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Polícia Federal apreende mais de R$ 400 mil na casa de Sóstenes Cavalcante

Sóstenes Cavalcante. (Foto: Arquivo Câmara dos Deputados)
Sóstenes Cavalcante. (Foto: Arquivo Câmara dos Deputados)

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (19 de dezembro de 2025), a Operação Galho Fraco. A ação mira o núcleo da liderança do PL na Câmara dos Deputados.

O principal alvo é o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). Durante as buscas em sua residência, no Rio de Janeiro, os agentes encontraram e apreenderam mais de R$ 400 mil em dinheiro vivo.

A operação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além de Sóstenes, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) também é alvo de mandados de busca e apreensão.

A apreensão do montante em espécie é considerada o fato mais impactante desta fase. O dinheiro estava guardado em maços na casa do parlamentar e foi levado para contabilização oficial.

Os celulares de Sóstenes e Jordy também foram recolhidos pela PF. A perícia busca mensagens que detalhem como funcionava o repasse de valores desviados da cota parlamentar.

Investigadores afirmam que a presença de grandes quantias de dinheiro vivo é um indício clássico de ocultação de patrimônio. Agora, o parlamentar terá que comprovar a origem legal do valor.

A investigação aponta para um esquema sistemático de desvio da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP). O grupo utilizava empresas de locação de veículos de fachada.

Essas empresas emitiam notas fiscais por serviços que nunca foram prestados. Segundo a PF, o dinheiro pago pela Câmara retornava aos envolvidos de forma oculta.

O inquérito detalha crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A suspeita é que agentes públicos e assessores atuavam em conjunto para simular os contratos.

A Galho Fraco é uma continuação direta da Operação Rent a Car, ocorrida em dezembro de 2024. Naquela época, apenas assessores dos deputados foram alvo de buscas.

Há um ano, Sóstenes Cavalcante negou qualquer irregularidade. Em declarações públicas, o deputado afirmou que “poderiam revirar tudo, que não achariam nada” em seu mandato.

Contudo, a quebra de sigilo bancário e as mensagens obtidas nos celulares dos assessores em 2024 forneceram as provas necessárias para que a PF chegasse aos parlamentares hoje.

O outro lado e manifestações

O deputado Carlos Jordy classificou a operação como uma “perseguição covarde”. Em suas redes sociais, ele negou irregularidades e criticou a atuação do STF no caso.

A defesa do deputado Sóstenes Cavalcante informou que ainda está tomando ciência do conteúdo integral do inquérito. O parlamentar mantém a postura de que suas contas são regulares.

Quem é Sóstenes Cavalcante

Deputado federal em terceiro mandato, Sóstenes Cavalcante nasceu no dia 16 de janeiro de 1975, em Maceió.

Ao longo do seu tempo na Câmara, onde é líder do PL, o político já presidiu a Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional e a Comissão do Estatuto da Família.

Além da carreira política e de ser teólogo de formação, Sóstenes é pastor e parte da igreja evangélica Assembleia de Deus.

Sóstenes e Jordy integram o núcleo bolsonarista da Câmara dos Deputados e são membros do PL, que atualmente possui a maior bancada na casa.

Quando os assessores de Sóstenes e Jordy foram alvos de busca e apreensão da PF, o líder do PL na Câmara afirmou que o órgão poderia “revirar tudo”, porque não achariam nada.

A PF encontrou cerca de R$ 400 mil em espécie na casa de Sóstenes na operação desta sexta-feira.

Fonte: Fuxico Gospel e CNN

Cristão que vivia escondido é absolvido de acusação de blasfêmia no Paquistão

Bandeira do Paquistão (Foto: Folha Gospel/Canva)
Bandeira do Paquistão (Foto: Folha Gospel/Canva)

Em setembro, um tribunal no Paquistão absolveu um cristão acusado de blasfêmia, mas seus apoiadores só revelaram o fato neste mês devido a preocupações com a segurança, disse seu advogado.

Em 27 de setembro, o magistrado de Sargodha, Syed Faizan-e-Rasool, absolveu Haroon Shahzad, de 47 anos, da falsa acusação de blasfêmia feita por Muhammad Imran Ladhar em 30 de junho de 2023, após o denunciante muçulmano retratar-se da alegação, informou a advogada cristã Aneeqa Maria.

Ladhar fez a acusação depois que Shahzad publicou versículos bíblicos no Facebook. Shahzad, que recebeu liberdade sob fiança em 6 de novembro de 2023 e está foragido desde então, não tornou pública a absolvição anteriormente por questões de segurança, acrescentou Maria.

“Embora a queixosa, que também era a principal testemunha de acusação, tenha inocentado Shahzad da acusação, o Ministério Público insistiu que as provas restantes da acusação eram suficientes para condenar o réu”, disse ela ao Christian Daily International-Morning Star News. “No entanto, o magistrado observou que o interrogatório da principal testemunha pelo Ministério Público também não favoreceu a acusação e que o caso ficou irremediavelmente comprometido.”

