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Catolicismo enfrenta grande declínio na Espanha

Crucifixo e a bandeira da Espanha (Foto: Domínio Público)
Crucifixo e a bandeira da Espanha (Foto: Domínio Público)

Apenas 55% dos espanhóis com mais de 18 anos se identificam como católicos, um número consideravelmente menor que os 90% registrados na segunda metade da década de 1970.

É o que afirma um relatório publicado pela Fundação Funcas, que analisa a secularização da sociedade na Espanha, país que durante séculos foi considerado um dos bastiões do catolicismo romano e um motor de sua expansão internacional.

Embora o declínio na proporção de católicos seja substancial em todas as faixas etárias, ele é particularmente profundo entre os mais jovens, de acordo com dados da Pesquisa Social Europeia analisados ​​pela Funcas.

Assim, em 2002, 60% da população de 18 a 29 anos se identificava como católica, enquanto em 2024 apenas 32% o faziam. Em contraste, entre aqueles com 70 anos ou mais, a identificação como católica caiu de 89% para 77% no mesmo período.

O avanço da secularização pode ser explicado em parte pela substituição geracional, mas também pelo progressivo descontentamento de muitas pessoas com o catolicismo.

Por exemplo, 83% dos nascidos entre 1943 e 1952 se identificaram como católicos em 2002, quando tinham entre 50 e 59 anos, mas em 2024, quando tinham entre 70 e 79 anos, esse número caiu para 73%. Essa tendência é ainda mais pronunciada entre as gerações mais jovens: entre 2002 e 2024, a proporção de católicos entre os nascidos entre 1973 e 1984 caiu de 60% para 42%.

A ascensão do agnosticismo e do ateísmo

O espaço perdido pelo catolicismo não está sendo preenchido por outras crenças religiosas, mas sim ocupado principalmente por aqueles que se declaram indiferentes, agnósticos ou ateus, ou seja, aqueles que não têm filiação religiosa.

Assim, a porcentagem daqueles que não se identificam com nenhuma religião subiu de 22% em 2002 para 42% em 2024, representando uma mudança substancial no cenário religioso do país.

Embora o relatório descarte o crescimento das minorias religiosas na Espanha , fica claro que, em termos percentuais, esses grupos religiosos continuam bem atrás das principais tendências identificadas.

Em 2018, 2% dos espanhóis se declararam evangélicos, em comparação com 0,2% em 1998. Estima-se que haja cerca de 1,5 milhão de pessoas na Espanha que frequentam regularmente igrejas evangélicas.

Colapso dos casamentos religiosos, menos catolicismo nas escolas

A perda de influência da religião na vida cotidiana pode ser vista em dois indicadores que refletem o papel decrescente do catolicismo na socialização das gerações futuras e sugerem que o processo de secularização ainda tem um longo caminho a percorrer: o colapso dos casamentos católicos e o declínio gradual nas matrículas em aulas de religião católica.

Em relação aos primeiros, em 2023, apenas 18% dos casamentos foram celebrados segundo o rito católico; em 1976, praticamente todos os casamentos eram religiosos e, mesmo em 2000, eles ainda representavam 76% do total.

Em relação à proporção de crianças matriculadas em aulas de religião católica na escola, no último ano letivo para o qual há dados disponíveis, 2022-2023, 56% dos alunos do ensino fundamental estavam matriculados, em comparação com 85% no primeiro ano letivo para o qual há dados disponíveis, 1998-1999.

Nas escolas públicas, a matrícula nesta disciplina caiu de 81% para 44%. O relatório da Fundação Funcas conclui que esses fatores apontam para um avanço da secularização nos próximos anos, embora “o futuro a médio prazo não seja tão óbvio” e fatores como imigração ou outras circunstâncias possam alterar as previsões.

A fundação se define como um think tank dedicado à pesquisa econômica e social e sua disseminação, promovendo a interação entre a esfera acadêmica e a economia real.

O relatório completo está disponível aqui.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Ministérios unem forças para doar quase 90 mil Bíblias em 22 idiomas para crianças em hospitais na África e na Ásia

Crianças em hospitais recebem Bíblias na África e na Ásia (Foto: Cortesia da CURE International)
Crianças em hospitais recebem Bíblias na África e na Ásia (Foto: Cortesia da CURE International)

Mais de 87.000 Bíblias em 22 idiomas serão distribuídas para oferecer a esperança de Jesus às famílias que recebem cuidados cirúrgicos em uma rede global de hospitais infantis, graças a uma nova parceria entre dois importantes ministérios cristãos internacionais.

