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Exército incendeia uma das maiores igrejas de Mianmar

Igreja incendiada em Mianmar. (Foto: Reprodução/Portas Abertas/Twitter Chin Human Rights Org)
Igreja incendiada em Mianmar. (Foto: Reprodução/Portas Abertas/Twitter Chin Human Rights Org)

Em meio aos conflitos entre o exército birmanês e as forças nacionais de Mianmar, uma igreja foi totalmente incendiada afetando a vida dos cristãos daquela região.

A Igreja Batista de Thantlang, no estado de Chim, era a maior da cidade e do estado. Conforme a mídia local, ela foi reduzida a cinzas no dia 9 de junho e não deixou vítimas.

Porém, há consequências para aqueles que seguem a Cristo. De acordo com a Portas Abertas, enquanto alguns lamentam as perdas, outros questionam por que Deus permitiu que isso acontecesse.

“Uma parceira local da Portas Abertas relatou que a notícia do incêndio esmoreceu a alegria dos cristãos em Thantlang”, explicou a organização ao destacar que os fiéis estão sofrendo por falta de segurança.

O que está acontecendo em Thantlang?

Desde o golpe militar, em fevereiro de 2021, mais de 1.200 casas e 11 igrejas foram incendiadas, só na cidade de Thantlang.

A igreja que foi incendiada pelo exército birmanês contava com mais de 600 famílias em sua membresia e era conhecida como a maior igreja do estado, contando com grande prestígio na comunidade.

A maioria dos residentes da cidade de Thantlang fugiu em 2021 e agora vivem como refugiados ou deslocados internos nas áreas vizinhas. A vida que já era difícil para eles, agora ficou ainda pior.

Situação de refugiados e deslocados

Muitos moradores de Thantlang construíram abrigos temporários usando bambu, madeira e lonas. A Portas Abertas explica que estão tentando ajudar os cristãos a sair desses abrigos improvisados antes que comecem os períodos de chuvas intensas e inundações.

Zuala — nome fictício por razões de segurança — é uma cidadã de Thantlang que teve que fugir. Agora ela é mais uma refugiada em Mianmar.

“Nós trabalhamos duro, contribuímos com dinheiro e batalhamos para construir a igreja com nossas próprias mãos. Quando a vimos sendo destruída e queimada nossos corações se partiram. É doloroso”, ela compartilhou.

Kima — outro nome fictício — também é uma cristã local que fugiu de Thantlang e tem vivido como refugiada desde o golpe militar.

“Eu lembro que os soldados visitavam alguns lugares com tanta frequência que sabíamos quais seriam os próximos passos. Quando ouvimos eles se aproximando da nossa vila, juntamos o que conseguimos carregar e fugimos para a floresta”, lembrou.

Kima e a família só voltaram para casa quando os soldados foram embora. “Eles saquearam nossas casas, levaram tudo. Depois queimaram nossas casas e a igreja. Então, tivemos que fugir definitivamente. Ali não era mais seguro para nós”, lamentou.

Fonte: Guia-me com informações de Portas Abertas

Câmara de Curitiba vota por cassação de vereador petista que invadiu igreja

Vereador Renato Freitas com ativistas fazendo protestos dentro da Igreja Católica (Foto: Renato Freitas-Instagram)
Vereador Renato Freitas com ativistas fazendo protestos dentro da Igreja Católica (Foto: Renato Freitas-Instagram)

A Câmara municipal de Curitiba votou, em primeiro turno, pela cassação do vereador Renato Freitas (PT) – foram 25 votos a favor e 7 contrários à perda de mandato, além de uma abstenção. Uma outra votação acontece amanhã (22).

O parlamentar virou alvo de um processo por quebra de decoro parlamentar após participar de uma manifestação pelos assassinatos de Moïse Kabagambe e Durval Teófilo Filho, organizada pelo Coletivo Núcleo Periférico, na Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

Caso o segundo turno repita o resultado, a sanção será aplicada imediatamente, pois não há mais recursos para o vereador na Câmara. A defesa dele ainda pode recorrer na justiça. Mas, caso não seja atingido os 20 votos mínimos necessários para a perda do mandato, o caso será arquivado.

