Início Site Página 316

Pastor preso por suspeita de golpe, acusa colega de igreja de plantar denúncia falsa

Pastor Péricles Cardoso, acusado de golpe milionário contra fiéis da igreja. (Foto: Reprodução)
Pastor Péricles Cardoso, acusado de golpe milionário contra fiéis da igreja. (Foto: Reprodução)

A defesa do pastor Péricles Cardoso, atualmente detido sob suspeita de obter benefícios indevidos de fiéis, afirma que as alegações contra o líder religioso são falsas e foram feitas por outro pastor cujo nome ainda não foi divulgado. O advogado de Péricles, Robério Capistrano, afirma possuir evidências que sustentam essa alegação e pretende anexá-las ao processo.

O jurista também entrou com um pedido de Habeas Corpus para a libertação de Péricles, argumentando que a prisão é ilegal. Ele destaca que a acusação de que o pastor estava foragido não procede, já que não houve intimação oficial para comparecer perante as autoridades judiciais ou policiais.

O pastor Péricles Cardoso, suspeito de obter mais de R$ 2 milhões de vantagem indevida junto a fiéis, se entregou à Justiça em João Pessoa, na manhã desta quarta-feira, 1º de novembro, após ter tido a prisão preventiva decretada no final de setembro. Antes de sua prisão, ele estava sendo procurado pelas autoridades. Após a entrega, o pastor passou por uma audiência de custódia e foi encaminhado para a Penitenciária Flósculo da Nóbrega, localizada no Róger, em João Pessoa.

No início do mês, Péricles divulgou um vídeo negando as acusações e alegando que não conseguiu pagar as dívidas relacionadas às obras da igreja utilizando os cartões de crédito dos fiéis da Assembleia de Deus, que frequentavam a congregação. Ele enfatizou que não é um fugitivo e afirmou que tomará medidas legais em resposta às acusações feitas contra ele e sua esposa.

“Eu não fugi e não sou ladrão. Estou bem perto. Eu vou chegar, está tudo com meu advogado. Ele vai abrir uma ação contra você que deu entrada na delegacia contra mim e minha esposa”

Por outro lado, o Ministério Público da Paraíba defende a manutenção da prisão preventiva de Péricles, argumentando que ele utilizou sua influência religiosa para solicitar apoio financeiro dos fiéis, incluindo empréstimos e o uso de cartões de crédito, para financiar as obras da igreja. A promotora responsável pelo caso alega que a prisão é necessária para garantir a ordem pública, a aplicação da lei penal e a busca por evidências adicionais para as investigações em andamento.

Folha Gospel com informações de Mais PB

Mais da metade dos americanos querem ler mais a Bíblia, revela pesquisa

Bíblia Sagrada
Bíblia Sagrada

Mais de metade dos americanos dizem que gostariam de ler mais a Bíblia, mas dizem que não o fazem por uma série de razões, incluindo falta de tempo.

Isso está de acordo com o último lançamento do relatório Estado da Bíblia, da Sociedade Bíblica Americana, que mostra que 52% dos americanos dizem que gostariam de ler mais a Bíblia. Enquanto isso, 14 por cento dos americanos dizem que aumentaram o uso da Bíblia no ano passado.

“É verdade que isso é como perguntar: ‘Você gostaria de se exercitar mais?’ Desejar e fazer são duas empresas diferentes”, afirmou o relatório. “Mas ainda é importante saber que o desejo existe. E tudo o que pudéssemos fazer para aumentar o entusiasmo sobre a Bíblia, explicar a linguagem ou mostrar por onde começar, poderia mudar um pouco o rumo.”

Os pesquisadores perguntaram aos 52% que desejam ler mais a Bíblia o que os impede de mergulhar. As quatro principais respostas foram:

“Parece que nunca tenho tempo suficiente para usá-la” (26 por cento).
“Não sei por onde começar” (17 por cento).
“Não me sinto muito entusiasmado em usá-la” (15%).
“Acho difícil me relacionar com a linguagem” (15 por cento).

Um quarto dos americanos usa a Bíblia pelo menos uma vez por semana. Entre esse grupo, 72 por cento dizem que Cristo é o relacionamento mais importante na vida.

A leitura regular da Bíblia, segundo o relatório, está diretamente ligada à fé de uma pessoa.

“O caminho em direção à Bíblia se entrelaça com uma jornada espiritual rumo a um relacionamento mais profundo com Cristo”, disse o relatório. “Lembramo-nos de Jesus dizendo aos estudiosos da Bíblia que as Escrituras que eles estudaram na verdade ‘testificam de mim’ ( João 5:39 NVI). Não é nenhuma surpresa, então, que o uso da Bíblia em qualquer nível – diariamente, semanalmente ou algumas vezes por ano – aumente à medida que as pessoas avançam no seu relacionamento com Jesus.”

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

Equipes de missionários socorrem os atingidos pela guerra em Israel e em Gaza

Escombros de um prédio em Gaza derrubado por míssil israelense (Foto: Reprodução)
Escombros de um prédio em Gaza derrubado por míssil israelense (Foto: Reprodução)

Nesta quarta-feira (1º), a guerra entre Israel e grupo terrorista Hamas completa 26 dias. As forças israelenses intensificam os ataques na Faixa de Gaza e reiteram avisos à população palestina para evacuar o território. Mais de oito mil pessoas já morreram, e há milhares de feridos.

Há, agora, uma terceira frente de batalha. Isso ocorre após os lançamentos de foguetes da milícia xiita libanesa Hezbollah, na fronteira norte israelense, e em meio aos combates na Faixa de Gaza, rebeldes huthis baseados no Iêmen dispararam mísseis contra o balneário de Eilat, às margens do Mar Vermelho, no extremo sul de Israel. Os artefatos foram interceptados pela defesa antiaérea.

Atuando dentro desse complexo contexto há equipes de missionários da Sociedade Bíblica, que estão baseadas em Jerusalém e em Nazaré. Elas distribuem Bíblias, além de oferecer apoio prático diante de tantas perdas que a população tem enfrentado gerando os mais diversos traumas.

Assim, os missionários compartilham o amor de Deus com aqueles que enfrentam a dor das mais diversas perdas. Eles oferecem apoio emocional e espiritual, como parte do programa de cura de traumas. Há ainda a entrega de suprimentos para suprir as necessidades básicas das famílias afetadas pelo confronto.

“Estamos fornecendo itens essenciais, bem como a Palavra de Deus, através de uma porção das Escrituras ou de uma Bíblia completa, dependendo da abertura e prontidão do povo. Desejamos plantar uma semente de salvação e vida eterna nas vidas dessas pessoas que sofrem”, detalhou Victor Kalisher, que lidera a principal equipe israelense.

