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Canadenses estão mais abertos ao cristianismo, mostra pesquisa

Jovens estudando a Bíblia (Foto: canva)
Jovens estudando a Bíblia (Foto: canva)

Um novo relatório, publicado pela Alpha Canada em colaboração com o “Flourishing Congregations Institute”, destaca mudanças significativas na abordagem de evangelização das igrejas do Canadá.

O relatório “Reacendendo a Esperança: Compartilhando as Boas Novas no Canadá em 2024” reconhece que uma grande parte da sociedade canadense está se distanciando da afiliação religiosa, indicando uma transição para uma sociedade pós-cristã. No entanto, também aponta sinais de crescente abertura à fé entre os não crentes.

Um relatório preliminar foi publicado em 2021, examinando como os líderes das igrejas canadenses se engajaram na evangelização.

A pesquisa atualizada deste ano avaliou as mais recentes “atitudes, comportamentos e experiências em compartilhar a mensagem de Jesus pelo Canadá”

Shaila Visser, diretora nacional da Alpha Canadá, destacou que a oração impacta todos os aspectos dos ministérios. Em um prefácio do relatório, ela enfatizou que essa prática promove uma “profunda confiança em Deus.”

“O poder do convite nos lembra a todos que um convite pessoal para explorar a fé pode mudar vidas, quebrando barreiras e abrindo corações para Jesus”, disse Visser.

“E… celebrar a obra transformadora de Jesus enquanto testemunhamos vidas e comunidades sendo renovadas dá à nossa missão seu propósito.”

“Estamos animados para viajar juntos, reacendendo a esperança de como seria compartilhar o amor de Jesus no Canadá”, disse.

Pesquisa

O relatório foi elaborado após convites para participação na pesquisa serem enviados a milhares de líderes de igrejas no Canadá, por e-mail e mídias sociais.

A pesquisa contou com o apoio de diversos grupos cristãos, incluindo a Canadian Church Leaders Network, a Evangelical Fellowship of Canada e algumas tradições não evangélicas. No total, foram concluídas 823 respostas.

O relatório observou que 35% dos líderes de igreja “identificaram um antagonismo percebido em relação aos valores cristãos como uma barreira significativa para compartilhar o Evangelho.”

Além disso, apontou que um terço da população canadense (12,6 milhões) não tem nenhuma afiliação religiosa, demonstrando indiferença também em relação a crenças secularistas como agnosticismo ou ateísmo.

“Essa parcela mais que dobrou nos últimos 20 anos, refletindo uma mudança em direção a uma sociedade pós-cristã’, afirmou o relatório.

No entanto, apesar desse aspecto negativo, a pesquisa destacou dois temas de “maioria inesperadamente cheia de esperança” para os líderes da igreja.

Abertura espiritual

“Primeiramente, os líderes da igreja no Canadá estão percebendo uma abertura espiritual inexplicável e curiosidade em suas comunidades. Em segundo lugar, os líderes da igreja em todo o Canadá estão priorizando o compartilhamento do Evangelho, com uma clareza e comprometimento aumentados com a missão.”

Esses temas representam um “momento crucial” para a igreja agir e levar a esperança de Jesus às comunidades que estão lutando para encontrar sentido em um cenário cultural em transformação.

Essa “abertura espiritual” incluiu notáveis 70% dos entrevistados, que encontraram cristãos afastados ou pessoas sem fé se tornaram mais curiosos espiritualmente nos últimos três anos.

Quase 60% notaram uma maior receptividade à mensagem de que Jesus salva, e mais da metade (56%) viu uma “maior probabilidade” de que essas pessoas realmente frequentem igrejas.

“Essas tendências percebidas refletem um contexto social mais amplo, onde a exploração espiritual está se tornando mais prevalente, criando um terreno fértil para compartilhar o amor de Jesus.”

Evangelismo

O relatório também aponta que o evangelismo se tornou uma prioridade encorajadora para as igrejas canadenses. A pesquisa revelou que 58% dos líderes de igreja observaram um aumento nos esforços evangelísticos, e 92% desses líderes concordam que o evangelismo é importante para seu ministério – um aumento de 30% em relação a 2021.

O relatório interpretou isso como um “compromisso renovado com a evangelização e a adaptação às mudanças culturais”.

Cerca de 62% dos líderes concordaram que a comunhão da igreja prepara os membros para a evangelização por meio de ensinamentos semanais e incentivo em eventos evangelísticos, um aumento em relação aos 44% que responderam da mesma forma em 2021.

