, afirma que as mulheres estavam enganando os outros com dinheiro e realizando atividades ilegais. “Elas ergueram as mãos para o alto, como Jesus fazia e tentaram converter outras mulheres”, afirmou o queixoso. Além disso, ele afirmou que não havia festa de aniversário, sendo essa apenas uma desculpa.
Eles foram até a delegacia onde preencheram um primeiro relatório de informação, alegando que os cristãos realizavam conversões forçadas. Apresentaram ainda a literatura cristã recolhida como prova.
A polícia prendeu seis mulheres, sendo que uma é deficiente física, a outra viúva, e as demais são de contexto muito pobre. A lei prevê prisão de um a cinco anos com uma multa mínima de quase 200 dólares por conversões forçadas, e de três a dez anos de prisão pela conversão de menores e mulheres. Devido à seriedade das acusações, elas não tiveram direito a fiança.
Ore pelos cristãos na Índia, que enfrentam o risco de morte iminente, agressões brutais, oposição intensa e assédio. Além de orar, você pode fazer a ajuda prática chegar até eles quando são atacados. Doe e faça a diferença na vida de nossos irmãos e irmãs indianos.
Neste mês, o presidente da Indonésia, Joko Widodo, anunciou o projeto de alteração no Código Criminal e uma das grandes discussões tem sido o futuro da lei de blasfêmia no país.
De acordo com a Portas Abertas, ultimamente, os cristãos têm vivido sérias violações da liberdade religiosa no país.
“A lei de blasfêmia pretendia proteger as religiões reconhecidas pelo Estado, que incluía os cristãos, mas na prática, a população composta de 80% de muçulmanos utiliza essa lei para discriminar as outras religiões”, disse um analista da organização.
“A Indonésia era conhecida pelo islamismo moderado, mas isso parece estar mudando com o número absurdo de denúncias de blasfêmia”, observou o analista ao compartilhar que, em 2019, o Código Penal já havia ampliado a definição de blasfêmia.
As autoridades do país, que fica no Sudeste Asiático, já haviam determinado 5 anos de prisão para quem pertencesse a qualquer uma das seis religiões não-muçulmanas apontadas pelo governo, entre elas o cristianismo.
Sendo assim, observa-se que a Lei de Blasfêmia tem sido usada para perseguir cristãos, como o ex-governador de Jakarta, Basuki Tjahaja Purnama, já havia denunciado. Basuki foi preso em maio de 2017, acusado por supostamente insultar o Alcorão.
Desde que a lei foi aprovada, em 1965, mais de 150 pessoas foram acusadas de blasfêmia. Quase todos os condenados eram de minorias religiosas, segundo dados da organização Human Rights Watch.
Entenda o que é Lei de Blasfêmia para os muçulmanos
No mundo islâmico, “blasfêmia” é uma palavra que ganhou um significado muito mais profundo que o trivial. Atualmente, ela é usada quase como um “grito de guerra”.
Quando os muçulmanos gritam “blasfêmia!” ou ainda “Allahu Akbar” [Alá é grande], a multidão corre para atacar a pessoa que está sendo acusada de desrespeitar o que é considerado sagrado para eles.
Na maioria das vezes, as pessoas não querem saber o que exatamente aconteceu, e partem para o ataque, sem nenhuma misericórdia. Desrespeitar Maomé ou o Alcorão e suas citações é um crime punível, em diversos países, com multa, prisão, flagelação e até pena de morte.
Vale lembrar aqui, que a maioria das acusações de blasfêmia é feita por muçulmanos contra cristãos, e nem sempre de maneira formal, o que tem incentivado a acontecer vários motins.
O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PL-SP) reafirmou, em mensagem enviada à coluna da jornalista Mônica Bérgamo, da Folha de S. Paulo, que a comunidade evangélica tem “muito receio” de um eventual governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e que o partido do ex-presidente é a “expressão viva do mal” no Brasil.
“Existem muitas formas de se fechar uma Igreja. Uma delas é calando os pastores ou obrigando religiosos a terem condutas anti bíblicas. A igreja fisicamente estará aberta, mas na prática estará fechada”, diz ele.
O parlamentar respondeu ao questionamento feito pela coluna de que o PT estuda acioná-lo na Justiça por fake news.
