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Atriz de “Mulheres Apaixonadas” é pastora há 3 anos: “Minha vida está melhor hoje”

Giselle Policarpo. (Foto: Reprodução/TV Globo/Instagram/Giselle Policarpo)
Giselle Policarpo. (Foto: Reprodução/TV Globo/Instagram/Giselle Policarpo)

Giselle Policarpo iniciou sua carreira artística há 30 anos, um dos seus trabalhos mais conhecidos foi sua personagem na novela “Mulheres Apaixonadas”, gravada em 2003 e atualmente sendo reprisada no Vale a pena ver de novo da TV Globo.

A primeira participação dela da TV foi em um especial da Escolinha do Professor Raimundo, em 1993, e a primeira novela foi Zazá (Globo, 1997).

Atualmente, a atriz de 41 anos vive uma nova história depois de sua conversão. Há três anos, ela se tornou pastora da Igreja Bola de Neve e descobriu sua vocação como missionária.

“Minha vida tomou um outro rumo de forma orgânica. Não foi planejado deixar de atuar para me tornar pastora. Foi realmente orgânico e fui gostando. Deus foi trabalhando no meu coração. Sempre gostei de muito de atuar e era o que eu fazia desde menina”, afirma Giselle.

Casada com o pastor e arquiteto Rocini Tavares, com quem tem um filho, João, de 2 anos, Giselle afirma estar feliz com a trajetória que trilhou. “Sou realmente muito grata a tudo que eu vivi tanto no teatro, quanto na televisão. É uma carreira difícil, mas muito legal. Fui muito feliz na minha carreira. Guardo recordações muito boas e acho que minha vida está melhor ainda hoje.”

A atriz contou que durante seu último trabalho na TV, na novela “Milagres de Jesus”, em 2014, já frequentava a igreja.

“Aos poucos, fui me envolvendo mais, entendendo o meu chamado e descobrindo uma nova vida. Também formei minha família, fui mãe. Deus foi preenchendo meu coração com outras atividades além da atuação”, disse Giselle.

“Claro que tenho saudade de muitos momentos que vivi em cada novela, em cada espetáculo de teatro. Conheci pessoas maravilhosas no trabalho, mas avalio que foi um ciclo. Hoje, estou vivendo outro ciclo e estou muito feliz. É um ciclo maravilhoso e melhor ainda. Sou grata a Deus por ter me permitido viver isso”, acrescentou ela.

Vida com Deus

Giselle contou que o ator Guilherme Berenguer, com quem contracenou em “Malhação”, a levou para a Igreja Bola de Neve pela primeira vez.

“Eu estava querendo encontrar uma igreja e ele já frequentava a Bola de Neve. Um dia, conversando, falei: ‘Gui, quero conhecer a Bola de Neve’. Depois que conheci, fiquei e estou lá desde 2008”, disse ela.

A atriz afirmou que ao se aproximar de Deus e se aprofundar no estudo da Bíblia, passou a identificar sua identidade e propósito. Ela reconheceu que todos têm uma missão e um dom diferente na vida.

Há três anos e meio, enquanto estava grávida, ela sentiu o Senhor a chamando para cuidar de uma igreja.

Ela e o marido eram missionários da Igreja Bola Neve de Nova Friburgo, onde ficaram por cerca de dois anos. Atualmente, eles estão pastoreando na mesma congregação em Niterói.

“Quando algumas pessoas falavam que me viam como pastora, eu achava que era algo que não tinha nada a ver comigo, que isso nunca aconteceria. Mas Deus foi preparando meu coração e me sinto privilegiada em ter encontrado esse caminho”, afirmou Giselle.

E continuou: “Quero continuar servindo a Deus e crescer nessa caminhada. Quero dar maior atenção e dedicação para a minha família e ao ministério”.

De acordo com a revista Quem, Giselle não descartou a possibilidade de voltar a trabalhar como atriz, porém, ela afirmou que sua prioridade é o segmento cristão.

