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Estado Islâmico assume responsabilidade por ataques a aldeias cristãs em Moçambique

Cristãos em Moçambique
Cristãos em Moçambique

O grupo terrorista Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade por uma série de ataques nas aldeias cristãs de Moçambique que deixaram oito pessoas mortas, inclusive por decapitação, e várias casas queimadas.

Os ataques ocorreram em seis aldeias cristãs em Cabo Delgado, província mais ao norte de Moçambique, entre 23 e 31 de maio.

Mais tarde, o grupo terrorista divulgou fotos de seis corpos decapitados e imagens das aldeias queimadas, segundo relatórios do órgão de vigilância de perseguição com sede nos EUA, International Christian Concern (ICC).

Quatro dos que foram assassinados eram cristãos, segundo o ICC, que acrescentou que o Estado Islâmico e seus grupos afiliados mataram ou deslocaram milhares de cristãos em Moçambique.

Uma nova onda de ataques violentos atingiu também o distrito de Ancuabe, em Cabo Delgado, entre 2 e 9 de junho, provocando o deslocamento de cerca de 10 mil pessoas, disse a Save the Children em comunicado, acrescentando que pelo menos quatro pessoas teriam sido decapitadas nesses ataques.

Mais de 4.000 pessoas foram mortas e 800.000 forçadas a sair de suas casas desde outubro de 2017, quando uma guerra civil começou em Cabo Delgado, segundo a BBC, que observou que Cabo Delgado é rico em gás, rubis, grafite, ouro e outros recursos naturais, mas os lucros vão para uma elite do partido no poder, a Frelimo, e poucos empregos foram criados – uma situação que foi explorada pelo Estado Islâmico e pelos jihadistas.

O número de crianças deslocadas pelo conflito em Cabo Delgado aumentou agora de 370 mil para mais de 400 mil, segundo o Ministério do Género, Criança e Bem-Estar Social, acrescentou a Save the Children.

Em março de 2021, os EUA rotularam os insurgentes como ISIS-Moçambique e “terroristas globais”, e alguns acreditam que o EI e Washington podem estar visando uma guerra por procuração naquele país.

Pelo menos 24 países enviaram tropas para apoiar a luta contra os insurgentes em Moçambique, cujo exército foi acusado de ser corrupto e ter 7.000 “soldados fantasmas”, que recebem salários sem receber qualquer formação militar ou pisar numa unidade militar.

“Em 2017, os insurgentes jihadistas começaram na província de Cabo-Delgado, conquistando alguns locais pelo fato de devolverem recursos aos aldeões do governo, e não matarem ninguém”, explicou o ICC. “Isso não durou, no entanto, quando o EI começou a incendiar aldeias cristãs e matar aqueles que moravam lá.”

Em 13 de janeiro, o EI atacou a vila de Citate, incendiando 60 casas, e no dia seguinte, mais 20 casas foram incendiadas naquela vila, levando a mais 200 casas sendo queimadas na vila de Limwalamwala em 18 de janeiro, ICC disse.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Família pede oração por Tim Keller que enfrenta efeitos colaterais do tratamento de câncer

O pastor Tim Keller luta contra o câncer de pâncreas em estágio 4 desde 2020. (Foto: Facebook/Timothy Keller).
O pastor Tim Keller luta contra o câncer de pâncreas em estágio 4 desde 2020. (Foto: Facebook/Timothy Keller).

O pastor Tim Keller está enfrentando os efeitos colaterais do tratamento de imunoterapia que está recebendo atualmente, em sua luta contra o câncer de pâncreas em estágio 4.

A atualização do quadro de saúde do teólogo foi dada por seu filho, Michael Keller, no Facebook, na segunda-feira (13). A família está pedindo oração pela cura de Tim.

“Pedimos que continuem orando pela cura do meu pai e pelas decisões de seus médicos e equipe médica que continuam fornecendo cuidados excelentes e compassivos. Obrigado pela demonstração de amor e apoio. Desejamos profundamente suas orações neste momento”, escreveu Michael.

Timothy Keller foi diagnosticado com câncer de pâncreas em 2020. No mês passado, ele contou que passaria por um tratamento de imunoterapia no Centro Nacional de Câncer em Bethesda, no estado americano de Maryland.

“É uma grande promessa para a cura do câncer de pâncreas, embora seja um programa rigoroso e exigente de um mês”, afirmou o pastor, na época.

