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Pessoas casadas experimentam maior nível de felicidade, mostra estudo

Casamento (Foto: reprodução)
Casamento (Foto: reprodução)

Um novo estudo revelou que pessoas casadas experimentam um nível maior de felicidade em relação a pessoas não casadas.

O relatório intitulado “A demografia sociopolítica da felicidade”, de autoria de Sam Peltzman, da Universidade de Chicago, analisou os níveis de felicidade da população a partir de dados da Pesquisa Social Geral dos últimos 50 anos.

Desde 1972, a pesquisa perguntou: “Como você diria que as coisas estão hoje em dia – você diria que está muito feliz, bastante feliz ou não muito feliz?”.

A pesquisadora Sam analisou as respostas e observou que “o estado civil é e tem sido um marcador muito importante para a felicidade” ao longo dos anos.

Segundo ela, os entrevistados que estão em um matrimônio tiveram 30 pontos a mais na escala de satisfação do que as pessoas não casadas.

“Nenhuma categorização populacional produzirá uma diferença tão grande na felicidade entre tantas pessoas”, relatou Sam.

Peltzman acrescentou que aqueles que responderam que não estão muito felizes estão nas categorias de não casados, incluindo viúvos, divorciados, separados e pessoas que nunca casaram.

Queda da felicidade está ligada ao declínio do casamento

O estudo ainda descobriu que a queda na felicidade geral, que acontece desde 2000, está ligada ao declínio do casamento nos últimos anos.

Nos anos anteriores a 2000, a média geral de felicidade era de 23,7, enquanto que, no período após 2000, caiu para 19,7.

Após a virada do século, foi registrado um declínio de 9,9 pontos percentuais na taxa de casamentos.

O relatório de Sam apontou que a diferença nos níveis de felicidade baseados no estado civil é maior do que a diferença entre grupos de outros fatores demográficos.

Além do casamento, o estudo também revelou uma relação entre a ideologia política e o nível de felicidade das pessoas.

Entre os entrevistados classificados como conservador, moderado e liberal, Sam afirmou que “os conservadores são cerca de 9 pontos mais felizes que os liberais e 7 pontos mais felizes que os moderados”.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Igreja Casa divide opiniões ao convidar Jessé Aguiar, ex-cantor gospel que se assumiu gay

Ex-cantor gospel Jessé Aguiar, que se assumiu homossexual, cantando na Igreja Casa, em Goiânia. (Foto: Reprodução)
Ex-cantor gospel Jessé Aguiar, que se assumiu homossexual, cantando na Igreja Casa, em Goiânia. (Foto: Reprodução)

A igreja Casa, em Goiânia (GO), voltou a ser assunto nas redes sociais e dividir opiniões, após a instituição divulgar um vídeo do ex-cantor gospel Jessé Aguiar, que recentemente revelou ser homossexual, se apresentando no local na noite de domingo (06).

Na gravação publicada no perfil oficial do templo no Instagram, é possível ver o artista cantando a música “Eu não Desisto”, de autoria própria.

Durante sua apresentação, Jessé Aguiar fez questão de dirigir palavras aos presentes, expressando suas emoções e reflexões sobre o momento.

“Quando um foi pra eu subir aqui, Davi {Passamani} falou assim ó só canta, fala nada, mas ele me conhece e eu quero dizer algo pra todo mundo que tá aqui e pra todo Brasil, né? Também tenho certeza que tem muita gente assistindo pela internet. Eu estava com muita saudade do altar. Sério. Muita. Muita mesmo. Subir e cantar…”, disse ele.

“E às vezes a gente não intende algumas coisas, às vezes a gente não compreende propósitos, às vezes a gente não entende o porquê disso, o porquê daquilo, mas quando a gente entende que não importa o momento que a gente esteja vivendo, guarda isso no seu coração. Não importa a fase que você está vivendo, Jesus Cristo… Esse cara que você tá cantando, que é por causa dele, ele nunca vai te abandonar”.

