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Cristão ex-gay é processado por compartilhar seu testemunho nas redes sociais

Matthew Grech, cristão ex-gay, processado por compartilhar seu testemunho. (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Matthew Grech, cristão ex-gay, processado por compartilhar seu testemunho. (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Matthew Grech, de 33 anos, faz parte da equipe do Core Issues Trust — organização de apoio a adultos com ‘confusão de gênero’ que desejam seguir os caminhos de Cristo.

No dia 3 de fevereiro, Grech vai enfrentar um julgamento no Tribunal de Magistrados em Valletta, capital de Malta, por ter compartilhado seu testemunho como ex-gay e publicado nas redes sociais.

Ele contou sua história desde a infância e explicou como se sentia confuso em relação à sexualidade. Depois, detalhou sobre seus relacionamentos homossexuais na vida adulta e, finalmente, como se tornou cristão.

Expor sobre sua transformação de vida, porém, lhe causou um transtorno. Grech diz que ficou chocado quando a polícia o chamou do nada para interrogá-lo sobre o assunto.

‘Atacado pelo movimento dos direitos gays’

Ser ex-gay é um termo protegido pela lei de direitos humanos e, mesmo assim, Grech foi intimado pela polícia, que mais tarde apresentou queixa criminal contra ele por supostamente anunciar “práticas de conversão” — o que é crime de acordo com a legislação maltesa.

Se condenado, Grech pode enfrentar 5 meses de prisão e ainda ser multado em 5.000 euros (equivalente a 28 mil reais).

De acordo com o Christian Concern — organização cristã que monitora a perseguição religiosa — entende-se que os dois apresentadores do programa (no qual Grech deu seu testemunho) também estão enfrentando acusações criminais.

Acredita-se que o caso seja o primeiro em que alguém enfrenta acusações dessa natureza. Grech disse que está sendo atacado de forma agressiva por membros do Movimento dos Direitos dos Gays de Malta, que acreditam que as crenças cristãs sobre o casamento e a identidade humana, e qualquer debate sobre estilos de vida LGBT, devem ser tratados como ofensa criminal.

‘Homossexualidade não é identidade, nem sentimento’

Grech disse que não concorda com o termo ‘terapia de conversão’ e disse que quanto mais se aprofundou em sua fé, mais compreendeu que estava vivendo um estilo de vida errado aos olhos de Deus.

“Entendi que na Bíblia, a homossexualidade não é uma identidade como dizem nos dias de hoje. E também não é um sentimento, mas uma prática”, afirmou.

“Isso significa que não importa quais sentimentos sexuais um homem ou uma mulher esteja experimentando, se eles tiverem relações sexuais com uma pessoa do mesmo sexo, eles cometem o ato homossexual aos olhos de Deus, e isso é pecado”, continuou.

“Assim como qualquer outro pecado, a pessoa pode se arrepender dele e pedir perdão a Deus e pedir a Ele forças para vencer. Estou falando aqui de uma perspectiva cristã”, esclareceu.

Em nenhum momento durante o programa, Grech convidou qualquer ouvinte para fazer terapia ou encorajou alguém a obter ajuda para a atração indesejada pelo mesmo sexo.

‘O que acontece em Malta é de importância internacional’

Malta se tornou o primeiro país da União Europeia a proibir o que os lobbies LGBT descrevem como “terapia de conversão” em 2016. Sendo assim, o que acontece por lá é de importância internacional.

Um efeito cascata se seguiu com outras nações, como o Reino Unido e a Austrália, usando a legislação maltesa original como um modelo para proibições semelhantes.

O lobby LGBT, no entanto, tem lutado para definir o que é o termo “terapia de conversão”, mas nenhuma evidência foi fornecida para justificar as proibições, em vez disso, a campanha agressiva visa criminalizar as crenças cristãs sobre a sexualidade humana e silenciar qualquer oposição.

Desde que enfrentou a acusação, Grech alertou que “algo semelhante, em breve, acontecerá no Reino Unido e em outros países do mundo”.

Ativistas argumentam que será um precursor do impacto que a proibição da “terapia de conversão” do governo do Reino Unido, anunciada nesta semana , terá sobre a liberdade de religião, expressão e pensamento.

Direito à liberdade de expressão

De acordo com os advogados de defesa, o direito de expressão de Grech está sendo violado e deveria ser garantido pela Constituição do país.

“Ele tem todo o direito de compartilhar e expressar livremente sua história e opiniões sobre assuntos sobre atração sexual. Ele não deveria ser acusado criminalmente, julgado e publicamente envergonhado por ter feito isso”, conforme o Christian Concern.

Em relação à alegação feita pela polícia de que ele havia falado sobre “práticas de conversão”, os advogados dizem que, em nenhum momento de sua entrevista, Grech induziu os telespectadores e ouvintes a um terapeuta ou entidade de aconselhamento.

“Compartilhar seu próprio testemunho não foi apenas uma expressão de seus próprios pensamentos e pontos de vista sobre o assunto, mas também uma manifestação de suas crenças cristãs, que ele respeitosamente compartilhou com todos”, resumiram os advogados.