“Por favor, orem por mim e pela minha família. A Kathy [sua esposa] e eu teremos que ficar um tempo separados, pois ficarei internado”, explicou.

Trajetória de Tim Keller desde o diagnóstico de câncer

Em 2002, Tim Keller também teve um câncer de tireóide. Quando soube do câncer de pâncreas, em 2020, o teólogo e autor best seller pediu para que os cristãos orem por quatro motivos específicos.

O primeiro motivo é para que Deus use os médicos ou faça o câncer desaparecer; segundo, para manter ele e a esposa sempre na presença de Deus; terceiro, pelo conforto e encorajamento da família e, quarto motivo, que os efeitos colaterais sejam mínimos.

A preocupação do pastor é poder continuar escrevendo e falando. Ele também manifestou o medo de “retornar ao estado espiritual em que estava antes do diagnóstico, pois aprendeu a realmente depender de Deus em meio à sua doença”.

Em novembro de 2020, ele afirmou que é nos momentos de dor que muitas pessoas reconhecem que Deus realmente está presente e é suficiente.

Sobre o câncer de pâncreas

Conforme a medicina, cerca de 80% dos pacientes diagnosticados com câncer de pâncreas morrem dentro de um ano, logo após a descoberta.

Tim Keller disse que “Deus foi muito gentil com ele”, já que soube da doença logo no início, enquanto realizava um exame para resolver outro problema de saúde.

“O que o futuro reserva, eu não sei. Oro para que eu tenha anos, e não meses, e que a quimioterapia continue a ser eficaz. Mas estamos prontos para tudo o que Deus decidir por mim. Estamos espiritualmente prontos”, afirmou no ano passado ao se referir a ele e sua esposa.

Aos 72 anos, o pastor se mostra esperançoso e confiante no que Deus pode fazer em sua vida. “Tenho excelentes médicos humanos, mas o mais importante é que o Grande Médico está cuidando de mim”, declarou.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

‘Lightyear’, novo filme da Disney, estreia no Brasil após ser banido em 14 países por beijo lésbico

'Lightyear' é um filme da Disney banido em 14 países por beijo gay
'Lightyear' é um filme da Disney banido em 14 países por beijo gay

O novo desenho da Disney, Lightyear – derivado da franquia Toy Story – estreou nos cinemas brasileiros em 16 de junho de 2022. Nos Estados Unidos, o longa chegou um dia depois, em 17 de junho.

Só nas ‘prévias de quinta-feira’, o longa garantiu uma bilheteria acima de 5 milhões de dólares. Ou seja: até o final de suas exibições originais, o filme tem tudo para faturar valores impressionantes.

Mas em grande parte do mundo muçulmano e também na China, autoridades proibiram o filme de animação da Disney de ser exibido nos cinemas após a inclusão de beijo gay.

O filme da Pixar foi barrado por 14 nações e o território palestino e isso representa um grande desafio nas bilheterias de um dos maiores filmes de animação da Disney do ano, conforme explicou a Walt Disney Co.

Vale citar que a indústria cinematográfica também enfrentou as consequências da pandemia por Covid-19, quando muitas empresas faliram após a crise econômica.

Conforme analistas, o filme poderia arrecadar mais de 100 milhões de dólares (cerca de 550 milhões de reais) em seu primeiro fim de semana.

Sobre a cena gay do filme

O ator Chris Evans — que interpretou o Capitão América no universo cinematográfico da Marvel — deu voz à inspiração para o herói astronauta Buzz Lightyear dos filmes “Toy Story”. No Brasil, o personagem é dublado pelo apresentador Marcos Mion.

O filme inclui uma personagem feminina, amiga próxima de Buzz, dublada pela atriz Uzo Aduba, que beija sua parceira em uma cena do filme que custou 200 milhões de dólares (pouco mais de 1 bilhão de reais).

Isso provou ser demais para os críticos de muitas nações de maioria muçulmana, onde as leis criminalizam relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Executivos da Disney já haviam retirado a cena do beijo lésbico do filme, mas funcionários protestaram tornando a ação pública.

De acordo com a alegação, em março, executivos da empresa haviam solicitado cortes de “quase todos os momentos de demonstrações de afeto gay”. Sendo assim, a polêmica cena foi reinserida.

“Sempre pretendemos que esse relacionamento estivesse lá”, disse Angus MacLane, diretor da produção, ao site Yahoo Entertainment.

