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Cantora Marcela Taís anuncia que está grávida

Marcela Tais anuncia gravidez (Foto: Instagram/Marcela Tais)
Marcela Tais anuncia gravidez (Foto: Instagram/Marcela Tais)

A cantora Marcela Taís anunciou neste domingo (7), que está grávida de cinco meses, fruto de seu casamento com Samuel Antunes. A novidade foi revelada nas redes sociais com um vídeo ilustrando a trajetória do casal.

Na gravação, Marcela e Samuel mostram momentos bons e ruins pelos quais passaram desde o casamento, em 2019, como a pandemia, luto pela morte da mãe de Marcela, depressão, novos rumos profissionais e a perda de uma primeira gestação, culminando no momento atual, que é de total felicidade.

Segundo a cantora, a descoberta veio em dezembro do ano passado, quando o casal estava comemorando quatro anos de união.

– Independente do que passarmos em nossas vidas, Deus sempre faz novas todas as coisas. É só continuar crendo – declarou a artista.

– Novos e lindos sonhos estão vindo – celebrou.

Fonte: Pleno News e Instagram de Marcela Taís

Série bíblica sobre Moisés fica em 1º lugar na Netflix

Ator Avi Azulay interpreta Moisés na série "A História de Moisés". Foto: (Reprodução / Netflix)
Ator Avi Azulay interpreta Moisés na série "A História de Moisés". Foto: (Reprodução / Netflix)

Uma série documental dividida em três temporadas sobre um dos personagens mais conhecidos da Bíblia alcançou o primeiro lugar na Netflix.

Testamento: A História de Moisés foi lançado na Netflix em 27 de março e rapidamente alcançou o primeiro lugar em programas de TV, superando outros títulos cheios de conteúdo ousado e significativamente menos adequados para a família. A série documental conta a história de Moisés por meio de reconstituições e inclui entrevistas com pastores, rabinos e outros especialistas. Embora inclua diferentes pontos de vista – cristãos, judeus e muçulmanos – o ponto de vista do cristianismo histórico está bem representado.

Foi a série de TV número 1 da Netflix na semana de 25 de março, a semana da Páscoa, segundo dados da Netflix

O site judaico Forward observou que a lista dos 10 melhores da Netflix geralmente está repleta de “dramas, séries policiais e uma série de reality shows de TV que competem para serem mais trash que o outro.”

O Testamento, por outro lado, não é espalhafatoso nem inútil. Não há apelo sexual.”

Forward observou que “a forma como os especialistas do programa falam sobre a história do Êxodo muitas vezes parece profundamente judaica”.

“Eles fazem referência extensiva ao midrash. Eles fazem análises gramaticais e decompõem as raízes das palavras hebraicas”, disse Forward. “A certa altura, os comentaristas discutem o fato de que a palavra para a cesta em que Moisés flutua pelo Nilo é a mesma que a palavra para a arca de Noé.”

A perspectiva cristã também é discutida. Durante a representação da série de famílias israelitas cobrindo as ombreiras das portas com sangue, os espectadores aprendem que, para os cristãos, “este é um prenúncio do Novo Testamento e de Jesus Cristo – o sangue do cordeiro, o sacrifício do cordeiro – e é apenas por Seu sangue que você será salvo.” Quando os hebreus atravessam o Mar Vermelho, um especialista na tela diz que a Bíblia apresenta o evento como um milagre de Deus, e não como uma ocorrência natural.

Kelly McPherson, criador e produtor executivo, disse anteriormente ao ChristianHeadlines que queria que a série respeitasse as diferentes tradições.

“Se você chegar a essa história, conhecendo-a bem e crescendo com ela, espero que seja diferente, parece que você pode aprender algo que não sabia e ainda assim te move da mesma maneira,” ele disse. “Se você não chegar lá com nenhum conhecimento real sobre o assunto, [espero] que você diga: ‘Esta é uma história ótima e inspiradora’”.

Sobre a série

A série documental foi produzida nos EUA e combina drama e análise especializada de teólogos e historiadores, que oferecem uma perspectiva esclarecedora sobre uma das figuras mais emblemáticas dos textos sagrados do judaísmo e do cristianismo.