Outra mudança encorajadora foi a redução do percentual de líderes religiosos que se sentiam desconfortáveis ao compartilhar suas crenças com pessoas de origens religiosas diferentes ou sem religião, que caiu de 31% para 5%.

Os três métodos mais populares de evangelização mencionados no relatório são: convidar pessoas para eventos da igreja (56%), demonstrar a fé por meio de ações (55%) e convidar alguém para participar ou hospedar um curso introdutório à fé cristã, como Alpha ou Christianity Explored.

Os líderes também foram convidados a identificar as três áreas de ministério mais comuns onde as pessoas têm a oportunidade de ouvir o Evangelho explicitamente dentro da igreja.

De acordo com as respostas, 71% indicaram que isso ocorre durante a adoração ou culto principal, 41% mencionaram cursos Alpha, e 22% apontaram convites feitos durante sermões ou homilias.

Conhecer e seguir Jesus

Os dados também mostraram um foco mais claro nas razões para a evangelização. Cerca de dois terços dos entrevistados (65%) afirmaram que o principal objetivo da evangelização é ajudar as pessoas a conhecer e seguir Jesus, um aumento significativo em relação aos 28% que mencionaram essa razão em 2021.

“Este consenso ressalta uma visão unificada e focada em diversas tradições teológicas, apontando para uma compreensão compartilhada do propósito final desses esforços – tornar a obra de Jesus conhecida”, observou o relatório.

“Os dados sugerem uma mudança em direção a formas mais ativas de compartilhar a fé, como convidar pessoas para eventos da igreja e compartilhar verbalmente o Evangelho, em comparação com a pesquisa de 2021, que adotou uma abordagem mais moderada.”

A oração é considerada um princípio fundamental para “desbloquear corações” para a evangelização, e 84% dos líderes concordam que ela é uma parte central da abordagem de sua igreja à evangelização – um aumento de 55% em relação a 2021.

Da mesma forma, 64% dos líderes que conduziram o Alpha nos últimos três anos consideram a oração essencial para sua abordagem à evangelização.

O relatório acrescentou que os 42% dos líderes que marcaram “concorda fortemente” dentro dos 84% mencionados anteriormente também “percebem uma forte relação entre a prioridade e a prática da evangelização, incluindo clareza missionária, o preparo dos membros e a conexão com o discipulado”.

“Também vemos uma relação com indicadores de engajamento positivos, como a percepção de abertura em cristãos não praticantes/não cristãos e o crescimento da frequência à igreja.”

Notavelmente, quase metade dos líderes que concordam fortemente que a oração é essencial para sua abordagem de evangelização também concordam fortemente que a evangelização está vinculada ao discipulado. Isso representa um aumento de 21% em relação à amostra geral, conforme indicado pelo relatório.

“A centralidade da oração também tem fortes relações com a abertura espiritual percebida e o crescimento da igreja, ilustrando uma interação dinâmica entre disciplinas espirituais e esforços de extensão.”

Fé cristã

Enquanto isso, 61% dos líderes realizaram o curso Alpha em suas igrejas nos últimos três anos, “indicando um método estruturado e intencional para introduzir indivíduos à fé cristã.”

“Tais programas não apenas facilitam mensagens claras, mas também fornecem estruturas consistentes para explorar a fé, alinhando assim as congregações com seus motivos evangelísticos”, disse o relatório.

“Essa clareza na missão está fomentando uma cultura de compartilhamento de fé mais vibrante e proativa dentro das igrejas canadenses, contribuindo para um movimento mais amplo e unificado de compartilhamento da fé cristã.”

O relatório também destacou a necessidade de celebrar novos crentes e aqueles que retornam à fé. Cerca de 52% dos líderes afirmaram que suas congregações registram e celebram novos crentes, enquanto 48% não o fazem. Além disso, 39% indicaram que não reconhecem ou celebram publicamente pessoas novas ou que retornam à fé cristã.

“A celebração pode lembrar os membros da congregação da importância da evangelização, relembrando a própria experiência, o envolvimento em compartilhar sua fé com outros e possivelmente estimulando as pessoas a considerar o impacto de compartilhar sua fé com outros no futuro”, observou o relatório.

“Vemos isso como uma oportunidade única de colocar mais foco e atenção no reconhecimento do impacto da transformação de Jesus em vidas e comunidades – e de reservar um tempo e criar espaço para celebrar.”

