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Centro missionário é demolido e pastor é preso na Índia

Bandeira da Índia (Foto: Canva)
Bandeira da Índia (Foto: Canva)

Um centro missionário foi demolido e 18 pessoas da missão – incluindo um pastor – foram presas no norte da Índia, na semana passada.

Segundo o UCA News, um esquadrão especial, escoltado pela polícia local, destruiu o centro missionário pentecostal da Igreja Jeevan Jyoti e seu templo em Bhulandih, no distrito de Jaunpur, no dia 11 de outubro.

“Até agora, a polícia prendeu 18 pessoas associadas à missão, incluindo o pastor Durga Prasad Yadav”, disse um oficial da Igreja Pentecostal de Uttar Pradesh, que não teve o nome divulgado por razões de segurança.

E acrescentou: “Eles estão na prisão e estão sendo feitos esforços para libertá-los sob fiança”.

A ordem de demolição foi feita pelo governo do estado de Uttar Pradesh, liderado pelo partido nacionalista hindu.

Neha Mishra, uma alta funcionária do governo, afirmou à imprensa local que o centro e o templo foram demolidos porque foram construídos em terras do estado sem permissão.

Entretanto, um oficial da missão negou a irregularidade. “Um edifício de vários andares que fazia parte do centro não estava localizado em terras do governo”, afirmou.

O centro pentecostal estava no local há mais de uma década. Agora, todas as estradas que dão acesso ao centro foram bloqueadas pela polícia.

Cristãos perseguidos

Os cristãos em Uttar Pradesh relatam que a perseguição piorou no estado desde que Yogi Adityanath, do partido nacionalista hindu Bharatiya Janata, se tornou ministro-chefe em 2017.

Uma lei anti-conversão, que costuma ser usada por hindus contra cristãos, foi promulgada por Yogi em 2021.

Hoje, 89 cristãos estão em prisões de Uttar Pradesh, após serem acusados falsamente de violarem a lei.

“O governo não quer que os cristãos organizem cultos de oração, pois muitas pessoas que os frequentam aproximam-se de Cristo e dos seus ensinamentos”, observou o pastor local Dinesh Kumar.

“Não convertemos ninguém ilegalmente, mas ainda assim somos alvo e os nossos serviços de oração são alvo”, acrescentou ele.

O Fórum Cristão Unido (UCF), que monitora a perseguição na Índia, registrou 104 casos de violência contra cristãos em Uttar Pradesh somente neste ano, até agosto.

A Índia ocupa a 11ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2023 da Missão Portas Abertas, de países mais difíceis para ser um cristão.

Fonte: Guia-me com informações de UCA News

Karina Bacchi e pastor Antônio Júnior se pronunciam após acusações de abandonarem fiéis na Terra Santa

Pastor Antônio Junior e Karina Bacchi(Foto: Reprodução/Instagram)
Pastor Antônio Junior e Karina Bacchi(Foto: Reprodução/Instagram)

Nos últimos dias, a apresentadora e influenciadora Karina Bacchi e o pastor Antônio Júnior enfrentaram acusações de terem deixado para trás vários fiéis de uma caravana para a Terra Santa.

O relato de uma mulher, que dizia estar no grupo, chamou atenção nas redes sociais. Segundo a fiel, o grupo teria sido abandonado na Jordânia após o bombardeio de Israel pelo Hamas.

Em um vídeo, a mulher, visivelmente abalada, relata não ter certeza de como retornará para casa e critica a falta de suporte dos líderes da viagem. “Foi só comercial. Ocasionalmente, teve um culto ou outro, que falou só sobre motivação”, lamenta.

De acordo com o relato, o grupo estava no Egito quando a guerra estourou. No entanto, ao invés de retornar ao Brasil, Karina Bacchi teria proposto continuar a viagem para a Jordânia, onde pretendia comemorar seu aniversário de 47 anos. Entretanto, com a situação agravada, o governo jordaniano fechou as fronteiras, deixando o grupo em uma posição difícil, segundo o relato da mulher.

