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Ministério Público pede absolvição de assassino da mãe de Delino Marçal

Cantor Delino Marçal ao lado da mãe, Odete (Foto: Arquivo Pessoal)
Cantor Delino Marçal ao lado da mãe, Odete (Foto: Arquivo Pessoal)

O Ministério Público de Goiás (MPGO) pediu a absolvição do assassino da mãe do cantor Delino Marçal, argumentando que o jovem foi “incapaz” de saber o que estava fazendo quando espancou a pastora até a morte na igreja, em Goiânia.

O MP pediu a dispensa de oitiva das vítimas e testemunhas listadas na denúncia e defendeu a tese de “absolvição pela inimputabilidade do acusado”, em um Termo de Deliberação em Audiência de Instrução e Julgamento, do dia 1º de novembro.

O juiz acolheu o pedido do MP de dispensa de oitiva das vítimas e testemunhas listadas na denúncia e determinou que a defesa seja intimada para se manifestar em cinco dias, informou o g1.

Em 14 de janeiro, a pastora Odete Rosalina Machado da Costa, de 79 anos, foi morta a pancadas na porta da Igreja Assembleia de Deus, no Residencial Kátia, em Goiânia.

De acordo com a Polícia Civil, Matheus Macaubas Lima Santos invadiu a igreja e começou uma briga com um homem. Em seguida, agrediu Odete com um objeto de metal e fugiu.

Matheus foi preso em flagrante, poucas horas após o crime e foi indiciado por homicídio doloso, lesão corporal e desacato.

Justificativa do laudo médico

Em 11 de abril, um laudo emitido pela junta médica do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) apontou que Matheus foi considerado “incapaz” de entender e determinar o que estava fazendo no momento do crime.

Na época do homicídio, o delegado André Veloso disse que Matheus teve um surto psicótico e tentou matar a própria esposa e a enteada horas antes de invadir a igreja. Depois, saiu correndo nu e chegou a ser filmado por uma pessoa que dirigia próximo ao local.

Na avaliação dos médicos, Matheus tem uma forma de esquizofrenia, com pensamentos persecutórios, alucinações auditivas, vínculos afetivos prejudicados, inteligência adequada para os padrões socioculturais e juízo crítico prejudicado.

O cantor Delino Marçal ainda não se pronunciou publicamente sobre o andamento do caso.

Fonte: Guia-me com informações de G1

Kleber Lucas diz que hino “Alvo Mais Que a Neve” é racista e fala sobre a “teologia preta” no Brasil

Em entrevista ao lado de Caetano Veloso, Kleber Lucas criticou o hino ‘Alvo Mais Que a Neve’ (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Em entrevista ao lado de Caetano Veloso, Kleber Lucas criticou o hino ‘Alvo Mais Que a Neve’ (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O cantor Kleber Lucas voltou a causar polêmica nas redes sociais ao compartilhar um trecho de sua participação no Mídia Ninja. Na conversa, onde ele aparece sendo entrevistado pelo cantor Caetano Veloso, o pastor da Batista Soul fala sobre o racismo, e diz que o hino “Alvo Mais Que a Neve”, da Harpa Cristã, é de uma conotação racista.

Segundo o cantor gospel, sua visão sobre a música é que, se algum cristão aceitar Jesus, ficará branco como a neve. Com isso, o músico lamentou que a música seja cantada por muitos brancos e negros com lágrimas nos olhos pelo fato de “ser uma canção lindíssima, de uma memória família e cúltica”.

No entanto, segundo ele, trata-se de um discurso “nefasto” e “de dominação”. “Porque o sangue de Jesus me torna branco. As ideias de embranquecimento estão no hino”, disse ele.

Para Kleber Lucas, “há um distanciamento, um caminho a ser percorrido”. Ele ainda explicou, com base nele mesmo, que o Brasil precisa de uma “teologia preta”, que segundo ele, chegou no País recentemente e foi deixado de lado pela Igreja. Ele citou, por exemplo, os ensinamentos de James Cone, um teólogo americano conhecido por sua defesa da teologia negra e da teologia da libertação negra.

Nas redes sociais, Kleber reforçou sua fala sobre o assunto: “O cristianismo teve papel fundamental na implementação de um projeto de dominação racial na colonização. Hoje no Brasil, tardiamente, há correntes de pensamentos, encontros, discussões sobre uma “Teologia Preta”.