Freitas e sua defesa não compareceram ao julgamento. Os advogados do vereador questionaram a legalidade da sessão, que segundo eles foi “precipitada e irregular”.

“Se a sessão for mantida, a defesa julga ilegal, e pode inclusive sujeitar o presidente da Câmara a consequências de improbidade administrativa, abuso de autoridade e violação das prerrogativas da advocacia”, diz o texto compartilhado pelas redes sociais do vereador.

Sobre o caso

O caso remete a uma manifestação na igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito, no dia 5 de fevereiro, no centro histórico de Curitiba, pela morte do congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, no Rio, espancado até a morte aos 24 anos. Na ocasião, a invasão da igreja foi liderado pelo vereador do PT Renato Freitas que entrou no templo e bradou palavras de ordem como “racistas” e “fascistas”, ignorando os pedidos do padre para que cessassem o tumulto.

O caso provocou comoção nacional e o presidente Jair Bolsonaro aproveitou para acenar a seus apoiadores religiosos e pediu uma investigação dos responsáveis pelo ato. Por outro lado, na esquerda o episódio foi lido internamente como um tiro no pé, já que os vídeos do vereador petista invadindo a igreja viralizaram e passaram a ser utilizada para atacar o ex-presidente Lula, que é pré-candidato ao Palácio do Planalto.

Folha Gospel com informações de UOL

Helena Tannure: “Estou sentindo necessidade de mergulhar mais na Palavra”

Pastora Helena Tannure, em entrevista ao JesusCopy. (Foto: Captura de tela/YouTube JesusCopy)
Pastora Helena Tannure, em entrevista ao JesusCopy. (Foto: Captura de tela/YouTube JesusCopy)

Ao comentar sobre os tempos modernos e a correria da atual geração, a pastora Helena Tannure falou sobre a necessidade de buscar descanso em Deus. Em entrevista ao Douglas Gonçalves, no JesusCopy Podcast, ela revelou sobre o tempo especial que está vivendo.

“Estou sentindo necessidade de mergulhar mais na Palavra, de imergir, colocar a leitura em dia, ter mais tempo dedicado à oração”, explicou ao compartilhar que precisa “ser mais Maria do que Marta”.

“É como se Deus dissesse pra mim: ‘Senta aí, que eu tenho algo pra te falar’. Porque eu sei que é tempo de fazer as coisas de um jeito diferente”, compartilhou ao apontar para o novo olhar que a pandemia trouxe às pessoas.

“Não é mais para fazer o que funciona, não é para fazer do jeito que estamos acostumados a fazer, é do jeito de Deus. Precisamos aprender a andar na dependência Dele”, continuou.

“A independência é a nossa ruína”

Ao destacar que “é preciso aprender a descansar em Deus” e que as coisas começaram a dar errado para a humanidade por causa da autossuficiência, Helena diz que “a independência é a nossa ruína”.

“Não tem como a gente ser pleno dentro da nossa vontade, excluindo a vontade de Deus”, frisou ao relacionar que “as pessoas possuem sempre uma demanda e que tem sido muito difícil encontrar descanso”.

A outra questão é que as pessoas estão concentradas demais em seus próprios projetos: “A serpente continua influenciando nos projetos de poder, nos projetos pessoais. Neste mundo, nós somos muito seduzidos”, citou.

“A constância importa mais que a velocidade”

“A constância garante o projeto, a velocidade e o entusiasmo não”, disse ao ressaltar que “Deus está mais preocupado com a nossa constância do que com a nossa velocidade”.

“Noé ‘andava’ com Deus, ele não corria com Deus”, brincou Douglas em resposta. “E andar fala de constância, seja em dias ruins ou em dias bons”, ela continuou.

“O problema é que a gente acha que tem que estar produzindo alguma coisa para ter a aprovação de Deus. Isso virou quase uma doença no nosso meio”, Helena disse também.

‘Tudo deveria ser para a glória de Deus’

Para a pastora, as pessoas estão mais preocupadas em sua própria imagem e fissuradas com o próprio ego.

“Nós começamos a trabalhar não para a glória de Deus, mas para apresentar resultados para os outros, para mostrar que estamos fazendo algo”, enfatizou ao falar da “produção” dentro da própria Igreja”.

