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Pastor Luiz Sayão descobre problema cardíaco após sofrer AVC

Pastor Luiz Sayão (Foto: Divulgação/Assessoria)
Pastor Luiz Sayão (Foto: Divulgação/Assessoria)

O pastor Luiz Sayão, fundador e líder da Igreja Batista das Nações Unidas (IBNU), em São Paulo, deixou o hospital neste sábado (7), após 12 dias de internação devido a um Acidente Vascular Cerebral (AVC). A boa notícia foi compartilhada pelo próprio líder religioso em suas redes sociais, com uma breve mensagem de gratidão: “Depois de 12 dias – alta. De volta para casa. Deus seja louvado”.

As informações são do Fuxico Gospel.

A recuperação foi considerada rápida, e já na sexta-feira (6), Sayão havia aparecido em vídeo informando que sairia da UTI e que sua liberação médica estava próxima. Segundo ele, os próximos dias serão dedicados ao repouso e à recuperação da saúde.

O momento do AVC

O incidente ocorreu no dia 26 de maio, enquanto o pastor estava em consulta com a médica Adriana Dellarole, responsável por acompanhá-lo em um tratamento contínuo para sequelas da Covid-19. Foi no banheiro do consultório que os primeiros sintomas surgiram: fraqueza em um dos braços, sudorese intensa e queda de pressão.

“Logo pensei: isso é um AVC. Respirei fundo, me mantive calmo e consegui sair do banheiro”, relatou o pastor. Diante da situação crítica, a médica agiu rapidamente e levou Sayão ao hospital em um táxi. Segundo ele, a chegada à emergência se deu em cerca de cinco minutos, e o atendimento imediato foi crucial.

“Quando entrei na emergência, comecei a recuperar a fala rapidamente. A medicação foi administrada ainda na UTI e logo os movimentos também começaram a voltar”, contou. O pastor descreveu o episódio como um livramento divino, destacando que poderia ter acontecido em um momento mais perigoso, como dirigindo ou em uma escada.

Causa do AVC: condição congênita

Os exames realizados durante a internação identificaram a origem do problema: um orifício no coração — uma malformação congênita — que permite a passagem de pequenos coágulos, podendo provocar obstruções cerebrais. Apesar disso, os médicos descartaram a presença de gordura nas artérias ou sinais de aterosclerose, o que foi considerado um fator positivo.

Em suas postagens, Sayão fez questão de ressaltar sua fé e agradecer a Deus pelo cuidado recebido:
“A graça e o amor do Pai se manifestam mesmo nos momentos mais imprevistos. Oro para que essa experiência sirva de testemunho do amor de Deus em Cristo para muitos”, escreveu.

Histórico de saúde delicado

Esta não é a primeira vez que Luiz Sayão enfrenta desafios graves de saúde. Em julho de 2024, ele havia anunciado uma pausa sabática para tratar de diversos problemas, incluindo encefalomielite miálgica — uma inflamação cerebral que causa dores contínuas —, além de sequelas da Covid-19.

Na época, revelou que seu tratamento exigia uma rotina rigorosa, incluindo a ingestão diária de 60 nutrientes e o acompanhamento de uma equipe médica multidisciplinar. Ele também já havia sofrido um AVC anterior, tornando o episódio mais recente ainda mais preocupante.

Agora, com o retorno para casa e em fase de recuperação, o pastor reafirma sua confiança na providência divina e mantém o foco na restauração plena da saúde.

Folha Gospel – Artigo publicado originalmente em Fuxico Gospel

Relatório confirma declínio nas alegações de abuso em igrejas dos EUA

Padre em igreja católica (Foto: reprodução)
Padre em igreja católica (Foto: reprodução)

Um novo relatório da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) mostra um declínio contínuo nas alegações de abuso do clero na Igreja Católica na América.

Abrangendo o período de julho de 2023 a junho de 2024, o Relatório Anual sobre a Carta para a Proteção de Crianças e Jovens registrou 902 novas alegações de 855 sobreviventes, uma queda de mais de 400 em comparação ao ano anterior.

O relatório, compilado a partir de auditorias realizadas pela StoneBridge Business Partners e dados de pesquisas do Centro de Pesquisa Aplicada no Apostolado (CARA) da Universidade de Georgetown , descobriu que 84% dos supostos infratores já haviam falecido, sido laicizados ou removidos do ministério.

