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Quatro cristãos são presos com base em lei de apostasia que foi anulada no Sudão

Cristão orando no Sudão do Sul
Cristão orando no Sudão do Sul

A polícia da região de Darfur, no Sudão, prendeu quatro cristãos sob uma lei contra a apostasia que foi anulada há dois anos, segundo fontes locais.

A polícia prendeu em 28 de junho os cristãos da Igreja Batista Sudanesa em Zalingei, no estado de Darfur Central, no oeste do Sudão, sob a acusação de apostasia, detendo-os até sua libertação sob fiança na terça-feira (5 de julho), de acordo com a mídia local Sudania 24.

Os cristãos convertidos do Islã – Bader el Dean Haroon Abdel Jabaar, seu irmão Mohammad Haroon Abdel Jabaar, Tariq Adam Abdalla e Morthada Ismail – também foram presos em 22 de junho e liberados no mesmo dia.

Os cristãos da área disseram que foram presos por alegações de apostasia sob o artigo 126 do código penal do Sudão de 1991. Em julho de 2020, o governo de transição que entrou em vigor em setembro de 2019 descriminalizou a apostasia , que era punível com a morte. A Lei de Direitos e Liberdades Fundamentais de 2020 do Sudão proíbe a rotulação de qualquer grupo como “infiéis” ( takfir ), de acordo com a Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF).

A Lei de 2020 também revogou outros artigos de base islâmica do código penal de 1991, incluindo açoitamento público como punição e proibições contra o consumo de álcool. Embora o Sudão tenha tomado algumas medidas para reformar as leis que violam os direitos religiosos, a maioria dos estatutos atuais ainda se baseia na lei islâmica, dizem os líderes cristãos.

Ativistas de direitos humanos disseram que os promotores usaram erroneamente um artigo revogado do código criminal contra os quatro cristãos.

Os cristãos deveriam comparecer ao tribunal esta semana. A polícia também confiscou suas Bíblias e um sistema de som pertencente à igreja.

Os oficiais teriam ordenado que os cristãos deixassem a área. Os homens presos se recusaram, mas desde então se esconderam. Extremistas muçulmanos na área pediram sua morte, disse um dos cristãos presos.

Após dois anos de avanços na liberdade religiosa no Sudão após o fim da ditadura islâmica sob Omar al-Bashir em 2019, o espectro da perseguição patrocinada pelo Estado retornou com um golpe militar em 25 de outubro de 2021.

Depois que Bashir foi deposto de 30 anos de poder em abril de 2019, o governo civil-militar de transição conseguiu desfazer algumas disposições da sharia (lei islâmica). Ele proibiu a rotulação de qualquer grupo religioso como “infiel” e, assim, efetivamente rescindiu as leis de apostasia que tornavam o abandono do Islã punível com a morte.

Com o golpe de 25 de outubro, os cristãos no Sudão temem o retorno dos aspectos mais repressivos e duros da lei islâmica. Abdalla Hamdok, que liderou um governo de transição como primeiro-ministro a partir de setembro de 2019, foi detido em prisão domiciliar por quase um mês antes de ser libertado e reintegrado em um tênue acordo de compartilhamento de poder em novembro.

Hamdock foi confrontado com a erradicação da corrupção de longa data e um “estado profundo” islâmico do regime de Bashir – o mesmo estado profundo que é suspeito de erradicar o governo de transição no golpe de 25 de outubro.

A perseguição de cristãos por atores não estatais continuou antes e depois do golpe. Na Lista Mundial da Perseguição de 2022 da Portas Abertas dos países onde é mais difícil ser cristão, o Sudão permaneceu em 13º lugar, onde ficou classificado no ano anterior, à medida que os ataques de atores não estatais continuaram e as reformas da liberdade religiosa no nível nacional não foram promulgadas localmente.

O Sudão saiu do top 10 pela primeira vez em seis anos, quando ficou em 13º lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2021. O Relatório de Liberdade Religiosa Internacional do Departamento de Estado dos EUA afirma que as condições melhoraram um pouco com a descriminalização da apostasia e a suspensão da demolição de igrejas, mas que o Islã conservador ainda domina a sociedade; Os cristãos enfrentam discriminação, incluindo problemas na obtenção de licenças para a construção de igrejas.