“Testamento: a História de Moisés” será dividida em três temporadas e revela a busca de Moisés pela redenção e os milagres que marcaram o seu caminho para a libertação do povo hebreu. A série leva o público desde as margens do Nilo, através das dunas do deserto até o Monte Sinai, e termina perante as águas do Mar Vermelho.

Assista ao trailer em português:

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

Livro “Café com Deus Pai” bate recorde de 2 milhões de exemplares vendidos

Livros Café Com Deus Pai (Foto: Reprodução)
Livros Café Com Deus Pai (Foto: Reprodução)

Com mais de 425 mil seguidores nas redes sociais, onde compartilha aprendizados e palavras de superação para milhares de leitores, o autor do bestseller “Café com Deus pai“, marca recordes no país como o livro mais vendido em 2024.

Sua edição de 2024 registra o marco de mais de 2 milhões de cópias vendidas presencialmente nas dedicatórias, livrarias e e-commerce desde seu lançamento.

O diário devocional é o grande vencedor do Prêmio PublishNews 2024 de livro mais vendido do ano, e sua nova edição é o líder isolado da Lista em 2024 — já contando com 120 mil exemplares vendidos — nas 39 lojas contabilizadas pelo PublishNews.

O livro comercializado pela nova Editora Vélos superou as expectativas dos livros religiosos, que geralmente são vendidos em livrarias especializadas e lojas anexas a igrejas, e alcançou as livrarias comuns, lojas virtuais e o próprio site da editora.

Em 2023, a edição com a Editora Vida se tornou a mais vendida do ano nas livrarias contabilizadas na Lista de Mais Vendidos do PN.

Nas 21 lojas e redes contadas, o livro vendeu cerca de 90 mil exemplares — apenas uma parcela do total, que não conta os números, por exemplo, da Amazon, dos e-commerces próprios e de eventos realizados fora de livrarias.

Junior Rostirola ganhou imenso destaque após o livro bombar pelo país através de leitores orgânicos e nas redes sociais por meio de influenciadores e celebridades que descobriram o livro em meio ao acaso ou indicação.

Nesta obra, Junior Rostirola, convida o público a experimentar doses diárias de conexão com Deus por meio do devocional. “Ao longo das páginas datadas de 1 de janeiro a 31 de dezembro, o leitor é conduzido a viver 365 dias sob a direção d’Aquele que pode responder às dúvidas e tornar possível todas as coisas: Deus. E além dessa imersão espiritual, decidimos trazer a experiência sensorial do café às mãos dos leitores”, conta Junior Rostirola, que mais uma vez deixou claro, que a experiência de tomar uma xícara de café ao acordar, em pleno café-da-manhã, se tornará mais instigante ao lado da obra.

O autor, nesses anos de carreira, também atingiu a marca de ter um dos podcasts mais ouvidos nas plataformas digitais. Além disso, movimenta o público do Brasil realizando a Tour chamada “Vencedores vencem dores”, onde relata o caminho de superação e dificuldades que enfrentou na vida e que o transformou na grande referência como autor e precursor da leitura devocional como hoje é conhecida.

Durante a turnê gratuita pelo país, Junior relata os traumas de infância e conta com detalhes sobre os fortes problemas familiares que enfrentou. Com a orfandade de um pai ausente, a agressão dentro de casa, bullying, escassez financeira da família e outros.

A superação das dores vividas por Junior, o levou a se tornar fundador da Associação Escolhi Amar, que abrange diversos projetos sociais, entre eles: o abrigo Lar da Criança Feliz, que já acolheu mais de 3235 crianças de 0 a 12 anos; o Lar do Adolescente, que já amparou mais de 210 adolescentes de 12 a 18 anos; Abraçou também uma nação através da Missão Haiti, que além de alimentar pessoas física e espiritualmente, ainda mantém mais de 200 crianças na escola.

Por ter sofrido tanto com a destruição e vícios comuns existentes nos lares, hoje dirige o “Centro de Recuperação Feminino Conviver”, que já assistiu mais de 776 mulheres dependentes de substâncias psicoativas ou portadoras do vírus HIV.

Para curar a angústia da escassez, criou o “Mercado Solidário”, que já distribuiu centenas de toneladas de alimentos para famílias que podem escolher os itens que necessitam.