Onze membros do clero foram permanentemente afastados do ministério durante o ano, e apenas um permaneceu ativo enquanto aguardava investigação.

O relatório também destacou os esforços contínuos da Igreja para proteger crianças e adultos vulneráveis.

Mais de 2,2 milhões de adultos e 2,8 milhões de jovens receberam treinamento de prevenção de abusos em 2024, enquanto mais de 2,2 milhões de verificações de antecedentes foram realizadas em clérigos, funcionários e voluntários.

Das 196 dioceses e eparquias, 195 participaram da auditoria.

Destes, quatro foram considerados não conformes com alguns aspectos da carta de salvaguarda.

O relatório afirma: “A auditoria e a aplicação contínua de políticas de tolerância zero são duas ferramentas importantes no compromisso mais amplo da Igreja de criar uma cultura de proteção e cura que exceda as exigências da Carta”.

Folha Gospel com informações de Premier

Cristão vigiado pelas autoridades desaparece na China

Cristão orando na China (Foto: Portas Abertas)
Cristão orando na China (Foto: Portas Abertas)

Ming* é um cristão de origem muçulmana que vive na China. Ele vem sendo detido constantemente por pregar o evangelho e mantém contato com Hao Ran*, um parceiro da Portas Abertas na região. Hao Ran não tem conseguido fazer contato com Ming há cerca de um mês.

“Antes dele desaparecer, nós tínhamos marcado um treinamento de discipulado, mas ele não veio e também não me avisou. Eu procurei saber notícias dele, mas até agora, ele continua desaparecido. Fico preocupado porque ele está sob constante vigilância das autoridades por causa do seu trabalho a favor da igreja”, diz Hao.

Da última vez, Ming ficou preso por quase um mês e teve seu telefone celular confiscado porque uma pessoa para quem ele estava pregando o evangelho era monitorada pela polícia.

Ming trabalha com Hao Ran em uma região no Noroeste da China, onde há uma comunidade de cristãos de origem muçulmana, mas as atividades ligadas ao cristianismo são supervisionadas de perto pelas autoridades. Apesar das constantes prisões, Ming sempre continuou apoiando a igreja e pregando o evangelho.

A igreja pede orações para que Ming seja solto e que volte em segurança para a comunidade. Os cristãos de origem muçulmana estão sob constante risco e pessoas como Ming são muito importantes para que a grande comissão continue sendo cumprida.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Censo 2022: População que não se considera cristã registra leve alta

Pessoas caminhando na cidade (Foto: Canva Pro)
Pessoas caminhando na cidade (Foto: Canva Pro)

O retrato religioso do Brasil está mudando. Os dados do Censo 2022, divulgados pelo IBGE, revelam uma transformação silenciosa no perfil espiritual da população.

Embora o país ainda seja majoritariamente cristão, com 83,6% da população com 10 anos ou mais se declarando católica ou evangélica, esse número vem caindo de forma contínua desde o século passado.

Na virada do milênio, os cristãos representavam 89,3% da população. Em 2010, esse índice já havia recuado para 86,8%. A tendência de queda é acompanhada pelo crescimento de um grupo cada vez mais expressivo: o dos brasileiros que não se identificam com nenhuma religião.

Hoje, eles representam 9,3% da população, número que pode ser ainda maior, considerando que o levantamento de 2022 excluiu crianças com menos de 10 anos.

Esse grupo é composto principalmente por pessoas urbanas, com nível educacional mais alto e, em muitos casos, jovens adultos entre 30 e 39 anos. No perfil predominam moradores do Sudeste, pessoas brancas e com formação superior. Muitos não se consideram ateus nem agnósticos.

São espiritualizados, mas não vinculados a uma instituição. Preferem uma vivência da fé mais individualizada e sem a mediação de sacerdotes ou pastores. A expressão “crer sem pertencer” tem sido usada para descrever esse fenômeno.

O distanciamento institucional não significa ausência de espiritualidade. O que se observa é uma mudança na forma como os brasileiros se relacionam com o sagrado. Há uma recusa crescente a estruturas religiosas hierárquicas e à autoridade de líderes espirituais tradicionais. Esse movimento reflete uma busca por experiências subjetivas e personalizadas da fé.