O veredicto também observou que a Bíblia era indiscutivelmente reverenciada pelos muçulmanos e que o Alcorão também exortava os muçulmanos a não julgarem aqueles que creem no evangelho. O magistrado então absolveu Shahzad das acusações formuladas sob as seções 295-A e 298 dos estatutos de blasfêmia do Paquistão, disse o advogado.

A Seção 295-A refere-se a “atos deliberados e maliciosos destinados a ultrajar os sentimentos religiosos de qualquer classe, insultando sua religião ou crenças religiosas” e é punível com pena de prisão de até 10 anos e multa, ou ambas. A Seção 298 prevê pena de prisão de até um ano e multa, ou ambas, para quem ferir sentimentos religiosos.

“O veredicto expõe a profunda fragilidade da própria justiça”, disse Maria. “Revela um sistema em que a liberdade, a dignidade e todo o futuro de um indivíduo podem ser mantidos reféns por um processo falho, onde uma mera acusação pode desencadear tumulto, virar vidas de cabeça para baixo e deixar famílias destruídas.”

Ela observou que o tribunal destacou corretamente a injustiça neste caso.

“No entanto, somos compelidos a perguntar: quantas outras pessoas, sem uma retratação tão clara, passam pelo mesmo sofrimento?”, disse Maria. “Quantas vidas ficam marcadas por um processo que deveria proteger, e não punir, os inocentes?”

Shahzad, um pintor, publicou em sua página do Facebook, no dia 29 de junho de 2023 , uma citação de 1 Coríntios 10:18-21 sobre alimentos sacrificados a ídolos, no início do festival de quatro dias do Eid al-Adha , que envolve o abate de um animal e o compartilhamento da carne. Um morador muçulmano fez uma captura de tela da publicação, enviou para grupos locais de redes sociais e acusou Shahzad de comparar muçulmanos a pagãos e de desrespeitar a tradição abraâmica do sacrifício de animais.

Embora Shahzad não tenha feito nenhum comentário na postagem, nem mesmo inflamatório, a situação ficou tensa após as orações islâmicas de sexta-feira, quando anúncios foram feitos pelos alto-falantes da mesquita convocando as pessoas para um protesto. Temendo a violência à medida que as multidões cresciam na aldeia, a maioria das famílias cristãs fugiu de suas casas, deixando tudo para trás.

Anteriormente, Shahzad disse ao Morning Star News que o denunciante, Ladhar, supostamente membro do partido extremista islâmico Tehreek-e-Labbaik Pakistan, agora proibido, e também alegadamente ligado ao grupo terrorista Lashkar-e-Jhangvi, apresentou a queixa por rancor.

Segundo Shahzad, ele e sua família haviam obtido um valioso terreno do governo e o destinaram à construção de uma igreja. Ladhar e outros entraram com vários processos contra a destinação do terreno, mas perderam todos após uma batalha judicial de quatro anos.

Em relação à publicação nas redes sociais, Shahzad afirmou que não tinha intenção de ferir os sentimentos dos muçulmanos ao compartilhar o versículo bíblico em sua página do Facebook.

“Publiquei o versículo uma semana antes do Eid al-Adha [Festa do Sacrifício], mas não fazia ideia de que seria usado para me atacar e à minha família”, disse ele. “Na verdade, quando soube que Ladhar estava incitando os moradores contra mim, apaguei a publicação e decidi me encontrar com os anciãos da aldeia para explicar minha posição.”

O Paquistão, cuja população é composta por mais de 96% de muçulmanos, ficou em oitavo lugar na Lista Mundial da Perseguição 2025 da Portas Abertas, que classifica os países onde é mais difícil ser cristão.

Folha Gospel com informações de Christian Daily

Comissão da Câmara aprova aumento da pena pelo crime de ultraje a culto

Câmara dos Deputados (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)
Câmara dos Deputados (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que aumenta a punição pelo crime de ultraje a culto e impedimento ou perturbação de atos religiosos.

A proposta aprovada é a versão do relator, deputado Pr. Marco Feliciano (PL-SP), para o Projeto de Lei 1804/15, do ex-deputado Rogério Rosso (DF). Além do texto principal, o relator analisou outras 37 iniciativas que tramitam em conjunto.

Principais mudanças

O texto altera o Código Penal e transforma a pena atual, de detenção de um mês a um ano, em reclusão de dois a quatro anos, além de multa. Desta maneira, esse tipo de crime deixa de ser considerado de menor potencial ofensivo.

O substitutivo também prevê que, se houver emprego de violência durante o crime, a pena será aumentada em dois terços, sem prejuízo da punição correspondente à própria violência praticada.

Para o relator, as mudanças na lei são necessárias porque as penas atuais são “demasiado brandas”. Na justificativa do projeto original, Rogério Rosso disse que a intenção é proteger a crença religiosa e os objetos de culto dos cidadãos.

