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Islamismo está crescendo entre os jovens ocidentais, alerta pastor

Pastor Teofilo Hayashi (Foto: Reprodução/Instagram/Teo Hayashi)
Pastor Teofilo Hayashi (Foto: Reprodução/Instagram/Teo Hayashi)

O islamismo tem crescido entre os jovens no Ocidente, o que é o reflexo de uma Igreja secularizada. O alerta foi feito pelo pastor Teofilo Hayashi, líder da Zion Church e do movimento Dunamis, no Instagram, na última semana.

Ele divulgou um vídeo da conversão de jovens ao Islã na Inglaterra. “Estou falando do Reino Unido nos dias de hoje. Essa mesma Inglaterra de John Wesley, do grande missionário William Carey, do grande pregador Charles Spurgeon, George Whitefield, está passando por isso hoje, no mundo ocidental”.

Em seguida, o pastor advertiu: “E você que está me assistindo do Brasil pensa: ‘Isso nunca vai chegar ao Brasil’. É o que eles pensavam anos atrás”. No entanto, segundo o pastor, para que o mesmo não ocorra no Brasil nesta geração, é preciso que os cristãos avaliem a saúde espiritual das igrejas.

Isto porque, na visão de Teo, o crescimento do número de conversões ao islã, no Ocidente, representa o resultado de um Evangelho e de uma Igreja secularizada. “Isso só acontece porque existem crentes seculares. Quando há uma Igreja fraca, isso é permitido”.

Hayashi salientou que o cristão convertido precisa passar por uma transformação de vida. “O problema é que o cara permanece do jeito que ele veio, incluindo a normalização de formas alternativas de casamento e família. Tudo aquilo que não é de acordo com o padrão bíblico de casamento não deveria ser normal para o cristão”, advertiu o líder, questionando: “A tua ética sexual é bíblica ou secular?”.

Sinais da secularização

Alguns sinais foram destacados por Teo para sinalizar uma igreja está secularizada. “Número 1: quando a pregação é muito mais popular do que uma mensagem que quer adereçar aquilo que seja culturalmente controverso”.

De acordo com o líder religioso, “muitas vezes, pastores evitam pregar os padrões bíblicos de moralidade, tentando ser relevante demais na cultura secular e se preocupando bastante em não ofender os visitantes ou os neófitos na fé. E o resultado é uma igreja que prega um Evangelho parcial, que é impotente. Sem renovação da mente, você tem crentes seculares”.

Outro sinal, disse Teo, é a ausência de padrões para exercer liderança na igreja. “Existem diversas igrejas onde não há crivo, processo para servir em liderança. Tem gente servindo nas igrejas em posições de liderança em fornicação, morando com o namorado”.

O terceiro, conforme ele destacou, é a secularização da igreja, que tem maior foco no entretenimento do que no discipulado. “Quando a nossa cultura do entretenimento está muito mais enfatizada do que a do discipulado bíblico, vamos ter um problema. Eu não sou contra você dar uma boa experiência, mas quando isso é enfatizado, a igreja está rumo à secularização”.

Já o quarto sinal de uma igreja secularizada é o culto ao homem e às obras da carne. “Quando a igreja demonstra uma cultura de ganância, opulência, narcisismo, mais evidente do que uma cultura de sacrifício e de generosidade, a igreja está secularizada”, alertou e completou: “E quando a mensagem que sai dos nossos púlpitos está fomentando no coração daquele que escuta a mensagem um desejo desvairado de usar sua fé para seus próprios ganhos egocêntricos, a igreja está fraca e está fadada a se tornar vulnerável”.

Evangelho fraco

O pastor pontuou ainda que a pregação de um Evangelho incompleto e sem cruz também é sinal de secularização. “Quando Jesus é pregado e apresentado apenas como Salvador, e não como Rei e Senhor, temos sérios problemas. Haverá um bando de crentes sem nenhuma transformação de vida, que pensa: ‘Eu sou salvo, mas quem ainda manda na minha vida sou eu’”, advertiu.

Hayashi afirmou também que não contemplar a cruz, o sacrifício de Jesus e o negar-se a si mesmo é um “Evangelho fraco, que produz igrejas fracas. Elas contém crentes fracos, que serão comidos vivos por todo tipo de engano e de mentira”.

Por fim, o pastor Teo Hayashi exortou os cristãos, que acreditam que a realidade do outro lado do mundo está distante da que vivencia. “Era justamente esse o pensamento que eles [ingleses] tinham há 20 anos. Você que está na casa dos 20 a 40 anos, entenda: se você não discipular o mundo, o mundo vai discipular a próxima geração”.

O cristianismo cresce mais devagar que o islamismo

Centro para o Estudo do Cristianismo Global do Seminário Teológico Gordon-Conwell, nos EUA, publicou, em janeiro de 2022, seu Status do Cristianismo Global de 2022, no Boletim Internacional de Pesquisa Missionária.

Segundo a pesquisa, o mundo está se tornando mais religioso, pois o cristianismo está crescendo mais rápido (1,17% ao ano) que o ateísmo (0,22%). No entanto, cresce mais lentamente que o islamismo (1,93%) e o hinduísmo (1,21%).