“A perspetiva deste século é extremamente enganosa. Precisamos saber o que a palavra de Deus diz a nosso respeito como filhos Dele”, completou.

“O que acontece debaixo da terra, ninguém vê”

Para Helena Tannure, os cristãos deveriam entender que importa mais como Deus nos vê, do que como as pessoas nos enxergam. Até porque, o nosso crescimento espiritual não é visível aos olhos humanos.

Ela usou como comparação o cedro do Líbano, uma das árvores usadas na simbologia bíblica. “O que acontece debaixo da terra, ninguém vê. A raiz do cedro do Líbano cresce até 1 metro e meio de profundidade nos 3 primeiros anos de vida, enquanto o broto tem apenas 5 centímetros”, citou.

“Por isso nós somos comparados a essa árvore, porque Deus quer que a gente tenha raiz”, continuou. Ao falar do alcance do seu ministério, Helena compartilha uma palavra profética que recebeu há muitos anos.

Profecia

“Uma mulher ligou de Londres e pediu meu telefone. Na época, eu estava em processo de cura, precisava muito da aprovação das pessoas, mas Deus dizia que eu precisava ser aprovada por Ele”, lembrou.

Ao entregar a profecia, conforme a pastora explica, a mulher faoua da palavra de Ezequiel (capítulo 3), que diz ao profeta que ele seria inflexível e firme. “Mas eu me sentia covarde, eu ainda queria a aprovação das pessoas e me vi completamente incompetente”, confessou.

“Ela explicou que as pessoas que caminhavam comigo não entenderiam meu chamado e que até alguns amigos me rejeitariam”, disse ao revelar que teve o entendimento disso depois.

“A não aprovação das pessoas não me desanima e não me abala. Eu já vi no olhar de amigos a desaprovação por causa das palavras duras que eu carrego”, explicou.

“Se a palavra transforma definitivamente a vida de uma única pessoa, isso é melhor do que uma multidão animada. O que importa é fazer a vontade de Deus”, disse.

“Cada um tem sua função no Reino de Deus, um vem para confrontar e outro para consolar. Cada um tem seu papel e um não compete com o outro, pois todos são necessários”, continuou.

“A mulher que trouxe a profecia de Deus sobre a minha vida alertou: Quer ouçam, quer não ouçam, fale”, concluiu.

Fonte: Guia-me

Pesquisa mostra queda no número de adultos que acreditam em Deus, nos EUA

Culto em uma igreja (Foto: canva)
Culto em uma igreja (Foto: canva)

Cerca de 81 por cento dos adultos americanos dizem acreditar em Deus, marcando a porcentagem mais baixa desde que a Gallup começou sua pesquisa sobre a crença há mais de 70 anos.

Gallup fez a pergunta pela primeira vez em 1947 e depois duas vezes nas décadas de 1950 e 1960. Em cada uma, 98% responderam que acreditavam em Deus.

Então, em 2011, esse número caiu para 92% e, em 2013, 2014 e 2017, o número caiu para 87%.

“A crença em Deus caiu mais nos últimos anos entre os jovens adultos e pessoas de esquerda do espectro político (liberais e democratas). Esses grupos mostram queda de 10 ou mais pontos percentuais comparando os números de 2022 com uma média das pesquisas de 2013-2017”, dizem os resultados da pesquisa.

A mais recente pesquisa Gallup mostrou que cerca de 94% dos conservadores políticos e 92% dos republicanos acreditam em Deus. Apenas 72% dos democratas, 62% dos liberais e 68% dos jovens dizem que acreditam em Deus.

“Embora a crença em Deus tenha diminuído nos últimos anos, a Gallup documentou quedas mais acentuadas na frequência à igreja, membros da igreja e confiança na religião organizada, sugerindo que a prática da fé religiosa pode estar mudando mais do que a fé básica em Deus”, disse a pesquisa.

De acordo com a pesquisa, quase três quartos daqueles que frequentam serviços religiosos toda semana dizem acreditar que Deus ouve orações e pode intervir.