O Departamento de Estado dos EUA em 2019 removeu o Sudão da lista de países de particular preocupação (CPC) que se envolvem ou toleram “violações sistemáticas, contínuas e flagrantes da liberdade religiosa” e o atualizou para uma lista de observação. O Departamento de Estado removeu o Sudão da Lista Especial de Observação em dezembro de 2020. O Sudão já havia sido designado como CPC de 1999 a 2018.

A população cristã do Sudão é estimada em 2 milhões, ou 4,5% da população total de mais de 43 milhões.

Folha Gospel com informações de Morning Star News

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Casar jovem e sem sexo antes do casamento diminui chances de divórcio, mostra pesquisa

Casamento (Foto: reprodução)
Casamento (Foto: reprodução)

A nova pesquisa de W. Bradford Wilcox e Lyman Stone, para o “Institute for Family Studies”, apontou para menores taxas de divórcio entre os casais cristãos que se casaram por volta dos 20 anos de idade e não praticaram sexo antes do casamento.

Dizendo que o casamento não foi obstáculo para a diversão e o sucesso profissional dos jovens casais, Wilcox escreveu em seu blog que o resultado que mostra as menores taxas de divórcio entre eles possuem várias explicações.

Primeiro, solteiros religiosos na faixa dos 20 anos são mais propensos a ter “acesso” a outros solteiros religiosos que compartilham sua visão de família.

“Os caras religiosos são mais de longo prazo, são aqueles com quem você quer se casar e quer apresentar aos pais”, disse Samantha, que se casou com Joe recentemente.

“É o tipo de homem com quem posso compartilhar meus valores que terá valores semelhantes aos meus. Os outros caras estão apenas procurando se divertir”, ela explicou.

Sobre o sexo antes do casamento

Ainda conforme a pesquisa, o sexo por si só pode ser prejudicial ao casamento. “Os casais que já praticam sexo possuem 15% mais chances de se divorciar do que aqueles que não praticam”, escreveu Wilcox.

E as pessoas que já se relacionaram sexualmente com outras, além de seu cônjuge, estão mais propensas a pensar numa separação quando se deparam com algum problema no casamento, conforme os resultados da pesquisa.

Samantha, a recém casada, explicou que ela e o marido nunca tiveram outros relacionamentos, então não enxergam o divórcio como uma opção em caso de conflitos na relação do casal.

O que realmente acontece quando um dos cônjuges já teve relações sexuais com outra pessoa? Wilcox explica que “ter um histórico sexual com outros parceiros pode fazer com que você não valorize o seu cônjuge”.

A psicóloga Galena Rhoades concorda e dá exemplos: “Claro, seu marido, John, é confiável e um ótimo pai, mas não tão charmoso quanto Luke ou tão ambicioso quanto Charles, os outros dois homens com quem você viveu antes de se casar com John. Fazer comparações como essas pode prejudicar seu casamento”, ela destacou.

Relacionamentos conforme a geração atual

A pesquisa mostra também que, atualmente, mais de 70% dos casamentos são precedidos de casais que praticaram sexo antes. “Essa é uma das causas que retardam a decisão pelo compromisso matrimonial”, diz o relatório.

Alguns dados também foram relatados: “Na década de 1960, apenas 5%, em média, dos recém casados viviam juntos antes do casamento. Em 2010, essa porcentagem subiu para mais de 70%.

E, no geral, o que mais destaca a pesquisa são os resultados que apontam que a religião promove a estabilidade do relacionamento, afastando os jovens da prática sexual precoce e aproximando-os para os laços matrimoniais.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Headlines

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Irmã de Amanda Wanessa posta fotos da cantora no hospital e comove internautas

Cantora Amanda Wanessa (Foto: reprodução)
Cantora Amanda Wanessa (Foto: reprodução)

O acidente de carro que vitimou a cantora gospel Amanda Wanessa ainda abala muitos fãs, admiradores e evangélicos.

Após mais de 1 ano e meio da colisão, uma nova imagem da cantora foi publicada nas redes sociais pelos familiares da artista.

Na imagem é possível ver Amanda Wanessa no leito do Real Hospital Português, no Recife, onde se encontra internada realizando tratamentos e se recuperando.