“Estou na melhor fase da minha vida. Sou muito grata por tudo o que eu vivi na TV, mas hoje vivo um momento ainda melhor”, concluiu a atriz.

Fonte: Guia-me e Revista Quem

Coreia do Norte condena criança de 2 anos à prisão perpétua depois que pais foram pegos com Bíblia

Coreia do Norte: Praça Kim Il Sung em Pyongyang (Fotos: Canva Pro / Montagem: FolhaGospel)
Coreia do Norte: Praça Kim Il Sung em Pyongyang (Fotos: Canva Pro / Montagem: FolhaGospel)

De acordo com o Relatório Internacional de Liberdade Religiosa de 2022 do Departamento de Estado dos EUA, um menino de dois anos e sua família foram condenados à prisão perpétua pela posse de uma Bíblia.

O caso de grande repercussão na mídia ilustra a repressão do regime comunista norte-coreano contra indivíduos com crenças religiosas.

Segundo o relatório, estima-se que cerca de 70.000 pessoas, incluindo cristãos e indivíduos de outras religiões, estão detidos na Coreia do Norte devido à perseguição religiosa.

“O direito à liberdade de pensamento, consciência e religião [na RPDC] também continua a ser negado, sem sistemas de crença alternativos tolerados pelas autoridades”, afirmou António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), descrevendo as atrocidades que a Coreia do Norte comete contra a liberdade religiosa nos últimos anos.

De acordo com a ONU, as restrições de viagens impostas devido à pandemia de Covid-19 reduziram as informações sobre a perseguição religiosa, o que piorou a verificação de detalhes sobre os casos de abuso.

No entanto, o Departamento de Estado americano afirmou ter finalmente confirmado os detalhes do relatório com base em informações de organizações não governamentais (ONGs), grupos de direitos humanos e a própria ONU.

De acordo com o relatório, algumas instituições registradas, como igrejas, existem especialmente na capital coreana, Pyongyang. No entanto, os visitantes relataram que a igreja “operava sob rígido controle do estado e funcionava em grande parte como uma vitrine para estrangeiros”.

O Departamento de Estado também afirmou que é difícil quantificar o alcance e o número de igrejas subterrâneas ou secretas devido o governo proibir atividades religiosas privadas.

Segundo informações de desertores, o governo norte-coreano encoraja os cidadãos a denunciarem qualquer pessoa envolvida em atividades religiosas não autorizadas ou que possua materiais religiosos, como a Bíblia.

Eles relataram que cristãos frequentemente escondem suas atividades religiosas de familiares, vizinhos, colegas de trabalho e outros, por medo de serem rotulados como desleais ao governo norte-coreano e denunciados às autoridades.

Abusos da liberdade religiosa

A Korea Future divulgou, em 2021, um relatório com base em entrevistas feitas com 244 vítimas de abusos da liberdade religiosa.

Entre as vítimas estão 150 pessoas que aderiram ao Xamanismo, 91 ao Cristianismo, uma ao Cheondoísmo e outra pessoa ligada a outras crenças. Essas pessoas tinham entre dois e mais de 80 anos. Mulheres e meninas representaram mais de 70% das vítimas documentadas.

Conforme relatado, o governo acusou indivíduos de envolvimento em práticas religiosas, realização de atividades religiosas na China, posse de itens religiosos, contato com pessoas religiosas e compartilhamento de crenças religiosas.

Esses indivíduos foram submetidos a prisões, detenções, trabalhos forçados, tortura, negação de um julgamento justo, execuções públicas e violência sexual, de acordo com o relatório.

Crianças também são vítimas

Um dos incidentes destacados no relatório foi a prisão de uma família em 2009 devido às suas práticas religiosas e posse de uma Bíblia.

Como resultado, toda a família, incluindo uma criança de dois anos, foi condenada à prisão perpétua em campos de prisioneiros.

Outro incidente relatado pela ONG Korea Future descreve um caso chocante em que um homem foi espancado quase até a morte por guardas ao ser descoberto orando.

