Início Site Página 416

Cristãos são mortos em dois massacres na Nigéria

Cristãos choram a morte dos entes queridos na Nigéria (foto representativa)
Cristãos choram a morte dos entes queridos na Nigéria (foto representativa)

Na última sexta-feira (20), um massacre deixou 12 cristão mortos, no Cinturão Médio da Nigéria. Já no último domingo (22), cinco cristãos foram mortos no nordeste do país.

Moradores da região afirmaram que extremistas Fulani atacaram a comunidade predominantemente cristã de Gambar Sabon Layi, onde cinco cristãos foram mortos e um homem foi sequestrado.

“O Sr. Daniel Dabwa, foi capturado e está sendo mantido em cativeiro em um lugar desconhecido”, disse Godwin Moses, morador da área, ao portal de notícias Morning Star News.

“Este é um domingo negro para nós em Gambar Sabon Layi”, acrescentou Princesa Ella, que também mora na região .

A região de Tafawa Balewa tem sido atacada por terroristas islâmicos e extremistas Fulani predominantemente muçulmanos há vários anos.

Muitas aldeias estão em ruínas, destruídas por esses ataques, o que faz com que os cristãos sobreviventes busquem refúgio em outro local da Nigéria.

Paul Hemba, conselheiro especial do estado para questões de segurança, identificou alguns dos mortos e disse: “Um homem, sua esposa e quatro filhos estavam entre os cristãos mortos durante o ataque”.

Catherine Anene, porta-voz do Comando da Polícia do Estado de Benue, confirmou o ataque e disse que policiais foram enviados para a área.

Histórico de ataques frequentes

De acordo com o site de notícias The Christian Post, um morador afirmou que outras duas comunidades cristãs também foram atacadas ao mesmo tempo nas proximidades e ainda não foi apurado o total de vítimas.

De 3 a 5 de janeiro, as aldeias de Nagi e Tse-Girgi Dajo, no condado de Gwer West, estado de Benue, também foram atacadas e deixaram quatro cristãos feridos.

A Nigéria liderou o ranking de cristãos mortos por sua fé em 2022, com 5.014, e 4.726 cristão sequestrados, segundo o relatório de 2023, da missão Portas Abertas.

Apesar da comprovação dos dados, o governo da Nigéria nega a perseguição religiosa no país, tratando com impunidade a violação dos direitos ds cristãos.

A maioria dos Fulani muçulmanos não possuem visões extremistas, mas alguns aderem à ideologia islâmica radical.

Líderes cristãos na Nigéria acreditam que os ataques dos Fulani às comunidades cristãs no Cinturão Médio do país, são influenciados pelo desejo de tomar as terras dos cristãos à força e impor a religião do Islã.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Morte de Ludmila Ferber completa um ano

Pastora e cantora Ludmila Ferber
Pastora e cantora Ludmila Ferber

Há exatamente um ano, o Brasil chorava a morte da pastora, compositora e cantora gospel, Ludmila Ferber, que faleceu em 26 de janeiro de 2022, aos 56 anos, após uma intensa luta contra um câncer de pulmão, que havia sido diagnosticado em 2018.

Durante três anos a pastora foi considerada um milagre, já que este tipo de câncer é conhecido por levar o paciente ao estágio terminal muito rápido.

Inicialmente os médicos disseram que a cantora só viveria de 6 a 12 meses, mas ela conseguiu superar todas as expectativas.

Ao longo dos tratamentos que fez, a pastora sempre se mostrou otimista, confiante e compartilhou alguns momentos em suas redes sociais.

“Eu me submeti a uma biópsia no pulmão e receber a notícia foi um choque, a vida da gente fica de pernas para o ar. É difícil de explicar. Só entende quem passa por uma situação dessa, seja com você mesmo ou com alguém que você ama demais. Nessa situação você vê que precisa de um milagre sendo operado na sua vida ou na vida de quem você ama”, contou em uma entrevista.

Trajetória

Ludmila Ferber nasceu no Rio de Janeiro. Sempre amou as artes. A primeira composição foi escrita aos oito anos. Ela estudou canto, violão e até teatro. Ingressou na faculdade de pedagogia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), transferiu-se para letras. No entanto, não concluiu a graduação. Afinal, queria viver de música.

Aos 20 anos, converteu-se ao Cristianismo em um pequeno grupo em Niterói (RJ). Desde então, construiu sua vida dentro da igreja. Seu álbum “Marcas”, lançado em 1996, foi o começo de uma estrada que dura mais de 20 anos.