Reações

A ministração pareceu não agradar parte dos frequentadores e seguidores da página, que passaram a criticar a igreja pela convocação, uma vez que o cantor não pertence mais ao mundo gospel e é homossexual.

“Na igreja pode todos, mas não pode tudo”, alfinetou uma.

“O cara cospe no evangelho e tem lugar de fala em certos ambientes. Se ele continua com suas práticas, não está conforme o evangelho”, disparou outro.

“É sério isso????? Tá de sacanagem”, questionou um.

Em contrapartida, outros usuários defenderam a presença de Jessé no local e alegaram que a igreja deve acolher todos sem fazer acepção de pessoas.

“Isso é ser igreja, isso é ser CASA! Lugar de acolhimento e não de religiosidade!”, elogiou uma.

“Graças a Deus que ele está aí. Lugar de todas as pessoas que precisam de Cristo, até os que acham que são santos, são os que mais precisam. O lugar mesmo é na casa de Deus”, escreveu outro.

“Ser igreja é abraçar, acolher apontar caminhos, que nos conduz ao propósito. Quando julgamos, fala mais de nós, do que do julgado! Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra!”, disse outra.

Veja o vídeo:

Fonte: Portal 6 e Fuxico Gospel

Lula sanciona lei que proíbe vínculo empregatício entre igreja e religiosos

Lula gritando (Foto Reprodução Montagem/FolhaGospel)
Lula gritando (Foto Reprodução Montagem/FolhaGospel)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que altera a Consolidação das leis do trabalho (CLT), para estabelecer que não exista vínculo empregatício entre entidades religiosas e seus membros. A Lei 14.647 foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (7). As mudanças na CLT foram propostas em projeto de lei (PL 1.096/2019), aprovado pelo senado em 17 de julho, mas com emendas da relatora, senadora Zenaide Maia (PSD-RN). 

O projeto original mencionava especificamente categorias de prestadores de serviços religiosos, como padres, pastores, presbíteros, bispos, freiras, evangelistas, diáconos, anciãos e sacerdotes. A redação final é mais genérica: “não existe vínculo empregatício entre entidades religiosas de qualquer denominação ou natureza ou instituições de ensino vocacional e ministros de confissão religiosa, membros de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa, ou quaisquer outros que a eles se equiparem, ainda que se dediquem parcial ou integralmente a atividades ligadas à administração da entidade ou instituição a que estejam vinculados ou estejam em formação ou treinamento.”

“Essa redação, entendemos, se encontra mais de acordo com os requisitos da concisão e generalidade que devem basear a redação legislativa, além de manter uma desejável simetria entre as disposições da CLT e do Plano de Custeio da Previdência, para reduzir a possibilidade de interpretações divergentes”, pontua a senadora em seu relatório. O documento menciona ainda a necessidade de dar segurança jurídica à relação entre instituições e seus membros, evitando que a Justiça do Trabalho seja acionada para atender a reclamações improcedentes.

Zenaide Maia entendeu como correta a interpretação dos autores do projeto, deputados Vinicius Carvalho (Republicanos-SP) e Roberto Alves (Republicanos-SP), no sentido de que a adesão a determinada confissão religiosa “responde a um chamado de ordem espiritual, de perceber recompensas transcendentes, e não ao desejo de ser remunerado por um serviço prestado como ocorre com o trabalho secular”. 

Na avaliação de Zenaide Maia, o projeto consolida um entendimento predominante no Tribunal Superior do Trabalho (TST) orientado pela compreensão de que o relacionamento entre as instituições religiosas e os seus ministros é derivado de convicção e da intencionalidade no serviço a uma missão de cunho religioso. “Ou, no dizer do advogado Gilberto Garcia, autor da opinião doutrinária mais difundida sobre o assunto, uma ‘relação transcendental, fruto de uma vocação sobrenatural, onde a igreja é o instrumento humano para o cumprimento da missão existencial de vida’, que afastaria a incidência de uma contrapartida laboral”.