Além disso, foi registrado um incidente envolvendo um membro do Partido dos Trabalhadores Coreanos que foi encontrado com uma Bíblia. Ele foi levado pelas autoridades para um aeródromo e executado publicamente diante de milhares de pessoas.

Segundo relatam os cristãos, as terríveis condições dos campos de prisioneiros norte-coreanos, incluem desnutrição extrema, alimentação forçada com comida contaminada, abuso verbal e físico e execução.

A Portas Abertas dos EUA informou que, para os cristãos na Coreia do Norte, a vida é um “caldeirão de pressão constante” e “a captura ou a morte estão a apenas um erro de distância”.

Segundo a Portas Abertas, os cristãos são considerados os mais baixos da sociedade e estão constantemente “vulneráveis ​​e em perigo”.

Fonte: Guia-me com informações de Fox News

A maioria dos fiéis apoia o voluntariado, mas poucos realmente servem, diz pesquisa

Voluntários em uma ação social (Imagem Canva Pro)
Voluntários em uma ação social (Imagem Canva Pro)

Existe uma lacuna entre os fiéis que dizem querer participar de um esforço de caridade e aqueles que realmente o fazem, de acordo com um novo relatório da Lifeway Christian Resources.

Em um relatório publicado na semana passada, a Lifeway descobriu que 86% dos fiéis entrevistados disseram que querem servir as pessoas, incluindo as de fora da igreja, a fim de promover o Evangelho.

No entanto, o relatório também revelou que 66% dos entrevistados admitiram não ter se voluntariado para uma instituição de caridade, seja afiliada ou separada de sua igreja, no ano passado.

Dos entrevistados, 30% disseram ter sido voluntários no ano anterior, enquanto 4% não tinham certeza. Como comparação, a Lifeway citou um relatório do US Census Bureau, que descobriu que 23% da população geral dos EUA se voluntariou em uma organização entre setembro de 2020 e setembro de 2021.

Scott McConnell, diretor executivo da Lifeway, explicou em uma declaração incluída no relatório que sua pesquisa se concentrou apenas no voluntariado por meio de um grupo, e não em ações individuais.

“Este estudo não mediu o serviço que os fiéis podem ter feito individualmente para seus vizinhos. Atender a essas necessidades à medida que surgem é uma grande forma de serviço”, disse ele.

“Mas algumas das necessidades mais comuns nas comunidades exigem voluntários trabalhando juntos, algo que a maioria dos fiéis não faz ao longo de um ano.”

A Lifeway extraiu seus dados de uma pesquisa com 1.002 frequentadores de igrejas protestantes americanos, realizada de 19 a 29 de setembro de 2022, e tem uma margem de erro de mais ou menos 3,3%.

A pesquisa também descobriu que 91% dos fiéis entre 18 e 49 anos relataram o desejo de servir pessoas não afiliadas à sua igreja, em comparação com 79% daqueles com mais de 65 anos. No entanto, 40% dos entrevistados com mais de 65 anos disseram aos pesquisadores que eles participaram de trabalho voluntário no ano passado, tornando-os o grupo mais provável de fazê-lo.

Além disso, aqueles que frequentam um culto de uma a três vezes por mês eram mais propensos a não ter se voluntariado no ano passado do que aqueles que frequentavam quatro ou mais vezes por mês (73% vs. 60%) e os entrevistados com crenças evangélicas tinham mais probabilidade de ter se voluntariado no ano passado do que aqueles que não tinham crenças evangélicas (37% vs. 25%).

Entre os grupos religiosos cristãos, os luteranos foram os que mais relataram voluntariado em um grupo no último ano (53%), seguidos pelos batistas (29%), membros da Igreja de Cristo e afiliados a igrejas não denominacionais (ambos com 28%) e Metodistas (7%).

