Bolsonaro com uma metralhadora nas mãos (Reprodução/Instagram )
O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta quarta-feira, 15, que Jesus “não comprou uma pistola porque não tinha naquela época”. A declaração ocorreu em encontro com religiosos no Palácio do Planalto.
Os participantes falavam sobre países em que a legislação de armas é mais liberal que a brasileira –como os Estados Unidos. Um dos religiosos declarou: “Isso é recomendação do próprio Jesus. Antes de ser crucificado, ele mandou: ‘quem não tem espada, vende vestimenta e compra uma espada’.”
Foi então que Bolsonaro respondeu que Jesus não tinha uma arma de fogo somente porque o objeto não existia na época em que viveu.
No encontro, o presidente ainda disse: “Você acha que alguém vai atacar os Estados Unidos, vai atacar a Rússia, vai atacar a China? Tem bomba atômica.”
Bolsonaro também teceu novas críticas ao ex-presidente Lula (PT), seu principal adversário nas eleições deste ano. “Para ele, fazer aborto é igual extrair um dente”, declarou aos apoiadores presentes.
Lula critica Bolsonaro
O ex-presidente e pré-candidato ao Palácio do Planalto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a fala de Bolsonaro. “Eu até nem quero acreditar que ele tenha dito isso, porque é de uma cretinice tão grande”, declarou o petista na 4ª feira em Uberlândia (MG), onde ele foi promover a pré-candidatura de Alexandre Kalil (PSD) ao governo do Estado.
“Não é possível que uma pessoa que pensa algo assim, uma pessoa que fala uma cretinice dessas, diga que é cristão ou diga que crê em Deus”, disse Lula. “Podem ficar certos de que o Deus de uma pessoa dessas não é o seu Deus e não é o meu Deus. Porque o meu Deus significa amor, humanismo, significa bondade, carinho e respeito pelos outros seres humanos.”
De acordo com o novo relatório do Projeto Philos — A Jihad Invisível: como são tratados os cristãos pelos aliados do Irã — nota-se o claro objetivo por parte das autoridades iranianas em criar uma “pureza demográfica muçulmana”.
Em busca dessa possibilidade, eles estão produzindo condições que forçam os cristãos a sair de várias regiões do Oriente Médio.
“As milícias do Irã que atuam no Líbano, Iraque, Síria e Iêmen desempenharam um papel significativo no declínio dramático dos cristãos na região”, destaca o relatório.
“A Jihad invisível é uma redução demográfica através da emigração forçada. Essas milícias usam conflitos existentes para fabricar as condições por trás do êxodo em massa”, disse o autor do relatório, Farhad Rezaei.
Historicamente, os países islâmicos protegiam tanto os muçulmanos quanto os cristãos. Porém, é verdade que os cristãos sempre foram tratados como cidadãos de segunda classe por eles.
Entre os anos de 1979 e 1989 — quando ocorreu a Revolução Fundamentalista do Irã — o primeiro líder supremo, Xá Mohammad Reza Pahlevi, estava por trás do êxodo de cristãos do Oriente Médio, conforme indica o relatório.
“Na nova leitura do Alcorão, os não muçulmanos foram considerados impuros e não deveriam viver entre os muçulmanos por causa da poluição espiritual e por seguirem outras ideologias”, explica o relatório.
“Como o Irã percebeu que os cristãos não poderiam ser mortos em massa, o regime optou pela política alternativa de eliminação através de migração forçada [quando as pessoas são obrigadas a sair de seu local de origem e se deslocar]”, continua.
Cristãos no Líbano
No Líbano, o Hezbollah pró-Irã é visto como o responsável pela redução dos cristãos. Em 1950, 54% da população libanesa era registrada como cristã, já em 2020, esse número caiu para 33,7%, conforme o pesquisador.
O alvo dos extremistas islâmicos são os missionários e, dessa forma, as conversões ao cristianismo são impedidas. A outra estratégia é a imposição de suas regras rígidas, como por exemplo, códigos de vestimenta estritos. O Líbano chegou a ser apelidado de “mini-Teerã” por causa de suas duras leis.