Fonte: Guia-me com informações de Christian Daily

Maioria dos evangélicos se converte após 18 anos e não tem familiares crentes, diz Datafolha

Jovens adorando a Deus (Foto: Reprodução)
Jovens adorando a Deus (Foto: Reprodução)

Uma pesquisa realizada pelo Datafolha revelou que a maioria dos indivíduos que se identificam como evangélicos hoje em dia se converteu à fé após os 18 anos.

Em particular, 46% dos entrevistados indicaram que começaram a frequentar cultos a partir dessa idade.

Em 55% dos casos, nem o pai nem a mãe frequentavam a igreja durante a infância do fiel.

Outra pesquisa, feita pelo pastor Rodolfo Capler, escritor e pesquisador do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP, já havia apontado o fenômeno que tem supostamente atraído a juventude.

Autor do livro “Geração Selfie”, Capler afirma que o jovem brasileiro se sente atraído pela pregação dos pastores pentecostais – que lançam mão de estética e linguagem contextualizadas – como também pela música gospel, que desde a sua gênese, incorpora os mais variados subgêneros musicais populares.

“Nas igrejas evangélicas, canta-se rap, funk, samba, sertanejo e rock – o que se constitui elemento de apropinquação com as novas gerações”, explicou.

No atual levantamento, uma possível explicação para a conversão dos indivíduos na maioridade é que os evangélicos paulistanos, conforme revelado pelo Datafolha, enxergam a igreja como um espaço para encontrar amor, oportunidades de trabalho e fazer novos amigos.

Apoio da igreja

A pesquisa mostra importância dos laços comunitários fortalecidos nos templos. Muitos relataram ao Datafolha que recebem apoio em seus pequenos empreendimentos e até ajuda em caso de necessidade.

Uma entrevistada disse ter sido apoiada quando perdeu tudo em uma enchente e os membros de sua igreja “racharam” uma cesta básica para sua família por dois meses.

A pesquisa indica, por meio de depoimentos, que a presença da fé no cotidiano dessas pessoas vai além das pregações, transbordando do âmbito espiritual para o social.

O levantamento, realizado com 613 fiéis paulistanos entre 24 e 28 de junho e com margem de erro de quatro pontos percentuais, revela como os evangélicos valorizam os laços afetivos construídos nas comunidades de fé.

Ele foi formulado com colaboração dos antropólogos Juliano Spyer, colunista da Folha, e Rodrigo Toniol, a socióloga Christina Vital e o cientista político Vinicius do Valle, todos estudiosos da área.

Relevância da religião

Em uma escala de 0 a 10, 55% do segmento atribuiu a nota máxima à importância da religião na busca ou manutenção de relacionamentos amorosos. A média das pontuações foi 8.

Enquanto 76% atribuem notas 10 ou 9 à importância da crença nos planos profissionais e na vida financeira, 63% conferem a mesma relevância à fé na preservação de amizades antigas e na formação de novas.

47% afirmam ter sido beneficiados por algum projeto social da igreja. Entre esses, 18% destacam as cestas básicas como o benefício mais lembrado, mas as respostas abrangem uma gama mais ampla, incluindo aulas de música e apoio psicológico.

Fonte: Guia-me com informações da Folha de S. Paulo

Em meio ao câncer, cantora Camila Campos dá à luz louvando a Deus

Camila Campos. (Foto: Reprodução/Instagram/Camila Campos)
Camila Campos. (Foto: Reprodução/Instagram/Camila Campos)

Na última quarta-feira (24), a cantora Camila Campos deu à luz a sua segunda filha Sophia. A bebê prematura foi recebida pela família e amigos no hospital.

“Esse foi meu trajeto até a sala de parto. Que carinho. Mal consigo expressar com palavras. Obrigada por cada oração e palavra de ânimo. As orações de vocês têm sustentado minha fé”, disse Camila no Instagram.

A equipe de obstetras do Instituto Villamil comentou que o parto foi um desafio: “Tivemos que estudar cada detalhe do seu caso e cada tratamento, para que ela pudesse ter acesso aos tratamentos oncológicos e analgésicos sem que a Sophia, sua bebezinha de apenas 31 semanas, não fosse prejudicada”.

Na ocasião, as cantoras Lu Alone, Ana Paula Valadão e seu filho Isaque estavam no local cantando louvores e intercedendo pela família.

“Ao som de uma linda canção, Camila e Sofia foram abençoadas por familiares, amigos e toda a equipe de funcionários do hospital que cuidou dela. Esperançosos pela melhora da Camila e pela chegada saudável da Sofia, todos cantavam e louvavam a Deus”, acrescentou a equipe.