Durante a discussão da matéria no plenário do Senado , o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ressaltou a importância da proposição e disse que, “lamentavelmente, em algumas situações, as igrejas são comparadas a empresas” e seus ministros, pastores e religiosos de outras denominações “de repente se julgam no direito de ajuizar ações trabalhistas, como se faria em relação a uma empresa”.

— Igreja tem outra natureza jurídica [e o projeto] deixa claro que quem trabalha, quem presta esse tipo de serviço não é um funcionário ou trabalhador no regime da CLT ou semelhante. Certamente o projeto vai contribuir para a segurança jurídica, não só das instituições, mas de todo cidadão de bem que deseja ver o avanço da questão religiosa sem essas ameaças que, lamentavelmente, são frequentes aqui e acolá — afirmou.

Exceção

As alterações são compostas de apenas dois parágrafos acrescidos ao artigo 442 da CLT (o 2º e o 3º). O parágrafo 3º ressalva que caso haja desvirtuamento da finalidade religiosa e voluntária da instituição, o vínculo empregatício poderá ser constatado. Essa medida visa garantir que as instituições religiosas mantenham seu caráter essencialmente espiritual e voluntário, evitando assim possíveis abusos ou exploração de mão de obra.

Fonte: Agência Senado

Líderes cristãs acolhem vítimas de guerra no Sudão

Crianças recebem ajuda de cristãos no Sudão (Foto: Portas Abertas)
Crianças recebem ajuda de cristãos no Sudão (Foto: Portas Abertas)

Há mais de três meses, começou o conflito entre as Forças Armadas do Sudão e um grupo paramilitar. A guerra já ceifou três mil vidas e gerou mais de três milhões de deslocados internos.

Por causa das limitações físicas, muitas pessoas como crianças, idosos e pessoas com deficiência ou doenças graves foram deixadas para atrás. Elas continuam em meio ao fogo cruzado e estavam desamparadas.

Dispostas a acolher

Nesse contexto, sete mulheres cristãs que também foram deixadas na zona de guerra se organizaram para acolher as vítimas do conflito. As líderes cristãs acomodaram as pessoas no complexo da igreja onde moram. Ali, as vítimas encontraram abrigo, comida e algumas medicações.

Ao invés de se isolarem e se esconderem, elas decidiram agir e estão fazendo a diferença nesse momento de tanta dor no Sudão. Elas têm sido testemunhas da presença e da provisão oferecidas por Jesus.

O membro de uma das famílias abrigadas na igreja contou que, certa noite, as crianças pediram para participar das orações que elas estavam fazendo. Estava escuro, pois a energia elétrica da região foi cortada há meses. Todos se juntaram e oraram, pedindo a Deus que traga paz ao Sudão.

Distribuição de água e alimentos

“Elas dividem a água do poço da igreja, pois muitos locais próximos estão secos desde que a guerra começou. Também compartilham o gerador de energia durante uma hora para que alguns de nós carreguem os celulares”, disse um contato local.

“Uma das líderes cristãs disse que elas foram enviadas como missionárias, não apenas como mensageiras. Esse é o propósito delas viverem com os sudaneses, sejam eles cristãos ou não, nos momentos de alegria ou dor”, ele acrescenta.

Ajude nossos irmãos na fé perseguidos  

Por causa da fé em Jesus, cristãos são privados de alimentos, água e outros direitos básicos. Sua doação permite que trabalhos como os das líderes cristãs no Sudão continuem e eles saibam que não foram esquecidos.

Fonte: Portas Abertas

Pastor Márcio Valadão recebe alta do CTI após internação de emergência

Pastor Márcio Valadão, de joelhos, orando durante culto na Igreja Batista da Lagoinha
Pastor Márcio Valadão, de joelhos, orando durante culto na Igreja Batista da Lagoinha

No último final de semana, o pastor Márcio Valadão passou mal. Ele foi levado às pressas a um hospital de Belo Horizonte (MG). Nas redes sociais, Mariana Valadão compartilhou a situação do pai, que precisou de cuidados médicos e foi internado no CTI.