Posicionamento islâmico

As nações islâmicas que se recusaram a exibir o filme incluem Bahrein, Egito, Indonésia, Iraque, Jordânia, Kuwait, Líbano, Malásia, Omã, Catar, Arábia Saudita e Síria, conforme a Disney.

Os Emirados Árabes Unidos, lar de Abu Dhabi e Dubai, anunciaram no início desta semana que também não permitiriam que o filme fosse exibido.

De acordo com as leis muçulmanas, gays e lésbicas são considerados pecadores. Em algumas partes do mundo árabe, membros da comunidade LGBT foram presos e condenados à prisão. E alguns países ainda mantêm a pena de morte.

China pede cortes no filme

A animação não deve estrear na China — maior mercado de cinema do mundo — onde a Walt Disney também não conseguiu permissão, de acordo com a Reuters.

Uma produtora de “Lightyear” disse ao veículo de comunicação que autoridades chinesas pediram que cortes fossem feitos no filme, mas a Disney se recusou a fazer. Dessa forma, o filme não será exibido aos chineses.

Alisha Hawthorne é um personagem lésbico de desenho Foto: Divulgação/Disney/Pixar

Sobre a rejeição

As estrelas do filme consideram a decisão decepcionante. “Sim, é frustrante”, disse Evans à AP News no início desta semana, na estréia de “Lightyear” em Londres.

“É bom fazer parte de algo que está fazendo progresso social, mas é com essa frustração agridoce que, ao mesmo tempo, vemos que ainda há lugares que não progrediram”, opinou.

Os estúdios já tiveram os críticos cortando seus filmes que estavam em distribuição global, no passado, inclusive no mercado do Oriente Médio.

Legislação da Flórida barra movimento LGBT nas escolas

Recentemente, a Disney enfrentou protestos de ativistas e de sua própria equipe sobre o que eles descreveram como “resposta lenta do CEO Bob Chapek”, executivo da Walt Disney que trabalha na mídia.

Os ativistas LGBT criticaram publicamente a legislação da Flórida, onde o governador Ron DeSantis assinou um projeto de lei que proíbe disciplinas sobre orientação sexual e ideologia de gênero no jardim de infância até a terceira série.

Bob Chapek enviou um memorando recente direcionado à equipe da Disney, assegurando que “a empresa apoia a comunidade gay e prometeu ajudar a promover a ideologia LGBT, doando 5 milhões de dólares a grupos ativistas”.

“Quero ser muito claro: eu e toda a equipe de liderança apoiamos inequivocamente nossos funcionários LGBTQ+, suas famílias e suas comunidades. E estamos comprometidos em criar uma empresa mais inclusiva”, declarou Chapek.

Folha Gospel com informações de Pleno News, Guia-me e Observatório do Cinema

Morre terceira vítima do tiroteio em igreja do Alabama, nos Estados Unidos

Revólver
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Um homem de 71 anos – que matou a tiros três idosos na reunião de um grupo da igreja no Alabama, nos EUA, na noite da última quinta-feira (16) – foi detido por outra pessoa no local até a chegada da polícia, disseram as autoridades na sexta-feira (17).

O suspeito matou a tiros Walter Rainey, 84 anos, e Sarah Yeager, de 75 anos, durante o jantar de um pequeno grupo na Igreja Episcopal de Santo Estêvão em Vestavia Hills, nos arredores de Birmingham, disse a polícia.

A terceira vítima baleada, uma mulher de 84 anos cuja família pediu que seu nome não fosse revelado, morreu na sexta-feira (17) em um hospital, segundo a polícia de Vestavia Hills.

O suspeito frequentava a igreja e estava no jantar quando sacou uma arma e começou a atirar. Alguém no evento “dominou o suspeito e o segurou até a chegada da polícia”, disse Ware, que afirmou que a polícia foi chamada às 18h22.

“A pessoa que o deteve é um herói”, disse Ware.

Os Estados Unidos se encontram em meio a um particular aumento da violência armada. O pior caso mais recente foi na escola de ensino fundamental da localidade de Uvalde, no estado do Texas, em 24 de maio passado. Nele, 19 menores e duas professoras foram mortos por um atirador.

No sábado, milhares de pessoas se reuniram nos EUA e no National Mall em Washington, DC, para renovar os pedidos de medidas mais rígidas de controle de armas. Sobreviventes de tiroteios em massa e outros incidentes de violência armada pressionaram os legisladores e testemunharam no Capitólio no início deste mês.

