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Cid Moreira deixa parte de sua herança para organização cristã

Jornalista Cid Moreira (Foto: César Abreu/Divulgação)
Jornalista Cid Moreira (Foto: César Abreu/Divulgação)

Durante entrevista ao programa Encontro com Patrícia Poeta, na última sexta-feira (4), a viúva de Cid Moreira, Fátima Sampaio, declarou que seu esposo deixou parte da herança destinada para uma organização social cristã ligada à Igreja Adventista do Sétimo Dia.

– Ele quer doar para uma instituição chamada ADRA (Agência Humanitária da Igreja Adventista do Sétimo Dia), que cuida de crianças abandonadas e com problemas familiares, como forma de devolver o carinho que recebeu quando gravou o projeto da Bíblia – revelou Fátima.

Outra revelação feita pela viúva do ex-apresentador do Jornal Nacional é que Cid Moreira deixou um contrato assinado com uma empresa de inteligência artificial que irá usar sua voz para narrar a Bíblia Sagrada em várias línguas.

Cid Moreira faleceu na última quinta-feira (3) aos 97 anos, em Petrópolis (RJ), onde estava internado para tratamento de uma pneumonia.

– Passei os últimos dias aqui com ele [no hospital], não tinha outro lugar que eu poderia estar. Ele dizia estar cansado, não contei para ninguém para garantir sua privacidade e confortá-lo. Mas ele estava lúcido até o fim – disse a viúva.

O narrador da Bíblia deixou um patrimônio estimado em R$ 60 milhões, mas deserdou seus dois filhos, Rodrigo e Roger Moreira, em testamento público. Os dois filhos de Cid Moreira passaram os últimos anos movendo processos contra ele e sua esposa.

Fonte: Pleno.News

Cristãos são obrigados a cultuar em segredo no sul da Ásia

Cristãos durante culto na Índia ((Foto representativa: Portas Abertas)
Cristãos durante culto na Índia ((Foto representativa: Portas Abertas)

Os cristãos do sul da Ásia sendo obrigados a cultuar em segredo devido a ameaças, ataques e pressão da família e da comunidade.

Isso acontece em países como Índia, Laos e Nepal, que apresentam níveis de perseguição extremo e severo, segundo a pesquisa da Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2024. A LMP é uma classificação anual que mostra os países onde é mais difícil seguir a Cristo.

Na Índia, quando uma igreja é atacada, muitas vezes, cristãos são agredidos. Isso resulta em cristãos mentalmente traumatizados e com medo de manter sua fé. Muitas vezes, não podem mais se reunir para orar e ter comunhão. Além disso, são ameaçados com violência e acusados falsamente de conversão religiosa forçada caso orem ou se reúnam para qualquer atividade cristã. É difícil para pastores se reunirem com cristãos, pois os líderes são monitorados.

Quando igrejas são fechadas, pastores que dependem de ofertas como fonte de renda perdem seu sustento. Assim, se torna difícil para o pastor e sua família sobreviverem e precisam achar novas formas de ganhar dinheiro, o que pode ser difícil caso a comunidade se volte contra eles. Além disso, o pastor e sua família ficam com medo de novos ataques. No Nepal, recém-convertidos e membros de igrejas protestantes enfrentam pressão de família, amigos, comunidade e autoridades locais. De tempos em tempos, grupos radicais hindus se aproveitam da instabilidade política do país para atacar cristãos e ficarem praticamente impunes. Há relatos de igrejas atacadas, agressões físicas a cristãos e prisões arbitrárias. Alguns cristãos também precisaram fugir de casa e dos vilarejos por causa das ameaças.

Ameaça real

No Laos, cristãos foram expulsos de suas comunidades, suas casas foram destruídas e suportaram muitas dificuldades por seguir a Jesus. A nível local, autoridades comunistas monitoram intensamente atividades religiosas em algumas partes do país. Nessas áreas, líderes de igrejas relatam casos de autoridades locais fecharem igrejas domésticas. Encontros cristãos devem ocorrer sem chamar atenção; tecnicamente, eles são ilegais.

Mesmo entre igrejas registradas, as ameaças são reais. Elas são monitoradas e estima-se que 75% de todas as igrejas evangélicas registradas no Laos devem cultuar em casas, o que as autoridades consideram ilegal. Isso acontece porque muitas igrejas domésticas não registradas se reúnem sob a autorização de uma igreja registrada nacionalmente. Mas, oficialmente, reuniões de adoração são permitidas apenas em prédios religiosos aprovados.

Convertidos do budismo ou animismo ao cristianismo carregam vulnerabilidades adicionais. Como eles são vistos como traidores de suas comunidades e como pessoas que iraram os espíritos, podem enfrentar pressão e violência da família e de autoridades locais. A família de um convertido pode ser vista como incômodo na comunidade local, que muitas vezes expulsa convertidos de suas casas e vilas.