Avanço da doença

Nesta semana, a cantora compartilhou atualizações sobre seu quadro de saúde em suas redes sociais.

Camila, grávida da segunda filha, Sophia, foi diagnosticada com câncer de mama e devido ao estágio avançado da doença, precisou ser internada.

No hospital, a cantora casada com o ex-jogador de futebol conhecido como Léo Zagueiro, ídolo do Cruzeiro e mãe de Bela, de 2 anos, informou no Instagram:

“Os processos de Deus em minha vida. Há alguns dias entrei em uma nova estação em minha vida. Grávida de 7 meses, sentindo muita dor, chorando de dor nas costas, me deparei com o diagnóstico de um câncer de mama, que se espalhou pelos meus ossos. Eu saí de uma primavera e entrei direto no inverno”.

“Apesar de tudo, sigo crendo no poder do sangue de Jesus. Mas preciso muito da oração de vocês família em Cristo, porque viver o processo demanda muita fé, e sei que a oração da igreja do Senhor espalhada sobre a terra, derrubam as portas do inferno, e juntos somamos nossa fé ao ponto de que a cura do Senhor alcance a minha vida”, acrescentou ela.

Na imagem, Camila aparece com o cabelo cortado e explicou: “Não, não é um novo corte de cabelo. O cabelinho já está pouquinho porque já iniciamos o tratamento e ele vai continuar caindo até eu ficar carequinha. Mas sei que cada fio que cai da minha cabeça será para glória de Deus e como assim como o 2º vinho foi melhor que o primeiro, eu creio que até meu cabelinho vai ressurgir melhor”.

E continuou: “Eu confio em Deus. Eu creio no seu poder. Eu glorifico a Jesus. Pois Ele levou sobre si. Ele levou sobre si. Amém igreja?”.

A cantora publicou uma foto com a família no quarto do hospital e compartilhou: “Esses últimos dias confesso não têm sido fácil, em meio a tantos processos e diagnósticos que jamais esperaríamos, mas ver tantas mensagens de apoio e orações feitas, têm fortalecido nossos corações, nossa fé e muitas vezes nos colocado de pé. Muito obrigada. Sem palavras”.

“Ainda assim cremos em um Deus que estabelece todas as estações das nossas vidas e os planos Dele são inimagináveis. Decidimos que eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Eu creio em milagres. Eu creio no poder de Deus. Eu creio no poder da oração”, concluiu Camila.

Fonte: Guia-me

Pesquisa revela que cristãos da Escócia se sentem excluídos

Culto em uma igreja (Foto: canva)
Culto em uma igreja (Foto: canva)

Uma pesquisa recente entre cristãos na Escócia identificou um “sentimento palpável de exclusão” da vida pública.

Na pesquisa com mais de 1.000 escoceses, mais de 70% dos que se identificaram como cristãos sentiram que o governo escocês não os apoia, relata o jornal Herald .

Três quartos dos entrevistados cristãos disseram estar preocupados com os abusos direcionados a políticos cristãos.

Cerca de sete em cada dez disseram ter sofrido preconceito por causa de sua fé, incluindo “comentários ou atitudes negativas em relação a eles”, enquanto uma proporção semelhante disse que estava “relutante em falar sobre sua fé em público”.

Os entrevistados não cristãos apresentaram percepções diferentes, com a maioria dizendo que os cristãos na Escócia não enfrentam nenhuma discriminação.

A pesquisa foi realizada pelo think tank cristão Logos Scotland, que está pedindo ao Primeiro Ministro John Swinney que faça mais para melhorar a tolerância aos cristãos.

A CEO da Logos, Shona Haslam, disse: “Essas descobertas expõem um sentimento palpável de exclusão entre a vibrante comunidade cristã da Escócia.”

Isso ocorre após a recente hostilidade contra a deputada do SNP Kate Forbes por causa de sua filiação à Igreja Livre da Escócia, especialmente suas crenças cristãs sobre o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Dados do último Censo Escocês de 2022 revelaram que os escoceses não religiosos agora superam em número os seguidores de uma religião pela primeira vez no país, enquanto a proporção de escoceses pertencentes à Igreja da Escócia caiu na década anterior de 32,4% para 20,4%.

Haslam continuou: “Um em cada três escoceses é cristão, mas está claro que há muito trabalho a ser feito para aumentar a tolerância em relação a esse grupo religioso.