As propriedades e terras cristãs também encolheu. Algumas terras foram vendidas legalmente por emigrantes, mas boa parte foi perdida por despejo e expulsão coordenados pelo Hezbollah.
Desde 2000, atingir a nova onda de evangélicos protestantes no Líbano tem sido o alvo dos muçulmanos radicais.
Cristãos no Iraque
No Iraque, a situação tem sido ainda pior para a Igreja, onde as milícias xiitas ligadas ao grupo terrorista Al Qaeda se transformaram no Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS), sob o comando de Abu Moussa al Zarqawi.
“De acordo com o censo de 1987 do Iraque, havia 1,5 milhão de cristãos no país e esse número caiu drasticamente para 144 mil”, informou o relatório.
Cristãos na Síria
Na Síria, os cristãos foram afetados de forma extremamente violenta. “Em 2011, a comunidade era de 2,3 milhões — 10,5% da população síria total dividida em várias denominações”, especifica o relatório.
“A maioria desses cristãos vivia em torno de Qamishli, Deir Ezzour, Hasakah, Aleppo, Homs, Damasco, Vadi al Nasarah [Vale dos Cristãos] e Daraa. Em 2021, a comunidade cristã da Síria encolheu impressionantes 70%”, diz ainda o relatório.
O Irã teve sua influência na Síria graças à família Assad, que governa o país e que pertence ao grupo xiita-alauíta em uma nação predominantemente sunita. Depois que Assad perdeu contra a revolta popular em 2011, o Irã reestruturou o Exército Sírio e criou várias milícias dentro do Exército de Libertação Xiita.
Enquanto o Irã salvou o regime de Assad, a guerra civil matou 600 mil pessoas, deslocou 6,5 milhões de outras internamente e forçou 6,6 milhões de pessoas a fugir através das fronteiras.
Há notícias de que muitos cristãos foram mortos, sequestrados por resgates e ainda torturados e tendo seus bens confiscados. Houve 124 agressões a igrejas entre 2011 e 2019, com 75 atos de violência, incluindo vandalismo, segundo o relatório.
Cristãos no Iêmen
O grupo Zaydis — ramificação xiita que compreende cerca de 30% da população iemenita — lançou uma rebelião em 2014, investindo um esforço considerável para acabar com a presença cristã nos territórios sob seu controle.
Havia cerca de 40 mil cristãos de várias denominações e muitos muçulmanos que abandonaram o islã para seguir o cristianismo. Atualmente, o remanescente é aproximadamente de 3 mil cristãos.
Para chegar a esse número, os terroristas sequestraram os cristãos mais proeminentes, atacaram instituições ligadas à Igreja com a extrema violência e muitos tiveram que se deslocar do país.
Sobre a Jihad
O termo jihad remete à “guerra santa muçulmana” ou luta armada contra os infiéis do islã. Muitos muçulmanos radicais acreditam que têm o dever religioso de defender o islã de forma violenta.
Enquanto muitos cumprem suas doutrinas em busca de paz, purificando-se através de vários rituais e seguindo uma agenda religiosa, outros acreditam que é preciso “fazer justiça” com as próprias mãos, praticando a guerra física. Para os jihadistas todo não muçulmano é inimigo do islã e está ofendendo Alá, o deus do islamismo. A “infidelidade” para os extremistas islâmicos é uma inspiração para matar.
Conforme a Portas Abertas, a perseguição aos cristãos em países islâmicos se baseia nisso e muitos muçulmanos pensam que através da morte de quem segue o cristianismo eles estão assegurando para eles um “lugar no paraíso”.
A jihad declara morte aos infiéis
Seguem algumas declarações de extremistas quando realizam um ataque contra os que são considerados infiéis: “Vamos seguir em frente nesta luta, vamos lançar medo e aterrorizar seus corações”.
“A jihad é tão brilhante quanto o sol que brilha no céu. Essa é uma guerra entre muçulmanos e infiéis”, disse um porta-voz dos extremistas islâmicos que atua nas Filipinas.