De acordo com um relatório da American Bible Society divulgado em novembro passado, os cristãos americanos fortemente engajados com as Escrituras doaram aproximadamente US$ 145 bilhões para caridade em 2021.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Cristãos vivem em condição sub-humana no Iêmen

Pobreza extrema (Foto representativa: Canva Pro)
Pobreza extrema (Foto representativa: Canva Pro)

Apesar de ser o 3º país da Lista Mundial da Perseguição 2023, por causa da guerra no Sudão, terremotos na Turquia e na Síria e a invasão da Ucrânia, algumas famílias iemenitas foram retiradas da lista de ajuda emergencial.

Até então, as famílias dessa lista recebiam cestas de alimentos. No entanto, o fundo de ajuda atual não é suficiente para ajudar todos os cristãos nas crises emergenciais citadas acima e também os cristãos perseguidos no Iêmen.

Por isso, foi necessário escolher os casos mais urgentes e priorizá-los. A escolha é muito difícil de ser feita, especialmente considerando que o Iêmen é o país mais pobre da Península Arábica. Além da fome, o país também enfrenta uma longa guerra civil e é interesse de disputas internacionais.

Apesar de atualmente viver um cessar-fogo, 90% da população do Iêmen continua sob condições sub-humanas de sobrevivência. Precisamos de sua ajuda em oração pelos cristãos perseguidos no Iêmen para que também sejam assistidos em suas necessidades. Veja os pedidos de oração abaixo.

Ajuda emergencial para cristãos perseguidos 

Você pode ajudar a mudar essa situação. Com uma doação, você socorrerá cristãos perseguidos no Iêmen com alimentos e o apoio emergencial de que tanto precisam. Ajude!  

Pedidos de oração 

  • Peça a Deus que a guerra cesse e a paz seja definitivamente restabelecida no Iêmen.  
  • Ore pelas crianças e famílias impactadas pela crise no Iêmen.  
  • Interceda pelos cristãos iemenitas perseguidos para que recebam sustento espiritual e material para todas as suas necessidades.  
  • Rogue ao Senhor para que a igreja seja um testemunho de esperança e do amor de Cristo para o Iêmen nesse momento sombrio.

Fonte: Portas Abertas

Thalles Roberto e Lakewood Music juntos em Novo EP e turnê no Brasil

Alexandra Osteen, Thalles Roberto e Ramiro Garcia. (Foto: Divulgação)
Alexandra Osteen, Thalles Roberto e Ramiro Garcia. (Foto: Divulgação)

“Dia de Milagres” é o novo EP da Lakewood Music, liderado por Alexandra Osteen. O álbum, com quatro faixas, conta com a participação de Thalles Roberto em todas as músicas, além de Ramiro Garcia na canção que dá título ao álbum.

O projeto, lançado em 19 de maio, apesar de envolver banda internacional, é todo em português. “E dizemos amém”; “Dia de Milagre”; “Grita”; e “Em Seu Nome” são as canções que compõem o novo EP. O trabalho completo está disponível nas plataformas digitais.

Thalles Roberto se mudou, com sua família, para os Estados Unidos em 2019. Em 2021, ele assumiu ministério pastoral na Lakewood Church, igreja de origem do grupo musical, situada em Houston, no Texas, que é a maior igreja dos EUA. Mas esse fator não interrompeu a carreira musical. Agora, na mesma igreja, ela integra projetos musicais e pastorais.

Turnê Thalles Roberto e Lakewood Music

Além do lançamento do EP, em junho, a banda LakeWood Music fará uma turnê no Brasil, com participação de Thalles Roberto. Eles vão passar por São Paulo, Chapecó e Rio de Janeiro. Entre a programação, está o show na Renascer Arena, SP, no dia 10, além do movimento Marcha pra Jesus, que acontece em 8 de junho.