A mulher ainda ressaltou que tanto Karina Bacchi quanto o pastor Antônio Júnior contavam com uma equipe de mídia para documentar a viagem e promover seus trabalhos nas redes sociais. Ela também mencionou que o pastor já teria retornado ao Brasil sem informar ao grupo pelo qual ele tinha responsabilidade.

A empresa organizadora da viagem, Hebrom, que pertence à filha do apóstolo Estevam Hernandes da Igreja Renascer em Cristo, também foi citada na reclamação. Originalmente, a viagem incluiria o Egito, Jordânia e Israel.

NOTA DE ESCLARECIMENTO
Após a repercussão do vídeo, o pastor Antônio Júnior entrou em contato com a Página Assembleianos de Valor para esclarecer a situação. Segundo ele, a situação já foi resolvida e a mulher teria agido por impulso no momento de tensão, pedindo desculpas posteriormente. “Ela se arrependeu no dia seguinte e apagou o vídeo nas redes sociais dela. Inclusive, pediu perdão para nós”, disseram em nota.

Fonte: Portal do Trono

Cristã é denunciada pelo marido por ensinar crianças em igreja na China

Crianças que estudam em escolas da China sofrem repressão e bullying do Partido Comunista se tiverem sua fé descoberta.
Crianças que estudam em escolas da China sofrem repressão e bullying do Partido Comunista se tiverem sua fé descoberta.

Na última quarta-feira (11), uma cristã foi denunciada pelo marido por dar aulas particulares para crianças em uma Igreja na China.

Liu Cui, membro da Igreja Cristã Lishi, deu aulas particulares a seis crianças com idades entre 10 e 15 anos. Todos eles faziam parte de um grupo cooperativo na Academia da Igreja Lishi.

Após ser denunciada pelo marido, que se opõe à sua fé, ela foi submetida pelas autoridades a uma detenção administrativa durante 10 dias.

Denúncia

Segundo a ChinaAid, no dia 11 de outubro, o marido de Liu foi até a escola da igreja onde ela dava aulas e a descobriu com os alunos.

Logo depois, ele relatou as atividades ao Departamento de Educação, ao Departamento de Religião e ao Departamento de Segurança Pública.

As autoridades, então, invadiram a escola da igreja, confiscando o material escolar, incluindo Bíblias, livros de salmos e comentários bíblicos.

A ChinaAid informou que nem todos os pais estavam presentes no momento, e aqueles que estavam, tiveram seus dados registrados pelas autoridades.

A polícia levou Liu Cui e a igreja só soube que ela foi condenada a 10 dias de detenção administrativa, por volta das 21h30 naquele dia.

Educação cristã no país

Nos últimos anos, o governo chinês intensificou a perseguição à educação cristã. Por todo o país, as escolas, academias e instituições que continham ensino cristão continuaram a ser invadidas e banidas.

A polícia prendeu funcionários e em alguns casos específicos, os pais perderam a guarda legal de seus filhos.

De acordo com a ChinaAid, a supressão da educação cristã está intimamente relacionada com o controle ideológico do governo chinês através da lavagem cerebral nas crianças. Anteriormente, o Partido Comunista Chinês introduziu uma série de leis e regulamentos, incluindo a Lei do Ensino Obrigatório e a Lei sobre a Proteção de Menores, para forçar os pais a enviarem os seus filhos para escolas públicas.

Homeschooling

Apesar da perseguição, muitos crentes chineses ainda preferem que os seus filhos frequentem escolas cristãs e sejam educados em casa.

Estima-se que 50 mil famílias na China educam os seus filhos em casa, sendo a grande maioria cristãs. Por esta razão, estas famílias estão sob enorme pressão política e social.

Com isso, as crianças ficam impossibilitadas de usufruírem de benefícios sociais e se tornam marginalizadas. Além disso, correm o risco de sofrerem perseguição judicial.