Ele conclui sua mensagem com as seguintes ordens aos seus soldados: “Matem os infiéis onde quer que eles estejam. Não usem de misericórdia, atinja-os com seus punhais e coloquem fogo em suas casas”.
“Pedimos a Alá que abençoe a operação realizada pelos leões do Califado, pedimos a Alá que mate os cruzados”, escreveu nas mídias sociais um apoiador do Estado Islâmico, logo após a explosão em um metrô, na Rússia, em abril de 2017.
Outro apoiador chegou a dizer que aquele trem era “um atalho para o inferno para os adoradores da cruz”.
Isso é só uma amostra de como os cristãos são tratados em diversos países do mundo, onde eles são considerados infiéis pelos islâmicos radicais. A “jihad invisível” tem os mesmos princípios, mas vem com um disfarce de guerra e conflitos políticos.
A Portas Abertas enfatiza que a igreja no Brasil é livre para orar, louvar e adorar a Deus: “Que a nossa liberdade possa ser usada para estender a mão aos nossos irmãos perseguidos. Persevere e interceda pela nossa família em Cristo”.
Fonte: Guia-me com informações de The Christian Today e Porta Abertas
A cantora Aline Barros completa 30 anos de carreira na música gospel em 2022. Colecionando hits e prêmios, a artista divulgou nesta terça-feira (14) que fará uma série de celebrações do marco.
“Estou muito feliz e grata ao Senhor por poder dividir com vocês que as celebrações, os lançamentos e tantas outras coisas incríveis a respeito do ‘Aline Barros – 30 Anos’ começam HOJE!”, publicou nas redes sociais.
Aline revela que vai fazer releituras dos maiores sucessos da sua trajetória e promete que os lançamentos começarão ainda em junho.
A novidade foi divulgada com um vídeo onde a artista gospel aparece cantando em diferentes locais do Brasil e do mundo. “Vou fazer releitura de algumas canções desses 30 anos de carreira em algumas cidades do Brasil e alguns países no exterior”.
Junto com as imagens, os nomes que aparecem na tela são: Lençóis Maranhenses, Rio de Janeiro, São Paulo, Los Angeles, Mojave Desert, Portugal, França, Angola, Israel e Suíça. O vídeo encerra com o texto “e mais”, revelando que outros lugares ainda serão divulgados.
“Estou muito feliz e grata ao Senhor por poder dividir com vocês que as celebrações, os lançamentos e tantas outras coisas incríveis a respeito do “Aline Barros – 30 Anos” começam HOJE! 🔥❤️🔥🙏🏻
Vou fazer releitura de algumas canções desses 30 anos de carreira em algumas cidades do Brasil e alguns países no exterior… e os lançamentos começarão ainda em JUNHO! 🤩
Obrigada a todos que estão empenhados comigo, com meu esposo Pr Gilmar, nesse projeto tão incrível. Obrigada a minha família, meus Pastores, minha igreja! 🔥🙌🏻🙌🏻🙌🏻
Meu coração está em júbilo! O Senhor faz infinitamente mais, além do que pedimos ou pensamos!! Ele é BOM! Posso ouvir uma glória Deeeeus?“, escreveu Aline Barros nas redes sociais.
Mulher com as mãos tampando a boca (imagem ilistrativa)
De acordo com um novo estudo, os cristãos que acham difícil expressar livremente suas crenças na sociedade devido à intolerância secular estão praticando “várias formas de autocensura”.
O estudo, intitulado “Percepções sobre a autocensura: confirmando e entendendo o ‘efeito inibidor’”, foi elaborado pelo Observatório sobre Intolerância e Discriminação Contra os Cristãos na Europa, o Observatório da Liberdade Religiosa na América Latina e o Instituto Internacional de Liberdade. O estudo apresenta relatos de caso da França, Alemanha, Colômbia e México.
“A intolerância secular tem um efeito assustador sobre os cristãos, o que afeta diretamente sua capacidade de expressar sua fé livremente na sociedade e está levando a várias formas de autocensura”, disse o estudo.
“Algumas pessoas realmente temem ser submetidas a processos judiciais ou serem punidas criminalmente por acusações de discriminação, enquanto outras temem ser submetidas a processos disciplinares em seus locais de trabalho.”