Ouça “Dia de Milagres”

Fonte: Comunhão

Avião da Igreja Quadrangular é apreendido pela Polícia Federal com 290kg de maconha

Polícia Federal apreende 290 kg de maconha em avião da Igreja Quadrangular (Foto: Divulgação/Polícia Federal)
Polícia Federal apreende 290 kg de maconha em avião da Igreja Quadrangular (Foto: Divulgação/Polícia Federal)

A Polícia Federal (PF) deteve uma pessoa e apreendeu 290 kg de maconha em um avião monomotor no Aeroporto Internacional de Belém, no Pará, na manhã do sábado, 27.

De acordo com a PF, a droga seria levada para Petrolina, em Pernambuco, mas, antes da decolagem, foi feito o flagrante em um hangar de voos particulares. O homem foi preso tentando transportar skunk, uma forma concentrada de maconha.

A CNN apurou que a aeronave é utilizada pelo ex-deputado federal Josué Bengtson, tio da senadora e ex-ministra Damares Alves e o veículo está em nome da Igreja Quadrangular, na qual Bengston é pastor e líder no Pará.

A carga ocupava todo o espaço disponível na aeronave, deixando apenas assentos para o piloto e um passageiro. A PF afirma que o forte odor que emanava do avião indicava que a carga já estava no monomotor há horas, aguardando a partida.

A abordagem aconteceu no sábado (27), pouco antes das 07h30, horário previsto para a decolagem em um hangar de voos particulares do Aeroporto Internacional de Belém.

O suspeito caminhava pelo pátio em direção ao avião e, ao ver as autoridades, correu para fora do aeroporto, mas foi alcançado, de acordo com a polícia.

Um inquérito foi aberto para apurar o crime, e o avião foi apreendido, assim como o celular do homem detido. “O piloto não foi preso, pois não foi verificada participação dele no crime”, concluiu a polícia.

O que dizem os envolvidos

Em nota, a assessoria de Damares Alves confirmou o parentesco entre a ex-ministra e Bengston e disse que, sobre o caso, “a senadora tomou conhecimento hoje pela manhã, através da imprensa”.

Ainda de acordo com a nota enviada à CNN, ela entrou em contato com a família e “foi informada que a denúncia à Polícia Federal sobre uma carga suspeita carregada na aeronave foi realizada pelos responsáveis pelo avião, ou seja, pela própria Igreja”.

De acordo com o portal de notícias de Belém, Roma News, o Conselho Estadual da Igreja Quadrangular assumiu a propriedade da aeronave apreendida e que o homem acessou o avião sem autorização do hangar, e colocou a carga no interior da aeronave.

Além disso, no comunicado oficial publicado pelo portal, a igreja disse que foi ela que acionou a PF, que ,assim, tomou conhecimento do conteúdo ilícito que seria transportado pelo suspeito.

Entretanto, as informações não coincidem, já que a polícia reafirma que as informações vieram da inteligência do Núcleo de Polícia Aeroportuária da PF.

Veja o momento da apreensão:

Fonte: CNN, Fuxico Gospel e Estado de Minas

Meta desenvolve Inteligência Artificial baseada na Bíblia que reconhece mais de 4.000 idiomas

Logo da Meta, empresa responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp (Foto: Canva Pro)
Logo da Meta, empresa responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp (Foto: Canva Pro)

A Meta, empresa proprietária do Facebook, Instagram e WhatsApp, desenvolveu modelos de inteligência artificial capazes de identificar mais de 4.000 idiomas falados e reconhecer 1.100 deles falados em voz alta, com base em dados da Bíblia.

Isso significa 40 vezes mais do que qualquer tecnologia anterior conhecida . “É um passo significativo para preservar idiomas que correm o risco de desaparecer”, diz a empresa por trás do Facebook e do Instagram.

Seus modelos Massively Multilingual Speech (MMS) visam “tornar mais fácil para as pessoas acessar informações e usar dispositivos em seu idioma preferido”.

A Meta os está disponibilizando em software de acesso aberto, para que “outros na comunidade de pesquisa possam desenvolver nosso trabalho”.