Manifestação religiosa

O texto altera ainda a Lei 7.716/89, que define os crimes de preconceito. A nova redação determina que não constituirá crime a manifestação de crença, sermões, pregações ou ensino religioso em eventos litúrgicos.

Essa garantia de não criminalização se aplica inclusive às transmissões pela internet ou outros meios de comunicação. Segundo o relator, a medida visa assegurar a liberdade de consciência e de crença prevista na Constituição.

O parecer do relator foi aprovado por 41 votos a 15. Um destaque da Federação Psol-Rede que retirava a mudança na Lei 7.716/89 acabou rejeitado por 44 a 14.

A proposta ainda será analisada pelo Plenário. Para virar lei, a versão final tem de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Jonathan Nemer, humorista cristão, comunica que perdeu seu bebê

Humorista cristão Jonathan Nemer (Foto: Reprodução)
Humorista cristão Jonathan Nemer (Foto: Reprodução)

O humorista cristão Jonathan Nemer comunicou, nos últimos dias, a perda de seu bebê, notícia que comoveu seguidores, amigos e membros da comunidade cristã. A informação foi compartilhada pela família por meio das redes sociais, onde pediram orações e respeito neste momento de luto e recolhimento.

”Nossa gratidão a Deus, que nos permitiu viver esse sonho ao longo desses meses… aos familiares e amigos que tem chorado conosco nos últimos dias… e aos seguidores que demonstraram carinho e se alegraram conosco desde o 1º dia. Contamos com as orações de vocês”, declarou na legenda do post.

A notícia gerou repercussão, com manifestações de solidariedade vindas de seguidores, líderes religiosos e artistas. Mensagens de apoio destacaram a importância da fé e da união da comunidade diante da dor causada por uma perda inesperada.

“Que Deus conforte vocês nesse momento. Sonhos inacabados sao uma dor imensa”, escreveu a influenciadora Fabiola Melo.
A cantora gospel Nívea Soares comentou: “Que o nosso Pai Celestial abrace vocês queridos!”.

O casal pediu que continuem em oração, especialmente para que encontrem força, consolo e serenidade para atravessar este período delicado.

Quem é Jonathan Nemer

Jonathan Nemer é humorista cristão, palestrante e evangelizador, conhecido por utilizar o humor como instrumento para transmitir valores humanos e cristãos. Integrante do grupo Desconfinados, ele alcança milhares de pessoas nas redes sociais, levando mensagens de fé, reflexão e esperança, sempre com sensibilidade e compromisso com o Evangelho.

Nos últimos anos, observa-se o crescimento de influenciadores cristãos nas plataformas digitais, que têm utilizado a comunicação online como meio eficaz para a proclamação do Evangelho. Esse movimento tem ampliado o alcance da mensagem cristã, especialmente entre os mais jovens.

Jonathan Nemer se destaca por utilizar o humor como ferramenta de evangelização, transmitindo mensagens de forma leve, acessível e reflexiva, sem perder os princípios bíblicos. Seu trabalho demonstra como a criatividade e a comunicação responsável podem contribuir para fortalecer a fé e aproximar mais pessoas da mensagem cristã.

Fonte: Comunhão

Vida religiosa se estabiliza, mas não aponta para um reavivamento entre os jovens nos EUA

Jovens adorando a Deus durante culto (Foto: Reprodução)
Jovens adorando a Deus durante culto (Foto: Reprodução)

Uma nova pesquisa do Pew Research Center sugere que a religião nos Estados Unidos entrou em um período de relativa estabilidade após décadas de declínio — mas os dados não oferecem nenhum sinal claro de um renascimento religioso em todo o país entre os jovens adultos, apesar do crescente interesse da mídia na ideia.

Os resultados mais recentes da Pew indicam que indicadores-chave da vida religiosa — incluindo afiliação religiosa, oração diária, importância da religião e frequência regular aos cultos — permaneceram praticamente estáveis ​​desde aproximadamente 2020.

A proporção de americanos que se identificam como cristãos, pertencem a outra religião ou não se identificam com nenhuma religião também permaneceu praticamente inalterada nos últimos anos.

As pesquisas do Pew Research Center realizadas desde 2020 mostram consistentemente que cerca de 70% dos adultos nos EUA afirmam pertencer a alguma religião, sem uma clara tendência de alta ou baixa nessa afiliação.

Essa estabilidade se destaca porque sucede uma longa tendência de queda, afirma o Pew Research Center. O grupo de pesquisa aponta a substituição geracional como um dos principais fatores do declínio anterior: as gerações mais velhas geralmente são mais religiosas, enquanto as gerações mais jovens tendem a ser menos religiosas.

A pesquisa também observa que, na maioria das gerações, as pessoas geralmente se tornam menos religiosas com o passar do tempo, à medida que envelhecem.

Um ponto fundamental de interesse é saber se o envolvimento religioso entre os jovens americanos está começando a mudar de direção.