Um menino que nunca era chamado para o time de futebol na época da escola, atualmente promove oportunidades para que muitas pessoas participem de diversas modalidades esportivas. Além de realizar visitas a presídios e fornecer atendimento psicológico gratuito para o público de baixa renda.

Para comprar os livros, clique nos links abaixo:

Café com Deus Pai versão 2024: Porções Diárias de paz

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Playlist gospel alcança 1º lugar entre as mais ouvidas na Deezer

Fhop Music, Gabriela Rocha e Isadora Pompeo. (Foto: Reprodução)
Fhop Music, Gabriela Rocha e Isadora Pompeo. (Foto: Reprodução)

Na última semana de março, o gospel viveu dias memoráveis na Deezer, uma das maiores plataformas independentes de experiências musicais do mundo. A playlist Top Hits Gospel alcançou o 1º lugar entre as mais ouvidas, o que demonstra a força e o crescimento do gênero no Brasil.

O feito foi impulsionado por três músicas inéditas que entraram para o Top3 do gênero, e que estão entre as 10 mais ouvidas da Deezer: “Bênçãos Que Não Têm Fim”, de Isadora Pompeo, “Tu és + Águas Purificadoras”, de fhop music e “Me Atraiu”, de Gabriela Rocha. O sucesso também se deve à estratégia de CRM da marca, que tem como objetivo impactar os fãs com novidades de lançamentos dos seus artistas favoritos de forma personalizada.

“Os dados recentes revelam um cenário incrivelmente promissor para o gospel, tanto na Deezer, quanto no país como um todo – atualmente, o gênero representa 10% do Top 100 e uma média de 12% do Top 200 na plataforma”, celebra Lincoln Baena, editor de música na Deezer Brasil.

“No dia 25 de março, tivemos 16 músicas no Top 100 e esse destaque foi simplesmente surreal. Esses números refletem não apenas a popularidade crescente do gênero, mas também a capacidade de conquistar novos públicos”, complementa.

A Deezer, pioneira em reconhecer a importância da música gospel no Brasil, também oferece um canal dedicado ao gênero, além de recursos personalizados como playlists temáticas e sugestões de artistas e álbuns, para aprofundar ainda mais a conexão do ouvinte com o vasto universo da música gospel.

As Top 3 músicas do gênero gospel, que estão entre as 10 mais ouvidas na Deezer + dados de audiência:

Isadora Pompeo – Bênçãos que não têm fim

No último mês, a música teve picos de crescimento de até 46% em streams*. Seus ouvintes estão, em sua maioria, na faixa entre 26 e 35 anos (46%), seguido por 36 a 45 anos (32%), sendo 61% homens e 39% mulheres, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Brasília.

  1. fhop – Tu és + Águas Purificadoras (Ao vivo)

Com crescimento de até 376% em streams, no último mês, os ouvintes da música tem, majoritariamente, entre 26 e 35 anos (47%), seguido por 36 a 45 anos (24%), sendo 63% homens e 37% mulheres, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Brasília.

  1. Gabriela Rocha – Me atraiu

Em fevereiro, a música teve picos de crescimento de até 67% em streams. Seus ouvintes possuem, em sua maioria, entre 26 e 35 anos (46%), seguido por 36 a 45 anos (30%), sendo 67% homens e 33% mulheres, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Brasília.

Projeto de Lei quer punir desrespeito a símbolos religiosos, após post do MTST

Publicação do MTST (Foto: MTST)
Publicação do MTST (Foto: MTST)

Um Projeto de Lei (PL) que determina punições administrativas para atos de desrespeito, vilipêndio ou ridicularização contra símbolos e práticas religiosas, foi protocolado pelo deputado federal capixaba Evair de Melo (Progressistas-ES).

A proposta teve como base uma publicação do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), na última sexta-feira (29) que mostrava Jesus Cristo sendo crucificado com a frase “bandido bom é bandido morto”.

O parlamentar criticou o uso do símbolo cristão para a discussão de ideologias políticas e repudiou a ação que classificou como ridicularização do evangelho.

“Foi de extremo mau gosto e falta de respeito com a fé cristã. Repudiamos totalmente esse tipo de conduta contra os preceitos sagrados de nossa sociedade. Um deboche preconceituoso contra a celebração da Semana Santa, um dos períodos mais reverenciados pelo cristianismo, que comemora a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo”, disse Evair.