Desde o início do ano, mais de 20.000 pessoas morreram por causa da violência decorrente de armas de fogo nos Estados Unidos, conforme a ONG Gun Violence Archive, incluindo mortes por suicídio.

Folha Gospel com informações de CNN Brasil, CBN News e G1

Bruna Karla recebe apoio após ser alvo de intolerância religiosa nas redes sociais

Bruna Karla
Bruna Karla

Após uma declaração feita pela cantora Bruna Karla no fim do ano passado ser alvo de intolerância religiosa nas redes sociais nesta semana, a artista recebeu o apoio de colegas músicos e de pastores, que se manifestaram em defesa do posicionamento emitido por Bruna.

O nome da cantora foi atacado nas redes sociais após internautas resgatarem uma entrevista dada por ela ao podcast Positivamente, da apresentadora Karina Bacchi, em dezembro do ano passado. Na ocasião, a artista relatou um episódio no qual disse a um amigo homossexual que não poderia cantar no casamento dele por conta de sua fé.

“Fui bem sincera [com meu amigo] e disse: “Ah, quando você se casar com uma mulher linda e cheia do poder de Deus, eu vou sim” (…). O dia que eu aceitar cantar em um casamento com outro homem, eu posso parar de cantar sobre a Bíblia e sobre Jesus, declarou Bruna, na ocasião.

Bruna falou que não canta em igrejas que pregam um evangelho fora dos princípios, como igrejas inclusivas para o estilo de vida gay. “Não vou compactuar com algo que está completamente fora dos princípios. O que o Senhor tem para cada um de nós é uma vida transformada”.

Alvo de críticas

As declarações da cantora evangélica fizeram com que ela se tornasse alvo de críticas de diversos artistas do meio secular.

A funkeira Anitta, que já gravou cover de uma música de Bruna Karla, deixou de seguir a cantora gospel no Instagram.

O ex-BBB Gil do Vigor, membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Último Dias e declaradamente homossexual, postou em seu Twitter uma resposta ao vídeo da cantora gospel.

“De fato, quando Jesus aparecer alguém irá se envergonhar e não é seu amigo gay mas sim você por sua atitude preconceituosa!”, escreveu Gilberto.

O mórmon citou ainda um texto bíblico para finalizar a sua fala: “João 14 fala que Deus nos chama de amigos e a palavra amigo é forte demais para ser sustentada com base no preconceito e falta de amor ao próximo”.

No Twitter, a funkeira Ludmilla disse: “Esse é o tipo de discurso que me embrulha o estômago e me deixa revoltada”.

“Pessoas como ela, que se dizem ‘porta-vozes’ de Deus, descartam e fazem mal à pessoas o tempo inteiro pelo simples fato de elas serem quem elas são!”, completou a funkeira.

O ex-gospel Jotta, que agora se declara transexual, também se manifestou sobre a polêmica envolvendo a cantora Bruna Karla.

Acabei de ver um vídeo e eu fiquei ensaiando várias coisas pra poder falar. Enfim, um vídeo de uma cantora gospel, falando algumas coisas que pra mim é extremamente homofóbica”, falou Jotta A.

“Só que para algumas pessoas não passa de uma ideologia comum que eu já ouvi em inúmeras mesas, e pra eles está tudo bem. Eu acho que a gente só precisa tirar essa vulnerabilidade que nossa comunidade tem de precisar de alguma aceitação de alguma religião ou de alguma ideologia de crença”, completou.

Pr. André Câmara, Michelle Nascimento, Léa Mendonça e Pr. Pedrão Foto: Divulgação

Cantores e líderes apoiam Bruna Karla

Com a repercussão do caso, pastores e cantores cristãos se posicionaram em defesa da declaração de Bruna. Ao site Pleno.News, o pastor Pedrão, da Comunidade Batista do Rio (CBRio), parabenizou a postura da cantora e defendeu que ela tem o direito de escolher onde quer se apresentar.

“É lamentável que as pessoas não respeitem o direito de ir e vir, o direito de liberdade, e o direito de escolha. O que fica muito claro é que nós estamos vivendo momentos em que a Bíblia precisará falar mais alto do que a voz da sociedade”, apontou o pastor.

O pastor André Câmara, da Assembleia de Deus em São José dos Campos, no interior de São Paulo, destacou o exemplo de Jesus ao dizer que não se surpreende com o fato de que cristãos sejam atacados por “falar a verdade”.