A pesquisa também mostrou:

  • Cerca de 86% das pessoas que vivem no Sul dos EUA acreditam em Deus, enquanto apenas 78% das pessoas que vivem no Leste disseram o mesmo.
  • Metade de todos os entrevistados que disseram acreditar em Deus disseram que também acreditam que Deus ouve orações e pode intervir. Quase 30 por cento disseram que Deus ouve as orações, mas não pode intervir.
  • Apenas 30% dos jovens adultos acreditam que Deus ouve as orações e pode intervir.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

Cristão demitido por usar colar de cruz é indenizado por discriminação religiosa

Colar com crucifixo no pescoço
Colar com crucifixo no pescoço

Um operário cristão, que foi demitido por usar um colar de cruz em uma fábrica na Escócia, ganhou uma indenização de mais de 26 mil dólares, em um processo por discriminação religiosa.

De acordo com o Telegraph, Jevgenijs Kovalkovs, que trabalhava como inspetor de qualidade, foi demitido pela Sisters Food Group Limited, em Coupar Angus, ao se recusar tirar seu colar de prata de cruz.

A juíza trabalhista Louise Cowen, do tribunal em Dundee, considerou que o cristão, membro da Igreja Ortodoxa Russa, perdeu o emprego por discriminação religiosa.

“Sua religião e o uso de seu colar tinham um significado profundo para ele”, declarou Cowen.

O profissional começou a trabalhar no atacadista de frango em novembro de 2019 e foi promovido a inspetor de qualidade.

Jevgenijs vestia um jaleco branco durante o expediente, enquanto seus colegas usavam cordões, cartões de identidade e chaves em volta do pescoço, conforme o The UK Times.

O gerente do cristão ordenou que ele retirasse o colar, que foi presente de sua mãe, alegando que era um risco na fábrica. Porém, Jevgenijs se recusou.

Segundo a política da empresa, os operários tinham permissão para usar apenas um anel simples nas áreas de produção. Já as joias religiosas passavam por uma avaliação de risco antes de serem autorizadas.

O gerente não realizou uma avaliação do colar de cruz de Jevgenijs e ele foi demitido por não obedecer a instrução.

Casos semelhantes

Em um caso semelhante, a enfermeira cristã Mary Onuoha, de 61 anos, processou o hospital onde trabalhava em Londres, por puni-la ao usar um colar de cruz, e venceu o caso na Justiça em janeiro deste ano.

Em 2013, Nadia Eweida, uma funcionária da British Airways, venceu uma batalha histórica no Tribunal Europeu de Direitos Humanos para poder usar um colar de cruz durante o trabalho.

A companhia aérea havia pedido que a cristã não usasse sua cruz de ouro branco de forma visível.

O tribunal entendeu que o pedido era uma violação dos direitos de Nadia, de acordo com o artigo nove da Convenção Europeia de Direitos Humanos.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Cristãos estão sendo ‘estrategicamente retirados’ de suas casas ou comunidades, diz Portas Abertas

Cristãos sofrem perseguição em vários países do continente africano.
Cristãos sofrem perseguição em vários países do continente africano.

A presença cristã corre o risco de ser completamente apagada de algumas partes do mundo devido à perseguição, alerta um novo relatório.

O relatório “A Igreja em Fuga”, da Portas Abertas, descreve uma “estratégia deliberada” para enfraquecer, silenciar ou erradicar completamente as populações cristãs.

“Embora o deslocamento às vezes seja percebido como um subproduto não intencional da perseguição, em muitos casos, é intencional e pode ser parte de uma estratégia mais ampla para erradicar completamente o cristianismo da aldeia, região ou país. Em alguns casos, a estratégia é aberta e pública, em outros é encoberta e informal”, diz o relatório.

A especialista global em perseguição de gênero da Portas Abertas, Helene Fisher, disse: “Parte dessa estratégia deliberada é fraturar as comunidades religiosas”.

O motivo mais comum da retirada de cristãos perseguidos foi sua família, seguida por funcionários do governo local e nacional, a comunidade local e grupos religiosos violentos.

Os convertidos relataram receber ameaças de morte ou violência e serem privados de comida ou abrigo.

