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Livro para crianças incentiva a mudança de gênero de meninas

Livro para crianças incentiva mudança de gênero e bloqueadores de puberdade (Foto: Divulgação)
Livro para crianças incentiva mudança de gênero e bloqueadores de puberdade (Foto: Divulgação)

O novo livro da American GirlA Smart Girl’s Guide: Body Image Book [Guia de uma garota inteligente: Imagem corporal – em tradução livre] traz mensagens para meninas de 3 a 12 anos de idade amarem seus corpos, indicando também uma consulta ao médico caso questionem sua identidade de gênero.

O guia passou a sofrer uma série de críticas, pois é destinado ao público infantil, mas aconselha o uso de bloqueadores de puberdade para garotas interessadas em mudar de sexo; mesmo diante de novos estudos que mostram os malefícios do uso desses hormônios a médio e longo prazo.

Esses efeitos colaterais foram publicados no National Institutes of Health pontuando que a “decisão de fazer a transição tem implicações duradouras significativas, algumas das quais adolescentes e jovens adultos podem ainda não estar prontos para avaliar por conta própria”.

A jornalista da Fox News Kristi Stone Hamrick fez um artigo criticando a linha de bonecas da Mattel por criar uma revista sobre aceitação e, ao mesmo tempo, incentivá-las a mudar de gênero.

Hamrick diz que esse discurso não combina com as bonecas American Girl que tem coleções cor-de-rosa e vestidos com babados.

– Ter a empresa American Girl prejudicando as meninas, dizendo-lhes que pode não ser tão bom crescer como mulher é um pouco como ter um Papai Noel aparecendo bêbado em uma festa infantil, gritando sobre a comercialização do Natal. Simplesmente não combina com a imagem – criticou a jornalista.

Deputada critica livro

Presidente da Comissão de Assuntos da Criança, Adolescente e Idoso da Alerj, a deputada estadual Rosane Felix (PL), uma das parlamentares mais atuantes em defesa da família e das liberdades individuais, lamentou em suas redes sociais que o novo livro da American Girl (A Smart Girl’s Guide: Body Image – Guia de uma Garota Inteligente: Imagem corporal) mencione em seu conteúdo que as meninas devem amar seus corpos, indicando uma consulta ao médico caso questionem sua identidade de gênero.

Rosane Felix é deputada estadual pelo partido PL-RJ
Rosane Felix é deputada estadual pelo partido PL-RJ

A deputada também repudiou o fato de que o livro aconselha o uso de bloqueadores de puberdade para garotas interessadas em mudar de sexo, mesmo diante de novos estudos que mostram os malefícios a médio e longo prazo. Por afetar a produção de hormônios, tais medicamentos podem provocar uma série de efeitos colaterais no organismo.

– Enquanto eu estiver na política, continuarei trabalhando em defesa das nossas crianças, dos adolescentes, da família, dos nossos princípios e valores! – ressaltou a deputada.

Desde que foi lançado, o livro, voltado para meninas de 3 a 12 anos, tem sofrido muitas críticas. Uma realização da marca de bonecas American Girl, da Mattel, a publicação traz dicas, histórias reais e atividades “para incentivar meninas a permanecerem confiantes durante as mudanças de seus corpos”.

Empresa se defende

Em entrevista ao USA Today, Julie Parks, porta-voz da empresa, disse que esse foi o único livro da franquia que recebeu críticas e é justamente essa edição que trata sobre identidade de gênero.

A empresa afirmou que, “dos muitos temas discutidos”, duas páginas foram criticadas, sendo a que direciona as crianças para outros recursos caso não tenham um adulto por perto ou alguém que possa apoiá-las na transição de gênero.

– Se você não tem um adulto em quem confia, existem organizações em todo o país que podem ajudá-lo – ensina o guia.

Sobre os bloqueadores de puberdade, Parks disse que o tratamento ajuda a reduzir a depressão e a ansiedade que são comuns em crianças com disforia de gênero.

– O conteúdo desse livro foi desenvolvido em parceria com profissionais médicos e de atendimento a adolescentes e enfatiza consistentemente a importância de conversar e discutir quaisquer sentimentos com os pais ou adultos de confiança – afirmou a empresa.