A CURE International fez uma parceria com a Biblica, um ministério que garante que pessoas sem Bíblia no mundo todo recebam as Escrituras em um idioma que elas entendam, para distribuir as Boas Novas às famílias em seus oito hospitais na África e nas Filipinas, que oferecem atendimento cirúrgico gratuito para crianças.

Os hospitais pediátricos oferecem atendimento cirúrgico gratuito para crianças com deficiências como espinha bífida, hidrocefalia e outras condições tratáveis. Desde sua fundação em 1996, a CURE International realizou mais de 330.000 cirurgias e alcançou 2,1 milhões de pessoas com o Evangelho.

“Uma das coisas em que nossos fundadores realmente se concentraram foi nesse equilíbrio entre fornecer atendimento médico de classe mundial para crianças e também atendimento ministerial de classe mundial”, disse Justin Narducci, presidente e CEO da CURE International, ao CP.

Os fundadores, disse ele, basearam a missão da organização em Lucas 9:2 , em que Jesus incumbiu seus discípulos de compartilhar a palavra de Deus e curar os doentes. Narducci acrescentou que Jesus não apenas curava as pessoas fisicamente, mas também lhes oferecia a oportunidade de um despertar espiritual.

“Temos 60 cirurgiões em nossa rede realizando cirurgias todos os dias, e parte do que eles fazem é cirurgia de alta qualidade para deficiências muito complexas”, afirmou Narducci. “E isso faz parte do nosso testemunho do Evangelho: um atendimento médico realmente bom para crianças que elas não conseguiriam em outro lugar.”

A parceria entre a CURE International e a Biblica, fundada em 1809, estava em andamento há anos, disse Narducci, mas as duas organizações só precisavam resolver a logística primeiro.

Os dois ministérios dividirão o custo igualmente entre os doadores da Biblica e os doadores da CURE International.

O custo de envio, distribuição e outras despesas adicionais resultantes da parceria foi de cerca de US$ 500.000, de acordo com Narducci, fundos que a CURE International conseguiu levantar por meio de seus doadores.

“A colaboração com o Reino está no cerne de tudo o que fazemos”, disse Geof Morin, presidente e CEO da Biblica, em um comunicado fornecido ao CP. “Para entregar Bíblias transformadoras a quem precisa, dependemos de parceiros estratégicos que servem como as mãos e os pés de Jesus na linha de frente da missão evangélica.”

“É por isso que estamos tão entusiasmados com esta nova parceria ministerial com a CURE International”, continuou ele. “Eles estão oferecendo um cuidado compassivo e centrado em Cristo a crianças e suas famílias que precisam desesperadamente experimentar o amor curador de Deus. Oramos para que este novo suprimento de Bíblias para crianças e adultos leve o conforto e o amor de Jesus a milhares de pessoas em seus momentos de necessidade.”

De acordo com Earnest Kioko, diretor ministerial da CURE International, que supervisiona a operação dos hospitais da organização, 75% da população atendida pela organização sem fins lucrativos tem uma Bíblia em sua língua materna devido à parceria com a Biblica.

Um dos objetivos da CURE International envolve algo que Kioko descreveu como “ministério espiritual intencional”, que consiste em ajudar crianças a se converterem a Cristo enquanto recebem tratamento em um dos hospitais da organização. Após a alta hospitalar, o ministério garante que elas tenham concluído um estudo bíblico e estejam conectadas a uma rede de apoio, geralmente um pastor da comunidade local.

“[Os pacientes] voltam para casa com uma ferramenta que pode ajudá-los em sua nova jornada de fé”, disse Kioko ao CP. “E, portanto, de todas as coisas que podemos dar aos nossos pacientes como um presente, mas também como uma ferramenta espiritual para o seu crescimento, está a Bíblia.”

Um dos desafios que o ministério enfrenta ao tratar pacientes com deficiência, especialmente em algumas partes da África, é que muitos na comunidade dos pacientes acreditam que eles são amaldiçoados.

Algumas mães vão ao hospital com amuletos de proteção para seus filhos, explicou Kioko, porque acham que seus filhos foram enfeitiçados.