Uma equipe compartilha o Evangelho entre os palestinos. O trabalho foi intensificado em Gaza e nas partes mais afetadas da Cisjordânia, durante o conflito recente. Os voluntários distribuem comida, água, cobertores e medicamentos, além de Bíblias.

A Sociedade Bíblica informou que, na Cisjordânia, as comunidades estão extremamente divididas. No entanto, a equipe acredita no impacto que a Palavra de Deus tem proporcionado à população da região. “O evangelho não tem fronteiras nem limites. É a ponte para todos’, disse um missionário.

Fonte: Comunhão com informações de Bible Society

Pastor Mike Bickle, fundador da Casa Internacional de Oração, é acusado de abuso sexual

Pastor Mike Bickle, fundador da Casa Internacional de Oração (Foto: Reprodução/IHOPKC)
Pastor Mike Bickle, fundador da Casa Internacional de Oração (Foto: Reprodução/IHOPKC)

Após ser alvo de várias acusações de assédio e abuso sexual, o pastor Mike Bickle, 68 anos, fundador da Casa Internacional de Oração de Kansas City (IHOPKC), foi afastado de suas funções. A igreja divulgou no último sábado (28), uma nota onde fala da gravidade da situação e que várias vítimas foram ouvidas, confirmando os crimes.

A nota, que foi feita por ex-líderes da igreja que conversaram com as vítimas, diz que as ações de Bickle “estão aquém dos padrões bíblicos para líderes da igreja”, que houve uso de autoridade espiritual para manipular as vítimas e que elas “nada tinham a ganhar partilhando a sua experiência, exceto buscar verdade, arrependimento, misericórdia e graça”.

Segundo informaram Dwane Roberts e Brian Kim, que fizeram parte da antiga equipe de liderança executiva e foram membros do conselho, Bickle foi procurado por eles para se explicar, mas teria recusado e ainda ameaçado os líderes.

A nota diz ainda que Bickle está afastado de suas funções e pediu a oração de todos: “Nosso clamor e nossa oração é para que sejamos fortes e não permitamos que esses acontecimentos abalem nossa fé, nem desencorajem nossos corações, nesta jornada de levantar uma igreja que ora e espera a volta do Noivo. Estamos comprometidos com a total transparência e a verdade e compartilharemos mais informações à medida que os fatos forem esclarecidos”.

De acordo com o jornal TheKansas City Star, Bickle teria pregado sobre as acusações em seu sermão no último domingo (29), onde afirmou que estava sendo vítima de falsas acusações. O pastor teria usado Apocalipse 12:10 “a arma mais eficaz de Satanás no fim dos tempos é a acusação”.

Nota de esclarecimento da Florianópolis House of Prayer

As graves denúncias contra Mike Bickle, fundador da Casa Internacional de Oração de Kansas City (IHOPKC), levaram a Florianópolis House of Prayer (FHOP), publicar uma nota comunicando o afastamento até que os fatos sejam esclarecidos.

Em nota publicada em seu site, a FHOP disse que “repudia, de maneira enfática e intransigente, qualquer forma de falha moral em toda e qualquer circunstância. Isto é absolutamente contrário aos nossos princípios, valores, nossa fé e comunidade”.

A Florianópolis House of Prayer (FHOP), é uma base missionária, ou seja, uma filial da Casa Internacional de Oração de Kansas City no Brasil, que tem como fundador Dwayne Roberts, e pastor sênior Vinicius Sousa.

Leia nota completa

É com profundo pesar, que recentemente tomamos ciência de graves alegações de abuso pastoral, envolvendo Mike Bickle, líder da International House of Prayer em Kansas City (IHOPKC).

Estas alegações foram feitas por várias testemunhas confiáveis e que convergiam em seus relatos.

Dwayne Roberts e um grupo de líderes dos Estados Unidos lideraram uma investigação e confrontaram Mike Bickle e ele negou todas as alegações.

Por meio desta nota, a FHOP vem se afastar publicamente de Mike Bickle, até que os fatos sejam esclarecidos.

A FHOP repudia, de maneira enfática e intransigente, qualquer forma de falha moral em toda e qualquer circunstância. Isto é absolutamente contrário aos nossos princípios, valores, nossa fé e comunidade.

Nossa fé está em Cristo e, em Cristo apenas!

Nosso clamor e oração é que sejamos fortes e, não permitindo que estes acontecimentos abalem nossa fé, ou desanimem nossos corações, na jornada de levantar uma igreja que ora e espera pelo retorno do Noivo.

Estamos comprometidos com a transparência completa, e com a Verdade e compartilharemos mais informações à medida que os fatos forem esclarecidos.

Nossos olhos permanecem firmes em Cristo, e nosso espírito está firmado na verdade eterna.

Dwayne Roberts (fundador da FHOP)
Vinicius Sousa (pastor sênior da FHOP)
Equipe Liderança FHOP

Leia abaixo a declaração da equipe de liderança do IHOPKC sobre alegações contra Mike Bickle:

“Estamos com o coração partido ao comunicar que recentemente tomamos conhecimento de graves alegações, incluindo imoralidade sexual, dirigidas contra Mike Bickle, o fundador do IHOPKC. A nossa equipe de liderança considera seriamente estas alegações e estamos trabalhando pela verdade, luz, redenção e justiça. Estamos trabalhando com terceiros para avaliar e arbitrar essas alegações.

Nossa prioridade é amar e servir nossa comunidade IHOPKC durante este momento. Esta notícia é perturbadora para a nossa família espiritual, bem como para toda a nossa equipe de liderança. Por favor, ore por todos os envolvidos, incluindo aqueles que se manifestaram, aqueles que sofreram traumas e pela família Bickle.

Pedimos por paciência enquanto trabalhamos nesta situação complexa e muito difícil. Em segundo lugar, pedimos que a nossa família espiritual se abstenha de usar uma linguagem espiritual profética que possa ser interpretada como uma rejeição à dor dos traumatizados.

Em 26 de outubro, a Equipe de Liderança Executiva do IHOPKC pediu a Mike Bickle e ele concordou em não pregar ou ensinar na plataforma do IHOPKC, não frequentar nossa sala de oração 24 horas ou interagir com seus canais de mídia social enquanto trabalhamos com outras pessoas para avaliar esta situação.

Por mais difícil que isto seja para muitos, confiamos na boa e sábia liderança de Jesus para nos ajudar e fortalecer à medida que ancoramos a nossa esperança Nele.”