Fonte: Pleno News

Leonardo Gonçalves sai em defesa de Kleber Lucas e critica a música “O Nosso General é Cristo”

Cantor Leonardo Gonçalves. (Foto: Reprodução)
Cantor Leonardo Gonçalves. (Foto: Reprodução)

O cantor Leonardo Gonçalves saiu em defesa do cantor e pastor Kleber Lucas, que voltou a causar polêmica nas redes sociais ao compartilhar um trecho de sua participação no Mídia Ninja, onde ele aparece sendo entrevistado pelo cantor Caetano Veloso, o pastor da Batista Soul fala sobre o racismo, e diz que o hino “Alvo Mais Que a Neve”, da Harpa Cristã, é de uma conotação racista.

“é evidente q qdo david usou essa analogia no salmo 51 n tinha essa conotação. igualmente evidente é q hj é IMPOSSÍVEL dissociar essa analogia das teologias de domínio e opressão q legitimizaram a escravidão transatlântica do povo preto e a colonização do continente africano.”, disse o cantor Leonardo Gonçalves, que também participou da entrevista do Mídia Ninja junto com Kleber Lucas.

“ok… tentei dizer algo complexo em um único tweet e embora eu ache q está tudo lá, vou tentar desdobrar um pouco começando com o mais óbvio: NINGUÉM disse q os txts da Bíblia q utilizam a metáfora de “alvo” e “neve” etc são txt racistas. muito menos q os autores são racistas.”, continuou o cantor que publicou diversos outros twittes para defender Kleber Lucas.

Em um de seus twittes, o cantor Leonardo Gonçalves deu sua visão sobre canções cristãs que, segundo ele, com o passar dos anos perderam os sentidos originais e falou que o corinho “O Nosso General é Cristo” pode não ser bem recebido por pessoas que foram torturadas durante as ditaduras militares que aconteceram na América Latina.

“Depois de incontáveis ditaduras militares na América Latina com uma penca de militares e até generais comprovadamente torturadores, em especial pra alguém, por exemplo, que foi torturado por um general, como você acha que soa cantar “o nosso general é Cristo”?”, questionou. “vc pode chamar de militância, mas estamos falando de SENSIBILIDADE. e a fala original é do
@prkleberlucas. um homem preto q cresceu na favela. sua fala está marcada pela sua experiência. vc não consegue ter sensibilidade pra OUVIR e REFLETIR?”, continuou.

O cantor também fala que essas canções são responsáveis por uma suposta visão “bélica” que muitos evangélicos têm.

“a visão bélica q grande parte dos evangélicos de hj têm do Evangelho e do evangelicalismo e do próprio DEUS passa TAMBÉM pelas músicas. mts delas marchas. mts usando linguagem de guerra e expressões como “general” etc. aí vc pode dizer q essa linguagem toda está na Bíblia.”

Gonçalves falou também de várias canções no hinário da Igreja Adventista do Sétimo Dia que usam as palavras “gozo” e “gozar” – que significam alegria.

“vou dar um exemplo ridículo pra ilustrar: tinha um monte de hino, pelo menos no hinário adventista, q continha a palavra “gozar” ou “gozo”. vc vai me dizer q o significado dessa palavra NÃO mudou? tanto mudou q foram substituindo essa palavra pq tava ridículo!”, disse o cantor.

Em outro tweet, Leonardo Gonçalves publicou duas imagens, em uma delas Jesus é branco e na outra é negro, e disse que apenas uma delas incomoda.

“provavelmente nenhuma das duas imagens possuem qq semelhança com o Jesus histórico. mas apenas uma delas incomoda ao ponto de evocar expressões como “estão querendo mudar a Bíblia” ou “aí já estão forçando a barra” ou “q desnecessário” ou “q exagero”. por que será?”, questionou.

Folha Gospel com informações de Pleno News

Vizinhos muçulmanos dão comida envenenada a membros de igreja e matam 5 pessoas

Moradores de vilas no Congo
Moradores de vilas no Congo

Agindo traiçoeiramente, muçulmanos que vivem próximos de uma igreja na República Democrática do Congo entregaram alimentos aos fiéis, no entanto, a comida estava envenenada.

Como resultado, pelo menos cinco pessoas foram mortas, informa a organização A Voz dos Mártires. O caso aconteceu em 2021 e foi divulgado nesta quarta-feira (14).

