A Igreja Batista de Água Branca (IBAB), sediada em São Paulo, passa por um momento de transição em sua liderança com a saída oficial do pastor Kenner Terra do cargo de presidente da instituição. O anúncio ocorreu durante uma assembleia ordinária com a membresia local, ocasião em que o teólogo realizou a leitura formal de sua carta de desligamento. O último período de ministração de Kenner no púlpito da comunidade está agendado para o próximo domingo.
O anúncio da renúncia dividiu as atenções de uma reunião que tinha como objetivo inicial a avaliação e prestação de contas do exercício financeiro correspondente ao ano de 2025. Membros presentes relataram que o clima durante a leitura do documento foi de surpresa e constrangimento, dado o peso do comunicado diante dos fiéis que acompanham a história da igreja.
Bastidores apontam foco em gestão e transição institucional
De acordo com apurações internas junto a integrantes que acompanham de perto o cotidiano da comunidade, a saída do pastor não possui qualquer relação com condutas de ordem moral ou pessoal. O real motivo do afastamento concentra-se em desafios de governança institucional e visões administrativas divergentes entre o novo modelo de liderança e os moldes tradicionais da estrutura eclesiástica anterior.
O cerne das discussões de bastidores envolve a análise de relatórios e auditorias financeiras internas, além de debates acerca dos vencimentos e ajudas de custo direcionados a lideranças de gestões passadas, historicamente ligadas ao pastor Ed René Kivitz. Questões estruturais, incluindo a circulação de arquivos de áudio entre conselheiros e debates sobre as diretrizes técnicas para preenchimento de funções ministeriais, também ampliaram os pontos de fricção nos últimos meses.
Encaminhamentos e o período de transição
Com a vacância da presidência, a liderança espiritual e administrativa imediata da IBAB ficará sob a tutela provisória do presbitério da igreja. Na esfera civil e representativa, o vice-presidente da instituição, Cláudio Manhães, assumirá as responsabilidades jurídicas e a assinatura legal pela comunidade até que os trâmites de transição e escolha de um novo líder sejam formalizados.
A diretoria e o conselho da IBAB seguem focados em garantir a continuidade das atividades ministeriais, cultos e projetos sociais característicos da instituição, prezando pela transparência e pelo bem-estar de toda a congregação durante este processo de mudanças.
Ernest N. Rugero é um cristão ex-muçulmano. (Foto: Reprodução/Revive)
Após uma profunda crise de fé que o levou à depressão e ao ateísmo, Ernest N. Rugero, que cresceu em um lar cristão no Quênia e posteriormente se converteu ao islamismo na adolescência, reencontrou seu propósito de vida após uma experiência sobrenatural. Ele descreve ter tido um sonho onde Jesus se apresentou como o Messias, restaurando sua identidade e o impulsionando a uma nova jornada espiritual.
Nascido no Congo, Ernest foi criado em uma família cristã, mas decidiu se converter ao islamismo enquanto frequentava uma escola muçulmana. Essa decisão causou decepção aos seus pais, que, apesar de desapontados, mantiveram o amor e a esperança em seu retorno à fé cristã. Com o tempo, Rugero passou a comparar os ensinamentos da Bíblia e do Alcorão, levantando questionamentos sobre o que lhe era ensinado. A menor frequência de menções a Maomé em comparação a Jesus e as descrições do nascimento e vida de Cristo o levaram a buscar a verdade.
Os questionamentos intensos resultaram em sua expulsão da escola. Ele lutou contra a depressão, chegou a perder a fé e a se declarar ateu por um período. A virada ocorreu durante um sonho vívido onde Jesus e Maomé apareceram. Segundo seu relato, Maomé se apresentou e testemunhou sobre Jesus como o Messias vindouro, ao que Jesus respondeu afirmando ser o Messias, a Verdade, e ter vindo para libertá-lo. Rugero descreveu sentir um alívio imediato e a dissipação de sua depressão.
Ao acordar, Ernest compartilhou o sonho com sua mãe, que contatou seu pai, missionário na Holanda. Surpreendentemente, o pai já havia recebido uma visão sobre o ocorrido. Duas semanas depois, Ernest foi matriculado em uma escola cristã, tornando-se capelão escolar e servindo ativamente após a formatura em campanhas evangelísticas. Ele também se dedicou a evangelizar seus antigos amigos muçulmanos, alguns dos quais também aceitaram Jesus, mas enfrentaram expulsão familiar.
Atualmente, Ernest N. Rugero reside na Holanda, formou-se em teologia e atua em ministérios estudantis e projetos missionários na Europa e África. Uma campanha evangelística no Quênia resultou em cerca de 1.500 conversões, com muitos envolvidos ativamente no ministério posteriormente. Seu objetivo declarado é alcançar aqueles que ainda não conhecem o Evangelho, conectar a igreja global e levar a mensagem de Jesus Cristo às nações.
Ele lidera o OneAccord Revival Ministry, focado em ações evangelísticas, discipulado e oração. Recentemente, uma campanha no Burundi atraiu cerca de dez mil pessoas, com três mil decidindo seguir Jesus, e mais de mil novos convertidos já foram batizados e integrados a grupos de discipulado. Para os próximos anos, Rugero planeja turnês pela Europa e novas campanhas na Etiópia e outros países, acreditando na atração divina das pessoas a Deus, o que levará ao reenchimento de estádios com adoradores.