“Os convertidos ao cristianismo relataram ter sido expulsos por suas famílias, ameaçados de morte e submetidos a pressões tão extremas que fugir foi considerado sua única opção”, disse o relatório.

Às vezes, diferentes fatores “trabalham lado a lado, tecendo uma tapeçaria de perseguição que leva os cristãos a fugir”.

“Em alguns casos, os dois ou três principais agentes da perseguição serão influenciados um pelo outro”, continua.

“Por exemplo, uma família pode forçar um cristão convertido a deixar sua casa, a fim de evitar ações de funcionários do governo ou da comunidade que possam impactar negativamente a família”.

O relatório destaca o exemplo do Iraque, onde uma comunidade outrora próspera de mais de um milhão de cristãos diminuiu para apenas 166.000.

“Todo mundo está saindo lentamente… Acontece silenciosamente, mas está acontecendo todos os dias. As pessoas fazem as malas, trancam as portas e deixam para trás a vida inteira”, disse um refugiado iraquiano.

De acordo com as descobertas, os cristãos relataram que sua identidade religiosa causou ou foi um fator que contribuiu para seu deslocamento em 58 dos 76 principais países da Lista Mundial da Perseguição – ranking anual de países onde os cristãos sofrem mais por sua fé.

Mesmo que os cristãos perseguidos fujam para os campos em busca de segurança, seu sofrimento pode continuar, pois eles são “excluídos” por causa de sua fé.

Isso pode assumir a forma de ser atacado por outras comunidades deslocadas dentro do campo ou ter sua ajuda negada.

“Eles me disseram que eu não fui forçado a me tornar cristão, então é problema meu, é minha culpa”, disse Hamid, um cristão afegão que enfrentou vários ataques de seus companheiros refugiados.

Esses desafios “podem ser agravados pela falta de compreensão e respostas eficazes dos atores humanitários”, incluindo ONGs, organizações internacionais e nações anfitriãs.

“Isso pode variar de negligência não intencional a direcionamento estratégico e desempoderamento de indivíduos e comunidades”, disse o relatório.

Em resposta às descobertas, a Portas Abertas pede “maior conhecimento e sensibilidade” aos desafios enfrentados por refugiados cristãos e deslocados internos para melhor protegê-los.

Eva Brown, analista sênior de pesquisa da Portas Abertas, disse: “As descobertas deste relatório apresentam um desafio vital para todos que tentam oferecer ajuda e assistência às comunidades deslocadas.

“A menos que eles realmente entendam o ‘fator fé’ em ação nessas diásporas massivas, eles nunca serão capazes de proteger e ajudar adequadamente um grande número daqueles que estão tentando servir”.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Homens armados matam 8 e sequestram 36 em igrejas na Nigéria

Homens armados mataram oito pessoas e sequestraram outras 36 durante um assalto a duas igrejas do noroeste da Nigéria, depois de terem atacado vários povoados do Estado de Kaduna. O caso aconteceu no domingo e foi divulgado pelas autoridades locais nesta segunda-feira.

Segundo o comissário de segurança do Estado de Kaduna, Samuel Aruwan, as igrejas tomadas pelo grupo foram a Batista Maranata e a Católica São Moisés, localizadas no povoado de Rubu.

“Os sequestradores liberaram dois reféns, entre eles um chefe da comunidade. Contudo, trinta e quatro pessoas permanecem nas mãos dos bandidos”, completou o comissário.

As autoridades afirmaram que os homens estavam em motocicletas e assaltaram os povoados do governo local de Kajuru.

Duas semanas atrás, homens armados com rifles AK-47 e explosivos atacaram a Igreja Católica St. Francis na cidade de Owo, matando 40 pessoas. O governo suspeita do grupo rebelde Estado Islâmico da Província da África Ocidental (ISWAP). Mas o ISWAP não reivindicou responsabilidade pelo ataque.

Gangues armadas são abundantes no noroeste da Nigéria, onde roubam e sequestram pedindo resgates, e a violência tem aumentado, com forças de segurança sobrecarregadas muitas vezes não conseguindo impedir os ataques.