A igreja é localizada na Península de Ubwari, uma área com grande população muçulmana. Em 2021, os vizinhos muçulmanos ofereceram comida aos membros da congregação, que de boa vontade aceitaram.

Depois de comer a comida, os membros da igreja adoeceram e surgiu então a suspeita de que o alimento havia sido envenenado de forma intencional. Um presbítero, dois obreiros e outros dois membros morreram.

Luuando Yombo, uma sobrevivente, foi diretamente afetada pela tragédia: o presbítero era seu marido, e os obreiros eram seu irmão e sua mãe.

Luuando relatou à organização que os vizinhos que forneceram a comida queimaram sua casa, dizendo: “Vamos acabar com vocês nesta aldeia”.

A viúva deixou a região e teme voltar. Ela é atormentada pelas lembranças do que aconteceu, mas diz que perdoou os assassinos de seus familiares e irmãos em Cristo.

Agora, Luuando cuida de 16 filhos e um irmão.

Cenário de perseguição

A República Democrática do Congo está em 40º na Lista Mundial da Perseguição da Portas Abertas.

O país apenas carrega um nome democrático, mas na realidade, os cidadãos congoleses não são livres para tomar suas próprias decisões religiosas.

Além dos ataques físicos, os cristãos congoleses sofrem com a opressão islâmica, corrupção e crime organizado, hostilidade etno-religiosa e paranoia ditatorial.

Nessa nação, as mulheres cristãs estão vulneráveis a sequestro, estupro, tortura sexual e trabalho forçado. Elas podem ser casadas, engravidadas ou divorciadas à força. Esses casamentos forçados são frequentemente casamentos precoces, conforme relatos de que homens muçulmanos idosos geralmente preferem meninas cristãs.

Fonte: Guia-me com informações de Voice of Martyrs

Índia pode aprovar lei anticonversão em todo o país

Bandeira da Índia (Foto: Canva)
Bandeira da Índia (Foto: Canva)

Estamos perto do Natal, um momento de muita alegria no Brasil. Mas, com a proximidade das celebrações cristãs, a pressão sobre a Igreja Perseguida aumenta. A Portas Abertas está mobilizando cristãos do mundo todo em oração pela Índia. O país está cogitando tornar nacional a lei anticonversão.

Segundo parceiros locais, caso seja aprovada, essa lei entrará em vigor às vésperas do Natal, permitindo que movimentos extremistas anticristãos e ultranacionalistas organizem ataques contra os cristãos e outras minorias religiosas durante o período de festas natalinas.

Ameaça nacional

No dia 14 de novembro, dois membros da Suprema Corte indiana aceitaram e aprovaram a petição de Ashwini Uppadhyay, líder de uma organização extremista, contra cristãos. Ashwini afirmou no documento que as conversões ao cristianismo na Índia eram compulsórias e que as leis anticonversão deveriam ser ampliadas para “impedir conversões forçadas que são um grande risco à segurança nacional”.

Os juízes pediram uma intervenção nacional rígida que foi atendida. O Ministério de Assuntos Internos da Índia afirmou depois da audiência que a liberdade religiosa não inclui liberdade de conversão. Ou seja, as pessoas podem praticar as religiões em que nasceram, mas não podem se converter para outra religião depois.

Cristãos em risco

Muitos cristãos locais acreditam que a lei será aprovada em caráter nacional. O dr. Yoham Murry, um parceiro da Portas Abertas e especialista da política indiana, afirmou que o movimento é preocupante: “A Constituição indiana afirma que a religião é uma questão de jurisdição estadual, não do governo nacional. Se uma lei anticonversão for aprovada pelo governo central, todos os estados deverão segui-la e, caso aprovada de fato, nenhum estado poderá revogá-la a menos que a lei nacional seja abolida”.

Além disso, Murry alerta sobre o possível aumento da impunidade: “Apesar de no papel a lei defender os direitos das mulheres e das comunidades socioeconomicamente vulneráveis, a aprovação da lei anticonversão permitirá que mais abusos fiquem impunes. A nova lei deverá ser rígida, baseada no modelo do estado de Gujarat, criminalizando a conversão com penas de até dez anos e altas fianças”.