Dona de uma extraordinária carreira na música gospel, Ludmila Ferber lançou albuns ao vivo que foram importantes para o cenário gospel, como;

  • 2002: Unção sem Limites
  • 2004: Tempo de Cura
  • 2004: Uma História, Uma Estrada, Uma Vida
  • 2005: Nunca Pare de Lutar
  • 2007: Coragem
  • 2007: Pérolas da Adoração
  • 2011: O Poder da Aliança

Seus maiores sucessos incluem “Sonhos de Deus”, “Sopra Espírito”, “Ouço Deus me Chamar” e “Nunca pare de lutar”. Este último também é o título de seu livro, que foi lançado, em 2013, pela editora Thomas Nelson Brasil.

Em 2005, Ludmila chegou a lançar um projeto infantil, intitulado: “Meu amigão do peito”. Ela chegou a apresentar ao menos dois programas na TV:  Nunca Pare de Lutar, entre 2007 – 2010, na Rede Super, e em 2012, pelo Você Adora, ela apresentou o “Cozinhando com a Pastora Ludmila Ferber”.

O sucesso da música “Nunca pare de lutar” foi tão grande, que em 2012 ela lançou um livro com esse título.

Sua história de superação e luta contra a doença inspirou milhares de pessoas ao redor do mundo, e no dia em que se completa um ano de sua morte, ela recebe homenagens dos amigos, fãs e familiares.

Em seu Instagram, a equipe da pastora que mantem o perfil no ar, escreveu um texto lembrando de seu legado e anunciando que em breve terá novidades. Confira abaixo:

Tudo o que Deus faz durará para sempre.

Este ministerio continuará sendo um canal da Palavra que edifica, como um rio levando a Àgua viva aos que tem sede de Deus.

O legado continua, ecoando pela a eternidade louvores ao Rei dos reis, e Senhor.

“Vede, eu faço uma coisa nova, que está saindo á luz; não percebe isso? Porei um caminho no deserto, e rios no ermo.” Isaías 43:19

Em breve traremos novidades pra vocês!

Com amor,

Equipe Pastora Ludmila Ferber.

Folha Gospel com informações de Fuxico Gospel e Pleno News

Astronauta da NASA diz que a ciência ‘não contradiz’ o cristianismo

Astronauta Jeffrey Williams, da NASA. (Foto: Flickr/NASA Johnson/Roscosmos/GCTC))
Astronauta Jeffrey Williams, da NASA. (Foto: Flickr/NASA Johnson/Roscosmos/GCTC))

O astronauta Jeffrey Williams da NASA, que mantinha o recorde americano de dias cumulativos no espaço, diz acreditar que a ciência e a Bíblia estão em harmonia, não em conflito.

Na última quinta-feira (19), Williams participou da abertura de uma nova exposição no Museu da Bíblia, na cidade de Washington (EUA).

A exposição “Escritura e Ciência: Nosso Universo, Nós Mesmos, Nosso Lugar”, vai até janeiro de 2024 e explora a relação entre ciência e religião.

O astronauta afirmou que há uma “percepção pública de que a ciência e a Bíblia estão em conflito”.

“Tão cedo na minha carreira, ainda nos anos 90, passei muito tempo estudando o tema. A ciência moderna como a conhecemos, realmente surgiu da convicção de que a Bíblia era verdadeira e que Deus é o Criador, como Ele se revelou nas Escrituras”, relatou Williams.

Segundo Williams, os primeiros cientistas (Johannes Kepler, Isaac Newton, Michael Faraday e James Clerk Maxwell), eram impulsionados pela fé. 

“Foi isso que deu origem à ciência moderna. A fé apenas comprovou meu entendimento sobre isso”, informou ele.

Afirmação de fé

De acordo com o portal Christian Headlines, viajar para o espaço proporcionou a Williams uma “profundidade” de compreensão de certas passagens bíblicas que ele não tinha anteriormente. 

O astronauta mencionou a “obra de Deus como criador” e “Sua obra de sustentar Sua criação”.

“Há uma sensação de que é preciso muito mais profundidade, se você quiser obter significado e magnitude ao olhar através das lentes das Escrituras”, disse Williams.

“Portanto, foi uma experiência incrível sair do planeta e depois olhar para trás, para a parte do universo que chamamos de lar, que é exclusivamente provida para nossa habitação — como diz o profeta Isaías”, concluiu Williams.