Edir Macedo é líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (Foto: Reprodução)
A deflagração da Operação Miragem pela Polícia Federal, nesta terça-feira, 23, que resultou no bloqueio de até R$ 670,3 milhões em bens e valores do Banco Digimais, trouxe à tona não apenas investigações sobre graves crimes financeiros, mas também o histórico da instituição e a deterioração de sua credibilidade no mercado financeiro às vésperas da ação policial.
O banco é controlado majoritariamente pelo bispo Edir Macedo, fundador e líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). A investigação da PF aponta indícios de gestão fraudulenta, maquiagem contábil sistemática para ocultar prejuízos e a criação de receitas artificiais na casa dos centenas de milhões de reais, com base em relatórios do Banco Central.
Entre os alvos de busca e apreensão estão diretores e conselheiros do Digimais, além de diretores da gestora de fundos ID Serviços Financeiros, que prestava serviços para o banco de Edir Macedo. Ambas as empresas foram procuradas mas não responderam.
As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
A PF cumpriu mandados em endereços ligados a:
Marcelo de Lima Brasil, diretor jurídico do Digimais
João Alves de Campos, presidente interino do banco
Rodrigo Ruggero, diretor contábil do banco
João Luiz Urbaneja, bispo da Igreja Universal do Reino de Deus e conselheiro do Digimais
Thiago Rodrigues Urbaneja, bispo da Igreja Universal do Reino de Deus e conselheiro do Digimais
José Roberto Giancoli Filho, gestor de fundo do Digimais adminsitrado pela ID Serviços Financeiros
Rodrigo Balassiano, diretor da ID Serviços Financeiros
Banco Digimais
ID Serviços Financeiros
Rebaixamento de risco na véspera da operação
Refletindo a fragilidade institucional que já vinha sendo monitorada pelos bastidores do mercado, uma proeminente agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito (rating) do Banco Digimais exatamente na véspera da operação da Polícia Federal.
O rebaixamento técnico justificou-se pela deterioração dos indicadores de liquidez da instituição, alta concentração de carteira em ativos de risco (como o financiamento de veículos de perfil subprime) e recorrentes pressões sobre a rentabilidade do banco. Para analistas do setor, a decisão da agência já sinalizava uma severa desconfiança do mercado financeiro quanto à governança e à sustentabilidade das operações da entidade.
A aquisição: de Banco Renner a Digimais
O Banco Digimais entrou oficialmente para o portfólio de negócios de Edir Macedo em 2020. Na ocasião, o líder religioso adquiriu o controle da instituição que pertencia tradicionalmente à família Renner, do Rio Grande do Sul (entidade sem ligação com a rede de lojas de departamento homônima).
Após a compra, o banco passou por um processo de rebranding, sendo rebatizado como Banco Digimais, e migrou suas operações com foco no ambiente digital e na concessão de crédito. O histórico da instituição sob a nova gestão, contudo, passou a acumular questionamentos e investigações sobre privilégios na concessão de financiamentos e favorecimento de pessoas ligadas à cúpula da organização.
O perfil de Edir Macedo
Alvo da investigação na condição de proprietário majoritário, embora não tenha sido alvo direto dos mandados de busca por residir no exterior, Edir Macedo possui uma trajetória marcada pela expansão de um império que une liderança religiosa e empresarial. Além da própria Igreja Universal, o bispo é o principal acionista da Record TV e acumula investimentos no setor bancário e imobiliário.
Ao longo de décadas, a atuação do líder evangélico tem sido acompanhada por intensos debates públicos e contestações jurídicas. Críticos e antigos processos judiciais já o acusaram de charlatanismo e estelionato em virtude da teologia da prosperidade pregada por sua denominação — acusações que a liderança da igreja sempre rechaçou veementemente, classificando-as como perseguição religiosa.
Até o momento, a diretoria do Banco Digimais, a defesa dos investigados e a assessoria de Edir Macedo não emitiram pronunciamentos oficiais sobre o desdobramento da operação policial e o rebaixamento da nota de risco.
A Copa do Mundo da FIFA de 2026 tornou-se uma plataforma para sociedades bíblicas e ministérios cristãos em toda a América do Norte distribuírem recursos bíblicos, organizarem iniciativas de oração e envolverem os torcedores com a mensagem cristã.
Nos três países anfitriões do torneio, organizações lançaram iniciativas que combinam futebol, estudo bíblico, evangelismo e oração. Embora os programas variem, compartilham um objetivo comum: usar a atenção global em torno da Copa do Mundo para alcançar novos públicos.
Nos Estados Unidos, a Sociedade Bíblica Americana promoveu o Novo Testamento para Esportes Juvenis, uma edição especial do Novo Testamento destinada a jovens atletas, treinadores, pais e líderes de equipe. O recurso inclui leituras bíblicas, testemunhos pessoais e materiais que conectam valores como perseverança, disciplina, liderança e trabalho em equipe com a fé.
A organização afirmou que o recurso ajuda os jovens a aplicar princípios bíblicos dentro e fora de campo. O projeto faz parte de um esforço mais amplo para envolver as gerações mais jovens com as Escrituras por meio do esporte.