O impacto da lei anticonversão nacional ameaça os cristãos na Índia de três formas:

  • Intensificação dos ataques a cristãos, tanto em frequência, quanto em proporção de violência e crescente impunidade aos extremistas que fazem esses ataques.
  • Restrições às comunidades cristãs, possível fechamento de igrejas e silenciamento de evangelismos.
  • Enfraquecimento e atemorização nas igrejas. Uma vida sob constante tensão, sob ameaça de punição, discriminação e até morte por causa da fé em Jesus.

Fonte: Portas Abertas

“Alvo Mais Que a Neve”: a história do hino que Kleber Lucas disse ser racista

Eden Reeder Latta escreveu mais de 1.600 hinos. (Foto: Jacob Henry Hall/Wikimedia Commons)
Eden Reeder Latta escreveu mais de 1.600 hinos. (Foto: Jacob Henry Hall/Wikimedia Commons)

Há mais de 140 anos, o hino “Alvo Mais que a Neve” vem sendo entoado por igrejas ao redor do mundo. Esta semana, porém, uma polêmica surgiu em torno da canção sobre uma suposta mensagem racista que a letra carrega.

A música, no entanto, foi composta por um autor de Iowa, estado que desempenhou um papel significativo durante a Guerra Civil Americana, marcada pela disputa pelo fim da escravidão nos Estados Unidos.

“Alvo Mais que a Neve” (em seu título original: “Blessed Be the Fountain”) foi escrita por Eden Reeder Latta em 1881, com base no texto de Isaías 1:18: “Embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão.”

Nascido em Haw Patch, Indiana, Eden Reeder Latta era filho de um pastor metodista, de acordo com sua biografia no Hymnary.org, um banco de dados online hospedado pelo Instituto Calvino de Adoração Cristã e Biblioteca Etérea de Clássicos Cristãos da Calvin College.

Durante a Guerra Civil Americana, Eden pregou para a Igreja Metodista de Manchester, em Iowa, e outras congregações (possivelmente como um pregador itinerante preenchendo púlpitos vazios).

No estado de Iowa, ele ensinou nas escolas públicas de Manchester e, posteriormente, em Colesburg. Ele se mudou para Guttenberg na década de 1890 e continuou compondo para vários músicos importantes no meio cristão. Ele escreveu mais de 1.600 canções e hinos em sua vida.

“Alvo Mais Que a Neve” foi composta por Eden para o músico Henry Perkins, que fez os arranjos musicais na época.

Iowa, um estado abolicionista

Um dos abolicionistas da escravidão mais conhecidos dos EUA, John Brown, era evangélico e teve uma grande atuação em Iowa, a terra de Eden Reeder Latta.

Suas viagens por Iowa destacaram a importância do estado na “Underground Railroad” — as rotas secretas e casas seguras que ajudaram os escravos a escapar para a liberdade no século 19.

O autor brasileiro Gutierres Fernandes Siqueira comentou sobre o momento histórico quando Eden Reeder Latta era pregador.

“O hino ‘Alvo mais que a neve’ foi escrito pelo metodista Eden Reeder Latta (1839-1915). Ele foi pregador itinerante durante a Guerra Civil Americana em New Hampshire. Para quem conhece um pouco dos EUA, sabe que no século 19 essa região era o centro do abolicionismo”, disse Gutierres nesta quarta-feira (14) no Twitter.

Gutierres destacou ainda que Latta “nada tem a ver com os batistas sulistas — berço do supremacismo branco odiendo. A tradição dele era outra e a região que ele morava e pregava lutou pela abolição.”

A polêmica de Kleber Lucas

O cantor Kleber Lucas voltou a causar polêmica nas redes sociais esta semana, ao compartilhar um trecho de sua participação no Mídia Ninja. Na conversa, onde ele aparece sendo entrevistado pelo cantor Caetano Veloso, o pastor da Batista Soul fala sobre o racismo, e diz que o hino “Alvo Mais Que a Neve”, da Harpa Cristã, é de uma conotação racista.

Segundo o cantor gospel, sua visão sobre a música é que, se algum cristão aceitar Jesus, ficará branco como a neve. Com isso, o músico lamentou que a música seja cantada por muitos brancos e negros com lágrimas nos olhos pelo fato de “ser uma canção lindíssima, de uma memória família e cúltica”.