A ChinaAid divulgou uma carta enviada pela Igreja Reformada de Sião pedindo orações em nome de Liu Cui:

“Ore para que Deus cuide desta igreja e de Liu Cui, que foi levada, e que o Senhor esteja com ela. Não sabemos a extensão das dificuldades que esta igreja e este grupo de coeducação enfrentarão no futuro, mas o resultado já está nas mãos de Deus. Acreditamos que a graça do Senhor é maior. Ore para que o Senhor os guarde, o ministério da educação cristã e o futuro da família de Deus”.

Fonte: Guia-me com informações de China Aid

Cristão é multado e preso por seis meses na Síria

Preso lendo a Bíblia na cadeia (Foto: canva)
Preso lendo a Bíblia na cadeia (Foto: canva)

Muitos cristãos permaneceram da Síria por entender que o propósito de Deus para eles era ficar e continuar vivendo no país como discípulos de Jesus. Mona* e Elias* trabalharam em conjunto com os parceiros da Portas Abertas na organização de um treinamento para mulheres cristãs.

Por meio de uma oficina de costura, o casal sustenta os dois filhos. Mas, por não ter um documento do governo com a declaração de preços das linhas e de outros produtos, Elias foi preso e deve ficar mais seis meses em detenção. Além disso, eles precisam pagar uma multa alta para continuarem a trabalhar.

Viver no 12º país da Lista Mundial da Perseguição 2023 é um grande desafio, já que a infraestrutura foi destruída pela guerra civil. Muitas empresas foram destruídas, não há empregos suficientes para todos e nem clínicas e hospitais. Permanecer na Síria é uma decisão que exige fé na provisão de Deus e coragem para agir apesar das circunstâncias desfavoráveis.

Ficar sem o marido em casa também é um risco para mulheres e crianças que vivem em comunidades de maioria muçulmana. Todos ficam sujeitos a discriminação, assédio e ataques, pois apenas a presença do homem no lar garante o mínimo respeito da comunidade.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Famílias cristãs são afetadas por terremoto no Nepal

Bandeira de Nepal (Foto: Canva)
Bandeira de Nepal (Foto: Canva)

Oito famílias cristãs da província de Sudhurpachim foram afetadas pelo terremoto que atingiu o Nepal recentemente. Casas foram danificadas e as plantações foram destruídas pelos deslizamentos de terra causados pelos tremores.

As famílias fizeram tendas provisórias na frente das casas que caíram. Ao todo, 41 pessoas foram afetadas. O terremoto teve duas ondas que aconteceram na tarde do dia 3 de outubro e causou danos extremos às casas e estruturas.

O distrito de Bajhang foi o epicentro dos tremores. De acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Pesquisa de Terremotos, o primeiro tremor teve magnitude 5.4 e o segundo 6.4 com pouco mais de 30 minutos de intervalo entre os dois abalos sísmicos.

Muitos distritos próximos também foram afetados pelos tremores sequentes. Pessoas ficaram feridas, mas nenhuma morte foi relatada até agora. A região já era pobre antes do terremoto e a situação se tornou ainda mais difícil após os tremores.

Contamos com suas orações por essas famílias que estão lutando para sobreviver e reconstruir suas casas na nação que ocupa o 55° lugar na Lista de Países em Observação 2023, com perseguição severa aos cristãos.

Fonte: Portas Abertas

Cristãos enfrentam aumento das acusações de blasfêmia, no Paquistão

Cristãos durante culto no Paquistão (Foto: Portas Abertas)
Cristãos durante culto no Paquistão (Foto: Portas Abertas)

O Paquistão tem testemunhado um número crescente de acusações de blasfémia contra cristãos nos últimos meses, especialmente desde que ocorreu um incidente de queima do Alcorão na Suécia, em Janeiro.

As acusações no relatório policial sobre o caso na Suécia incluíam alegações de que conteúdo blasfemo elogiava a queima do Alcorão. A polícia no Paquistão conseguiu reprimir a raiva local relativamente ao incidente em certas áreas do país, mas não foi capaz de impedir totalmente a recente violência popular que eclodiu, tendo como alvo famílias, bairros e igrejas cristãs.