Embora alguns comentaristas tenham apontado para a possibilidade de um renovado interesse pela religião entre os jovens adultos — particularmente os jovens do sexo masculino — a análise da mais recente pesquisa do Pew, juntamente com outros importantes conjuntos de dados, não encontra evidências claras de um ressurgimento generalizado ou em todo o país.

Em média, os jovens adultos continuam sendo substancialmente menos religiosos do que os americanos mais velhos, e o Pew Research Center observa que os jovens adultos de hoje também são menos religiosos do que os jovens adultos de uma década atrás.

Na Pesquisa Nacional de Opinião Pública de 2025, cerca de 59% dos adultos mais velhos relataram orar diariamente , em comparação com 30% dos adultos nascidos entre 1995 e 2002.

Da mesma forma, 43% dos americanos mais velhos relataram frequentar cultos religiosos pelo menos uma vez por mês, em comparação com 26% dos adultos jovens na mesma faixa etária.

As pesquisas não indicam uma migração em larga escala de jovens para o cristianismo, e os padrões de conversão ainda apontam para um cristianismo que perde mais fiéis do que ganha.

Segundo a Pew, existem alguns desenvolvimentos notáveis, mas, em sua opinião, eles não configuram um renascimento nacional.

Uma delas é a redução da diferença entre os gêneros entre os adultos mais jovens: homens e mulheres jovens agora apresentam níveis semelhantes de religiosidade, uma mudança em relação às décadas anteriores, quando as mulheres jovens eram tipicamente mais religiosas.

No estudo “Religious Landscape Study 2023–24”, 57% das mulheres entre 18 e 24 anos se descreveram como religiosas, em comparação com 58% dos homens.

Segundo a Pew, essa mudança é impulsionada principalmente pelo declínio da religiosidade entre as mulheres, e não pelo aumento da religiosidade entre os homens.

Os dados também sugerem que os adultos mais jovens às vezes parecem ser mais religiosos do que aqueles apenas alguns anos mais velhos.

Por exemplo, cerca de 30% dos adultos nascidos entre 2003 e 2006 relataram frequentar serviços religiosos pelo menos mensalmente, em comparação com 24% dos nascidos entre 1995 e 2002.

No entanto, a Pew alerta que isso já aconteceu antes e geralmente desaparece à medida que as gerações envelhecem e saem de casa.

O panorama das pesquisas de opinião nos Estados Unidos contrasta com os comentários recentes focados no Reino Unido, que sugerem uma direção diferente.

Na Grã-Bretanha, a narrativa de um “Renascimento Silencioso” ganhou força, apoiada por relatos de algumas congregações sobre o aumento da frequência — particularmente entre jovens e rapazes — e reforçada por anedotas do clero sobre uma frequência excepcionalmente grande em alguns cultos.

Nicky Gumbel, fundador da Alpha, afirmou que algo parece estar mudando e que a Holy Trinity Brompton recentemente registrou um número de fiéis em seus cultos muito maior do que o esperado para esta época do ano.

O bispo anglicano aposentado Michael Marshall está entre aqueles que argumentam que sinais de renovação estão surgindo , ligando a tendência à crescente desilusão com o “consumismo, o carreirismo e a tecnologia” e instando as igrejas a responderem com uma missão renovada.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Cinco cristãos condenados a penas que ultrapassam 50 anos de prisão, no Irã

Da esquerda para a direita: Nasser Navard Gol-Tapeh, Joseph e Lida Shahbazian e Aida Najaflou, são cristãos que foram condenados no Irã. (Foto: Article 18)
Da esquerda para a direita: Nasser Navard Gol-Tapeh, Joseph e Lida Shahbazian e Aida Najaflou, são cristãos que foram condenados no Irã. (Foto: Article 18)

Uma cristã convertida que recentemente fraturou a coluna após cair de um beliche na notória prisão de Evin, no Irã, foi condenada a 17 anos de prisão por acusações relacionadas à prática de sua fé, segundo grupos de direitos humanos.

Aida Najaflou foi uma das cinco cristãs iranianas condenadas a penas que, juntas, somam mais de 50 anos de prisão, em veredictos de 21 de outubro que só lhes foram comunicados no final de novembro e início de dezembro, segundo o grupo de direitos humanos Artigo 18 .

Najaflou, de 44 anos, recebeu uma sentença de 10 anos sob o Artigo 500 alterado do código penal do Irã – que inclui leis “anti-segurança” invocadas pela prática comum da fé – bem como uma pena adicional de cinco anos por “reunião e conluio” e uma sentença de dois anos por acusações de “propaganda” relacionadas a postagens em mídias sociais, informou o Article 18.

“As sentenças foram proferidas pelo notório juiz Abolqasem Salavati após uma segunda audiência em 21 de outubro na 15ª Vara do Tribunal Revolucionário de Teerã, mas só foram comunicadas verbalmente às autoridades nas últimas duas semanas”, afirmou o grupo.