Com informações de Comunhão, Christianity Today, Fuxico Gospel e Florianópolis House of Prayer

16 cristãos mortos em ataques no estado de Benue, na Nigéria

Cristãos durante culto na Nigéria. (Foto representativa: Portas Abertas)
Cristãos durante culto na Nigéria. (Foto representativa: Portas Abertas)

Pastores Fulani e outros terroristas mataram no domingo (29 de outubro) seis cristãos no estado de Benue, na Nigéria, após o massacre de outros 10 no início deste mês, disseram fontes.

Na aldeia de Tse Gamber, no condado de Gwer West, os agressores no início do domingo mataram três cristãos e raptaram outro, disse o residente da área, Perver Acham. Ele identificou o cristão sequestrado como Iorhon Dam.

Acham disse que três outros cristãos foram mortos na aldeia de Ngai quase ao mesmo tempo.

Pastores Fulani são extremistas islâmicos que vão predominantemente a vilas cristãs, no Cinturão Médio, na Nigéria, com frequência à noite, atacar pessoas inocentes, incluindo mulheres e crianças.

Também no condado de Gwer West, pastores e outros terroristas mataram em 23 de outubro três cristãos na aldeia de Agagbe, disse Terna Jacob, residente da área, que os identificou como Iorhemba Cletus, 37; Akaa Clifford, 50; e Igbahemba Abua, 55.

“Eles foram emboscados e mortos pelos terroristas”, disse Jacob em uma mensagem de texto ao Morning Star News.

Outro cristão no estado de Benue foi morto após ser sequestrado em setembro. Um membro da família de Washima Erukaa, de 80 anos, um oficial cristão do Conselho do Governo Local de Ukum que foi sequestrado de sua casa em Zakibiam em 23 de setembro, disse que soube no domingo que ele havia sido morto em 23 de outubro porque os parentes não conseguiram pagar o valor do resgate exigido.

“Os seus sequestradores exigiram que pagássemos um resgate de 5 milhões de nairas (6.340 dólares), mas não conseguimos angariar o dinheiro”, disse o familiar sob condição de anonimato. “No entanto, em 29 de outubro, eles nos contataram por telefone e disseram que nosso pai havia sido morto e enterrado por eles.”

Pastores Fulani em 14 de outubro também atacaram a vila de Imatom no condado de Logo, matando três cristãos por volta das 21h, disse o residente Anawa Joseph. Ele identificou os mortos como Tertsea Terkimbi Adagundu, Tertsea Mkposu e Mimidoo Umburga.

“Seus cadáveres foram levados para o necrotério do hospital da Igreja NKST, na cidade de Anyiin”, disse Joseph.

Os moradores disseram que todas as vítimas eram membros de congregações do NKST em suas respectivas comunidades.

No condado de Guma, na noite de 5 de outubro, terroristas atacaram a cidade de Daudu, matando três cristãos, disseram moradores.

“Estes ataques foram realizados em várias comunidades, mas a polícia e outras agências de segurança estão trabalhando para conter a situação”, disse a porta-voz da polícia, Catherine Anene. “Nem mesmo a minha aldeia e os meus familiares foram poupados destes ataques.”

Na Lista Mundial da Perseguição de 2023 dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria saltou para o sexto lugar, a classificação mais alta de sempre, do 7º lugar do ano anterior.

Folha Gospel com informações de Morning Star News

Pré-adolescentes não acreditam nas verdades bíblicas básicas, revela estudo

Pré-adolescentes (Foto: canva)
Pré-adolescentes (Foto: canva)

O Centro de Pesquisa Cultural da Universidade Cristã do Arizona, nos Estados Unidos, concluiu num estudo nacional que a maioria dos pré-adolescentes não aceitam as crenças fundamentais associadas a uma cosmovisão bíblica.

A instituição realizou uma pesquisa nacional em 2022 onde participaram 400 pré-adolescentes entre 8 e 12 anos. O estudo, com uma margem de erro de +/- 5 pontos percentuais, examinou a importância das chamadas “Sete Pedras Angulares de uma Cosmovisão Bíblica”. Os resultados concluíram que apenas 3% dos entrevistados adotam todos esses sete pilares.

Com base na pesquisa de George Barna, diretor do Centro de Pesquisa Cultural da Universidade Cristã do Arizona, existem sete crenças que aumentam a probabilidade das pessoas desenvolverem uma cosmovisão bíblica :

  1. Deus existe e é onisciente, todo-poderoso, perfeito, Criador e governante do universo.
  2. Como pecador, a única solução para as consequências do pecado é reconhecê-lo e compreender que Deus o perdoa através de Jesus Cristo e você pode confiar Nele para salvá-lo dessas consequências.
  3. O pecado é real; Somos todos pecadores por escolha.
  4. Sua razão mais importante para viver é fazer a vontade de Deus.
  5. Você confia na Bíblia porque ela é completamente verdadeira e pessoalmente relevante para a sua vida.
  6. A Bíblia fornece uma compreensão completa e confiável do bem e do mal.
  7. Sucesso é fazer consistentemente o que a Bíblia ensina.

Dos chamados “tweens” que participaram da pesquisa, 13% concordam com cinco ou seis dos pilares. 32% adotam apenas um ou dois dos sete pilares, seguidos de 26% que subscrevem três ou quatro deles e mais 26% que não aderem a nenhum deles.

Embora a maioria dos entrevistados (69%) acredite no ponto um, apenas 36% concordam com o ponto dois. 35% dos pré-adolescentes concordam com o ponto três e 27% identificaram-se com o ponto quatro.

Por outro lado, 25% concordaram com o quinto pilar e 21% com o sexto. Finalmente, apenas 17% dos entrevistados definem o sucesso como “fazer consistentemente o que a Bíblia ensina, conforme declarado no ponto número sete.

O autor, George Barna, incluiu esta informação em seu livro: Raising Spiritual Champions: Nurturing Your Child’s Heart, Mind, and Soul.

Outros dados

Quando se trata de outras crenças espirituais, além dos sete pilares, a maioria (96%) dos pré-adolescentes afirma ter ouvido falar do céu e 79% daqueles que ouviram falar dele acreditam que é um lugar real. Além disso, 96% dos entrevistados já ouviram falar do inferno e 73% deste subgrupo acreditam que é um lugar real.

A tudo isto, George Barna, que também é autor de 50 livros, disse: “Sabemos quais práticas são mais eficazes no desenvolvimento de jovens discípulos. O único fator que falta é uma massa de pais, avós, pastores, professores, treinadores e outros pessoas influenciadores que estão dispostos a fazer disso sua principal prioridade na vida.”

“Se essas pessoas influentes realmente amam ou se preocupam com os jovens, então seguir com práticas eficazes de fazer discípulos não deveria ser um grande obstáculo”, acrescentou.

