Dallas Jenkins, criador e diretor da série The Chosen (Foto: Reprodução)
O criador e diretor da série The Chosen, Dallas Jenkins, compartilhou detalhes sobre a aguardada 5ª temporada, intitulada ‘Última Ceia’, em uma entrevista exclusiva ao site cristão Comunhão. Jenkins esteve no Brasil para a pré-estreia da nova temporada, realizada em São Paulo, que reuniu diversas personalidades do universo gospel.
Durante a entrevista, Jenkins revelou que a 5ª temporada será a mais emocional e desafiadora até o momento, explorando os momentos finais da vida de Jesus e seus discípulos. “A ‘Última Ceia’ é um momento crucial na história cristã, e estamos nos esforçando para retratá-la com a máxima fidelidade e emoção”, afirmou.
O diretor também falou sobre os desafios de adaptar uma história tão conhecida e amada por milhões de pessoas ao redor do mundo. “A ideia é trazer contexto para essa história, tanto o cultural, pela visão do povo judeu, quanto o histórico, além de algumas liberdades artísticas necessárias para transformá-la em uma narrativa completa, com várias passagens que compõem a história”, explicou.
“Não me preocupo muito com a forma como a série vai atingir as pessoas. Esse não é o meu trabalho, é o trabalho de Deus. Minha ideia é como se eu estivesse trazendo os pães e os peixes que serão multiplicados por Ele nesse milagre. Então, toda a parte de fazer com que a série se expanda e atinja as pessoas é um trabalho de Deus”, completou Jenkins.
A 5ª temporada de The Chosen tem previsão de estreia para 10 de abril de 2025.
Balança e martelo da Justiça (Foto: FolhaGospel/Canva Pro)
A Assembleia de Deus, localizada no bairro Vila Real, em Balneário Camboriú (SC), enfrenta uma polêmica judicial devido ao excesso de ruído durante os cultos. A Justiça determinou que a igreja tem 30 dias para realizar o isolamento acústico do templo. Caso a exigência não seja cumprida, será aplicada uma multa de R$ 50 mil.
A decisão foi tomada após o Ministério Público receber 17 reclamações de vizinhos ao longo de quase um ano e meio. Segundo as denúncias, o nível de ruído ultrapassava os limites estabelecidos por lei. Em maio de 2024, uma perícia da Polícia Científica confirmou que o som emitido pela igreja estava acima dos padrões permitidos.
O promotor José de Jesus Wagner destacou que a igreja já havia sido alertada diversas vezes e firmado acordos para solucionar o problema, mas continuou gerando poluição sonora. Ele reforçou que a liberdade religiosa deve ser respeitada, mas não pode se sobrepor ao direito da coletividade.
“A liberdade religiosa deve ser respeitada, mas não pode se sobrepor ao direito da coletividade. A igreja foi alertada diversas vezes, firmou acordos e, ainda assim, manteve a prática ilegal. A lei vale para todos, e a poluição sonora precisa ser contida”, declarou o promotor.
Além da multa, o Ministério Público solicitou à Justiça a condenação dos responsáveis pela igreja por crime ambiental. Também foi pedida a aplicação de um pagamento de R$ 25 mil por danos ambientais e um valor semelhante por dano moral coletivo. O processo ainda está em andamento.
Ministro do STF, André Mendonça se torna pastor na igreja Presbiteriana de Pinheiros (Foto: YouTube/@ippinheiros)
No último domingo, 9 de março de 2025, o pastor André Mendonça, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), assumiu oficialmente a função de pastor adjunto na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, localizada em São Paulo. A igreja é liderada pelo pastor Arival Dias Casimiro e conta com o apoio do pastor Hernandes Dias Lopes em seu ministério pastoral.
Antes de sua nomeação para o STF, Mendonça já era reverendo presbiteriano e, durante o governo de Jair Bolsonaro, exerceu o cargo de ministro da Justiça. Na nova função, Mendonça liderou seu primeiro culto com base no texto bíblico de Mateus 7.24-27, que relata a parábola da casa construída sobre a rocha, um ensino sobre sabedoria e firmeza espiritual.
Em sua mensagem inicial, o pastor enfatizou a grande responsabilidade que envolve o ministério da Palavra de Deus, destacando o peso de falar em nome de Deus. “Se há um ministério que pesa sobre mim, é o ministério do Evangelho, é ser ministro do Evangelho, porque se fala em nome de Deus. Tamanha responsabilidade e um pouco de privilégio”, declarou Mendonça.