No México, a Sociedade Bíblica Mexicana participou das ações de divulgação da Copa do Mundo, desenvolvendo materiais direcionados aos torcedores de futebol. Conforme noticiado pelo Diario Cristiano, edição em espanhol do Christian Daily International, a organização produziu um livreto evangelístico intitulado “Determinados a Fazer o Que É Certo!”, que combina conteúdo relacionado ao torneio com uma apresentação da mensagem cristã e da salvação.
O livreto faz parte de uma iniciativa mais ampla liderada por igrejas e ministérios evangélicos no México. Os organizadores planejam distribuir milhares de recursos evangelísticos e mobilizar voluntários nas cidades anfitriãs para compartilhar o evangelho por meio de conversas pessoais, eventos públicos e materiais impressos.
No Canadá, a Sociedade Bíblica Canadense disponibilizou uma série devocional chamada “Devocionais de 30 Dias da Copa do Mundo da FIFA” por meio de sua plataforma “Minha Bíblia”. O recurso online oferece 30 dias de leituras bíblicas e reflexões inspiradas pelo torneio.
Cada devocional inclui passagens bíblicas, perguntas para reflexão e sugestões de oração. A série incentiva os fãs a conectarem a emoção da Copa do Mundo com temas bíblicos como esperança, perseverança, unidade e confiança em Deus.
Outra iniciativa internacional, a Jornada da Copa do Mundo Bíblica, convida os participantes a acompanhar o torneio por meio de leituras bíblicas diárias e orações pelas equipes participantes e pelas nações que representam.
Os organizadores afirmam que a Copa do Mundo oferece uma oportunidade única para incentivar o estudo da Bíblia em escala global. O projeto inclui recursos para igrejas, famílias, grupos de jovens e torcedores interessados em abordar o torneio sob uma perspectiva espiritual.
Esses esforços refletem uma tendência mais ampla entre as sociedades bíblicas em todo o mundo. À medida que grandes eventos globais atraem bilhões de espectadores, as organizações estão cada vez mais desenvolvendo recursos que conectam as Escrituras a momentos culturais e alcançam pessoas que normalmente não frequentam igrejas ou programas religiosos.
O torneio ampliado, organizado em conjunto pelos Estados Unidos, Canadá e México e com a participação de 48 seleções nacionais, levou sociedades bíblicas e ministérios cristãos a desenvolverem novas iniciativas de divulgação voltadas para fãs, atletas e visitantes de todo o mundo.
Bandeira da China acenando em um mastro em um céu azul (Foto: Canva Pro)
Nove membros da Igreja Zion foram libertados na China após mais de oito meses detidos, em um desenvolvimento que traz alívio para a denominação, mas que ainda deixa seus líderes sob acusações mais graves. A liberação, informada pela própria igreja, ocorreu após o término do período máximo de detenção investigativa permitido pela lei chinesa, conforme comunicado divulgado na sexta-feira (19). Familiares e outros fiéis receberam os cristãos em Beihai, indicando que eles aparentavam estar em boa condição física e mental.
Este evento marca um capítulo na perseguição que a Igreja Zion, uma das maiores redes de igrejas domésticas do país, tem enfrentado desde seu fechamento oficial em 2018. Enquanto nove membros recuperam sua liberdade, a situação para os pastores e líderes da congregação permanece incerta e mais sombria, com alegações que podem resultar em sentenças severas.
Os nove cristãos que foram libertados são Sun Cong, Liu Jiang, Li Shengjuan, Wei Yunfei, An Mei, Zhan Ge, Hu Yanzi, Mei Liming e Zhu Mingli. Sua soltura é vista como um passo positivo por organizações que monitoram a liberdade religiosa na China, como a ChinaAid. Bob Fu, presidente da ChinaAid, expressou que a liberação é uma resposta às orações de muitos e um desenvolvimento bem-vindo para os fiéis que estiveram detidos injustamente por mais de oito meses.
O reencontro dos nove membros com suas famílias fora do centro de detenção foi um momento de celebração, evidenciando a importância da comunidade e do apoio mútuo em tempos de adversidade. A boa condição aparente dos libertados, tanto física quanto mental, também é um ponto de alívio para a igreja e seus apoiadores.
Em contraste com a liberação dos nove membros, os líderes da Igreja Zion continuam detidos e agora enfrentam acusações significativamente mais sérias. Segundo a ChinaAid, promotores avançaram com processos legais contra pastores e anciãos, incluindo o pastor fundador Ezra Jin Mingri. As novas acusações incluem “operações comerciais ilegais” e “fraude”, termos que a igreja refuta veementemente.
Os pastores Ezra Jin Mingri, Wang Lin, Gao Yingjia, Yin Huibin, Liu Zhenbin, Lin Shucheng, Wang Cong, o ancião Wang Zhong e Wu Qiuyu foram transferidos para a Procuradoria do Povo do Distrito de Yinhai, em Beihai, para que os processos sejam formalizados. Advogados da Igreja Zion relatam dificuldades em obter acesso completo aos arquivos de acusação, e as definições finais sobre as penalidades para cada líder ainda não foram estabelecidas. A equipe jurídica já planeja apresentar defesas baseadas na inocência.