Por outro lado, referiu que “Qualquer pai pode fazer parte da solução, se assim o desejar. Começa com o compromisso de formar um campeão espiritual, o que exige um plano sólido que o adulto implemente de forma consistente” .

“O plano requer uma dieta constante de ensino, discussão e modelo de princípios bíblicos e avaliação de quão bem a criança está se saindo na compreensão e aplicação desses princípios”, concluiu o pesquisador, alertando também que, se não forem tomadas medidas, será um caminho em direção ao sincretismo, um híbrido de crenças adotadas a partir de diferentes visões de mundo.

Folha Gospel com informações de Evangelico Digital

Reforma Protestante: um movimento que impactou o mundo e a Igreja

Estátua de Martinho Lutero. (Foto: Pixabay/Andreas Breitling)
Estátua de Martinho Lutero. (Foto: Pixabay/Andreas Breitling)

Neste 31 de outubro, os cristãos comemoram 506 anos da Reforma Protestante. Será que o movimento reformista, que ficou conhecido a partir de Martinho Lutero, ainda queima no coração da Igreja?

O evento desencadeou a convulsão religiosa, política, intelectual e cultural do século XVI, que fragmentou a Europa católica, estabelecendo as estruturas e crenças que definiriam o continente na era moderna.

Como lembra um artigo do History: “No norte e centro da Europa, reformadores como Martinho Lutero, João Calvino e Henrique VIII desafiaram a autoridade papal e questionaram a capacidade da Igreja Católica de definir a prática cristã”. 

A ruptura desencadeou guerras, perseguições e a chamada Contra-Reforma — reação da Igreja Católica ao avanço do protestantismo — por meio da catequização de pessoas através de jesuítas, da reativação do tribunal da Inquisição e da proibição de certos livros. 

‘Purificação da Igreja’

Historiadores costumam datar o início da Reforma Protestante em 1517, quando Martinho Lutero pregou suas 95 teses na porta da capela de Wittemberg, na Alemanha. 

As principais ideias da Reforma giravam em torno da “purificação da Igreja” e do acesso dos fiéis à Bíblia, para que a palavra de Deus e não a tradição fosse a única fonte de autoridade espiritual. 

Para disseminar essa ideia, Lutero e os outros reformadores usaram o poder da imprensa. Entre 1518 e 1525, ele publicou mais obras do que a soma que os 17 reformadores seguintes publicaram. 

“Não foi uma inovação, mas uma volta às Escrituras”

De acordo com o pastor Hernandes Dias Lopes, o movimento da Reforma Protestante “rompeu com os desmandos do papado e com os desvios doutrinários da igreja”.

“A Reforma não foi uma inovação da igreja, mas uma volta às Escrituras. Seu propósito foi fazer uma correção de rota e seguir pelas mesmas pegadas trilhadas pelos apóstolos”, disse através de uma publicação em seu Facebook. 

“A reforma colocou a igreja de volta nos trilhos da verdade. A verdade de que a Bíblia é a nossa única regra de fé e prática e devemos rejeitar decisivamente todas as doutrinas que não estiveram amparadas pelas Escrituras”, escreveu.

“A verdade de que a salvação é pela fé e não pelas obras. Não somos salvos pelas obras que fazemos para Deus, mas pela obra que Cristo fez por nós na cruz. A verdade de que somos salvos pela graça de Deus e não pelos méritos humanos (…) A verdade de que a Deus pertence o poder, honra e a glória, agora e pelos séculos eternos”, ele resumiu. 

Sobre Martinho Lutero

O monge agostiniano e professor universitário em Wittenberg, Martinho Lutero (1483-1546) compôs suas “95 teses”, que protestavam contra a venda de indultos de penitência ou indulgências, por parte do papa. 

Ele esperava estimular a renovação dentro da igreja, em 1521, quando foi convocado perante a “Dieta de Worms” e foi excomungado. A palavra “dieta” vem do latim díaita e significa “modo de viver”. 

Logo, a assembleia política e administrativa tinha como foco ditar as regras de Worms que, na época, era uma cidade livre do império. Este tipo de assembleia era um órgão deliberativo formal e suas decisões valiam para todo o império.

Lutero traduziu a Bíblia para o alemão e continuou sua produção de panfletos. Quando os camponeses alemães, inspirados em parte pelo “sacerdócio de todos os crentes” de Lutero, se revoltaram em 1524, Lutero ficou do lado dos príncipes da Alemanha. 

No final da Reforma, o luteranismo tornou-se a religião do estado em grande parte da Alemanha, Escandinávia e Báltico.

Suíça e o Calvinismo

A Reforma Suíça começou em 1519 com os sermões de Ulrich Zwingli, cujos ensinamentos em grande parte se assemelhavam aos de Lutero.

Em 1541, João Calvino, um protestante francês que havia passado a década anterior no exílio escrevendo suas “Institutas da Religião Cristã”, foi convidado a se estabelecer em Genebra e colocar em prática sua doutrina reformada.

A base dessa doutrina enfatizava o poder de Deus e o destino predestinado da humanidade. O resultado foi um regime teocrático de moralidade imposta e austera.

A Genebra de Calvino tornou-se um viveiro para exilados protestantes e suas doutrinas rapidamente se espalharam para a Escócia, França, Transilvânia e Países Baixos, onde o calvinismo holandês se tornou uma força religiosa e econômica pelos próximos 400 anos.

A Reforma na Inglaterra

Em 1534, o rei da Inglaterra, Henrique VIII, declarou que somente ele deveria ser a autoridade final em assuntos relacionados à igreja inglesa. 

Ele dissolveu os mosteiros da Inglaterra para confiscar suas riquezas e trabalhou para colocar a Bíblia nas mãos do povo. A partir de 1536, todas as paróquias eram obrigadas a ter uma cópia.

Após a morte de Henrique, a Inglaterra se inclinou para o protestantismo de influência calvinista, durante o reinado de seis anos de Eduardo VI, e depois suportou cinco anos de catolicismo reacionário sob Maria I. 

Em 1559 , Elizabeth I assumiu o trono e, durante seu reinado de 44 anos, colocou a Igreja da Inglaterra como um “caminho do meio” entre o calvinismo e o catolicismo.

A Contra-Reforma

A Igreja Católica demorou a responder sistematicamente às inovações teológicas e publicitárias de Lutero e de outros reformadores. 

O Concílio de Trento, que se reuniu de 1545 a 1563, articulou a resposta da Igreja aos problemas que desencadearam a Reforma e aos próprios reformadores.

A Igreja Católica da era da Contra-Reforma tornou-se mais espiritual, mais alfabetizada e mais educada. Havia também novas ordens religiosas.

Os jesuítas combinavam espiritualidade rigorosa com um intelectualismo de mentalidade global. Enquanto isso, místicos como Teresa de Ávila injetavam nova paixão nas ordens mais antigas. 