O Censo 2022 também aponta o crescimento das religiões fora do espectro cristão, que hoje somam 7,1% da população. Em 1940, esse número era de apenas 0,9%. A diversidade religiosa, portanto, está em expansão, mesmo que o Brasil continue sendo um país de maioria cristã.

Fonte: Comunhão com informações do IBGE

Catolicismo enfrenta grande declínio na Espanha

Crucifixo e a bandeira da Espanha (Foto: Domínio Público)
Crucifixo e a bandeira da Espanha (Foto: Domínio Público)

Apenas 55% dos espanhóis com mais de 18 anos se identificam como católicos, um número consideravelmente menor que os 90% registrados na segunda metade da década de 1970.

É o que afirma um relatório publicado pela Fundação Funcas, que analisa a secularização da sociedade na Espanha, país que durante séculos foi considerado um dos bastiões do catolicismo romano e um motor de sua expansão internacional.

Embora o declínio na proporção de católicos seja substancial em todas as faixas etárias, ele é particularmente profundo entre os mais jovens, de acordo com dados da Pesquisa Social Europeia analisados ​​pela Funcas.

Assim, em 2002, 60% da população de 18 a 29 anos se identificava como católica, enquanto em 2024 apenas 32% o faziam. Em contraste, entre aqueles com 70 anos ou mais, a identificação como católica caiu de 89% para 77% no mesmo período.

O avanço da secularização pode ser explicado em parte pela substituição geracional, mas também pelo progressivo descontentamento de muitas pessoas com o catolicismo.

Por exemplo, 83% dos nascidos entre 1943 e 1952 se identificaram como católicos em 2002, quando tinham entre 50 e 59 anos, mas em 2024, quando tinham entre 70 e 79 anos, esse número caiu para 73%. Essa tendência é ainda mais pronunciada entre as gerações mais jovens: entre 2002 e 2024, a proporção de católicos entre os nascidos entre 1973 e 1984 caiu de 60% para 42%.

A ascensão do agnosticismo e do ateísmo

O espaço perdido pelo catolicismo não está sendo preenchido por outras crenças religiosas, mas sim ocupado principalmente por aqueles que se declaram indiferentes, agnósticos ou ateus, ou seja, aqueles que não têm filiação religiosa.

Assim, a porcentagem daqueles que não se identificam com nenhuma religião subiu de 22% em 2002 para 42% em 2024, representando uma mudança substancial no cenário religioso do país.

Embora o relatório descarte o crescimento das minorias religiosas na Espanha , fica claro que, em termos percentuais, esses grupos religiosos continuam bem atrás das principais tendências identificadas.

Em 2018, 2% dos espanhóis se declararam evangélicos, em comparação com 0,2% em 1998. Estima-se que haja cerca de 1,5 milhão de pessoas na Espanha que frequentam regularmente igrejas evangélicas.

Colapso dos casamentos religiosos, menos catolicismo nas escolas

A perda de influência da religião na vida cotidiana pode ser vista em dois indicadores que refletem o papel decrescente do catolicismo na socialização das gerações futuras e sugerem que o processo de secularização ainda tem um longo caminho a percorrer: o colapso dos casamentos católicos e o declínio gradual nas matrículas em aulas de religião católica.

Em relação aos primeiros, em 2023, apenas 18% dos casamentos foram celebrados segundo o rito católico; em 1976, praticamente todos os casamentos eram religiosos e, mesmo em 2000, eles ainda representavam 76% do total.

Em relação à proporção de crianças matriculadas em aulas de religião católica na escola, no último ano letivo para o qual há dados disponíveis, 2022-2023, 56% dos alunos do ensino fundamental estavam matriculados, em comparação com 85% no primeiro ano letivo para o qual há dados disponíveis, 1998-1999.

Nas escolas públicas, a matrícula nesta disciplina caiu de 81% para 44%. O relatório da Fundação Funcas conclui que esses fatores apontam para um avanço da secularização nos próximos anos, embora “o futuro a médio prazo não seja tão óbvio” e fatores como imigração ou outras circunstâncias possam alterar as previsões.

A fundação se define como um think tank dedicado à pesquisa econômica e social e sua disseminação, promovendo a interação entre a esfera acadêmica e a economia real.