Nesta segunda-feira (15), a presidente da sigla, Gleisi Hoffmann, afirmou que as declarações sobre suposto fechamento de igrejas são mentirosas.
“Lula governou esse país por oito anos. Quando é que fechou uma igreja, perseguiu evangélicos, um pastor?”, disse Gleisi Hoffmann. Ela lembrou ainda que Lula sancionou a lei da liberdade religiosa e a que criou o Dia Nacional da Marcha para Jesus.
Feliciano, que também é pastor evangélico da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento, afirmou no domingo (14) à rádio CBN que “alertou” os fiéis de que uma suposta “perseguição” do pré-candidato à Presidência pelo PT poderia “culminar no fechamento de igrejas”.
“Se o PT quer me processar por expressar minha opinião e crenças, que processe! Nunca tive medo deles e sou eleito pelo povo de Deus justamente para combater o mal”, diz o pastor, que é um dos parlamentares mais próximos de Jair Bolsonaro.
O deputado segue: “Se, no passado, o governo do PT tentou quebrar as igrejas com interpretações absurdas feitas pela Receita Federal, vai me dizer que agora, que somos a principal base de sustentação social de Bolsonaro, vão deixar barato? Se existem três grupos que têm que se cuidar no Brasil com os comunistas são evangélicos, militares e policiais. Se o PT ganhar a barra irá pesar!”.
O Partido dos Trabalhadores está lançando uma ofensiva para desmentir rumores de que Lula fechará igrejas evangélicas no país. Nela, o partido lembra que ele sancionou a lei da liberdade religiosa, em 2003.
O ex-presidente sancionou também a lei que criou o Dia da Marcha para Jesus, em 2009, proposta pelo bispo e então senador Marcelo Crivella, da Igreja Universal do Reino de Deus.
Leia a íntegra da mensagem de Feliciano enviada à coluna:
“Minha cara Mônica
Registro aqui meu espanto pela imprensa sumariamente enquadrar minha opinião como fake news. Isso só mostra que a máquina da grande imprensa está a serviço da volta do ex-presidiário ao Planalto! Isso dito, reitero firmemente que não apenas eu, como grande parte da comunidade evangélica brasileira, tem muito receio de um governo encabeçado por Lula. Afirmei à CBN e reafirmo aqui que existem muitas formas de se fechar uma Igreja. Uma delas é calando os pastores ou obrigando religiosos a terem condutas antibíblicas. A igreja fisicamente estará aberta, mas na prática estará fechada!
Se o PT quer me processar por expressar minha opinião e crenças que processe! Nunca tive medo deles e sou eleito pelo povo de Deus justamente para combater o mal! E o PT é a expressão viva do mal neste país, quer seja por ter saqueado a nação, quer seja por ter quebrado o Brasil com Dilma, quer seja por defender tudo o que não presta: aborto, legalização das drogas, relativização do furto, erotização da infância.
E vão me dizer que é essa gente, que defende essa pauta, que irá aliviar para a Igreja Evangélica, que é contra tudo o que eles pensam? Se no passado o governo do PT tentou quebrar as igrejas com interpretações absurdas feitas pela Receita Federal, vai me dizer que agora, que somos a principal base de sustentação social de Bolsonaro, vão deixar barato? Se existem três grupos que têm que se cuidar no Brasil com os comunistas são evangélicos, militares e policiais. Se o PT ganhar a barra irá pesar!”
Pastor diz que vai proibir fiéis que votam em Lula de tomar santa ceia.
Um pastor da igreja evangélica Assembleia de Deus em Botucatu, São Paulo (SP), está dividindo a opinião dos internautas nas redes sociais.
Isso porque o religioso, identificado por Rúben Oliveira Lima, disse, durante sua ministração, que os crentes que declaram voto no ex-presidente Lula (PT), não merecem tomar Santa Ceia.
“Eu ouço crentes dizendo: vou votar no Lula. Você não merece tomar a ceia do Senhor se você continuar com esse sistema. Sistema que prega que vai ajudar aos pobres, mas no casamento dele não teve um pobre”, disse.
Na ocasião, o pastor também afirmou que o petista é contra a Bíblia Sagrada e defende o aborto, e por esse motivo, ele não ‘aceita’ que os fiéis que defendem o partido, participem da cerimônia.