“Com algumas exceções, a maioria optou por manter em sigilo suas expressões de fé ou suas opiniões sobre questões relacionadas à vida, ao casamento e à família na perspectiva da doutrina cristã, porque testemunharam sanções ou processos a que colegas ou pares foram submetidos”, acrescentou o estudo.
Os autores do estudo enfatizaram que, embora alguns dos incidentes citados no estudo possam parecer insignificantes, quando agravados, podem fazer com que os crentes se sintam desconfortáveis em viver sua fé.
“Alguns cortes não te matam e mal machucam. Mas pequenos ataques contínuos acabam tendo um impacto. Postulamos que o acúmulo de incidentes aparentemente insignificantes cria um ambiente no qual os cristãos não se sentem confortáveis – até certo ponto – para viver sua fé livremente”, explicou o estudo. “De fato, os cristãos ocidentais experimentam um ‘efeito inibidor’ resultante de pressões percebidas em seu ambiente cultural, relacionadas a processos judiciais amplamente midiatizados”.
“Por causa da natureza sutil e geralmente não fisicamente violenta do efeito de resfriamento, muitas vezes é incompreendido ou até mesmo ignorado e, portanto, permanece em grande parte invisível”, continuou o estudo.
“Esta é a principal razão pela qual o fenômeno não é reconhecido em conjuntos de dados de liberdade religiosa, como os índices do Pew Research Center”, afirmaram os autores.
O relatório observou que a autocensura não apenas limita as pessoas de expressar suas crenças religiosas “mas também que essas violações ao direito à liberdade religiosa podem causar o desaparecimento da religião em um determinado contexto”.
Conforme relatado pelo Christian Today, Madeleine Enzelberger, diretora executiva do OIDAC Europe, explicou que o estudo “levanta a questão legítima de: como é possível em uma sociedade democrática madura e liberal que defenda a tolerância, a diversidade e o discurso inclusivo e aberto, que as pessoas têm medo de falar livremente o que pensam?”
A maioria dos participantes cristãos no estudo desconhecia sua censura autoimposta. No entanto, alguns se censuram com tanta regularidade que pararam de “ver as características relacionadas à autocensura como um problema”.
“A Igreja se permitiu ser autocensurada… os líderes religiosos cristãos têm mais liberdade para se expressar livremente (mas nem sempre tiram vantagem disso)”, afirmou o estudo.
Em resposta à autocensura, o autor enfatizou que deve haver “uma necessidade urgente de educar os políticos, funcionários públicos (incluindo a polícia) e juízes sobre religião para aumentar sua alfabetização religiosa”.
“Vimos que um alto grau de analfabetismo religioso leva à incompreensão de como a religião informa o comportamento em diferentes esferas da sociedade e qual é o papel legítimo da religião no domínio público”, escreveram os autores. “O analfabetismo, portanto, pode consequentemente ser a causa da ‘intolerância prática’ contra os cristãos”.
Folha Gospel com informações de Christian Headline
A Câmara dos Representantes do estado de Ohio, aprovou uma resolução pedindo à Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos EUA para adicionar o Canadá à sua lista de observação de países onde as liberdades religiosas estão ameaçadas.
O deputado estadual Tim Ginter apresentou a legislação, dizendo que os legisladores canadenses lidaram mal com as restrições de bloqueio do COVID-19 e atacaram igrejas. Em um caso, os oficiais de Alberta prenderam James Coates, o pastor da GraceLife Church em Edmonton. Ele foi preso por mais de 30 dias por realizar cultos presenciais em violação às restrições de bloqueio do governo.
“Esta resolução não é o resultado de um incidente singular ou mesmo de um punhado de incidentes”, disse Ginter em comunicado, segundo a WKSU-TV . “É um padrão persistente de violações de direitos religiosos que nos levou a este ponto”, acrescentou.
O deputado estadual de Ohio, Reggie Stoltzfus, também disse que o tratamento dado ao pastor Coates era inaceitável.
