ANUNCIAR A BOA NOVA NO MUNDO é algo que faço por Jesus, que ordenou que assim fosse; pelo mundo, que necessita saber da Boa Nova como paz e reconciliação real com Deus; e, por mim mesmo, pois, quanto mais anuncio e me comprometo com o anúncio, mais homem do Evangelho eu me torno em meu ser.

Assim, ai de mim se não pregar o Evangelho; pois, sabendo o que sei… como viveria em paz se não o dissesse?

“Bem-aventurado aquele servo a quem o seu Senhor, quando voltar, o achar fazendo assim!”

Assim, o mundo é beneficiado, mas o grande ajudado é sempre aquele que ajuda: “Bem-aventurado aquele servo”… que fizer como o seu Senhor mandar.

Sim! Seja multiplicando o seu talento, seja tratando bem os irmãos e a todo próximo, seja vigiando como virgens prudentes, seja anunciando o Evangelho enquanto se o vive.

Aliás, uma coisa não é prerrogativa para que se fique isento do compromisso com todas!

Não sou chamado para saber por que prego. De fato, quem quer que pregue e não saiba por que em seu intimo, não deveria pregar a ninguém.

Na realidade você também fica sabendo quem entendeu o Evangelho [e nele de fato creu], pelo modo como essa pessoa também se posiciona em relação à importância essencial do anuncio do Evangelho no mundo.

“Não fazemos bem. Se ficarmos calados e nos beneficiando sozinhos desse tesouro de alimentos, sem que o contemos ao povo, seremos tidos por culpados. Levantemo-nos e contemos ao povo. Hoje é dia de Boas Novas!” — disseram os quatro leprosos que acharam tesouros e comidas no acampamento do inimigo, que partira fugindo de medos provocados por Deus; enquanto todo o povo experimentava a fome, sem saber que o inimigo já estava exposto ao desprezo pela ação libertadora de Deus.

Os Quatro Leprosos de Samaria continuam a ser muito mais conscientes do que quase todos os crentes no Evangelho que eu conheço.

O negócio não é falar sobre o Evangelho com outros papagaios de Evangelho.

Conversa de crente com crente e que se estabelece como um papo crônico sobre o Evangelho, é como Chat de papagaios, repetindo uns para os outros o clássico “dá o pé louro” ou o famoso “cata piolho”.

Portanto, os crentes ficam tentando convencer outros crentes acerca de como se deve “dar o pé”, e, também, sobre como é que se “cata piolho” nos outros empiolhados.

“Dar o pé” é equivalente a freqüentar a “igreja”; e o “cata piolho” é a tarefa “evangelística” como treino e conferencia sobre o assunto.

Mas essa é uma discussão de “gaiola”. Papagaio solto não brinca de falar…

Pense nisso!

Nele, que nos ordenou amar vivendo e viver amando, pois, assim, a Palavra se torna Vida,

Caio