Fonte: Portas Abertas

Líderes cristãos são vistos como ameaça pelo governo da Nicarágua

Bandeira da Nicarágua (Foto: canva)
Bandeira da Nicarágua (Foto: canva)

Maria* era uma apoiadora do partido revolucionário na Nicarágua. Durante mais de 20 anos, a cristã apoiou o movimento político do atual presidente da Nicarágua, Daniel Ortega. Mas agora que o governo mostrou suas verdadeiras intenções para a igreja, ela mudou de posição.

“A minha família e eu apoiamos a revolução sandinista desde 1987 por causa de toda a desigualdade econômica, opressão e falta de liberdade política que víamos. Por isso, ajudamos os guerrilheiros que lutaram na revolução com comida e um lugar para dormir”, explica María.

A Revolução Sandinista foi o processo entre 1979 e 1990, quando a Frente Sandinista de Libertação Nacional pôs fim ao governo de Somoza, uma ditadura familiar que estava no poder há mais de 40 anos na Nicarágua. Em 1990, a revolução alcançou a sua maior vitória com a eleição de Daniel Ortega para a presidência do país com promessas de um futuro melhor para a população, livre da corrupção, do totalitarismo e da desigualdade.

Desafios ao ministério

María já conhecia a Jesus no período, mas foi depois de 15 anos que recebeu um chamado e viu os desafios impostos pelo novo governo. Em 2020, com o apoio do marido, ela fundou uma pequena igreja onde começaram a pregar o evangelho e a servir a comunidade.

No primeiro ano do ministério, o governo de Ortega convidou María e outros líderes cristãos de várias partes do país para encontros pastorais patrocinados pelo regime. Mas ela descobriu que os seus ideais já não eram os mesmos que os do governo.

“Para mim, foi um grande choque saber que o governo queria mudar a Palavra de Deus e as mensagens evangelísticas a favor da agenda política. Não gostei porque era como a ditadura que existia antes, então decidi afastar-me da política e dedicar-me ao ministério”, conta Maria.

Rapidamente María descobriu que deixar de participar das reuniões do governo teve repercussões significativas no seu ministério. “Uma vez fui abordada por membros do governo que me disseram que se eu continuasse a opor-me ao sistema sandinista não dariam o estatuto legal da minha igreja e prenderiam os meus filhos e as pessoas que se reúnem na igreja”, explica.

Repressão crescente

Embora ninguém tenha sido preso, o governo cumpriu a sua promessa de negar o estatuto legal da igreja durante anos. Quando as igrejas não têm certificado, ficam vulneráveis a intervenções, ao confisco de bens ou mesmo ao fechamento. Isso é resultado da perseguição à igreja na Nicarágua tem aumentado nos últimos anos, especialmente para aqueles que criticaram o regime.

Por exemplo, em maio de 2024, o governo revogou o estatuto legal de 15 associações que funcionavam como organizações sem fins lucrativos. Seis delas eram organizações religiosas. Além disso, de 2022 a 2023, a Portas Abertas identificou 242 casos de perseguição no país.

Pastores e padres foram detidos, acusados e expulsos do país. Em alguns casos, os líderes religiosos foram acusados arbitrariamente de crimes como incitamento à violência ou conspiração. Houve também casos de líderes religiosos que foram forçados ao exílio para evitar represálias.

No final de 2022, María foi convidada a participar em ações de formação de aconselhamento jurídico e financeiro desenvolvidas pela Portas Abertas. Durante o treinamento, ela aprendeu a obter o certificado da igreja. Para ela, participar do treinamento foi um alívio porque a encorajou a continuar o ministério mesmo em meio da perseguição.

“Graças à Portas Abertas, em 2023 obtive o registro da igreja e pude continuar a pregar a palavra de Deus. Esse ano, eles negaram mais uma vez o certificado, mas mesmo sem ele, continuaremos o ministério. Que Deus nos abençoe”, conclui Maria.

Fonte: Portas Abertas

Novas tecnologias de monitoramento ameaçam cristãos na Coreia do Norte

Bandeira da Coreia do Norte (Foto: Portas Abertas)
Bandeira da Coreia do Norte (Foto: Portas Abertas)

Muitas pessoas sabem que a Coreia do Norte tem um dos maiores exércitos do mundo, mas sabia que a nação também investe grande parte do seu orçamento em agências de segurança e na polícia?

Nos últimos anos, Kim Jong-un alargou as prisões e campos de trabalho forçado, fortificou ainda mais a fronteira com a China e enviou muitos espiões para lá. De acordo com uma fonte anônima que falou com a agência de notícias DailyNK, o líder norte-coreano também expandiu o Ministério da Segurança do Estado.

Após a diretiva do ditador da Coreia do Norte para a ampliação, o gabinete de contraespionagem internacional duplicou de tamanho, e a equipe de contraespionagem nacional aumentou em 50%. Para enfrentar as crescentes ameaças à rede de comunicações do país, foi criado um novo departamento de gestão da segurança das transmissões.