Em 16 de agosto de 2023, em Jaranwala, Faisalabad, Paquistão, dois irmãos foram acusados ​​de profanar o Alcorão Sagrado e de insultar os sentimentos religiosos. Esta acusação rapidamente se transformou numa violência absurda, resultando na destruição de mais de vinte igrejas e dezenas de casas. As consequências deixaram a comunidade cristã do Paquistão num estado de medo constante, com ameaças de justiça popular, falsas alegações, detenções policiais e uma atmosfera persistente de trauma para os fiéis, liderança da igreja e cristãos que vivem no sul do Punjab.

UM CRONOGRAMA RECENTE DE ACUSAÇÕES RECENTES DE BLASFÊMIA:

A tragédia de Jaranwala serviu de catalisador para uma tendência alarmante de acusações de blasfêmia, que perturbou e traumatizou ainda mais a comunidade cristã. Apenas sete dias após este incidente, surgiram três casos adicionais de alegada blasfêmia, exacerbando as preocupações relativamente à segurança dos cristãos no Paquistão.

20 de agosto:
O primeiro incidente após os distúrbios de Jaranwala ocorreu em Sahiwal, quando Ehsaan Shan Masih, um cristão de 27 anos, enfrentou acusações de postar imagens blasfemas no TikTok.

21 de agosto:
As tensões aumentaram ainda mais na cidade de Madina, Faisalabad, quando páginas danificadas do Alcorão foram descobertas perto de uma residência cristã, fazendo com que uma família cristã temesse ser responsabilizada por danificar as páginas. No mesmo dia, em Sargodha, a descoberta de páginas queimadas perto de uma mesquita provocou indignação na comunidade, colocando em risco a vida dos cristãos da aldeia.

24 de agosto:
O bairro cristão de Rawalpindi viveu um pânico coletivo e uma evacuação em massa alimentada por persistentes rumores de blasfêmia.

25 de agosto:
Sargodha foi o local de mais um relato de blasfêmia sobre páginas queimadas do Alcorão. A denúncia foi registrada contra desconhecidos. Os cristãos novamente temeram a agressão da multidão e se tornaram alvos de ataques. Em Mochipura, falsas alegações contra a família de um trabalhador cristão do saneamento levaram a uma evacuação em pânico dos cristãos. Eles fugiram, temendo a violência da multidão. A situação foi neutralizada após intervenção policial.

3 de setembro:
O pastor Eleazer Sindhu, sacerdote de uma igreja local em Jaranwala, foi parado no meio da estrada. Ele foi ameaçado de se converter sob a mira de uma arma, mas recusou e começou a recitar versículos bíblicos. Ele então foi baleado. Ele teve a sorte de sobreviver a esta tentativa de assassinato.

LEIS SOBRE BLASFÊMIA DO PAQUISTÃO

O Paquistão tem uma longa história de utilização indevida das leis sobre a blasfêmia, que têm sido uma fonte de discórdia entre as forças religiosas e seculares no país. As leis, que datam da era colonial britânica, criminalizam certos atos puníveis com morte ou prisão perpétua, incluindo aqueles considerados blasfemos contra o Sagrado Profeta, a sua família e companheiros. No entanto, as leis continuam a ser utilizadas indevidamente para perseguir minorias religiosas, acertar contas pessoais e reprimir a liberdade de expressão. Nos últimos anos, registrou-se um aumento acentuado de casos de blasfêmia e de violência popular relacionados com estas leis, resultando na morte de mais de 100 pessoas.

As consequências da violência popular devido a alegações de blasfêmia podem ser graves. As mulheres e as crianças são muitas vezes as que mais sofrem, expulsas de casa ou maltratadas na escola. Depois de testemunhar estes acontecimentos violentos em primeira mão, muitas crianças locais expressaram memórias traumáticas e ansiedade.

Neina Samson, especialista local em saúde mental de mulheres e crianças paquistanesas, explicou as condições mentais das vítimas, articulando que os eventos de perseguição passados ​​impactaram profundamente as pessoas, deixando-as com gatilhos e medos. Ela destaca que o estresse causado por esses eventos traumáticos permanece subconscientemente, muitas vezes ressurgindo quando desencadeado por circunstâncias avassaladoras.