‘Não quero que as pessoas acreditem que nasci gay e não posso mudar’

“Estou empenhado em continuar compartilhando meu testemunho porque não quero que outros homens e mulheres passem pelo que passei na infância e adolescência. Não quero que sejam vítimas de sensações sexuais indesejadas”, enfatizou Grech.

“Não quero que percam o lado bíblico da história sobre sexualidade e casamento. Não quero que as pessoas acreditem que ‘nasci gay e não posso mudar’. Não posso permitir que isso continue sendo algo incontestável”, continuou.

“Se não agirmos agora, mais países vão impor tais proibições como se fossem uma nobre causa de caridade que está salvando vidas e trabalhando para o bem comum, quando estão agindo como tirânicos”, alertou.

“A proibição da ‘terapia de conversão’ está criando um efeito dominó ideológico. Os lobbies e os movimentos pelos direitos dos homossexuais por trás deles adotam um único ponto de vista moral em torno da sexualidade humana e o impõem a toda a população”, disse ainda.

“Isso causa confusão jurídica e desencoraja os jornalistas de explorar o outro lado da história”, acrescentou.

“Muitos de nós no ministério Ex-LGBT estamos experimentando um crescente silenciamento da imprensa e da mídia em geral, e estamos percebendo uma diminuição do interesse público na exploração da realidade ‘Ex-LGBT’, que acreditamos ser impulsionada pela intimidação e pelo medo que essas proibições estão criando”, concluiu.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Concern

App da Bíblia YouVersion contrata ex-executiva do Facebook para impulsionar crescimento

Aplicativo da Bíblia YouVersion
Aplicativo da Bíblia YouVersion

No domingo, 15 de janeiro, mais de 12 milhões de pessoas ligaram seus smartphones para abrir o Good Book. Foi o maior engajamento diário em quase 15 anos de história do aplicativo YouVersion Bible.

Se Bobby Gruenewald, o pastor de Oklahoma que supervisiona o aplicativo gratuito da Bíblia desde o início, conseguir, esse número logo se tornará rotina.

“Esse tem sido um objetivo agressivo, mas é essa a trajetória que estamos mapeando”, disse Gruenewald, pastor de inovações da Life.Church, uma das maiores congregações do país.

Gruenewald pensou pela primeira vez na ideia de uma Bíblia online enquanto estava em uma fila de segurança no aeroporto de Chicago em 2006. YouVersion começou como um site, depois fez a transição para smartphones quando a loja de aplicativos para o iPhone foi lançada em julho de 2008.

O aplicativo atingiu 500 milhões de downloads em 2021. Em uma videoconferência, Gruenewald disse que espera passar de 1 bilhão de downloads nos próximos cinco anos. Para ajudar a continuar o crescimento do aplicativo, Gruenewald disse que a YouVersion recentemente adicionou uma nova equipe de liderança, incluindo Nona Jones, que até recentemente era uma executiva da Meta, onde havia sido chefe de parcerias globais de fé no Facebook.

Jones, cujo marido é pastor, atuou como parceira de ensino da YouVersion e é autora de vários livros sobre fé.

Parte do crescimento mais recente da YouVersion, que Gruenewald disse oferecer traduções em 1.900 idiomas, ocorreu na África, Sudeste Asiático e América Latina. Em dezembro, a Life.Church lançou uma nova versão do aplicativo com poucos dados em vários países africanos. A nova versão é mais fácil de usar offline e ocupa menos espaço, tornando-a melhor para dispositivos de baixa capacidade. A YouVersion também cresceu na Europa, que não era uma área de crescimento no passado.

A contratação de Jones e dois outros líderes de empresas da Fortune 500 faz parte do plano maior de crescimento da YouVersion. Atualmente, 165 pessoas trabalham no aplicativo, disse Gruenewald, e há planos de dobrar a equipe nos próximos anos. Cerca de 1.000 voluntários também ajudam com o aplicativo, que oferece 27.500 planos de leitura da Bíblia em mais de 80 idiomas, junto com vídeos, um versículo popular do dia e outras funções.

Os domingos continuam sendo o dia de maior uso da semana, geralmente próximo ao horário em que os cultos da igreja são normalmente realizados. O uso permanece alto no início da semana e tende a cair na sexta e no sábado. Historicamente, geralmente há um pico no mês de janeiro, muitas vezes alimentado por resoluções de ano novo.

Gruenewald disse que sente que o YouVersion – que é um ministério da igreja e apoiado por doadores e fundos da igreja – está apenas começando e planeja investir pesadamente para continuar a crescer.

“Há muitas pessoas que queremos alcançar com a Bíblia”, disse ele.

Folha Gospel com informações de The Christian Today e The Religion News Service

Igreja adventista afasta pastor que fez saudação nazista

Pastor Célio José Longo fez gesto nazista e exaltou Hitler (Foto: Reprodução)
Pastor Célio José Longo fez gesto nazista e exaltou Hitler (Foto: Reprodução)

O pastor Célio José Longo foi afastado pela direção da Igreja Adventista do Sétimo Dia Central, nesta segunda-feira (23), por tempo indeterminado. A afastamento vem após a repercussão de um vídeo no qual ele faz uma saudação nazista dentro da igreja, em 2021, durante uma campanha de Natal para arrecadação de alimentos.