“Não me surpreende que sejamos atacados por falar a verdade, porque o nosso Senhor Jesus viveu exatamente isso. Ele [Jesus] foi morto na cruz por falar a verdade, por ser a verdade. O próprio Jesus diz: ‘Bem aventurado sois quando forem perseguidos por causa da verdade'”, destacou.

Além dos líderes religiosos, artistas cristãos também emitiram posicionamentos em defesa da colega de profissão. A cantora Jozyanne pediu que Bruna “fique firme, independente da opinião do mundo”.

Já o cantor PG chamou Bruna de “mulher de postura”.

A cantora Michelle Nascimento, por sua vez, disse que Bruna apenas explicou de forma respeitosa sua posição sobre o assunto.

“[Bruna] explicou de forma respeitosa sobre sua posição, de um fato que ela passou. Se acontecesse comigo, [eu] teria o mesmo posicionamento. Amamos a todos, respeitamos a todos, e sim, como ela disse, estamos pautados na Palavra de Deus. Acreditamos no que a Bíblia diz”, escreveu Michelle.

A deputada estadual em Pernambuco e evangélica Clarissa Tércio, da Igreja Novas de Paz, saiu em defesa da cantora.

“Enquanto eles atacam, nós apoiamos e oramos por ela! Parabéns @brunakarla por defender o evangelho de Cristo e seus valores em meio a esse mundo intolerante que estamos vivendo. O Senhor é contigo!”, disparou Clarissa.

Até o apresentador Sikêra Júnior saiu em defesa de Bruna. Nos comentários de uma postagem do Instagram, o comunicador escreveu: “Podemos sim continuar a defender a família”.

Folha Gospel com informações de Pleno.News e TV Jornal

Crescimento dos evangélicos no Brasil influencia o mercado de trabalho, mostra estudo da UFMG

Pessoas segurando suas carteiras de trabalho
Pessoas segurando suas carteiras de trabalho

O Brasil tem passado por uma transformação religiosa: está deixando de ser majoritariamente católico e se tornando um país multirreligioso, com mais adeptos de religiões de matriz africana, espírita ou evangélica. No caso do último ramo, o evangelismo pentecostal tem ganhado destaque. Segundo dados do IBGE, o número de evangélicos tem crescido no Brasil e deve ultrapassar o número de católicos em 2032.

Pesquisadores da UFMG que integram o projeto Religião e empregabilidade – a força dos laços fracos e fortes em grupos religiosos pentecostais acabam de divulgar suas primeiras análises. Segundo eles, o mercado de trabalho brasileiro está acompanhando a mudança do perfil religioso no país.

“Percebemos que as camadas mais pobres da população e pessoas pretas e pardas que são evangélicas conseguem, por meio de suas filiações religiosas e dos engajamentos em suas igrejas, moderar as desvantagens no mercado de trabalho. Isso mostra que o vínculo com a comunidade de fé está criando um mecanismo que propicia ganhos e oportunidades para essas pessoas”, resume o professor Silvio Salej, do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich) da UFMG.

O estudo foi feito com base em entrevistas realizadas em três capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Salej conta que, quando os entrevistados eram questionados a respeito de auferirem rendimentos advindos do trabalho, aqueles que se autodeclaravam pretos ou pardos tinham mais chances de não conseguirem rendimentos que os que se declaravam brancos. Considerando o gênero dos entrevistados, a chance de as mulheres não possuírem rendimentos também era maior.

No entanto, ao cruzarem essas informações com a religião dos entrevistados, os pesquisadores perceberam que pretos e pardos que se declaravam evangélicos, além de mulheres evangélicas, aumentavam suas chances de terem trabalho. “Isso era algo que já imaginávamos, mas o estudo deixou nítidos os efeitos da raça e da religião no acesso a oportunidades de trabalho. Elas são melhores para pretos, pardos e mulheres evangélicos”, diz Salej.

Segundo o professor Jorge Alexandre Barbosa Neves, também do Departamento de Sociologia da Fafich e participante do estudo, inicialmente o grupo acreditava que a igreja evangélica pentecostal funcionaria como uma rede social, tornando as redes de acesso ao emprego mais sofisticadas para pretos, pardos e mulheres. Porém, as hipóteses mudaram ao longo do estudo, passando a relacionar-se à raça e ao gênero.