“Coletar dados de áudio para milhares de idiomas foi nosso primeiro desafio porque os maiores conjuntos de dados de fala existentes cobrem no máximo 100 idiomas. Para superar isso, nos voltamos para textos religiosos, como a Bíblia, que foram traduzidos em muitos idiomas diferentes e cujas traduções foram amplamente estudadas para pesquisa de tradução de linguagem baseada em texto”, diz a Meta.

Dados da Bíblia

Existem cerca de 7.000 idiomas no mundo, mas os modelos de reconhecimento de fala existentes cobrem apenas cerca de 100 deles de forma abrangente.

Para superar isso e treinar o modelo, eles criaram dois conjuntos de dados com textos religiosos cujas traduções e gravações de áudio de pessoas que os lêem estão disponíveis publicamente em diferentes idiomas.

Um dos conjuntos contém gravações de áudio do Novo Testamento e seu texto correspondente retirado da internet em 1.107 idiomas, o que forneceu em média 32 horas de dados por idioma; o outro contém gravações sem rótulo de várias outras leituras religiosas cristãs.

No entanto, eles enfatizam que “embora o conteúdo das gravações de áudio seja religioso, nossa análise mostra que isso não influencia o modelo a produzir uma linguagem mais religiosa”.

No futuro, a Meta espera “aumentar a cobertura do MMS para suportar ainda mais idiomas e também enfrentar o desafio de lidar com dialetos, que muitas vezes é difícil para a tecnologia de fala existente”.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Amazon, Google e Microsoft estão entre as empresas que menos respeitam a liberdade religiosa

Bíblia na mesa de uma sala de reunião de uma empresa (Foto: IA do Canva Pro)
Bíblia na mesa de uma sala de reunião de uma empresa (Foto: IA do Canva Pro)

De acordo com um estudo recente conduzido pela Alliance Defending Freedom (ADF),muitas grandes empresas americanas carecem de proteção para a liberdade deexpressão e religião.

O índice de negócios anual “Viewpoint Diversity Score”, que classifica 75 empresas de capital aberto, fez uma medição numa escala de 0 a 100 para saber o quanto cada organização respeita as liberdades de expressão e religiosa com base em políticas, práticas e outros critérios relevantes.

Das 75 empresas pesquisadas, Airbnb, Amazon, Google, eBay e Microsoft são as que menos respeitam a liberdade religiosa de seus funcionários. Apenas duas pontuaram acima de 25 no que diz respeito à proteção das liberdades referidas.

A ADF alertou que “milhões de americanos comuns correm o risco de cancelamento ou punição por seus pontos de vista”. Infelizmente, muitas empresas parecem estar mais preocupadas com o “politicamente correto” e em evitar controvérsias do que em proteger os direitos de seus funcionários.

“Este é um caminho perigoso a seguir, pois mina o próprio fundamento da liberdade de expressão e liberdade religiosa. É importante observar que proteger essas liberdades não é apenas uma questão de princípio, mas também uma questão de praticidade.

Quando os funcionários se sentem livres para expressar suas crenças e opiniões, é mais provável que sejam engajados e produtivos em seu trabalho”, diz o relatório.

“Por outro lado, quando os funcionários são forçados a suprimir suas crenças, eles podem se tornar desengajados e ressentidos, levando à diminuição da produtividade e da moral”, continua.

Seguem os resultados de algumas empresas quando se trata de proteger e respeitar os direitos da Primeira Emenda dos funcionários: Airbnb (2%), Amazon (4%), Alphabet(Google) (4%), eBay (5%), Microsoft (5%) e Disney (5%).

“Ameaças à liberdade não vêm apenas do governo, mas de grandes corporações como instituições financeiras e grandes empresas de tecnologia que concentraram poder sobre serviços essenciais e canais de comunicação”, disse o conselheiro sênior da ADF e vice-presidente sênior de engajamento corporativo, Jeremy Tedesco.

Das 75 empresas norte-americanas avaliadas, apenas duas tiveram notas altas em relação ao respeito à religião dos colaboradores, no caso, o M&T Bank e a FidelityNational Information.