No entanto, segundo ele, trata-se de um discurso “nefasto” e “de dominação”. “Porque o sangue de Jesus me torna branco. As ideias de embranquecimento estão no hino”, disse ele.

Para Kleber Lucas, “há um distanciamento, um caminho a ser percorrido”. Ele ainda explicou, com base nele mesmo, que o Brasil precisa de uma “teologia preta”, que segundo ele, chegou no País recentemente e foi deixado de lado pela Igreja. Ele citou, por exemplo, os ensinamentos de James Cone, um teólogo americano conhecido por sua defesa da teologia negra e da teologia da libertação negra.

Hino vira trend na web

Após a declaração polêmica do cantor gospel e pastor progressista Kleber Lucas, que classificou a música como racista, em uma entrevista com o cantor Caetano Veloso, anônimos e famosos do meio evangélicos fizeram com que o hino da Harpa Cristã, “Alvo Mais Que a Neve”, virasse trend nas redes sociais.

O ex-diretor da Sony Music, Maurício Soares, até brincou com a situação, dizendo que, se o compositor da música ganhasse direitos autorais, teria um fim de ano bem especial, pois ela está sendo executada sem moderação.

Fonte: Guia-me e Fuxico Gospel

Número de evangélicos aumentou 15 vezes nos últimos 70 anos, na França

Torre Eiffel em Paris, capital da França (Foto: Canva Pro)
Torre Eiffel em Paris, capital da França (Foto: Canva Pro)

Na França, existe uma igreja evangélica para cada 25.000 cidadãos. É o que revelam as últimas estatísticas do CNEF (Conselho Nacional dos Cristãos Evangélicos).

De acordo com o relatório Les Églises Protestants Évangéliques en France 2023 (Igrejas Evangélicas Protestantes na França 2023), o país tem mais de 2.700 locais de culto evangélico. Este número não inclui grupos evangélicos que se reúnem em residências ou outros ambientes informais.

Os departamentos (regiões) com mais igrejas evangélicas são Seine-Saint Denis, Paris, Nord , Bouches-du-Rhone e os territórios franceses da Guiana e Martinica, todos com mais de 70 locais de culto registrados.

A maioria dos departamentos regionais do país tem menos de 0,4 igrejas para cada 10.000 pessoas. Ter pelo menos uma igreja evangélica para cada 10.000 cidadãos é o próximo objetivo dos membros do CNEF, órgão que representa os evangélicos na França.

Em números totais, existem pelo menos 745.000 cristãos evangélicos que são ativos em sua fé e frequentam uma igreja regularmente.

Em 1950, as estatísticas diziam que eram apenas 50.000, o que significa que houve um crescimento de 15 vezes nos últimos 70 anos.

A maior denominação evangélica na França é a Assembleia de Deus da França (Assemblies of God, com 350 igrejas), seguida pela Missão evangélica dos ciganos da França (igrejas étnicas ciganas, 222), as Comunidades e Assembleias Evangélicas da França (117) e a Federação das Igrejas Batistas Evangélicas da França (Federação Batista, 115).

Cerca de 70% das igrejas que pertencem a um grupo denominacional ou federação são membros da CNEF, que representa os cristãos evangélicos em escala nacional e na Aliança Evangélica Mundial.

Baixe o livreto estatístico 2023 completo da CNEF aqui (francês).

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Warner Chappell Music e Maurício Soares firmam parceria para reforçar o mercado gospel

Marcel Klemm (Diretor Geral da Warner Chappell Brasil) e Maurício Soares - Foto: Divulgação
Marcel Klemm (Diretor Geral da Warner Chappell Brasil) e Maurício Soares - Foto: Divulgação

Para se aproximar do segmento da música Gospel no País, a Warner Chappell Music Brasil acaba de firmar parceria com Maurício Soares, executivo com mais de 20 anos de experiência que acumula passagens por grandes empresas. A expectativa da Editora Musical é expandir a atuação nesse importante mercado brasileiro.

O Brasil aparece como o segundo maior mercado cristão do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. A informação é da Associação das Empresas e Profissionais Evangélicos (Abrepe). Segundo o levantamento, é estimado que a música gospel responda por aproximadamente 20% da receita do mercado fonográfico brasileiro, gerando R$ 2 bilhões por ano em vendas.