Críticas sobre a fala de Kleber Lucas

A página Cante Escrituras no Instagram (@canteescrituras) criticou a fala do cantor e pastor Kleber Lucas. No vídeo onde rebate os comentários do cantor, são citados os versículos de Isaías 1:18 e Salmos 51:7.

“Vinde então, e argui-me, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã”, diz em Isaías 1:18.

“Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais branco do que a neve”, diz o Salmos 51:7

O site Fuxico Gospel disse que “o músico não levou em consideração que o hino de número 39 da Harpa Cristã estava se referindo a alvo no sentido de limpeza, ou seja, que o sangue de Jesus nos lava e nos torna limpos, sem pecado.

O site Gospel Prime disse que “o cantor tentou usar o louvor para inserir uma divisão racial na Igreja” e “que a tentativa de dividir a sociedade é uma tática bastante usada pela extrema esquerda e tudo indica que o alvo da vez são justamente os evangélicos, onde a ideologia é bastante combatida.”

Fonte: Portal do Trono com informações de Fuxico Gospel e Gospel Prime

Filho de Daniela Araújo recebe alta após 44 dias de internação

Daniela, seu esposo, André, e os filhos do casal Lucca e João Foto: Reprodução Instagram
Daniela, seu esposo, André, e os filhos do casal Lucca e João Foto: Reprodução Instagram

A cantora Daniela Araújo anunciou nas redes sociais, nesta terça-feira (13), que o seu filho caçula, João, recebeu alta do hospital após 44 dias de internação para tratar de uma bronquiolite que evoluiu para pneumonia e anemia.

O pequeno chegou a ser entubado mais de uma vez e os pais, Daniela e seu esposo, André Nine, se revezaram no hospital.

Na publicação, a compositora de “Dono dos Meus Dias” colocou imagens da família, incluindo do hospital onde João estava em tratamento e na legenda explicou que eles viveram um milagre.

“Nosso João está em casa! Que lindo ver o Lucca (filho mais velho do casal) recebendo o seu irmãozinho! Hoje fomos surpreendidos com alta pela médica. A previsão era sair só no final do mês, mas Deus é lindo. Muitos aprendizados nesses 44 dias de hospital. Só muita gratidão a Deus, à nossa família, à equipe médica e a todos que oraram”, escreveu Daniela nas redes sociais.

Apenas metade dos cristãos do Reino Unido acha importante compartilhar sua fé com outras pessoas

Evangelizando no trabalho (imagem ilustrativa)
Evangelizando no trabalho (imagem ilustrativa)

Compartilhar a fé é uma prioridade apenas para cerca de metade dos cristãos do Reino Unido, enquanto muitos desconhecem a Grande Comissão, de acordo com um novo estudo divulgado nesta segunda-feira, 12.

Na pesquisa com 2.351 cristãos do Reino Unido, apenas 49% concordaram que era importante para os cristãos compartilhar sua fé com os outros.

Dos 21% que se identificaram como cristãos ‘ativos’, dois em cada cinco (43%) não sabiam nada sobre a Grande Comissão – a ordem de Jesus a seus seguidores para ir e fazer discípulos de todas as nações.

Isso aumentou para 71% dos adultos que se identificam como cristãos e três quartos da população em geral que disseram não ter conhecimento da Grande Comissão.

Pessoas mais jovens (de 18 a 44 anos) eram mais propensas a saber pelo menos um pouco sobre a Grande Comissão (26%) do que aquelas com 45 anos ou mais (14%).

Aqueles com idade entre 18 e 44 anos também tinham maior probabilidade de ter ido à igreja nos últimos 12 meses (55%).

Entre os cristãos ativos, 38% disseram que compartilhar a fé cristã com aqueles que não a conhecem é o propósito principal do trabalho missionário da igreja.

A pesquisa foi encomendada pela Operation Mobilisation (Operação Mobilização) e realizada pelo Savanta ComRes.

Comentando os resultados, o CEO da OM UK, Matthew Skirton, disse: “Apesar de compartilhar a fé ser um mandato bíblico para todos os cristãos, este estudo sugere que um número significativo de cristãos do Reino Unido não pratica isso ativamente”.

A pesquisa foi realizada online entre 16 e 18 de setembro de 2022.

As descobertas foram divulgadas apenas algumas semanas depois que o censo de 2021 revelou uma queda significativa no número de pessoas na Inglaterra e no País de Gales que se identificam como cristãs na última década.