Cristãos ainda mais cercados

Esses esforços se baseiam na construção de um edifício de alta tecnologia que poderá custar cerca de 100 milhões de dólares. Esse contexto deixa o povo norte-coreano cada vez mais insatisfeito com o regime, e a estratégia busca distrai-los de influências internacionais, principalmente sul-coreanas com músicas K-pop e doramas.

Para sobreviverem, os norte-coreanos dependem muitas vezes do contrabando ou de outras atividades consideradas ilegais pelo governo. Com novas leis, tecnologias aprimoradas e mais poder humano, o regime tem buscado cada vez mais controlar a população.

Tal tendência aumenta os riscos para os cristãos na Coreia do Norte. O país atualmente é o mais perigoso para cristãos da Lista Mundial da Perseguição 2024. Um maior controle das atividades diárias significa que eles precisam ser ainda mais cuidadosos quando leem a Bíblia, oram ou cantam louvores em sussuros.

Para cristãos fora da Coreia do Norte, é difícil imaginar como é a vida dos nossos irmãos na fé no país fechado ao evangelho. Eles contam com suas orações para que resistam às novas medidas de segurança com fé em Cristo e para que a igreja continue a crescer na Coreia do Norte.

Fonte: Portas Abertas

Maioria dos evangélicos não se sente preparada para compartilhar o Evangelho, revela pesquisa

Jovem lendo a Bíblia para os amigos (Ilustração)
Jovem lendo a Bíblia para os amigos (Ilustração)

Embora a esmagadora maioria dos evangélicos acredite que tem o dever de compartilhar os ensinamentos da Bíblia, a maioria não se sente preparada para fazê-lo, de acordo com uma nova pesquisa.

O Instituto de Fé e Cultura divulgou na terça-feira os resultados de sua Pesquisa sobre Engajamento Cultural Cristão de 2024 (acesse aqui em inglês), conduzida em colaboração com a Lifeway Research.

Quando perguntados se os cristãos têm a responsabilidade de “compartilhar verdades da Palavra de Deus com pessoas que têm visões diferentes”, 92% concordaram, enquanto apenas 6% discordaram e 2% estavam inseguros. No entanto, apenas 35% dos evangélicos se consideraram “prontos para a maioria das oportunidades de compartilhar o que a Bíblia diz sobre questões culturais e polêmicas”.

Outros 18% disseram que estavam “prontos para qualquer oportunidade de compartilhar o que a Bíblia diz”, enquanto 32% sustentaram que estavam “prontos apenas para discutir algumas verdades” que conheciam bem. Nove por cento não achavam que estavam prontos para “a maioria das oportunidades de compartilhar o que a Bíblia diz”, enquanto 5% acreditavam que “não estavam prontos para compartilhar o que a Bíblia diz de forma alguma”.

Mesmo que muitos evangélicos permaneçam hesitantes em compartilhar os ensinamentos da Bíblia em alguns casos, 40% dos entrevistados “concordaram um pouco” que “sua igreja os prepara para ter conversas com pessoas cujas visões diferem da Bíblia”, e 38% “concordaram fortemente” que sua igreja os equipa para tais encontros. Apenas 10% “discordaram um pouco” que sua igreja os prepara adequadamente para falar com aqueles que têm uma visão de mundo diferente, e 3% “discordaram fortemente”.

No entanto, apenas 37% dos entrevistados “concordaram um pouco” que sua igreja “intencionalmente cria ambientes para discutir diferenças entre os valores da nossa cultura e os da Bíblia”, enquanto outros 22% “concordaram fortemente”. Parcelas significativas dos entrevistados “discordaram um pouco” (17%) ou “discordaram fortemente” (9%) dessa afirmação.

“Há diferenças notáveis ​​no grande número de evangélicos que se sentem responsáveis ​​por compartilhar as visões da Bíblia do que o número que está pronto para fazê-lo”, disse Scott McConnell, CEO da Lifeway Research. “As igrejas buscam ajudar os evangélicos a ter conversas com pessoas cujas visões diferem da Bíblia, mas menos igrejas discutem a Bíblia e os valores da cultura lado a lado.”

Quando perguntados se achavam que Deus “não se importava com a forma como votavam”, 12% disseram que “concordavam fortemente” com essa análise, enquanto outros 12% relataram que “concordavam um pouco” com ela. Quarenta e quatro por cento “discordaram fortemente”.

“Embora poucos evangélicos duvidem que Deus se importe com a forma como eles se envolvem com o mundo ao redor deles, mais de 1 em 5 não acha que isso se aplica à votação”, observou McConnell. “Essa discrepância pode levar a decisões diferentes entre essa minoria de evangélicos.”