“É sabido que participar de igrejas evangélicas eleva a chance dessas pessoas no mercado de trabalho, mas ainda não sabemos quais mecanismos estão envolvidos nesse processo. Temos, então, duas hipóteses. No caso da raça, parte das desvantagens se deve à discriminação. A pessoa que inicialmente carregava o ‘rótulo negativo’ de ser negro passa a carregar o ‘rótulo’ de evangélico. Assim, o novo ‘rótulo positivo’ anularia o efeito do negativo”, explica Jorge Neves.

A segunda hipótese dos pesquisadores está relacionada ao gênero. Neves destaca que os mecanismos de discriminação são diferentes para raça e gênero, e, no caso das mulheres, a literatura do campo mostra que a participação na igreja leva ao empoderamento na arena pública, o que acaba impulsionando a taxa de participação feminina mulheres no mercado de trabalho. “Elas são empoderadas pela igreja e se tornam mais motivadas e até capacitadas”, diz.

Salej acrescenta que o entendimento dos mecanismos de circulação das oportunidades de trabalho pode servir como instrumento para o governo elaborar estratégias para grupos menos favorecidos. “Nos grupos estudados, vimos que as oportunidades não estão nos mecanismos formais, mas no chamado boca a boca. Em trabalhos informais e de ganhos mais baixos, o boca a boca e as relações interpessoais são muito importantes. Dessa forma, as estratégias de inserção no mercado de trabalho precisam levar em conta esses mecanismos informais de difusão de informação.”

Silvio Salej e Jorge Neves: religião interfere na dinâmica socioeconômica (Foto: Raphaella Dias | UFMG)

Guinada religiosa

A pesquisa, que foi financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), usou a técnica de amostragem probabilística. Foram aplicados 300 questionários em cada uma das cidades selecionadas, e os setores censitários foram definidos levando em conta as características demográficas específicas das regiões.

Como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística não aplicou o censo em 2020, os pesquisadores extraíram informações de diferentes fontes para dimensionar a população evangélica brasileira – uma delas é a World Value Survey, pesquisa mundial de 2017. Salej conta que o grupo ainda não explorou todos os dados obtidos, e o estudo ainda vai gerar novas informações para o entendimento de como e por que o Brasil está se transformando no campo religioso.

“A religião precisa ser considerada no contexto atual do Brasil. Para explicarmos a crise econômica e política no país, é necessário entender a guinada religiosa que ocorreu aqui, pois éramos uma nação majoritariamente católica que está se tornando plurirreligiosa e com lideranças evangélicas cada vez mais destacadas. São questões relevantes que podem mudar o curso do nosso país”, conclui.

Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais

Apenas metade dos australianos acreditam que Jesus foi uma pessoa real, revela pesquisa

Culto em uma igreja
Culto em uma igreja

De acordo com uma pesquisa recente, apenas metade dos australianos entende que Jesus veio para esta terra como humano e viveu entre os homens.

A pesquisa divulgada pela NCLS Research, nesta semana, mostra que em cada 10 entrevistados, 2 afirmam que Jesus é uma ficção, enquanto 3 não sabem explicar sua essência.

Ruth Powell, a diretora da pesquisa, explica que suas descobertas foram extraídas de uma amostra de 1300 pessoas que participaram de um painel de pesquisas online.

Embora apenas 2 pessoas em cada 10 acreditem que Jesus veio como Deus em forma humana, 44% acredita na ressurreição de Cristo, de alguma forma.

O fato de muitos dos entrevistados assumirem não ter resposta para as perguntas da pesquisa, fez com que a diretora concluísse, em primeiro lugar, que há uma lacuna no conhecimento sobre Jesus, especialmente entre os jovens australianos.

“Em segundo lugar, há uma baixa aceitação das crenças cristãs ortodoxas”, ela apontou.

A recente pesquisa, porém, revelou algumas descobertas positivas — um em cada três jovens adultos, com idades entre 18 e 24 anos, relatou frequentar regularmente um serviço religioso, ao menos 1 vez por mês.

Esse número foi o mais alto de todas as faixas etárias. Além disso, observou-se o retorno das pessoas à igreja após as restrições da pandemia por Covid-19.

A pesquisadora também descobriu que o grupo com menor comparecimento à igreja é o de 50 a 64 anos ou a Geração X. Para Ruth, isso é motivo de preocupação dada a posição dessas pessoas na vida pública.

Vozes que influenciam

Ruth se pergunta se o fenômeno da geração X, conforme a pesquisa, tem a ver com a fase da vida deles.