“Embora Ohio tenha defendido a liberdade religiosa e protegido o direito de frequentar serviços religiosos, está claro que o Canadá não fez o mesmo”, disse Stoltzfus, descrevendo os mandatos do país como “muito semelhantes ao que vemos na China controlada pelos comunistas.”
Em entrevista ao Faithwire da CBN, Coates também disse que as restrições pareciam o início de medidas “totalitárias”.
“Acho que isso vai continuar acontecendo; continuarão havendo batalhas”, explicou ele, chamando sua experiência de “ilustração prática de como é tomar uma posição corajosa na Palavra de Deus”.
Em outro caso, o pastor albertano Artur Pawlowski foi preso e passou dois meses em confinamento solitário por incitar “travessuras” quando participou do “Comboio da Liberdade” que ocorreu ao longo da fronteira EUA-Canadá. O Comboio da Liberdade foi uma manifestação liderada por caminhoneiros contra as restrições da pandemia.
Enquanto isso, os líderes democratas em Ohio dizem que a resolução não é necessária.
“Devemos abordar as questões que nossos eleitores estão pedindo, como políticas de armas mais rígidas, legislação para proteger os direitos das mulheres e reformar nosso sistema de justiça criminal fraudulento”, disse a deputada estadual Latyna Humphrey (D). “Neste momento, estamos nos concentrando em questões que nem estão dentro de nossa jurisdição.”
Folha Gospel com informações de Christian Headlines
A 3ª turma do STJ negou pedido de exclusividade da marca Mórmon à Associação Brasileira D’a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. O colegiado, por maioria, entendeu que o uso exclusivo de uma marca religiosa somente pode ser garantido se ela remeter especificamente a instituição proprietária da marca. Entretanto, se evocar a religião, seus seguidores ou a doutrina a coexistência deverá ser tolerada.
Na Justiça, a entidade religiosa alegou titularidade da palavra “mórmon” e do nome do domínio de internet (vozesmormons.com.br) utilizado por um homem. Nos autos, a entidade religiosa narrou que, sem autorização, o réu desenvolveu a mesma atividade fim, visando atingir o mesmo público-alvo. Assim, pleiteou proteção ao uso exclusivo da marca patenteada desde 1992.
Em 1º grau, o juízo julgou improcedente o pedido ao concluir que o termo mórmon constitui “expressão de pouca originalidade”. A decisão foi mantida pelo TJ/SP.
Ao analisar o caso, o ministro Villas Bôas Cueva, relator, ponderou que a expressão “vozes mórmon” (domínio do site) é diferente de “mórmon”, sendo esta última de uso comum. Ademais, ressaltou que não há prova nos autos que comprove a intenção do homem em confundir o público da igreja.
Ministro destacou, ainda, que a análise dos sinais de distinção da marca é fundamental para a concessão ou não do registro, uma vez que é dessa maneira que se inibe a apropriação indevida de sinais genéricos de uso comum.
“O grau de proteção de cada marca no mercado e junto ao público em geral vai depender diretamente do nível de distintividade que apresenta, por essa razão é que se convencionou doutrinário e tecnicamente classificar as marcas de acordo com os níveis de distinção de seus sinais.”
No entendimento do ministro, o uso exclusivo de uma marca religiosa somente pode ser garantido se ela remeter especificamente a instituição proprietária da marca, entretanto, se evocar a religião, seus seguidores ou a doutrina, a coexistência deverá ser tolerada. “O termo é preexistente à doutrina fundada pelas recorrentes, pois já constava em escrituras antigas, cuja a compilação foi atribuída ao profeta Mórmon”, concluiu o ministro.
No caso, para o relator, a palavra apresenta grau considerável de generalidade, que remete a um membro de uma religião em uma situação quase equivalente aos termos católicos e evangélicos, por exemplo.
Nesse sentido, o colegiado, concluiu que a marca Mórmon apresenta baixo grau de distintividade, caracterizando-se como marca “fraca”, cujo uso exclusivo pode ser mitigado. Por unanimidade, os ministros negaram provimento ao recurso.
Uma mulher no centro de Uganda que aceitou a Cristo em um culto na igreja em 29 de maio foi morta mais tarde naquele dia quando seu pai a esfaqueou nos olhos por deixar o Islã, disseram fontes.