O astronauta  afirmou que acredita que sua profissão foi um chamado de Deus. Ele participou de quatro missões espaciais de 2000 a 2016, primeiro no ônibus espacial Atlantis e as três seguintes a bordo de um foguete russo Soyuz para a Estação Espacial Internacional. 

Em 2010, Williams lançou um livro falando sobre fé, onde mostra seus registros do espaço. Foi intitulado, The Work of His Hands: A View of God’s Creation from Space —  (tradução livre: O Trabalho de Suas Mãos: Uma Visão da Criação de Deus do Espaço).

Seus 534 dias cumulativos no espaço estão em segundo lugar entre os americanos e anteriormente em primeiro lugar antes de ser quebrado pela colega astronauta Peggy Whitson.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Headlines

Os países mais perigosos para ser cristão

Cristãos sofrem perseguição religiosa em diversos países (Foto: Portas Abertas)
Cristãos sofrem perseguição religiosa em diversos países (Foto: Portas Abertas)

Os países mais perigosos para os cristãos são os que ocupam as 11 primeiras colocações na Lista Mundial da Perseguição(LMP) 2023. Nesses locais, a perseguição é extrema e seguir a Jesus pode resultar em morte. Confira um panorama da situação de nossos irmãos em cada uma dessas nações.

1 – Coreia do Norte
Pela 21ª vez, a Coreia do Norte é o país mais perigoso para os cristãos. Os níveis de pressão e violência no país foram os mais altos de todos os tempos. Esse crescimento é reflexo do aumento de prisões de cristãos e descoberta e fechamento de igrejas secretas. Além disso, houve a aplicação da nova lei do pensamento antirreacionário, que criminaliza pessoas que possuam qualquer material publicado de origem estrangeira.

2 – Somália
A Somália agora ocupa a segunda posição, com nível extremo de violência. Os ataques de grupos extremistas como o Al-Shabaab estão cada vez mais comuns, já que o objetivo dos jihadistas é implantar o califado, um governo baseado na sharia (conjunto de leis islâmicas). Além disso, há conflitos políticos que deixam o país ainda mais suscetível ao domínio de radicais islâmicos.

3 – Iêmen
O Iêmem subiu duas posições e está em terceiro lugar por causa do aumento de ataques contra cristãos. O nível de pressão contra os convertidos é extremo e engloba abuso físico e mental, violência sexual e casamentos forçados. Além disso, há presença de grupos extremistas que juram de morte quem deixa o islã para seguir a Jesus. A situação dos cristãos é agravada já que enfrentam a crise humanitária resultante da guerra civil.

4 – Eritreia
Em quarto lugar aparece a Eritreia devido ao aumento da violência contra os seguidores de Jesus. Forças de segurança do governo invadiram comunidades e prenderam os cristãos. Quando soltos, são obrigados a negar a fé e se reportar às autoridades todas as semanas ou meses.

5 – Líbia
A Líbia desceu uma posição, já que o nível de violência teve uma pequena queda. No entanto, a pressão contra os cristãos continua extrema e envolve discriminação dentro e fora do mercado de trabalho, prisão domiciliar, expulsão de casa e casamento forçado.

6 – Nigéria
A Nigéria continua sendo o país mais mortal para cristãos. Foram contabilizadas mais de cinco mil mortes de seguidores de Jesus, 89% do total de 5.621 assassinatos. A violência se espalhou para o Sul do país, onde extremistas fulanis e criminosos se estabeleceram nas florestas da região. Meninas e mulheres cristãs são assediadas, agredidas física e sexualmente e forçadas a se casar com algum soldado radical.

7 – Paquistão
No Paquistão, é cada vez mais difícil ser cristão. Mas para as filhas dos seguidores de Jesus é ainda pior, já que elas são vítimas de sequestro, abusadas e forçadas a se converter ao islã. O número de casos de cristãos condenados falsamente pela lei de blasfêmia continua alto.

8 – Irã
Assim como no Paquistão, os líderes do Irã governam e fazem as leis apenas para quem é muçulmano. A pressão aos cristãos permanece extrema, e o nível de violência aumentou e agora há casos de sequestros. Além disso, o monitoramento dos seguidores de Jesus pelo Estado foi ampliado.