As inquisições, tanto na Espanha quanto em Roma, foram reorganizadas para combater a ameaça da heresia protestante.

Mudanças duradouras

Junto com as consequências religiosas da Reforma e da Contra-Reforma vieram mudanças políticas profundas e duradouras. 

As novas liberdades religiosas e políticas do norte da Europa tiveram um grande custo, com décadas de rebeliões, guerras e perseguições sangrentas. 

Só a Guerra dos Trinta Anos pode ter custado à Alemanha 40% de sua população. Mas as repercussões positivas da Reforma podem ser vistas no florescimento intelectual e cultural que ela inspira até os dias de hoje.

As 95 teses

Pregadas na porta da Catedral da cidade Wittenberg, Alemanha, os argumentos do ex-monge Lutero não pediam que a Igreja se dividisse, mas que passasse por uma reforma teológica, abandonando práticas que contrariavam as Escrituras Sagradas. Rejeitadas pelo Vaticano, foram o início do que seria mais tarde a Igreja Luterana.

Entre as propostas de Lutero estava a de traduzir a Bíblia para que todos pudessem conhecer a Palavra de Deus. Até então isso era privilégio do clero. Foi uma verdadeira revolução no cristianismo. Lutero baseava-se em “5 pilares” que são usados até hoje para definir a fé protestante: “Somente a Escritura, somente a Fé, somente a Graça, somente Cristo e Glória somente a Deus”.

Os ideais se espalharam pela Europa e encontraram eco em vários movimentos similares. Essa é a raiz das igrejas evangélicas que se espalham por todo o mundo até hoje. Embora pouco divulgada pelas igrejas no Brasil, o fato é que a Reforma ajudou a mudar a história.

Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeus provocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, estendendo-se pela Suíça, França, Países Baixos, Reino Unido, Escandinávia e algumas partes do Leste europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contrarreforma ou Reforma Católica, iniciada no Concílio de Trento.

O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e os reformados ou protestantes, originando o protestantismo.

Após cinco séculos, a Reforma continua inspirando milhares de cristãos no mundo inteiro.

Essas são as 95 teses que deram origem à Reforma:

  1. Ao dizer: “Fazei penitência”, etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.
  2. Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental (isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes).
  3. No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior; sim, a penitência interior seria nula se, externamente, não produzisse toda sorte de mortificação da carne.
  4. Por consequência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.
  5. O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que impôs por decisão própria ou dos cânones.
  6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoados os casos que lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações, a culpa permaneceria.
  7. Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.
  8. Os cânones penitenciais são impostos apenas aos vivos; segundo os mesmos cânones, nada deve ser imposto aos moribundos.
  9. Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.
  10. Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que reservam aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.
  11. Essa cizânia de transformar a pena canônica em pena do purgatório parece ter sido semeada enquanto os bispos certamente dormiam.
  12. Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da verdadeira contrição.
  13. Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.
  14. Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo grande temor, e tanto mais quanto menor for o amor.
  15. Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do desespero.
  16. Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semidesespero e a segurança.
  17. Parece necessário, para as almas no purgatório, que o horror devesse diminuir à medida que o amor crescesse.
  18. Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da Escritura, que elas se encontrem fora do estado de mérito ou de crescimento no amor.
  19. Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza disso.
  20. Portanto, por remissão plena de todas as penas, o papa não entende simplesmente todas, mas somente aquelas que ele mesmo impôs.
  21. Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.
  22. Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma única pena que, segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.
  23. Se é que se pode dar algum perdão de todas as penas a alguém, ele, certamente, só é dado aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.
  24. Por isso, a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada por essa magnífica e indistinta promessa de absolvição da pena.
  25. O mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, qualquer bispo e cura tem em sua diocese e paróquia em particular.
  26. O papa faz muito bem ao dar remissão às almas não pelo poder das chaves (que ele não tem), mas por meio de intercessão.
  27. Pregam doutrina mundana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].
  28. Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa, pode aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da Igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.
  29. E quem é que sabe se todas as almas no purgatório querem ser resgatadas, como na história contada a respeito de São Severino e São Pascoal?
  30. Ninguém tem certeza da veracidade de sua contrição, muito menos de haver conseguido plena remissão.
  31. Tão raro como quem é penitente de verdade é quem adquire autenticamente as indulgências, ou seja, é raríssimo.
  32. Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.
  33. Deve-se ter muita cautela com aqueles que dizem serem as indulgências do papa aquela inestimável dádiva de Deus através da qual a pessoa é reconciliada com Ele.
  34. Pois aquelas graças das indulgências se referem somente às penas de satisfação sacramental, determinadas por seres humanos.
  35. Os que ensinam que a contrição não é necessária para obter redenção ou indulgência, estão pregando doutrinas incompatíveis com o cristão.
  36. Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissão plena tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem uma carta de indulgência.
  37. Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos os benefícios de Cristo e da Igreja, que são dons de Deus, mesmo sem carta de indulgência.
  38. Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado, pois – como disse – é uma declaração da remissão divina.
  39. Até mesmo para os mais doutos teólogos é dificílimo exaltar simultaneamente perante o povo a liberalidade de indulgências e a verdadeira contrição.
  40. A verdadeira contrição procura e ama as penas, ao passo que a abundância das indulgências as afrouxa e faz odiá-las, ou pelo menos dá ocasião para tanto.
  41. Deve-se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras do amor.
  42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de misericórdia.
  43. Deve-se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências.
  44. Ocorre que através da obra de amor cresce o amor e a pessoa se torna melhor, ao passo que com as indulgências ela não se torna melhor, mas apenas mais livre da pena.
  45. Deve-se ensinar aos cristãos que quem vê um carente e o negligencia para gastar com indulgências obtém para si não as indulgências do papa, mas a ira de Deus.
  46. Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para sua casa e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgência.
  47. Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre e não constitui obrigação.
  48. Deve ensinar-se aos cristãos que, ao conceder perdões, o papa tem mais desejo (assim como tem mais necessidade) de oração devota em seu favor do que do dinheiro que se está pronto a pagar.
  49. Deve-se ensinar aos cristãos que as indulgências do papa são úteis se não depositam sua confiança nelas, porém, extremamente prejudiciais se perdem o temor de Deus por causa delas.
  50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
  51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto – como é seu dever – a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extorquem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.
  52. Vã é a confiança na salvação por meio de cartas de indulgências, mesmo que o comissário ou até mesmo o próprio papa desse sua alma como garantia pelas mesmas.
  53. São inimigos de Cristo e do Papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.
  54. Ofende-se a palavra de Deus quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto ou mais tempo às indulgências do que a ela.
  55. A atitude do Papa necessariamente é: se as indulgências (que são o menos importante) são celebradas com um toque de sino, uma procissão e uma cerimônia, o Evangelho (que é o mais importante) deve ser anunciado com uma centena de sinos, procissões e cerimônias.
  56. Os tesouros da Igreja, a partir dos quais o papa concede as indulgências, não são suficientemente mencionados nem conhecidos entre o povo de Cristo.
  57. É evidente que eles, certamente, não são de natureza temporal, visto que muitos pregadores não os distribuem tão facilmente, mas apenas os ajuntam.
  58. Eles tampouco são os méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre operam, sem o papa, a graça do ser humano interior e a cruz, a morte e o inferno do ser humano exterior.
  59. S. Lourenço disse que os pobres da Igreja são os tesouros da mesma, empregando, no entanto, a palavra como era usada em sua época.
  60. É sem temeridade que dizemos que as chaves da Igreja, que foram proporcionadas pelo mérito de Cristo, constituem estes tesouros.
  61. Pois está claro que, para a remissão das penas e dos casos especiais, o poder do papa por si só é suficiente.
  62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.
  63. Mas este tesouro é certamente o mais odiado, pois faz com que os primeiros sejam os últimos.
  64. Em contrapartida, o tesouro das indulgências é certamente o mais benquisto, pois faz dos últimos os primeiros.
  65. Portanto, os tesouros do Evangelho são as redes com que outrora se pescavam homens possuidores de riquezas.
  66. Os tesouros das indulgências, por sua vez, são as redes com que hoje se pesca a riqueza dos homens.
  67. As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como as maiores graças realmente podem ser entendidas como tais, na medida em que dão boa renda.
  68. Entretanto, na verdade, elas são as graças mais ínfimas em comparação com a graça de Deus e a piedade da cruz.
  69. Os bispos e curas têm a obrigação de admitir com toda a reverência os comissários de indulgências apostólicas.
  70. Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios sonhos em lugar do que lhes foi incumbidos pelo papa.
  71. Seja excomungado e amaldiçoado quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.
  72. Seja bendito, porém, quem ficar alerta contra a devassidão e licenciosidade das palavras de um pregador de indulgências.
  73. Assim como o papa, com razão, fulmina aqueles que, de qualquer forma, procuram defraudar o comércio de indulgências,
  74. muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências, procuram fraudar a santa caridade e verdade.
  75. A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes a ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.
  76. Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados venais no que se refere à sua culpa.
  77. A afirmação de que nem mesmo São Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o Papa.
  78. Dizemos contra isto que qualquer papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc., como está escrito em I Coríntios XII.
  79. É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insigneamente erguida, eqüivale à cruz de Cristo.
  80. Terão que prestar contas os bispos, curas e teólogos que permitem que semelhantes sermões sejam difundidos entre o povo.
  81. Essa licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil nem para os homens doutos defender a dignidade do papa contra calúnias ou questões, sem dúvida argutas, dos leigos.
  82. Por exemplo: Por que o papa não esvazia o purgatório por causa do santíssimo amor e da extrema necessidade das almas – o que seria a mais justa de todas as causas, se redime um número infinito de almas por causa do funestíssimo dinheiro para a construção da basílica – que é uma causa tão insignificante?
  83. Do mesmo modo: Por que se mantêm as exéquias e os aniversários dos falecidos e por que ele não restitui ou permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor deles, visto que já não é justo orar pelos redimidos?
  84. Do mesmo modo: Que nova piedade de Deus e do papa é essa que, por causa do dinheiro, permite ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de Deus, mas não a redime por causa da necessidade da mesma alma piedosa e dileta por amor gratuito?
  85. Do mesmo modo: Por que os cânones penitenciais – de fato e por desuso já há muito revogados e mortos – ainda assim são redimidos com dinheiro, pela concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?
  86. Do mesmo modo: Por que o papa, cuja fortuna hoje é maior do que a dos ricos mais crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos esta uma basílica de São Pedro, ao invés de fazê-lo com o dinheiro dos pobres fiéis?
  87. Do mesmo modo: O que é que o papa perdoa e concede àqueles que, pela contrição perfeita, têm direito à plena remissão e participação?
  88. Do mesmo modo: Que benefício maior se poderia proporcionar à Igreja do que se o papa, assim como agora o faz uma vez, da mesma forma concedesse essas remissões e participações cem vezes ao dia a qualquer dos fiéis?
  89. Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências, outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?
  90. Reprimir esses argumentos muito perspicazes dos leigos somente pela força, sem refutá-los apresentando razões, significa expor a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e fazer os cristãos infelizes.
  91. Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.
  92. Portanto, fora com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo “Paz, paz!” sem que haja paz!
  93. Que prosperem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo “Cruz! Cruz!” sem que haja cruz!
  94. Devem-se exortar os cristãos a que se esforcem por seguir a Cristo, seu cabeça, através das penas, da morte e do inferno.
  95. E que confiem entrar no céu antes passando por muitas tribulações do que por meio da confiança da paz.

Fonte: Guia-me e Wikipédia

Halloween: pastor explica porque o Dia das Bruxas é incompatível com o Cristianismo

Abóboras de Halloween (Foto: canva)
Abóboras de Halloween (Foto: canva)

O Brasil importou a celebração do Halloween dos Estados Unidos e muitos cristãos têm dúvidas sobre deixar seus filhos participarem ou não de festas relacionadas ao Dia das Bruxas.

O pastor Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói, Rio de Janeiro, fez uma publicação no Instagram para falar sobre o tema e trazer um alerta aos pais cristãos.

Vargens começa explicando a origem desta festa pagã criada pelos celtas para celebrar o ano novo dos feiticeiros. A crença é que nesta data, os espíritos dos mortos vagavam entre os vivos e visitavam seus antigos lares.

Ao mesmo tempo, a região Norte celebrava o festival da colheita e grandes fogueiras eram criadas para assustar os espíritos. Outra forma criada para espantar as almas vagantes era se vestir de forma assustadora ou esculpir nabos e, depois, as abóboras – que representam a imortalidade – para completar o ritual.

O pastor explica também que nos anos de 1920 a festa pagã virou uma festa e se tornou uma das maiores tradições dos Estados Unidos, passando a ser copiada em outros países. Então, ele pergunta:

– O que o santo evangelho de Cristo tem a ver com isso? Como um cristão pode se envolver em uma festa assim? Por acaso participar do Halloween glorifica a Deus?