“Qual é o impacto dessa geração na história? Embora as vozes da Geração X tenham sido silenciadas em comparação com a geração Baby Boomer, é o grupo que atualmente são os CEOs na liderança principal, talvez no auge de suas profissões”, esclareceu.

Para a pesquisadora, essas pessoas tinham “um microfone” capaz de fazer com que suas vozes fossem ouvidas. “Porém, vimos que elas são as que menos frequentam igreja, que menos acreditam em Jesus e que menos praticam o cristianismo”, disse com preocupação.

“Quem tem o microfone agora? Quem está controlando a narrativa pública? Precisamos estar cientes disso. O que está acontecendo com a história por causa dessas pessoas?”, questionou.

Na pesquisa, também observou-se que 3 em cada 10 australianos disseram que provavelmente iriam à igreja se convidados por um amigo próximo ou membro da família.

Outros 16% por cento não tinham certeza, enquanto cerca de um quarto disse que provavelmente não iria.

“Focamos um pouco mais nisso. O que ajudaria alguém a aceitar um convite para ir à igreja? Colocamos uma série de cenários para eles e percebemos que o relacionamento importa muito mais do que qualquer outra coisa, em todas as faixas etárias”, revelou.

O problema, explicou Ruth, é que “56% dos australianos afirmam não ter contatos próximos que frequentam a igreja”.

Ela resumiu: “Os australianos são menos cristãos do que antes, mas nem todos são fechados. Há uma lacuna de conhecimento sobre Jesus e a fé cristã. Os relacionamentos importam, mas também há uma lacuna de relacionamento entre os que frequentam e não frequentam a igreja”.

“Há mais jovens ligados à igreja e abertos à fé do que grupos de idade mais avançada. Ou seja, existem muitos desafios, mas também muitas oportunidades significativas para uma maior conexão entre igreja e comunidade”, concluiu.

Fonte: Guia-me com informações de Eternity News

Tiroteio em igreja deixa dois mortos e um ferido em Alabama, nos EUA

Veículo da polícia nos EUA
Veículo da polícia nos EUA

Um tiroteio em uma igreja no estado americano do Alabama deixou dois mortos e um ferido na quinta-feira (16), de acordo com a polícia local.

O local do crime foi na Igreja Episcopal de Santo Estêvão, localizada no bairro de Vestavia Hills. Um suspeito foi preso, informou o Departamento de Polícia em sua conta no Facebook.

O capitão da polícia, Shane Ware, disse à imprensa que um atirador solitário entrou na igreja e começou a atirar, atingindo três pessoas.

Os disparos foram dados durante uma atividade de jantar compartilhado, de acordo com o site da igreja.

A Rev. Kelley Hudlow, da Diocese do Alabama, disse à emissora WBRC que o tiroteio surpreendeu a igreja e a comunidade em geral.

“É chocante. Saint Stephen’s é uma comunidade construída sobre amor, orações e graça e eles vão se unir”, disse ela em entrevista ao vivo à emissora. “Pessoas de todas as religiões estão se reunindo para orar e esperar pela cura.”

Ela disse que mensagens de apoio estavam chegando de todos os EUA e do mundo. “Precisamos de todos lá fora. Ore, pense, medite e envie amor a esta comunidade porque vamos precisar de tudo”, disse ela.

Os Estados Unidos se encontram em meio a um particular aumento da violência armada. O pior caso mais recente foi na escola de ensino fundamental da localidade de Uvalde, no estado do Texas, em 24 de maio passado. Nele, 19 menores e duas professoras foram mortos por um atirador.

No sábado, milhares de pessoas se reuniram nos EUA e no National Mall em Washington, DC, para renovar os pedidos de medidas mais rígidas de controle de armas. Sobreviventes de tiroteios em massa e outros incidentes de violência armada pressionaram os legisladores e testemunharam no Capitólio no início deste mês.

Desde o início do ano, mais de 20.000 pessoas morreram por causa da violência decorrente de armas de fogo nos Estados Unidos, conforme a ONG Gun Violence Archive, incluindo mortes por suicídio.

Folha Gospel com informações de CBN News e G1

Ministério Público ajuíza ação contra o pastor Felippe Valadão por intolerância religiosa

Pastor Felippe Valadão
Pastor Felippe Valadão

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) ajuizou nesta quarta-feira (15) uma ação civil pública para condenar o pastor evangélico Felippe Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, pelos ataques a religiões afro proferidos no dia 19 de maio.

A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Itaboraí quer que o religioso faça uma retratação pública e pague R$ 300 mil de indenização por danos morais coletivos.