O relatório completo está disponível aqui.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Ministérios unem forças para doar quase 90 mil Bíblias em 22 idiomas para crianças em hospitais na África e na Ásia

Crianças em hospitais recebem Bíblias na África e na Ásia (Foto: Cortesia da CURE International)
Crianças em hospitais recebem Bíblias na África e na Ásia (Foto: Cortesia da CURE International)

Mais de 87.000 Bíblias em 22 idiomas serão distribuídas para oferecer a esperança de Jesus às famílias que recebem cuidados cirúrgicos em uma rede global de hospitais infantis, graças a uma nova parceria entre dois importantes ministérios cristãos internacionais.

A CURE International fez uma parceria com a Biblica, um ministério que garante que pessoas sem Bíblia no mundo todo recebam as Escrituras em um idioma que elas entendam, para distribuir as Boas Novas às famílias em seus oito hospitais na África e nas Filipinas, que oferecem atendimento cirúrgico gratuito para crianças.

Os hospitais pediátricos oferecem atendimento cirúrgico gratuito para crianças com deficiências como espinha bífida, hidrocefalia e outras condições tratáveis. Desde sua fundação em 1996, a CURE International realizou mais de 330.000 cirurgias e alcançou 2,1 milhões de pessoas com o Evangelho.

“Uma das coisas em que nossos fundadores realmente se concentraram foi nesse equilíbrio entre fornecer atendimento médico de classe mundial para crianças e também atendimento ministerial de classe mundial”, disse Justin Narducci, presidente e CEO da CURE International, ao CP.

Os fundadores, disse ele, basearam a missão da organização em Lucas 9:2 , em que Jesus incumbiu seus discípulos de compartilhar a palavra de Deus e curar os doentes. Narducci acrescentou que Jesus não apenas curava as pessoas fisicamente, mas também lhes oferecia a oportunidade de um despertar espiritual.

“Temos 60 cirurgiões em nossa rede realizando cirurgias todos os dias, e parte do que eles fazem é cirurgia de alta qualidade para deficiências muito complexas”, afirmou Narducci. “E isso faz parte do nosso testemunho do Evangelho: um atendimento médico realmente bom para crianças que elas não conseguiriam em outro lugar.”

A parceria entre a CURE International e a Biblica, fundada em 1809, estava em andamento há anos, disse Narducci, mas as duas organizações só precisavam resolver a logística primeiro.

Os dois ministérios dividirão o custo igualmente entre os doadores da Biblica e os doadores da CURE International.

O custo de envio, distribuição e outras despesas adicionais resultantes da parceria foi de cerca de US$ 500.000, de acordo com Narducci, fundos que a CURE International conseguiu levantar por meio de seus doadores.

“A colaboração com o Reino está no cerne de tudo o que fazemos”, disse Geof Morin, presidente e CEO da Biblica, em um comunicado fornecido ao CP. “Para entregar Bíblias transformadoras a quem precisa, dependemos de parceiros estratégicos que servem como as mãos e os pés de Jesus na linha de frente da missão evangélica.”

“É por isso que estamos tão entusiasmados com esta nova parceria ministerial com a CURE International”, continuou ele. “Eles estão oferecendo um cuidado compassivo e centrado em Cristo a crianças e suas famílias que precisam desesperadamente experimentar o amor curador de Deus. Oramos para que este novo suprimento de Bíblias para crianças e adultos leve o conforto e o amor de Jesus a milhares de pessoas em seus momentos de necessidade.”

De acordo com Earnest Kioko, diretor ministerial da CURE International, que supervisiona a operação dos hospitais da organização, 75% da população atendida pela organização sem fins lucrativos tem uma Bíblia em sua língua materna devido à parceria com a Biblica.

Um dos objetivos da CURE International envolve algo que Kioko descreveu como “ministério espiritual intencional”, que consiste em ajudar crianças a se converterem a Cristo enquanto recebem tratamento em um dos hospitais da organização. Após a alta hospitalar, o ministério garante que elas tenham concluído um estudo bíblico e estejam conectadas a uma rede de apoio, geralmente um pastor da comunidade local.

“[Os pacientes] voltam para casa com uma ferramenta que pode ajudá-los em sua nova jornada de fé”, disse Kioko ao CP. “E, portanto, de todas as coisas que podemos dar aos nossos pacientes como um presente, mas também como uma ferramenta espiritual para o seu crescimento, está a Bíblia.”