9 – Afeganistão
O Afeganistão caiu do primeiro para o nono lugar na LMP 2023 devido à queda no número de ataques contra cristãos. Os poucos cristãos que restavam no país se tornaram refugiados em países vizinhos ou estão escondidos do Talibã, já que tornar a fé pública pode resultar em morte. Tornou-se mais difícil conhecer os motivos dos afegãos enfrentarem perseguição (não se sabe se é por motivos políticos ou religiosos).

10 – Sudão
O Sudão entrou na lista dos países mais perigosos graças à violência empregada pelo governo militar aos protestos em massa contra o golpe. Foi criada a polícia comunitária, semelhante à polícia moral, que pressionava e agia com violência contra aqueles que manifestam uma fé diferente da islâmica.

11 – Índia
Apesar da queda de pontuação na Índia, a violência e a pressão contra os cristãos continuam em níveis extremos. Radicais hindus atacam em massa os seguidores de Jesus e muitas de suas ações ficam impunes, favorecendo o aumento de incidentes desse tipo.

Organize o DIP 2023
Em 4 de junho, mais de 13 mil igrejas brasileiras participarão do Domingo da Igreja Perseguida (DIP) 2023. Elas intercederão pelos irmãos na fé que vivem em cada um desses países, listados como Os Países Mais Perigosos para os Cristãos. Peça autorização da liderança de sua igreja e seja um organizador do DIP 2023.

Fonte: Portas Abertas

Ataque em igrejas deixa um morto e quatro feridos na Espanha

Ataque em igrejas da Espanha deixa um morto (Foto: Reprodução/Twitter)
Ataque em igrejas da Espanha deixa um morto (Foto: Reprodução/Twitter)

Uma pessoa morreu e outras quatro pessoas ficaram feridas esta quarta-feira num ataque a duas igrejas em Algeciras, no sul de Espanha. As vítimas foram feridas com uma arma branca por um homem que já foi detido, segundo as autoridades espanholas.

O homem dirigiu-se a pelo menos duas igrejas no centro de Algeciras e, com gritos de “Alá”, atacou várias pessoas com uma arma semelhante a uma catana, que é uma tradicional espada japonesa que foi usada pelos samurais do Japão antigo.

Uma das pessoas atacadas foi um padre que, segundo as mesmas fontes, ficou ferido com gravidade.

“Pouco depois das 19h [15h em Brasília] desta tarde, um homem entrou na igreja de San Isidro de Algeciras, onde, armado com um facão, atacou o sacerdote, o deixando gravemente ferido”, explicou o Ministério do Interior em comunicado.

“Posteriormente, [o agressor] compareceu à igreja de Nossa Senhora de La Palma onde, depois de provocar bastante destruição, atacou o sacristão”, acrescentou.

“O sacristão conseguiu sair da igreja, mas foi alcançado pelo agressor do lado de fora, que lhe provocou ferimentos mortais”, prosseguiu o ministério.

“Instantes depois, [o suspeito] foi neutralizado e detido, e se encontra nas dependências da Polícia Nacional”, concluiu.

Segundo uma fonte policial, o agressor usava uma jelaba – peça de roupa tradicional dos árabes da região do Magrebe, no Norte da África – e “gritou algo” no momento do ataque.

Em um vídeo difundido pelas autoridades, é possível ver o agressor, vestido com calças pretas e uma blusa cinza com capuz branco e preto, com as mãos algemadas atrás das costas caminhando escoltado por dois policiais.

“Estão investigando e analisando os fatos, sem que, por ora, seja possível determinar a natureza do ataque”, prosseguiu o ministério.

Uma porta-voz do serviço de emergência explicou à AFP que começou a receber muitas chamadas depois das 19h30 de pessoas que viram um homem armado com um facão atacar uma pessoa em frente a uma igreja, antes de atacar outra pessoa perto da igreja de La Palma.

Um comunicado da ordem religiosa dos salesianos falou de um terceiro ataque à “capela da Europa” e explicou que o religioso ferido “se encontra estável dentro de um estado de gravidade”.

A Audiência Nacional, um tribunal superior responsável por julgar os casos de terrorismo na Espanha, está a cargo das investigações, explicou à AFP o Ministério Público da Espanha.

As reações de responsáveis políticos se sucederam após o atentado.

“Quero transferir minhas mais sinceras condolências aos familiares do sacristão falecido no terrível ataque de Algeciras”, escreveu nas redes sociais o presidente de governo da Espanha, Pedro Sánchez.