Apenas uma pluralidade dos entrevistados (38%) reconheceu que às vezes “buscam oportunidades para promover a perspectiva da Bíblia sobre tópicos sabendo que eles não são populares”. Outros 20% admitiram buscar tais oportunidades “frequentemente”, enquanto 10% disseram que o fazem “sempre”. Vinte e dois por cento dos entrevistados “raramente” buscam trazer à tona posições bíblicas sobre assuntos se eles são impopulares, enquanto 7% nunca o fazem.

Da mesma forma, uma pluralidade (45%) dos entrevistados disse aos pesquisadores que às vezes “compartilham uma visão biblicamente informada quando alguém diz algo que não é bíblico”. Outros 23% “frequentemente” fornecem uma resposta bíblica a comentários não bíblicos de outros, enquanto 9% “sempre” o fazem, e 16% dos evangélicos disseram que “raramente” o fazem e 6% “nunca” o fazem.

Quarenta e sete por cento dos entrevistados “concordam um pouco” que “querem falar quando conversam com alguém que diz algo que não está de acordo com as Escrituras”, seguidos por 28% que “concordam fortemente” que possuem tal desejo, 14% que “discordam um pouco” e 6% que “discordam fortemente”.

Em contraste, 50% dos evangélicos indicaram que “concordam fortemente” que queriam “promover a verdade bíblica entre pessoas que conhecem”, enquanto outros 39% “concordam um pouco” que tinham tal desejo. Apenas 5% “discordam um pouco” que buscavam compartilhar os ensinamentos da Bíblia com pessoas que conhecem, enquanto apenas 3% “discordam fortemente”.

“Promover a verdade bíblica parece ser muito mais fácil para os evangélicos quando eles estão entre pessoas que concordam com eles”, disse McConnell. “Muito menos dizem que raramente dão uma resposta bíblica em cenários onde a posição da Bíblia não é popular.”

Os dados do relatório são baseados em respostas coletadas de 1.000 evangélicos entre 18 de julho e 2 de agosto. A pesquisa teve uma margem de erro de +/-3,3 pontos percentuais.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Ministério Público pede condenação do pastor Lucinho após dizer que beijou a boca da filha

Pastor Lucinho Barreto (Foto: Reprodução/YouTube prlucinho)
Pastor Lucinho Barreto (Foto: Reprodução/YouTube prlucinho)

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) pediu a condenação do pastor Lúcio Barreto Júnior, conhecido como Lucinho, por incitação à violência de gênero. Ele é reverendo na Igreja Batista da Lagoinha e, durante uma conferência voltada para homens, em abril deste ano, afirmou ter beijado sua filha nos lábios. Se condenado, o MPMG pede também o pagamento de uma indenização por danos morais e uma retratação pública.

O vídeo do culto em que Lucinho fez a declaração foi publicado nas redes sociais no dia 15 de abril deste ano. Ele pregava, ao lado de seu filho, Davi Barreto, a passagem de Gênesis 22 e, em determinado momento, falou sobre a criação dos filhos. No trecho que foi divulgado no YouTube, o pastor declarou:

“Eu peguei minha filha um dia, dei beijo nela, falei que amava ela, ela passava e eu falava ‘nossa, que mulherão, ai se eu te pego!’ Aí ela falava assim, ‘credo, pai! Você já é da mamãe!’ Aí, dava beijo nela, um dia ela distraiu, eu dei um beijo na boca dela. Ela fez assim ‘que isso, pai!? E eu falei ‘quando eu encontrar seu namorado, eu vou falar assim: você é o segundo, eu já beijei’”.

Na época, essa fala viralizou nas redes sociais e recebeu muitas críticas. Pastor Lucinho publicou um vídeo em sua defesa no seu perfil no Instagram, no qual afirmou que a declaração dada na ocasião foi retirada de contexto e que o beijo dado na filha foi inocente, com a intenção de elevar a autoestima dela. “A única coisa que eu quis dizer é que nós, pais, temos que amar, que cuidar, e beijar e abraçar os nossos filhos e dizer o quanto eles são maravilhosos”, afirmou no vídeo, que teve quase 140 mil curtidas.

O vídeo recebeu muitos comentários, de críticas, mas também de apoio. Entre os apoiadores, estava o pastor Josué Gonçalves, que escreveu: “Você é um cristão de caráter íntegro. A sua vida fala mais alto do que a sua voz! Tamujunto irmão !”. O pastor André Valadão também comentou: “Deus te abençoe irmão. Tenha paz.” Ambos foram criticados por terem falado em defesa de Lucinho.

Família

A filha de Lucinho, Emily Barreto, também se manifestou em suas redes sociais. No Instagram, no dia 2 de maio, ela repetiu a fala do pai, de que o trecho da pregação foi retirado de contexto, e que ela nunca havia sido abusada por ele. “Ele sempre me ajudou, sempre me colocou lá em cima, falando que eu era linda, para eu não me importar com comentários negativos na escola. […] no máximo selinho de pai e mãe, ali, quando a gente é criança”, afirmou Emily Barreto.