É a primeira vez que a proporção de cristãos caiu abaixo da metade da população, passando de 59,3% na época do último censo em 2011 para 46,2% em 2021.

Mais de um terço das pessoas agora dizem que não têm religião – acima de um quarto em 2011.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

2 em cada 5 americanos acreditam que a humanidade está ‘vivendo no fim dos tempos’

Apocalipse - Fim dos Tempos (Foto: Canva Pro)
Apocalipse - Fim dos Tempos (Foto: Canva Pro)

Quase dois em cada cinco americanos, incluindo metade dos cristãos auto-identificados e um quarto dos não afiliados religiosamente, concordam que “estamos vivendo no fim dos tempos”, descobriu um novo estudo.

Isso é cerca de 39% dos americanos que acreditam que estamos vivendo no Fim dos Tempos, de acordo com a Pew Research, destacada pela Lifeway Research.

Aqueles que acreditam nisso incluem aqueles que acreditam que Jesus retornará à Terra algum dia e os eventos globais vão piorar até então (14%), e os outros que acreditam que este é o fim dos tempos (25%), explicou Lifeway.

Também houve uma divisão entre os cristãos, entre aqueles que não acreditam que este seja o fim dos tempos (49%) e aqueles que acreditam (47%), incluindo 20% que acreditam que Jesus voltará depois que as circunstâncias globais piorarem.

Além disso, entre os cristãos, protestantes negros (76%) e evangélicos (63%) têm maior probabilidade de acreditar que este é o Fim dos Tempos. E protestantes tradicionais (31%) e católicos (27%) são menos propensos a acreditar que estes são os últimos dias.

Além disso, Lifeway observou que, embora os americanos de outras religiões e os religiosos não afiliados sejam menos propensos do que os cristãos a manter as crenças do Fim dos Tempos, mais de um em cada cinco de cada grupo concorda. Três em cada 10 de outras religiões (29%) acreditam que o fim está próximo.

No mês passado, o pastor Daniel Lumpee, do ministério Loft Church na The Woodlands Methodist Church em The Woodlands, Texas, disse que quando se trata de estudar o fim dos tempos, muitos cristãos caem em um dos dois campos: ou eles ficam obcecados com o Apocalipse e tentam prever quando o arrebatamento pode acontecer ou eles evitam estudar o assunto completamente.

Em seu sermão, ele disse que os cristãos não devem perder tempo tentando descobrir quando o arrebatamento acontecerá, porque isso pode levar os cristãos a negligenciar o chamado à ação que Jesus colocou em suas vidas, como dar aos pobres e ajudar aqueles em necessidade.

Em 2013, em meio a conflitos crescentes com a Síria, uma pesquisa do Barna Group descobriu que 41% dos adultos americanos acreditavam que o Fim dos Tempos havia chegado.

Outro estudo com 1.000 pastores protestantes conduzido entre 20 de agosto de 2019 e 24 de setembro de 2019, pela Lifeway Research, descobriu que os líderes da igreja acreditavam que os cristãos poderiam acelerar o retorno de Cristo compartilhando o Evangelho, em vez de apoiar certas mudanças geopolíticas mencionadas. na profecia bíblica.

“Embora as Escrituras digam especificamente que não podemos saber o dia ou a hora do retorno de Jesus Cristo, estávamos interessados ​​nas opiniões dos pastores sobre se os cristãos podem desempenhar um papel em trazer esse retorno mais cedo”, observou o diretor executivo da Lifeway Research, Scott McConnell.

Apenas um em cada oito pastores protestantes (12%) acreditava que os cristãos poderiam acelerar a segunda vinda de Jesus apoiando as mudanças geopolíticas mencionadas na Bíblia, com 5% concordando fortemente. Oito em cada 10 pastores (80%) não acreditavam que seu apoio teria impacto no momento do retorno de Cristo, incluindo 61% que discordavam fortemente.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Morre padre Jonas Abib, fundador da Canção Nova

Monsenhor Jonas Abib faleceu aos 85 anos / Foto: Bruno Marques – Canção Nova
Monsenhor Jonas Abib faleceu aos 85 anos / Foto: Bruno Marques – Canção Nova

O monsenhor Jonas Abib, fundador da Canção Nova, comunidade católica que segue as linhas da Renovação Carismática, morreu na noite desta segunda-feira (12), aos 85 anos, em sua casa em Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo.