Embora sua identificação evangélica tenha sido um fator importante na sua nomeação ao STF, o comportamento de Mendonça na corte tem gerado críticas, especialmente por ele não adotar um estilo combativo, comum a outros membros da Suprema Corte. Essa postura provocou controvérsias a ponto de o canal no YouTube da igreja ter sido forçado a bloquear os comentários sobre o culto, em razão das reações dos internautas.
Durante o sermão, Mendonça também abordou as comparações e cobranças que tem recebido sobre seu comportamento. Ele afirmou: “Se Deus me mandar agir daquela forma, eu ajo, mas, enquanto Deus não me mandar, eu vou agir da forma como eu considero sábia. É assim que nós devemos agir. Seja sábio.”
Para concluir, o pastor destacou a importância de buscar sabedoria, mesmo diante das adversidades, e ressaltou que, em momentos difíceis, as pessoas devem procurar conselhos sensatos, independente de gostarem ou não da pessoa. “Que as pessoas te busquem, mesmo aqueles que não gostam de você, para ouvir conselhos nos momentos difíceis, e não o tenham como louco, intempestivo, uma pessoa irada que fala o que dá na telha e na cabeça a todo tempo”, concluiu Mendonça.
Esse evento marca a expansão do ministério pastoral de Mendonça, que, embora tenha uma trajetória pública distinta, continua a exercer influência no meio evangélico com seu trabalho na Igreja Presbiteriana de Pinheiros.
A cantora Baby do Brasil (Foto: Felipe Souto Maior - SecultPE/Fundarpe)
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) decidiu arquivar a denúncia contra a cantora Baby do Brasil feita pela deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), após a cantora falar – durante um culto na boate D-Edge – que pessoas abusadas deveriam perdoar seus abusadores. Na petição, a parlamentar alegou que a artista cometeu incitação ao crime e condescendência criminosa.
Contudo, no entendimento da promotoria, Baby do Brasil exerceu sua liberdade religiosa e de expressão e que sua fala não configura ilícito e que não há necessidade de medidas judiciais ou extrajudiciais.
A decisão, assinada pelos promotores Marcelo Otávio Camargo Ramos e Clarissa Chagas Donda deixa claro que, por conta da liberdade de expressão, cabe ao público avaliar as palavras proferidas pela artista e não ser julgada pelo poder público.
Entenda o caso
Em um vídeo que viralizou com toda a polêmica, gravado durante um culto na boate D-Edge, em São Paulo, no dia 10 de março, a cantora Baby do Brasil aparece dizendo: “Perdoa tudo que você tiver no seu coração aqui, hoje, nesse lugar. Perdoa! Se teve abuso sexual, perdoa. Se foi da família, perdoa!”
Após as duras críticas, a deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) acionou o Ministério Público de São Paulo para investigar o caso. Além disso, o proprietário da casa de shows, Renato Ratier, emitiu uma nota condenando o ocorrido.
Em 14 de março, a cantora usou as suas redes sociais para se explicar. Em uma postagem no Instagram, ela afirmou que o perdão ao qual se referiu não significava abrir mão da justiça. Também citou Mateus 5:43, onde Jesus fala sobre perdoar e amar os inimigos. E deixou claro que “jamais defenderia abusadores de qualquer espécie, pois sou contra qualquer tipo de abuso”, disse Baby.
Líderes cristãos oraram com o presidente Donald Trump no Salão Oval em 18 de março de 2025, em Washington, DC (Foto: Cortesia JDA Worldwide)
Mais de uma dúzia de líderes cristãos oraram com o presidente Donald Trump no Salão Oval esta semana, e um deles disse que a tentativa de assassinato no verão passado fez com que o presidente abraçasse grupos religiosos ainda mais do que em seu primeiro mandato.
Liderados pela Conselheira Sênior do White House Faith Office (Escritório de Fé da Casa Branca), Paula White-Cain, conselheira espiritual de longa data de Trump, os líderes religiosos se encontraram com Trump na quarta-feira. Fotos do evento mostram vários líderes religiosos colocando as mãos sobre Trump em oração ao redor do presidente.