Fonte: Comunhão e Evangelical Focus

Papa Francisco defende orientação do Vaticano sobre casais do mesmo sexo

Papa Francisco (Foto: Canva/Edição por FolhaGospel)
Papa Francisco (Foto: Canva/Edição por FolhaGospel)

O Papa Francisco procura esclarecer que a Igreja Católica não está mudando os seus ensinamentos sobre práticas homossexuais e relações entre pessoas do mesmo sexo, uma vez que o Vaticano enfrenta críticas por aprovar um documento que permite aos padres abençoarem casais do mesmo sexo.

Fazendo comentários na sessão plenária do Dicastério para a Doutrina da Fé nesta sexta-feira, 26, o pontífice abordou a declaração “Fiducia Supplicans ” proferida pelo escritório do Vaticano no mês passado. A declaração, publicada em 18 de dezembro, permite que os padres abençoem casais do mesmo sexo, ao mesmo tempo em que enfatiza que “não se deve prever nem promover um ritual para a bênção de casais em situação irregular”.

Como Francisco disse aos cardeais reunidos na Sala Clementina do Vaticano na sexta-feira: “A tarefa do Dicastério para a Doutrina da Fé é ajudar o Romano Pontífice e os Bispos a proclamar o Evangelho em todo o mundo, promovendo e salvaguardando a integridade do ensinamento católico na fé e na moral.”

“Faz isso recorrendo ao depósito da fé e buscando uma compreensão cada vez mais profunda dele diante de novas questões”, disse o Papa Francisco.

O pontífice elaborou o raciocínio por trás da declaração, que recebeu reação de católicos conservadores que viam o documento como contraditório ao ensinamento da Igreja sobre a sexualidade. Também recebeu elogios de católicos que afirmam ser LGBT, que o veem como um “passo à frente”.

“A intenção das ‘bênçãos pastorais e espontâneas’ é demonstrar de forma tangível a proximidade do Senhor e da Igreja a todos aqueles que, encontrando-se em diversas situações, pedem ajuda para continuar – às vezes para iniciar – um caminho de fé”, disse Francisco.

“Gostaria de sublinhar brevemente duas coisas”, acrescentou. “A primeira é que estas bênçãos, fora de qualquer contexto e forma litúrgica, não exigem perfeição moral para serem recebidas; a segunda, que quando um casal se aproxima espontaneamente para solicitá-las, não se abençoa a união, mas simplesmente as pessoas que o exigiram em conjunto. Não a união, mas as pessoas, naturalmente tendo em conta o contexto, as sensibilidades, os lugares onde se vive e as formas mais adequadas de o fazer.”

As observações de Francisco não são a primeira vez que o Vaticano procura esclarecer as implicações de “Fiducia Supplicans”.

O cardeal Victor Manuel Fernandez, prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé e autor da declaração, divulgou uma declaração de cinco páginas no início deste mês insistindo que “o documento é claro e definitivo sobre o casamento e a sexualidade”.

Fernandez afirmou que uma “forma de bênção não ritualizada” oferecida a casais do mesmo sexo não duraria mais do que 15 segundos e “não pretende justificar nada que não seja moralmente aceitável”. Ele definiu as bênçãos de casais do mesmo sexo como meramente uma “resposta de um pastor a duas pessoas que pedem a ajuda de Deus”.

Após a publicação de “Fiducia Supplicans”, alguns bispos católicos proibiram explicitamente as bênçãos de casais do mesmo sexo nas dioceses que supervisionam, incluindo o líder da Arquidiocese de Santa Maria em Astana, no Cazaquistão.

Reagindo a tais ações em seu esclarecimento, Fernández afirmou que “não há espaço para nos distanciarmos doutrinariamente desta declaração ou considerá-la herética, contrária à Tradição da Igreja, ou blasfema”.

Três dias após a publicação da declaração, Francisco criticou o que chamou de “posições ideológicas rígidas” durante uma reunião anual de Natal no Vaticano.

“Permaneçamos vigilantes contra posições ideológicas rígidas que muitas vezes, sob o pretexto de boas intenções, nos separam da realidade e nos impedem de avançar”, disse ele.

“O medo, a rigidez e a monotonia criam uma imobilidade que tem a aparente vantagem de não criar problemas… mas leva-nos a vaguear sem rumo nos nossos labirintos, em detrimento do serviço que somos chamados a oferecer à Igreja e ao mundo inteiro, “, acrescentou o pontífice. “É importante continuar avançando, continuar buscando e crescendo na compreensão da verdade, superando a tentação de ficar parado e nunca sair do ‘labirinto’ dos nossos medos”.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Cassiane lança DVD de 40 anos de ministério com documentário inédito

Cassiane lança DVD de 40 anos de ministério (Foto: Reprodução/YouTube)
Cassiane lança DVD de 40 anos de ministério (Foto: Reprodução/YouTube)

A cantora Cassiane comemorou seus 40 anos de ministério com um projeto especial, que acaba de ser finalizado com o lançamento de um DVD completo, incluindo documentário: “Cassiane 40 Anos – Ao Vivo”, gravado na Adalpha Church, em São Paulo (SP), igreja onde a artista atua como pastora.

O álbum histórico traz as participações especiais de referências da música gospel, como Aline Barros, Gabriel Guedes, Gabriela Rocha, Fernanda Brum, Eyshila, Anderson Freire, Bruna Karla, Lauriete, Midian Lima, Samuel Messias, Sophia Vitória e Shirley Carvalhaes.