“Swinney prometeu um governo e um país mais inclusivos e unificados sob sua nova liderança. Esperamos que os dados possam ajudar a orientar os líderes a ouvir as opiniões de todos os escoceses nos processos de tomada de decisão do nosso país – incluindo os cristãos.”

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Igreja Universal é condenada a devolver doação feita por fiel com deficiência intelectual

Placa de uma fachada da Igreja Universal
Placa de uma fachada da Igreja Universal

A Justiça paulista ordenou que a Igreja Universal do Reino de Deus devolva R$ 30 mil doados por uma fiel que sofre de deficiência intelectual. A doação foi realizada em agosto de 2017, quando a mulher tinha 42 anos.

A informação foi dada por Rogério Gentile, em sua coluna no UOL.

De acordo com o processo movido pela família, a mulher, influenciada pela Igreja, interrompeu seu tratamento psiquiátrico, acreditando que seu problema era “espiritual”. Ela havia sido internada pela primeira vez cinco anos antes e foi novamente hospitalizada para tratamento psiquiátrico cerca de um mês após a doação.

Um laudo médico diagnosticou a fiel com transtorno afetivo bipolar, apresentando quadro de agitação, comportamento agressivo e mania de grandeza. A advogada Tula dos Reis Laurindo argumentou no processo que a oratória dos pastores influenciou a mulher a abandonar seus medicamentos e realizar a doação.

A Igreja Universal defendeu-se, alegando que não há provas de que a mulher não estava em condições de compreender a doação na época e ressaltou que a segunda internação ocorreu mais de 45 dias após a doação, além de não haver comprovação de sua frequência aos cultos ou da própria doação.

Contudo, a defesa foi apresentada fora do prazo legal. O juiz Rodrigo Carvalho condenou a Igreja, afirmando que os documentos médicos indicam o uso contínuo de medicamentos psiquiátricos pela mulher desde 2012, tornando a doação nula pela lei. O valor de R$ 30 mil deverá ser acrescido de juros e correção monetária.

A Igreja Universal ainda pode recorrer da decisão.

Não é a primeira derrota da Universal

Em 2020, a Igreja Universal do Reino de Deus foi condenada pela 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul a devolver a doação de R$ 19,8 mil feita por um casal de idosos de Três Lagoas. Fiéis da instituição religiosa, o casal de idosos, Domingos de Deus Corrêa e Socorro dos Santos Corrêa, resolveram fazer doação expressiva em dezembro de 2016. Ele vendeu o carro por R$ 18 mil e ainda pegou a aposentadoria de R$ 1.980 de dezembro e doou tudo para a igreja.

A decisão abriu precedentes para que outros fiéis, independente de credo, recorram à Justiça nos casos em que ficar evidente o abuso dos líderes religiosos.

Fonte: Revista Fórum com informações de Rogério Gentile, em sua coluna no UOL

Novas evidências da conquista de Canaã por Israel foram descobertas

Arqueólogos trabalhando no local da descoberta de Sodoma e Gomorra. (Foto: Reprodução/YouTube/Joel Rosenberg on TBN)
Arqueólogos trabalhando no local da descoberta de Sodoma e Gomorra. (Foto: Reprodução/YouTube/Joel Rosenberg on TBN)

A Autoridade de Antiguidades de Israel compartilhou recentemente a descoberta arqueológica de paredes de pedra, cerâmica e outros artefatos pertencentes à cidade de Zanoa, que estava localizada dentro da Terra Prometida de acordo com o Antigo Testamento.

A Bíblia afirma que os israelitas chegaram a este território, também conhecido como Canaã, entre 1406 e 1407 AC. C., depois de vagar por 40 anos no deserto. Liderados por Josué, sucessor de Moisés, cruzaram o rio Jordão e conquistaram Jericó, entrando em Canaã, a Terra Prometida, onde a cidade de Zanoá é mencionada como parte da herança da tribo de Judá .

A equipe de arqueólogos explicou que os objetos encontrados em Zanoa datam de mais de 3.200 anos, data que segundo a Bíblia seria a data da conquista de Canaã por Israel.

Estes arqueólogos israelitas escavaram a área em 2019, mas os dados só tinham sido publicados este ano, segundo a imprensa internacional. O relatório diz que encontraram muros feitos de fileiras de grandes pedras brancas que eles acreditavam serem muros de contenção de terraços agrícolas usados ​​para criar áreas planas para plantio e proteger o solo da erosão.

