Deputado Federal Pastor Henrique Vieira (Foto: Portal da Câmara dos Deputados)
Os deputados federais do PSOL, Erika Hilton (SP), Pastor Henrique Vieira (RJ) e Luciene Cavalcante (SP) enviaram representação, na segunda-feira (16/10), ao Ministério Público Federal (MPF). A intenção do documento é pedir a investigação da Assembleia de Deus de Rio Verde, em Goiás, pela suposta prática de terapias de “cura gay”.
A igreja evangélica é apontada como responsável pelo retiro “Maanaim”, que oferece serviços para “converter” jovens homossexuais e bissexuais à heterossexualidade. A influenciadora Karol Eller teria frequentado o local uma semana antes de tirar a própria vida, em 12 de outubro.
De acordo com representação enviada ao MPF pelos parlamentares, “a conduta criminosa de tratamento de cura gay pelos Representados deve ser imediatamente coibida, assim como investigadas as vítimas já submetidas à tamanha violência, para que vidas sejam preservadas”. Os deputados afirmam que a prática é vedada pelo Conselho Federal de Psicologia e sugerem que seja movida uma ação pelos crimes de homotransfobia, tortura psicológica e incitação ao suicídio.
Os parlamentares ainda acrescentam que o retiro “Maanaim” também ocorre em outras regiões do país, e pedem que o MPF investigue entidades, profissionais, grupos e empresas envolvidos na atividade em todo o Brasil. “Os tratamentos de cura gay são verdadeiras práticas de tortura e agressão a toda a população LGBTQIAPN+, cuja orientação sexual ou designação de gênero são características inerentes a cada sujeito, sendo impossível sua alteração”, diz o documento.
O governo da Nicarágua, liderado pelo ditador Daniel Ortega, fez um acordo com a Igreja Católica e libertou 12 padres detidos e os enviou ao Vaticano.
Entre os sacerdotes, não está dom Rolando Álvarez, que mais uma vez teria recusado deixar o país. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (19), em nota oficial apresentada pelo governo de Ortega.
No texto, a Nicarágua explica que “depois de conversações frutíferas com a Santa Sé” foi alcançado um acordo para transferir ao Vaticano os 12 sacerdotes que, por diferentes razões, foram processados. Todos foram enviados para Roma.
Os padres expulsos e enviados ao Vaticano são: Manuel Salvador Garcia Rodriguez, José Leonard Urbina Rodriguez, Jaime Ivan Montesinos Sauceda, Fernando Israel Zamora Silva, Osman José Amador Guillen e Julio Ricardo Norori Jimenez.
A lista também inclui Cristóbal Reynaldo Gadea Velasquez, Alvaro José Toledo Amador, José Ivan Rye Terceiro, pastor Eugenio Rodríguez Benavidez, Yessner Cipriano Pineda Meneses e Ramon Angulo Reyes.
Israel lança contra-ataque em Gaza (Foto: Reprodução)
O Ministério do Interior da Faixa de Gaza, controlado pelo Hamas, anunciou nesta quinta-feira (19) que a Igreja Ortodoxa Grega de São Porfírio, a mais antiga de Gaza, foi bombardeada por Israel.
Localizada na seção de al-Zaytun da Cidade Velha de Gaza, o templo de mais de 1.500 anos de história servia de abrigo para centenas de cristãos e muçulmanos que tentam se proteger da guerra.
Testemunhas disseram à agência AFP que o ataque parecia ter como alvo um ponto próximo ao local de culto. O exército israelense ainda não confirmou que atingiu a igreja e está verificando os relatos.
Fontes ouvidas pela agência dizem que a fachada da igreja foi danificada e um edifício adjacente desabou, causando ao menos duas mortes e deixando muitos feridos. Não há informações sobre o número exato de vítimas até o fechamento desta reportagem.