O religioso havia comemorado 58 anos de sacerdócio na quinta-feira (8). No mesmo dia, recebeu alta hospitalar após ser internado no fim de outubro, por causa de frequentes episódios de pneumonia.

A morte foi confirmada pela Canção Nova em seu site oficial e nas redes sociais. A causa foi insuficiência respiratória por broncoaspiração e disfagia motora. Abib fazia tratamento quimioterápico desde maio de 2021 devido a um mieloma múltiplo.

Nascido em Elias Fausto, também no interior do estado, o monsenhor foi um pregador internacional, conhecido como referência na musicalidade católica e pela atuação junto aos jovens. Era cantor e escritor. Na Canção Nova, fundada em fevereiro de 1978, utilizava os meios de comunicação para evangelizar.

Abib foi um dos pioneiros da Renovação Carismática no Brasil. Presidia a Canção Nova e a Fundação João Paulo 2º, mantenedora do Sistema Canção Nova de Comunicação. Era ainda reitor do Santuário do Pai das Misericórdias, em Cachoeira Paulista.

Líder de um segmento católico conservador, era considerado um aliado de Jair Bolsonaro (PL).

Em nota de pesar, o bispo de Lorena, Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias, desejou que o legado do religioso seja levado adiante “por aqueles que de modo mais próximo o acompanharam, bem como o número grandioso de colaboradores que mantém esta obra que tanto bem tem feito à igreja, inspirados no seu lema para a vida sacerdotal”.

O religioso será velado no Santuário do Pai das Misericórdias, em Cachoeira Paulista, a partir da manhã desta terça-feira (13). Segundo a Canção Nova, as homenagens serão realizadas durante três dias.

O Sistema Canção Nova de Comunicação fará a cobertura da despedida.

Fonte: Folha de S. Paulo e Canção Nova

Governo da China diz que vai fazer controle mais rígido das redes sociais

O ditador da China, Xi Jinping. (Foto: Wikimedia Commons/Gabinete Executivo Presidencial da Rússia).
O ditador da China, Xi Jinping. (Foto: Wikimedia Commons/Gabinete Executivo Presidencial da Rússia).

A China anunciou que vai começar a punir quem curtir posts considerados “ilegais” ou “prejudiciais”, em mais uma ação do governo comunista para controlar as redes sociais.

Em novembro, a Administração do Ciberespaço da China (CAC), órgão regulador da web, anunciou novas regras estabelecendo que curtidas e comentários devem ser regulamentados.

De acordo com a diretriz, operadores de contas públicas devem aperfeiçoar seu monitoramento de comentários e informar as autoridades sobre “informações ilegais ou indesajáveis”.

Porém, as novas regras não explicam quais conteúdos são considerados ilegais. O aumento do controle na internet acontece enquanto uma onda de protestos contra as rigorosas restrições da Covid-19 cresce no país.

Em mais de seis cidades, incluindo Pequim e Xangai, milhares de manifestantes foram às ruas para exigir o fim da política de Covid-0 e para pedir liberdades políticas.

Preocupação com onda de protestos

A onda de protestos também se espalhou pela internet, em redes como WeChat e Weibo, e as autoridades lutam para reprimir conteúdos e usuários dissidentes.

“Curtir algo que é ilegal mostra que há apoio popular para o problema que está sendo levantado. Muitos likes ‘podem iniciar um incêndio na pradaria’”, analisou David Zweig, professor da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong.

“As ameaças ao [Partido Comunista Chinês] vêm de uma capacidade de comunicação entre as cidades. As autoridades devem ter ficado realmente assustadas quando tantas pessoas em tantas cidades saíram ao mesmo tempo”.

Segundo analistas, o novo regulamento para as redes sociais é uma tentativa do Partido Comunista Chinês reprimir os manifestantes.

“As autoridades estão muito preocupadas com a disseminação das atividades de protesto, e um importante meio de controle é interromper as comunicações dos potenciais manifestantes, incluindo relatórios de atividades de protesto e apelos para se juntar a eles”, explicou Joseph Cheng, professor aposentado de ciência política da Universidade da Cidade de Hong Kong.

As novas medidas de controle são emendas de um regulamento de 2017 e entrarão em vigor a partir do dia 15 de dezembro.

Autoritarismo digital

Na China, há um cenário evidente de “autoritarismo digital”, as mídias sociais são monitoradas, postagens são bloqueadas e as pessoas são punidas ou canceladas por visitarem determinados sites.