Os participantes incluíram, entre outros, o Rev. Samuel Rodriguez da Conferência Nacional de Liderança Cristã Hispânica, o pastor Robert Jeffress da Primeira Igreja Batista em Dallas, o pastor Travis Johnson da Igreja Pathway, com vários campi, sediada no Alabama, David Barton da WallBuilders, o ex-candidato presidencial e ativista social conservador de longa data Gary Bauer e William Wolfe, diretor executivo do Centro de Liderança Batista.
Rodriguez, que atua como consultor religioso no Escritório de Fé da Casa Branca e participou da primeira posse de Trump em 2017, ofereceu a segueinte oração por Trump:
“Com gratidão e humildade, oramos pelo Presidente Trump. Você o designou, você o nomeou, você o ungiu para um momento como este. Pedimos que o cubra com o sangue de Jesus, capacitando-o a avançar uma agenda de retidão e justiça, verdade e amor.”
“Proteja-o de todo o mal enquanto ele sustenta nossa nação com o firewall do nosso sistema de valores judaico-cristão. Cumpra Seu propósito na vida dele”, acrescentou Rodriguez, pastor principal da megaigreja New Season na Califórnia.
“E como resultado, oramos pela fé para que, por meio de sua liderança, o seguinte aconteça na América — o cumprimento de Isaías 58:8: A salvação virá como o amanhecer. As feridas se curarão rapidamente. A piedade nos levará adiante, enquanto a glória de Deus nos protegerá por trás. Em nome de Jesus, Amém.”
Rodriguez disse que é “uma honra” fazer parceria com White-Cain e a assistente especial do presidente Jenny Korn “para apoiar o trabalho incrível e importante que eles estão fazendo por meio do Escritório de Fé da Casa Branca”.
“Sou grato a eles pela oportunidade de ser uma voz para os cristãos e a comunidade latina neste momento tão importante”, disse Rodriguez.
Antes de se encontrarem com Trump no Salão Oval, os líderes se encontraram sem o presidente.
“Nosso tempo de reunião como uma equipe baseada na fé focou em políticas baseadas na fé, iniciativas e apenas planejamento estratégico e essa foi a essência daquela reunião”, disse Rodriguez. “O tempo no Salão Oval foi muito cordial e apenas um tempo para nos relacionarmos com o presidente e tempo em oração.”
Rodriguez chamou Trump de “incrivelmente gentil” e “verdadeiramente notável”, elogiando-o por sua hospitalidade.
“Parecia mais uma reunião de família… em torno do presidente, mas parecia real, parecia autêntico”, disse ele. “Foi simplesmente uma reunião incrível.”
“Este é o presidente mais pró-fé da minha vida. Esta é a realização do sonho de Ronald Reagan”, proclamou Rodriguez. “Eu era criança, mas lembro de ter sido inspirado por Ronald Reagan, e ele falava sobre fé e a América ser uma cidade em uma colina, e a fé que nos guia como americanos é nosso sistema de valores judaico-cristãos. Isto é pegar o sonho dele e torná-lo realidade.”
Durante o primeiro mandato de Trump no cargo, de 2017 a 2021, a Casa Branca realizou vários briefings e eventos com líderes evangélicos, incluindo nomes como Rodriguez, Franklin Graham, James Dobson e outros. Em diferentes ocasiões, líderes evangélicos oraram por Trump no Salão Oval.
Em agosto de 2018, a Casa Branca organizou o que foi chamado de “jantar de estado”, no qual mais de 100 líderes evangélicos foram convidados.
Quando perguntado se sentia que havia alguma diferença na atitude de Trump em relação aos líderes cristãos entre seu primeiro e segundo mandato, Rodriguez disse que achava que a tentativa de assassinato contra Trump em um comício de campanha no verão passado produziu uma mudança notável.
“Deus poupou sua vida e, portanto, o fator fé é até elevado por meio de seu testemunho pessoal. Então, o presidente Donald Trump está no Salão Oval porque Deus interveio e o protegeu e isso era óbvio”, disse Rodriguez.
“Então, ele é o subproduto de um milagre. Por isso, a fé é mais importante do que nunca, até mesmo do que em seu primeiro mandato”, afirmou Rodriguez.
Escritório de Fé da Casa Branca
Trump anunciou pela primeira vez a criação do Escritório de Fé da Casa Branca durante um discurso no National Prayer Breakfast no mês passado, pouco mais de duas semanas após assumir o cargo. Ele identificou o propósito da nova entidade como ajudar a combater o “preconceito anticristão”. Ele elaborou sua visão para o novo escritório em uma ordem executiva publicada em 7 de fevereiro.