Depois de ter vários sonhos com Cristo, Hawa Amoti, de 28 anos, de Nansana, distrito de Wakiso, visitou um vizinho cristão na manhã de 29 de maio, disse o vizinho, não identificado por razões de segurança.
“Amoti veio à nossa casa muito cedo pela manhã e precisava saber mais sobre Issa [Jesus], a quem ela havia visto em um sonho”, disse ele. “Depois de explicar a ela sobre a vida eterna e o perdão dos pecados que vem de Jesus que veio para tirar os pecados do mundo inteiro, ela voluntariamente aceitou Jesus para a salvação de sua alma. Então orei por ela e, juntos, fomos à igreja em Nansana.”
Após o culto, Amoti se juntou à família do vizinho para almoçar em sua casa e ficou até cerca de 17h45, quando ela saiu para sua casa, disse ele.
Seu pai, Haji Shariifu Agaba, e os irmãos já tinham sabido que ela havia sido vista adorando a Cristo na igreja quando chegou fora de sua casa, disse um de seus irmãos. Agaba ordenou que seus filhos a agarrassem e espancassem, depois pegou uma faca afiada e perfurou seus olhos, disse um irmão de Amoti que tentou defendê-la.
“Quero remover esses olhos para que você pare de ver igrejas para sempre – mesmo que você morra, não vamos enterrá-la”, disse Agaba a ela, segundo o irmão, cujo nome é omitido por razões de segurança.
Os lamentos e gritos de Amoti atraíram vizinhos que correram para resgatá-la, disse o vizinho cristão. À medida que mais membros da comunidade chegavam, Agaba e seus filhos entraram em sua casa.
Vizinhos providenciaram um veículo para levar Amoti a um hospital próximo, onde ela sucumbiu ao sangramento abundante de seus ferimentos nos olhos, disseram fontes.
Líderes comunitários em Nansana condenaram o ataque e prometeram prender e acusar Agaba, disseram eles.
Os membros da igreja enterraram o corpo de Amoti no distrito de Luwero.
EXTREMISTA MUÇULMANO CONDENADO
No distrito de Mukono, também no centro de Uganda, um juiz do Supremo Tribunal de Mukono em 26 de maio condenou um extremista muçulmano à prisão perpétua por matar pelo menos dois cristãos, disseram fontes.
A juíza Mutonyi Margaret entregou a sentença a Alias Mohammed Wamala por matar dois cristãos convertidos do Islã, Zulaikha Mirembe e outro identificado apenas como Nansamba, em 2017. Várias testemunhas depuseram contra Wamala, que confessou ter matado Mirembe, Nansamba e outros, disseram cristãos da área.
“Em 2017, o acusado confessou ter matado Zulaikha Mirembe e vários outros cristãos para cumprir o que estava escrito no Alcorão sobre apoiar a causa de Alá matando infiéis”, disse um pastor da área ao Morning Star News.
A juíza Margaret deu a Wamala a sentença máxima pelos assassinatos.
“Isso será um exemplo para todos aqueles que quiserem se envolver em tais atos criminosos no futuro”, disse ele.
Durante o julgamento, Wamala e outros muçulmanos foram acusados de rituais de assassinatos como parte de uma prática oculta que envolvia um santuário onde os corpos foram enterrados, disse Christian.
A polícia prendeu Wamala e outros cinco muçulmanos em 2017 depois que o corpo de Nansamba foi encontrado na vila de Kisoga, distrito de Kayunga, junto com os corpos de quatro outros cujos nomes não foram divulgados. Três outros suspeitos, Vincent Paul, Isa Walakira e Jamiru Kimbugwe, ainda estão sob investigação, disseram fontes.
O advogado de Wamala, Emmanuel Turyomwe, pediu que sentenças brandas fossem executadas simultaneamente, dizendo que seu cliente estava arrependido, mas o juiz concordou com o pedido do estado de prisão perpétua.
A constituição de Uganda e outras leis preveem a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e converter de uma fé para outra. Os muçulmanos não representam mais de 12% da população de Uganda, com altas concentrações nas áreas orientais do país.