Najaflou sofre de artrite reumatoide e recentemente recebeu tratamento hospitalar pela segunda vez, quando uma ferida resultante de uma cirurgia na coluna vertebral infeccionou na prisão, de acordo com o Artigo 18.

“A advogada dela publicou no X no domingo [7 de dezembro] que estava preocupada com a saúde de sua cliente a longo prazo, com receio de danos na medula espinhal caso sua condição não seja tratada adequadamente”, afirmou o grupo.

O Comitê de Mulheres do Conselho Nacional da Resistência do Irã (CNRI), um grupo de direitos humanos, informou que, de acordo com a lei iraniana sobre penas cumulativas, ela deverá cumprir a pena máxima de 10 anos.

“O estado de saúde de Aida Najaflou é crítico e ela corre o risco de ficar completamente paralisada devido a uma lesão na medula espinhal”, afirmou o NCRI. “Seu estado físico deteriorou-se drasticamente depois que ela caiu da cama e foi submetida a uma cirurgia na coluna.”

Dois dos condenados foram o pastor iraniano-armênio Joseph Shahbazian e o convertido ao cristianismo Nasser Navard Gol-Tapeh, que foram presos novamente em fevereiro, após passarem um total de seis anos na prisão por acusações relacionadas ao seu envolvimento em igrejas domésticas, de acordo com o Artigo 18.

As outras duas pessoas condenadas foram Lida, esposa de Shahbazian, e uma terceira mulher cujo nome não foi divulgado. Todos os cristãos, com exceção de Lida, receberam penas de 10 anos de prisão, de acordo com o Artigo 500 alterado, e pelo menos dois deles, incluindo Najaflou, receberam penas adicionais de cinco anos pela segunda acusação de “conspiração e conspiração”, conforme relatado no Artigo 18.

Lida foi condenada a oito anos de prisão, afirmou o grupo.

Esperava-se que os cristãos recorressem. Seus bens pessoais, incluindo Bíblias e outras publicações cristãs, foram confiscados para fins de “pesquisa” do Ministério da Inteligência, de acordo com o Artigo 18.

O julgamento deles “apresentou muitas características de falta de devido processo legal”, como detenção prolongada e exigências excessivas de fiança, disse Mansour Borji, diretor da Article18. Shahbazian, Najaflou e Gol-Tapeh ficaram detidos por sete meses antes de comparecerem ao tribunal.

Nenhuma fiança foi oficialmente estipulada no caso de Shahbazian, apesar das comunicações enganosas feitas à sua família a esse respeito, disse Borji, enquanto os valores das fianças para Najaflou e Gol-Tapeh – US$ 130.000 e quase US$ 250.000, respectivamente – estavam além de suas possibilidades de pagamento.

A primeira pena de prisão de Gol-Tapeh terminou com seu “indulto” em outubro de 2022, após quase cinco anos na prisão de Evin, enquanto Shahbazian cumpriu pouco mais de um ano de prisão após sua primeira sentença de 10 anos, antes de também ser “indultado” em setembro de 2023, de acordo com o Artigo 18.

Gol-Tapeh sofreu um AVC após iniciar uma greve de fome em protesto contra sua nova prisão, enquanto Shahbazian também já havia apresentado problemas de saúde anteriormente.

“ A acusação de junho contra os cristãos começou com uma citação do infame discurso do Líder Supremo Ali Khamenei, de outubro de 2010, no qual ele identificou a disseminação de igrejas domésticas por todo o Irã entre as ‘ameaças críticas’ que sua República Islâmica enfrentava”, disse Borji. “Na minha opinião, o discurso de ódio de Khamenei em 2010 pode, portanto, ser considerado diretamente responsável pela violência sofrida por esses e muitos outros cristãos.”

O promotor prosseguiu sugerindo que o protestantismo e o “cristianismo sionista” eram a mesma coisa, demonstrando como as agências de inteligência do Irã distorcem a realidade para garantir condenações, afirmou ele.

“Ele também pressupõe erroneamente que as organizações cristãs iranianas no exterior sejam agentes de agências de inteligência estrangeiras, sem apresentar qualquer prova”, disse Borji. “E tudo isso para justificar e racionalizar a violência judicial.”

Em relação a Shahbazian, o promotor escreveu que ele estava “orgulhoso de suas atividades criminosas”, acrescentando: “de acordo com os ensinamentos das igrejas protestantes e das Assembleias de Deus, o réu considera o propósito e a motivação de suas atividades evangelísticas como o cumprimento do mandamento e da vontade de Cristo de levar a mensagem do evangelho a todas as nações e povos do mundo”.