“O Escritório terá a responsabilidade de liderar no poder executivo para capacitar entidades religiosas, organizações comunitárias e casas de culto para servir famílias e comunidades”, declarou a ordem executiva. “O Escritório será abrigado no Conselho de Política Doméstica e chefiado por um Conselheiro Sênior do Escritório de Fé da Casa Branca, e apoiado por outras posições que o Presidente considere apropriadas.”
As funções do Escritório de Fé da Casa Branca incluem consultar e buscar informações “de especialistas e vários líderes religiosos e comunitários identificados pelo Escritório de Fé da Casa Branca e outros componentes [do Gabinete Executivo do Presidente], incluindo aqueles de fora do Governo Federal e aqueles de governos estaduais, locais e tribais”.
Outra responsabilidade envolve fazer “recomendações ao Presidente, por meio do Assistente do Presidente para Política Interna, sobre mudanças em políticas, programas e práticas, e aspectos da agenda política do governo [Trump], que afetam a capacidade de entidades religiosas, organizações comunitárias e locais de culto de servir famílias e comunidades”.
Folha Gospel com informações de The Christian Post
Mais de oitocentos casos de violência contra cristãos foram registrados na índia, em 2024. (Foto: Comissão de Liberdade Religiosa da Comunidade Evangélica da Índia)
A Comissão de Liberdade Religiosa da Comunidade Evangélica da Índia ( EFI ) divulgou recentemente seu relatório anual sobre ódio e violência direcionada contra cristãos na Índia.
Eles documentaram um “aumento sem precedentes na violência e discriminação contra cristãos em toda a Índia em 2024”. Mais de oitocentos incidentes foram relatados e a comissão conseguiu verificar 640 casos.
Esses dados refletem um aumento significativo de 601 casos em 2023 e quase o quádruplo dos 147 incidentes registrados há uma década, em 2014.
“A escala e a intensidade da perseguição contra cristãos na Índia atingiram níveis de crise. Em média, quatro a cinco igrejas e pastores enfrentam ataques diariamente, com incidentes quase dobrando a cada domingo”, disse o Rev. Vijayesh Lal , Secretário Geral da EFI.
Além disso, “a capacidade limitada de investigação em áreas remotas e a relutância das vítimas em se apresentar devido às ameaças restringem ainda mais nossa capacidade de documentar o escopo total da crise”, acrescentou Lal.
Uttar Pradesh e janeiro, o pior lugar e época
O relatório identifica Uttar Pradesh (188 incidentes) como o estado com a maior concentração de violência, seguido por Chhattisgarh (150), Rajasthan (40), Punjab (38) e Haryana (34). Punjab e Rajasthan emergiram como novos focos de perseguição religiosa.
“O maior número de ocorrências foi registrado em janeiro (71), setembro (68), março (64) e outubro (62)”, aponta o relatório.
As eleições gerais realizadas em abril e maio de 2024 “coincidiram com 45 casos relatados em cada mês, indicando que as minorias religiosas permaneceram vulneráveis mesmo durante períodos politicamente sensíveis”, explicam.
Todos os tipos de perseguição
Os cristãos na Índia sofrem todos os tipos de perseguição, incluindo ameaças e assédio ; prisões seletivas sob leis anticonversão; violência física ; violência de gênero ; interrupções de cultos e reuniões de oração; vandalismo em igrejas; boicotes sociais com negação de recursos comunitários; e conversões forçadas.
A EFI também verificou que 4 cristãos foram assassinados em 2024 por causa de sua fé.
Em Uttar Pradesh, grupos extremistas religiosos frequentemente invadem cultos de oração e acusam cristãos de coerção, mas muitas vezes “ações policiais levaram à prisão de vítimas em vez dos responsáveis pela violência”, denuncia o relatório.
Além disso, especialistas jurídicos “observam que os tribunais inferiores negam regularmente fiança, prolongando a prisão injusta de muitos crentes”.
Os cristãos tribais em Chhattisgar “enfrentam violência física, ostracismo social e privação econômica enquanto grupos extremistas tentam forçá-los a renunciar à sua fé”.
“Apesar do número crescente de ataques, a justiça legal parece ilusória. Muitas vítimas têm muito medo de registrar queixas devido ao medo da inação policial, intimidação ou retaliação de seus agressores”, sublinha a EFI.