Igreja nega acusações e defende liberdade religiosa
Em resposta às alegações, a denominação Zion emitiu uma declaração pública negando categoricamente as acusações de “operações comerciais ilegais” e “fraude”. A igreja argumenta que suas atividades de treinamento bíblico não constituem um negócio ilegal e que as ofertas recebidas são doações voluntárias, em conformidade com suas práticas de fé. A Zion apela aos promotores para que retirem as acusações e reforcem o respeito à liberdade religiosa na China.
A Zion foi fundada pelo pastor Mingri em 2007 e cresceu para aproximadamente 10 mil fiéis em 40 cidades, tornando-se uma das maiores redes de igrejas domésticas do país. Sua proibição oficial ocorreu em setembro de 2018, após resistir à instalação de câmeras de vigilância em sua sede em Pequim.
Histórico de perseguição e apoio internacional
O caso remonta a outubro de 2025, quando cerca de 30 membros e líderes da Igreja Zion foram detidos em operações noturnas coordenadas em diversas cidades chinesas. A perseguição governamental contra a igreja se intensificou desde 2018, com investigações e fechamento de muitas de suas filiais.
A situação tem gerado repercussão internacional. O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, manifestou-se exigindo a libertação dos líderes, descrevendo a repressão como uma demonstração da hostilidade do Partido Comunista Chinês contra cristãos que recusam a interferência em sua fé e optam por cultuar em igrejas domésticas não registradas. Ex-altos funcionários do governo americano, como Mike Pence e Mike Pompeo, também condenaram as prisões. Pastores e congregações, tanto na China quanto nos Estados Unidos, têm se unido em pedidos pela libertação dos detidos.
A China ocupa atualmente a 17ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2026, compilada pela Missão Portas Abertas, um indicativo do cenário de desafios para a liberdade religiosa no país. A esperança é que a pressão internacional e os trâmites legais possam, eventualmente, levar à absolvição dos líderes e ao fim da perseguição contra a Igreja Zion.
A ex-atriz da Globo, Bruna Hamú, e o marido, Leonardo Feltrim, foram consagrados ao ministério pastoral (Foto: Reprodução/Instagram/Bruna Hamú)
A ex-atriz Bruna Hamú, conhecida por seu papel em “Malhação: Sonhos”, e seu marido, Leonardo Feltrim, foram consagrados ao ministério pastoral no último sábado (20), em São Paulo. A cerimônia ocorreu durante a conferência Voz de Sião 2026, promovida pela Zion Church, onde o casal recebeu a unção e palavras proféticas para sua nova missão.
O casal foi oficialmente ordenado para liderar a filial da igreja em Portimão, Portugal. Durante o ritual, diante dos presentes, o casal demonstrou seu compromisso e recebeu bênçãos específicas para o trabalho na Europa. “Nós oramos agora, chamando à existência, uma grande onda de salvação no sul da Europa. Que haja um romper. A partir desse momento, haverá uma mudança no ministério de vocês. Nós abençoamos agora vocês em nome de Jesus”, foram as palavras proféticas direcionadas a eles.
O pastor Teo Hayashi, líder da Zion Church, questionou o casal sobre sua disposição em depender de Deus e da graça divina para o exercício do ministério. Após a confirmação, Teo oficializou a ordenação pastoral. A pastora Junia Hayashi também ministrou, enfatizando a unção do casal para serem pioneiros e desbravadores em seu novo chamado.
Leonardo Feltrim expressou a emoção pela nova etapa em sua vida ao lado da esposa, descrevendo a ordenação como um marco em sua jornada. Ele destacou a continuidade do legado da Zion Church, fundadora há quase 49 anos pela pastora Sarah Hayashi. Segundo ele, Deus tem escrito uma história de fidelidade através da liderança de Teo e Junia Hayashi, e é uma honra fazer parte disso. “Somos profundamente gratos aos nossos pastores e líderes e a todos que caminharam conosco, investindo em nossas vidas e nos apontando para Cristo ao longo dos anos”, afirmou Leonardo, expressando o desejo de que o Senhor conceda graça, sabedoria e um coração humilde para servir à igreja e permanecer fiel ao chamado para Zion Portimão e para as nações. “Que este seja apenas o início de um novo tempo, vivido em total dependência Dele e para a glória Dele”, acrescentou.
A conferência Voz de Sião 2026 também celebrou a ordenação episcopal de Teófilo Hayashi, pastor sênior da Zion Church e fundador do Movimento Dunamis. A cerimônia, realizada no domingo (21), reuniu diversas lideranças cristãs para reconhecer o chamado de Teo ao episcopado, em um processo de preparação que durou mais de dois anos.
A Zion Church explicou que a expansão da igreja para dezenas de localidades mundialmente justificou a ordenação episcopal de Teófilo Hayashi. Ele recebeu a imposição de mãos de bispos e pastores, sendo oficialmente reconhecido como bispo, função que na tradição cristã se refere à supervisão espiritual de igrejas e líderes, sendo um “pastor de pastores”.
Junia Hayashi homenageou o marido no Instagram, desejando que ele preserve sua aliança com Cristo, seja fiel em amor, íntegro em caráter e um servo da igreja, guardião de sua unidade e defensor de sua pureza. Ela reafirmou o apoio familiar ao chamado espiritual que assumem juntos.