O Patriarcado Ortodoxo de Jerusalém divulgou um comunicado expressando a sua “mais forte condenação” ao ataque contra a igreja. A denominação afirmou que “visar as igrejas e as suas instituições, juntamente com os abrigos que fornecem para proteger cidadãos inocentes, especialmente crianças e mulheres que perderam as suas casas devido aos ataques aéreos israelitas em áreas residenciais no passado treze dias, constitui um crime de guerra que não pode ser ignorado”.
Imagens de antissemitismo e pedidos de violência contra judeus. (Captura de tela/YouTube/NowThis News)
Um novo relatório revelou um aumento sem precedentes de 1.200% nos apelos online à violência contra Israel, sionistas e judeus após a operação Espadas de Ferro das Forças de Defesa de Israel (FDI) contra o Hamas.
Segundo o Jerusalem Post, as estatísticas foram coletadas no período de 7 a 10 de outubro de 2023, conforme indicado no 2º Relatório de Avaliação divulgado pelo Sistema de Monitoramento Cibernético do Antissemitismo (ACMS).
Durante esse período, foram registradas 157.000 publicações antissemitas, representando um aumento de 450% em comparação com os quatro dias anteriores. Paris se destacou como o epicentro desse ódio online, seguida de perto por cidades como Nova York e Buenos Aires.
Ódio digital
Entre os dias 7 e 10 de outubro, o ACMS registrou minuciosamente cerca de 157 mil postagens que propagavam sentimentos antissemitas.
Esses números representam um aumento de 450% em relação aos quatro dias anteriores (de 3 a 6 de outubro) e um aumento significativo de 360% em comparação com o mesmo período de setembro.
O paralelo entre o aumento do discurso de ódio e os ataques do Hamas é inegável.
Gigantes das redes sociais sob o microscópio
O Twitter, juntamente com algumas outras plataformas, está sob intenso escrutínio. A União Europeia tem expressado preocupações com a disseminação generalizada do ódio e desinformação e está direcionando sua atenção para essas plataformas.
Em uma série de desenvolvimentos rápidos, Thierry Breton, o responsável pelos direitos digitais da União Europeia, emitiu advertências severas à Meta (que é proprietária do Facebook e Instagram) e à plataforma X de Elon Musk.
A principal alegação de Breton gira em torno de supostas violações da Lei de Serviços Digitais, exigindo ações corretivas imediatas.
Paris está na liderança
Uma análise geográfica dos dados identifica Paris como o epicentro mais ativo na disseminação de discurso de ódio antissemita de 7 a 10 de outubro.
Após Paris, cidades como Nova York, Buenos Aires, Santiago e Los Angeles também apresentaram uma atividade significativa nesse sentido.
Decifrando a natureza do discurso antissemita online
Aprofundando na categorização dessa retórica odiosa, 78% dela é atribuída ao “Novo Antissemitismo”, que está predominantemente relacionado a sentimentos anti-Israel.
O antissemitismo clássico compreende 16% desse total, enquanto a preocupante disseminação da negação e distorção do Holocausto representa 6%.
O Jerusalem Post diz que a demonização e a deslegitimação de Israel, além de teorias da conspiração, são alarmantemente difundidas.
Rede de ódio é diversificada
Embora o radicalismo islâmico, grupos pró-palestinos, nacionalistas palestinos e a esquerda radical se destaquem como principais contribuintes, a rede de ódio é diversificada.
Extremistas de direita, incluindo supremacistas brancos e neonazistas, também estão explorando a situação, promovendo a propaganda antissemita clássica com renovado vigor.
Além disso, a Liga Anti-Difamação (ADL) tem acompanhado a situação do antissemitismo em todo o mundo desde o início do conflito em Israel.
Os principais eventos incluem um cântico pró-Hamas em Genebra, a desfiguração da Embaixada de Israel em Bogotá com símbolos perturbadores, um número impressionante de registro de 1.000 incidentes antissemitas em apenas 48 horas na França.
Atos de vandalismo em sinagogas no Porto e Madri, chamadas públicas em Sydney, na Austrália, que pediam “gás em judeus’, aumentos significativos de incidentes no Reino Unido, bem como ataques a estabelecimentos judaicos em Londres, Alemanha e Bogotá também foram verificados.