“Desejo pronta recuperação aos feridos. Todo o nosso apoio ao trabalho que estão realizando as Forças e os Corpos de Segurança do Estado”, acrescentou.

Estamos “consternados pelos ataques cometidos esta tarde em Algeciras. Meus pêsames à família do sacristão falecido e meus desejos de pronta recuperação aos feridos”, tuitou o líder da oposição, Alberto Núñez Feijóo, do Partido Popular (PP).

O presidente do governo regional da Andaluzia, Juan Manuel Moreno, descreveu o ataque como “terrível e devastador”.

“Assassinaram um sacristão e feriram, pelo menos, um sacerdote em um ataque que foi produzido em Algeciras”, explicou, antes de pedir que se evite conclusões precipitadas e reações intempestivas.

“Prudência, os fatos estão sendo investigados”, ressaltou.

A Igreja Católica da Espanha, através do secretário-geral da Conferência Episcopal, Francisco César García Magán, lamentou os fatos.

“Com dor, recebi a notícia dos acontecimentos em Algeciras. Neste momento de tristeza, de sofrimento, nos juntamos às dores das famílias das vítimas e da diocese gaditana [relativo a Cádis] e pedimos ao Deus da vida e da paz a pronta recuperação dos feridos”, explicou García Magán.

Os últimos atentados jihadistas na Espanha remontam a agosto de 2017 e ocorreram em Barcelona e no balneário de Cambrils, ambos na Catalunha. Os ataques, reivindicados pelo grupo Estado Islâmico, deixaram 16 mortos e 140 feridos.

Os três sobreviventes da célula terrorista foram condenados a oito, 46 e 53 anos de prisão.

Fonte: UOL e Publico (Portugal)

Apenas uma minoria de pais enfatiza a transmissão de sua fé aos filhos, revela estudo

Família lendo a Bíblia
Família lendo a Bíblia

Embora as preocupações com a saúde mental estejam no topo da lista de preocupações dos pais hoje e os estudos sugiram que a religião é boa para a saúde mental, transmitir suas crenças religiosas aos filhos não é altamente priorizado por adultos americanos com filhos menores de 18 anos, novos dados da Pew Research Espetáculo do centro.

Em todas as linhas raciais e étnicas, a esmagadora maioria dos adultos americanos com filhos menores de 18 anos acredita que ser pai ou mãe é um dos aspectos ou o mais importante de quem eles são como pessoa. Mas quando se trata de priorizar a transmissão de sua fé aos filhos, os evangélicos brancos e os protestantes negros são os dois únicos grupos cristãos em que a maioria dos pais prioriza isso.

“Os pais dão menos importância ao fato de seus filhos terem crenças religiosas ou políticas semelhantes às suas. Cerca de um terço (35%) diz que é extremamente ou muito importante para eles que seus filhos compartilhem suas crenças religiosas, e 16% dizem o mesmo sobre as crenças políticas de seus filhos”, disseram as pesquisadoras do Pew Rachel Minkin e Juliana Horowitz em Parenting in America Today. lançado na terça-feira. “Os pais republicanos e democratas têm a mesma probabilidade de dizer que é pelo menos muito importante para eles que seus filhos compartilhem suas crenças políticas.”

Os dados da Parenting in America Today vieram de cerca de 3.757 pais americanos com filhos menores de 18 anos, coletados como parte de uma pesquisa maior realizada de 20 de setembro a 2 de outubro de 2022, para entender melhor como os pais americanos abordam a paternidade.

Apenas 40% dos pais negros e 39% dos pais hispânicos no estudo disseram aos pesquisadores que é extremamente ou muito importante para eles que seus filhos compartilhem suas crenças religiosas. Essa proporção é ainda menor entre os pais brancos e asiáticos, onde apenas 32% dizem que é importante que seus filhos compartilhem a mesma religião.

Cerca de 70% dos pais evangélicos brancos e 53% dos protestantes negros disseram que é importante que seus filhos compartilhem suas crenças religiosas. Entre os protestantes brancos não evangélicos esse número é de apenas 29%, enquanto apenas 35% dos pais católicos dizem isso.

Preocupação com saúde mental dos filhos

Ao mesmo tempo, os pesquisadores descobriram que 40% dos pais americanos com filhos menores de 18 anos “dizem que estão extremamente ou muito preocupados que seus filhos possam sofrer de ansiedade ou depressão em algum momento”.