Leis anticonversão e pena de morte
Um dos maiores problemas para os cristãos é o “uso indevido de leis anticonversão”. Essas leis, em vez de impedir conversões forçadas, têm assediado minorias religiosas . O ônus da prova frequentemente recai sobre o acusado, tornando a defesa legal extremamente difícil.
A EFI alerta que “em vários casos, pastores que conduziam cultos de oração de rotina foram presos e acusados de conversão forçada sem provas”.
O primeiro-ministro de Madhya Pradesh, Mohan Yadav, anunciou recentemente que planeja aplicar a pena de morte para aqueles que se envolverem em conversões religiosas forçadas ou fraudulentas.
“A conversão religiosa não será tolerada”, disse Yadav, alegando que o estado tem o direito legal de punir aqueles que realizam conversões religiosas forçadas com a mesma punição daqueles que estupram menores.
Um apelo ao governo
A EFI insta o governo e as agências de segurança pública “a tomarem medidas decisivas para garantir justiça às vítimas de violência religiosa”.
Para atingir esse objetivo, eles apelam ao governo indiano para:
Garantir proteção policial às comunidades cristãs em risco de ataques.
Responsabilizar grupos extremistas por instigar e perpetrar violência.
Impedir o uso indevido de leis anticonversão contra indivíduos inocentes.
Melhorar as salvaguardas legais para vítimas de perseguição religiosa.
Garantir procedimentos legais justos e imparciais em casos envolvendo minorias religiosas.
“A Constituição indiana garante a liberdade de religião. É imperativo que esses direitos sejam mantidos para que todo indiano, independentemente da fé, possa adorar livremente e sem medo”, conclui a EFI.
Otaviano Costa chora ao ouvir Bruna Karla louvar (Foto: Instagram/@melhordanoitenaband)
O apresentador Otaviano Costa chorou ao ouvir a cantora Bruna Karla louvar a Deus durante seu programa ao vivo “Melhor da Noite” na Band, na quarta-feira (19).
Em participação especial no novo programa, Bruna cantou suas canções. Logo depois, Otaviano falou sobre o poder que a música possui de ajudar a enfrentar momentos difíceis.
“Ano passado eu quase morri como meu aneurisma da aorta, e eu dediquei muito a minha fé naquele momento de transformação da minha vida, para que eu pudesse ter a força de Deus para enfrentar o que tinha para enfrentar”, revelou ele.
Durante a luta contra a doença, ele foi tocado ao conhecer a canção “A Casa é Sua”, do grupo Casa Worship. Então, Bruna Karla começou a cantar um trecho do louvor acompanhada pela plateia, deixando Otaviano em lágrimas.
“Eu estou emocionado porque eu ouvia essa música todo o santo dia, antes de entrar na cirurgia. E eu nem sabia da existência deles [da Casa Worship] e alguém me disse: ‘Ouve essa música’, eu não sabia se era gospel, se era católica”, comentou.
“Esse é o poder da música, de nos curar, de nos emocionar, de nos transformar. Vocês cantando essa música aqui é um presente de Deus para mim. Estou vivo graças a Deus! Aleluia”, comemorou.
E Bruna comentou: “Você está vivo com esse propósito lindo de levar alegria aos corações, abrindo o seu programa para falar de Deus para que outras pessoas que estejam passando pelo o que você passou, por uma enfermidade ou por um problema sério, digam: ‘Essa casa é sua, fica comigo, me ajuda’”.
Em julho do ano passado, Otaviano Costa, de 51 anos, foi diagnosticado com um aneurisma de aorta em estágio avançado e precisou passar por uma cirurgia de emergência de alto risco.
O procedimento levou oito horas. Nesse período, a circulação sanguínea do apresentador foi realizada com a ajuda de um aparelho chamado de máquina de circulação extracorpórea.
“Tiveram de parar meu coração para mexer na aorta. Acordei só no dia seguinte, na UTI, e estava entubado e com os pés e mãos amarrados. Os médicos fazem isso para evitar reações explosivas do paciente, que pode tentar arrancar o tubo. Só conseguia pensar: ‘Eu estou vivo’”, disse ele, em entrevista à Veja.
Cerca de metade das igrejas protestantes nos Estados Unidos experimentaram um aumento na frequência aos cultos desde o fim da pandemia de COVID-19, de acordo com um estudo recente.