De acordo com informações do site ‘O Fuxico Gospel’, a foto surgiu em um momento que deveria ser de felicidade para a mãe da artista, onde ela comemora mais um ano de vida.

Amanda Wanessa no leito do hospital – Reprodução/Instagram

A imagem dela deitada ao lado da filha debilitada foi publicada por Dany Mendes, irmã de Amanda, que parabenizou a matriarca na legenda da postagem.

“Parabens, mainha, meu maior exemplo de fé, amor e perseverança. Que a graça do bom Deus seja constantes em sua vida. Te amo… Nós te amamos…”, escreveu Dany.

O registro da imagem comoveu a web, que logo deixou mensagens positivas no post de Dany.

Irmã de Amanda posta foto inédita e comove internautas – Reprodução/Instagram

Sobre o acidente

Amanda sofreu um grave acidente de carro no dia 4 de janeiro do ano passado na PE-060, em Barreiros. Ela estava dirigindo um carro que colidiu com um caminhão.

No dia do acidente, além da cantora, estavam também no carro o pai de Amanda, que não precisou ser internado; sua filha, Mel, de 6 anos, que passou por cirurgia; e sua amiga, Jussara Pimentel, que também se recuperou.

De acordo com a polícia, foi constatado na perícia que Amanda dirigia o carro a 130 quilômetros por hora. O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) arquivou o inquérito sem apontar culpados. O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) entendeu que o acidente ocorreu “por culpa exclusiva da vítima”.

Enquanto a família enfrenta a aflição pela recuperação da cantora, Dobson Santos tem cuidado de perto da filha. “Tenho me dedicado e me esforçado com toda atenção necessária. Conversamos e brincamos, sempre passando para ela confiança, sendo presente e dando muito amor e carinho”, disse.

Folha Gospel com informações de TV Jornal e Fuxico Gospel

Ri Happy incentiva “brincadeira sem gênero” e gera repúdio de pais

O influenciador digital Ricardo Cubba de peruca, barba e maquiagem – entrevista o influenciador Luke Vidal, que é homossexual
O influenciador digital Ricardo Cubba de peruca, barba e maquiagem – entrevista o influenciador Luke Vidal, que é homossexual

A rede varejista de brinquedos Ri Happy virou alvo de repúdio de muitos pais e mães após apostar em uma série de vídeos com discursos progressistas para crianças. A empresa fez parceria com ator e influenciador digital e ativista Ricardo Cubba.

Juntos, o ator e a empresa criaram a websérie Deixa Brincar, lançada em abril deste ano. O estopim para a revolta dos pais foi ultimo vídeo, publicado na última quinta-feira (7), onde o apresentador ensina a “brincadeira sem gênero”.

No vídeo, Cubba – de peruca, barba e maquiagem – entrevista o influenciador Luke Vidal, que é homossexual e compartilha a rotina com o companheiro Rafael César e o filho Kauan, de 6 anos. Vidal é questionado sobre como lida com as escolhas de seu filho na hora de brincar.

– Os pais têm que entender que eles não precisam escolher com o que o filho quer brincar ou não. Acho que a criança tem que ser livre para escolher sua brincadeira – disse Vidal.

A publicação rapidamente ganhou centenas de comentários negativos. A empresa, fundada em 1988 e a maior do Brasil no segmento, corre o risco de perder boa parte de seus clientes.

– A partir de hoje, nunca mais piso na Ri Happy e faço questão de não deixar ninguém da minha família frequentar esse lixo que apoia ideologia de gênero para crianças. Vão perverter a infância – escreveu um internauta.

A hashtag #BoicoteRihappy foi criada e mencionada milhares de vezes, levando a empresa a tirar o vídeo do ar.

– A @rihappy tirou o vídeo do ar depois de apagar centenas de comentários negativos. Mas vou continuar divulgando esse absurdo e deixando os pais mostrarem sua indignação!! – protestou uma internauta.

Sérgio Camargo também se encarregou de não deixar o vídeo ser “esquecido” e o compartilhou em sua rede social.

– Comercial anti-inocência da infância faz proselitismo da ideologia de gênero. A iniciativa parte de uma empresa que deveria zelar pelas crianças. Pais, avaliem se vale a pena continuar comprando brinquedos na @rihappy – escreveu na legenda.