No entanto, o ex-líder da Igreja Batista da Lagoinha, após ser medicado e submetido à série de exame, recebeu alta hospitalar, no domingo (6), devido à melhora no quadro de saúde. Mariana pediu o apoio e o clamor de todos. Ela destacou que tem fé de que o pai viverá para cumprir as promessas de Deus na Terra.

O pastor Márcio Valadão, que liderou a Igreja Batista Lagoinha por mais de 50 anos, apareceu em um vídeo com Mariana Valadão, que agradeceu a Deus pelos milagres. Ela também mencionou o carinho e amor que têm recebido, além de ressaltar a responsabilidade de cuidar dos pais na medida em que os anos avançam.

André Valadão, ao responder um seguidor, agradeceu pelas orações. Ele afirmou que o pai está sendo bem acompanhado pelos médicos e que agora está bem. Também em postagem, Cassiane Valadão, esposa do líder da Lagoinha Global, destacou que nem tudo são flores na vida. Ela compartilhou ainda uma foto, enfatizando que a mão de Deus operou mais um livramento.

Fonte: Comunhão

Bonecos “Barbie Virgem Maria” e “Jesus Ken” crucificado provocam indignação

Marianela Perelli e Pool Paolini recriaram o boneco Ken para se parecer com Jesus Cristo na cruz. | (Foto: Facebook/Piscina&Marianela)
Marianela Perelli e Pool Paolini recriaram o boneco Ken para se parecer com Jesus Cristo na cruz. | (Foto: Facebook/Piscina&Marianela)

O relançamento planejado de bonecas Barbie com temas religiosos na Argentina, apelidadas de “Barbie Virgem Maria” e “Jesus Ken”, provocou indignação em todo o mundo, especialmente entre grupos católicos em Buenos Aires, cidade natal do Papa Francisco.

Isso ocorre depois que o sucesso internacional do filme “Barbie” de Greta Gerwig , estrelado por Margot Robbie e Ryan Gosling, levou os criadores, os artistas locais Emiliano Pool Paolini e Marianela Perelli, a relançar sua polêmica coleção.

Conforme relatado pela Jam Press, a exibição original dos artistas “Barbie, A Religião de Plástico” em 2014 recebeu sérias ameaças de morte por representar figuras religiosas importantes, incluindo santos católicos e a Virgem Maria, como bonecas.

Apesar dessas ameaças, pelo menos uma loja de brinquedos na Argentina teria concordado em estocar alguns modelos da coleção revivida, com os artistas planejando exibir suas bonecas em uma mostra de arte em dezembro, segundo o New York Post.

A exibição anterior, “Barbie, A Religião de Plástico”, atraiu a ira em todo o mundo, de acordo com o USA Today. O padre Adrian Santarelli, da paróquia de St. Thomas More, em Buenos Aires, na época questionou a adequação dos bonecos, dizendo que sua representação de imagens sagradas poderia prejudicar a compreensão de uma criança sobre o sagrado.

Incluía Barbies representadas como Joana D’Arc e Virgem de Guadalupe, entre outras, e Ken como Buda e Moisés. Evitou notavelmente bonecos representando figuras muçulmanas devido às proibições islâmicas de tais representações.

Em resposta à controvérsia, os artistas insistem que a exposição é puramente obra de arte e não tem a intenção de ofender. Paolini insiste que as criações foram “simplesmente a união dos dois elementos mais populares da história: a boneca Barbie e a religião”.

“Francamente, não entendemos por que estamos sendo atacados”, disse Paolini ao New York Post . “A religião sempre descreveu as virgens como as mulheres mais bonitas”, acrescentou. “Hoje, a mulher mais bonita é a Barbie.”

A exposição supostamente planejada para dezembro deve atrair muitos visitantes, segundo os organizadores, com a presença da polícia para garantir a segurança.