Leonardo concluiu refletindo sobre a importância desses dias para a história da Zion Church, que marcam o início de uma nova estação. Ele reiterou o compromisso em servir à igreja, formar discípulos e viver com fidelidade o chamado recebido.
A Aliança Evangélica do Reino Unido afirma que as redes sociais causam “danos reais” aos jovens, mas uma proibição governamental não é uma “solução mágica” para protegê-los.
O governo anunciou em 15 de junho que “as crianças terão sua infância de volta”, com a notícia de que pessoas com menos de 16 anos enfrentariam uma proibição de usar plataformas de mídia social, “com menos tempo para navegar e mais tempo para brincar”.
Ao anunciar a proibição, o governo planejou seguir o mesmo modelo usado na Austrália para a proibição de redes sociais. Isso inclui medidas de verificação de idade destinadas a garantir o cumprimento das regras e impedir que crianças burlem as medidas de segurança.
“Isso abrangeria plataformas de usuário para usuário, cujo objetivo é possibilitar a interação social e que permitem aos usuários publicar conteúdo, juntamente com algoritmos”, disse o governo.
“Portanto, a proibição incluirá plataformas como Snapchat, TikTok, YouTube, Instagram, Facebook e X. Não pretendemos que serviços de mensagens como WhatsApp e Signal sejam incluídos na proibição das redes sociais.”
As restrições do Reino Unido seguem uma crescente resposta global de governos preocupados com o impacto das redes sociais sobre as crianças.
A Reuters informou que autoridades em diversos países, incluindo Austrália, China, Dinamarca, França, Espanha, Alemanha, Grécia, Itália, Índia, Malásia, Noruega, Polônia, Eslovênia, Suécia, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e União Europeia, introduziram restrições ao uso de redes sociais por jovens.
O governo do Reino Unido afirmou que seus próprios planos estabelecerão um “novo normal para as gerações futuras”, “dando início a uma mudança cultural e impulsionando a luta do governo para dar a todas as crianças o melhor começo de vida”.
Os planos também incluem restrições à transmissão ao vivo e a recursos que permitem que crianças se comuniquem com estranhos.
“Essas restrições — que, juntamente com a proibição, vão além das proteções introduzidas por qualquer outro país — serão aplicadas a uma gama mais ampla de serviços online, incluindo sites de jogos”, afirmou o governo.
O primeiro-ministro Keir Starmer disse que os pais querem manter seus filhos seguros e felizes, mas o mundo online tornou isso mais difícil do que nunca.
“Ouvi em primeira mão famílias clamando por mudanças e faremos o que é certo para elas”, disse Starmer.
“É por isso que estamos indo além de qualquer outro país do mundo, proibindo as redes sociais para menores de 16 anos e implementando proteções mais amplas para devolver a infância às crianças.
“Esta é uma linha divisória. As gigantes da tecnologia tiveram a sua oportunidade e falharam, mas nós estamos a entrar em ação para proteger as crianças, apoiar os pais e estabelecer um novo normal para as gerações futuras.”
De acordo com o governo, os chatbots de “companheiros românticos” com inteligência artificial — projetados para simular relacionamentos românticos ou sexuais e cenários de dramatização — serão restritos a usuários com 18 anos ou mais.
A secretária de Tecnologia, Liz Kendall, classificou a medida como um “passo ousado e significativo” na criação de um ambiente online mais seguro e saudável para crianças e futuras gerações.
“As empresas de tecnologia tiveram inúmeras oportunidades de manter as crianças seguras, mas não fizeram nada”, disse Kendall.
“É por isso que estamos tirando o poder das mãos das gigantes da tecnologia e devolvendo-o aos pais.”
“O que sempre me motivou foi dar a todas as crianças, independentemente de sua origem, o melhor começo de vida possível. É isso que essas regulamentações proporcionarão.”
Mark Gilmore, consultor de políticas da Aliança Evangélica do Reino Unido (UK EA), disse ao Christian Daily International que a proibição das redes sociais provavelmente não terá o efeito desejado na proteção das crianças.
“A proibição das redes sociais não é uma solução mágica, e muitos jovens encontrarão maneiras de contorná-la”, disse Gilmore.
“Mas as redes sociais causaram danos reais ao bem-estar, aos relacionamentos e à segurança das crianças. A Aliança Evangélica tem defendido consistentemente uma responsabilização ainda maior das empresas de tecnologia e tem respondido a consultas e interagido com parlamentares para defender uma maior segurança online.”
Gilmore afirmou que a EA do Reino Unido acredita que os jovens foram feitos para relacionamentos verdadeiros com Deus e uns com os outros.
“À medida que essas mudanças entram em vigor, as igrejas têm a oportunidade de investir nos jovens por meio de espaços que oferecem amizade genuína, senso de pertencimento e apoio”, acrescentou.
Funeral de cristãos mortos na Nigéria (Foto: Reprodução)
Segundo fontes, pastores fulani mataram mais de 20 cristãos em um ataque na madrugada de segunda-feira (22 de junho) no estado de Plateau, na Nigéria.