Uma resposta à Ri Happy

Marisa Lobo, que é psicóloga, especialista em Direitos Humanos, presidente do movimento Pró-Mulher e autora dos livros “Por que as pessoas Mentem?”, “A Ideologia de Gênero na Educação” e “Famílias em Perigo”, escreveu um artigo no site Guia-me criticando a rede de lojas Ri Happy. Leia abaixo.

“Lamento que uma das maiores, senão a maior varejista de brinquedos do Brasil, se curve ao ativismo ideológico sexual. Tenho certeza que a Ri Happy não se tornou gigante por militar na agenda de gênero, mas sim por oferecer às famílias produtos que refletem a real natureza sexual humana, pela qual nascemos macho ou fêmea e, portanto, socialmente menino e menina, homem ou mulher.

Diferentemente do que o conteúdo produzido pela Ri Happy afirma, toda criança deve ser orientada pelos pais, em tudo, inclusive nas brincadeiras/brinquedos, porque é exatamente isso que serve de referência simbólica e comportamental para elas, em termos de experiência em sociedade e na relação com outras crianças.

É a partir dessa vivência, primeiramente com os pais, que as crianças extraem a formam o seu universo imaginário, levado ao mundo infantil através das brincadeiras, normalmente por imitação. Por isso é comum vermos brincadeiras de “papai e mamãe”, heróis e monstros, profissões, aventuras, entre outras que, em essência, são percepções infantis do mundo real.

Orientar não é interferir na formação do imaginário infantil. Não é o mesmo que impor certos gostos e preferências que, naturalmente, vão se definindo por conta própria durante o desenvolvimento.

A orientação que os pais devem fazer é mostrar que o mundo é, sim, constituído por definições, inclusive biológicas, pelas quais nós, humanos, nos baseamos culturalmente para distinguir o que são brincadeiras típicas de meninos e meninas. A criança, por si só, embora biologicamente inclinada a agir conforme o próprio sexo, também precisa receber dos pais esse referencial.

Portanto, os pais podem, sim, atuar em certa medida nas brincadeiras dos filhos, sendo exemplos para eles, a fim de que sigam a vida com base em seus modelos. O que o ativismo de gênero quer, por outro lado, é justamente que os pais sejam ausentes como condutores dos filhos, porque é aí onde eles entram com suas as narrativas.

Concluo fazendo um apelo aos pais, para que não se deixem levar por conteúdos como esse da Ri Happy, e para que filtrem os locais que valem a pena receber o nosso dinheiro. Eu, Marisa Lobo, não financio empresas que promovem a ideologia de gênero. Se você concorda comigo, faça a sua parte.”

Fonte: Pleno.News e Guia-me

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Apenas 20% dos americanos acreditam que a Bíblia é a ‘palavra real de Deus’, revela pesquisa

Mulher lendo a Bíblia (Imagem: freepick)
Mulher lendo a Bíblia (Imagem: freepick)

Uma porcentagem recorde de americanos acredita que a Bíblia Sagrada é uma coleção de “fábulas” registradas por homens e uma porcentagem recorde baixa acredita ser a “verdadeira palavra de Deus”, de acordo com uma nova pesquisa da Gallup.

A pesquisa descobriu que 29% dos adultos nos EUA – o maior número de todos os tempos – dizem acreditar que a Bíblia é um “antigo livro de fábulas, lendas, história e preceitos morais registrados pelo homem”, enquanto 20% dos adultos – o menor de todos os tempos – dizem que acreditam que é a “verdadeira palavra de Deus e deve ser tomada literalmente, palavra por palavra”.

Em 2017, a última vez que a pesquisa foi realizada, 26% disseram que era uma coleção de fábulas e 24% disseram que era a verdadeira palavra de Deus.

A terceira opção de meio-termo na pesquisa realmente teve um aumento – de 47% em 2017 para 49% este ano: “a Bíblia é a palavra inspirada de Deus, mas nem tudo nela deve ser tomado literalmente”.