O auxiliar de Célio deve assumir o posto a partir de agora e não há um prazo para que retorne à função. À reportagem, o pastor não quis comentar o caso. Segundo a igreja, a organização não compactua com atos que expressem ou indiquem violência ou agressão contra as pessoas.

A Polícia Civil informou que não há boletim de ocorrência contra ele.

O vídeo

No vídeo, um outro integrante da igreja pede engajamento dos fiéis no mutirão de Natal. Em seguida, o pastor fala: “Nem Hitler em todo a sua glória”, e faz a saudação nazista, aos risos. (Veja vídeo acima).

Nas redes sociais, Célio se identifica como pastor do Distrito Central de Cuiabá, na Igreja Adventista do Sétimo Dia e informa que estudou teologia no Unasp (Centro Universitário Adventista de São Paulo), campus Engenheiro Coelho.

Crime de apologia ao nazismo

A apologia ao nazismo, uso de símbolos, distribuição de emblemas ou propaganda desse regime é crime no Brasil, com pena de reclusão, segundo a lei 7.716/1989.

O professor Victor Marcel explica que, nesses casos, a alegação de liberdade de expressão não libera o acusado do crime.

“A liberdade de expressão não é absoluta nem no Brasil e em nenhum país do mundo”, disse.

O que diz a lei

Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Pena: reclusão de um a três anos e multa – ou reclusão de dois a cinco anos e multa se o crime foi cometido em publicações ou meios de comunicação social.

Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo. Pena: reclusão de dois a cinco anos e multa.

Essa lei é respaldada pela própria Constituição, que classifica o racismo como crime inafiançável e imprescritível. Isso significa que o racismo pode ser julgado e sentenciado a qualquer momento, não importando quanto tempo já se passou desde a conduta.

Nota da igreja

A Igreja Adventista do Sétimo Dia emitiu uma nota lamentando a fala do pastor Célio, que fez um gesto nazista e exaltou a figura de Adolf Hitler.

No texto, a Igreja Adventista declara que não “compactua com qualquer tipo de atos ou palavras, ainda que ditas em tom de ironia, que expressem ou indiquem violência ou agressão contra pessoas”.

Leia a nota abaixo:

A Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições não compactuam com qualquer tipo de atos ou palavras, ainda que ditas em tom de ironia, que expressem ou indiquem violência ou agressão contra pessoas.

Ao saber de uma frase e de um gesto de conotação nazista usados por um de seus pastores, a administração local da Igreja Adventista adotou as medidas pertinentes, em conformidade com seus regulamentos.

A denominação reforça seu amor ao próximo e seu relacionamento respeitoso com as comunidades judaicas ao redor do mundo, lamenta profundamente o episódio e pede desculpas pelo ocorrido.

Igreja Adventista do Sétimo Dia – Leste de Mato Grosso. Cuiabá, 23 de janeiro de 2023.

Fonte: Primeira Página

Culto cristão proibido na Indonésia

Bandeira da Indonésia (Foto: canva)
Bandeira da Indonésia (Foto: canva)

Uma igreja na Indonésia foi proibida em 8 de janeiro de realizar um culto de domingo em frente ao prédio da prefeitura, para onde foi depois de perder seu local de culto anterior em um shopping, disseram fontes.

Após a oposição aos cultos da igreja em um shopping em Medan, Província de Sumatra do Norte, o chefe do Enforcer da Ordem Pública de Medan ( Satpol Pamong Praja , ou SPP), Rakhmat Harahap, e sua unidade baniram uma congregação cristã Elim Church Indonesia (GEKI) de realizando culto perto da Prefeitura de Medan.

Harahap disse que a igreja não tinha permissão para adorar em frente à Prefeitura de Medan, assim como as autoridades haviam dito anteriormente que não tinham permissão para adorar no Suzuya Mall, na área de Marella em Medan.

Um vídeo que apareceu nas mídias sociais mostra uma fila de membros do SPP municipal de Medan com membros da congregação no meio do tráfego na rua Kapten Maulana, em Petisah Tengah do subdistrito de Medan Petisah, Medan. O local fica a cerca de 150 metros da Prefeitura de Medan.

O vídeo mostra um líder da igreja pedindo a Harahap que revele quem ordenou a proibição da congregação de realizar o culto de domingo, ao que Harahap responde: “Não preciso que você saiba”.

“Precisamos saber”, responde o líder da igreja, levantando a mão e dizendo: “Este homem recebeu uma ordem de seu comandante.”

Uma mulher é ouvida dizendo: “Haverá um casamento – temos que trazer as coisas necessárias”, diante de oficiais indiferentes.

Um narrador de vídeo afirma que a equipe do Public Order Enforcer proibiu os membros da igreja de estacionar veículos no local e os impediu de abrir as portas dos carros.