Os agressores invadiram a vila predominantemente cristã de Kawel, no condado de Bokkos, às 2h da manhã, disse Dorcas Ishaya, moradora da região, ao Christian Daily International-Morning Star News.
“Os fulanis invadiram a comunidade de Kawel, na área de Mushere, por volta das 2h da manhã, matando mais de 20 cristãos e ferindo muitos outros”, disse Ishaya.
O residente Tongret Ezekiel disse que, após a invasão do distrito de Mushere por “terroristas fulani” às 2h da manhã, as forças de segurança nigerianas foram alertadas, mas não responderam até o amanhecer.
“Agora que chegaram, sua principal preocupação parece ser levar os corpos daqueles mortos pelos terroristas”, disse Ezequiel ao Christian Daily International-Morning Star News. “As autoridades nigerianas falharam em proteger a vida e os bens dos cristãos quando mais importava, mas agora parecem estar mais interessadas nos mortos do que nos vivos.”
“Por favor, o governo nigeriano deveria nos deixar em paz para lamentar e enterrar nossos entes queridos. Mais de 20 cristãos foram mortos em uma única noite. Isso é de partir o coração, devastador e inaceitável.”
Em 16 de junho, “terroristas fulani armados” emboscaram e mataram Samuel Alaket, um líder comunitário cristão e chefe do distrito de Gwande, no condado de Bokkos, de acordo com o Conselho Tradicional do Governo Local de Bokkos.
“Sua Alteza Real Saf Samuel Alaket, chefe do distrito de Gwande, havia participado de uma reunião do conselho tradicional e estava a caminho de sua comunidade quando foi emboscado e morto a tiros por terroristas fulani na estrada Sha-Gwande”, disse o conselho em um comunicado à imprensa. “Este infeliz incidente aprofundou ainda mais a dor e a preocupação na comunidade cristã de Bokkos. Oramos pelo descanso eterno de sua alma e estendemos nossas sinceras condolências à sua família, ao distrito de Gwande, ao Conselho Tradicional de Bokkos e a todo o povo de Bokkos.”
De acordo com a Lista Mundial da Perseguição 2026 (LMP) da Portas Abertas, mais cristãos foram mortos na Nigéria do que em qualquer outro país entre 1º de outubro de 2024 e 30 de setembro de 2025. Dos 4.849 cristãos mortos em todo o mundo por causa de sua fé durante esse período, 3.490 – 72% – eram nigerianos, um aumento em relação aos 3.100 do ano anterior. A Nigéria ocupa o 7º lugar na lista da Lista Mundial da Perseguição 2026 dos 50 países onde é mais difícil ser cristão.
Com milhões de habitantes espalhados pela Nigéria e pelo Sahel, os fulanis, predominantemente muçulmanos, compreendem centenas de clãs de diversas linhagens que não sustentam visões extremistas, mas alguns fulanis aderem à ideologia islâmica radical, conforme observou o Grupo Parlamentar Multipartidário para a Liberdade Internacional de Crença (APPG) do Reino Unido em um relatório de 2020 .
“Eles adotam uma estratégia comparável à do Boko Haram e do ISWAP e demonstram uma clara intenção de atacar cristãos e símbolos importantes da identidade cristã”, afirma o relatório do APPG.
Líderes cristãos na Nigéria afirmaram acreditar que os ataques de pastores contra comunidades cristãs na região central do país são motivados pelo desejo de tomar à força as terras dos cristãos e impor o islamismo, já que a desertificação tem dificultado a criação de seus rebanhos.
Na região Centro-Norte do país, onde os cristãos são mais comuns do que no Nordeste e Noroeste, milícias extremistas islâmicas Fulani atacam comunidades agrícolas, matando centenas de pessoas, sobretudo cristãos, segundo o relatório. Grupos jihadistas como o Boko Haram e o grupo dissidente Estado Islâmico na Província da África Ocidental (ISWAP), entre outros, também atuam nos estados do norte do país, onde o controle do governo federal é escasso e os cristãos e suas comunidades continuam sendo alvos de ataques, violência sexual e assassinatos em bloqueios de estradas, de acordo com o relatório. Os sequestros para resgate aumentaram consideravelmente nos últimos anos.
A violência se espalhou para os estados do sul, e um novo grupo terrorista jihadista, o Lakurawa, surgiu no noroeste, armado com armamento avançado e uma agenda islâmica radical, observou o LMP. O Lakurawa é afiliado à insurgência expansionista da Al-Qaeda, Jama’a Nusrat ul-Islam wa al-Muslimin, ou JNIM, originária do Mali.
Jogadores cristãos na Copa do Mundo FIFA 2026 (Foto: Reprodução/X)
A Copa do Mundo está em andamento, capturando a atenção de milhões de fãs em todo o planeta. A cada quatro anos, o torneio desperta paixão, drama e orgulho nacional, criando momentos inesquecíveis. No entanto, em meio aos gols, troféus e comemorações, alguns jogadores estão usando o maior palco do futebol para olhar além de si mesmos e glorificar a Deus.
Para esses jogadores de futebol, a fé não é simplesmente uma crença privada reservada aos domingos. Ela molda a forma como lidam com o sucesso, reagem aos reveses e usam sua influência. Aqui estão cinco jogadores cristãos para ficar de olho na Copa do Mundo FIFA 2026.