“A participação de queridos amigos, companheiros e incentivadores do meu ministério abrilhantou ainda mais este meu sonho. Ver o resultado final de cada lançamento é a certeza de que Deus operou muito além daquilo que imaginei”, compartilha Cassiane sobre o DVD, que chega pela MK Music.

A presidente da gravadora e diretora do projeto, Marina de Oliveira, comenta a importância do trabalho de Cassiane ao longo do tempo. “Não poderíamos comemorar 40 anos de ministério da Cassiane de outra forma a não ser com muita festa e reunindo tantas pessoas queridas. Ela não tem apenas história, ela ainda faz história, o que é seu grande diferencial. É lindo ver todas as gerações cantando suas canções.”, ela comenta.

Além disso, um marco desse projeto foi a participação de Jay Santana, filha da Cassiane, em dueto emocionante com a mãe. Ainda com relação à inclusão da família no projeto, o ‘momento Cassiane e Jairinho’, com o medley de canções românticas acelerou corações.

Foram duas noites de gravação na Adalpha Church, em São Paulo, que resultaram em um material disponibilizado de forma dinâmica, dividido em quatro EP’s lançados ao longo de 2023, e agora finalizado com o DVD completo.

Ao todo, são 24 faixas no álbum costuradas por depoimentos exclusivos de Cassiane, ultrapassando duas horas e quarenta minutos de vídeo. Segundo Marina, uma das tarefas mais difíceis foi selecionar o repertório. Por isso, alguns medleys foram criados. A produção musical do álbum é assinada pelo maestro Jairo Manhães, marido de Cassiane, que participou de cada detalhe do projeto.

Cassiane possui uma discografia de 22 álbuns/EP, uma indicação ao Grammy Latino (2018 – Nível do Céu). Além de ser uma das cantoras gospel mais ouvidas nos aplicativos de música (mais de 1 milhão de ouvintes mensais no Spotify e mais de 900 mil seguidores na Deezer), ela ultrapassou 160 milhões de visualizações no YouTube nos últimos 12 meses.

“É uma alegria e responsabilidade ver desde senhoras e senhores, jovens e crianças, cantando e sendo abençoados através das ministrações. Agradeço a Deus esse privilégio e estarei sempre disponível para fazer a Sua obra e cantar o que Ele manda”, assegura Cassiane.

Assista aqui!

Fonte: Comunhão

Nicarágua prende pastores por suposta “lavagem de dinheiro”

Bandeira da Nicarágua ao lado da Catedral Velha em Managuá, capital do país. (Foto: canva)
Bandeira da Nicarágua ao lado da Catedral Velha em Managuá, capital do país. (Foto: canva)

As autoridades da Nicarágua prenderam nove pastores durante mais de um mês sob a acusação de fazerem parte de uma operação criminosa juntamente com três missionários norte-americanos, segundo uma organização missionária.

O gabinete do procurador-geral da Nicarágua acusou os três missionários norte-americanos de Mountain Gateway, com sede no Texas, e 11 nicaraguenses de fazerem parte de uma “estrutura criminosa” envolvida no branqueamento de capitais e no crime organizado e terá emitido mandados de prisão contra os mesmos.

O branqueamento de capitais é um processo que tem por objetivo a ocultação de bens, capitais ou produtos com a finalidade de lhes dar uma aparência final de legitimidade, procurando, assim, dissimular a origem criminosa de capitais, bens ou produtos.

“A Mountain Gateway gostaria de declarar publicamente que nega essas acusações e está triste com esta situação”, disse o grupo em comunicado. “Essas acusações são baseadas em informações errôneas e a Mountain Gateway fará tudo ao seu alcance para resolver isso através dos canais diplomáticos.”

A Mountain Gateway, que opera no país centro-americano como Puerta de la Montaña, disse que os promotores acreditam que os pastores nicaraguenses estavam sob a direção dos membros do grupo missionário Jon Britton Hancock, Jacob Britton Hancock e Cassandra Mae Hancock, todos cidadãos norte-americanos, e dos nicaragüenses Walner Omier, Blandón Ochoa e Maricela de Fátima Mejía Ruiz.

“Embora o governo da Nicarágua diga que os pastores [nicaragüenses] são inocentes, os pastores estão presos há mais de um mês sem representação legal ou contato com suas famílias”, afirmou Mountain Gateway. Ao mesmo tempo, acrescentou que desde então o governo “permitiu a nomeação de um advogado para representar os pastores nicaraguenses de Mountain Gateway, mas não forneceu ao seu advogado os documentos de acusação ou quaisquer arquivos para preparar uma defesa”.

A Mountain Gateway afirmou que seguiu diligentemente todos os requisitos legais nos EUA e na Nicarágua e tinha documentação que mostrava que o governo da Nicarágua aprovou todos os fundos que entram no país e garantiu que foram utilizados de forma adequada.

“A Nicarágua revogou o registro de centenas de organizações sem fins lucrativos e religiosas nos últimos cinco anos, expulsando numerosos membros da Igreja Católica e confiscando propriedades da Igreja”, afirmou o grupo. “Nestes casos, o governo muitas vezes inclui a acusação de lavagem de dinheiro ou outros encargos financeiros como motivo da revogação”.