Emerson Feitosa estava internado na UTI em Dourados (MS). (Foto: Instagram/Emerson Feitosa).
O missionário brasileiro Emerson Feitosa morreu na terça-feira (17), após contrair malária durante uma viagem a Moçambique.
A notícia do falecimento foi dada pela Igreja Batista Boas Novas, onde atuava como pastor, em Dourados, Mato Grosso do Sul.
De acordo com a igreja, Emerson apresentou sintomas da malária 15 dias depois de retornar de uma viagem missionária à África.
Ele foi internado no Hospital Universitário da Grande Dourados e, nos últimos dias, teve uma piora em seu quadro de saúde. O missionário foi transferido para a UTI e precisou ser entubado.
A família e sua congregação chegaram a promover uma campanha de doação de sangue para Emerson, junto com pedidos de oração.
Líderes cristãos lamentaram a morte do missionário no Instagram. “Meu Deus. Se foi um querido amigo. Que o Espírito Santo console a família e a igreja”, comentou o cantor Nani Azevedo.
O pastor e pregador Elizeu Rodrigues também declarou: “Que o Espírito os console!”.
O Pastor Zilmar Miguel, presidente do Gideões Missionários em Camboriú (SC), citou o legado em missões deixado por Emerson, em postagem no Instagram.
“Um exemplo de amor às missões e ao Evangelho de Cristo. Homem fiel e temente a Deus. Dedicou a sua vida em prol da obra missionária. Somente a eternidade revelará os seus tão valiosos feitos na terra”, afirmou.
“Neste momento de dor e separação, nos solidarizamos com familiares e amigos, pedindo ao Espírito Santo Deus, que o vos console, conforte e os fortaleça”, concluiu.
O missionário Emerson Feitosa promovia trabalhos missionários na África, no Paquistão e no Nepal.
O pastor e autor de best-sellers Max Lucado delineou maneiras pelas quais os cristãos deveriam responder em meio ao conflito global – algo que ele diz ser um “sinal do próximo fim desta era” – desde o conflito em curso entre a Ucrânia e a Rússia até o recente ataque a Israel pelo grupo terrorista Hamas.
“Vivemos com o medo constante da destruição mundial. Deixe uma pessoa apertar um botão e um desastre nuclear pode acontecer. A Rússia invadiu a Ucrânia. A China está ameaçando Taiwan. Israel se sente pressionado pelo Hamas ao sul e pelo Hezbollah ao Norte”, escreveu Lucado , líder da Igreja Oak Hills em San Antonio, Texas, em um artigo de opinião publicado pela Fox News.
“Caim foi violento primeiro. Nós ainda somos violentos. No entanto, nas últimas décadas, o mundo viu a violência escalar para novos níveis. A frase ‘nação contra nação, reino contra reino’ é uma expressão hebraica para uma guerra mundial. Uma guerra global é um sinal do fim desta era”, escreveu o pastor.
Apesar das más notícias aparentemente intermináveis, o pastor disse que tem boas notícias: “Jesus, aquele que alertou sobre estes dias nos livrará destes dias”, enfatizou Lucado.
“As dores do parto continuarão. A frequência do engano e da divisão aumentará, mas Jesus nos protegerá até que ele venha, e Ele nos livrará quando ele vier. Por esse motivo, Jesus disse a próxima frase: ‘Cuide para que você não fique assustado’ (Mt.24:6 ).”
Lucado compartilhou três maneiras pelas quais os cristãos deveriam responder a tal turbulência.
“Primeiro certifique-se de que você está salvo. Jesus Cristo morreu na cruz por pecadores como você e eu. ‘Ele não quer que ninguém se perca, mas quer que todas as pessoas mudem seus corações e vidas.” ( 2 Pedro 3:9 )’”, enfatizou.
Segundo, ele encorajou os crentes a “orar pela paz em Jerusalém” ( Sl 122.6 ).