A porcentagem de americanos que dizem que a Bíblia é a “verdadeira palavra de Deus” caiu gradualmente na última década, de 30% em 2011 para 28% em 2014 para 24% em 2017 e 20% hoje. Durante esse mesmo período, a porcentagem de americanos que dizem que a Bíblia foi escrita por homens aumentou, de 17% para 21% para 26% e para 29% hoje.

A opção de meio termo permaneceu praticamente inalterada desde 2011, quando também era de 49%.

A mudança nas crenças sobre a Bíblia veio “como uma série de indicadores mostram um declínio na religiosidade geral na população adulta dos EUA”, escreveu Frank Newport da Gallup.

“As interpretações da Bíblia pelos americanos são importantes, porque a Bíblia é frequentemente usada como base para posições políticas sobre questões morais e de valores, incluindo coisas como aborto e relações gays e lésbicas”, escreveu Newport. “Alguns grupos protestantes mais conservadores usam uma interpretação literal de passagens do Novo Testamento como base para sua crença de que as mulheres não devem ocupar posições de liderança religiosa nas igrejas. Os dados da Gallup mostram que o uso de uma interpretação literal da Bíblia como base ou justificativa para posições de política social provavelmente ressoará apenas com uma minoria em declínio da população geral dos EUA”.

Folha Gospel com informações de Christian Headline

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Marcha para Jesus recebeu mais de R$ 1 milhão em emendas de vereadores de SP

Marcha para Jesus 2022

A Marcha para Jesus recebeu R$ 1,7 milhão em emendas de vereadores paulistanos para sua edição de 2022, que aconteceu neste sábado (9). João Jorge (PSDB) destinou R$ 1 milhão, e o Missionário José Olímpio (PL), R$ 710 mil.

Essa modalidade de pagamento de eventos públicos por meio de emendas passou a ser questionado depois que as redes bolsonaristas divulgaram que a apresentação de Daniela Mercury no evento de 1º de Maio das centrais sindicais, que contou com a presença de Lula (PT), foi financiada dessa forma.

As informações são da Folha de S. Paulo.

A cantora, os vereadores que indicaram a destinação das emendas e o prefeito Ricardo Nunes (MDB) foram criticados pelos bolsonaristas nas redes sociais e a Prefeitura de São Paulo abriu uma sindicância para apurar o caso.

Segundo a Folha de S. Paulo, a Marcha para Jesus, evento de ala dos evangélicos alinhada ao bolsonarismo, também tem recebido o mesmo tipo de recurso nos últimos anos.

Em 2019, o vereador Gilberto Nascimento Júnior (PSC) destinou R$ 1,1 milhão. Nesse ano, Jair Bolsonaro (PL) discursou e tornou-se o primeiro presidente a participar da Marcha.

No ano seguinte, Eduardo Tuma (então no PSDB, hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Município) direcionou R$ 400 mil por meio de duas emendas. Em 2020, devido à pandemia da Covid-19, a Marcha funcionou em formato diferente, como uma carreta, que terminou em um show acompanhado de dentro dos carros.

A edição da Marcha de 2022 teve diversos políticos, entre eles Jair Bolsonaro e seu ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos), pré-candidato ao Governo de SP.

A pré-candidata à Presidência da República pelo MDB, senadora Simone Tebet, também participou do evento, ao lado do prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, do mesmo partido.

No final da tarde, o governador de São Paulo e pré-candidato à reeleição, Rodrigo Garcia (PSDB), compareceu ao evento e realizou um breve discurso no intervalo entre as atrações musicais.

Fonte: Folha de S. Paulo e G1

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Treinador faz missões na África através do futebol

Leo Burg usa sua profissão no campo missionário. (Foto: Leo Burg/Instagram)
Leo Burg usa sua profissão no campo missionário. (Foto: Leo Burg/Instagram)

O esporte se tornou uma ferramenta no campo missionário para Leo Burg, que há mais de 10 deixou sua vida no Brasil para treinar crianças e levar o Evangelho à Ásia e África.

“É por isso que temos lutado todos os dias: levar transformação, através do esporte, na vida das crianças e suas famílias”, disse Leo Burg em entrevista ao Guiame.

O chamado de Burg é fruto do sonho de todo menino: ser um jogador de futebol. Ele começou a se envolver com o esporte em 1993 em um clube de formação de São Paulo, o Pequeninos do Jockey.