E continua:

– Amados, 31 de outubro não é dia para se comemorar ou celebrar o Halloween, pelo contrário, essa data obrigatoriamente deveria remeter-nos aos idos de 1517 quando o monge alemão Martinho Lutero afixou às portas do castelo de Wittenberg as 95 teses denunciando as indulgências e os excessos da Igreja Romana, dando início à Reforma Protestante.

Confira na íntegra:

Fonte: Pleno.News

Liberdade religiosa está ameaçada em território sob conflito no Azerbaijão

Mapa da região onde ficam Azerbaijão, Armênia e Nagorno-Karabakh (Foto: Reprodução/G1)
Mapa da região onde ficam Azerbaijão, Armênia e Nagorno-Karabakh (Foto: Reprodução/G1)

Estima-se que mais de dez mil pessoas atravessaram a fronteira de Nagorno-Karabakh em direção à Armênia. Desde que o Azerbaijão conseguiu o controle da região, uma área disputada no Sul do Cáucaso, muitos armênios fugiram por medo do novo governo.

Algumas vítimas não conseguiram fugir e estão enclausuradas na área de conflito que existe há décadas. A última mudança no cenário do conflito foi o avanço da ofensiva militar na região em meados de setembro, que resultou em um acordo de cessar-fogo e no desarmamento das forças étnicas armênias.

Fuga em massa

Dois líderes de igrejas locais conversaram com parceiros da Portas Abertas e pediram que oremos por eles. “Sim, a situação está difícil agora. Precisamos de oração por paz, para que o Senhor pare a guerra. Por toda a vizinhança há soldados mortos, mesmo entre nossos parentes. Agora, os civis estão deixando a área.”

É uma área historicamente complexa. Tanto a Armênia quanto o Azerbaijão eram parte da União Soviética (URSS). Quando a antiga URSS começou a se desintegrar, no final dos anos 1980, o parlamento votou para que a região fosse anexada à Armênia e separada do Azerbaijão.

Desde então, começou a guerra na região. Ao longo dos anos, milhares de pessoas foram mortas e mais de um milhão de vítimas se tornaram deslocadas internas por causa das atrocidades cometidas pelos dois lados do conflito.

Ameaça à liberdade religiosa

Um especialista da Portas Abertas afirmou: “Vamos orar para que o Senhor proteja os seus filhos nessa região e para que a paz seja restaurada. Ore pelos que estão sofrendo e para que a violência pare. Nenhum dos lados confia no outro e muitos armênios ainda planejam deixar Karabakh”.

Outro pastor disse: “O mais importante é orar para que o conflito seja resolvido, para que não haja mais derramamento de sangue. Há muitas vítimas, ore por essas famílias e para que Deus as console”.

Cristãos estão afetados nos dois lados do conflito, o que preocupa organizações internacionais. Restrições para o registro de igrejas, vigilância sobre a literatura religiosa e outras limitações para atividades cristãs são alguns dos desafios que a comunidade cristã teme enfrentar sob o governo do Azerbaijão.

Fonte: Portas Abertas

“Citar o nome de Jesus é crime e traição”, diz correspondente internacional da Portas Abertas

Crucifixo sobre sangue (Foto: Reprodução/Flickr)
Crucifixo sobre sangue (Foto: Reprodução/Flickr)

Em entrevista exclusiva ao site da Revista Comunhão, correspondente internacional no Oriente Médio narra o drama de cristãos que vivem em países muçulmanos.

Cristãos monitorados por câmeras dentro da igreja, Bíblias escondidas, cultos secretos. A vida de quem ama a Jesus em países muçulmanos, onde prevalece a religião Islâmica, ser cristão é mais do que uma prova de amor e fé a Cristo: é um desafio de vida ou morte. Para falar sobre esse drama, Comunhão entrevistou com exclusividade a libanesa Leyla Samar, correspondente internacional da Portas Abertas, organização cristã que há mais de 60 anos ajuda cristãos perseguidos em países onde não há liberdade religiosa.

Ela veio da Síria e chegou ao Brasil na sexta-feira (20), onde ficará até o dia 05 de novembro dando palestras em várias igrejas no país, relatando o que tem vivido na pele. A correspondente mora há quase 20 anos em regiões de conflitos religiosos, sociais e étnicos, e atua no Departamento de Comunicação no Oriente Médio e Norte da África.

“Se descobertos, eles (os cristãos) perdem empregos, são expulsos de casa, da comunidade, mulheres convertidas do islamismo para o cristianismo são expulsas, ficam vulneráveis a tudo e podem até perder a guarda dos filhos”, relata a Samar.

Leyla é a responsável em desenvolver e implementar estratégias de comunicação em áreas de forte influência muçulmana. Ela foi preletora em um painel de discussão da Organização das Nações Unidas (ONU) em Singapura, em 2015, e na Bond Conference, o maior evento sobre desenvolvimento internacional da Europa, em 2018. A entrevista está imperdível, confira:

Comunhão: De que forma o Islã tenta impor a sua doutrina?
Leyla Samar: Dos 50 países da Lista Mundial da Perseguição em que os cristãos são perseguidos, 30 países têm como fonte de perseguição a Opressão Islâmica. Isso pode ser feito gradualmente por um processo de islamização sistemática (aumentando a pressão) ou repentinamente pelo uso da força militante (violência) ou por ambos. Muitos lugares (cidades e até países inteiros) são governados pela Sharia, conjunto de leis que tem como base as regras do islamismo.

E como vivem os cristãos nessas áreas?
Quando falamos de países absolutamente islâmicos e que é proibido ter cristãos, falar de Cristo ou até mesmo se declarar cristão, como os Emirados Árabes, Turquia, Irã entre outros, é proibido. Nesses países os cristãos são secretos, se reúnem secretamente, mantém as bíblias escondidas e não se declaram a ninguém como cristãos. Muitas vezes, nem à própria família. Se descobertos, eles perdem empregos, são expulsos de casa, da comunidade, mulheres convertidas do islamismo para o cristianismo são expulsas, ficam vulneráveis a tudo e podem até perder a guarda dos filhos.

A situação é pior em locais de conflitos?
Quando falamos em área de conflitos, temos vários contextos. Por exemplo, na Nigéria ou Quênia – que têm conflitos internos entre rebeldes e forças do governo – o cristão fica no fogo cruzado, sendo perseguido por grupos paramilitares ou radicais islâmicos e sem o auxílio do governo. O mesmo acontece em países como Iraque e Síria, em que os cristãos se encontram entre duas forças opostas e ainda têm que enfrentar o Estado Islâmico que quer estabelecer um califado nesses países.