Folha Gospel com informações de Extra e Agência Brasil

Leonardo Gonçalves se apresenta em igreja gay e diz que não representa os evangélicos

Leonardo Gonçalves
Leonardo Gonçalves

O cantor gospel Leonardo Gonçalves cumpriu agenda e se apresentou na igreja inclusiva Cidade Refúgio, em São Paulo (SP), liderada pelas pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha.

A apresentação do artista aconteceu na última sexta-feira (17). A igreja Cidade Refúgio é voltada para o público homossexual. A apresentação de Leonardo causou enorme polêmica entre os fãs e admiradores do artista.

Durante a sua fala, o cantor gospel se desculpou com o público presente, e disse que as críticas que recebeu por estar lá não chega a 1% dos ataques que enfrenta diariamente. Na ocasião, Leonardo Gonçalves, que é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, revelou que não representa os evangélicos.

Em suas redes sociais, Leonardo Gonçalves escreveu:

“meu amigo e irmão cristão. respira fundo e repita comigo:

nós não sabemos (exatamente) quem DEUS vai salvar e quem Ele não vai salvar.

há motivos para se ter muitas convicções. mas não se pode ter certeza absoluta.”

Nas redes sociais, fãs, admiradores e evangélicos ficaram revoltados com a postura do cantor gospel Leonardo Gonçalves. Separamos algumas das diversas críticas que foram feitas ao cantor.

“Jesus está as portas”, disse um seguidor. “Fim dos tempos real. Joio”, disparou um outro seguidor. “Concerteza ele não representa, e provavelmente parou de ler a Bíblia ou viu que não está com a cara na mídia e tem poucas visualizações no Instagram e resolveu da uma levantada na carreira ! Tudo pela fama , nada por Cristo!”, disse outra seguidora. “E a Bíblia já falava do joio e do trigo!”, disse outra. “Que loucuraaaaaaaa. Gente, estamos realmente vivendo a era da deturpação da palavra de Deus! Tempos sombrios e que vão piorar”, disparou uma seguidora. “Pensa num povo que faz marca é cantor evangélico, o cara quer dinheiro e canta até no cemitério se paga o cachê 😢 agora pergunta se ele lê a bíblia!”, criticou outro seguidor.

Folha Gospel com informações de TV Jornal

América Latina: cresce o número de evangélicos e dos sem religião; católicos são maioria

Culto evangélico (Foto: Reprodução)
Culto evangélico (Foto: Reprodução)

A América Latina viu recuar o número dos que se dizem ligados à Igreja Católica e um salto dos que se declaram evangélicos.

Em 1995 os católicos somavam 80%, agora são 56% e os que se declaram evangélicos passaram de 3,5% para 19,7% segundo dados de pesquisa do instituto Latinobarómetro. O crescimento evangélico é puxado, em grande parte, pelo Brasil.

Além disso, cresce também o número dos que dizem não ter religião. Antes, eram menos de 5% da população latino-americana; agora, são quase 16%.

O historiador Andrew Chesnut, professor de estudos religiosos na Universidade Virginia Commonwealth, nos EUA, descreve o cenário como uma pluralização do campo religioso. “Cada dia mais se elege a fé e menos se herda da família; é um mercado livre, no qual a pessoa escolhe entre as opções que parecem mais adequadas e que respondem às suas necessidades espirituais e materiais”, diz.

O movimento não é homogêneo. Brasil, Bolívia e Colômbia, por exemplo, destacam-se pelo aumento dos evangélicos, cenário semelhante ao observado em toda a América Central. O Chile, por sua vez, diferencia-se pelo crescimento dos sem religião. Já o México segue como um bastião do catolicismo.

Rodrigo Toniol, presidente da Associação dos Cientistas Sociais da Religião do Mercosul, discorda da hipótese de que o refluxo do catolicismo se deve à perda de força da igreja enquanto instituição. Segundo ele, o Brasil vive o ápice do número de padres e paróquias, e o índice em queda é o de fiéis.

Ele trabalha com a tese de que o aumento de força da igreja veio acompanhado do “disciplinamento das práticas católicas cotidianas”. “Quando se começa a regular as práticas cotidianas, como que tipo de santo pode e qual não pode, por exemplo, que no fim das contas era o que sustentava o catolicismo, ela perde força. É como se a crise do catolicismo fosse vítima do próprio sucesso institucional da Igreja”.