Um dos desafios que o ministério enfrenta ao tratar pacientes com deficiência, especialmente em algumas partes da África, é que muitos na comunidade dos pacientes acreditam que eles são amaldiçoados.

Algumas mães vão ao hospital com amuletos de proteção para seus filhos, explicou Kioko, porque acham que seus filhos foram enfeitiçados.

“E esses são cenários que enfrentei muitas vezes, em que agora você tem que lutar entre a mãe que acredita: ‘Tenho que continuar protegendo meu filho’, e então aqui estamos nós dizendo: ‘Por favor, confiem no Deus a quem servimos'”, disse Kioko.

Na maioria dos casos, Kioko disse que quando os pais removem os amuletos e veem que seu filho ainda está saudável e vivo, uma mudança é perceptível.

“Então, agora, a realidade se apresenta: há mais poder do que eu costumava acreditar”, disse Kioko sobre a percepção dos pais. “E acho que essa é uma maneira pela qual, ao combinar os esforços médicos e ministeriais da CURE, você confronta muitas crenças que, no fim das contas, parecem não se sustentar.”

Folha Gospel com artigo original publicado em The Christian Post

Novos convertidos podem ser expulsos no Laos

Cristãos são perseguidos no Laos
Cristãos são perseguidos no Laos

Lany*, uma viúva do Laos, que vivia com seu filho e sua cunhada, conheceu a Jesus por meio da cura. Ela passava por momentos difíceis após a morte do marido e ficou muito doente. Lany foi a diversos hospitais e gastou muito dinheiro procurando cura, mas nada funcionou.

Foi então que ela conheceu um líder cristão que lhe apresentou o evangelho. Após aceitar Jesus, Lany teve sua saúde restaurada gradualmente. Em agosto de 2024, as autoridades locais descobriram sobre sua nova fé e foram até sua casa para questioná-la. Ela confirmou sua conversão e testemunhou sobre a cura.

Três semanas depois, os anciãos da vila a convocaram para uma reunião. Eles apresentaram um documento a ela e exigiram sua assinatura. “Se você não assinar e renunciar à fé em Jesus, a expulsaremos da comunidade”, disseram os líderes.

Lany permaneceu firme, dizendo: “Não vou assinar. Jesus me curou”. A resposta enfureceu os líderes, que retaliaram. Lany foi proibida de colher arroz, excluída dos programas de auxílio social e não pode mais receber nenhum documento. Apesar dos obstáculos, Lany permanece firme na fé.

Boua: rejeitado pela família por seguir a Cristo

Assim como Lany, Boua* também entregou a vida a Jesus após testemunhar uma cura milagrosa. Pouco tempo depois, a esposa e os dois filhos também conheceram o evangelho, mas seus pais, que são animistas, se irritaram com a conversão.

Os pais de Boua ordenaram que ele voltasse ao animismo, mas Boua recusou e permaneceu firme. Um mês depois, sua mãe ficou doente e seus parentes procuraram um xamã, que culpou Boua pela doença. “A mãe está sofrendo porque o filho acredita em Jesus. Se ele renunciar, ela se recuperará”, disse o xamã.

Desse dia em diante, os parentes começaram a perseguir a família de Boua. Devido às ameaças, ele decidiu se mudar de casa em uma tentativa de aliviar a tensão, mas continua morando na mesma vila. Um parceiro local da Portas Abertas o visita frequentemente e pede por orações pela situação de Boua.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Dia da Música Gospel é celebrado pela primeira vez no Brasil

Gabriela Rocha, Fernandinho e Aline Barros (Foto: Montagem/Folha Gospel)
Gabriela Rocha, Fernandinho e Aline Barros (Foto: Montagem/Folha Gospel)

Nesta segunda-feira, 9 de junho, é celebrado, pela primeira vez no Brasil, o Dia da Música Gospel. A data foi instituída pela Lei nº 14.998/24, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em outubro do ano passado. 

A proposta, originada no Projeto de Lei 3.090/23, de autoria do deputado federal Raimundo Santos (PSD-PA), busca valorizar o gênero e reconhecer sua importância cultural, espiritual e econômica para o país. 

Segundo Raimundo, que também é cantor e sanfoneiro gospel, a criação da data contribui para destacar a relevância do louvor na cultura e na religiosidade de milhões de brasileiros, sendo um  “vetor de conforto mental, psicológico e espiritual”.