Gol-Tapeh, escreveu o promotor, “ciente da ilegalidade da distribuição de livros evangelísticos, começou a distribuir Bíblias e Sagradas Escrituras… Em diversas ocasiões, recebeu entregas da Bíblia em persa e as guardou em sua casa. Em sua confissão, o réu explica o motivo dessa missão da seguinte forma: ‘Essa ação faz parte da minha fé como cristão. Gostaria de aprender teologia cristã e compartilhá-la com meus entes queridos em Cristo.’”

Borji afirmou que esses exemplos demonstram como cristãos iranianos, como os cinco condenados, foram condenados sem outro motivo além de atividades cristãs comuns, incluindo compartilhar suas crenças com outras pessoas e proporcionar-lhes a oportunidade de ler a Bíblia.

“Entretanto, a República Islâmica do Irã alega proporcionar liberdade religiosa aos seus cidadãos, quando comprovadamente não existe tal liberdade de escolha”, disse ele.

O Irã ficou em nono lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2025, da organização cristã Portas Abertas, que classifica os 50 países onde é mais difícil ser cristão. O relatório observou que, apesar da perseguição, “a igreja no Irã está crescendo de forma constante”.

Folha Gospel com informações de Christian Daily e Article 18

Lula anuncia que a música gospel será reconhecida como patrimônio brasileiro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva preside reunião ministerial (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva preside reunião ministerial (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (17/12) que deve assinar, na próxima semana, um decreto para reconhecer a música gospel como patrimônio brasileiro. A declaração foi feita durante a última reunião ministerial do ano, realizada na Granja do Torto, residência oficial da Presidência da República.

Durante o encontro com ministros, Lula fez uma brincadeira ao se dirigir ao advogado-geral da União, Jorge Messias, que aguarda sabatina no Senado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Em tom descontraído, o presidente comentou: “Além de ser ministro da Suprema Corte, poderá cantar música gospel no Planalto”, em referência à fé evangélica de Messias.

O anúncio do decreto ocorre em um momento de esforços do governo federal para reduzir a resistência de setores religiosos, especialmente entre os evangélicos. Dados divulgados nesta quarta-feira pela pesquisa PoderData apontam que a desaprovação ao governo Lula entre esse público segue elevada.

Segundo o levantamento, 66% dos evangélicos desaprovam a atual gestão, enquanto apenas 29% manifestam aprovação. Entre os católicos, houve leve recuo no apoio ao presidente: a aprovação caiu de 51% em setembro para 48% em dezembro, enquanto a desaprovação subiu para 44%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 de dezembro de 2025, com 2.500 entrevistas em todo o país e margem de erro de dois pontos percentuais.

Janja intensifica diálogo com lideranças cristãs

Paralelamente ao decreto, o governo tem apostado em outras estratégias para ampliar o diálogo com o público cristão. A primeira-dama, Janja Lula da Silva, assumiu recentemente um papel mais ativo como interlocutora junto a lideranças evangélicas.

Ela tem participado de cultos e reuniões, com atenção especial às mulheres, apresentando programas sociais do governo federal. A articulação conta com o apoio da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, grupo que esteve alinhado à candidatura de Lula nas eleições de 2022.

O reconhecimento da música gospel como patrimônio brasileiro é visto por lideranças cristãs como um gesto simbólico relevante, embora ainda gere debates sobre seus desdobramentos práticos e o contexto político em que a medida é anunciada.

Países ditadores estão reprimindo os cristãos, aponta relatório

Kim Jong-un é o líder ditador da Coreia do Norte (Foto: reprodução)
Kim Jong-un é o líder ditador da Coreia do Norte (Foto: reprodução)

Os governos dos cinco países ditadores restantes no mundo estão intensificando o controle sobre as igrejas cristãs, de acordo com uma análise de uma organização de monitoramento da perseguição religiosa, que afirma que as igrejas enfrentam crescentes restrições legais, financeiras e operacionais sob os regimes da China, Cuba, Laos, Coreia do Norte e Vietnã.

Segundo uma análise do grupo International Christian Concern , com sede nos EUA, as autoridades da China exigem que as igrejas se registrem junto ao Estado e operem sob um sistema chamado sinização, que determina que os sermões e as práticas incorporem elementos culturais chineses e a ideologia do Partido Comunista.

O documento acrescenta que as igrejas na China também devem se submeter a auditorias financeiras realizadas por funcionários do governo e divulgar todas as fontes e usos de seus recursos.

Uma regulamentação de 2022, conhecida como Medidas para a Gestão Financeira de Locais de Atividades Religiosas, autoriza os departamentos de assuntos religiosos chineses a inspecionar e auditar os bens das igrejas, explica o relatório. O artigo 43 da regulamentação estabelece que os departamentos governamentais competentes podem realizar inspeções em locais de atividades religiosas, destaca o documento.

Os líderes religiosos também devem jurar lealdade ao Partido Comunista e afirmar os valores socialistas para obter ou manter a aprovação do Estado.

A análise cita um relatório de 2022 do The Evangelical Times, que afirma que as igrejas registradas junto ao governo perderam o controle sobre suas finanças e propriedades, com as decisões sobre seu uso transferidas para autoridades locais.