Desanimado com a carreira no futebol, anos mais tarde, Burg iniciou uma faculdade de Direito em Curitiba e criou novos planos. Até que, certo dia, em uma sessão de cinema com sua esposa, Rubiana Burg, ele sentiu que deveria se doar mais para o Reino de Deus.

“Um dia assistimos um filme chamado Quem se Importa em um cinema de Curitiba. Saímos daquele lugar chorando e pensando: precisamos mudar o sentido da nossa vida.”

“Naquela época estávamos vivendo o melhor momento financeiro da nossa vida, mas começamos a nos perguntar onde Jesus se encaixava naquilo”, contou.

Em 2012, Leo e Rubiana deixaram tudo no Brasil, literalmente, e foram para o campo missionário na Índia. No país asiático, ele tirou licenças como treinador e, sua esposa, como professora. Através de suas profissões, o casal conseguiu alcançar muitas pessoas.

“Através da minha profissão, entrei em lugares que não entraríamos se fossemos missionários sem essas habilidades específicas”, disse Burg.

Chamado para a África

O casal já estava estabelecido na Índia: sua primeira filha, Aimeé, havia nascido naquela nação e seu segundo filho, Gabriel, estava a caminho. Foi nesta época, em 2018, que Deus começou a despertar Moçambique no coração deles.

“Mas Deus, há tantos trabalhos missionários lá”, Leo pensou na época. Ele então sentiu uma resposta de Deus: “Chegou a hora de discipular as nações.”

Depois que o segundo filho do casal nasceu, toda a família se mudou em 2019 para Moçambique, na cidade de Pemba, em Cabo Delgado. A trajetória no país, no entanto, foi muito mais desafiadora.

“Começaram a irromper alguns ataques terroristas na região e nos mudamos para a província de Sofala”, ele conta. “A insegurança é constante. Nós sabíamos que Deus nos guardava, mas para nós não era sábio permanecer naquele local.”

Burg se lembra de um episódio em que tentaram invadir sua casa enquanto estavam fora e isso o assustou. “Porque não sabíamos a motivação. Com duas crianças, é desafiador você viver essa escalada de ataques”, disse.

O missionário já estava acostumado com situações de hostilidade. “Nós tivemos situações na Índia que tivemos que sair dos vilarejos de onde estávamos porque havia iminência de ataques. Soube de pastores de nossos vilarejos que foram agredidos por extremistas”, conta.

Para ele, a insegurança é um capítulo que Índia e Moçambique têm em comum. “Na Índia, você era proibido de fazer proselitismo religioso. Você podia ser cristão, mas não podia fazer batismos ou evangelismos. Já em Moçambique temos o desafio de discipular uma nação com uma diversidade de culturas, sem acesso a comida ou a água, onde crianças morrem de diarreia e de fome”, analisa.

Missões através do futebol

É nesse contexto que ele atua pela TAP Global, uma organização cristã com sede no Brasil, fundada em 2015. Em seus projetos e ações, a TAP busca apoiar pessoas carentes através do esporte.

Em Moçambique, Leo Burg é treinador em um Centro Esportivo que não só promove técnicas de futebol a meninos e meninas, mas também leva alimentação e o ensino da Palavra de Deus.

“Não é uma escolinha, é um trabalho de desenvolvimento esportivo. Porque eu creio que não fazemos nada mediano para Jesus. Entregamos o melhor para Ele e para as crianças. Elas terão capacidade de se tornar atletas profissionais no futuro, mas o mínimo que vão sair dali é amando Jesus e sabendo que a vida delas faz sentido”, declarou.

Uma das cenas mais marcantes para Burg foi após uma campanha de arrecadação de chuteiras. “Um menino recebeu uma chuteira e chorou quando colocou no pé, porque ele nunca tinha vestido um calçado para jogar futebol. É tão longe da nossa realidade”, disse.

Enquanto isso, Leo Burg acredita que cada pequena ação feita no campo missionário são como “gotas” que vão fazendo a diferença em um oceano extenso. “A TAP é uma gota no oceano, mas se ela não estivesse lá, algo faltaria no oceano. A nossa contribuição nesse mundo tem o poder de transformar vidas”, destaca.