“E esses são cenários que enfrentei muitas vezes, em que agora você tem que lutar entre a mãe que acredita: ‘Tenho que continuar protegendo meu filho’, e então aqui estamos nós dizendo: ‘Por favor, confiem no Deus a quem servimos'”, disse Kioko.

Na maioria dos casos, Kioko disse que quando os pais removem os amuletos e veem que seu filho ainda está saudável e vivo, uma mudança é perceptível.

“Então, agora, a realidade se apresenta: há mais poder do que eu costumava acreditar”, disse Kioko sobre a percepção dos pais. “E acho que essa é uma maneira pela qual, ao combinar os esforços médicos e ministeriais da CURE, você confronta muitas crenças que, no fim das contas, parecem não se sustentar.”

Folha Gospel com artigo original publicado em The Christian Post

Novos convertidos podem ser expulsos no Laos

Cristãos são perseguidos no Laos
Cristãos são perseguidos no Laos

Lany*, uma viúva do Laos, que vivia com seu filho e sua cunhada, conheceu a Jesus por meio da cura. Ela passava por momentos difíceis após a morte do marido e ficou muito doente. Lany foi a diversos hospitais e gastou muito dinheiro procurando cura, mas nada funcionou.

Foi então que ela conheceu um líder cristão que lhe apresentou o evangelho. Após aceitar Jesus, Lany teve sua saúde restaurada gradualmente. Em agosto de 2024, as autoridades locais descobriram sobre sua nova fé e foram até sua casa para questioná-la. Ela confirmou sua conversão e testemunhou sobre a cura.

Três semanas depois, os anciãos da vila a convocaram para uma reunião. Eles apresentaram um documento a ela e exigiram sua assinatura. “Se você não assinar e renunciar à fé em Jesus, a expulsaremos da comunidade”, disseram os líderes.

Lany permaneceu firme, dizendo: “Não vou assinar. Jesus me curou”. A resposta enfureceu os líderes, que retaliaram. Lany foi proibida de colher arroz, excluída dos programas de auxílio social e não pode mais receber nenhum documento. Apesar dos obstáculos, Lany permanece firme na fé.

Boua: rejeitado pela família por seguir a Cristo

Assim como Lany, Boua* também entregou a vida a Jesus após testemunhar uma cura milagrosa. Pouco tempo depois, a esposa e os dois filhos também conheceram o evangelho, mas seus pais, que são animistas, se irritaram com a conversão.

Os pais de Boua ordenaram que ele voltasse ao animismo, mas Boua recusou e permaneceu firme. Um mês depois, sua mãe ficou doente e seus parentes procuraram um xamã, que culpou Boua pela doença. “A mãe está sofrendo porque o filho acredita em Jesus. Se ele renunciar, ela se recuperará”, disse o xamã.

Desse dia em diante, os parentes começaram a perseguir a família de Boua. Devido às ameaças, ele decidiu se mudar de casa em uma tentativa de aliviar a tensão, mas continua morando na mesma vila. Um parceiro local da Portas Abertas o visita frequentemente e pede por orações pela situação de Boua.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Dia da Música Gospel é celebrado pela primeira vez no Brasil

Gabriela Rocha, Fernandinho e Aline Barros (Foto: Montagem/Folha Gospel)
Gabriela Rocha, Fernandinho e Aline Barros (Foto: Montagem/Folha Gospel)

Nesta segunda-feira, 9 de junho, é celebrado, pela primeira vez no Brasil, o Dia da Música Gospel. A data foi instituída pela Lei nº 14.998/24, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em outubro do ano passado. 

A proposta, originada no Projeto de Lei 3.090/23, de autoria do deputado federal Raimundo Santos (PSD-PA), busca valorizar o gênero e reconhecer sua importância cultural, espiritual e econômica para o país. 

Segundo Raimundo, que também é cantor e sanfoneiro gospel, a criação da data contribui para destacar a relevância do louvor na cultura e na religiosidade de milhões de brasileiros, sendo um  “vetor de conforto mental, psicológico e espiritual”.

A escolha da data foi pensada para homenagear a missionária sueca Frida Maria Strandberg Vingren (1891-1940), uma das principais figuras na história do evangelismo no Brasil. Atuando em Belém (PA), no início do século passado, ela foi enfermeira, tradutora e poetisa, e criou mais de 20 hinos da Harpa Cristã, como o “Bem Aventurança do Crente”. Frida foi casada com Gunnar Vingren (1879-1933), co-fundador da igreja evangélica Assembleia de Deus no Brasil.