A situação tem efeitos particularmente graves nas crianças, uma vez que ainda não desenvolveram os mecanismos de adaptação para compreender e expressar eficazmente os seus sentimentos. Esses medos não expressos podem levar a distúrbios de saúde mental, como estresse, ansiedade e depressão.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

TV Globo é denunciada ao MP por intolerância religiosa em novelas

Logo da Rede Globo
Logo da Rede Globo

Líderes de religiões de matriz africana fizeram uma denúncia ao MPF (Ministério Público Federal) para que o órgão governamental investigue se a TV Globo comete intolerância religiosa em novelas da emissora. Segundo eles, isso ocorreria especialmente por ordem do diretor da TV e dos Estúdios Globo, Amauri Soares.

As identidades dos denunciantes solicitaram sigilo, mas a principal motivação do pedido de investigação se originou de uma reportagem que sugeria que a emissora tivesse abandonando roteiros com temática espírita, direcionando os investimentos para tramas com cunho evangélico.

De acordo com os denunciantes, os autores das novelas da Globo foram instruídos por Amauri Soares a explorar enredos evangélicos, uma vez que esta parcela da população estaria crescendo e se tornando o principal grupo religioso do país. Tal decisão, segundo ele, traria de volta à audiência que se perdeu ao longo dos últimos anos.

Essas informações motivaram o pedido de investigação no Ministério Público Federal. O fato ocorreu em 27 de setembro.

O Ministério Público já comunicou que está analisando o conteúdo da denúncia. Caso seja acatada, uma investigação será iniciada para esclarecer se de fato ocorre intolerância religiosa dentro da maior emissora do país.

A principal acusação é que a Globo, ao privilegiar um grupo religioso, esteja violando o princípio do Estado Laico e os direitos fundamentais consagrados na Constituição Federal de 1988. A frente religiosa que fez a denúncia argumenta que, como a emissora opera mediante concessão pública, deve atender aos interesses de toda a população e não apenas a uma parcela.

Para os denunciantes, a decisão de engavetar produções com temáticas espíritas e privilegiar as evangélicas, pode representar uma violação aos direitos assegurados pela Constituição, que garante a pluralidade das ideias, além da liberdade religiosa.

A Globo foi procurada para se pronunciar sobre a denúncia feita, mas até o momento não houve resposta.

Fonte: O Noticiado e F5

Karina Bacchi e pastor Antônio Junior são acusados de abandonar caravana na Jordânia, em meio à guerra

Karina Bacchi e o pastor Antônio Junior (Foto: Reprodução)
Karina Bacchi e o pastor Antônio Junior (Foto: Reprodução)

Uma mulher que viajou para Israel na caravana organizada pelo pastor Antônio Júnior e pela youtuber Karina Bacchi, usou as rede sociais para fazer uma grave denúncia.

As informações são do site Fuxico Gospel.

Na gravação, ela afirma que a caravana foi abandonada na Jordânia, e que não recebeu nenhum apoio dos religiosos.

A mulher também acusa Karina Bacchi de levar a caravana para Jordânia, pois eles estavam no Egito quando iniciou a guerra, mesmo assim, a famosa quis entrar no país para comemorar o seu aniversário.

Após a entrada na Jordânia, o governo local anunciou o fechamento das fronteiras. Tanto Karina quanto o pastor Antônio Júnior levaram uma equipe de mídia para fazerem vídeos e se promoverem nas redes sociais, segundo a denúncia.

A mulher também acusa o pastor de abandonar a caravana na Jordânia. Ela disse que o religioso voltou com sua família para o Brasil sem nem ao menos avisar ao grupo a qual era responsável.

Além do pastor e da influencer, ela também denunciou a empresa Hebron, da filha do apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo.