Marc Guéhi (Inglaterra)
O zagueiro inglês Marc Guéhi se tornou um dos defensores mais respeitados do futebol mundial. Nascido na Costa do Marfim e imigrado para o Reino Unido ainda criança, Guéhi foi descoberto por um olheiro do Chelsea aos seis anos de idade e se desenvolveu nas categorias de base do clube.
Após uma passagem de sucesso pelo Crystal Palace, onde capitaneou o clube na conquista da FA Cup em 2025, Guéhi se transferiu para o Manchester City e é uma figura chave para a seleção inglesa na Copa do Mundo de 2026.
Sua fé cristã tem sido central em sua vida desde cedo. Seu pai, John Guéhi, pastoreia uma igreja no sul de Londres, e Marc frequentemente fala sobre a influência de sua educação. Ele costuma ter versículos bíblicos inscritos em suas botas, incluindo Isaías 54:17: “Nenhuma arma forjada contra você prevalecerá”.
Guéhi ganhou destaque internacional ao escrever “Jesus te ama” na braçadeira de capitão de um jogador do Rainbow Pride durante uma partida da Premier League. Embora o gesto tenha resultado em uma repreensão da Federação Inglesa de Futebol (FA), também gerou ampla discussão sobre fé, liberdade de expressão e testemunho cristão no futebol profissional.
Bukayo Saka (Inglaterra)
Poucos jogadores conquistaram o coração dos torcedores ingleses como Bukayo Saka. Nascido em Londres, filho de pais nigerianos, Saka surgiu nas categorias de base do Arsenal e se tornou uma das maiores estrelas do clube, ajudando-o a conquistar o título da Premier League na temporada 2025-26.
Internacionalmente, Saka tem sido um jogador crucial para a Inglaterra, participando das finais do Euro 2020 e do Euro 2024 e marcando três gols na Copa do Mundo de 2022 no Catar.
Apesar de sua ascensão meteórica, Saka sempre coloca sua fé acima do futebol. Em uma entrevista durante a Copa do Mundo de 2022 , ele disse: “É muito importante ter a presença de Deus em mim o tempo todo, e isso me dá mais confiança de que o plano de Deus é perfeito, para que eu possa entrar em campo sabendo que Deus está me protegendo.”
Saka já falou diversas vezes sobre a importância de sua fé cristã e o papel que ela desempenha em todas as áreas de sua vida. No Arsenal, ele faz parte de um grupo de jogadores cristãos carinhosamente conhecidos como os “irmãos da Bíblia”, ao lado de Eberechi Eze e Noni Madueke. Seus companheiros de equipe frequentemente comentam como sua fé influencia sua atitude, humildade e caráter, tanto dentro quanto fora de campo.
Christian Pulisic (Estados Unidos)
Apelidado de “Capitão América”, Christian Pulisic se tornou o rosto do futebol americano.
Criado na Pensilvânia, Pulisic mudou-se para a Alemanha na adolescência e desenvolveu-se no Borussia Dortmund, onde se tornou um dos jovens talentos mais promissores da Bundesliga. Transferiu-se para o Chelsea em 2019 e, desde que se juntou ao AC Milan em 2023, tornou-se um dos jogadores de ataque de maior destaque da Série A.
Pela seleção masculina dos Estados Unidos, Pulisic já se consolidou entre os maiores jogadores do país, tornando-se um de seus principais artilheiros e ajudando a levar a equipe às oitavas de final da Copa do Mundo de 2022 com um gol decisivo contra o Irã.
Ao longo de sua carreira, ele falou frequentemente sobre sua dependência de Deus. Após uma partida da Liga dos Campeões em 2021 , Pulisic disse: “Tive que provar meu valor repetidas vezes. Mas, como sempre, recorro a Deus e Ele me dá forças. Com isso, nada pode me parar, de verdade.”
Seus comentários refletem um tema recorrente entre muitos atletas cristãos: a confiança enraizada não apenas na habilidade pessoal, mas na fé na presença e no propósito de Deus.
Alisson Becker (Brasil)
O Brasil já revelou alguns dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, e o goleiro Alisson Becker é amplamente considerado um dos melhores em sua posição.
Alisson começou sua carreira no Internacional, no Brasil, onde conquistou o Campeonato Gaúcho em 2014 e 2015, antes de se transferir para a Roma, na Itália, em 2016. Suas atuações lhe renderam uma transferência para o Liverpool em 2018, por um valor que, na época, era recorde mundial para um goleiro. Desde que chegou a Anfield, o time conquistou a Premier League, a Liga dos Campeões, a Copa da Inglaterra e a Copa da Liga Inglesa, além de receber o prêmio de Melhor Goleiro do Mundo da FIFA.
Agora goleiro titular da seleção brasileira pela terceira Copa do Mundo consecutiva, Alisson continua a falar abertamente sobre sua fé. Ao escrever sobre sua jornada cristã , ele explicou: “A verdadeira fé chegou para mim mais tarde na vida. A fé não é algo que possa ser visto, ou mesmo expresso em palavras. É uma força mais poderosa do que um simples sentimento ou um slogan. É a confiança plena no Filho de Deus, Jesus Cristo.”