“Israel é especial para Deus por aliança. Jesus nasceu lá. Ele morreu lá. Ele ressuscitou e retornará para lá. Não é de admirar que a pequena nação de Israel tenha sido a terra mais disputada da história. É o palco da história de salvação de Deus. Ore urgentemente pela nação de Israel”, escreveu ele.
Finalmente, Lucado lembrou aos cristãos: “Não entrem em pânico”, acrescentando: “Não deixem o caos pesar sobre vocês.”
Lucado é um dos muitos pastores proeminentes baseados nos EUA a exortar os cristãos do Ocidente a apoiar Israel depois que o Hamas invadiu o Estado judeu em 7 de outubro, matando cerca de 1.400 israelenses. Na segunda-feira, Israel disse que pelo menos 199 pessoas estão sendo mantidas reféns pelo grupo terrorista em Gaza.
Em retaliação, Israel lançou uma série de ataques aéreos a Gaza e cortou o fornecimento de água e eletricidade do local.
O Ministério da Saúde palestino informa que pelo menos 2.670 palestinos foram mortos e 9.600 feridos desde o início dos combates. Numa atualização anterior, o ministério disse que o número de mortos incluía 724 crianças e 458 mulheres.
Na quinta-feira, os líderes da Convenção Batista do Sul (SBC), incluindo o presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da SBC, Brent Leatherwood, o presidente da SBC, Bart Barber, e o presidente do Seminário Teológico Batista do Sul, Al Mohler, assumiram a liderança na divulgação de uma declaração condenando os ataques do Hamas e expressando seu apoio à ação de Israel pelo “direito e dever de se defender contra novos ataques.”
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Um gato esquartejado no altar e vários bilhetes com ameaças e alusão ao satanismo foram deixados dentro de uma igreja evangélica no bairro Paupina, em Fortaleza (CE), na última terça-feira, 17. Objetos do templo religioso também foram destruídos. Os suspeitos estão foragidos.
Em vídeos gravados por fieis é possível ver os rastros de vandalismo espalhados pela igreja. As imagens mostram já no altar do templo quatro patas e a cabeça de um gato que foi esquartejado.
Vários jarros e outros objetos quebrados e bilhetes com ameaças e mensagens e desenhos que fazem alusão ao satanismo também foram localizados no altar e nas paredes.
A Secretaria da Proteção Animal levou o caso para discussão na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará. O caso é investigado pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA).
A polícia foi acionada e realizou a perícia no local. Os suspeitos ainda não foram identificados, mas a polícia acredita que se trata de uma ação de intolerância religiosa. A igreja registrou um boletim de ocorrência e pediu providências às autoridades.
Os fiéis e os moradores do bairro ficaram assustados e revoltados com o ataque. Eles disseram que a igreja é um lugar de paz e oração, e que não merece ser alvo de tamanha violência. Eles esperam que os responsáveis sejam punidos e que a paz seja restaurada na comunidade.
Prédios destruídos em meio aos bombardeios em Gaza (Foto: Reprodução)
Na noite da terça-feira, 17 de outubro, a área externa do hospital cristão Al Ahli Arab e uma igreja Batista foram bombardeados na cidade de Gaza, em meio à guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas. De acordo com fontes locais, cerca de 500 pessoas foram mortas e as instalações da igreja, danificadas.
Fontes palestinas dizem que o exército de Israel foi o responsável pelo incidente, enquanto o governo israelense culpa o grupo extremista Jihad Islâmica por disparar o foguete.
Apesar de o governo de Israel ter ordenado a fuga de milhões de pessoas da cidade de Gaza, os pacientes e os médicos que estão em hospitais não puderam se locomover. Além disso, centenas de pessoas estavam na área externa do hospital cristão, pois acreditavam que era o local mais seguro para ficar.
Outras pessoas permaneceram na cidade de Gaza, pois não tinham lugar para ir e algumas seguiram as ordens do Hamas para não deixar a região. Boa parte dos 1070 cristãos do município também ficaram e estão refugiados em igrejas locais.
Um líder cristão local escreveu: “Até que haja pelo menos um cristão no território de Gaza, eu não vou a lugar algum, porque eu posso ser uma esperança para eles. Então, ficarei na província que acredita em mim. Se eu morrer, terei uma morte decente como minha porção.”