Fonte: Fuxico Gospel

Autoridades prometem retirar permissão para escolas cristãs na Indonésia

Bandeira da Indonésia (Foto: Canva)
Bandeira da Indonésia (Foto: Canva)

Cedendo à pressão dos manifestantes islâmicos, as autoridades locais na província de Sulawesi do Sul, na Indonésia, prometeram retirar a permissão concedida para a construção de uma escola cristã, disseram fontes.

Na cidade de Parepare, o conselho representativo do distrito concedeu permissão para a construção da escola, uma vez que a Fundação Escola Cristã Gamaliel cumpriu todos os requisitos, mas o conselho prometeu retirar a permissão após uma manifestação na sexta-feira (6 de outubro) que incluiu um grupo extremista islâmico banido, de acordo com legionnews.com.

Membros da Frente de Defensores Islâmicos ( Frente Pembela Islam , ou FPI), banida desde dezembro de 2020, participaram da marcha pela cidade junto com centenas de moradores da área, líderes muçulmanos e membros da Associação Indonésia de Intelectuais Muçulmanos (Ikatan Cendekiawan Muslim Indonesia, ou ICMI) e a Soreang Society Alliance, chegando ao escritório do conselho representativo distrital, de acordo com detik.com.

Como resultado do protesto, o conselho representativo de Parepare prometeu retirar as licenças para construir a escola cristã, dizendo que isso poderia causar atritos, de acordo com legionnews.com. Na Indonésia, tais promessas feitas por funcionários a grupos islâmicos podem equivaler a uma decisão oficial, mas o conselho não emitiu nenhuma carta de revogação da permissão.

Um vídeo amplamente visto online mostra alguns participantes mostrando cartazes que dizem: “Rejeitando a construção da Escola Cristã Gamaliel Soreang”, entre outros. Os manifestantes gritaram: “Recusem a licença, revoguem a licença”, e alguns oradores apelaram ao governo para fazer o mesmo.

“Somos o povo mais tolerante – os muçulmanos não precisam de educação sobre tolerância”, disse um orador. “Moramos num bairro com não-muçulmanos e fornecemos comida uns aos outros; nunca perturbamos o culto dos outros, mas é intolerância construir uma escola cristã numa comunidade maioritariamente muçulmana.”

No gabinete do conselho representativo da cidade de Parepare, os manifestantes foram recebidos pelo presidente do conselho, dois deputados e um vereador identificado apenas como Kamaluddin.

“Os residentes recusaram porque a maioria das pessoas eram muçulmanas e disseram que a permissão não era clara, de acordo com os residentes que realizaram a manifestação”, disse Kamaludin, segundo detik.com. “Estamos tentando evitar qualquer conflito na comunidade.”

A oposição começou a aumentar quando centenas de residentes se reuniram no dia 30 de setembro na Mesquita Al Amin, em Soreang Permai Estate, Parepare, e assinaram uma declaração se opondo à construção da escola, de acordo com znews.com.

Legalmente Autorizado

A construção da Escola Cristã Gamaliel foi legalmente autorizada, informou bnn.com.

A vice-presidente da Fundação Gamaliel para a Educação Cristã, Sinta (que tem um único nome), confirmou que a sua instituição obteve as licenças necessárias para a construção, em conformidade com todos os regulamentos relevantes e aprovadas pelas autoridades.

Diante do protesto e da prometida revogação da licença de construção, Sinta disse que a fundação não ousaria construir a escola sem permissão legal do governo.

“Cumprimos todas [as licenças] antes de construir”, disse Sinta ao detik.com no sábado (7 de outubro), acrescentando que o processo de licença de construção não foi tão problemático quanto os residentes alegaram.

Bonar Tigor Naipospos, vice-presidente do Instituto Setara, que defende a democracia e os direitos humanos na Indonésia, especialmente a liberdade religiosa, disse que o caso era “um sinal claro de subordinação do Estado à vontade dos grupos intolerantes”.

“As constelações políticas locais e os interesses eleitorais, ao ganharem o apoio das massas, fazem com que os funcionários públicos escolham lados e acomodem as exigências dos grupos intolerantes”, disse Bonar ao Morning Star News. “Eles ignoram-no intencionalmente, embora seja considerado uma violação da Constituição.”