No vídeo, Harahap diz que o local perto da prefeitura não foi alocado para serviço religioso e, portanto, foi contestado pela população da área. Harahap em 14 de janeiro disse ao jornal online TribunMedan que a congregação GEKI não tinha permissão para realizar um serviço religioso no local. Ele acrescentou que não há proibição do culto cristão, mas que todas as partes devem cumprir a legislação.

O Rev. Henrek Lokra, secretário executivo de justiça e paz da Comunhão das Igrejas Cristãs (PGI), disse ao Morning Star News que a congregação GEKI alugou anteriormente um quarto no Suzuya Mall para adoração, que terminou abruptamente.

“Eles alugaram um quarto no Suzuya Mall, mas tiveram a oposição de um grupo de pessoas”, disse Lokra. “Mais tarde, a administração local também se opôs, já que o shopping, dizem, não é destinado a um local de culto”.

As congregações GEKI realizaram cultos perto da Prefeitura de Medan três vezes desde 1º de janeiro, disse Suryani Paskah Naiborhu, vice-tesoureiro geral do Conselho Central do Movimento Juvenil Cristão da Indonésia (GAMKI), ao medanbisnisdaily.com em 10 de janeiro.

Suryani disse que proibir o culto é contra toda a legislação superior, incluindo a constituição, conforme citado em 4 de janeiro por RMOL Sumut . A administração da cidade de Medan, ela disse, tem um papel na solução do problema enfrentado pela congregação GEKI.

O secretário geral do PGI, Região Norte de Sumatra, o Rev. Eben Siagian, disse ao HarianSIB.com em 10 de janeiro que a proibição do culto não era razoável. O proprietário do prédio de Suzuya tinha o direito de alugar um dos quartos do shopping para adoração, desde que não houvesse atividades prejudiciais, disse ele.

“Quanto tempo levará até que incidentes como este terminem em nosso país?” disse Siagian. “Quais são suas objeções e perdas se houver um local de culto cristão em Suzuya?”

A polícia deve investigar por que a população local está se opondo, disse ele em 8 de janeiro, porque o governo deve facilitar o culto de acordo com as garantias constitucionais de liberdade religiosa. Apelando a todas as partes para agirem de forma justa, ele disse que ninguém deve se opor aos locais de culto.

Seu colega, Lokra do PGI, concordou, dizendo que o governo não deveria continuar ameaçando os cristãos.

“A constituição atribui ao governo a responsabilidade de resolver os problemas da sociedade”, não de criar problemas, afirmou.

Folha Gospel com informações de Morning Star

China proíbe uma das maiores igrejas batistas do mundo

Um culto de domingo na Sungrak Seoul Church, na Coreia do Sul. (Foto: Sung Hyun Kim/Sungrak Seoul Church)
Um culto de domingo na Sungrak Seoul Church, na Coreia do Sul. (Foto: Sung Hyun Kim/Sungrak Seoul Church)

Uma igreja filiada a uma das maiores denominações batistas do mundo foi banida na China.

De acordo com a Bitter Winter, o governo chinês classificou a Berea Church, ligada à denominação coreana Seoul Sungrak Church, como uma “seita”, neste mês.

As congregações da Berea foram proibidas nas províncias de Liaoning, Fujian, Shandong e Zhejiang, onde está a sede da igreja.

A Igreja das Três Autonomias — um movimento patriótico chinês que controla a religião no país — informou às suas igrejas filiadas que a Berea deveria ser considerada uma seita.

A repressão à Berea estava sendo planejada secretamente desde 2018 pelo governo comunista. A congregação se tornou o alvo principal de uma campanha contra grupos cristãos de origem sul-coreana na China.

Em Liaoning e Heilongjiang, pastores e membros da igreja foram interrogados e alguns foram detidos pela polícia.

“Não criticamos o governo e cuidamos da nossa própria vida”, disse um líder da congregação de Harbin, em entrevista à Bitter Winter.

“Nunca fomos assediados até que a Igreja das Três Autonomias e a Associação Anti-Xie-Jiao da China começaram a cooperar regularmente com movimentos que lutam contra ‘heresias’ na Coreia”.

“Não gostam de nós porque crescemos rápido demais”

O líder explicou que o governo chinês baniu a Berea Church em cooperação com o movimento coreano anti-culto.

“Eles não gostam de nós porque somos uma das igrejas que mais cresce na Coreia do Sul e suas igrejas perdem membros que vêm até nós. A China não deveria ter nada a ver com essas disputas, mas quer agradar os caçadores de heresias coreanos porque os ajuda a lutar contra a Igreja de Deus Todo-Poderoso”, afirmou.

A Sungrak Seoul Church segue a doutrina pentecostal e é uma das maiores congregações batistas do mundo, com cerca de 170 mil membros.

“Existem outros pontos teológicos delicados em que discordamos dos presbiterianos e de alguns outros batistas. No entanto, eles sabem que esses não são os verdadeiros motivos pelos quais eles nos atacam. Eles não gostam de nós porque crescemos rápido demais. Eles persuadiram os chineses a nos chamar de seita pela mesma razão”, denunciou o líder.

Fundada pelo pastor Kim Ki Dong em 1969, a Sungrak Seoul Church cresceu rapidamente e foi acusada de “roubo de ovelhas” por grandes igrejas presbiterianas coreanas.