Por sua vez, a esposa dele, Patrícia Barreto, publicou em sua rede social que ela e o marido já trabalham com jovens há 30 anos e sempre se posicionaram contra situações de abuso sexual. “Ele está sendo acusado de algo que sempre lutamos para combater. Por isso vim aqui em público falar o quanto meu marido é um homem íntegro, bom, de caráter e um pai maravilhoso para os meus filhos. Os frutos falam por si”, publicou a mulher de Lucinho.

Denúncia

Após a publicação do vídeo com o trecho da pregação, Sara Azevedo, que é candidata a vereadora pelo PSOL, em Belo Horizonte, registrou uma denúncia no Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), no dia 3 de maio. Agora, o órgão pede a condenação do pastor Lucinho e da Igreja Batista da Lagoinha, sujeitando ambos ao pagamento de indenização no valor de R$ 300 mil, destinada a um fundo público em defesa da igualdade de gênero.

Na Ação, o MPMG também solicita uma retratação pública, que deverá ser realizada na mesma igreja onde ocorreu o fato, sendo que o tempo e o público deverão ser os mesmos do culto em que a declaração foi feita. O Ministério Público pede, ainda, que a igreja publique o vídeo da retratação, ficando disponível por, no mínimo, um ano.

Fonte: Comunhão

150 cristãos expulsos no México voltam para casa após 5 meses

Cristãos sofrem perseguição no México (Foto: Portas Abertas)
Cristãos sofrem perseguição no México (Foto: Portas Abertas)

Mais de 150 cristãos protestantes que foram expulsos há cinco meses, retornaram para suas casas no estado de Hidalgo, no México, após uma resolução promovida por autoridades estaduais e municipais.

Segundo a organização Christian Solidarity Worldwide (CSW), sediada no Reino Unido, o acordo foi estabelecido entre a comunidade deslocada e as autoridades locais de Rancho Nuevo e Coamila, no município de Huejutla de Reyes.

O retorno dos cristãos, que inclui mais de 70 crianças e bebês, representa a conclusão de um conflito prolongado que envolveu sérias violações da liberdade religiosa.

No dia 26 de abril, o conflito se agravou quando líderes da aldeia, majoritariamente católicos romanos, interromperam o fornecimento de eletricidade, vandalizaram uma igreja e obstruíram o acesso às residências da minoria protestante.

Durante o deslocamento, o grupo enfrentou condições adversas, inicialmente vivendo em um prédio municipal e, posteriormente, em um complexo esportivo. Contaram com o apoio de igrejas locais para alimentação e utilizaram água do rio para higiene, o que resultou em doenças e infecções generalizadas.

Conforme o The Christian Post, o recém-eleito governo municipal tomou medidas para resolver a crise, com o Secretário de Estado de Hidalgo, Guillermo Olivares Reyna, e a Diretora de Assuntos Religiosos, Margarita Cabrera Román, desempenhando papéis cruciais na mediação do acordo.

O acordo

De acordo com os termos do acordo, o fornecimento de eletricidade e água foi restabelecido nas casas afetadas, e a comunidade protestante se comprometeu a retomar as contribuições para os fundos comunitários, que estavam suspensas desde 2015.

Além disso, o governo concordou em encerrar a investigação criminal contra os responsáveis pelo deslocamento, permitindo que as vítimas avaliassem suas propriedades e acessassem, se necessário, programas de assistência estatal.

Pablo Vargas, diretor nacional da instituição que faz parte da CSW “Impulso18”, elogiou a resolução:

“Ficamos satisfeitos em saber das notícias do acordo alcançado na semana passada que permitiu o retorno de mais de 30 famílias de minorias religiosas para Coamila e Rancho Nuevo, e reconhecemos os esforços do estado e dos novos governos municipais para chegar a uma solução que defenda a liberdade religiosa ou crença para todos”.

A chefe de advocacia da CSW, Anna Lee Stangl, disse: “O acordo intermediado pelos governos estaduais de Hidalgo e municipais de Huejutla, e acordado pelas autoridades de Coamila e Rancho Nuevo e pela comunidade de minorias religiosas deslocadas, serve como um exemplo do que pode ser alcançado em termos de proteção da liberdade religiosa ou crença e manutenção da lei mexicana, quando há vontade política e um investimento de tempo e outros recursos por parte do governo”.

A intolerância religiosa nessas comunidades é moldada pela Lei de Usos e Costumes, que permite que as comunidades indígenas se governem de formas que, por vezes, entram em conflito com os padrões nacionais e internacionais de direitos humanos.

Intolerância religiosa

Apesar da Constituição mexicana assegurar a liberdade religiosa, sua aplicação tem sido fraca, resultando em conflitos religiosos recorrentes em áreas como Rancho Nuevo e Coamila.

Historicamente, autoridades locais têm pressionado a minoria protestante a participar de eventos e práticas católicas romanas, resultando em significativas violações dos direitos humanos.