Em Cuba, os grupos religiosos também são legalmente obrigados a se registrar junto ao governo, embora novos registros sejam raramente concedidos, afirma a análise. Indivíduos que recebem financiamento estrangeiro para atividades relacionadas à igreja podem ser condenados a até 10 anos de prisão, de acordo com a lei cubana, segundo a análise, que cita um relatório do Departamento de Estado dos EUA.

Um relatório de 2025 da Comissão dos Estados Unidos para a Liberdade Religiosa Internacional afirmou que as autoridades cubanas negavam ou ignoravam regularmente os pedidos de registro, usando a falta de registro como justificativa para perseguir igrejas. Igrejas que não conseguiam se registrar eram sujeitas a assédio, fechamento ou processo judicial.

De acordo com a análise, as organizações religiosas no Laos também precisam se registrar junto ao governo e obter aprovação prévia para praticamente todas as suas atividades. Um relatório do Departamento de Estado dos EUA de 2023 afirmou que as igrejas devem obter permissão para cultos, reuniões, viagens do clero, construção de espaços de culto e distribuição de materiais religiosos.

O governo no Laos também tem autoridade para interromper qualquer atividade religiosa que considere ameaçadora à ordem pública ou à estabilidade nacional. Todos os textos ou materiais religiosos devem ser submetidos à aprovação antes de serem importados, e sua distribuição interna é rigorosamente controlada.

Na Coreia do Norte, as igrejas são permitidas apenas como instituições rigorosamente regulamentadas que servem à imagem do regime no exterior, afirma a análise.

Um relatório do Departamento de Estado dos EUA observou que um pequeno número de instituições religiosas oficialmente registradas existe em Pyongyang, mas opera sob rígido controle estatal e serve principalmente como vitrine para visitantes estrangeiros.

Espera-se que os cidadãos norte-coreanos denunciem qualquer pessoa flagrada praticando religião fora de locais administrados pelo Estado ou em posse de materiais cristãos. Atividades religiosas não autorizadas são punidas com severidade, incluindo prisão ou trabalhos forçados.

De acordo com a análise, o Vietnã também impõe o registro obrigatório de grupos religiosos e reserva-se o direito de intervir nas finanças e operações da igreja.

Uma lei de 2024, conhecida como Decreto 95, concede ao governo autoridade para exigir registros financeiros de instituições religiosas e suspender suas atividades sem citar violações específicas, de acordo com a Global Christian Relief.

A análise aponta que as autoridades vietnamitas detiveram indivíduos e restringiram as atividades de congregações que não cumpriram esses requisitos. A regulamentação aumenta a capacidade do Estado de monitorar as práticas religiosas e impor penalidades quando houver alegação de descumprimento.

Nesses cinco países, os marcos legais permitem que agências estatais imponham multas, penas de prisão ou ordens de fechamento a igrejas cristãs com base em infrações vagas ou definidas politicamente. Os líderes religiosos são frequentemente obrigados a declarar publicamente lealdade ao governo e podem perder o direito de funcionamento caso se recusem.

O uso da supervisão financeira como mecanismo de controle se expandiu por todos os regimes. Em muitos casos, os governos mantêm a autoridade unilateral para auditar, redirecionar ou confiscar fundos da igreja, privando-a, assim, de sua autonomia financeira. Doações estrangeiras são particularmente visadas, com leis em diversos países tratando-as como ameaças à segurança nacional.

Embora cada nação possua suas próprias estruturas legais e burocráticas, características comuns incluem a obrigatoriedade de lealdade ao partido governante, a aprovação prévia para atividades religiosas e a supervisão dos materiais e finanças da igreja. Igrejas que operam fora do sistema registrado são tratadas como ilegais e podem ser alvo de batidas policiais ou fechadas.

A justificativa oficial para essas restrições muitas vezes se baseia em alegações de salvaguarda da unidade nacional, da paz ou da ordem constitucional. No entanto, o efeito cumulativo é um estreitamento da expressão cristã permitida e a elevação da autoridade estatal sobre a prática religiosa, afirma a análise.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Arquidiocese suspende transmissões de missas do padre Júlio Lancellotti

Padre Júlio Lancellotti (Foto: Reprodução/Folha Gospel/Canva)
Padre Júlio Lancellotti (Foto: Reprodução/Folha Gospel/Canva)

A Arquidiocese de São Paulo determinou a suspensão das transmissões ao vivo das missas da Paróquia São Miguel Arcanjo, na Mooca, zona leste da capital, onde atua o padre Júlio Lancellotti. A medida também inclui a interrupção temporária das atividades do sacerdote nas redes sociais. O anúncio foi feito pelo próprio padre durante a missa do 3º Domingo do Advento, no último domingo (14).