Entre as empresas que tiveram queda em suas avaliações em relação ao ano passado estão: Rackspace (14% para 13%), Capitol One (13% para 12%), Visa (11% para10%), Wells Fargo (13% a 10%), Citizens Financial Group (10% a 9%), JP MorganChase (15% a 9%), Mastercard (10% a 9%), Bank of America (10% a 8%), Discover(13% a 8%), Oracle (9% a 8%), PayPal (7% a 5%) e Twitter (6% a 5%).

Já as que tiveram alta foram: Citigroup (subiu de 8% para 11%), Morgan Stanley (9%para 11%), Meta (9% para 10%), Apple (7% para 8%), Adobe (5% para 6%) eGoDaddy (2% para 8%).

Liberdades ameaçadas

Até mesmo as empresas que ficaram no topo da lista, não atingiram uma pontuação favorável: Fidelity National Information Services (50%) e M&T Bank (25%). “Isso mostra como as grandes corporações americanas dão pouco valor à liberdade de expressão”, aponta a ADF.

“Muitas vezes, essas corporações desbancam os americanos, citando políticas que lhes dão liberdade ilimitada para censurar as pessoas por seus pontos de vista”, continuou.

“Todos os americanos se beneficiam quando corporações poderosas respeitam a liberdade de expressão e a liberdade religiosa. Nossa meta é ajudar as maiores corporações a implementarem mudanças positivas e duradouras que protejam a liberdade de expressão e religiosa de todos contra o abuso corporativo”, disse Tedesco.

“Nossa meta é ajudar as maiores corporações a implementar mudanças positivas e duradouras que protejam a liberdade de expressão e religiosa de todos contra o abuso corporativo”, enfatiza Tedesco.

Outros exemplos de políticas preocupantes listadas no relatório e divulgados pelo The Christian Post incluem a remoção da plataforma The Babylon Bee do Twitter, a Netflix realizando treinamento de funcionários promovendo a teoria racial crítica e a restrição do Bank of America a doações a instituições de caridade religiosas.

O estudo conclui que se o ritmo continuar assim, haverá muito mais casos de fechamento de plataformas e organizações, caso “não dancem ao som das ideologias radicais”.

Fonte: Guia-me e Comunhão com informações de The Christian Post

Armando Filho processa cantor sertanejo por plágio de música

Cantor evangélico Armando Filho e o cantor sertanejo Eduardo Costa (Fotos: Reprodução/Redes Sociais)
Cantor evangélico Armando Filho e o cantor sertanejo Eduardo Costa (Fotos: Reprodução/Redes Sociais)

O cantor e compositor evangélico Armando Filho está movendo uma ação contra o cantor sertanejo Eduardo Costa por plágio de uma música gospel.

Segundo o colunista Peterson Renato, do Hora Top TV, o autor relatou que fez sucesso com o álbum Final Feliz, no ano de 1990, contendo a canção Mover do Espírito — também conhecida entre os fãs por Quero Que Valorize e Você Tem Valor.

De acordo com o compositor, ele teria descoberto que seu maior sucesso musical fora cadastrado por Eduardo Costa junto à União Brasileira de Compositores como sendo escrita por ele.

Segundo o cantor gospel, apenas o nome da canção foi trocada para “Você Tem Valor”, como ficou popularmente conhecida entre os evangélicos e que a composição apresentada por Eduardo Costa é uma cópia “exata” da sua, caracterizando plágio.

No processo, Armando Filho pede uma indenização de R$ 1 milhão por danos morais, e outra compensação por lucros cessantes.

O juiz Adelson Freitas de Andrade Junior concordou com o pedido do autor para oficiar a União Brasileira de Compositores (UBC). No documento, foi pedido que o órgão informasse o código ISRC da composição do cantor.

A assessoria do cantor sertanejo Eduardo Costa disse que vai se manifestar sobre o caso apenas no processo.