A perseguição a cristãos no México também tem aumentado em meio à violência dos cartéis de drogas. Segundo a missão Portas Abertas, os incidentes de perseguição se tornaram mais frequentes, e o país subiu na classificação da Lista Mundial da Perseguição.

David Curry, presidente e CEO da Portas Abertas nos EUA, afirmou que católicos tradicionalistas frequentemente perseguem cristãos mexicanos.

Essa perseguição se assemelha à “violência de clã”, semelhante a pequenos grupos rurais praticando religiões populares antigas ao redor do mundo.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Autor de ‘Café com Deus Pai’ fala sobre sucesso da obra: “As pessoas têm sede de Deus”

Junior Rostirola. (Foto: Reprodução/Instagram/Junior Rostirola)
Junior Rostirola. (Foto: Reprodução/Instagram/Junior Rostirola)

Após o sucesso do livro devocional “Café com Deus Pai”, o autor e pastor Junior Rostirola afirmou que a grande repercussão por trás de seu best-seller revela a “sede que as pessoas têm de Deus”.

Em uma entrevista recente à coluna Claudia Meireles, do portal de notícias Metrópoles, Junior compartilhou detalhes de como conquistou o posto de autor de uma das obras literárias mais vendidas do Brasil, em 2023 e 2024, com 5 milhões de cópias comercializadas.

“Jamais imaginei que tomaria tamanha repercussão e alcance. Em meio ao imenso mar do mercado editorial, onde diversos autores consagrados fazem um maremoto de sucesso, contra todas as expectativas, o Café com Deus Pai é um verdadeiro milagre, que não pode ser mensurado por fatores humanos”, disse Junior.

“Quando começou a esgotar as tiragens, eu esperava que o público leitor seria somente os membros da minha igreja, mas sem saber explicar, a procura pelo livro foi se multiplicando cada vez mais, e eu não consigo encontrar outro motivo, se não Deus”, acrescentou.

Nos anos 1990, igrejas brasileiras incentivaram a leitura de devocionais para fomentar uma rotina espiritual. Devido ao crescimento do número de evangélicos no Brasil, o interesse por essas leituras aumentou, levando as editoras a se adaptarem a essa demanda.

No entanto, para Junior, a procura pelo “Café com Deus Pai” é mais do que uma “febre”:

“Revela uma sede que as pessoas têm de estarem próximas de Deus, ouvindo o que Ele tem para lhes falar, como se, de fato, estivesse frente a frente com o Pai desfrutando de um tempo de qualidade com Ele, encontrando em Deus a resposta para todos os seus dilemas, e, também, recebendo estratégias e energia para enfrentá-los”.

‘Encontro com Deus’

“Café com Deus Pai” é um projeto que nasceu durante os momentos pessoais de devocional de Junior.

“É um livro atemporal, ou seja, pode ser lido em qualquer ano. Imagine ter a chance de parar por alguns instantes e desfrutar de um agradável momento com alguém que tenha a resposta para todas as nossas preocupações”, afirma a descrição do livro.

Os devocionais “Café com Deus Pai”. (Foto: Reprodução/Instagram/Junior Rostirola)

E continua: “Ao longo de devocionais diários, lhe convidamos para um encontro com Deus que, além de ensinar uma nova forma de apreciar uma xícara de café, mostrará como a vida também pode ser saboreada. Sim, o Pai deseja tomar café com você. E o sabor desse grão será incomparável a tudo o que já provou”.

Segundo Junior, a ideia de produzir o conteúdo surgiu diante de desafios que ele enfrentou na infância e em parte da adolescência.

“Em minha casa, nunca pudemos desfrutar de momentos de paz e harmonia ao redor da mesa”, contou ele.

“Então, Deus colocou esse projeto em meu coração, para ressignificar esses momentos, mostrando que, independente do cenário caótico ao nosso redor, Ele tem um momento especial para compartilhar conosco, e naquela pequena pausa para um café, Ele pode falar ao nosso coração”, acrescentou.

Novos projetos

Além de Café com Deus Pai — que também conta com uma versão infantil — o pastor escreveu “Encontrei um Pai”, que conta seu testemunho de superação após as rejeições da infância e adolescência.

Questionado sobre novos livros, ele disse: “Existem muitos projetos plantados por Deus em meu coração, no qual tenho cuidadosamente cultivado. Alguns já estão em desenvolvimento, e outros sei que não está no momento certo, mas de fato, existem muito mais obras a serem lançadas”.

Na entrevista, ele contou que a versão de 2025 de “Café com Deus Pai” já está disponível, com novas mensagens e reflexões, para cada dia do ano.

“A cada ano, são 365 mensagens totalmente novas, seguindo a célebre máxima de Karl Barth de que a palavra de Deus é tão atual quanto o jornal de amanhã”, destacou Junior.

‘Multiplicadores do Evangelho’

Pastor sênior da Igreja Reviver em Itajaí, Santa Catarina, Junior também comanda um podcast com mensagens diárias.