Em 1987, a igreja foi expulsa da Convenção Batista Coreana, acusada de práticas pentecostais inadequadas.

Fonte: Guia-me com informações de Bitter Winter

Alerta aos pais: oito menores sofrem intoxicação no México por desafio no Tik Tok

Mão segurando um smartphone com a logo do TikTok (Foto: canva)
Mão segurando um smartphone com a logo do TikTok (Foto: canva)

Oito menores de idade acabaram intoxicados no México por consumirem um medicamento ansiolítico como parte de um desafio viral realizado na rede social Tik Tok, informaram as autoridades nesta sexta-feira (20).

O “desafio do clonazepam” consiste em tomar comprimidos deste fármaco e não se deixar vencer pelo sono produzido pelo mesmo. “O último que dormir, vence”, diz o slogan que viralizou nesta rede bastante popular entre os mais jovens.

Os casos foram registrados em escolas, cinco deles na quinta-feira na Cidade do México, e os outros no estado de Nuevo León (norte). Apesar de o medicamento ser de regime controlado, os estudantes conseguiram ter acesso ao mesmo. Ninguém registrou complicações graves.

O clonazepam, que também conhecido pelo nome comercial Rivotril, é receitado para controlar convulsões, crises de pânico e ansiedade e, paralelamente, também costuma induzir o sono.

A Secretaria de Segurança Pública da Cidade do México assinalou em comunicado que os menores foram atendidos na própria escola por paramédicos, que confirmaram a intoxicação “por consumo de medicamento controlado”.

Já em Nuevo León, os estudantes conseguiram deixar a escola por seus próprios meios. “Nos inteiramos destes três casos e solicitamos apoio do município. Quando chegaram [os profissionais de saúde], as crianças já haviam saído”, disse em entrevista coletiva Alma Rosa Marroquín, secretária de Saúde local.

“Infelizmente, os desafios que circulam nas redes muitas vezes colocam em risco a saúde das pessoas”, acrescentou.

Alguns usuários também publicaram vídeos no Tik Tok alertando sobre os perigos deste desafio, que já havia provocado intoxicações em 2022 em outros estados mexicanos, como Veracruz (leste) e Coahuila (norte).

O primeiro registro do desafio remonta a 2018, no Chile, quando ocorreram dezenas de casos de adolescentes que consumiram o fármaco. Depois, a prática se popularizou a partir de 2020.

No Tik Tok há vários vídeos de pessoas que gravam a si mesmas enquanto consomem remédios para observar seus efeitos.

Fonte: Diário de Pernambuco

Japão aprova lei para impedir exploração financeira de fiéis por grupos religiosos

Cristãos durante culto em igreja no Japão
Cristãos durante culto em igreja no Japão

O Japão está aplicando uma nova lei aprovada para impedir a exploração financeira por religiosos e outros grupos e ajudar as vítimas, proibindo esses grupos de solicitar doações por meio de atos maliciosos.

A nova lei foi elaborada depois que práticas questionáveis ​​envolvendo o controverso grupo religioso conhecido como Igreja da Unificação vieram à tona, após o assassinato do ex-primeiro ministro, Shinzo Abe, que foi assassinado em julho de 2022, durante um discurso na cidade de Nara, no oeste do Japão.

A Igreja da Unificação, considerada uma seita, criada em 1954 na Coreia do Sul por Sun Myung Moon (1920 — 2012), mais conhecido como Reverendo Moon, esteve no centro das atenções, no ano passado, quando foi divulgado que o homem que matou o ex-primeiro ministro foi motivado pelo ressentimento contra esta seita, acusada de pressionar os membros a fazer grandes doações.

A nova lei, aprovada em dezembro de 2022, proíbe a solicitação de doações por meio de atos como confundir os indivíduos, alimentando suas ansiedades usando pressão psicológica e pedindo às pessoas que peçam dinheiro emprestado para fazer doações.

As disposições sobre penalidades administrativas e criminais para os infratores entrarão em vigor até dezembro de 2023, um ano após a promulgação da lei.

Se tais atos proibidos forem confirmados e se espera que continuem, a Agência de Assuntos do Consumidor poderá emitir recomendações ou ordens contra os grupos infratores. Também será permitido publicar os nomes desses grupos.

Punições criminais, como prisão de até um ano e multas de até ¥1 milhão (aproximadamente R$ 40 mil), serão impostas caso os infratores não desistam após receberem as ações administrativas.

A lei obriga os grupos religiosos e outros que solicitam doações a considerar não dificultar a tomada de decisões apropriadas pelos indivíduos, suprimindo seu livre arbítrio e não dificultar a manutenção dos meios de subsistência de indivíduos ou suas famílias.

Inclui uma disposição que permite às autoridades administrativas punir os grupos que não cumprem as obrigações, incluindo a publicação dos seus nomes.

A Agência de Assuntos do Consumidor divulgou um material explicativo no estilo de perguntas e respostas sobre a nova lei.