O Partido Comunista Chinês tem se empenhado em doutrinar os jovens usuários de internet. As notícias são filtradas e as que são divulgadas possuem conteúdo ideológico e, muitas vezes, com um forte tom nacionalista.

“Com o tempo, a censura altera as opiniões da população”, aponta o relatório. Além disso, conforme a Portas Abertas, está cada vez mais difícil comprar materiais cristãos online, na China.

“Os aplicativos da Bíblia foram removidos das lojas de aplicativos online, incluindo as lojas de aplicativos do Google e da Apple”, informou a organização.

Em março deste ano, uma nova lei tornou ilegal a criação ou compartilhamento de qualquer conteúdo religioso online.

A China ocupa o 17º lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2022, conforme a Portas Abertas.

Vale lembrar que, no dia 1º de janeiro deste ano, entrou em vigor o novo “Regulamento sobre a Construção de Segurança Pública”, em Xinjiang. Este é um alerta de que, por pior que seja a situação, ela ainda pode piorar.

Fonte: Guia-me com informações de CNN e Reuters

André Valadão assume a presidência da Lagoinha Global no lugar de seu pai

André Valadão é cantor e pastor da Igreja Batista da Lagoinha, em Orlando, EUA
André Valadão é cantor e pastor da Igreja Batista da Lagoinha, em Orlando, EUA

O pastor Márcio Valadão deixará a liderança da Igreja Batista da Lagoinha. O anúncio foi feito sob muita emoção durante culto na manhã deste domingo (11), na sede em Belo Horizonte. O religioso ficou à frente do ministério por exatos 50 anos.

Os membros da Igreja Batista da Lagoinha, em BH, e até mesmo os familiares, foram surpreendidos pelo pastor Márcio Valadão, após ele anunciar que estava deixando a liderança da denominação.

Com isso, a presidência da Batista da Lagoinha, com sede em Belo Horizonte, onde Márcio pregou durante os seus 50 anos de ministério, fica com o pastor Flavinho Marques, que atualmente comanda a Lagoinha Savasssi, num badalado bairro de BH.

Já o pastor e cantor gospel André Valadão agora assume a liderança da Lagoinha Global, sendo o sucessor do seu pai Márcio Valadão. André era o vice-presidente da instituição.

Nas redes sociais, André Valadão disse que ninguém da família sabia que o seu pai iria tomar essa decisão. Ele também compartilhou o pronunciamento oficial do seu pai, Márcio Valadão, publicado no Instagram da Lagoinha Global.

Fonte: Fuxico Gospel

Maioria dos cristãos diz que encontra mais unidade em casa e com os amigos do que na igreja

Culto evangélico (Imagem: Canva Pro)
Culto evangélico (Imagem: Canva Pro)

Para explorar a opinião cristã sobre os principais tópicos da fé, sendo um deles a unidade, um estudo conduzido pelo Barna Group revelou que dentro das perspectivas de cristãos e pastores sobre o significado da unidade eles associam essa experiência de modo diferente.

Pastores dizem que muitas vezes pregam sobre a unidade da igreja – os cristãos discordam. Pastores e cristãos se alinham mais quando descrevem a unidade como sendo um “acordo”. Quase metade dos pastores e cristãos (47%) associa unidade a esse termo.

Ao perguntar aos cristãos quais termos eles associam a experiências de unidade, as definições variam. Além disso, pastores e cristãos também divergem em suas opiniões sobre o termo. Para os pastores, palavras como “harmonia” (70%), “reconciliação” (52%) e “sacrifício” (41%) vêm à mente, enquanto os cristãos tendem a dizer “aliança” (39%) ou “mesmice” (31 %).

Cristãos praticantes são mais propensos do que cristãos não praticantes a associar unidade com “harmonia”, e cristãos não praticantes citam “semelhança” (31%) mais do que cristãos praticantes (29%). e praticar a unidade com frequência, afetando a maneira como os cristãos praticantes veem seu papel em suas vidas.

Pregação

O estudo mostrou que 62% dos pastores dizem que costumam pregar sobre a unidade entre os membros da igreja. Quando se trata de pregar sobre o tema da unidade, dois em cada três pastores (62%) relatam pregar frequentemente sobre a unidade entre os membros de sua igreja. No entanto, apenas 48% dos cristãos afirmam que seus pastores falam frequentemente sobre esse tipo específico de unidade.