Cacos de cerâmica cobriam a paisagem, com aproximadamente 20% datando da época em que os israelitas chegaram, após 40 anos de peregrinação no deserto; o resto foi feito ao longo dos 900 anos seguintes por sucessivos habitantes da cidade.

Outras descobertas incluíram tigelas e jarros, um dos quais tinha perfurações sugerindo que poderia ter sido usado como lanterna, e também foram descobertos objetos de metal. Os pesquisadores não especificaram quando foram feitas, apenas que se tratavam de joias de bronze, como um fragmento de anel e um brinco. Outros restos encontrados incluem ferramentas de ferro, pregos de vários tamanhos e tiras de bronze usadas para soldar.

Mais evidências do AT

Os pesquisadores também descobriram uma alça de jarro quebrada que trazia o nome de um rei descrito na Bíblia , fornecendo mais evidências do relato do Antigo Testamento. Especificamente , entre as cerâmicas extraídas do solo, uma delas trazia no cabo um selo que dizia “do Rei”, para homenagear o reinado do rei Ezequias em Judá no ano 701 AC. c.

A vida de Ezequias é descrita no Livro dos Reis, capítulos 18-20. No Segundo Crônicas, diz-se que o rei reabriu o Templo de Salomão, conhecido como “o Primeiro Templo”.

“Embora seja provável que alguns dos achados tenham tido origem nas ruínas e tenham sido depois arrastados encosta abaixo ao longo dos anos, a maioria, especialmente aqueles que datam do início do período bizantino, referem-se a atividades agrícolas realizadas nas encostas da colina”, este segundo os pesquisadores.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Pastor Luiz Sayão anuncia período sabático para tratar inflamação no cérebro

Pastor Luiz Sayão (Foto: Divulgação/Assessoria)
Pastor Luiz Sayão (Foto: Divulgação/Assessoria)

Na última segunda-feira (22), Luiz Sayão, pastor titular e líder fundador da Igreja Batista Nações Unidas (IBNU), em São Paulo, informou que está tirando um “período sabático”, devido a problemas de saúde.

“Estou cancelando todos os compromissos. Vou passar uns dias descansando numa pousada. Responderei só mensagens urgentes. Meus vídeos já gravados serão enviados normalmente”, disse o pastor no Instagram.

Sayão foi diagnosticado com encefalomielite miálgica, uma inflamação no cérebro, que ocasiona dores, alergias e inflamações por todo o corpo.

“Sofro dessas dores 24 horas por dia. Tive também um pequeno AVC há algum tempo. Desdobramentos da Covid-19. Já fiz tudo o que existe (detox, vitaminas, etc). Tenho o melhor acompanhamento médico possível (vários especialistas). Tomo mais de 60 nutrientes e suplementos por dia específicos pro meu organismo depois de vários exames, inclusive genéticos. Disciplina alimentar e terapêutica total. Atividades bem reduzidas”, relatou o pastor.

Na publicação, ele contou que neste mês, teve uma crise de saúde séria: “Subida repentina de pressão, dor de cabeça forte e persistente, três pesadelos terríveis com gritos, choro e movimentos bruscos, e um quadro de abalo emocional bem forte”.

‘O Pai sabe de tudo’

Com 32 anos de atuação no ministério pastoral no Brasil e no exterior, Sayão comentou:

“Sempre guardo internamente as emoções. Seguro a minha dor e a de muitas pessoas. Ando muito triste com o sofrimento de gente querida e com os conflitos do mundo. Tenho somatizado tudo isso. De repente, rompeu tudo”.

Muitos cristãos declararam a cura do pastor nos comentários e afirmaram estar orando por ele.

“Estou muito emocionado e agradecido pelas milhares de mensagens recebidas de tanta gente querida: muito apreço e orações. Nem sei como agradecer. Louvo a Deus, porém, do profundo da alma. Ele tem me ensinado de modo afável e lindo”, disse Sayão.

E continuou: “Se for para honrá-lo e amá-lo e abençoar o próximo que Ele faça o que aprouver ao seu desígnio. Eu me lembro de Jesus: ‘Contudo, foi da vontade do Senhor esmagá-lo e fazê-lo sofrer’. (Is 53.10a). Como posso exigir algo? O Pai sabe de tudo. Recebo de bom grado minha dor sem pensar em culpar ninguém”.