A Mountain Gateway realizou oito grandes eventos evangelísticos na Nicarágua no ano passado, sob estrita contabilidade da equipe interna e revisões orçamentárias do governo da Nicarágua, afirmou o grupo.

“Nenhum membro do Mountain Gateway lucrou pessoalmente com os fundos enviados à Nicarágua para funções ministeriais”, afirmou.

O grupo missionário anunciou no dia 22 de dezembro que o governo da Nicarágua havia cancelado seu registro como ministério no país.

A Nicarágua fechou, confiscou ou destruiu 347 edifícios cristãos de 1º de outubro de 2022 a 30 de setembro de 2023, o quarto maior valor mundial, atrás apenas de China, Índia e Nigéria, de acordo com a Lista Mundial da Perseguição de 2024 da Portas Abertas, que mostra os países onde é mais difícil ser cristão. As autoridades nicaraguenses detiveram 38 cristãos durante este período, segundo o relatório da WWL.

A hostilidade aberta do governo para com os cristãos durante o período fez com que a Nicarágua saltasse do 50º lugar no ano anterior para o 30º lugar entre os 50 países onde a perseguição aos cristãos é pior. O relatório da Portas Abertas também citou as restrições legislativas da Nicarágua à liberdade religiosa e a prisão ou exílio de líderes religiosos.

A Mountain Gateway disse em seu comunicado à imprensa que seus pastores nos EUA “não têm nada a esconder e solicitaram a nomeação de um advogado para representá-los neste processo legal”.

“A Mountain Gateway não entende por que isso está acontecendo em um país que ama tanto e que tem trabalhado firmemente para cumprir os regulamentos e leis do governo”, afirmou o grupo. “Embora o advogado e a equipe jurídica da Mountain Gateway estejam aconselhando a Mountain Gateway a confiar no sistema jurídico, ela tem dúvidas. Parece que isso pode ser mais motivado politicamente do que legalmente.”

Foram presos nove pastores nicaragüenses de Mountain Gateway: Marcos Sergio Hernández Jirón; Harry Lening Rios Bravo; Manuel de Jesús Ríos Flores; José Luis Orozco Urrutia; Álvaro Daniel Escobar Caldera; Juan Carlos Chavarría Zapata; Juan Luis Moncada; Orvin Alexis Moncada Castellano; César Facundo Burgalin Miranda.

A AP informou que o Ministério Público afirmou num comunicado de imprensa que 11 nicaraguenses foram acusados, juntamente com o representante legal e gestor financeiro da Puerta de la Montaña. Os promotores alegaram que investigações detalhadas sobre lavagem de dinheiro mostraram que os 13 cidadãos estavam supostamente envolvidos em aparecerem como representantes na compra de imóveis.

O governo de Daniel Ortega fechou ou dissolveu 342 organizações religiosas, incluindo 256 associações cristãs evangélicas, 43 católicas e 43 pertencentes a outras igrejas, segundo a AP, citando um relatório de dezembro do Nicarágua Never Again Human Rights Collective. Ortega é presidente desde 2007, depois de ter liderado o país anteriormente de 1979 a 1990.

O governo marcou uma audiência para os pastores nicaraguenses em 26 de janeiro.

Mountain Gateway Order, Inc., com sede em Dripping Springs, Texas, afirma em seu site que se concentra em discipular líderes nacionais por meio de igrejas domésticas e adoração corporativa e treinar pastores nacionais para alcançar os perdidos em sua nação. Mountain Gateway também administra uma escola de treinamento ministerial nos Estados Unidos para ensinar os crentes a levar o Evangelho a qualquer contexto ou cultura.

“Desde 2013, Mountain Gateway tem servido os cidadãos da Nicarágua através do discipulado, plantação de igrejas, alimentação e roupas dos necessitados, fornecimento de alimentos, água, equipamentos e assistência de recuperação durante desastres naturais, e compartilhando o Evangelho de Jesus Cristo em campanhas evangelísticas em massa”, disse o grupo em seu comunicado.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Três cristãos são queimados vivos em Uganda

Bandeira de Uganda (Foto: canva)
Bandeira de Uganda (Foto: canva)

Terroristas islâmicos da ADF (Forças Democráticas Aliadas) atacaram um vilarejo que fica no Oeste de Uganda e assassinaram uma mulher cristã e duas crianças. O crime aconteceu durante as celebrações de Natal, em 25 de dezembro.

Os terroristas amarraram as mãos da mãe de uma cristã chamada Audita e de seus dois sobrinhos e incendiaram a casa onde estavam até a morte. Audita encontrou os corpos carbonizados na manhã seguinte. “Tudo na casa se tornou cinzas. Não sobrou nada. Minha mãe foi completamente carbonizada. Fiquei sem palavras”, ela contou aos parceiros locais da Portas Abertas.

As Forças Democráticas Aliadas estavam ativas nas fronteiras da República Democrática Congo, mas começaram a avançar em países vizinhos, como Uganda, nos últimos anos. O grupo é associado ao Estado Islâmico e ameaça a liberdade religiosa em Uganda.