Os fatores não terminam aí, e o grupo religioso que mais cresce na região tem importância crucial: os evangélicos. Chesnut diz que a Igreja Católica se manteve em grande parte eurocêntrica e, “em contraste, os pentecostais se ‘latinoamericanizaram’”, mencionando a força da música e da TV no meio evangélico.

“O marketing da fé é muito importante, porque estamos numa sociedade capitalista, e os pentecostais são talentosos nisso, algo em que os católicos, com sacerdotes burocratas, ficaram para trás”, disse.

O crescimento dos sem religião

A cifra dos que se dizem sem religião constitui o terceiro maior grupo na América Latina. Se o catolicismo é o que Toniol chama de “doador universal”, por transferir fiéis para outras religiões, o cenário é diferente para outros fluxos, como de evangélicos para religiões de matriz africana, considerado mais raro.

O cenário, assim, privilegia transições para o grupo dos sem religião, que cresce de maneira contínua, especialmente desde a segunda metade da última década. No Chile talvez esteja o principal exemplo. De um país com forte tradição católica, passou a ter mais de um terço de sua população se declarando sem religião, movimento que ganhou peso notável após os recentes escândalos de abuso sexual de menores.

O caso mexicano

Ponto fora da curva, o México, palco de maior institucionalização da igreja devido à acentuada importância do catolicismo na época da colonização, tem 72,1% de cristãos, queda de cinco pontos percentuais em relação a 1995. Outro fator é a Virgem de Guadalupe, parte da identidade do mexicano.

“Trata-se de uma das figuras mais importante do mundo em número de fiéis e de devotos e funciona como uma barreira ao crescimento dos evangélicos”, afirma Chesnut, da Universidade Virginia Commonwealth. “Deixar de ser devoto de Guadalupe é como deixar uma parte da identidade nacional mexicana”.

Secularização além-mar

Do outro lado do Atlântico, algo semelhante: a Espanha assistiu à maior perda de religiosidade durante a pandemia de coronavírus, tendo agora 37% de ateus e agnósticos. A cifra é de recente relatório da Fundação Ferrer Guardia. Em 2019, 27,5% diziam não ter nenhuma religião.

A mudança no perfil não corresponde ao espaço que a Igreja Católica mantém. “A Espanha é um Estado laico segundo a Constituição, mas segue com os acordos do Vaticano de 1979, feitos pouco após a ditadura, que ataram todos os privilégios da Igreja Católica que se mantém até hoje”, diz Hungria Panadero, coautora do material. Vai para a igreja, por exemplo, uma parte do imposto de renda espanhol.

Folha Gospel com informações de Amazonas Atual e Folhapress

FBI investiga ataques de ativistas pró-aborto contra igrejas e centros de gestação nos EUA

Mulher grávida
Mulher grávida

A polícia americana do FBI está investigando os recentes ataques de vandalismo cometidos contra centros de gestação pró-vida, igrejas e templos religiosos, nos Estados Unidos.

Os ataques estão sendo investigados como atos de violência extrema. Em comunicado oficial, da última sexta-feira, o FBI afirmou que investiga todas as ameaças graves e trabalha junto com os colaboradores necessários para proteger as comunidades do país.

Após o anúncio de que a lei autorizando o aborto, conhecida como Roe w Wade, nos Estados Unidos pode ser anulada, ativistas radicais pró-aborto começaram a ameaçar e atacar centros médicos de cuidado a gestantes bem com igrejas e outros templos religiosos.

Na semana passada, um grupo extremista prometeu um aumento na violência dos atos para os próximos dias. O grupo Jane’s Revenge, atribui para si a responsabilidade de ter incendiado um centro de gestação em Wisconsin.

O grupo parece ter relação com incidentes ocorridos em outros estados americanos, como: New York, Caroline du Nord, Washington, Wisconsin, Ohio , Maryland, Columbia e Iowa.

Em carta aberta redigida pelo grupo extremista, o texto descreve como “fácil e engraçado” efetuar os ataques. Além disso, o grupo ameaçou os centros médicos de gestação que não encerrarem suas atividades.

Fonte: Gaudiumpress

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