“Esse abraço do Pai, tão dolorido, me deixou muito ferido, mas meu coração rebelde ficou mais amável, mais querido. Em tudo fiquei agradecido. Sonho que nunca tinha conseguido. Quando sinto esse abraço forte do Pai de amor, tão querido, o azeite da graça é vertido. E a oração pura flui da lágrima que desenha gratidão no rosto aquecido”, concluiu o pastor.

Luiz Sayão é pastor batista, teólogo, linguista e hebraísta (Mestrado USP). Casado, pai de cinco filhos e avô de dois netos, Sayão é conferencista internacional, professor da área bíblica no Brasil e no exterior (EUA, Portugal), tradutor da Bíblia (NVI, Almeida 21), criador de programas bíblicos Rota 66 (Rádio Trans Mundial), Conversando com Luiz Sayão e 180 graus.

Além disso, o pastor também é consultor editorial e autor de diversos livros e bíblias de estudo. Foi Diretor do Seminário Batista do Sul do Brasil (Rio de Janeiro) e é Diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo.

Fonte: Guia-me

Arqueólogos encontram peça que representa Moisés ao receber os Dez Mandamentos

Arqueólogo durante escavação (Foto: Canva Pro)
Arqueólogo durante escavação (Foto: Canva Pro)

No Sul da Áustria, uma peça de aproximadamente 1.500 anos foi encontrada durante escavações de uma antiga igreja. O achado representa a entrega das tábuas com os Dez Mandamentos a Moisés e o que seria a ascensão de Jesus Cristo.

Uma das gravuras mostra um homem virando a cabeça na direção de uma mão que vem do céu e parece estar colocando algo entre os braços da pessoa, junto com outras representações: “Esta é a representação típica da entrega das leis a Moisés no Monte Sinai, o início da aliança entre Deus e o homem do Antigo Testamento”, afirmou o arqueólogo chefe Gerald Grabherr.

Outra gravura revela um homem em uma carruagem com dois cavalos presos a ela por um arreio e inclui a mesma mão saindo das nuvens, puxando uma figura para o céu. “Presumimos que esta seja uma representação da ascensão de Cristo, o cumprimento da aliança com Deus”, disse Grabherr.

Ele ressaltou que “a representação de cenas do Antigo Testamento e sua conexão com cenas do Novo Testamento é típica da antiguidade tardia e, portanto, se encaixa em nossa píxide; no entanto, a representação da Ascensão de Cristo com uma chamada biga, uma carruagem de dois cavalos, é muito especial e até então desconhecida”, acrescentou o arqueólogo-chefe.

A partir de agora, os pesquisadores investigarão a origem do marfim, dos componentes metálicos e das peças de madeira que também foram descobertas na caixa de mármore: “O significado arqueológico e histórico-artístico da píxide não pode ser negado”, concluiu Grabherr.

De acordo com os pesquisadores da Universidade de Innsbruck, os arqueólogos trabalham em um terreno no cume de Burgbichl, uma pequena colina no município de Irschen. No local, havia uma igreja no passado.

Durante as escavações, eles encontraram um santuário contendo uma caixa de marfim adornada com símbolos cristãos, de 1.500 anos. “Sabemos de cerca de 40 caixas de marfim desse tipo no mundo todo e, até onde sei, a última vez que uma dessas foi encontrada durante escavações foi há cerca de 100 anos — as poucas caixas existentes estão preservadas em tesouros de catedrais ou expostas em museus”, detalhou Grabherr.

Pesquisadores acharam duas igrejas cristãs, uma cisterna e pertences pessoais dos antigos moradores do assentamento. Grabher explicou que, no fim do Império Romano, os colonos residiam no topo das colinas, que eram mais fáceis de defender, abandonando o vale.

Fonte: Comunhão com informações The Christian Post

Casal de cristãos secretos é descoberto na Tunísia

Bandeira da Tunísia (Foto: Canva Pro)
Bandeira da Tunísia (Foto: Canva Pro)

A Tunísia é o menor país do Norte da África e fica entre a Argélia e a Líbia. É uma bela nação onde aproximadamente 22 mil cristãos vivem. Apesar das qualidades do país, os seguidores de Jesus são alvos de perseguição frequente e a Tunísia ocupa a 33ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2024.

Muitos irmãos e irmãs em Cristo foram agredidos, privados de recursos financeiros ou expulsos de casa pela família por deixarem o islã para seguir a Jesus no país. A sociedade como um todo tem baixa tolerância religiosa, especialmente nos ambientes de trabalho, de modo que nesses espaços os cristãos são vítimas de maus-tratos e, em alguns casos, são demitidos quando a fé é descoberta.