Além da unidade intercongregacional, os pastores não costumam trazer à tona o tema da unidade quando envolve superar diferenças ou distâncias reais. Isso sugere que pode haver limites para os tipos de unidade que os pastores se sentem compelidos ou qualificados a abordar.

Menos de um terço dos pastores (30%) relata falar frequentemente sobre a unidade entre pessoas de diferentes crenças políticas; apenas 23 por cento dos cristãos relatam ter ouvido isso. Além disso, 28 por cento dos cristãos relatam ter ouvido seus pastores falarem sobre a unidade entre congregados e pessoas de outras crenças religiosas, mas apenas 12 por cento dos pastores dizem que isso é verdade.

Por que as discrepâncias? A falta de clareza em torno da definição de unidade pode ser um fator contribuinte. Talvez os pastores pensem que falam mais sobre um tópico do que realmente falam, ou talvez os cristãos tenham diminuído o interesse ou a lembrança de sermões sobre formas de unidade que não ressoam com eles.

Onde os cristãos estão experimentando a unidade?

Cerca de três em cada cinco cristãos (61%) relatam experimentar a unidade com mais frequência em seus lares, enquanto 48% dizem que experimentam isso em suas amizades. Pouco mais de um em cada três (35%) diz que a unidade é encontrada em sua igreja.

Olhando para as definições favoritas de pastores e cristãos para unidade, faz sentido que famílias e grupos de amigos possam oferecer mais oportunidades para coisas como harmonia, acordo ou igualdade. Enquanto isso, a unidade em uma igreja ou em outras esferas da comunidade pode exigir mais esforço ou talvez não seja imediatamente aparente.

Os cristãos não praticantes também estão representados nesses dados e, como não frequentam regularmente a igreja, podem ter mais oportunidades de experimentar a unidade nos ambientes fora da igreja que frequentam.

É importante que as igrejas, aqueles que as lideram e os que as frequentam, estejam sintonizadas com algumas das ambiguidades e até mesmo com a desunião em torno do conceito de unidade.

Sobre a pesquisa

Para este estudo, o Barna realizou uma pesquisa quantitativa com 1.223 adultos cristãos americanos e 426 pastores americanos. A pesquisa online para cristãos dos EUA foi realizada de 1 a 10 de junho de 2022. A pesquisa online para pastores dos EUA foi realizada de 7 a 18 de julho de 2022.

Fonte: Comunhão

Humorista Marcelo Adnet interpreta pastor em novo filme

Humorista Marcelo Adnet interpreta pastor no filme "Nas Ondas da Fé". (Foto: Reprodução/trailer)
Humorista Marcelo Adnet interpreta pastor no filme "Nas Ondas da Fé". (Foto: Reprodução/trailer)

O ator e humorista Marcelo Adnet vai estrelar um filme a ser lançado em janeiro no circuito de cinema. “Nas Ondas da Fé” põe Adnet no papel de um pastor evangélico de sucesso, cuja vocação para pregar é nenhuma. É o talento como comunicador, alguém que se gaba de fazer qualquer coisa com um microfone nas mãos, que acaba por revelar o potencial para ganhar dinheiro do personagem Hickson, um técnico de informática que faz bicos para sobreviver.

Cristão, ele frequenta a igreja evangélica com a esposa, Jéssika (Letícia Lima), que o apresenta para o apóstolo Adriano (Thelmo Fernandes) para tentar conseguir uma oportunidade de trabalho na rádio em que é locutor. O chefe da emissora é vivido por Otávio Müller.

“O filme fala sobre a trajetória de um jovem muito simples, que poderia ser qualquer um de nós, que quer agarrar qualquer chance porque precisa ter um salário, um emprego e se estabelecer na vida”, conta Adnet.

“Ele acaba tendo uma chance em uma rádio evangélica e, a partir dali, começa a perceber a vocação imensa que tem para ser um pastor de sucesso, para se comunicar com as pessoas e dar a elas uma mensagem de esperança”, diz.

O longa-metragem é uma produção de Augusto Casé, com Marcelo Adnet, Mariana Muniz e Pri Jansen como produtores associados e Katiuscha Mello e Augusto Casé na produção executiva. Adnet também assina o argumento e a colaboração de roteiro do filme.

Com distribuição da Imagem Filmes, o título estreia no dia 12 de janeiro nos cinemas nacionais.

Confira o trailer abaixo:

Fonte: F5 – Folha de S. Paulo

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