“Eu creio que o podcast ampliou ainda mais o alcance, principalmente daquela pessoa que, por conta de uma rotina tão exaustiva e frenética, precisa correr contra o tempo, possibilitando que o devocional do dia possa ser ouvido enquanto dirige ou pega o ônibus para o trabalho, por exemplo”, relatou ele.

Ainda refletindo sobre o ambiente digital, o pastor afirmou que as redes sociais, se usadas com sabedoria, podem ser valiosas ferramentas de propagação da Palavra de Deus:

“Nesse contexto, entendo que os usuários das redes que têm o hábito de postarem suas rotinas diárias lendo devocionais estão sendo eficazes multiplicadores da boa nova do Evangelho, podendo alcançar pessoas que jamais alcançaríamos sem o seu testemunho diário”.

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Fonte: Guia-me

Pastor e padre acusados de homotransfobia podem pegar até 5 anos de prisão

Pastor pregando (foto: reprodução)
Pastor pregando (foto: reprodução)

As postagens de um pastor em rede social e a declaração de um padre durante a missa podem custar a liberdade desses líderes religiosos. O reverendo Jackson Jackes Junges, do Rio Grande do Sul, e o clérigo Antônio Carlos, da Diocese de Nova Friburgo (RJ), foram denunciados. Eles estão sendo acusados pelo Ministério Público de homotransfobia, um tipo penal equiparado ao crime de racismo, conforme foi instituído pela Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão nº 26 (ADO 26), do Supremo Tribunal Federal.

O pastor costumava realizar postagens em sua rede social em favor da família tradicional e da masculinidade bíblica, transmitindo a mensagem de que a homossexualidade é pecado, sob a ótica da fé cristã. Três de suas publicações foram consideradas discriminatórias. Em uma delas, Jackson postou uma figura com o desenho de uma família, formada por homem, mulher e dois filhos embaixo de um guarda-chuva, protegendo-a de uma “chuva” de cores, que fazem referência às da bandeira LGBTQI+. Essa ação do líder religioso foi classificada pelo Ministério Público do Rio Grande Sul como uma conduta homofóbica ou transfóbica e, por isso, ele pode pegar de dois a cinco anos de prisão, caso seja considerado culpado.

Já o padre declarou, durante a missa realizada na Capela do Colégio Nossa Senhora das Dores, em Nova Friburgo (RJ), em abril do ano passado, que “o demônio entrava na casa das pessoas de diversas formas para destruir as famílias, sendo uma delas representada pela união de pessoas do mesmo sexo, homem com homem, mulher com mulher”. O Ministério Público do Rio de Janeiro entendeu que se tratava de homotransfobia e, além da acusação criminal, também entrou com uma Ação Civil contra o clérigo, com a justificativa que o padre incitou o ódio em seu discurso. Esta ação prevê que Antônio Carlos deverá pagar uma indenização no valor de R$ 50 mil por danos morais coletivos à comunidade LGBTQI+ caso seja condenado. Assim como o pastor, caso seja condenado na ação penal, ele pode pegar de dois a cinco anos de prisão.

Liberdade religiosa

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR), Thiago Rafael Vieira, tanto o pastor quanto o padre agiram em prol da liberdade religiosa, um direito que é garantido pela Constituição. Segundo o jurista, as duas acusações beiram a ilegalidade e podem ser consideradas inconstitucionais. “Elas defendem exatamente a supressão dos direitos fundamentais a expressão religiosa, ensino, pregação e culto”, declarou.

O advogado, que atua na defesa de Junges, afirmou que existe uma diferença entre discurso religioso e homofóbico. Desse modo, os réus apenas utilizaram de sua liberdade religiosa e em momento algum teriam lançado mão de um discurso de ódio.

“O discurso religioso homofóbico é aquele que defende objetivamente a violência contra o grupo LGBTQI+ ou defende a supressão de seus direitos fundamentais ou escravização em razão dessa condição. Nenhum discurso religioso baseado em ética sexual cristã e pecado tem qualquer relação com discurso de ódio, pois não se enquadra em defesa de violência ou de supressão de direitos fundamentais”, explicou Vieira.

O jurista informou que a defesa do pastor protocolou uma Reclamação Constitucional contra o ato de recebimento da denúncia criminal e instauração do processo pelo juiz da 7ª Vara Criminal de Porto Alegre. Isto porque entende que essa ação viola a autoridade do STF da ADO 26, que, ao estabelecer o crime de homotransfobia, traz como exceção os casos em que é empregada a liberdade religiosa, a pregação e o ensino. “Essa Reclamação Constitucional está no STF sob o nº 71.627 e qualquer entidade pode entrar no processo na qualidade de amicus curiae para apoiar a liberdade religiosa no Brasil”, salientou Vieira.