O reconhecimento oficial vem em um momento de expansão do gênero no país. Segundo dados publicados na revista da Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus), a música gospel representa 20% do mercado fonográfico brasileiro. 

Somente nos últimos cinco anos, o crescimento dos streams de música gospel no Spotify foi de 240%, sendo que 70% desse volume se concentrou em 2023, conforme destaca  publicação da Abramus nas redes sociais.

Além do ambiente digital, a presença da música gospel tem se expandido para espaços públicos e eventos de grande porte. Um exemplo foi o Réveillon de Copacabana, no Rio de Janeiro, onde pela primeira vez um palco foi dedicado exclusivamente ao gênero. Nomes como Midian Lima, Fernanda Brum, Mattos Nascimento, e Thalles Roberto se apresentaram no Palco Leme, contando também com a presença do pastor Cláudio Duarte.

No entanto, esse avanço não se limita às plataformas de streaming e eventos. As igrejas evangélicas, que historicamente são palco da música gospel, têm investido em estruturas modernas, que incluem iluminação cênica, projeto acústico de qualidade, ambientes instagramáveis e até mesmo paredes pretas.

Essas características se tornaram comuns, especialmente em templos voltados para o público jovem. Igrejas como Lagoinha, Reino Church e Bola de Neve são referências nesse modelo, com propostas visuais que se assemelham a casas de shows, teatros e estúdios de gravação.

De acordo com informções da Liberty Engenharia, uma das principais demandas é a instalação de forro para igreja, que não só controla a reverberação do som, mas também contribui para a climatização e o conforto visual dos ambientes. Esse tipo de intervenção permite que a palavra falada, assim como as músicas, chegue de forma clara a todos os presentes, sem distorções.

Manifestação que vai além das igrejas

De acordo com a pesquisa Cultura nas Capitais, da JLeiva Cultura & Esporte, o gênero gospel é preferência de 25% dos cariocas, ficando atrás apenas da MPB e do pagode. Entre os dez vídeos de música mais assistidos no YouTube Brasil em 2024, dois eram de artistas gospel: Kailane Frauches, com “Passa lá em casa Jesus”, e Isadora Pompeo, com “Bênçãos que não têm fim”.

Em entrevista à imprensa, o professor de sociologia e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB), Paulo Gracino de Souza Junior, explica que a música gospel é importante não só para o segmento evangélico. 

Ele explica que atletas e artistas compartilham músicas gospel mesmo sem uma ligação direta com a crença pessoal, e que esse gênero já conquistou espaço em diversos ambientes. “Você entra no supermercado, na periferia do Rio de Janeiro, e escuta música gospel tocando no rádio”, destaca o professor.

O especialista ressalta que as igrejas funcionam como espaço de discussão de problemas pessoais e da comunidade, especialmente em locais com menos opções de lazer, além de funcionarem como uma escola de música, onde muitos aprendem a trocar instrumentos.

Folha Gospel com informações de Experta Media

Cristão fala sobre a situação da igreja na Coreia do Norte

Bandeira da Coreia do Norte (Foto: Portas Abertas)
Bandeira da Coreia do Norte (Foto: Portas Abertas)

Coreia do Norte segue sendo um dos países que mais persegue os cristãos, ocupando o primeiro lugar na Lista Mundial da Perseguição 2025. São diversas as dificuldades que os cristãos norte-coreanos enfrentam para fazer coisas que muitos de nós consideramos simples, como frequentar a igreja, cantar louvores ou falar publicamente sobre Jesus. 

Mesmo com esses obstáculos, o evangelho continua dando frutos. Nossos parceiros na região receberam uma carta de um cristão norte-coreano agradecendo pelas orações e pelo suporte. Leia trechos abaixo.

Nós agradecemos ao Senhor por continuamente nos mostrar amor e graça, não nos abandonando por causa dos nossos pecados, mas nos abençoando como seus filhos. Agradecemos profundamente pelos materiais e pelos recursos que vocês nos enviam. Sua ajuda nos faz louvar ao Senhor com muita alegria e nos motiva a viver para Cristo.”

Na carta, ele também descreve como o governo da Coreia do Norte exige lealdade total à família Kim:

Há muita propaganda aqui. O governo está particularmente irritado com os balões contendo livros e outros materiais “ilegais” enviados por sul-coreanos. Os discursos do governo nos incentivam a lutar contra o que eles chamam de “forças hostis”.