Sua fé é evidente além das declarações públicas. Em 2020, Alisson batizou seu companheiro de equipe do Liverpool, Roberto Firmino, na piscina de sua casa. Ele também falou sobre a diferença entre religião e um relacionamento pessoal com Cristo , dizendo: “Não sou religioso. Sou um seguidor de Cristo. A religião muitas vezes está ligada a tradições que obscureceram a verdadeira mensagem do cristianismo. Jesus é muito maior que a religião.”
Noah Sadiki (República Democrática do Congo)
Com apenas 21 anos, Noah Sadiki representa uma das estrelas em ascensão desta Copa do Mundo.
Nascido em Bruxelas, Sadiki passou pelas categorias de base do Anderlecht antes de jogar no Union Saint-Gilloise e no Sunderland. Desde que se juntou ao Sunderland em 2025, ele se adaptou rapidamente ao futebol da Premier League e recebeu elogios por sua energia, capacidade atlética e habilidade técnica.
Embora tenha representado a Bélgica nas categorias de base, Sadiki optou por jogar internacionalmente pela República Democrática do Congo. O torneio de 2026 marca um momento histórico para a nação, que fará sua primeira aparição em uma Copa do Mundo desde 1974, quando competiu como Zaire.
Sadiki também não se desculpa por sua fé cristã. “Sinto-me bem falando sobre minha fé porque ela me traz paz e agradeço todos os dias ao meu Senhor e Salvador por me dar mais um dia para desfrutar do esporte que pratico desde jovem”, disse ele .
Após sua primeira participação na Copa Africana de Nações, jornalistas lhe perguntaram sobre o segredo por trás de suas boas atuações. Em vez de dar uma resposta longa, Sadiki simplesmente mostrou sua Bíblia.
Considerações finais
A Copa do Mundo costuma ser uma vitrine de talento extraordinário, orgulho nacional e drama esportivo. No entanto, para esses jogadores, o torneio também é uma oportunidade de testemunhar algo maior do que o futebol.
Seja por meio de versículos bíblicos nas chuteiras, testemunhos públicos, batismos, entrevistas pós-jogo ou simples atos de gratidão, esses jogadores lembram aos fãs que fé e esporte não precisam existir em mundos separados.
Enquanto milhões de pessoas sintonizam para assistir ao desenrolar da partida, elas esperam levantar o troféu mais cobiçado do futebol. Mas elas também fazem parte de um número crescente de jogadores que buscam usar o maior palco esportivo do mundo para levar as pessoas a Cristo.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Bandeira dos EUA e duas cruzes no topo de uma igreja (Foto: Canva Pro)
Uma nova pesquisa de opinião do Gallup sugere que, embora a maioria dos americanos acredite que seu país se beneficiaria se mais pessoas fossem religiosas, essa proporção diminuiu.
Quase dois terços (65%) acreditavam que mais pessoas religiosas seriam boas para o país, uma queda em relação aos 75% que concordavam com essa opinião em 2013.
Ao mesmo tempo, a proporção de pessoas que acreditam que uma maior religiosidade seria prejudicial para a sociedade aumentou de 17% para 22%.
Analisando os dados por diferentes grupos demográficos, a pesquisa da Gallup mostra que a mudança de atitudes não está ocorrendo de forma generalizada. Entre os eleitores republicanos e católicos, a proporção daqueles que acreditam que a fé é benéfica para o país aumentou desde 2013.
Em todos os outros grupos analisados, os números caíram. As maiores quedas foram entre mulheres, pessoas de 18 a 34 anos, pessoas com algum nível de ensino superior e eleitores democratas, todos os quais apresentaram uma queda de 16% na percepção de que a fé é boa para o país.
Talvez surpreendentemente, mesmo entre aqueles que frequentam um culto religioso pelo menos uma vez por semana, a proporção dos que acreditam que a fé é boa para o país caiu 5%. Os protestantes e os membros de igrejas não denominacionais também registraram uma queda de 7% desde 2013.
A pesquisa mostrou que todos os grupos demográficos são mais propensos a acreditar que as políticas governamentais impactam os valores morais.
Entre 2006 e 2026, a proporção de pessoas que acreditavam nisso aumentou de 59% para 69%. A maior mudança foi observada entre os jovens de 18 a 34 anos e entre aqueles sem filiação religiosa, que apresentaram um aumento de 19% na crença de que as políticas governamentais impactam os valores morais.
A menor mudança foi observada na faixa etária de 35 a 54 anos, em que 61% concordavam com a afirmação em 2006 e 63% neste ano.
Ao comentar os resultados de suas pesquisas, a Gallup afirmou: “Embora os americanos continuem acreditando que uma sociedade mais religiosa seria benéfica para os EUA, menos pessoas compartilham dessa opinião do que em 2013.”
“Essa mudança ocorreu num momento em que a porcentagem de americanos religiosos está, em praticamente todos os aspectos, próxima de mínimas históricas.”
“Os americanos estão divididos, principalmente por linhas partidárias e religiosas, sobre se o governo deve promover valores morais nos EUA, mas menos pessoas acreditam nisso do que há três décadas.
“Ao mesmo tempo, mais americanos acreditam que as políticas governamentais podem afetar os valores morais.”
Folha Gospel com informações de The Christian Today