Explosão no hospital cristão
Teme-se que pelo menos 500 pessoas tenham morrido numa enorme explosão num hospital cristão em Gaza, pela qual Israel e o Hamas negaram responsabilidade.
O Hospital Al Ahli Arab é administrado pela Diocese Episcopal de Jerusalém e financiado pela Igreja Anglicana dos EUA. Num comunicado, a diocese afirmou que um ataque a um hospital seria “atroz” e um “crime contra a humanidade”, e que “atacar a Igreja” seria “sacrilégio”.
No início desta semana, o Arcebispo de Canterbury, Justin Welby, expressou as suas preocupações sobre a segurança do hospital e de outras instalações de saúde em Gaza, e disse que o hospital já tinha sido atingido por foguetes israelenses na noite de sábado.
Após uma ordem de evacuação para o norte de Gaza, o Arcebispo Welby disse que o Hospital Al Ahli “não pode ser evacuado com segurança”. Ele instou Israel a anular a ordem, dizendo que os hospitais em Gaza estavam “enfrentando uma catástrofe”.
A Diocese Episcopal de Jerusalém, em sua declaração, ecoou o apelo de Welby para que os hospitais fossem protegidos e a ordem de evacuação fosse revertida.
“Os hospitais, segundo os princípios do direito humanitário internacional, são santuários… Lamentavelmente, Gaza continua desprovida de refúgios seguros”, afirmou.
Folha Gospel com informações de Portas Abertas e The Christian Today
Os conflitos entre Israel e o Hamas (grupo extremista terrorista), continuam. Apesar dos civis que vivem no Norte de Gaza serem aconselhados a fugir para a região sul, muitos cristãos permaneceram abrigados em igrejas no Norte.
Na última sexta-feira, cerca de 90% dos 1.070 cristãos em Gaza foram acolhidos nos prédios das igrejas. Os seguidores de Jesus foram para as igrejas logo que saiu a comunicação oficial de que Israel faria ataques por terra, na noite anterior. Enquanto isso, há 40 mil cristãos em perigo na Cisjordânia.
De acordo com um cristão local, as pessoas estão bem, mas paralisadas e aterrorizadas. O líder cristão de uma igreja local, Gabrial Romanelli, testemunhou nas redes sociais: “Os membros da igreja decidiram ficar porque consideram impossível e perigoso deslocar-se por causa dos bombardeios”. Ele também pediu que os cristãos ao redor do mundo orassem pelo fim da violência e pelas vítimas do conflito tanto em Israel, como na Palestina.
Uma mulher cristã em Gaza escreveu nas suas redes sociais: “Isto não é vida, isto é uma morte lenta”. Diante da situação, os líderes das igrejas em Jerusalém decidiram realizar um dia de jejum e oração pelos conflitos.
Igrejas unidas em oração
Nesta terça-feira, 17, diversas igrejas de várias denominações participaram de um jejum e oração em Jerusalém, Israel. Sem a possibilidade de se reunirem, os cristãos dedicaram o dia para interceder pela paz e pelo fim dos conflitos na região.
De acordo com o líder cristão Pierbattista Pizzaballa, muitas igrejas de outros países do Oriente Médio se juntaram no movimento de oração. “Eu vi muitas propagandas de diferentes igrejas encorajando pessoas a orar e jejuar”, testemunha.
Pizzaballa ressaltou que a situação está muito tensa na Cisjordânia e que a cúpula de ferro que estava acima de sua casa foi atingida por um foguete. “Como dependemos do turismo, os cristãos sempre pagam o preço na guerra. Muitos já estão vindo às igrejas para pedir suporte financeiro”, explica o líder.
Os parceiros locais da Portas Abertas enviaram água potável e recursos para socorrer os cristãos na Faixa de Gaza em suas necessidades básicas como alimento e colchões.