Com informações de Metrópoles, Fuxico Gospel e R7

Igreja da Escócia perdeu mais da metade de seus membros desde 2000

Igreja da Escócia na cidade de Largs (Foto: Canva Pro)
Igreja da Escócia na cidade de Largs (Foto: Canva Pro)

Um relatório divulgado recentemente mostrou que a Igreja da Escócia perdeu mais da metade de seus membros desde o ano 2000 e apontou que a idade média dos participantes dos cultos é de 62 anos.

O relatório dos “Custódios da Assembleia”, foi criado antes da Assembleia Geral da Igreja, que aconteceu de 20 a 25 deste mês em Edimburgo, capital do país, analisou as informações estatísticas sobre a denominação.

De acordo com o relatório, o número de membros da Igreja em 2021 foi de 283.600, o que representou uma queda de 4,6% em relação a 2020 — abaixo dos 1,3 milhão relatados na década de 1950.

O relatório informou que o número de fiéis em 2021 representou 46,6% do que foi exposto em 2000, enquanto o número de ministros relatados no ano passado foi de 60% do que era no mesmo ano.

“Isso não é culpa de um grupo de pessoas ou de qualquer órgão de tomada de decisão, mas uma tendência que não foi revertida”, disse o relatório.

“Na Escócia, o tamanho de quase todas as congregações está diminuindo. Os ministros estão se aposentando e as pessoas não estão se apresentando (como tem acontecido há anos) em número suficiente para substituí-los. As boas novas de Jesus Cristo, embora sejam compartilhadas entre alguns, não estão alcançando a maioria do povo no país”, acrescentou.

Segundo o Christian Post, através do relatório, foi descoberto que a “grande maioria” dos ministros da Igreja tem mais de 50 anos, considerando que até a próxima década, metade deles se aposentará.

Desafios da igreja pós-pandemia

Antes da pandemia do coronavírus, a frequência à igreja era de 88.000. Em 2021, depois que os cultos presenciais foram suspensos, ficou em cerca de 60.000.

O relatório observou que agora, cerca de “45.000 pessoas, preferem assistir às reuniões online e 8.275 de ‘outras maneiras’”.

Um relatório suplementar comprovou que, em dezembro de 2022, a Igreja da Escócia tinha 270.300 membros, uma queda de 4,7% em relação a 2021. O número representa uma queda geral de 35% desde 2012.

Esse relatório também observou um aumento tanto nos batismos quanto nas profissões de fé em 2022. No entanto, enfatizou que o nível ainda permaneceu abaixo aos anteriores à pandemia.

Na última segunda-feira (22), o Rev. David Cameron disse que o relatório sobre o declínio de membros “fornece uma imagem realista de onde nossa Igreja se encontra”.

Ele afirmou que a igreja está em “um momento crítico” devido às reformas para estabelecer “uma base sustentável para o futuro”.

Para o reverendo, os membros da Igreja precisavam ser “entusiasmados em fazer as coisas de maneira diferente” e “sonhar sonhos ousados ​​e ter energia e incentivo para experimentar e aprender no processo”.

“Imagine ser capaz de avançar de maneira positiva, abordando questões sérias do dia, respondendo à necessidade real na Escócia. Imagine encontrar uma maneira criativa de reunir pessoas com visões diferentes para criar um novo futuro”, afirmou ele.

História da igreja

A Igreja da Escócia é teologicamente presbiteriana, e desde 1690, é a congregação nacional do país. Esse status foi garantido pelo Ato de União da Escócia e Inglaterra em 1707.

Segundo o Christian Post, embora a denominação seja a igreja nacional oficial da Escócia, ela não é controlada pelo governo do Reino Unido nem pelo Parlamento escocês.

“O rei não é o governador supremo da Igreja da Escócia, como é na Igreja da Inglaterra. O soberano tem o direito de comparecer à Assembleia Geral, mas não de tomar parte em suas deliberações”, explicou a denominação.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

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