Folha Gospel com informações de Christian Headlines
André Valadão é cantor, empresário e pastor da Igreja Lagoinha em Orlando, nos EUA
As pesquisas, os debates, as opiniões e o temas envolvendo a política estão cada vez mais comuns durante os dias devido a chegada das eleições deste ano.
No meio evangélico não é diferente. Vários líderes religiosos, cristãos e até frequentadores de igrejas comentam a respeito dos candidatos e das suas propostas.
O pastor e cantor gospel André Valadão, por exemplo, fez uma forte declaração nas redes sociais após receber um questionamento inusitado de um seguidor, que não foi identificado, referente a um dos pré-candidatos à Presidência da República.
“Pastor, o senhor oraria pelo Lula?”, perguntou o seguidor.
O questionamento aparentemente desagradou ao pastor da Igreja Lagoinha, que rebateu a pergunta que recebeu, disparando contra o seguidor.
“Eu oro por ele, pra ele conhecer Jesus, o poder do Evangelho. E também oro para ele não ganhar as eleições”, revelou o irmão de Ana Paula Valadão.
O vídeo ganhou bastante repercussão e agitou a web. Ao todo, o vídeo obteve mais de 180 mil curtidas e mais de 16 mil comentários na publicação no Instagram de André Valadão.
A maioria dos usuários se divertiram com a declaração do pastor: “Eu também oro por ele, para que ele fique bem onde ele está e deixe o Brasil em paz”, comentou uma seguidora. “Eu amo esse pastor. Obrigada por nos representar”, disse outro seguidor.
“Mas ele vai ganhar e aí?”, rebateu um seguidor, que não gostou da declaração do pastor.
No domingo, 12, o presidente Bolsonaro fez uma visita na Lagoinha Orlando Church, nos Estados Unidos, igreja que é liderada pelo pastor André Valadão. Na ocasião, André orou pedindo sabedoria ao mandatário brasileiro.
Nesta segunda-feira, 14, André foi questionado por um fã se a presença do presidente na Lagoinha “não seria o mundo entrando na igreja”, André Valadão respondeu: “Ele não é o primeiro e nem o último político a entrar dentro na igreja. E até passar pelo altar a gente orar por ele. A gente faz isso por todas as autoridades”, respondeu.
Bruna Karla no Positivamente Podcast. (Captura de tela YouTube Positivamente Podcast)
Bruna Karla fez um vídeo se posicionando sobre comportamentos que julga inadequados para os cristãos. Em seu canal oficial no Instagram, que tem mais de 5 milhões de seguidores, a cantora disse que muita gente tem medo de se posicionar nos dias atuais e receber críticas.
“Esse é o tempo que precisamos pregar a verdade”, declarou. “Só Jesus é o caminho, a verdade e a vida”.
A cantora disse que “tem um evangelho pregado por aí que não é o Evangelho de Jesus” e que “temos que pregar que Jesus está voltando”.
Bruna disse que não devemos “nos preocupamos com a aceitação da internet, com comentários” e com aqueles que podem não gostar de um posicionamento bíblico.
“Não dá mais para pensar nisso. Chega! Esse é um tempo pregar a verdade, se você gostar ou não”, disse. “Tem vidas sendo ceifadas”, lembrou.
Bruna afirmou que o crente deve esperar o confronto. “Não vamos agradar, nós estamos aqui para confrontar e para anunciar o Evangelho do Senhor, para anunciar que não dá pra viver um Evangelho raso”.
‘Não compactuo’
Em recente participação no Positivamente Podcast, a cantora fez algumas afirmações sobre o modo de vida de pessoas que, segundo ela, vivem apenas pontos isolados da Bíblia.
“Eles se esquecem de que a Palavra é toda para ser vivida”, disse, lembrando que Deus pedirá àqueles que estão à frente dessas igrejas conta do que eles ensinaram. “Estão todo um povo a viverem uma vida completamente contrária [aos princípios bíblicos]”.