A Indonésia ficou em 33º lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2023 da organização de apoio cristão Portas Abertas dos 50 países onde é mais difícil ser cristão. A sociedade indonésia adotou um carácter islâmico mais conservador e as igrejas envolvidas na evangelização correm o risco de serem alvo de grupos extremistas islâmicos, de acordo com o relatório da Portas Abertas.

Folha Gospel com informações de Morning Star News

Ataque aéreo mata 29 cristãos em Mianmar

Cristãos da etnia Kachin estão sofrendo genocídio em Mianmar. (Foto: Portas Abertas - EUA)
Cristãos da etnia Kachin estão sofrendo genocídio em Mianmar. (Foto: Portas Abertas - EUA)

Há aproximadamente uma semana, 29 pessoas foram mortas em um ataque aéreo. A maioria das vítimas eram deslocados internos da minoria étnica kachin no Norte de Mianmar. Com frequência, cristãos ficam em meio ao fogo cruzado entre o exército e os grupos de resistência.

“Encontramos 29 corpos, incluindo de crianças e pessoas mais velhas. 56 pessoas ficaram feridas”, disse Naw Bu, coronel do Exército Independente Kachin (KIA, da sigla em inglês) durante uma entrevista. Ele acusou os militares de serem responsáveis pelo bombardeio.

Um parceiro local da Portas Abertas confirmou que o ataque atingiu pessoas em um acampamento de deslocados internos perto da cidade de Laiza, próximo à fronteira com a China. Ele também disse que todas as vítimas eram cristãs.

Crise humanitária

Desde o golpe militar em 2021, Mianmar entrou em uma guerra civil que obrigou milhares de pessoas a deixarem suas casas. Um terço da população precisa de ajuda humanitária, com dois milhões de deslocados internos.

Um jovem cristão do Leste do estado de Kayah, cujo nome foi ocultado por segurança, contou a parceiros locais da Portas Abertas: “Nós tivemos que correr para a floresta para sobreviver. Nós nos escondemos para que o bombardeio não nos atingisse e ficamos ali por algum tempo”.

“Tentamos voltar para o vilarejo, para recuperar alguns utensílios domésticos, roupas e cobertores, mas era muito perigoso. Percebemos que não poderíamos mais voltar para nosso vilarejo, por isso seguimos adiante a procura de um lugar seguro para ficar”, acrescenta o cristão.

Pedido por socorro

“Apesar de sermos cristãos, é difícil orar nesses momentos difíceis. Estamos focados em sobreviver e às vezes fico pensando se nossas orações realmente funcionam. Eu desafio os cristãos do mundo todo. Se somos irmãos e irmãs em Cristo, orem por nós, mas também nos ajudem. Precisamos de comida e remédios. Tornem suas orações em ação.”

O pastor Lin (pseudônimo) e os três filhos também estão na floresta nesse momento em busca de segurança e não sabem quando poderão reencontrar a família. Em julho deste ano, o exército sequestrou três diáconos e um pastor no Oeste do estado de Chin. Os líderes da igreja foram torturados e acredita-se que os diáconos foram mortos.

Desde o golpe militar, ao menos sete pastores foram assassinados em Chin e mais de 70 edifícios cristãos, incluindo igrejas, foram destruídos, de acordo com o portal de notícias Radio Free Asia. Outras 4.100 pessoas foram mortas no conflito e mais de 25 mil foram presas, de acordo com a Associação para Assistência a Prisioneiros Políticos (Burma).

A Portas Abertas está ajudando cristãos deslocados internos em Mianmar por meio de parceiros locais e voluntários que distribuem a ajuda emergencial que enviamos e os ajudam a reconstruir os abrigos.

Socorra cristãos em Mianmar 

Cristãos perseguidos em locais remotos de Mianmar se sentem sozinhos e desamparados. Mas parceiros locais se fazem presentes, ministrando treinamentos para fortalecê-los. Com uma doação, você garante que eles recebam a ajuda de que precisam. 

Fonte: Portas Abertas

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