Três sepulturas foram abertas no quintal da cristã para o enterro da mãe e dos sobrinhos – Arinda Amon, de 5 anos, e Byamukama Mathias, um menino de 13 anos. No vilarejo de Kyabandara, não muito longe de onde a mãe e sobrinhos de Adita foram assassinados, algumas pessoas também foram forçadas a fugir, pois não se sentiam seguros.

Violência brutal

Jenesta Ayebate perdeu uma vizinha quando o mesmo grupo extremista atacou há algumas semanas. Eles vieram à noite. “Por volta das 10 horas da noite, os rebeldes nos atacaram e mataram algumas pessoas. Minha vizinha era líder da organização de mulheres. Eles a encontraram no local de trabalho e mutilaram-na e a outras quatro mulheres até a morte”, conta Jenesta.

Cenas como essas não são incomuns em Uganda. A brutalidade dos assassinatos preocupa a população local. Ao todo, dez pessoas foram mortas no assassinato no vilarejo de Kyabandara no dia 18 de dezembro de 2023. Uma semana depois, na noite de Natal, aconteceu o ataque à família de Audita.

Nos dois ataques, as vítimas não tinham feito qualquer tipo de provocação. Além disso, em ambos o grupo de radicais era composto de aproximadamente dez homens, que agiam como uma célula terrorista independente nas florestas de Uganda.

“Estamos todos traumatizados. Não conseguimos mais trabalhar em nossas fazendas porque temos muito medo de novos ataques. Agora, os animais selvagens podem destruir livremente nossas plantações. As pessoas estão com fome”, conclui Jenesta.

“As pessoas estão com medo de dormir em suas casas. Eles vão para o centro da cidade, onde são protegidos pelos soldados do exército”, disse Jackson, um líder cristão. O avanço do grupo extremista também preocupa o pastor Phillip Twebaze, cuja igreja foi ameaçada pelo ADF.

A maioria dos alvos são os cristãos e ameaçam a permanência e o crescimento da igreja de Cristo na região. Por favor, ore para que nossos irmãos na fé resistam em Cristo apesar da pressão e pelo trabalho de nossos parceiros locais que estão visitando os sobreviventes e os apoiam com orações e cuidados para as feridas físicas e emocionais.

Fonte: Portas Abertas

Plano de Educação do governo Lula é criticado por frentes parlamentares e juristas evangélicos

Lula e o o ministro da Educação, Camilo Santana. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Lula e o o ministro da Educação, Camilo Santana. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

A Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) emitiu uma extensa nota de manifestação pública, expondo o que considera como pontos críticos no “Plano Nacional de Educação 2024-2034”.

Segundo a ANAJURE, “o Documento Referência afasta-se da imparcialidade esperada das políticas de Estado … e propõe para a educação nacional a imposição de concepções ideológicas radicais e controversas, contrárias às presentes disposições da legislação nacional e à vontade da parcela majoritária da população”.

O “Plano Nacional de Educação 2024-2034”, que visa orientar as políticas educacionais para a próxima década no Brasil, será discutido na Conferência Nacional de Educação (CONAE) entre os dias 28 e 30 de janeiro, em Brasília.

“A Associação Nacional de Juristas Evangélicos, em seu compromisso em defesa dos direitos fundamentais, em especial, a liberdade religiosa e educacional … ressalta a preocupação com as diretrizes, metas, proposições e estratégias apresentadas no Documento Referência para a elaboração do Plano Nacional de Educação 2024-2034”, declarou a entidade.

“Especialmente no que se refere aos apontamentos contrários à liberdade religiosa das escolas confessionais e à tentativa de adoção e institucionalização de teorias críticas e pós-estruturalistas de gênero no sistema educacional brasileiro”, apontou.

A ANAJURE também aponta os diversos trechos em que o “Documento manifesta predileções partidárias–ideológicas, adotando tom mais condizente com propostas partidárias de governo do que com um documento estatal que objetiva orientar a elaboração de políticas públicas.”

‘A família é a base da sociedade’

Sobre o conteúdo referente à ideologia de gênero destacado no Plano Nacional de Educação, a ANAJURE diz:

“A tentativa de impor aos estudantes – crianças e adolescentes – novas teorias que repercutem nos valores morais da sociedade brasileira suscita sérias reflexões sobre sua aplicabilidade no Sistema Nacional de Educação”.

E continua: “Em primeiro lugar, sobre a teoria de gênero em si, pelo seu caráter controverso e que exige uma ampla e profunda discussão sobre suas premissas, fundamentação científica, conclusões, e limites de aplicabilidade. Ademais, há que se considerar, de igual modo, os limites entre as responsabilidades de família e escola na educação das crianças sobre temas morais”.

A ANAJURE lembra que a Constituição Federal reconhece a família como sendo a base da sociedade, devendo ser respeitada sua primazia na educação, inclusive moral, dos filhos menores (arts. 226, 227 e 229).

E cita outros entendimentos na mesma linha, apontando que “os principais tratados, pactos e declarações de direitos humanos internacionais estabelecem que é tarefa da família a formação moral das crianças e adolescentes”.

A entidade de juristas cristãos diz ainda que “a ideia de uma prevalência estatal diante de assuntos sobre os quais, frise-se, os pais devem preponderar, demonstra uma desvirtuação do papel do Estado, que, ao extrapolar a esfera política, sufoca a soberania parental em matérias que a própria legislação deixou ao alvedrio da família”.