“Há um preço para seguir a Jesus”, confirma Maha* e Abdo*, um casal jovem, com aproximadamente 30 anos cada. Eles participam de encontros de oração e estudos bíblicos com outros cristãos secretos na Tunísia. São poucas as oportunidades para eles falarem abertamente da fé em Jesus, mas não demora muito tempo para as pessoas notarem as diferenças que a conversão causa.

O preço de seguir a Jesus

É comum cristãos lutarem para manter a fé em segredo na Tunísia porque os jovens e estudantes não têm recursos para viverem sem o apoio da família e os casados temem a exclusão social e o desemprego, punições comuns aos seguidores de Jesus na região. Quando a família de Maha e Abdo descobriu a conversão do casal ao cristianismo no início deste ano, eles foram rejeitados por todos os parentes.

O casal também recebeu ameaças dos familiares que pretendiam denunciá-los à polícia caso eles não negassem a fé em Jesus. Além disso, os parentes desampararam Maha e Abdo financeiramente e difamaram o casal na comunidade. “Esse casal foi rejeitado pela família. Como igreja, os ajudamos, especialmente quando eles perderam o apoio financeiro”, explicou um líder da igreja local que acompanha a situação da família de perto.

Apesar da tristeza de serem chamados de traidores por seus entes queridos, Maha e Abdo continuam a caminhar com o Senhor. “Esse casal mostrou maturidade espiritual. Eles entenderam que há um preço para seguir a Jesus, mas a atitude da igreja, da família espiritual, faz a diferença. Os irmãos e irmãs na fé mostraram amor excepcional e ofereceram apoio em todos os aspectos: espiritual, moral e financeiro”, comenta o líder cristão.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Cuba: cristãos são vistos como ameaças em meio à intensa crise econômica e social

Bandeira de Cuba (Foto: Canva)
Bandeira de Cuba (Foto: Canva)

“O povo cubano não aguenta mais essa situação”, disse Angela, uma líder cristã e voluntária da Portas Abertas em Cuba durante uma videochamada. O país passa por uma intensa crise econômica e social. A fome tem escalado, a ponto de as pessoas ficarem mais de 20 horas sem comer, o preço dos serviços essenciais continua subindo, além da escassez de itens de necessidade básica.

“Eu pensava que a situação estava ruim há alguns meses, mas não imaginava que se tornaria pior”, conta Angela. Ela mora na ilha com o esposo e a filha e atua em apoio à igreja local em Cuba. Outro cristão reafirma a crise: “A distribuição de alimentos se torna mais racionada a cada mês. Por exemplo, se há um membro com problemas de saúde, eles recebem um certificado para comida extra e leite. Mas, hoje, essa provisão acabou, tanto adultos quanto crianças ficam sem a nutrição básica”.

“Quando era criança, me disseram que eu só podia tomar leite de manhã. Agora, eles não dão mais para as crianças. Não há mais leite, carne, nada. É ainda pior para as mulheres grávidas, elas não recebem a ajuda de que precisam”, acrescenta Ângela.

Esperança em meio à crise

As opções limitadas de compras tornaram o problema ainda maior. Há poucas lojas, a comida está cada dia mais escassa e com preços exorbitantes. Além disso, por causa dos protestos massivos contra o governo em julho de 2021, uma lei recente foi aprovada proibindo manifestações nas redes sociais. “Em caso de desobediência, as punições envolvem prisões e outras violações dos Direitos Humanos. Tudo para evitar que a mídia internacional comente os protestos”, conta a líder cristã.

Para os cristãos, o contexto é particularmente difícil, pois eles são vistos como ameaças ao regime. Por isso, a vigilância sobre os seguidores de Jesus é intensa. “Quando estou no aeroporto, tenho medo de ser interrogada. Um amigo meu foi questionado apenas por curtir uma notícia nas redes sociais”, afirma Ângela.

Cuba na LMP

Atualmente, Cuba é o país com posição mais alta da América Latina entre os 50 países da Lista Mundial da Perseguição 2024, onde é mais difícil ser cristão. E a presença de cristãos como Ângela pode fazer a diferença e levar esperança para a nação. Ela ajudou a Portas Abertas a entregar 270 cestas de alimentos para 872 pessoas em necessidade no país no ano passado. “Sabemos que não é suficiente para suprir a escassez de alimentos na ilha, mas é um começo. Oramos para que Deus fortaleça e sustente cada pessoa que enfrenta grande necessidade”, afirma Angela.

Fonte: Portas Abertas

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