Fonte: Guia-me

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Câmaras Municipais de Juiz de Fora e BH aprovam proibição de linguagem neutra em escolas

Sala de aula com frase de linguagem neutra escrita no quadro (Foto: Montagem/FolhaGospel)
Sala de aula com frase de linguagem neutra escrita no quadro (Foto: Montagem/FolhaGospel)

A Câmara Municipal de Juiz de Fora (MG) aprovou na quainta-feira (7) um projeto de lei que proíbe o uso da linguagem neutra nas escolas da cidade. Segundo o autor do projeto, vereador Sargento Mello Casal (PTB), o objetivo é “garantir que os alunos tenham acesso ao ensino da norma culta”. O texto segue agora para análise da prefeita Margarida Salomão (PT), que pode sancioná-lo ou vetá-lo.

A linguagem neutra é defendida por ativistas da ideologia de gênero e estabelece o uso de expressões que não sejam no masculino nem no feminino. Os artigos “a” e “o” são substituídos, por exemplo, por letras como “e” ou “x”, para expressar o que classificam como gênero neutro ou não-binário. Assim, palavras como “todos” e “todas” são escritas “todes” ou “todxs”, “menino” ou “menina” passam a ser escritos como “menine” etc.

O PL 117/2021 estabelece que “fica garantido aos estudantes do Município de Juiz de Fora o direito ao aprendizado da língua portuguesa de acordo com as normas legais de ensino estabelecidas com base nas orientações nacionais de Educação, pelo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e da gramática elaborada de acordo com a reforma ortográfica”. A norma é aplicada a todo o sistema de ensino de Juiz de Fora, incluindo o Ensino Superior, e também aos editais de concurso público.

“É preciso coibir excessos que não fazem parte da norma culta e colocam em xeque o aprendizado ao confundir principalmente as crianças em fase de alfabetização. Nossa língua é complexa, é patrimônio do nosso país e precisamos defendê-la. Nossas crianças têm direito a esse aprendizado e é nosso dever defendê-las. Não caiam em narrativas contrárias e esses argumentos: nossa língua portuguesa é uma só para todos”, disse o vereador Mello Casal em suas redes sociais.

Belo Horizonte

A Câmara Municipal de Belo Horizonte (MG) também aprovou a proibição do uso da linguagem neutra nas escolas. O PL 54/2021, do vereador Nikolas Ferreira (PL), foi aprovado em 1º turno na terça-feira (5). Agora, o texto volta para as comissões para análise das emendas. Não há prazo para votação em 2º turno.

O projeto de lei determina que “fica expressamente proibida a denominada ‘linguagem neutra’ na grade curricular e no material didático de instituições de ensino públicas ou privadas, assim como em editais de concursos públicos”.

O texto também afirma que “as Secretarias responsáveis pelo ensino básico e superior do município deverão empreender todos os meios necessários para valorização da língua portuguesa culta em suas políticas educacionais, fomentando iniciativas de defesa aos estudantes na aplicação de qualquer aprendizado destoante das normas e orientações legais de ensino”.

Folha Gospel com informações de ACI Digital

Ministro do STF não tem ligação com igreja que fatura milhões por ano

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes

O Supremo Tribunal Federal (STF) desmentiu nesta sexta-feira (8) que o ministro Gilmar Mendes seja presidente de uma igreja em Minas Gerais que supostamente fatura até R$ 2,5 milhões por ano.

A informação viralizou depois que um investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por criação e disseminação de notícias falsas postou nas redes sociais e vários perfis replicaram.

Segundo a falsa postagem, documentos comprovariam que o ministro Gilmar Mendes é presidente de uma igreja em Minas Gerais que fatura até R$ 2,5 milhões por ano e que o CNPJ da igreja estaria vinculado ao CPF do ministro.

A nota do STF diz ainda que em conferência ao site da Receita Federal é possível verificar que uma pessoa de mesmo nome, Gilmar Ferreira Mendes, aparece como presidente da igreja. Mas, ao analisar o CPF do presidente da igreja, nota-se que se trata de outra pessoa, um homônimo (pessoa de mesmo nome), pois não é o CPF do ministro do STF.

O STF alerta para a importância de não repassar informações publicadas em locais não confiáveis e com dados alarmistas ou teorias conspiratórias.