Andamento

Os dois processos criminais estão em fases iniciais. O caso do pastor Jackson Jackes Junges já foi recebido pelo juízo e está em instrução processual, que é o momento em que são produzidas as provas. De acordo com a defesa de Antônio Carlos, uma contestação está sendo preparada para ser apresentada contra a Ação Civil Pública, enquando, na ação penal, a denúncia ainda não foi recebida pelo juiz.

Fonte: Comunhão

Cid Moreira, o mais conhecido locutor da Bíblia em áudio, morre aos 97 anos

Jornalista Cid Moreira (Foto: César Abreu/Divulgação)
Jornalista Cid Moreira (Foto: César Abreu/Divulgação)

O jornalista e apresentador Cid Moreira morreu na manhã de quinta-feira (3), aos 97 anos. Um dos rostos – e vozes – mais conhecidos da televisão brasileira também se destacou na narração das Escrituras em áudio. Ele estava internado no Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. A causa da morte foi falência múltipla de órgãos após quadro de pneumonia

O jornalista enfrentava problemas nos rins, e já fazia diálise com frequência, segundo Fátima Sampaio, viúva de Cid Moreira. Em entrevista nesta manhã ao programa Encontro, de Patrícia Poeta, na TV Globo, ela contou sobre os últimos dias com o marido: “Mudamos para perto do hospital quando ele começou a fazer a diálise. Não contei para ninguém para ter o direito como ser humano de privacidade”.

Fátima explicou também que Cid Moreira pediu para que seu corpo fosse enterrado em Taubaté (SP), onde nasceu. “Ele quer ficar perto da primeira esposa e do filho que se foi. Ele ama Petrópolis, então vamos fazer uma despedida em Petrópolis, e outra no Rio”, disse. Além da esposa, o jornalista deixa dois filhos: Roger e Rodrigo.

Cid Moreira sempre foi um destaque na narração, tendo passado pela rádio Mayrink Veiga e pela TV Excelsior. Em 1969, ele alcançou um dos marcos mais importantes de sua carreira ao se tornar apresentador-âncora do Jornal Nacional, da Rede Globo, cargo que ocupou até 1996.

Com sua voz inconfundível, Cid também se destacou na locução da Bíblia em áudio. Mais tarde, ele lançou um canal no YouTube com uma proposta semelhante, dedicando-se a ler passagens bíblicas.

Cid aceitou realmente a Jesus aos 72 anos, quando ele teve sua maior experiência com Deus. “Já estava me preparando para dormir. Saudável, com conforto material, desejado pela mulheres de todo canto do país. Enfim, famoso! Tudo que alguém pode desejar. E… Me sentindo completamente só e vazio”, afirmou ele, em postagem no Instagram de 2019.

O jornalista compartilhou em sua rede social que sentiu uma dor intensa que dominou seu corpo. “Comecei a chorar e a clamar a Deus. Chorava tanto que tremia! Buscava um sentido para a vida e sentia uma profunda solidão.”

Após reconhecer sua necessidade de Deus, Cid se ajoelhou e orou no tapete do escritório. “Pedi a Ele uma companheira e disse que, se ainda houvesse tempo, gostaria de fazer algo em Sua honra. Acabei adormecendo”, relatou, acrescentando que duas semanas depois conheceu Fátima, sua esposa até o fim da vida.

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Em uma entrevista exclusiva ao site cristão Guiame em 2016, Moreira contou como surgiu sua paixão por anunciar o Evangelho através de narrações da Bíblia. 

“Isso começou há uns 25 anos, quando eu dei uma entrevista a um jornal no Rio de Janeiro, dizendo que gostava de gravar mensagens cristãs. Esse jornal foi publicado no suplemento do domingo e, na segunda-feira, eu recebi um telefonema sendo convidado para gravar Salmos”, disse ele, durante o lançamento da Nova Versão Transformadora, pela Editora Mundo Cristão.

Depois de fazer parte do primeiro projeto de narração da Bíblia, seu envolvimento com as mensagens cristãs não pararam mais. “Na sequência, depois que eu fui contratado por outra gravadora, a Warner Continental, eu gravei ‘O Sermão da Montanha’”, contou.

Quando completou 25 anos apresentando o Jornal Nacional, Cid se tornou mais do que um homem de notícias — um homem a serviço de Deus. Ao todo, seus CD’s com as passagens bíblicas já venderam mais de 30 milhões de cópias por todo o Brasil, um sucesso de vendas incontestável.

“Na capa do LP [da Bíblia] eu escrevi que passei 25 anos gravando notícias nem sempre boas aos lares do país, mas a partir daquele momento, eu queria levar o Evangelho, que são notícias de Deus, até o último dia de minha vida. Eu simplesmente estou cumprindo aquilo que eu prometi”, afirmou.

“Eu invisto em mim levando a palavra de Deus sempre que eu posso. É uma missão que vou cumprir até o último dia da minha vida“, acrescentou ele.

Fonte: Comunhão com informações Agência Estado

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