Sobreviver aqui seria quase impossível sem a ajuda de vocês. Pedimos que o Senhor abençoe todos os nossos irmãos e irmãs do mundo inteiro. Que vocês sempre se lembrem de orar e nos apoiar. Agradecemos a cada um de vocês.

Fortaleça cristãos norte-coreanos

Sua ajuda é muito importante para que nossos irmãos continuem enfrentando a perseguição e sendo sal e luz onde vivem. Contribua e seja resposta de oração!

Fonte: Portas Abertas

Aline Barros lança álbum completo “Aline Retrô”, uma viagem sonora a grandes clássicos do gospel

Aline Barros lança álbum completo "Aline Retrô" (Foto: Divulgação)
Aline Barros lança álbum completo "Aline Retrô" (Foto: Divulgação)

Após impactar o público com os singles “Ele é Exaltado” e “Pra Sempre”, a cantora Aline Barros apresenta o aguardado álbum completo “Aline Retrô”, um projeto que celebra a força, a beleza e a eternidade de grandes clássicos da música gospel.

Com produção musical de Johnny Essi e direção audiovisual de Mess Santos, o projeto resgata hinos atemporais que marcaram gerações, agora interpretados por Aline. A proposta vai além da nostalgia: “Aline Retrô” oferece versões inéditas que unem excelência técnica, arranjos elaborados, e profunda reverência espiritual, conectando diferentes públicos à essência da adoração cristã. O álbum reúne 10 faixas icônicas da música cristã, interpretadas em português, mantendo a fidelidade às mensagens e versões originais. 

A canção escolhida para puxar o lançamento do álbum é “Nosso Deus”, versão de Our God, originalmente gravada por Chris Tomlin. A interpretação de Aline Barros se destaca por sua sonoridade, com forte presença de sintetizadores e influências eletrônicas dos anos 90.

A letra da música exalta o poder, a grandeza e a soberania de Deus, também declarando a fé e confiança. “Nosso Deus” é mais do que uma canção, é um grito de fé que fortalece, consola e inspira. A nova versão mantém a intensidade espiritual da original, ao mesmo tempo que apresenta elementos musicais inovadores, que fazem dela uma experiência tanto devocional quanto artística.

“Aline Retrô” é uma homenagem a canções que marcaram a história do louvor contemporâneo. O projeto reforça o compromisso de Aline Barros com a essência da adoração, resgatando músicas que tocaram milhões de vidas e continuam sendo relevantes.

Mais que uma releitura sonora, o álbum é uma ponte entre gerações, uma oportunidade para os mais jovens conhecerem esses hinos, e para os mais experientes reviverem momentos marcantes da caminhada cristã.

Sobre Aline Barros

Com uma carreira sólida e inspiradora, Aline Barros é um dos maiores nomes da música gospel no Brasil. São mais de 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify, mais de 1 bilhão de visualizações no YouTube, além de oito prêmios Grammy Latino. Sua missão segue firme: anunciar o Evangelho através da música com excelência, unção e verdade.

Faixas:

  1. Nosso Deus Poderoso É (Awesome God)
  2. Pra Sempre (Forever)
  3. Ele é Exaltado (He Is Exalted)
  4. Oh Quão Lindo Esse Nome É (What a Beautiful Name)
  5. Hosana (Hosanna)
  6. Eu Também (110 bilhões) (So Will I – 100 Billion X)
  7. Nosso Deus (Our God)
  8. Quão Grande é o Meu Deus (How Great Is Our God)
  9. Não Mais Escravos (No Longer Slaves)
  10. Suave Espírito (Sweet, Sweet Spirit)

Novo romance cristão mostra a importância de encontrar um recomeço em Deus

Livro Memórias em papel timbrado (Foto: Reprodução)
Livro Memórias em papel timbrado (Foto: Reprodução)

E se cartas escritas para um amor distante se tornassem a principal herança de uma vida? Na ficção cristã “Memórias em papel timbrado“, a autora best-seller Pat Müller apresenta a trajetória de Paula, uma jovem que leva memórias difíceis na bagagem ao deixar a capital paulistana para viver no interior de Santa Catarina. Decidida a recomeçar, ela passa a escrever cartas destinadas a um futuro marido como forma de desabafo — os textos guardam registros de metas, angústias, orações, dúvidas e decisões que moldaram a própria vivência.