“Foi um gesto que atentou contra o princípio da liberdade religiosa e de expressão, que não respeita as crenças e os valores religiosos, imprescindíveis para a identidade e espiritualidade de milhões de cidadãos brasileiros. O Movimento foi intolerante e infeliz, ao querer ridicularizar as práticas religiosas que exaltam Jesus Cristo. Precisamos punir de forma mais dura esse tipo de retrocesso na sociedade brasileira”, completou o parlamentar capixaba.

De acordo com o PL apresentado, será considerada infração administrativa ações que causarem danos físicos a templos, igrejas, sinagogas, mesquitas, terreiros e quaisquer outros locais de culto ou seus símbolos. Além disso, movimentos que impedirem ou perturbarem a realização de cerimônias ou práticas de culto religioso também serão passíveis de punições.

O texto também prevê que a utilização de objetos sagrados ou qualquer elemento de valor religioso de modo pejorativo durante manifestações sociais, culturais, midiáticas ou em quaisquer outras formas de expressão pública estarão enquadradas no escopo de punição.

“Incluímos ainda na proposta que serão punidos os que, de alguma maneira, menosprezarem ou ridicularizarem a utilização de símbolos, vestimentas, liturgias ou textos sagrados e a produção e disseminação de conteúdo que distorça, menospreze ou desrespeite os princípios e as práticas religiosas”, destacou Evair de Melo.

Fonte: Comunhão

Problemas de púlpito: 41% dos cristãos apoiam o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo

Pastor pregando (foto: reprodução)
Pastor pregando (foto: reprodução)

De acordo com pesquisas recentes do Gallup, 71% dos americanos acham que o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo deveria ser legal e 64% acreditam que os relacionamentos gays ou lésbicos são moralmente aceitáveis. Esses números são o dobro de uma geração atrás.

Entre aqueles que frequentam a igreja semanalmente, 41% apoiam o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, enquanto 67% daqueles que frequentam a igreja com menos frequência o fazem.

No artigo intitulado ‘Problemas de púlpito’, o apologista cristão Ken Ham criticou o ensinamento dos líderes das igrejas.

“Agora, é muito desanimador que 41% dos frequentadores regulares da igreja não tenham nenhum problema bíblico com “casamentos” homossexuais. É claro que, para mim, essa é a causa raiz desta tendência nas igrejas, a falta de conhecimento e a falta de ensino sobre a autoridade bíblica (que os autores do artigo sugerem, mas nunca afirmam). Em muitas igrejas, a Bíblia é simplesmente ensinada como um livro de bons costumes ou, pior ainda, como um reforço positivo para não sermos ‘julgadores’, diz.

“Tal como o Rei Jeoaquim em Jeremias 36:20-26, muitos líderes da igreja não têm escrúpulos em cortar a Palavra de Deus e lançá-la no fogo se não gostarem da sua mensagem”, afirma.

E continua: “A maioria dos líderes da igreja ignora Gênesis 1–11 (que é a base de tudo) ou ensina posições de compromisso que minam assim a autoridade da Bíblia. Isto teve um impacto dramático sobre gerações na igreja que não defenderam doutrinas bíblicas como o casamento e o gênero como deveriam”.

“A América e, cada vez mais, muitas igrejas ‘cristãs’ abandonaram a autoridade bíblica e a substituíram por uma teologia de ‘sinta-se bem’ e ‘siga o seu coração’. É por isso que o Answers in Genesis (Respostas no Gênesis, em tradução livre) foi fundado, para defender a autoridade bíblica desde o primeiro versículo. Toda a humanidade tem um problema de pecado, e esse é o resultado do pecado original de Adão e de todo o nosso pecado contínuo. E a única solução é o Deus-homem Jesus Cristo”, conclui, citando Atos 4:12.

Pesquisa

Os números mais recentes provêm da pesquisa anual de Valores e Crenças da Gallup, conduzida de 1º a 24 de maio.

Quando a Gallup realizou sua primeira pesquisa sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, em 1996, apenas um quarto do público (27%) apoiava a legalização de tais uniões.

Foram necessários mais 15 anos, até 2011, para que o apoio alcançasse o nível da maioria. Posteriormente, em 2015, apenas um mês antes da decisão do Supremo Tribunal dos EUA no caso Obergefell v. Hodges, o apoio público à legalização do casamento gay ultrapassou os 60%.

