O pastor Silas Malafaia utilizou suas redes sociais nesta terça-feira (14) para criticar o que chamou de prática antiética de algumas denominações religiosas que estariam oferecendo salários superiores para atrair profissionais já formados e atuantes em outros ministérios. Malafaia acusou essas igrejas de “comprar” seus obreiros e de buscarem crescimento financeiro às custas de outras instituições.
Sem nomear as igrejas em questão, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo relatou que a estratégia envolve a oferta de remuneração dobrada para atrair “gente de mídia, operadores de áudio e outros ministérios”. Para o pastor, essa forma de expansão “não tem solidez” e demonstra “mau-caratismo”. Ele prometeu a divulgação de novos vídeos sobre o tema.
A crítica de Malafaia surge em um contexto onde a ADVEC, igreja liderada por ele, foi alvo de relatos sobre atrasos salariais de funcionários e colaboradores entre 2023 e 2026. Em 2025, a igreja foi autuada pelo Ministério do Trabalho por falhas no recolhimento do FGTS de 423 funcionários. Na época, Malafaia admitiu um atraso de um mês, mencionou o pagamento de multa e afirmou que os processos foram arquivados.
No vídeo abaixo, divulgado nesta terça-feira, o pastor não abordou diretamente as denúncias trabalhistas envolvendo a ADVEC nem as ocorrências relacionadas ao FGTS, focando exclusivamente na acusação de práticas de contratação consideradas desleais por parte de outras denominações.