“A recepção da coleção revivida está indo bem”, disse Paolini. “Participaremos de uma mostra de arte com um estande dedicado à religião de plástico onde apresentaremos 33 bonecas Barbie, entre outras obras de arte.”

Perelli e Paolini conceberam a ideia depois de testemunhar as comemorações do Dia dos Mortos no México. Eles argumentam que, se existem Barbies representando várias profissões, por que não uma religiosa?

A obra de arte provocou raiva também dos hindus no passado.

Rajan Zed, um clérigo hindu baseado em Nevada, criticou a “Barbieficação de Kali” como inapropriada e deslocada. No entanto, Elina Aguilar, aposentada, e Hugo Fryszberg, funcionário do governo de Buenos Aires, defenderam a exposição, observando que bonecos de outras figuras religiosas foram vendidos sem problemas.

As reações da mídia social à coleção revivida são variadas.

Um usuário rotulou isso como um “escândalo internacional”, enquanto outro acusou os artistas de buscar a fama de maneira infame.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Jovens missionários da Jocum morrem em acidente de carro

Missionários da JOCUM que morreram em viagem (Foto: Reprodução / Redes sociais / Jocum)
Missionários da JOCUM que morreram em viagem (Foto: Reprodução / Redes sociais / Jocum)

Três jovens missionários morreram e dois ficaram feridos em um acidente de carro na madrugada deste sábado (5). Segundo a organização cristã Jocum (Jovens Com uma Missão), da qual as vítimas fazem parte, os cinco ocupantes do veículo tinham deixado a base de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, e se dirigiam à de Porto Velho, em Rondônia, quando o “trágico acidente” ocorreu.

– Esses cinco jovens embarcaram nessa jornada com o propósito nobre de participar de um treinamento missionário, comprometendo-se em levar a tradução oral da Bíblia aos povos e culturas que ainda não têm acesso à Palavra de Deus em sua língua materna – explicou a Jocum, em nota de pesar.

As vítimas fatais, ou seja, que não resistiram ao impacto, se chamavam Samuel, David e Camila. As sobreviventes são Kerolen e Ingrid, que se encontram em condições de saúde estáveis.

Todos os cinco viajantes tinham entre 20 e 23 anos de idade. Eles receberam atendimento médico em hospital de Ariquemes, a 200 quilômetros da base em Porto Velho.

– Jocum Campo Grande e Jocum Brasil estão empenhadas em oferecer todo o apoio emocional, material e espiritual às famílias enlutadas e providenciar tudo que for necessário para o atendimento das missionárias sobreviventes e para os trâmites relacionados aos corpos dos jovens que nos deixaram – acrescenta a organização.

A Jocum também pediu orações pelas famílias enlutadas, pelas sobreviventes e pelas bases. Também afirma que doações para ajudar nas demandas financeiras envolvendo os enterros e tratamentos podem ser feitas por meio do Pix 31.978.826/0001-53.

– Embora o luto nos acometa, mantemos a confiança no Senhor e na certeza da vida eterna que Samuel, David e Camila anunciaram e viveram. Que seu exemplo continue a nos inspirar na jornada, “até que todos ouçam” – conclui a nota.

Fonte: Pleno News

Índia: pastor, esposa e filho de 3 anos são presos acusados de atrair pessoas inocentes ao cristianismo

Pastor Harendra Singh e sua esposa Priya. (Foto: Facebook/Harendra Singh)
Pastor Harendra Singh e sua esposa Priya. (Foto: Facebook/Harendra Singh)

Um pastor, sua esposa e seu filho foram presos por supostamente atrair pessoas inocentes ao cristianismo, violando uma lei anticonversão em Uttar Pradesh, o estado mais populoso da Índia, onde os cristãos representam apenas menos de 1% da população de 200 milhões.

O pastor, Harendra Singh, e sua esposa, Priya, foram detidos pela polícia e encarcerados junto com seu filho de 3 anos em 31 de julho, depois de serem acusados ​​de realizar uma reunião de oração em sua casa localizada na cidade de Haidargarh, disse um relatório da Union of Catholic Asian News.