Após se instalar na fazenda aconchegante herdada pela avó, a protagonista também precisa enfrentar a solidão e a saudade. É nesse cenário que a moça reencontra e conhece novas pessoas importantes para a reconstrução pessoal: a melhor amiga, Maria, que a ajuda a resgatar a fé; e Júlio, o vizinho ranzinza e gentil com quem desenvolve uma relação baseada em escuta e respeito mútuo. O romance entre Paula e Julio segue a dinâmica slow burn e grumpy x sunshine, que oferece ao leitor uma jornada afetiva de amizade, companheirismo e amor construída ao longo dos anos.

— A fé é justamente acreditar que Deus tem poder para transformar o impossível em possível. […] — Não se resume a um estilo de vida. Essa é uma forma muito simplista de definir quem eu sou em Cristo. — Maria fixou os olhos em um ponto do outro lado da mesa. — É muito mais, é uma decisão diária, constante… e vai além de mim, da minha vontade.
(Memórias em papel timbrado, p. 86)

Já as cartas, nunca enviadas ao destinatário, tornam-se um espaço seguro de amadurecimento, no qual Paula elabora as próprias dores, traumas e o carinho por Deus. Com uma narrativa epistolar, bem-humorada e nostálgica, alternando entre passado e presente, as mensagens escritas da personagem chegam depois às mãos de sua futura filha, Marcela. São esses relatos sinceros e emocionantes, eternizados nos papéis guardados em uma antiga caixa, que ajudam a menina a compreender melhor a mãe.

Memórias em papel timbrado, lançado pela Editora Mundo Cristão, é um convite à reflexão sobre as incertezas da vida, a escolha de acreditar no amor em tempos difíceis e o valor das relações simples no fortalecimento da esperança. Com delicadeza, Pat Müller mostra que encerrar ciclos exige coragem — e que recomeçar, com amor-próprio e confiança em Deus, também é uma forma de viver pela fé.

Pat Müller nasceu em 1991, no interior de Santa Catarina. É mestre em Ciências Ambientais e pós-graduada em Escrita Criativa. Conheceu Jesus em 2012, por meio de um vendedor de roupas ambulante. Atualmente, serve no ministério de multimídia da sua igreja e escreve romances que expressam no papel um pouco do Amor que encontrou. Pela Mundo Cristão, publicou As estrelas sempre brilham acima das nuvens escurasInstagram@travessadodevaneio 

Ficha Técnica: 
Título: Memórias em papel timbrado 
Autora: Pat Müller 
Editora: Mundo Cristão  
Onde encontrarAmazon (clique aqui para comprar)

Folha Gospel com informações de LC Agência de Comunicação

“Arruinados pelo amor de Deus”: novo livro do pastor Yago Martins

Pastor e teólogo Yago Martins. (Foto: Divulgação)
Pastor e teólogo Yago Martins. (Foto: Divulgação)

Em “Arruinados pelo amor de Deus“, Yago Martins convida o leitor a encarar a vida a partir das ruínas — as próprias e as do mundo — à luz do amor de Deus. Inspirado pelos livros de Jonas e Naum e pela escultura do Torso de Mileto no Louvre, o autor mescla teologia, arte e experiência pessoal para mostrar que é impossível escapar do olhar divino.

Com linguagem provocativa e pastoral, o autor traça um paralelo entre as antigas profecias sobre a decadente cidade de Nínive e as crises contemporâneas, revelando que Deus ainda se importa, chama e restaura. “Ninguém foge de Deus — nem mesmo o profeta”, afirma o autor, que propõe um retorno à missão, ao arrependimento e à transformação.

Tentar fugir de Deus é como tentar fugir da própria pele, do próprio corpo. É como tentar fugir do oxigênio, da pressão sanguínea. Não se trata dos olhos maduros de uma estátua de mármore decepada, mas dos olhos daquele que criou todas as coisas com o poder da voz. (Arruinados pelo amor de Deus, p. 13)

Este é um livro para quem ama a Bíblia e não teme ser desafiado por ela. Yago, que comanda o canal no YouTube: Dois Dedos de Teologia, provoca reflexões profundas sobre a graça, o juízo e a presença divina que envolve mesmo quando se tenta fugir. Arruinados pelo amor de Deus, lançamento da Editora Mundo Cristão, é um confronto com o sagrado, um apelo à coragem espiritual em um mundo marcado por cinismo, ruínas e indiferença.