A preocupação com a saúde mental de seus filhos entre os pais hoje é ainda maior do que suas preocupações sobre “certas ameaças físicas …, os perigos das drogas e do álcool, gravidez na adolescência e problemas com a polícia”, disseram os pesquisadores.

“As preocupações com a saúde mental são sentidas de forma mais aguda pelos pais brancos e hispânicos: 42% dos pais brancos e 43% dos pais hispânicos dizem que estão extremamente ou muito preocupados que seus filhos possam sofrer de ansiedade ou depressão em algum momento, em comparação com 32% dos pais. pais negros e 28% dos pais asiáticos”, escreveram os pesquisadores.

Resultados de uma pesquisa com quase 10.000 jovens de 13 a 25 anos sobre suas crenças, práticas, comportamentos, relacionamentos e saúde mental publicados em outubro passado pelo Springtide Research Institute em The State of Religion & Young People 2022: Mental Health–What Faith Leaders Need to Sabe , descobriu-se que durante a pandemia e os bloqueios subsequentes, 53% dos entrevistados relataram que a saúde mental era seu maior desafio. No entanto, apenas 34% relataram sentir-se à vontade para falar sobre sua luta com os adultos.

Cerca de 57% disseram que novas práticas espirituais os ajudaram a suportar a pandemia e mais da metade (51%) disseram que recorreram à oração. Outros se voltaram para atividades como leitura, ioga, artes ou estar na natureza.

O estudo constatou que, embora a religião e a espiritualidade “possam ser fortes antídotos para muito do que contribui para as lutas de saúde mental entre os jovens” e que “as pessoas que são religiosas estão em melhor situação mental e emocional”, apenas 35% dos entrevistados disseram que estão ligados a uma comunidade religiosa.

Os entrevistados ligados a uma comunidade religiosa foram mais propensos a dizer que estão “prosperando muito” em seu bem-estar mental e emocional (29%) do que aqueles não ligados a uma comunidade religiosa (20%).

Os entrevistados que dizem ser “muito religiosos” têm maior probabilidade de relatar que estão “prosperando muito” (40%) em comparação com aqueles que dizem não ser religiosos (17%). Os entrevistados que “não são religiosos” tiveram duas vezes mais chances de dizer que “não estão prosperando” (44%) do que os entrevistados “muito religiosos”.

O estudo parece confirmar décadas de pesquisas anteriores apontando para uma relação positiva entre religião, espiritualidade e saúde mental.

Josh Packard, diretor executivo do Springtide Research Institute, observou que “soluções para lutas de saúde mental são mais complicadas do que apenas ‘dar aos jovens mais religião’”, já que cerca de 20% dos entrevistados “muito religiosos” relataram que “não estão florescendo”.

Os novos dados do Pew Research Center parecem sugerir um certo nível de pragmatismo entre os pais, que procuram fazer o que é melhor em uma sociedade que se tornou mais aberta, inclusive quando se trata de expressões de fé.

Fonte: Comunhão com informações de Christian Post

Valdemiro Santiago pede R$ 10 milhões a fieis para quitar dívidas

Valdemiro Santiago é líder e fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus
Valdemiro Santiago é líder e fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus

O pastor Valdemiro Santiago pediu que seus seguidores arrecadem R$ 10 milhões para doação à Igreja Mundial do Poder de Deus, da qual é fundador.

Em pregação na TV Mundial, da qual também é dono, Valdemiro desafiou os fieis a juntar a quantia até o próximo dia 31, para acabar com a greve de funcionários da emissora.

De acordo com informações do blog de Ricardo Feltrin no portal UOL, os colaboradores da rede de televisão estão sem trabalhar há quase duas semanas.

Entre as reclamações feitas pelos funcionários, as principais são:

  • Não recebimento do 13º salário
  • Artrasos nos pagamentos há cerca de três anos
  • Valdemiro não deposita o FGTS nas contas

No sábado (21), os funcionários divulgaram um manifesto contra Valdemiro. Entre outros pontos, afirmaram que os atrasos impossibilitaram que “pais e mães de família pudessem realizar uma ceia de natal com um mínimo de dignidade”.

Esta, inclusive, é a terceira greve realizada pelos funcionários no espaço de pouco mais de um ano.

A igreja admite as dívidas. Por outro lado, Valdemiro se disse “machucado” e acusou os colaboradores de estarem sendo “injustos”.

“Tenho dado um duro danado. Minha vontade é acabar com essa TV, e aí eles que vão trabalhar lá na Globo, na Record”, disse.

Apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o pastor não poupou nem o atual chefe do Executivo brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nas críticas aos funcionários.

“(É assim que age quem) Não gosta de trabalhar. São como ‘aquele’ que cortou o dedo só pra se aposentar”, disse, sem citar o nome do presidente.

Os colaboradores seguiam em greve até a última segunda-feira (23), após, segundo eles, receberem uma proposta “inaceitável” da emissora. Já Valdemiro garantiu que trata estes funcionários não como empregados, mas “como filhos”.

Fonte: Yahoo Notícias

Papa Francisco diz que ser homossexual não é um crime, mas um pecado

Papa Francisco pensativo
Papa Francisco pensativo

O papa Francisco afirmou, em entrevista à agência de notícias Associated Press, que as leis que criminalizam a homossexualidade são injustas e que “ser homossexual não é um crime (…), mas é um pecado”.

Francisco reconheceu que os bispos católicos em algumas partes do mundo apoiam as leis que criminalizam a homossexualidade ou discriminam a comunidade LGBTQ (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero) e admitiu que ele próprio se refere à questão em termos de “pecado”.

O líder da Igreja Católica defendeu também que esses bispos, em particular, precisam de passar por um processo de mudança para reconhecer a dignidade de todos. “Esses bispos têm de ter um processo de conversão”, disse, acrescentando que deveriam agir com “ternura, (…) como Deus tem para cada um de nós”.

Cerca de 67 países ou jurisdições em todo o mundo criminalizam a atividade sexual consensual entre pessoas do mesmo sexo, 11 dos quais podem ou impõem a pena de morte, de acordo com o The Human Dignity Trust, uma organização não-governamental sediada no Reino Unido que trabalha para pôr fim a tais leis.

Os especialistas dizem que, mesmo quando as leis não são aplicadas, estas contribuem para o assédio, estigmatização e violência contra pessoas LGBTQ.

As Nações Unidas têm apelado repetidamente ao fim das leis que criminalizam abertamente a homossexualidade, dizendo que violam os direitos à privacidade e à liberdade e constituem uma violação das obrigações dos países ao abrigo do direito internacional para proteger os direitos humanos, independentemente da orientação sexual ou identidade de género.

Declarando tais leis “injustas”, Francisco disse que a Igreja Católica pode e deve trabalhar para lhes pôr fim. “[A Igreja Católica] deve fazer isso. Tem de o fazer”, sustentou.

Francisco citou o catecismo da Igreja Católica, defendendo que os homossexuais devem ser acolhidos e respeitados, e não devem ser marginalizados ou discriminados.

As leis são comuns em África e no Médio Oriente e datam da época colonial britânica ou são inspiradas pela lei islâmica. Alguns bispos católicos defenderam-nas firmemente como consistentes com os ensinamentos do Vaticano que consideram a atividade homossexual “intrinsecamente perturbada”, enquanto outros apelaram à sua abolição por se tratar de uma violação da dignidade humana básica.

Na terça-feira, Francisco disse que tinha de haver uma distinção entre um crime e um pecado no que diz respeito à homossexualidade.

“Ser homossexual não é um crime”, afirmou. “Não é um crime. Sim, mas é um pecado. Muito bem, mas primeiro vamos distinguir entre um pecado e um crime”, explicou, para acrescentar, de seguida: “É também um pecado faltar com a caridade ao próximo”.

A doutrina católica defende que os homossexuais devem ser tratados com respeito, mas os atos homossexuais são fruto de uma perturbação.

Francisco foi criticado pela comunidade católica LGBTQ após um decreto de 2021 do gabinete de doutrina do Vaticano, segundo o qual a igreja não pode abençoar uniões homossexuais “porque Deus não pode abençoar o pecado”.

Fonte: Diário de Notícias

ONU pede que Paquistão acabe com casamentos forçados de meninas cristãs

O Tribunal Superior ignorou as evidências do casamento forçado da menina Nayab e a manteve sob custódia de seu raptor. (Foto: Morning Star News)
O Tribunal Superior ignorou as evidências do casamento forçado da menina Nayab e a manteve sob custódia de seu raptor. (Foto: Morning Star News)

A ONU pediu que o Paquistão acabe com conversões e casamentos forçados de meninas de minorias religiosas, incluindo cristãs, em uma carta que se tornou pública recentemente.