Um relatório da Lifeway Research publicado na terça-feira descobriu que 52% das congregações protestantes pesquisadas viram sua frequência aos cultos aumentar em pelo menos 4% nos últimos dois anos.
Em contraste, 33% das congregações pesquisadas disseram que a frequência estagnou, com um declínio entre 4% e um crescimento de 4%, enquanto 15% relataram ter experimentado um declínio de mais de 4% na frequência aos cultos.
O relatório também descobriu que mais crescimento foi relatado entre pastores evangélicos do que entre pastores protestantes tradicionais, com 57% das congregações evangélicas (igrejas batistas e pentecostais) relatando pelo menos 4% de crescimento, contra 46% das congregações tradicionais (metodistas, luteranas e presbiterianas) relatando o mesmo.
Além disso, 62% das congregações pentecostais tiveram um crescimento de pelo menos 4% nos últimos dois anos, assim como 59% das congregações batistas. Em contraste, 43% das congregações metodistas e 37% das congregações luteranas relataram um crescimento de pelo menos 4%.
“Claramente, o crescimento da frequência nos últimos dois anos foi auxiliado pelo retorno das pessoas à frequência regular após estarem ausentes desde o início da pandemia”, disse Scott McConnell, diretor executivo da Lifeway Research, conforme citado no relatório.
“A maioria dos pastores gostaria de ter retornado antes, mas sua presença é uma fonte de otimismo, embora o crescimento futuro precise vir de novos contatos.”
Para suas descobertas, o relatório se baseou em uma pesquisa por telefone com 1.001 pastores protestantes realizada de 17 de setembro a 8 de outubro de 2024, com uma margem de erro de mais ou menos 4,1% no nível de confiança de 95%.
O relatório também descobriu que 28% das igrejas relataram ter visto 20 ou mais pessoas “indicarem um novo compromisso com Jesus Cristo como Salvador” nos últimos 12 meses. A partir daí, 24% das igrejas relataram ter visto entre 10 e 19 novos compromissos, 42% viram entre um e nove novos compromissos e 6% viram zero novos compromissos.
“Embora os estudos achem que a maioria das igrejas está aquém dos números pré-pandêmicos, este estudo encontra um pequeno aumento nas conversões por participante”, acrescentou McConnell. “Muitas igrejas estão sendo intencionais em compartilhar o Evangelho com a próxima geração e aqueles fora de suas igrejas.”
Em 2020, em resposta à disseminação da COVID-19, a grande maioria das igrejas suspendeu temporariamente o culto presencial devido a ordens do governo. Algumas igrejas, no entanto, foram forçadas a fechar por períodos prolongados, e muitas lutaram contra as restrições do governo estadual em uma época em que os clubes de striptease tinham permissão para permanecer abertos. Outras igrejas foram até mesmo proibidas de realizar cultos ao ar livre onde os fiéis permanecessem em seus veículos.
Desde que as restrições da pandemia foram suspensas, houve resultados mistos nos esforços das congregações de todas as denominações para recuperar suas perdas de público.
Em agosto de 2023, o Instituto Hartford de Pesquisa Religiosa da Universidade Internacional de Hartford divulgou um estudo que descobriu que, embora aproximadamente um terço das 4.809 igrejas pesquisadas tenham dito que sua frequência aumentou desde 2020, mais da metade relatou declínio na frequência em comparação a antes do início da pandemia.
“Essa descoberta levanta a questão de qual impacto a pandemia teve nas trajetórias de crescimento e declínio congregacional. Embora o padrão de declínio não seja dramático neste momento, o impacto da pandemia também não acabou”, observou o estudo do Hartford Institute.
“As congregações continuam otimistas sobre seu futuro, mas também é evidente que elas continuam lutando contra as condições preocupantes que já existiam muito antes da chegada da COVID-19.”
Folha Gospel com informações de The Christian Post
O pastor Paul Washer, fundador e pregador da HeartCry Missionary Society, exortou a Igreja de Cristo a voltar a guerrear espiritualmente pelas nações.
Washer foi um dos palestrantes da Shepherds Conference, um encontro ministerial da Grace Community Church (GCC) de Sun Valley, na Califórnia, realizado de 5 a 7 de março.
Durante uma sessão de perguntas e respostas sobre o estado do ministério de missões nas igrejas, Washer estava entre os entrevistados e disse:
“Acho que quando voltamos a alguns desses movimentos missionários que nos deram pessoas como [a missionária] Amy Carmichael, a igreja era mais — de uma forma adequada, não política — militante para levar o Evangelho”.