Yago Martins é pastor, escritor e comunicador. Mestre em Teologia Sistemática e pós-graduado em Neurociência, é autor de mais de vinte livros e um dos principais divulgadores de teologia nas redes sociais brasileiras. À frente do canal Dois Dedos de Teologia, é conhecido por sua capacidade de unir profundidade bíblica e linguagem contemporânea. Atua como pastor da Igreja Batista Maanaim, em Fortaleza, e é presidente da Missão GAP. Casado com Isa, é pai de Catarina e Bernardo. Instagram: @doisdedosdeteologia YouTube: www.youtube.com/@doisdedosdeteologia

Ficha técnica:
Título
: Arruinados pelo amor de Deus
Subtítulo: o que Jonas e Naum nos ensinam sobre juízo, graça e reparação
Autor: Yago Martins
Editora: Mundo Cristão
Onde encontrar: Amazon (compre aqui)

Folha Gospel com informações de LC Agência de Comunicações

Evangélicos batem recorde no Brasil e número de católicos é o menor já registrado, revela IBGE

Culto evangélico (Imagem: Canva Pro)
Culto evangélico (Imagem: Canva Pro)

A proporção de brasileiros que se declaram católicos caiu e chegou ao menor nível já registrado desde 1872 segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base em dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (6).

Apesar da queda, o catolicismo segue sendo a maior religião no país, seguida da evangélica.

As informações são do portal G1.

Segundo o instituto, 56,7% da população brasileira afirmou ser católica em 2022, o menor percentual desde as primeiras pesquisas sobre religião realizadas no país, há 153 anos. Em 1872, quando o primeiro levantamento do tipo foi feito no país, os católicos representavam 99,7% da população.

Desde então, a religião católica vem diminuindo. A maior queda ocorreu entre 2000 e 2010, quando a proporção de católicos no país recuou 9 pontos percentuais, de 74,1% para 65,1%. Na última década, o ritmo foi um pouco mais lento: 8,4 pontos, de 65,1% para 56,7%.

População evangélica cresce e chega a 1 em cada 4 no país

Já o número de evangélicos no Brasil atingiu o maior número registrado e cresceu 5,2 pontos percentuais entre 2010 e 2022, passando de 21,6% para 26,9% da população. O crescimento desse grupo também foi mais devagar: na década anterior, entre os Censos de 2000 e 2010, o avanço havia sido de 6,5 pontos percentuais — ou seja, 1,3 ponto a mais do que no período mais recente.

Entre os católicos, 45,9% são brancos e 44% pardos, enquanto a maioria dos evangélicos é parda (49,1%). No espiritismo, predominam pessoas brancas (63,8%), seguidas por pardas (26,3%). Já entre os adeptos da umbanda e do candomblé, os maiores percentuais também são de brancos (42,9%) e pardos (33,2%). Nas tradições indígenas, 74,5% se declaram indígenas. Por fim, entre os que não seguem nenhuma religião, a maioria é parda (45,1%).

No Censo 2010, o IBGE detalhou as religiões dentro de cada grupo. Entre os evangélicos, por exemplo, informou quantos eram da Assembleia de Deus, Batistas ou Metodistas. No Censo de 2022, o instituto informou que ainda não é possível precisar se trará este novo detalhamento dos dados em futuras divulgações.

Espiritismo recua, e religiões afro-brasileiras triplicam

Além dos católicos, também caiu a parcela daqueles que seguem o espiritismo no país: de 2,2% em 2010 para 1,8% em 2022. Em contrapartida, a parcela de seguidores da umbanda e do candomblé triplicou no mesmo período, de 0,3% para 1%.

Já a parcela de brasileiros que se declararam sem religião também aumentou, de 8% para 9,3%, uma alta de 1,4 ponto percentual em 12 anos.

Outros segmentos religiosos também cresceram. Seguidores de tradições indígenas passaram a ser 0,1% (antes, a proporção era menor que 0,1%), e praticantes de outras religiões subiram de 2,7% para 4%. Aqueles que não sabem ou não declararam cresceu de 0,1% para 0,2%.

No Chuí (RS), Pedro Osório (RS) e Atalaia do Norte (AM), a maioria da população se declara sem religião. Já em Palmelo (GO), a religião espírita é a mais presente.