Em 2021, atingiu pela primeira vez a marca de 70% e tem permanecido nesse patamar nos últimos três anos.

Apoio de cristãos é menor

O casamento entre pessoas do mesmo sexo, no entanto, tem apoio relativamente baixo entre os [do partido] republicanos e aqueles que frequentam a igreja semanalmente.

A Gallup registrou aumentos no apoio ao casamento entre pessoas do mesmo sexo em todos os principais subgrupos ao longo do tempo. Hoje, a maioria de todos os subgrupos, exceto dois principais – os republicanos (49%) e os frequentadores semanais da igreja (41%) – dizem que os casamentos homossexuais devem ser legalmente reconhecidos.

O apoio republicano ao casamento gay tem oscilado em torno da marca dos 50% desde 2020, com ligeiras maiorias apoiando-o em 2021 e 2022. Os recentes 49% registrados para este grupo são estatisticamente semelhantes ao nível de apoio registrado pela Gallup nos últimos anos.

Tal como todos os outros subgrupos, os frequentadores semanais da igreja (41%) apoiam mais o casamento gay agora do que nas duas décadas anteriores. No entanto, o nível de apoio deles tem se mantido estável desde 2018, variando entre 40% e 44%.

Os grupos mais favoráveis ao casamento legal entre pessoas do mesmo sexo são os mesmos encontrados em anos anteriores – adultos com idades entre 18 e 29 anos (89%), Democratas (84%) e frequentadores pouco frequentes da igreja (83%).

Conclusão

O casamento gay tem recebido apoio majoritário nos EUA há mais de uma década, e esse apoio tem mostrado crescente na maioria das pesquisas da Gallup desde 1996.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo tornou-se legal nos EUA após a decisão do Supremo Tribunal em Obergefell em 2015, e o presidente Joe Biden assinou uma legislação bipartidária no final do ano passado para evitar futuras tentativas judiciais de revogar sua legalidade.

Entre muitos grupos – incluindo adultos mais velhos, protestantes e residentes do Sul – as perspectivas sobre o casamento entre mesmo sexo passaram da oposição da maioria ao apoio da maioria ao longo da tendência da Gallup que se estende por mais de um quarto de século. Mas dois grupos continuam resistentes nesta questão, com os republicanos com os republicanos divididos igualmente sobre a legalidade das uniões entre pessoas do mesmo sexo e os frequentadores semanais da igreja mantendo a sua posição contra isso.

Folha Gospel com informações de Guia-me e Harbinger’s Daily

Pastor Davi Passamani é preso durante culto por suspeita de crimes sexuais

Pastor Davi Passamani (Foto: Reprodução/Instagram)
Pastor Davi Passamani (Foto: Reprodução/Instagram)

O pastor Davi Passamani foi preso na noite desta quinta-feira (4) por agentes da Delegacia Estadual de Atendimento Especializado à Mulher, em Goiânia, suspeito de crimes sexuais.

A prisão ocorreu enquanto o pastor participava de um louvor. A informação foi confirmada por sua defesa, que prometeu emitir um posicionamento oficial em breve.

A prisão ocorreu após duas denúncias de assédio, sendo a última registrada em dezembro de 2023, quando a vítima relatou que o líder religioso enviou mensagens com teor sexual e fantasias eróticas.

Em março deste ano, Passamani foi condenado a pagar R$ 50 mil de indenização por assédio, com a quantia destinada a instituições de apoio a mulheres vítimas de violência.

Passamani renunciou à liderança da igreja Casa em dezembro de 2023, após acusações de importunação sexual por parte de outra mulher. Dois meses após sua renúncia, Passamani iniciou um novo ministério.

Apesar de ter sido afastado de suas funções na igreja para receber tratamento médico, um vídeo foi divulgado pelo pastor negando as acusações e informando sobre o apoio psiquiátrico que procurou. Seu histórico de denúncias inclui uma acusação feita em março de 2020, quando uma jovem de 20 anos o denunciou por importunação sexual. O processo relacionado a esta denúncia foi arquivado por ausência de justa causa.

Quem é Davi Passamani?