Embora não haja previsão na lei sobre o direito de cancelar doações feitas sob controle do estado de espírito, o material da agência explicava que “acredita-se que em alguns casos é possível que um doador que fez doações sem saber se estava em estado de confusão para exercer o direito de cancelar as doações depois de sair desse estado.”

Folha Gospel com informações de Japan Times

China: cristãos temem Ano Novo Chinês com mais opressão e controle do governo

Bíblia sobre a bandeira da China
Bíblia sobre a bandeira da China

A China comemorou seu Ano Novo neste domingo, 22, mas para os cristãos do país, há temores de ainda mais opressão e controle por meio da tecnologia.

A Release International, que fez da China seu país de preocupação particular para 2023, diz que a “vigilância armada” está tornando a vida cada vez mais difícil para os cristãos.

Bob Fu, sócio da Release International, disse que o “tecno-autoritarismo” na China “começou a atingir novos extremos” desde que Xi Jinping iniciou seu terceiro mandato como secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC).

“O governo chinês aumentou constantemente a opressão e o controle dos cristãos, principalmente por meio do uso da tecnologia”, disse Fu à Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos (USCIRF) no mês passado.

Falando à Release International, ele disse que o Partido Comunista Chinês está usando centenas de milhões de câmeras de reconhecimento facial para monitorar seus cidadãos.

“Eles estão por toda a China, incluindo todas as quatro paredes do prédio da igreja e púlpitos e cada esquina da rua”, disse ele.

“Eles têm a capacidade de coletar impressões digitais e DNA com um banco de dados nacional. Então, praticamente onde quer que você vá, para cada cidadão chinês, há pelo menos duas câmeras digitais de reconhecimento facial seguindo cada passo.”

A tecnologia está sendo usada até para rastrear os movimentos dos cidadãos fora da China, disse ele.

“A IA está sendo armada na crescente repressão transnacional dos cristãos chineses em todo o mundo”, disse ele.

“Esta é a China atravessando as fronteiras para silenciar os dissidentes por meio de deportações ilegais, sequestros, ameaças digitais e intimidação familiar”.

Uma nova lei também levou ao aumento da censura online e está afetando os usuários cristãos do WeChat, uma popular plataforma de mensagens chinesa.

No ano passado, uma recomendação de livro no WeChat foi bloqueada porque usava a palavra ‘Cristo’. Em outro incidente, um pastor foi preso após realizar um culto de batismo. A polícia usou um vídeo baixado do WeChat como suposta prova de seu crime.

O pastor Mao Zhibin, que se formou em gerenciamento de informações na universidade, disse que com os dados coletados do WeChat e os milhões de câmeras de vigilância, o poder na ponta dos dedos do governo chinês “está muito além de qualquer outro regime totalitário”.

Com a Covid ainda apresentando desafios na China, a Release International teme que continue a ser usada pelo Partido Comunista Chinês como desculpa para reprimir ainda mais as reuniões e atividades cristãs, tanto presenciais quanto online.

Paul Robinson, CEO da Release International, disse: “O governo de Xi Jinping embarcou em um processo de sinicização – para tornar tudo mais chinês e colocar todas as coisas sob seu controle.

“O Partido Comunista oficialmente ateu retrata o cristianismo como antipatriótico e pró-ocidental e, portanto, uma ameaça. E o que eles não podem controlar, eles procuram eliminar.”

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Pastor morre em prisão no Vietnã

Esposa e filhos do pastor Phuc, que morreu na prisão. (Foto: Portas Abertas)
Esposa e filhos do pastor Phuc, que morreu na prisão. (Foto: Portas Abertas)

No dia 5 de janeiro de 2023, Phuc*, um pastor tribal no Vietnã morreu na prisão enquanto cumpria pena por acusações relacionadas à religião. Ele foi preso em janeiro de 2018 e sentenciado a 16 anos de prisão em julho do mesmo ano por “atividades que se opõem à República Socialista do Vietnã”.

Na acusação, foi declarado que ele se uniu ao “Governo Nacional Provisório do Vietnã” nos Estados Unidos, além de ser o “presidente interino do Conselho Inter-religioso no Vietnã”. O governo nacional provisório é um grupo político iniciado por vietnamitas que viviam fora do país e se rebelaram contra o Partido Comunista vietnamita.

Na manhã do dia 5, a esposa de Phuc recebeu uma ligação dizendo para visitar o marido que estava muito doente. Uma hora depois de chegar, ela foi informada que seu marido havia morrido devido a uma doença. Entretanto, Van*, irmão do pastor, acredita que não foi isso que aconteceu. “Meu irmão não morreu por causa de doença. Ele pode ter sido ferido intencionalmente e continuou sendo ameaçado, torturado e forçado a admitir suas acusações, porém ele se recusou firmemente a fazê-lo”.

Sem saber da verdade

Van acrescentou ainda que não puderam ver o corpo do irmão depois de morto. As autoridades disseram à família do pastor que pela lei vietnamita, eles só têm permissão para levar os restos de uma pessoa que morreu após passar três anos de prisão. “Eles cobriram o corpo dele imediatamente, então não pudemos ver ou saber o que realmente aconteceu. Eles pareciam esconder algo”, disse Van.