Ao celebrar a parceria, Maurício Soares, da Target, destaca que o mercado é bastante promissor. “Temos grandes talentos deste estilo no Brasil. Somos realmente uma referência em composições no cenário musical gospel para outros países”, ressalta e emenda: “Queremos orientar e proteger os direitos dos autores cristãos. Já temos 800 obras editadas, e a perspectiva é de chegarmos a milhares”.

Vale destacar que o Brasil ocupa a 10ª posição no ranking mundial de uso de streaming. Cerca de 70% da receita da indústria fonográfica brasileira é proveniente desse tipo de serviço. O Spotify Brasil aponta que o Gospel brasileiro está entre os Top 50 gêneros musicais que mais cresceu na plataforma em 2022.

Diante de contexto bastante promissor, a Warner Chappell deseja sinalizar ao mercado gospel o comprometimento e o investimento no setor. “A parceria com o Maurício chega para fazer a diferença na nossa atuação neste mercado e reforçar o interesse e compromisso da Warner Chappell em investir na diversidade de estilos, é um novo e importante passo para a editora”, detalha Marcel Klemm, diretor-geral da editora no Brasil.

Já Filippe Siqueira, A&R da Warner, analisa que a música gospel tem um público crescente, que não só é exigente como também bastante diversificado. “Não existiria melhor maneira de entrar neste segmento, do que através da parceria com o Maurício, que além de um profundo conhecedor do estilo, é reconhecido e respeitado por autores, artistas e gravadoras”.

Fonte: Comunhão

Joe Biden promulga lei sobre casamento gay que coloca em risco a liberdade religiosa nos EUA

Presidente dos EUA, Joe Biden. (Foto: Reprodução)
Presidente dos EUA, Joe Biden. (Foto: Reprodução)

A Lei de Respeito ao Casamento (RMA) foi assinada na terça-feira (13) pelo presidente Joe Biden, concluindo uma legislação que redefine o casamento nos EUA. A sanção presidencial aconteceu de forma rápida: cinco dias após o Congresso americano concluir a aprovação.

Com a promulgação do projeto de lei por Biden, o casamento entre pessoas do mesmo sexo passa a ser considerado legal na jurisdição em que ocorreu, com reconhecimento federal e estadual.

Embora a nova lei não exija que os estados legalizem o casamento gay, ela revoga a Lei de Defesa do Casamento (DOMA). Ao promulgar o DOMA em 1996, o governo federal definiu o casamento apenas entre um homem e uma mulher e protegeu o direito de um estado de não reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo que ocorrido em outra jurisdição, informa o Baptist Press.

As preocupações dos congressistas democratas de que a Suprema Corte dos EUA atual, mais conservadora, pudesse reverter a decisão de 2015 Obergefell v. Hodges que legalizou o casamento gay, alimentaram o esforço para promulgação do RMA.

Para não correr riscos, o Congresso deu a aprovação final ao projeto de lei três semanas antes de o controle da Câmara dos Representantes ser transferido para o Partido Republicano.

Risco para a liberdade religiosa

Para a Alliance Defending Freedom (Aliança de Defesa da Liberdade), um importante grupo legal cristão conservador que ganhou vários casos de liberdade religiosa perante a Suprema Corte dos EUA, acredita que a nova lei colocará em risco a liberdade religiosa.

O vice-presidente sênior de iniciativas estratégicas da ADF, Ryan Bangert, disse em comunicado que “o presidente e o Congresso ameaçaram intencionalmente a liberdade de expressão e a liberdade religiosa com a promulgação da ‘Lei do Respeito ao Casamento’, continuando um padrão de hostilidade flagrante contra pessoas de fé”.

“Infelizmente, o presidente escolheu a sinalização de virtude em vez de proteger milhões de americanos, igrejas e organizações religiosas que falaram por meses sobre os danos inegáveis ​​desse projeto de lei desnecessário”, afirmou.

“Esta lei é uma solução em busca de um problema que não oferece nenhuma proteção ou benefício adicional para casais do mesmo sexo. No entanto, ela fere as liberdades constitucionais que pertencem a cada um de nós.”