“Pelo amor de Deus, não tome Ceia. Não, não, senhor. A Ceia do senhor é santa e o povo de Deus é santo. O povo de Deus não pode pactuar, irmãos. Não, senhores! Não, senhores! Em nome de Jesus, não façam isso [tomar a Ceia]“, falou o líder religioso.
Ao enfatizar que ‘não aceita’ que os fiéis que votam em Lula tomem a ceia, automaticamente o pastor Rúbem proíbe os mesmo de participarem do ato religioso.
Diante da repercussão do vídeo, milhares de internautas criticaram a postura do religioso. “Que ponto chegamos”, disparou um seguidor. “Meu Deus, as pessoas estão passando dos limites!”, disparou um outro.
Outros internautas concordaram com o pastor. “Errado não está”, defendeu um seguidor. O vídeo é de um trecho que foi retirado de uma live. (Confira o vídeo abaixo)
No canto inferior da tela, é possível ver a logo da Assembleia de Deus Ministério Uma Vida com Deus. No entanto, não é possível identificar qual é o ministério da denominação.
Um novo estudo revelou que jovens da Geração Z que leem a Bíblia regularmente ficam menos estressados do que aqueles que não têm o hábito de meditar na Palavra de Deus.
A pesquisa “State of the Bible”, realizada pela Sociedade Bíblica Americana neste ano, descobriu que a Geração Z – nascidos entre 1997 e 2012 – enfrentam “níveis mais altos de estresse do que as gerações mais velhas”.
Usando um questionário com 10 perguntas, os pesquisadores avaliaram os níveis dos sentimentos envolvidos no estresse, como insônia, solidão e desesperança.
Os entrevistados da geração Z, dos Estados Unidos, apresentaram a pontuação mais alta na escala de estresse (14,9), ultrapassando os Millennials – nascidos entre 1981 e 1996 – (12), os Boomers – nascidos entre 1946 e 1964 (6,6). A pontuação utilizou um sistema de 40 pontos.
“Embora este não seja um estudo clínico, o autorrelato baseado em sintomas reflete os métodos de triagem usados em contextos de saúde mental”, pontuou o relatório do estudo.
Segundo a pesquisa da Sociedade Bíblica, 35% das mulheres da Geração Z e 31% dos homens da Geração Z sofrem de “alta ansiedade”.
As porcentagens são maiores do que a média nacional (18%) e do que todas as demais faixas etárias.
“Muito tem sido escrito sobre as pressões sociais e emocionais da sociedade moderna sobre os jovens em geral – e especialmente as mulheres jovens”, afirmou o estudo.
“As redes sociais fazem exigências constantes. Há competição por notas e empregos. A permissividade sexual levanta questões de valor pessoal”.
Um conselho do Surgeon General de 2021 destacou que crianças, adolescentes e jovens enfrentaram “desafios sem precedentes” durante a pandemia.
“A pandemia do Covid-19 mudou drasticamente o mundo deles, incluindo a forma como frequentam a escola, interagem com amigos e recebem cuidados de saúde”, disse o conselho.
“Eles e suas famílias podem ter perdido o acesso a cuidados de saúde mental, serviços sociais, renda, alimentação ou moradia. Eles podem ter tido coronavírus, sofrido com sintomas prolongados de Covid ou perdido um ente querido para a doença”.
Encontrando propósito na Bíblia
Mas, conforme a nova pesquisa da Sociedade Bíblica, os jovens da Geração Z envolvidos com as Escrituras possuem níveis mais baixos de problemas de saúde mental.
Os pesquisadores explicaram que aqueles que leem a Bíblia encontram maior significado e propósito em sua vida.
“As pessoas que leem a Bíblia regularmente e a aplicam em suas vidas relatam menos sintomas de estresse, ansiedade ou depressão. As estatísticas para homens e mulheres engajados nas Escrituras na Geração Z mostram níveis normais de sintomas de ansiedade e depressão”, concluiu o estudo.
“Isso é verdade em todos os dados da pesquisa, e especialmente entre as mulheres da Geração Z. Por mais altos que sejam os níveis de ansiedade e depressão para as mulheres da Geração Z, eles são ainda maiores quando essas mulheres são desengajadas da Bíblia”.