Para conscientizar a sociedade sobre a importância do papel de cada um para evitar a propagação de notícias falsas sobre o STF e seus ministros, o Supremo Tribunal Federal lançou a série #VerdadesdoSTF, na qual informações falsas ou deturpadas atribuídas à Corte e aos seus ministros são objeto de correção. Clique aqui para ver o site.

Folha Gospel com informações do Supremo Tribunal Federal

Marcha Para Jesus 2022 acontece neste sábado em SP

Marcha para Jesus em São Paulo
Marcha para Jesus em São Paulo

Neste sábado (9), depois de dois anos realizando carreatas e eventos fechados por causa da pandemia, a Marcha para Jesus finalmente retorna às ruas da cidade de São Paulo em seu formato original. Neste ano, o evento será ainda mais especial, pois completa 30 anos de existência.

A organização prevê que milhões de pessoas devem se reunir para percorrer o tradicional caminho pela zona norte da cidade. A caminhada sairá do Metrô Luz, às 10h, e seguirá em direção à Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, próximo ao Campo de Marte. Neste ano, dez trios elétricos animarão o percurso de 3,5 quilômetros que contará com número recorde de caravanas (mais de 8 mil). A ação solidária será mantida: serão arrecadados agasalhos e cobertores. Cerca de 3.500 pessoas estão envolvidas na organização, divididas em 40 coordenadorias.

Na chegada, será montada uma megaestrutura que receberá nomes da música gospel, como: Aline Barros, André & Felipe, Ao Cubo, Arthur Pompeo, Damares, Daniel Berg, Daniela Araújo, Eli Soares, Fernanda Brum, Gabriel Guedes, Jonas Vilar, Juliano Son, Lukas Augustinho, Maurício Paes, Mover Worship, Pastor Lucas, Pedras Vivas, Praise Teen, Rebeca Carvalho, Renascer Praise, Samuel Messias, Sarah Beatriz, Thalles Roberto, Thayse Carvalho, Theo Rúbia, Thiago Melod, Ton Carfi, Wesley Ros, Yudi Tamashiro, Zoe Dance e o vencedor do Gospel Singer Israel Reis.

Marcha para Jesus é um evento pacífico que reúne igrejas cristãs do país e do mundo e é aberto à participação de toda a população.

– Vivemos uma verdadeira transformação no Brasil nestes últimos 30 anos. São 30 anos de história em que saímos às ruas sempre com o objetivo de louvar a Deus e orar por nossa cidade e país – afirma o apóstolo Estevam Hernandes, presidente da Marcha.

Ele destaca que, mesmo depois de tantos anos, o evento certamente continua impactando e reunindo um grande público. Nos últimos dois anos, 2020 e 2021, a Marcha para Jesus realizou eventos menores, como carreatas para arrecadação de alimentos, lives solidárias, shows no estilo drive-in, seguindo as regras de distanciamento estabelecidas no período.

Neste ano, o dia começará com as crianças, às 9h30, que saem na Marcha Kids juntamente com seus pais. Na sequência, às 10h com uma oração do apóstolo Estevam, começa oficialmente a Marcha para Jesus 2022.

Evento oficial

Marcha para Jesus faz parte do calendário oficial do País desde setembro de 2009, quando a Lei Federal nº 12.025 foi sancionada. Em São Paulo, o evento conta com o apoio da prefeitura de São Paulo, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), SPTrans/Atende, São Paulo Turismo e Polícia Militar.

O evento chegou ao Brasil em 1993. Naquele ano, já sob a coordenação do apóstolo Estevam Hernandes, foi realizada a primeira edição que saiu da Avenida Paulista, desceu a Avenida Brigadeiro Luís Antônio e chegou ao Vale do Anhangabaú para a concentração. Desde então, o evento já foi realizado em países como Argentina, Canadá, Colômbia, Cuba, Estados Unidos, Finlândia, França, Itália, Japão, Moçambique, Rússia, entre outros. Em 2022, a Marcha aconteceu pela oitava vez em Israel, durante a caravana apostólica que visitou o país em junho.

Marcha Para Jesus 2022
Data: 09 de julho
Local: saída Metrô Luz
Concentração: Praça Heróis da FEB
Início: 10h

Fonte: Pleno.News

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