Algo parecido ao que acontece na Palestina?
O mais recente desses conflitos, entre Israel x Palestina, mais uma vez coloca o cristão, que já era perseguido pelas duas religiões predominantes (islamismo e judaísmo), em estado de vulnerabilidade. Nesses casos, os cristãos não recebem proteção de nenhuma das partes em conflito e, muitas vezes, têm casas, regiões, hospitais, comércios, escolas e igrejas bombardeadas, como aconteceu recentemente na região Israel x Gaza, com uma igreja e uma escola cristã bombardeadas.

Poderia destacar as principais dificuldades dos cristãos nesses lugares?
São muitas: apoio logístico, quando têm que sair do local, apoio para ficar quando não querem ou não podem sair, apoio psicológico, socioeconômico e físico. Apoio espiritual. E as dificuldades já explanadas na questão anterior. Por exemplo, o Irã é um dos países com o maior número de cristãos presos, junto com Paquistão e Coreia do Norte. Nesses países é proibido fazer evangelismo e o fato de citar o nome de Jesus ou fazer apologia religiosa (cristã) é considerado crime contra a segurança nacional ou traição ao país. Aos cristãos é renegado o direito de defesa e a Portas Abertas atua junto com esses cristãos com apoio jurídico.

Há algum país islâmico em que o cristão não é perseguido?
Nesses países em que a fonte de perseguição é a opressão islâmica e as leis do país corroboram para a perseguição, todo cristão é perseguido. Existem países, por exemplo, fora dessa região ou dessa fonte de perseguição que nem todo o cristão é perseguido. Se formos falar sobre a América Latina, por exemplo, a Colômbia é um país considerado religiosamente livre, existem todas as denominações religiosas no país e as leis federais e a constituição garantem a livre expressão religiosa. Mas se formos para o interior do país, onde as guerrilhas, o tráfico de drogas e as milícias imperam, o cristão é fortemente perseguido, podendo ser expulso de sua comunidade, ter os filhos aliciados ou sequestrados por gangues e guerrilhas e pode até ser morto.

Um missionário sofre algum tipo específico de perseguição?
Em países em que há perseguição e o cristão tem de viver de forma secreta, muitos não ousam falar de Jesus e a presença de um evangelista ou líder religioso é importante para a propagação do Evangelho. Mas, no geral, cada cristão perseguido é um evangelista e fala do amor de Deus a quem está por perto. A diferença se dá na cultura local e no quão próximo é o perseguidor (muitas vezes pais, irmãos, esposos e esposas não podem sequer saber da conversão de um cristão e isso o impossibilita de falar de Jesus para a própria família).

Como você vê o futuro das missões nesses locais?
O crescimento do cristianismo nesses locais se dá de forma orgânica. É natural em um local em que há um cristão ou um grupo de cristãos, o Evangelho ser propagado. A Portas Abertas investe nesse tipo de missão. Esse cristão local deve ser cuidado, apoiado, consolado e discipulado, treinado, para que vire um líder cristão e que propague a crença dele para outros. Por isso, também fortalecemos o cristão local para que ele fique no país (o quanto for seguro para ele). Por exemplo, trabalhamos com os deslocados internos (que saem de sua região para outra no mesmo país), pois entendemos que enquanto ele está no país dele, o cristianismo não vai desaparecer ali.

Acredita que a tecnologia, como a Inteligência Artificial, pode ajudar nesse processo de evangelização?
Como trabalhamos com a perseguição a cristãos, não sei te falar sobre a questão de evangelização por meios tecnológicos. Mas posso afirmar que a perseguição tecnológica tem crescido a cada dia, como na China e no Vietnã, em que os cristãos são monitorados por câmera até mesmo dentro de igrejas autorizadas pelos governos (que autorizam apenas a frequência de cristãos estrangeiros a essas igrejas). O reconhecimento facial e as câmeras espalhadas por todo o país, com a pretensão de segurança, na verdade monitora atividades cristãs clandestinas, entregas de bíblias e material cristão, reuniões e pequenos grupos, células e igrejas domésticas, entre outros.

Correspondente Leyla Samar no Brasil – 20/10 a 05/11 de 2023:

SÃO PAULO – 20 a 24 de outubro

22/10 – Domingo às 10h30
Igreja Batista Central de Santo André
Av. Industrial, 2234 – Campestre
Santo André/SP

22/10 – Domingo às 17h
Bola de Neve – São Vicente
Av. Embaixador Pedro de Toledo, 686 – Centro
São Vicente SP

23/10 – Segunda às 20h
Assembleia de Deus
Rua Nolasco da Cunha, 151, Jardim Manaca
São Paulo/SP

24/10 – Terça-feira às 19h45
Igreja Evangélica Comunhão e Adoração Plena
Rua Clementina, 511, Vila Virginia
Itaquaquecetuba/SP

RIO DE JANEIRO – 26 de outubro a 01 de novembro

27/10 – Sexta-feira às 20h
Igreja Batista Atitude Barra da Tijuca
Rua Silvio da Rocha Pollis, 751 – Barra da Tijuca
Rio de Janeiro/RJ

29/10 – Domingo às 10h
Igreja Batista do Meier
R. Hermengarda, 31 – Méier
Rio de Janeiro/RJ

29/10 – Domingo às 18h
Igreja Missionária Evangélica Maranata Caxias
R. Humberto de Campos, 107 – Vila Meriti
Duque de Caxias/RJ

30/10 – Segunda-feira às 20h
Primeira Igreja Batista em Cerâmica
Rua Dona Cesária, 119 – Cerâmica
Nova Iguaçú/RJ

31/10 – Terça-feira às 19h
Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Itaoca
Avenida Itaoca 1701 – Bonsucesso
Rio de Janeiro/RJ

01/11 – Quarta-feira às 19h30
Primeira Igreja Batista de Campo Grande
R. Ferreira Borges, 54 – Campo Grande
Rio de Janeiro/RJ

BELO HORIZONTE – 02 a 05 de novembro

02/11 – Quinta-feira às 20h
Igreja Batista do Barro Preto
Av. Augusto de Lima, 1962 – Barro Preto
Belo Horizonte/MG

03/11 – Sexta-feira às 20h
Igreja Batista Central do Barreiro
Rua Barão de Coromandel, 671 – Barreiro
Belo Horizonte/MG

04/11 – Sábado às 18h30
Igreja Batista da Lagoinha (Rede de Adolescentes)
Rua Itapetinga, 87 – São Cristóvão
Belo Horizonte/MG

05/11 – Domingo às 9h
Oitava Igreja Presbiteriana
Rua Nestor Soares de Melo, 15 – Palmares
Belo Horizonte/ MG

05/11 – Domingo às 18h
Igreja Batista Central de Venda Nova
Rua Farmacêutico Raul Machado, 239 – Candelária
Belo Horizonte/MG

Para mais informações, clique aqui.

Fonte: Comunhão

Ads
- Publicidade -
-Publicidade-