A pesquisa ainda ressaltou que a leitura bíblica não é uma cura instantânea para problemas mentais, mas é um hábito benéfico para a saúde emocional e espiritual.
“Não queremos sugerir que pegar uma Bíblia vai curar instantaneamente os problemas de saúde mental de uma pessoa e fazê-la prosperar em todos os aspectos da existência”, observou o relatório.
“O envolvimento com as Escrituras é um modo de vida, no qual as pessoas se encontram com Deus regularmente e reformulam seus pensamentos e atividades em resposta à orientação de Deus. De acordo com nossos dados, essa interação contínua está associada à saúde mental e ao florescimento humano”.
Fonte: Guia-me com informações de Christian Headlines
Segundo o Tribunal Constitucional da Alemanha, o país precisa de uma nova lei dizendo que “o direito à morte autodeterminada inclui a liberdade de tirar a própria vida com a ajuda de terceiros”.
A discussão sobre essa necessidade aconteceu em 2020 e mexeu com os valores dos cristãos, que não consideram a morte por suicídio como uma opção normal. Eles aguardam a nova lei até o final de 2022.
Essa lei espera ainda a decisão dos juízes do Parlamento Federal da Alemanha — Bundestag. Enquanto isso, propostas estão sendo colocadas na mesa.
Enquanto alguns defendem o livre arbítrio, outros focam nas questões médicas e, outros ainda, lutam para que o suicídio assistido não se torne uma “atividade comercial”. São grupos que defendem interesses diferenciados.
Enquanto isso, especialistas e políticos dizem que o primeiro passo “deve ser garantir que os sistema de prevenção do suicídio sejam melhorados na Alemanha.
“Precisamos garantir que as pessoas tenham vontade de viver ou encontrem essa vontade novamente”, defendeu um grupo multipartidário liderado por um social-democrata e um conservador.
“Se o suicídio assistido se tornar cada vez mais normal, isso também terá suas consequências para a sociedade como um todo. A pressão sobre os grupos vulneráveis, especialmente os idosos, pode aumentar”, explicaram.
Eles compartilham que muitos veem a necessidade de um programa nacional para apoiar cidadãos com pensamentos suicidas. Atualmente, cerca de 9 mil pessoas, por ano, cometem suicídio, na Alemanha, conforme o Evangelical Focus.
A Aliança Evangélica diz que as igrejas devem oferecer ajuda tangível por meio de seminários, treinamentos e cuidados pessoais.
O jornalista alemão da revista cristã Pro, Jonathan Steinert, disse que os textos preliminares que dão maior ênfase à vontade do indivíduo, acima da proteção da vida, têm mais chances de serem aprovados.
Ele aponta para uma recente “tendência à liberalização” dessa questão na Alemanha. Porém, as diversas visões sobre vida e morte encontradas dentro dos grandes partidos políticos dificultam a projeção do resultado.
Sobre a lei da eutanásia na Europa
Na Europa, países como Holanda e Bélgica já possuem leis de eutanásia há muitos anos. A Espanha e a Áustria aprovaram, recentemente, suas próprias leis e há debates acalorados na Itália, Portugal e Reino Unido.
Segundo o jornalista, em breve os cidadãos alemães poderão comparar a futura lei de eutanásia em seu país com a de seus vizinhos. Ele avisa, porém, que o Tribunal parece estar valorizando mais a autonomia das pessoas do que o dever do Estado de proteger a vida.
“Possivelmente, será uma das decisões jurídicas mais liberais”, apontou. Enquanto isso, os cristãos têm se manifestado, deixando uma mensagem clara: “O suicídio não deve ser visto como uma forma normal de morrer na sociedade”.
Ele compartilha que, dentro da Igreja Protestante (EKD), “houve um debate mais amplo, nos últimos dois anos, sobre a existência de um direito teológico à eutanásia e se o suicídio assistido pode ser realizado ou oferecido por instituições da igreja”.
As organizações Diakonie, Caritas e a Aliança Evangélica Alemã concordam que “em nenhuma circunstância os serviços de suicídio devem se tornar serviços regulares” .
Fonte: Guia-me com informações de Evangelical Focus