Durante um evento em comemoração ao aniversário de 189 anos de Itaboraí, em 19 de maio, Felippe Valadão discursou e proferiu palavras ofensivas aos praticantes de religiões de matrizes africanas, em especial a umbanda.

Em sua fala, ele afirmou: “Avisa para esses endemoniados de Itaboraí que o tempo da bagunça espiritual acabou. Pode matar galinha, pode fazer farofa, prepara para ver muito centro de umbanda sendo fechado na cidade. Deus vai começar a salvar esses pais de santo que têm na cidade”.

A ação destaca que o pastor, “que possui grande engajamento junto ao segmento religioso do qual faz parte”, “praticou intolerância religiosa e discurso de ódio contra praticantes da umbanda e demais religiões”.

A ação também pede que o pastor grave um vídeo, com duração de 50 segundos a 1 minuto, se retratando publicamente quanto às falas de ódio e intolerância, divulgando-o na página principal do site da Igreja Batista da Lagoinha e nas páginas oficiais de suas redes sociais, pelo período de 30 dias.

“Esperar de líder de religião cristã discurso baseado no amor e na tolerância é uma mera expectativa, mas exigir de qualquer pessoa a observância a direitos fundamentais e promover a responsabilização de quem praticar ato ilícito que cause dano moral coletivo a grupos religiosos, em razão de intolerância religiosa, é dever do Ministério Público”, diz a ação.

O MPRJ também celebrou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o município de Itaboraí, onde pede que seja reconhecido, por parte do município, sua responsabilidade em relação à situação de intolerância religiosa que aconteceu durante as comemorações do aniversário de 189 anos da cidade.

Pelo TAC firmado entre as partes, o município se compromete a fazer uma retratação pública, com a publicação de nota oficial, que deverá ser publicada no Diário Oficial do Município, em pelo menos dez outdoors espalhados pela cidade, no site da Prefeitura e em suas redes sociais.

Folha Gospel com informações de O Dia e G1

Grupo de cristãos ex-gays testemunham libertação: “Jesus pode mudar qualquer um”

Cristãos ex-gays durante a “Freedom March” (“Marcha da Liberdade”)
Cristãos ex-gays durante a “Freedom March” (“Marcha da Liberdade”)

Um grupo de cristãos se reuniu em Washington, nos Estados Unidos, para testemunhar sua libertação da homossexualidade em Jesus, no último sábado (11).

Os membros do grupo “Freedom March” (“Marcha da Liberdade”, em português) têm realizado marchas por todo o país, anunciando o Evangelho e a libertação em Cristo para todos que desejam deixar o estilo de vida LGBT.

O evento deste ano contou com uma marcha do Sylvan Theatre ao Lincoln Memorial na capital dos EUA, testemunhos, adoração e oração.

Os ex-homossexuais Luis Javier Ruiz e Angel Colon contaram seus testemunhos de como sobreviveram durante o massacre na boate gay Pulse em Orlando, em 2016, onde 49 pessoas foram mortas.

Angel sobreviveu a seis tiros e Luis contou que quase foi pisoteado até a morte durante o tumulto na boate.

“Eu poderia ter sido o número 50, mas agora estou vivo e tenho a chance de compartilhar minha história com o mundo, que Jesus pode mudar qualquer um”, declarou Angel, à CBN News.

A Marcha da Liberdade foi criada em 2018 por Jeffrey McCall, um ex-transgênero que encontrou o amor de Deus. “Jesus morreu por eles e os ama e quer dar-lhes uma nova vida”, lembrou o cristão.

Para McCall, o movimento criou um espaço seguro para ex-LGBT se reunirem.

“Eu nunca previ como os participantes da Marcha da Liberdade se tornariam uma família tão próxima de crentes. Nós nos amamos e amamos nosso objetivo comum de compartilhar o sacrifício e o amor de Jesus para a comunidade LGBTQ”, afirmou.

Jeffrey explicou que o grupo cristão não tem a intenção de suprimir ninguém, mas de pregar o amor inabalável de Deus a todas as pessoas.

“Eu realmente quero enviar uma mensagem para a comunidade LGBTQ de que há esperança”, disse.

“Estávamos no mesmo estilo de vida que você está, saímos disso e seguimos a Cristo e há toda uma ‘outra vida’. Uma vida que nem sabíamos que era possível. Uma vida com alegria, paz e liberdade”.

Fonte: Guia-me com informações de CBN News

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