A série "The Chosen", baseada na Bíblia, acompanha a história de Jesus e seus discípulos (Foto: Reprodução)
A nova temporada da série sensação global “The Chosen” estreará nos cinemas dos EUA e também nos cinemas brasileiros no próximo ano, marcando a primeira vez que uma série de streaming estreia nas bilheterias antes de chegar à sua plataforma tradicional.
Cada episódio da quarta temporada estreará nos cinemas dos EUA, começando em 1º de fevereiro com os episódios 1-3. Duas semanas depois, em 15 de fevereiro, os fãs poderão assistir aos episódios 4 a 6, seguidos pela conclusão em 29 de fevereiro com os episódios 7 a 8.
Embora “The Chosen” tenha lançado o início e o final da terceira temporada nos cinemas americanos, é a primeira vez que lança todos os episódios de uma temporada nas bilheterias. Um comunicado de imprensa afirma: “Quando a temporada completa terminar nos cinemas, “The Chosen” anunciará a estreia em plataformas de streaming, incluindo The Chosen TV e aplicativos móveis, transmissão e televisão a cabo”.
A série, baseada na Bíblia, acompanha a história de Jesus e seus discípulos.
Acredita-se que seja a primeira vez que uma série de streaming será lançada nacionalmente – para cada episódio da temporada – nos cinemas. A Fathom Events é responsável pela sua distribuição.
Kyle Young, vice-presidente de distribuição mundial, observou que a série cristã “quebrou uma tonelada de recordes” com lançamentos teatrais anteriores. Para ele, a série é muito procurada nos cinemas.
“Será muito único”, disse Young ao Christian Headlines e a outros meios de comunicação em uma coletiva de imprensa virtual. “Será uma oportunidade divertida para nossos fãs se envolverem de uma nova maneira. … Ninguém jamais lançou uma série de televisão inteira nos cinemas.”
Dallas Jenkins, diretor e criador de “The Chosen”, disse: “Cada vez que mergulhamos nas águas teatrais”, os fãs e espectadores “nos disseram de forma esmagadora que querem mais”.
“Depois de assistir aos episódios da quarta temporada, sabíamos que estaríamos prestando um péssimo serviço aos nossos fãs se negássemos a eles a oportunidade de vê-los na tela grande com outras pessoas com quem eles pudessem rir e chorar”, disse Jenkins.
“The Chosen” nos cinemas brasileiros em 2024
A 4ª temporada da série cristã “The Chosen” também será exibida nos cinemas brasileiros em 2024.
O anúncio foi feito pela distribuidora da produção no Brasil, a 360 WayUp, na segunda-feira (16), junto com a divulgação do trailer da nova temporada.
Amanda Jenkins, coprodutora de “The Chosen” e esposa do diretor Dallas Jenkins, esteve no Brasil com a equipe da série, durante o lançamento da 3ª temporada nos cinemas, em agosto.
Em entrevista à produtora 360 WayUp, Amanda deu um spoiler do que o público pode esperar para a 4ª temporada.
De acordo com ela, as mulheres terão um papel de destaque. A ideia é que histórias de mulheres sejam contadas a fundo e que suas dores, desafios e vitórias sejam mostradas.
Amanda disse que está muito feliz com o que já está sendo preparado e revelou que o público vai ver cenas fortes de mulheres importantes que contribuíram na jornada de Cristo na terra.
Sucesso no cinema brasileiro
No dia 31 de agosto, a terceira temporada estreou nos cinemas com a exibição dos capítulos 1 e 2 dublados. Em apenas uma semana, mais de 100 mil pessoas em todo o Brasil assistiram a exibição da Rede Cinemark.
“The Chosen” já alcançou 110 milhões de pessoas em todo o mundo desde seu lançamento.
Como apoio de uma ONG, a série cristã será traduzida para 600 idiomas, com o propósito de aumentar o alcance global da produção e alcançar 1 bilhão de pessoas com a mensagem de Cristo.
A produção pode ser assistida gratuitamente pelo aplicativo de “The Chosen”. A série ultrapassou o próprio streaming e já está disponível no Univer Video, GloboPlay e na Netflix (1ª temporada).