Valores tradicionais ameaçados

A National Religious Broadcasters (NRB), uma associação de organizações de mídia cristã evangélica, denunciou a assinatura do ato.

O presidente e CEO da NRB, Troy A. Miller, disse em comunicado que a nova lei é “uma reação a um problema fabricado que não existe”.

“A capacidade de obter um casamento entre pessoas do mesmo sexo não está em risco na América hoje, e este projeto de lei não faz nada para mudar o status legal do casamento entre pessoas do mesmo sexo em qualquer lugar”, afirmou Miller.

“No entanto, a capacidade de fazer negócios ou falar em praça pública, mantendo os valores tradicionais sobre vida, casamento e família, está muito ameaçada. Essas são parte integrante das liberdades da Primeira Emenda que o NRB existe para defender.”

Miller também acredita que a nova lei “coloca os americanos movidos pela fé em risco legal por praticarem suas crenças e, em vez disso, dá sinal verde aos interesses de ativistas radicais que buscam penalizar e prejudicar aqueles que discordam de seus pontos de vista”.

“Isso expõe grupos cristãos de serviço social e outras entidades a litígios predatórios com uma cláusula ampla de ‘direito privado de ação’ e põe em risco a capacidade de organizações religiosas sem fins lucrativos de obter status de caridade e isenção de impostos do IRS”, continuou ele.

“Um dos maiores ataques à liberdade religiosa”

Tony Perkins, presidente da organização ativista cristã conservadora Family Research Council (Conselho de Pesquisa da Família), com sede em Washington, disse que a assinatura do projeto de lei marcou “um dia sombrio”, chamando o projeto de “um dos maiores ataques à liberdade religiosa na história moderna”.

“Os princípios de nossa Primeira Liberdade, garantidos em nossa Constituição, que [o presidente] jurou ‘preservar, proteger e defender’, estão agora em perigo ainda maior”, disse Perkins em um comunicado.

“Ao assinar a Lei de (des)respeito ao casamento, Biden sucumbiu às forças temporais da cultura, e não aos princípios transcendentes da Constituição de nossa nação”.

Perkins argumentou ainda que o casamento tradicional “é uma instituição criada por Deus para o bem-estar de homens, mulheres, crianças e da sociedade como um todo – não pode ser redesenhado sem empobrecer a todos”.

Os críticos reclamaram que a lei não vai longe o suficiente para proteger as consciências religiosas dos empresários – como padeiros, floristas, fotógrafos e outros que prestam serviços relacionados a casamentos – considerando que as batalhas legais envolvendo essas empresas chegaram ao Supremo Tribunal nos últimos anos.

Enquanto três propostas de emendas à liberdade religiosa foram rejeitadas no Senado, os senadores concordaram em adicionar uma emenda ao projeto de lei que protege os direitos de liberdade religiosa de organizações explicitamente religiosas. Alguns senadores conservadores acreditam que as proteções à liberdade religiosa adicionadas ao projeto de lei são “lamentavelmente insuficientes”.

Folha Gospel com informações de Baptist Press, Guia-me e The Christian Post

Pastor Márcio Valadão: líderes destacam a importância do seu ministério

Pastor Márcio Valadão, de joelhos, orando durante culto na Igreja Batista da Lagoinha
Pastor Márcio Valadão, de joelhos, orando durante culto na Igreja Batista da Lagoinha

Após 50 anos de ministério, o pastor Márcio Valadão, de 74 anos, anunciou, no último domingo (11), que está deixando a liderança da Igreja Batista da Lagoinha. Emocionado, mas sem entrar em detalhes quanto ao motivo da decisão, o líder religioso, que é referência no meio evangélico, afirmou saber que “tudo tem um começo, um meio e um fim”. Ao lado da esposa, Renata Valadão, ele ministrou a última Santa Ceia na sede da denominação em Belo Horizonte (MG).

Diante da novidade, alguns líderes destacaram a importância do pastor Márcio Valadão para a propagação do Evangelho no País, como também em outras partes do mundo.