O parceiro local da Portas Abertas, Athan*, também compartilhou quão dolorosa a notícia é e que está mantendo contato com a família do pastor Phuc. “A família já estava em uma situação muito difícil e acabou de piorar, já que a esperança de retorno do marido e pai não é mais possível”.

Enquanto o pastor Phuc esteve na prisão, a Portas Abertas ofereceu apoio financeiro para que a esposa o visitasse na prisão e a filha operasse o coração. O objetivo agora é garantir uma ajuda adicional para que a família realize um funeral mesmo sem corpo e para que se mantenha durante esse tempo de dificuldade.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Escócia: centenas de igrejas devem ser vendidas após declínio de membros

Lundie Kirk, construída em estilo românico no no século 12. (Foto: Facebook Historic Church Scotland)
Lundie Kirk, construída em estilo românico no no século 12. (Foto: Facebook Historic Church Scotland)

Cerca de 400 edifícios da Igreja da Escócia estão destinados ao descarte e outras denominações, como a Presbiteriana, também enfrentam a venda de edifícios como resultado do declínio de membros.

São prédios históricos sendo muitos utilizados ​​como locais de culto continuamente desde antes da Reforma Protestante, remontando à era medieval.

De acordo com o The National, agora há uma corrida para salvar não apenas alguns dos edifícios, mas também itens culturalmente significativos contidos em muitos deles, como púlpitos, fontes e estátuas.

“Há uma crise nas igrejas na Escócia que vai além daqueles que vão à igreja no domingo de manhã”, disse o Dr. DJ Johnston-Smith, diretor do Scottish Churches Trust.

Ele lançou um apelo aos voluntários para gravar o conteúdo dos prédios antes de fecharem.

“Em St. Fillans, por exemplo, a igreja tem 900 anos. Há quanto tempo [o prédio] é usado como um centro comunitário e sabemos hoje, durante a crise do custo de vida, a importância desses edifícios. O bem-estar que eles proporcionam vai muito além da religião e acho que esse é o choque que vai causar nas comunidades”, justificou.

“As nossas comunidades perderam os seus bancos, os seus correios, as suas bibliotecas e os seus pubs e agora a igreja é o último edifício comunitário em pé. Cada um destes edifícios tem valor para as suas comunidades e, se forem fechados ao público, irão ser um grande choque.”

Herança cultural

Kilbirnie Auld em Ayrshire é um dos edifícios em risco. Ele tem painéis de madeira “impressionantes” dos séculos XVII e XVIII, relata Johnston-Smith.

“É um edifício incrível de importância nacional”, disse. Para tentar preservar o prédio, uma petição foi lançada pela comunidade.

Johnston-Smith disse que embora a maioria das igrejas não necessariamente contenha tais painéis, elas ainda são “repositórios de uma herança cultural única que é significativa para a história da Escócia”.

Ele explica que itens insubstituíveis contidos em Lundie Kirk em Angus, que datava do século 12, já foram perdidos, após prédio ter sido devastado por um incêndio em novembro, após ser vendido no ano passado por £ 40.000 (aproximadamente R$ 250 mil).

Johnston-Smith diz que o interior com painéis de madeira decorado com homenagens ao almirante Adam Duncan, que liderou a derrota da frota britânica sobre os holandeses na Batalha de Camperdown em 1797, foi destruído.

“Cerca de 1.000 anos de história coletiva naquela igreja se foram”, disse Johnston-Smith.

Sete kirks listados em Fife também estão sob ameaça, incluindo a histórica Abadia de Culross do século 13, que apareceu no drama de viagem no tempo Outlander.

Diz-se que foi construído no local de uma comunidade cristã primitiva que incluía St Mungo, apresenta as ruínas de um mosteiro cisterciense e contém a abóbada de Sir George Bruce, um visionário nascido em 1550 que desenvolveu um sistema altamente inovador de mineração de carvão na Vila.

Apelo da comunidade

Um apelo para que a abadia seja salva como um “lugar sagrado e especial que recebe visitantes de todo o mundo” foi feito pelo conselho da comunidade.

Eles enviaram uma carta aos curadores de Kirk declarando “consternação” com o plano e disse que o prédio “não deveria ser descartado de forma a privar o público de seu significado sagrado, benefícios e história”.

No entanto, os planos de descarte, que devem ser finalizados em breve pelos presbitérios de toda a Escócia, significariam que os edifícios seriam vendidos o mais rápido possível, dando às comunidades pouco tempo para formular propostas viáveis ​​de compra.

Um exemplo é o do Old West Kirk em Greenock, a primeira igreja presbiteriana a ser construída na Escócia após a Reforma. Os planos para a comunidade comprá-lo fracassaram, mas ele foi comprado por um empresário que prometeu preservar o prédio e continuar a deixá-lo desempenhar um papel na vida da comunidade.

De uma igreja negligenciada, a Igreja St Margaret’s passou a ser em um espaço artístico e comunitário, explica seu site.

“St Margaret’s Trust oferece um programa variado e emocionante de eventos ao longo do ano, incluindo concertos, exposições, palestras, passeios, mercados de agricultores e workshops”.