Davi Passamani é conhecido por sua carreira musical gospel, liderando o Ministério Ipiranga por mais de uma década antes de iniciar sua carreira solo em 2013, com cinco álbuns lançados até 2018. Ele se mudou para Goiânia com a família em 2017 para fundar a Igreja Casa, que se destacou rapidamente e formou a banda Casa Worship, reconhecida nacionalmente pelo sucesso “A Casa É Sua”. Em 2018, o álbum “Novo Tempo” foi indicado ao Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Música Cristã.

Fonte: Fuxico Gospel e Pleno News

Cientista leva 107 pessoas a Jesus após evangelizar com as evidências da ressurreição

O cientista James Tour. (Foto: Reprodução/Baptist Press)
O cientista James Tour. (Foto: Reprodução/Baptist Press)

O renomado cientista James Tour está evangelizando pessoas de todo o mundo através das evidências da ressurreição.

James é judeu messiânico e ensina química, ciência da computação e nanoengenharia na Rice University, nos Estados Unidos.

O cientista aceitou Jesus após um colega cristão compartilhar o plano de salvação, durante a faculdade. Agora, ele oferece conversas individuais pelo Zoom para explicar sobre a ressurreição a quem quer saber mais sobre Cristo.

A chamada de vídeo dura cerca de 30 a 40 minutos, onde James explica todas as evidências da morte literal e da ressurreição corporal de Jesus.

O professor usa a ilustração de uma ponte para mostrar como o pecado criou um abismo entre Deus e os homens.

“Eu sempre canalizo isso direto para a ressurreição de Jesus Cristo. O último versículo que compartilho é Romanos 10:9: ‘Se você confessar com a sua boca que Jesus é o Senhor, e crer em seu coração que Ele ressuscitou dos mortos, você será salvo’”, contou ele.

James ressaltou que a ressurreição é a base para as outras doutrinas fundamentais da fé cristã.

“Não precisamos convencê-los da Trindade. Não precisamos convencê-los do nascimento virginal. Não precisamos convencê-los da história da Arca de Noé. Nada disso. Isso nunca está em jogo para mim. São essas duas coisas – o senhorio de Jesus e a ressurreição de Jesus Cristo”, afirmou.

Pregando em uma conversa de 30 minutos

Toda semana, o cientista conversa com pessoas diferentes, muitas delas com um nível alto de educação.

“Vejo pessoas passarem a acreditar na ressurreição física de Jesus Cristo com base nesta conversa de 30 minutos”, testemunhou James.

E observou: “Acho que a razão pela qual eles passaram a acreditar é a verdade, é porque a verdade da ressurreição já estava escrita em seus corações. Já está aí. Estou apenas os levando a um ponto de confessar o que já está lá”.

Através das conversas online, James Tour levou 107 pessoas a Cristo no ano passado. Ele revelou que tem um desejo ardente de alcançar as almas.

“Como Raquel gritou, dê-me filhos ou eu morro. Senhor, dá-me filhos, ou eu morro”, declarou ele.

Quando uma pessoa aceita Cristo após a conversa, o professor faz uma oração com ela baseada em Romanos 10:9.

Para cada recém convertido, James dá uma lição de casa: 5 minutos de estudo bíblico e meditação todas as manhãs, começando pela leitura do evangelho de João.

Conversão de James Tour

James Tour cresceu familiarizado com a cultura judaica e não entendia o verdadeiro conceito de pecado e sacrifício de Cristo.

Na faculdade, o judeu conheceu vários ‘cristãos nascidos de novo’ e essa expressão soou estranha para ele.

Um amigo que se disponibilizou a ajudá-lo a entender como a morte de Jesus preenche a lacuna criada pelo pecado, desenhou um homem na beira de um penhasco com a representação de Deus do outro lado e um grande abismo entre eles.

Mais tarde, ele leu o capítulo 53 de Isaías e viu como o Messias veio e se entregou pela humanidade.

Em 7 de novembro de 1977, James contou que estava sozinho em seu quarto e reconheceu que Jesus foi quem morreu na cruz para o salvar.

De acordo com o God Reports, ele foi nomeado “Cientista do Ano” pela revista R&D em 2013 e foi classificado como um dos 10 melhores químicos do mundo na última década, pela empresa canadense Thomson Reuters em 2009.

Contudo, mais do que qualquer uma de suas realizações, James afirmou que o que mais significa para ele é que: “Sou um judeu que acredita que Jesus é o Messias”.