E afirma: “A teoria de gênero, portanto, contraria um costume e direito já consolidado na sociedade brasileira e em todo o mundo: a primazia dos pais na educação moral – e aqui se incluem ensinos sobre sexualidade – dos filhos.”

Liberdade religiosa

Com relação à liberdade religiosa das escolas confessionais, a ANAJURE lembra que “o STF reconheceu que o art. 210, § 1º, da Constituição Federal, autoriza o ensino religioso confessional nas escolas públicas; bem como estipula o fato de as crianças e os adolescentes possuírem direito subjetivo ao ensino religioso, de matrícula facultativa, como disciplina dos horários normais das escolas públicas de nível fundamental, ministrado conforme suas confissões religiosas.”

Segundo a ANAJURE, esta posição deve prevalecer sobre o que o Plano Nacional de Educação propõe, ao dizer:

“Um Estado laico é uma manifestação do secularismo em que o governo estatal mantém uma posição oficial de imparcialidade em relação a assuntos religiosos, não demonstrando apoio ou oposição a qualquer religião. A educação pública, portanto, deve seguir o preceito fundamental da laicidade.”

A entidade de juristas cristãos diz que “É preciso distinguir entre laicidade (laicidade positiva ou aberta) e laicismo (laicidade restritiva). A laicidade, como dito, impõe ao Estado não só uma obrigação negativa, mas também positiva.”

E explica: “No aspecto negativo, significa que [o Estado] não pode promover ou subvencionar uma religião em detrimento das outras, adotar determinada confissão como oficial, ou impedir a manifestação de qualquer visão religiosa. No viés positivo, por sua vez, a laicidade impõe ao Estado o dever de garantir, a todas as confissões religiosas, a sua expressão, seja esta privada ou pública. Portanto, ao garantir o ensino religioso nas escolas, o Estado de forma alguma viola o seu caráter laico; pelo contrário, garante-o.”

Segundo a ANAJURE, além da ideologia de gênero e de políticas laicistas em relação ao ensino religioso nas escolas públicas e privadas, outros pontos do Documento Referência se apresentam como problemáticos.

“Menciona-se: conselhos e comitês fiscalizadores; desqualificação das escolas privadas e de suas liberdades constitucionais; apoio à promoção de formação em direitos humanos a partir “coletivos e movimentos” nas instituições de ensino; críticas ideológicas ao agronegócio; avaliação ideológica de desempenho dos professores; dentre outros”.

Frentes Parlamentares criticam plano

Diversas frentes parlamentares assinaram uma nota de posicionamento pedindo o adiamento da Conferência Nacional de Educação (CONAE) por considerarem que o Documento Referência deve ser reescrito por conter “viés ideológico” e “falta de rigor técnico”.

A nota foi emitida após o relatório analítico da Associação de Olho no Material Escolar que fez algumas considerações sobre o conteúdo do documento: distribuição por representações, postura autoritária expressa, viés ideológico, falta de rigor técnico e erros a respeito da qualidade na educação.

Em parte do material, por exemplo, há referências ao “enfrentamento ligados a (sic) superação das reformas e retrocessos conservadores no âmbito educacional”, menções a “governo de extrema-direita”, “grupos conservadores e suas pautas fundamentalistas e excludentes”, “propostas ultraconservadoras”, “política retrógrada” e muitos outros. Leia aqui.

O documento das frentes faz uma série de apontamentos para mostrar que é necessário adiar o CONAE, marcado para acontecer no dia 28 de janeiro, para dar tempo de corrigir o Documento Referência que dará norte aos trabalhos do atual governo. As frentes apontam que o “Plano Nacional de Educação é uma Política Pública de Estado”, portanto, seu “objetivo único é servir a nação como um todo, devendo ser pautada por um processo amplo, plural e transparente, bem como, acima de interesses político partidários de governos”.

As frentes também falam que esse documento deve ser construído após debate amplo com representantes da sociedade civil e que o CONAE deve “promover o debate qualificado sobre a realidade brasileira, suas evoluções sociais, ambientais, contextos históricos e políticos, abraçados pela ciência e comprovação de dados científicos reais”.

“O processo de construção das diretrizes está tumultuado pela ingerência na distribuição de representações. O texto-base expõe diversas questões político-ideológicas, sem embasamento científico, ao qual recomendamos a suspensão para que todos os setores econômicos e sociais possam participar ativamente das discussões”, diz outro trecho da nota.

Assinam o pedido: Frente Parlamentar do Empreendedorismo, Frente Parlamentar Mista do Comércio e Serviços, Frente Parlamentar do Comércio e Serviços, Frente Parlamentar da Agropecuária, Frente Parlamentar em Apoio ao Produtor de Leite, Frente Parlamentar da Segurança Pública, Frente Parlamentar da Bioeconomia, Frente Parlamentar Brasil Texas, Frente Parlamentar Evangélica e Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido.

Fonte: Guia-me e Pleno News

Lei proíbe uso da linguagem neutra nas escolas em Natal

Sala de aula com frase de linguagem neutra escrita no quadro (Foto: Montagem/FolhaGospel)
Sala de aula com frase de linguagem neutra escrita no quadro (Foto: Montagem/FolhaGospel)

Uma lei que proíbe a utilização da linguagem neutra em instituições de ensino públicas ou privadas de Natal, capital do Rio grande do Norte, foi sancionada pelo prefeito Álvaro Costa Dias (Republicanos). A sanção foi publicada na edição da última sexta-feira (19), no Diário Oficial do Município.