“Isso também está se refletindo na adoração. Percebi que muitos louvores hoje são mais sobre ‘eu’, onde muitos hinos dos grandes movimentos missionários, refletiam ‘vamos, vamos’”, acrescentou ele.
Refletindo neste cenário, Washer destacou: “Os pastores precisam trabalhar para colocar essa batalha diante dos jovens e dizer a eles: ‘Nós podemos viver e morrer por algo. Podemos servir a um Rei incorruptível; podemos construir um Reino que é eterno e nunca cairá. Há uma razão para estar vivo’”.
E continuou: “Precisamos ter constantemente essa mentalidade de guerra. Há grandes feitos a serem realizados, e os homens foram feitos para lutar”.
‘Larguem seus telefones e vão para o campo’
Washer observou que é a “pregação no púlpito” sobre o chamado de Deus para as nações “que vai inspirar os homens a largarem seus celulares e irem para o campo”.
Abner Chou, professor associado de estudos bíblicos no Master’s College and Seminary, que também participou da sessão de perguntas e respostas, falou sobre a mobilização missionária.
Na ocasião, o professor destacou a importância de “colocar em prática a evangelização”, enfatizando que “o amor pelo evangelismo só acontece quando você o pratica”.
“Não é preciso ter medo, nem ser intimidado por isso. É sobre pensar que o Senhor pode me usar dessa forma. E sabe de uma coisa? Ser envergonhado em público não é ruim, não para o Senhor Jesus. Não tenho mais medo!”, acrescentou.
Sobre os seminários teológicos, Abner acredita que eles precisam “ajudar a dar perspectiva aos alunos”, pois para muitos jovens “seu mundo inteiro é uma tela de 2 por 5 polegadas”.
“Eles acham que esse é o mundo, que é tudo o que existe. E você tem que lembrá-los: ‘Você não está na faculdade ou no seminário só por você. Há um plano maior que vai além de você’. Precisamos ensinar aos nossos jovens que são duramente tentados por este mundo a se concentrarem apenas em si mesmos. Que há uma comissão maior, um esforço global e nobre”, explicou Abner.
Em uma pregação na conferência, Washer enfatizou a importância dos cristãos se manterem conectados a Cristo através de uma vida de oração.
“Essa Grande Comissão não vai a lugar nenhum — por mais que você explique, pregue e ilustre — ela simplesmente não avançará sem oração”, continuou Washer.
Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post
Teto da igreja Videira, em Goiás, desabou (Foto: Reprodução)
O teto da Igreja Videira desabou durante uma instalação de placas solares na manhã desta quarta-feira (19), em Goiânia (GO).
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO), um dos operários que realizava o trabalho, um homem de 51 anos, caiu e sofreu ferimentos leves, recebeu os primeiros socorros no local e foi levado ao hospital.
Os outros quatro trabalhadores não caíram e ficaram presos no telhado devido ao risco de desabamento onde estavam. Logo depois, foram resgatados pelos socorristas.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a situação poderia ter sido mais grave, mas felizmente não houve vítimas fatais.
“Não tinha ninguém soterrado. Todos que estavam no telhado no momento eram operadores que estavam instalando as placas”, afirmou o Capitão Guilherme, do CBMGO, em entrevista à TV Anhanguera.
A suspeita é que o teto do templo não tenha suportado o peso das placas solares. Em vídeo no Instagram, o pastor da igreja, Aluízio Silva, afirmou que um parecer técnico autorizou a colocação das placas antes do acidente.
“Ao que tudo indica, o telhado não suportou o peso dessas placas, o que ocasionou o desmoronamento do nosso prédio. Está completamente destruído, vamos ter que fazer outro prédio”, informou.
O líder relatou que os membros ficaram “consternados e perplexos” com o acidente e pediu oração pela reconstrução da igreja.
“Vamos ter que fazer outro prédio. Mas, graças a Deus, não houve nenhum incidente grave. Ninguém faleceu. Foi apenas perdas físicas. Perdas físicas, a gente compra de novo, a gente restaura, a gente reconstroi. Mas, na sua graça, o Senhor nos livrou de perdas maiores”, declarou.
“Queridos irmãos, contamos com suas orações. Cremos na restituição do Senhor!”, concluiu.