Mas a preservação não é o caso de centenas de outros edifícios e os itens que eles contêm que poderão ser perdidos, vendidos ou danificados quando os edifícios forem descartados.

“É por isso que a Scotland’s Churches Trust está trabalhando com a Historic Environment Scotland em uma iniciativa nacional para recrutar e apoiar voluntários em todo o país que ajudarão a registrar o conteúdo dessas igrejas, antes que o prédio feche e esses itens sejam perdidos e espalhados para sempre”, disse Johnston-Smith.

No entanto, mesmo que as igrejas não tenham valor histórico ou detenham artefatos preciosos, continuam a ser vistas como bens valiosos pelas comunidades, sublinhou.

“Às vezes, eles são os únicos marcos permanentes construídos que alguns de nós, frequentadores regulares da igreja ou não, conhecemos durante a maior parte, senão toda, de nossas vidas”, disse Johnston-Smith.

Servindo à comunidade

As igrejas não são usadas apenas para batismos, casamentos ou funerais ocasionais, elas também servem à comunidade em muitas localidades para festas, cafés da manhã, clubes e reuniões.

“Hoje, agora mesmo, existem igrejas em todo o país operando como bancos de alimentos e aquecimento durante esta crise de custo de vida que define a geração. Isso apenas destaca ainda mais a necessidade contemporânea desses espaços comunitários vitais”, disse Johnston-Smith.

Consulta pública em nome dos Administradores Gerais da Igreja da Escócia, na Igreja Lundie, uma das Igrejas Históricas da Escócia. (Foto: Facebook Historic Church Scotland)

Em Shetland, 19 igrejas já fecharam e mais fechamentos estão planejados. Em Islay e Jura, onde há um total de seis igrejas, incluindo a icônica Igreja Redonda, não há ministro da Igreja da Escócia e os cultos são conduzidos por secretários de sessão com o ministro batista e substitutos clérigos preenchendo sacramentos como o batismo.

“Pelo menos dois deles provavelmente estarão fechando e posso ver o resto se você estiver contando com voluntários que podem ficar exaustos. Isso é o que estamos vendo em todo o país”, disse Johnston-Smith.

Ele reconheceu que o Kirk, ao longo de muitos anos, tentou tornar muitos de seus edifícios sustentáveis, mas a queda no número de membros cobrou seu preço, com o fechamento de dois anos dos edifícios devido à pandemia, acelerando seus passivos de custo.

“A menos que as congregações encontrem uma maneira de reconectar esses edifícios à comunidade, eles não podem ser sustentáveis”, disse ele.

Plano de Missão

Um “Planos de Missão” está nas mãos dos presbitérios da Igreja da Escócia de todo o país, que foram encarregados de elaborar planos para conservar seus recursos de contratação, identificando edifícios que podem ser vendidos. Mas a dificuldade de escolher qual salvar significa que o prazo do final do ano passado teve que ser prorrogado.

“Este é um planejamento de missão para tornar a igreja mais forte, mas um senso de lugar é importante e deve ser reconhecido – e, no momento, temo que não esteja sendo reconhecido”, disse Johnston-Smith.

“Estamos presos aos lugares que sempre conhecemos e quando isso é tirado é muito difícil nos reconectarmos. As pessoas não entendem por que sua igreja está fechando e, infelizmente, estão desistindo de sua igreja porque não estão preparadas para viajar para outro prédio”.

Um porta-voz da Igreja da Escócia disse que “a Assembleia Geral de 2021 da Igreja da Escócia instruiu os presbitérios a concluir um Plano de Missão até o final de 2022 como parte de um programa abrangente de reformas para equipar a Igreja para os desafios da missão cristã nos próximos anos.

“A Igreja possui milhares de propriedades, muito mais do que o necessário para cumprir nossa missão de compartilhar as boas novas de Jesus Cristo e servir nossas comunidades locais”, disse.

“A mudança nos padrões populacionais junto com a queda do número de membros, menos pessoas treinando para o ministério e uma redução nas contribuições financeiras significam que é necessário reduzir o número de edifícios que possuímos”, justificou.

“Reconhecemos que os edifícios da igreja têm significado e valor para as comunidades locais, por isso sabemos que algumas dessas decisões serão difíceis. No entanto, os planos de missão considerarão o que é melhor para toda a área do presbitério”.

“Alguns dos nossos edifícios também são de importância nacional e local”, afirmou.

“No caso de tais propriedades, incluindo edifícios listados como ‘A’ que não são mais considerados adequados para o culto, os curadores gerais trabalharão em estreita colaboração com as partes interessadas para determinar o melhor futuro para esses edifícios”.

“Embora os curadores gerais não possam ser vistos como uma ‘sociedade patrimonial’ e tais edifícios não possam ser retidos indefinidamente, eles sempre procurarão lidar com eles de maneira sensível e apropriada”, explicou.

O porta-voz disse ainda “a maioria dos presbitérios já concluiu seus planos de missão e os presbitérios restantes estão trabalhando diligentemente para concluir seus planos nas próximas semanas”.

Fonte: Guia-me com informações de The National

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