Em dezembro, o projeto de lei, de autoria do vereador Felipe Alves (União Brasil) havia sido aprovado pela Câmara Municipal. “Precisamos proteger nossas crianças e sermos intransigentes quanto ao uso correto da língua portuguesa, sobretudo no âmbito escolar. Essa anomalia linguística é reprovável e não pode prosperar. Fico muito feliz e parabenizo a gestão municipal pela sanção da lei”, afirmou o vereador.

Ele destacou ainda que “a principal motivação para a apresentação deste projeto de lei foi, em primeiro lugar, preservar as nossas crianças e, em segundo lugar, valorizar a nossa língua portuguesa”. Na verdade, segundo Felipe Alves, há um preocupante avanço da linguagem neutra na sociedade. “É deturpação da língua portuguesa, que é a nossa língua usada e é a língua que deve ser ensinada para as nossas crianças que estão em formação”.

A Lei 7.645 determina que “fica proibida às instituições formais públicas e privadas de ensino, localizadas no município de Natal, a aplicação, ainda que eventual, da denominada linguagem neutra ou dialeto não binário, ou de qualquer outra que descaracterize a norma culta da Língua Portuguesa”. A norma proíbe também o uso da linguagem neutra na matriz curricular, material didático, atividades e exercícios escolares avaliativos ou não, impressos ou digitais, bem como em editais de concursos públicos e seleções simplificadas e seus respectivos programas e avaliações, convocações, instruções normativas, circulares, notas técnicas e documentos oficiais na capital potiguar.

45 linguagem neutra é definida, conforme a lei, toda e qualquer modificação da partícula e/ou do conjunto de padrões linguísticos determinantes do gênero das palavras na Língua Portuguesa, seja na modalidade escrita ou falada, modificação essa que vise anular e/ou indeterminar, na linguagem, o masculino e/ou feminino. A linguagem neutra retira o gênero das palavras masculinas e femininas. Assim, surgiram termos como “todes”, “elu” e “delu”. Em tentativa anterior, usava-se o “x” no lugar das vogais “a” e “o” em substantivos. No entanto, a dificuldade de vocalização e leitura descartaram o neologismo.

Fonte: Comunhão

Cristãos são presos em massa na Eritreia

Preso lendo a Bíblia na cadeia (Foto: canva)
Preso lendo a Bíblia na cadeia (Foto: canva)

No dia 20 de janeiro, houve a notificação de uma prisão em massa de cristãos na Eritreia. As detenções aconteceram em Asmara, a capital do país, quando um grupo de cristãos estava reunido para celebrar o aniversário de um ano do filho do primeiro filho de uma família cristã.

Testemunhas disseram que havia 30 cristãos adultos e um número ainda não contabilizado de crianças que foram levados para a delegacia mais próxima. “Os não-cristãos foram liberados para voltar para casa”, disse uma fonte. Atualmente, a Eritreia é o 4° país mais perigoso para os cristãos na Lista Mundial da Perseguição 2024.

Seguir a qualquer religião que não seja o islã ou as igrejas tradicionais, aprovadas pelo governo, é considerado um crime que pode resultar em prisões, com torturas e em circunstâncias sub-humanas. E mesmo nas igrejas autorizadas, o controle do governo está presente com sanções e vigilância às atividades cristãs. Contamos com suas orações pela liberdade dos cristãos presos.

Fonte: Portas Abertas

Padres católicos presos, sequestrados e mortos atingem recorde em 2023

Padre durante celebração de missa
Padre durante celebração de missa

A comunidade católica global enfrentou um aumento alarmante na perseguição ao seu clero em 2023, quando um total de 132 padres e figuras religiosas foram presos, sequestrados ou mortos, de acordo com um novo relatório.

Esta tendência angustiante foi particularmente pronunciada na Bielorrússia, na China, na Nicarágua e na Nigéria, onde o clero estava mais ameaçado.

A instituição de caridade católica Ajuda à Igreja que Sofre divulgou estes números no seu estudo mais recente, observando que a contagem real é provavelmente mais elevada devido às dificuldades na obtenção de dados de certos países. O total, um aumento de oito em relação a 2022, representa apenas casos confirmados, disse.

“Os regimes autoritários recorreram à detenção de padres e religiosos para punir a Igreja por se manifestar contra as injustiças e as violações dos direitos humanos, ou simplesmente por tentar operar livremente”, observa o relatório.

Na Nicarágua, a situação era particularmente terrível. As autoridades prenderam pelo menos 19 clérigos, incluindo o Bispo Isidoro de Carmen Mora Ortega, de Siuna, nas últimas semanas de Dezembro. Entre os presos estavam dois bispos e quatro seminaristas. Embora dois padres tenham sido libertados posteriormente, outros 17, juntamente com Dom Rolando Alvarez, preso em 2022 e condenado a 26 anos de prisão, foram expulsos da Nicarágua em 14 de janeiro.