Conhecido nacionalmente pelo trabalho junto à população em situação de rua, padre Júlio informou aos fiéis que não realizará mais as transmissões das celebrações pela internet, prática que mantinha regularmente. Após a missa, ele agradeceu às equipes envolvidas nas transmissões e fez um breve pronunciamento ao público. Em uma das falas, declarou: “Mesmo que a gente fique sem ar, vai aparecer um tubo de oxigênio”, em referência ao que definiu como o amor de Deus.

Dias após o anúncio, diante da repercussão e de boatos sobre uma possível transferência, o sacerdote divulgou uma nota para esclarecer que permanecerá à frente da paróquia. “Não procede a informação sobre a transferência da Paróquia São Miguel Arcanjo”, afirmou. Ele também reiterou que as missas presenciais seguem normalmente, todos os domingos, às 10h.

Segundo informações divulgadas por pessoas próximas ao padre, a orientação para a suspensão das transmissões e das redes sociais teria partido diretamente do arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer. O próprio padre declarou que recebeu a decisão “com resiliência e obediência”.

Em nota, a Arquidiocese de São Paulo confirmou a suspensão das transmissões e informou que a restrição às redes sociais ocorre durante um “período de recolhimento temporário”. O órgão também destacou que “eventuais questões tratadas entre arcebispo e padre dizem respeito ao âmbito interno da Igreja e são conduzidas diretamente entre eles”.

Padre Júlio Lancellotti é uma das figuras mais conhecidas da Igreja Católica no Brasil, com forte presença pública e atuação voltada à defesa e assistência de pessoas em situação de vulnerabilidade. Seu trabalho já foi alvo de críticas e ataques de setores conservadores e de políticos ligados à direita. Em 2024, chegou a ser alvo de uma tentativa de abertura de CPI na Câmara Municipal de São Paulo, iniciativa que não avançou.

Até o momento, não há prazo definido para a retomada das transmissões das missas ou das atividades do padre nas redes sociais.

Folha Gospel com informações de BBC Brasil e CNN Brasil

Renascer Praise celebra 35 anos com gravação de novo projeto musical

Renascer Praise celebra 35 anos com gravação de novo projeto musical (Foto: Reprodução/iGospel)
Renascer Praise celebra 35 anos com gravação de novo projeto musical (Foto: Reprodução/iGospel)

Milhares de pessoas lotaram a Renascer Arena, em São Paulo, nesta sexta-feira (12/12), para a gravação do 25º projeto musical do Renascer Praise. O evento marcou a celebração dos 35 anos de trajetória do grupo e foi caracterizado por momentos de intensa adoração, releituras de clássicos e a apresentação de cinco canções inéditas.

A gravação contou com uma megaestrutura de produção, incluindo orquestra, coral, grupo de dança e a participação do Praise Team e do Praise Kids, que ajudaram a resgatar músicas emblemáticas da história do ministério de louvor da Igreja Renascer em Cristo.

A abertura da noite foi conduzida com uma oração do Apóstolo Estevam Hernandes. Em seguida, a Bispa Sonia Hernandes, líder e fundadora do Renascer Praise, fez uma narração relembrando a caminhada do grupo ao longo das últimas décadas.

Participações especiais e resgate histórico

Um dos momentos de maior impacto foi a participação especial de Clóvis Pinho, que revisitou louvores marcantes de sua trajetória no grupo, acompanhado pelos solistas Elyas Vianna, Bia Novaes, Vânia Marx e Oseas Silva. A presença dos antigos integrantes reforçou o caráter comemorativo da gravação.

Logo no início do evento, a entrada do Praise Teen e do Praise Kids emocionou o público ao trazer de volta o louvor “Mil Graus”, gravado em Israel em 2013 e que atualmente soma mais de 112 milhões de visualizações no YouTube.

Canções como “Pelo Sangue” e “Livre” também integraram a noite em forma de medleys, conectando diferentes fases do Renascer Praise e levando o público a cantar em uníssono.

Mensagem, promessas e músicas inéditas

Entre as apresentações musicais, a Bispa Sonia Hernandes compartilhou reflexões espirituais e experiências pessoais que deram origem às novas composições. O louvor “Só Mais Um Pouquinho” trouxe uma mensagem voltada à perseverança e à fidelidade às promessas de Deus.

Outro momento marcante foi a execução de “Promessa”, considerada o “hino do Renascer Praise”, que uniu passado, presente e futuro do ministério em uma das canções mais emblemáticas do grupo. Também foram apresentadas as inéditas “Mais Uma Vez” e “Na Tua Presença”, estabelecendo uma ligação com projetos históricos do ministério.

Encerramento em clima de reverência

O encerramento da gravação foi marcado por um medley de clássicos como “Adoramos”, “Agnus Dei” e “Há Uma Unção”, finalizando com “Yahweh”. Em um momento de profunda reverência, todos os integrantes do Renascer Praise se ajoelharam no palco, expressando gratidão a Deus e encerrando a celebração dos 35 anos do grupo.

Fonte: Fuxico Gospel

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