Fonte: Guia-me com informações de Baptist Press

Após críticas, MTST exclui postagem sobre Jesus e diz que ela foi “inapropriada”

Publicação do MTST (Foto: MTST)
Publicação do MTST (Foto: MTST)

Após críticas, o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) apagou nesta quarta-feira, 3, um post que mostra Jesus crucificado acompanhado da mensagem “bandido bom é bandido morto”, publicada em seu perfil no X (antigo Twitter).

Em uma breve nota, a entidade afirmou que excluiu a postagem, 5 dias após a publicação, por considerá-la “inapropriada”.

“A coordenação considera que a postagem foi inapropriada e por isso foi deletada de suas redes. Reafirmamos o respeito às religiões cristãs e o compromisso com a liberdade de manifestação religiosa. Repudiamos as lideranças bolsonaristas que tentaram fazer uso político da situação”, declarou o movimento.

A controversa publicação do MTST foi publicada no último dia 29 de março, exatamente na data que marcou a Sexta-Feira Santa para os cristãos. Na imagem, soldados romanos olhavam para Jesus crucificado e diziam que “bandido bom é bandido morto” foi criticada por pastores.

Fonte: Pleno News

STJ condena Assembleia de Deus a pagar R$ 819 mil a filho de pastor falecido

Martelo da Justiça sobre uma Bíblia (Foto: Facebook)
Martelo da Justiça sobre uma Bíblia (Foto: Facebook)

A 3ª turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão que condenou a Igreja Assembleia de Deus a pagar R$ 819 mil de côngrua de jubilação ao filho de um pastor falecido. Por unanimidade, os ministros concluíram que essa verba tinha caráter contratual e que a sua falta de pagamento representa uma violação da boa-fé e da confiança nas relações contratuais.

A Igreja Assembleia de Deus em Volta Redonda, no RJ, contesta uma decisão que a obriga a pagar ao filho de um pastor falecido as diferenças devidas ao seu pai da côngrua de jubilação, no valor de R$ 819 mil, acrescidos de correção monetária desde cada vencimento e juros moratórios legais desde a citação. A igreja alega que o filho não tem legitimidade para entrar com a ação e destaca a necessidade de reabertura da fase processual de instrução devido à abertura do inventário dos bens deixados pelo pastor e da legitimidade da viúva para a ação.

Côngruas ou prebendas são os valores pagos ao Ministro de Confissão Religiosa para seu sustento, independentemente do tipo e da quantidade do trabalho executado.

Ao examinar o caso, a relatora, ministra Nancy Andrighi, destacou inicialmente a complexidade da questão e, em seguida, explicou que côngrua é uma verba de caráter alimentar paga pela organização religiosa aos seus ministros para seu sustento. Ela ressaltou que o pagamento obrigatório da côngrua, sujeito ao controle judicial, pode ser entendido à luz da evolução histórica de seu caráter tributário, fiscal e, em certos casos, contratual e civil.

Além disso, Nancy enfatizou que a natureza contratual da côngrua surge quando a entidade religiosa estabelece seu pagamento de forma obrigatória, fundamentada em regulamento interno e formalmente registrada. Nesses casos, “seu eventual inadimplemento pode ser apreciado pelo Poder Judiciário, sem que implique em interferência indevida do Poder Público no funcionamento da organização religiosa”.

No caso em questão, Nancy constatou que a organização religiosa havia reconhecido a obrigação de pagar a côngrua vitalícia de jubilação, mas deixou de pagar as diferenças devidas nos últimos anos de vida do jubilado, o que resultou no crédito que motivou a ação movida pelo herdeiro do falecido.

Nancy também ressaltou que o Tribunal de origem considerou que essa verba tinha natureza contratual e que sua falta de pagamento não era justificada, violando assim os princípios da boa-fé e da confiança nas relações contratuais. E, em sua visão, o entendimento do Tribunal a quo não implica em violação da autonomia das organizações religiosas.

Com base nesses argumentos, o recurso foi negado. O colegiado, por unanimidade, acompanhou o entendimento da relatora.

Fonte: Migalhas (https://www.migalhas.com.br/quentes/404714/stj-igreja-pagara-r-819-mil-de-congrua-a-filho-de-pastor-falecido)

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