A escolha da data foi pensada para homenagear a missionária sueca Frida Maria Strandberg Vingren (1891-1940), uma das principais figuras na história do evangelismo no Brasil. Atuando em Belém (PA), no início do século passado, ela foi enfermeira, tradutora e poetisa, e criou mais de 20 hinos da Harpa Cristã, como o “Bem Aventurança do Crente”. Frida foi casada com Gunnar Vingren (1879-1933), co-fundador da igreja evangélica Assembleia de Deus no Brasil.

O reconhecimento oficial vem em um momento de expansão do gênero no país. Segundo dados publicados na revista da Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus), a música gospel representa 20% do mercado fonográfico brasileiro. 

Somente nos últimos cinco anos, o crescimento dos streams de música gospel no Spotify foi de 240%, sendo que 70% desse volume se concentrou em 2023, conforme destaca  publicação da Abramus nas redes sociais.

Além do ambiente digital, a presença da música gospel tem se expandido para espaços públicos e eventos de grande porte. Um exemplo foi o Réveillon de Copacabana, no Rio de Janeiro, onde pela primeira vez um palco foi dedicado exclusivamente ao gênero. Nomes como Midian Lima, Fernanda Brum, Mattos Nascimento, e Thalles Roberto se apresentaram no Palco Leme, contando também com a presença do pastor Cláudio Duarte.

No entanto, esse avanço não se limita às plataformas de streaming e eventos. As igrejas evangélicas, que historicamente são palco da música gospel, têm investido em estruturas modernas, que incluem iluminação cênica, projeto acústico de qualidade, ambientes instagramáveis e até mesmo paredes pretas.

Essas características se tornaram comuns, especialmente em templos voltados para o público jovem. Igrejas como Lagoinha, Reino Church e Bola de Neve são referências nesse modelo, com propostas visuais que se assemelham a casas de shows, teatros e estúdios de gravação.

De acordo com informções da Liberty Engenharia, uma das principais demandas é a instalação de forro para igreja, que não só controla a reverberação do som, mas também contribui para a climatização e o conforto visual dos ambientes. Esse tipo de intervenção permite que a palavra falada, assim como as músicas, chegue de forma clara a todos os presentes, sem distorções.

Manifestação que vai além das igrejas

De acordo com a pesquisa Cultura nas Capitais, da JLeiva Cultura & Esporte, o gênero gospel é preferência de 25% dos cariocas, ficando atrás apenas da MPB e do pagode. Entre os dez vídeos de música mais assistidos no YouTube Brasil em 2024, dois eram de artistas gospel: Kailane Frauches, com “Passa lá em casa Jesus”, e Isadora Pompeo, com “Bênçãos que não têm fim”.

Em entrevista à imprensa, o professor de sociologia e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB), Paulo Gracino de Souza Junior, explica que a música gospel é importante não só para o segmento evangélico. 

Ele explica que atletas e artistas compartilham músicas gospel mesmo sem uma ligação direta com a crença pessoal, e que esse gênero já conquistou espaço em diversos ambientes. “Você entra no supermercado, na periferia do Rio de Janeiro, e escuta música gospel tocando no rádio”, destaca o professor.

O especialista ressalta que as igrejas funcionam como espaço de discussão de problemas pessoais e da comunidade, especialmente em locais com menos opções de lazer, além de funcionarem como uma escola de música, onde muitos aprendem a trocar instrumentos.

Folha Gospel com informações de Experta Media

Cristão fala sobre a situação da igreja na Coreia do Norte

Bandeira da Coreia do Norte (Foto: Portas Abertas)
Bandeira da Coreia do Norte (Foto: Portas Abertas)

Coreia do Norte segue sendo um dos países que mais persegue os cristãos, ocupando o primeiro lugar na Lista Mundial da Perseguição 2025. São diversas as dificuldades que os cristãos norte-coreanos enfrentam para fazer coisas que muitos de nós consideramos simples, como frequentar a igreja, cantar louvores ou falar publicamente sobre Jesus. 

Mesmo com esses obstáculos, o evangelho continua dando frutos. Nossos parceiros na região receberam uma carta de um cristão norte-coreano agradecendo pelas orações e pelo suporte. Leia trechos abaixo.