O levantamento apontou que:

Nas regiões:

  • Os católicos são maioria em todas as regiões do país, com maior concentração no Nordeste (63,9%), seguido pela Região Sul (62,4%).
  • Os evangélicos têm maior presença no Norte (36,8%) e no Centro-Oeste (31,4%).
  • A maior concentração de espíritas está na Região Sudeste, onde representam 2,7% da população.
  • Umbandistas e candomblecistas estão mais presentes no Sul (1,6%) e no Sudeste (1,4%).
  • Já os que se declararam sem religião são mais representativos na Região Sudeste (10,5%).

Nos municípios:

  • Católicos são maioria da população em 4.881 dos 5.570 municípios do país e formam o principal grupo religioso em 5.322 cidades.
  • Eles representam mais de 95% da população em 20 municípios — 14 deles localizados no Rio Grande do Sul. As maiores proporções foram registradas em cidades com forte influência da imigração italiana e/ou polonesa, como Montauri (RS), Centenário (RS), União da Serra (RS) e Vespasiano Corrêa (RS).
  • Em 244 municípios, os evangélicos são o maior grupo religioso, e em 58 dessas cidades eles representam mais da metade da população com 10 anos ou mais.
  • As maiores proporções de evangélicos estão em cidades com colonização alemã ou pomerana, como Arroio do Padre (RS), Arabutã (SC) e Santa Maria de Jetibá (ES).

Por sexo

  • Homens: São maioria entre os sem religião (56,2%) e nas tradições indígenas (50,9%).
  • Mulheres: Predominam nos demais grupos religiosos, com destaque para o espiritismo, onde 60,6% dos praticantes são mulheres.

Por cor/ raça:

  • Entre os católicos, 45,9% são brancos e 44%, pardos;
  • Entre os evangélicos, a maioria é parda (49,1%);
  • Entre os espíritas, 63,8% eram pessoas brancas e 26,3% eram pardos;
  • Entre os umbandistas e candomblecistas, os maiores percentuais são brancos (42,9%) e pardos (33,2%);
  • Entre a população de tradições indígenas, 74,5% são indígenas;
  • A maioria entre os sem religião é parda (45,1%).

MAPA: Qual é a religião mais popular da sua cidade?

O portal G1 preparou um mapa que mostra as porcentagens de cada religião nas cidades do Brasil. Clique aqui.

Fonte: G1

Igreja histórica é pichada com mensagens antissemitas em Atenas

Igreja ortodoxa histórica foi alvo de vandalismo com pichações antissemitas e anti-Israel em Atenas, capital da Grécia (Foto: X/Dr. Maalouf)
Igreja ortodoxa histórica foi alvo de vandalismo com pichações antissemitas e anti-Israel em Atenas, capital da Grécia (Foto: X/Dr. Maalouf)

Uma igreja ortodoxa histórica foi alvo de vandalismo com pichações antissemitas e anti-Israel em Atenas, capital da Grécia, na semana passada. O caso, registrado em 25 de maio, gerou indignação entre fiéis e líderes religiosos da cidade.

De acordo com as autoridades locais, os vândalos picharam frases ofensivas nas paredes externas do templo, como “Palestina livre!”, “Sionistas não são bem-vindos” e “Todos os soldados da IDF são assassinos de guerra”. As mensagens também continham apoio explícito ao grupo terrorista Hamas.

O episódio provocou reações de repúdio por parte de líderes comunitários e moradores da cidade, majoritariamente cristã ortodoxa, que classificaram o ato como expressão de intolerância religiosa. A polícia iniciou uma investigação e reforçou a segurança em locais de culto da capital. Uma operação de limpeza foi iniciada para restaurar o templo.

O ataque em Atenas se soma a outros episódios recentes de vandalismo contra locais ligados à comunidade judaica na Europa. No sábado (31), o Memorial do Holocausto, duas sinagogas e um restaurante kosher foram pichados com tinta verde em Paris, na França, às vésperas do feriado judaico de Shavuot. O governo francês respondeu com aumento da segurança em instituições judaicas.

Desde o ataque terrorista do Hamas a Israel, em 7 de outubro de 2023, episódios de violência e discursos antissemitas têm se multiplicado globalmente. Dados da Organização Sionista Mundial e da Agência Judaica para Israel indicam que, em 2024, os incidentes antissemitas aumentaram 340% em relação ao ano anterior.

Fonte: Comunhão com informações de Greek City Times

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