Embora o pastor tenha negado a alegação de que estava atraindo pessoas inocentes para a fé cristã, a família foi presa por violar a Lei de Proibição de Conversão Ilegal de Religião de 2021 de Uttar Pradesh. Seu filho pequeno teve que ser preso com eles porque, na Índia, crianças de até 6 anos são frequentemente forçadas a viver com seus pais encarcerados, especialmente suas mães, disse a UCA.

“É lamentável que seu filho de 3 anos também tenha ido para a prisão com eles”, disse Dinanath Jaiswal, um ativista social que ajuda os cristãos perseguidos, à publicação.

Embora a Constituição da Índia “garante liberdade religiosa a todas as pessoas”, os legisladores estaduais de Uttar Pradesh explicaram em uma cópia da lei que seu estatuto anticonversão era necessário para proteger “pessoas crédulas”.

“No passado recente, muitos desses exemplos vieram à tona, onde pessoas crédulas foram convertidas de uma religião para outra por deturpação, força, influência indevida, coerção, sedução por meios fraudulentos”, disseram os legisladores estaduais.

Apesar de violar a lei internacional de direitos humanos, 12 dos 28 estados da Índia, incluindo Uttar Pradesh, têm leis anticonversão desde fevereiro, de acordo com a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos (USCIRF). Os outros são Arunachal Pradesh, Chhattisgarh, Gujarat, Haryana, Himachal Pradesh, Jharkhand, Karnataka, Madhya Pradesh, Odisha, Rajasthan e Uttarakhand.

Como essas leis são aplicadas em cada estado varia. Alguns estados aplicam as leis, enquanto outros, como Uttar Pradesh, ainda estão cobrando ativamente dos infratores. Alguns estados sem essas leis também estão considerando adotá-las.

De acordo com a Lei de Proibição de Conversão Ilegal de Religião de Uttar Pradesh de 2021, “ninguém deve converter ou tentar converter” outro indivíduo, diretamente ou de outra forma, por “deturpação, força, influência indevida, coerção, aliciamento ou por qualquer meio fraudulento”.

Os infratores da lei podem ser punidos com pena de prisão de até cinco anos e multa de 15.000 rúpias indianas ou US$ 180.

“As punições são reforçadas se um indivíduo converter ou tentar converter um menor, mulher ou pessoa pertencente a uma casta ou tribo listada, ou se ocorrer uma conversão em massa em violação da seção três”, explica o USCIRF. “O primeiro é punido com penas de prisão entre dois e 10 anos e multa de pelo menos 25.000 rúpias (US$ 300); o último é punível com penas de prisão entre três e 10 anos e multa de pelo menos 50.000 rúpias (US$ 600).

Outros casos

Líderes cristãos disseram à UCA que em 30 de julho, 15 cristãos, incluindo três pastores, foram detidos e encarcerados em incidentes separados.

O pastor Amarjeet Ram e cinco outros da vila de Balapur, no distrito de Ghazipur, também foram detidos e encarcerados por hospedar uma reunião de oração, e os apelos para libertá-los foram negados.

“Em dois outros incidentes, cinco cristãos foram presos e enviados para a prisão no distrito de Azamgarh e outros dois no distrito de Jhansi ”, disse Jaiswal, que disse estar planejando mais recursos judiciais. “É nojento que pessoas sejam presas por exercerem seu direito constitucional de seguir uma religião de sua escolha.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Silas Malafaia questiona STF por legislar sobre porte de drogas

Pastor Silas Malafaia
Pastor Silas Malafaia

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), gravou um vídeo contra o julgamento retomado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a descriminalização do porte de pequenas quantidades de drogas para consumo pessoal.

A ação questiona o artigo 28 da Lei de Drogas que criminaliza “quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar”.