“O pastor Márcio Valadão deu uma das mais significativas contribuições para o trabalho evangélico no Brasil. Não apenas por causa do seu longo e frutífero ministério à frente da Igreja Batista da Lagoinha, mas também pelas pregações que abençoaram vidas nos mais diversos arraiais. Destacou-se pela integridade com que conduziu os seus passos ao longo dos anos, tornando-se um referencial para muitos. Louvamos a Deus por sua vida, e lhe desejamos as mais ricas bênçãos dos céus”, ressalta o pastor Marcelo Aguiar, da Igreja Batista da Mata da Praia em Vitória, no Espírito Santo.

Já o pastor Uri Barros, da Assembleia de Deus – Ministério do Belém, no bairro da Lapa, em São Paulo, afirma que o “pastor Márcio Valadão é obreiro de uma geração que amava almas, desde que ele assumiu como pastor titular a Igreja Batista, no bairro da Lagoinha, em MG, na época com cerca de 300 cristãos. Nesse tempo de trabalho – 50 anos – abriu centenas de novas igrejas no Brasil e no mundo, além de criar canal de TV e fazer uso da mídia para propagação do Evangelho”. Uri ressalta ainda que o líder mineiro é um “pastor que tem seus ensinos baseados nas Sagradas Escrituras e que não precisava de muitas técnicas para juntar o povo. Que Deus levante novos ‘Valadões’, que amem vidas e apresentem o Reino com simplicidade”.

Igreja Batista da Lagoinha

A Igreja Batista da Lagoinha foi fundada em Belo Horizonte (MG), em 1957, pelo pastor José Rêgo do Nascimento. Em 1972, ela passou a ser liderada por Márcio Valadão.

De acordo com o site da igreja, o foco é promover e contribuir com o desenvolvimento pessoal e social, por meio de projetos que se destinam à ressocialização, ao atendimento jurídico gratuito, à capacitação profissional, assistência espiritual, psicológica e familiar. Esses projetos são viabilizados pelos mais de 200 ministérios que funcionam ligados à matriz. Atualmente, são mais de 700 unidades espalhadas pelo Brasil e no exterior.

Casado com a pastora Renata Valadão, Márcio Valadão tem três filhos. André Valadão, que vai assumir a presidência da Lagoinha Global no lugar do pai, atualmente é pastor da Lagoinha em Orlando, nos Estados Unidos. No país também está a segunda filha do religioso, Ana Paula Valadão, líder do grupo musical Diante do Trono. Lá, ao lado do marido, está à frente de uma igreja em Miami, também nos EUA. Já a filha caçula de Márcio, Mariana Valadão, e o marido, Felipe Valadão, lideram uma filial da Lagoinha em Niterói, no Rio de Janeiro.

Fonte: Comunhão

Pastor adventista morre baleado na cabeça após ter casa assaltada

Pastor Levi Araújo de Sousa foi baleado e morreu após reagir a assalto em sua casa (Foto: Reprodução)
Pastor Levi Araújo de Sousa foi baleado e morreu após reagir a assalto em sua casa (Foto: Reprodução)

Um pastor faleceu após ser baleado na cabeça durante um assalto em sua residência que aconteceu na madrugada desta terça-feira (13) na cidade de Hortolândia, interior de São Paulo.

Levi Araújo de Sousa, 36 anos, atuava na Igreja da Universidade Adventista de São Paulo (UNASP-HT) na cidade e se preparava para assumir o templo Central da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) em Itapeva, também no interior de São Paulo.

A Polícia Militar informou que recebeu um chamado de atendimento por volta das 3h36 por causa do disparo com arma de fogo. O criminoso que assaltou a casa e atirou no pastor foi preso em flagrante após as testemunhas, a esposa, Elaine, e duas filhas, Emanuela e Maria Clara, passarem detalhes de como era o assaltante.

Preso, o homem de 28 anos confessou o crime e disse que a vítima tentou reagir ao assalto e, por isso, ele atirou.

A Associação Paulista Sudoeste comunicou o falecimento do pastor no início da tarde. Ele estava internado em estado grave, mas não resistiu.

O pastor Levi Araújo de Sousa atuava na Igreja da Universidade Adventista de São Paulo (UNASP-HT) na cidade e se preparava para assumir o templo Central da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) em Itapeva, também no interior de São Paulo.

O cerimonial acontecerá nesta quarta-feira (14), às 16h00, na igreja do UNASP-HT. Em seguida, o corpo de Levi seguirá para sepultamento em Guarulhos (SP).

Fonte: Pleno News

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