A China também testemunhou a prisão de 20 membros do clero ao longo do ano. No entanto, a obtenção de dados precisos da China continua a ser um desafio, disse a instituição de caridade. Da mesma forma, na Bielorrússia, pelo menos 10 padres foram detidos, estando três ainda encarcerados no final do ano.

A situação na Ucrânia também é preocupante, com dois padres detidos pelas forças russas há mais de um ano que permanecem sob custódia.

O uso de leis anticonversão pela Índia levou à detenção de uma irmã religiosa e de pelo menos cinco outros padres e figuras religiosas. Apesar da sua libertação, alguns ainda enfrentam acusações que podem resultar em prisão.

A Nigéria emergiu como o país mais afetado em termos de sequestros, com 28 casos, incluindo três religiosas. Outros países que sofreram sequestros de clérigos incluíram o Haiti, o Mali, o Burkina Faso e a Etiópia. A maioria dos sequestrados foi libertada, mas três padres na Nigéria e um no Burkina Faso continuam desaparecidos.

“Estamos profundamente preocupados com o aumento das ameaças enfrentadas pelos padres, em países como a Nigéria e a Nicarágua, que muitas vezes correm riscos simplesmente por exercerem o seu ministério pastoral”, afirmou Regina Lynch, presidente executiva da AIS Internacional, num comunicado.

Dos 132 casos comunicados pela AIS, 86 envolveram clérigos presos ou detidos em 2023, enquanto os restantes já se encontravam sob custódia ou desaparecidos no início do ano. As estatísticas da instituição de caridade incluem todos os sequestros e assassinatos de padres e religiosos católicos em todo o mundo, com foco nas prisões relacionadas à perseguição religiosa.

O Comité de Liberdade Religiosa da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA expressou graves preocupações no seu relatório anual, “O Estado da Liberdade Religiosa nos Estados Unidos”. A USCCB identificou os ataques a locais de culto como a “maior ameaça à liberdade religiosa em 2024”.

O relatório enfatizou as tensões crescentes e o potencial de violência contra locais religiosos, particularmente no contexto do conflito Israel-Hamas e da atmosfera altamente carregada em torno das eleições de 2024.

O ataque às igrejas católicas nos EUA aumentou, especialmente após a decisão do Supremo Tribunal dos EUA em 2022 de que a Constituição não confere o direito ao aborto. Igrejas em vários estados, incluindo Texas, Michigan, Colorado, Carolina do Norte e Virgínia, sofreram vandalismo e violência. Esta tendência, juntamente com o contexto mais amplo de mais de 400 ataques a igrejas entre 2018 e 2022, sublinha a crescente preocupação com a segurança das comunidades religiosas.

O relatório da comissão também menciona outras ameaças significativas à liberdade religiosa, incluindo potenciais mandatos federais que afetam hospitais católicos e organizações sem fins lucrativos.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Ex-muçulmano é espancado pela família por se tornar cristão

Ex-muçulmano foi espancado pela família por se tornar cristão ( (Foto: Reprodução: Morning Star News))
Ex-muçulmano foi espancado pela família por se tornar cristão ( (Foto: Reprodução: Morning Star News))

Tambuze Marijani, da aldeia de Nangi, distrito de Mayuge, na Uganda, era muçulmano até participar de um culto cristão no dia 31 de dezembro de 2023. Na véspera de Ano Novo, ele e mais 14 pessoas aceitaram Jesus como Salvador.

Ao voltar para casa, Tambuze contou a novidade à esposa esperando que ela comemorasse com ele, mas ela ficou decepcionada: “Compartilhei minha alegria de ter recebido Cristo como meu Senhor, mas ela ficou chateada”.

O novo convertido conta que sua esposa partiu na manhã seguinte, em 2 de janeiro, com seus quatro filhos, de 12, 10, 8 e 7 anos. No dia 3, ela voltou com uma carta de divórcio islâmica.

“Você entrou numa religião ruim e agora você é um apóstata, um infiel e não faz mais parte da família”, ela justificou ao dizer que ele não era mais um membro da comunidade muçulmana.

‘Perdi casa, esposa e quatro filhos’

Tambuze perdeu a esposa e, dois dias depois, enquanto ele trabalhava na fazenda, por volta das 2 horas da tarde, avistou o irmão mais velho e outros parentes se aproximando.

Eles o obrigaram a voltar para casa, onde estavam vários parentes muçulmanos, inclusive a ex esposa: “Meu irmão mais velho disse que eu era uma vergonha para a família. O mais novo me segurou e todos começaram a me bater com pedaços de pau”.

“Gritei alto por socorro e os vizinhos chegaram e me resgataram”, lembrou ao compartilhar que teve uma das pernas quebrada e vários ferimentos graves. Tambuze passou por quase duas semanas de tratamento hospitalar para se recuperar. No dia 16 de janeiro teve alta e ao voltar para casa percebeu que ela estava inabitável.

“Ainda não sei como vou sobreviver sem família e sem abrigo”, disse Tambuze que ainda está em recuperação e precisou se esconder para salvar a vida. Ele disse que busca força nas orações, pois sente muita falta dos filhos.

Embora a Constituição de Uganda garanta a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e converter-se de uma fé para outra, os muçulmanos radicais reagem de forma violenta contra quem abandona a fé islâmica.

Fonte: Guia-me com informações de Morning Star News

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