Bruna classificou de engano esse tipo de evangelho. “A palavra não diz ‘venha como estás e permaneça como estás’. Não. Diz ‘venha como estás porque aqui você será transformado’. O Evangelho é muito claro e diz que a porta é estreita”, justificou.
A cantora disse ainda que outra verdade é que “está escrito que por amor ao Senhor, seremos odiados”, explicando que o Evangelho é claro sobre santidade e os cristãos precisam viver segundo ele.
Bruna falou que não canta em igrejas que pregam um evangelho fora dos princípios, como igrejas inclusivas para o estilo de vida gay. “Não vou compactuar com algo que está completamente fora dos princípios. O que o Senhor tem para cada um de nós é uma vida transformada”.
Liberalismo
Bruna disse que o Evangelho pregado em muitos lugares é muito superficial, muito liberal, e que tudo é tachado de “religiosidade”. E que está se levantado de tudo por aí para enganar o povo. As pessoas querem viver segundo seus próprios interesses e aquilo que agrada o seu coração.
A intérprete de “Sou Humano” disse que o crente precisa agir de forma diferente do mundo. “Em nome de Jesus, você precisa se vestir decente sim, você é diferente. Você não vai andar igual o mundo, para com isso, em nome de Jesus!”, disse, chamando a atenção de jovens e mulheres.
“Eu não vou misturar o santo com o profano. O altar é santo”, disse. “Não apenas dentro da igreja, mas o seu coração é o altar”, disse sobre coisas que as pessoas fazem que são contrárias a princípios bíblicos.
Ela disse que o servo do Senhor precisa ser diferente. “A palavra diz que devemos ser imitadores de Cristo”, reforçou.
A cantora disse que tem muita gente pregando engano e que não precisam viver como a Bíblia diz.
“As pessoas querem viver segundo seus próprios interesses. O Evangelho não é eu viver do jeito que quero… Não posso adaptar a Bíblia à minha vida. Ao contrário, eu que devo me adaptar à Bíblia, devo ser transformada por esse Evangelho. Por isso tem tanta gente doente, vivendo um Evangelho que agrada o seu coração; não vive a Palavra”.
Bruna disse também que “viver os princípios não é religiosidade. É ser crente”.
Ela relembrou que a porta do Céu é estreita, e não larga como muitos acreditam e pregam. “Não se preocupe se não vai agradar o mundo, mas você precisa fazer a diferença”, disse citando Isaías 41.
A apresentadora Karina Bacchi, que produz conteúdo cristão nas redes sociais, respondeu no último domingo (12) uma pergunta dos seguidores sobre o divórcio na perspectiva religiosa.
A influenciadora confirmou a sua separação com Amaury Nunes em maio deste ano. O motivo dos conflitos teria sido a diferença do casal quando o assunto é religião. Segundo amigos próximos da influencer, o ex-marido enxerga a forma que Karina vive a sua fé como “fanatismo religioso”.
Para responder a pergunta “Como fica a questão do divórcio? Já que não podemos nos divorciar?”, feita por um seguidor, Bacchi postou nos stories do Instagram um trecho do site biblia.com.br, que explica os conceitos de casamento e adultério segundo as Escrituras Sagradas.
A apresentadora destacou o parágrafo que diz “As Escrituras reconhecem o adultério e a fornicação e o abandono por parte de um cônjuge incrédulo como motivos para o divórcio”.
Carreira musical
Karina Bacchi compartilhou uma novidade com seus mais de 9 milhões de seguidores do Instagram nesta segunda-feira (13). A ex-atriz anunciou o lançamento do seu primeiro louvor, marcando a sua estreia no meio musical gospel.
A canção “Luz de Jesus” e o vídeo estarão disponíveis para o público no dia 23 de junho. “Algo que eu jamais poderia imaginar, uma surpresa que Ele plantou em meu coração e me capacitou”, revela Karina.
Atualmente, a evangélica comanda a apresentação do podcast Positivamente, onde recebe personalidades influentes do meio cristão para conversar sobre fé, comportamento e motivação.
Sobre a estreia como cantora, Bacchi garante: “eu tenho certeza que essa musica irá te inspirar a levantar com mais gratidão e fortalecer a tua fé”.