Até o momento, há quatro votos favoráveis à descriminalização. Os ministros que votaram foram Gilmar Mendes, relator da ação, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

Para Malafaia, o assunto não é da competência do STF, mas sim do Congresso Nacional, que é o poder responsável por criar leis.

– Mais um absurdo do STF! Invasão de competência! Estão querendo legislar sobre a descriminalização da maconha. Não pertence a eles, pertence ao poder legislativo – disse o pastor.

E continuou:

– Agora preste atenção no que o ministro Alexandre de Moraes falou. Ele diz que “a questão do uso da maconha não prejudica terceiros”. Isso deve ser brincadeira! Eu quero fazer uma pergunta a Alexandre de Moraes e seus pares: o que é que eles entendem de pessoas que usam drogas e de famílias que têm dependentes de drogas? Não sabem nada!

O líder religioso comentou a respeito dos trabalhos feitos pelas igrejas com dependentes e seus familiares e pontuou que a maconha serve de entrada para drogas mais pesadas.

Ele questionou:

– Sabe o que vai acontecer? Vai aumentar a criminalidade. Gente roubando com faca, com revólver, com punhal, para ter dinheiro para comprar maconha. Aumento de crimes dentro de casa, aumento do poder de fogo dos traficantes. Quem vai vender maconha? O Estado que vai vender?

Outro ponto levantado pelo pastor foi a respeito das consequências com o aumento do consumo de drogas e os efeitos dessas substâncias ao cérebro.

Assista:

Fonte: Pleno News

Livro rebate a ideia de que o Cristianismo marginaliza as mulheres

Escritora Rebecca McLaughlin, autora do livro "O Jesus que as mulheres viram" (Foto: Reprodução)
Escritora Rebecca McLaughlin, autora do livro "O Jesus que as mulheres viram" (Foto: Reprodução)

Como é a presença da mulher na Bíblia? No livro “O Jesus que as mulheres viram, a autora Rebecca McLaughlin, PhD em Literatura Renascentista, se propõe a mostrar como os Evangelhos concedem protagonismo e dignidade às mulheres. A autora defende que esses quatro livros (Mateus, Marcos, Lucas e João) formam a primeira fundação dos direitos da mulher.

Ao contrário de visões que propagam que os Evangelhos seriam “textos machistas que reduzem o verdadeiro papel das mulheres no ministério de Cristo”, McLaughlin evidencia como esses livros bíblicos estão repletos de histórias em que a participação feminina se destaca.

Livro “O Jesus que as mulheres viram”, de Rebecca McLaughlin.

Dessa forma, a escritora é contrária à ideia de que o Cristianismo marginaliza o público feminino. Segundo ela, os Evangelhos dão voz às discípulas que conheceram Jesus pessoalmente e foram testemunhas oculares dos fatos importantes.

Um exemplo que pode ser encontrado na Bíblia é o de Maria Madalena, que se tornou uma mulher fiel e foi uma das primeiras a ver Jesus ressuscitado. Há ainda Débora, a profetisa e juíza, que liderou o povo na guerra contra o rei de Canaã.

Rebecca McLaughlin põe em destaque como Cristo desafiou o costume no mundo antigo, em que as mulheres eram tratadas com indiferença. Dessa forma, os registros bíblicos vão na contramão do costume vigente à época e as tornam protagonistas de acontecimentos.

O livro oferece uma combinação de história, teologia, apologética e espiritualidade cristã, para evidenciar o papel das Escrituras na valorização das mulheres e o respectivo impacto positivo na sociedade. A publicação chegou ao Brasil pela Editora Mundo Cristão com lançamento em agosto. 

Sobre a autora

Rebecca McLaughlin é PhD em Literatura Renascentista pela Universidade de Cambridge e formada em Teologia pelo Seminário Oak Hill, em Londres. É autora de diversas obras, incluindo Confronting Christianity, considerado “Livro do Ano” de 2020 pela revista Christianity Today. É casada com Bryan e mãe de Miranda, Eliza e Lucas.

Para adquirir este livro, clique no link abaixo:

    Fonte: Comunhão

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