De acordo com a Bitter Winter, o documento de 16 páginas, enviado ao governo paquistanês em outubro de 2022, é assinado por um grupo de Relatores Especiais das Nações Unidas, incluindo o Relator Especial sobre liberdade de religião ou crença e o Relator Especial sobre a venda e exploração sexual de crianças.

O documento cita diversos casos de meninas hindus e cristãs, com idades entre 13 e 20 anos, que foram sequestradas, estupradas, convertidas à força ao islã ou ao hinduísmo e casadas com seus sequestradores.

As vítimas incluem Mehwish Patras, Chashman Kanwal, Zarvia Pervaiz e Saba Nadeem (outros nomes foram apagados na carta por motivos de segurança).

Segundo a legislação atual do Paquistão, meninas menores de idade não podem se casar. Porém, líderes muçulmanos e os raptores ameaçam e obrigam as vítimas a mentir sobre sua idade no tribunal e a afirmar que se converteram e se casaram por vontade própria.

Autoridades são cúmplices nos crimes

Os relatores da ONU acusaram a polícia e os tribunais de agirem como cúmplices nos crimes dos sequestradores.

Segundo o documento, as autoridades aceitam as declarações das meninas, feitas sob coerção, e documentos falsos, para “comprovar” a maioridade das vítimas e consentir com os “casamentos”.

Os tribunais ainda pedem a médicos conhecidos para atestar “idades biológicas” falsas para tornar as menores aptas ao matrimônio.

A ONU ainda criticou o Parlamento e os políticos paquistaneses por não garantirem em lei a proteção de mulheres e meninas de minorias religiosas contra a conversão e o casamento forçado.

Conforme a carta, os crimes contra meninas cristãs e hindus é um problema sistêmico no Paquistão.

“Enquanto aguardamos uma resposta, pedimos que sejam tomadas todas as medidas provisórias necessárias para deter as supostas violações”, exigiram os relatores.

Meninas cristãs violadas

O sequestro e o casamento forçado de meninas cristãs têm se tornado comuns no Paquistão. De acordo com a Portas Abertas, o Paquistão é o país com mais casos de casamentos forçados, com cerca de mil cristãos vítimas nos últimos dois anos.

As garotas cristãs raptadas por muçulmanos sofrem ameaças de que elas ou suas famílias serão mortas caso não declarem no tribunal que se converteram ao islã e se casaram por vontade própria.

No país, relações sexuais com meninas com menos de 16 anos é considerado legalmente como estupro, porém, na maioria dos casos uma certidão de conversão falsificada e uma certidão de casamento islâmica influenciam a polícia a não imputar punição aos sequestradores.

O Paquistão ocupa a 7° posição na Lista Mundial da Perseguição 2023 da Missão Portas Abertas.

Cristãos no Laos foram presos por celebrar o Natal

Cristãos no Laos (Foto: Reprodução)
Cristãos no Laos (Foto: Reprodução)

Alguns cristãos, incluindo menores de idade, foram detidos e presos pela polícia local em 3 de janeiro de 2023 em uma província em Laos central. O motivo foi a participação em uma celebração de Natal não autorizada.

Era por volta das 18h quando os cristãos chegaram em casa após participar da celebração de Natal da igreja. Porém, as autoridades já estavam lá esperando por eles. Os cristãos foram confrontados, presos e detidos na cadeia do distrito. Segundo a polícia local, a igreja deles não obteve aprovação do governo local para a celebração, por isso foram presos.

A Constituição no Laos garante aos cidadãos o “direito de crer ou não crer em qualquer religião”. Entretanto, os decretos 315 e 238 atrapalham o direito de crer dos cidadãos devido as suas provisões restrititivas, que incluem a necessidade de aprovação para qualquer evento “grande” da igreja, como o Natal.

“Obter essa permissão ou aprovação escrita do governo local é difícil e tedioso. Na província desses cristãos, apenas dez vilas foram autorizadas a realizar celebrações de Natal. Entretanto, os cristãos continuam realizando os eventos, mesmo sem permissão”, compartilha Thammavong (pseudônimo), parceiro local da Portas Abertas.

Embora os menores presos já estejam soltos com parentes, outros cristãos continuam na prisão sem saber se serão transferidos para outra instalação ou não. Thammavong compartilha ainda que “é muito difícil viver em prisões no Laos, principalmente para os menores, já que os locais podem ser superlotados e a comida escassa”.

Fonte: Portas Abertas

Ads
- Publicidade -
-Publicidade-