Nós agradecemos ao Senhor por continuamente nos mostrar amor e graça, não nos abandonando por causa dos nossos pecados, mas nos abençoando como seus filhos. Agradecemos profundamente pelos materiais e pelos recursos que vocês nos enviam. Sua ajuda nos faz louvar ao Senhor com muita alegria e nos motiva a viver para Cristo.”

Na carta, ele também descreve como o governo da Coreia do Norte exige lealdade total à família Kim:

Há muita propaganda aqui. O governo está particularmente irritado com os balões contendo livros e outros materiais “ilegais” enviados por sul-coreanos. Os discursos do governo nos incentivam a lutar contra o que eles chamam de “forças hostis”.

Sobreviver aqui seria quase impossível sem a ajuda de vocês. Pedimos que o Senhor abençoe todos os nossos irmãos e irmãs do mundo inteiro. Que vocês sempre se lembrem de orar e nos apoiar. Agradecemos a cada um de vocês.

Fortaleça cristãos norte-coreanos

Sua ajuda é muito importante para que nossos irmãos continuem enfrentando a perseguição e sendo sal e luz onde vivem. Contribua e seja resposta de oração!

Fonte: Portas Abertas

Aline Barros lança álbum completo “Aline Retrô”, uma viagem sonora a grandes clássicos do gospel

Aline Barros lança álbum completo "Aline Retrô" (Foto: Divulgação)
Aline Barros lança álbum completo "Aline Retrô" (Foto: Divulgação)

Após impactar o público com os singles “Ele é Exaltado” e “Pra Sempre”, a cantora Aline Barros apresenta o aguardado álbum completo “Aline Retrô”, um projeto que celebra a força, a beleza e a eternidade de grandes clássicos da música gospel.

Com produção musical de Johnny Essi e direção audiovisual de Mess Santos, o projeto resgata hinos atemporais que marcaram gerações, agora interpretados por Aline. A proposta vai além da nostalgia: “Aline Retrô” oferece versões inéditas que unem excelência técnica, arranjos elaborados, e profunda reverência espiritual, conectando diferentes públicos à essência da adoração cristã. O álbum reúne 10 faixas icônicas da música cristã, interpretadas em português, mantendo a fidelidade às mensagens e versões originais. 

A canção escolhida para puxar o lançamento do álbum é “Nosso Deus”, versão de Our God, originalmente gravada por Chris Tomlin. A interpretação de Aline Barros se destaca por sua sonoridade, com forte presença de sintetizadores e influências eletrônicas dos anos 90.

A letra da música exalta o poder, a grandeza e a soberania de Deus, também declarando a fé e confiança. “Nosso Deus” é mais do que uma canção, é um grito de fé que fortalece, consola e inspira. A nova versão mantém a intensidade espiritual da original, ao mesmo tempo que apresenta elementos musicais inovadores, que fazem dela uma experiência tanto devocional quanto artística.

“Aline Retrô” é uma homenagem a canções que marcaram a história do louvor contemporâneo. O projeto reforça o compromisso de Aline Barros com a essência da adoração, resgatando músicas que tocaram milhões de vidas e continuam sendo relevantes.

Mais que uma releitura sonora, o álbum é uma ponte entre gerações, uma oportunidade para os mais jovens conhecerem esses hinos, e para os mais experientes reviverem momentos marcantes da caminhada cristã.

Sobre Aline Barros

Com uma carreira sólida e inspiradora, Aline Barros é um dos maiores nomes da música gospel no Brasil. São mais de 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify, mais de 1 bilhão de visualizações no YouTube, além de oito prêmios Grammy Latino. Sua missão segue firme: anunciar o Evangelho através da música com excelência, unção e verdade.

Faixas:

  1. Nosso Deus Poderoso É (Awesome God)
  2. Pra Sempre (Forever)
  3. Ele é Exaltado (He Is Exalted)
  4. Oh Quão Lindo Esse Nome É (What a Beautiful Name)
  5. Hosana (Hosanna)
  6. Eu Também (110 bilhões) (So Will I – 100 Billion X)
  7. Nosso Deus (Our God)
  8. Quão Grande é o Meu Deus (How Great Is Our God)
  9. Não Mais Escravos (No Longer Slaves)
  10. Suave Espírito (Sweet, Sweet Spirit)

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