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“Sequestro da Fé”: A onda de fake news que assola igrejas evangélicas em 2022

Uma mulher, indignada, em frente à câmera de seu smartphone questiona “De onde foi que vocês tiraram isso que para poder servir a Jesus tem que votar em Bolsonaro? Que absurdo é esse? Que absurdo é esse, Igreja? Acorda!”. “Eu estou com vergonha de dizer que sou cristã para não ser confundida […] com uma pessoa que está sendo enganada por pastores”, desabafou. O relato – que já soma mais de 736 mil visualizações no TikTok – é de Paloma Gomes, 35.

A professora de Geografia, que agora trabalha com vendas em Mossoró (RN), frequentava a Igreja Universal do Reino de Deus há quase 15 anos, mas deixou de ir há cerca de um mês porque se cansou do que ela chamou de “sequestro da fé”.

Nas últimas vezes em que foi ao culto, Paloma lembra de ver no telão da igreja, diferentes leis, supostamente tramitando no Congresso Nacional, uma delas, lembrou afirmaram que igrejas seriam proibidas de atrair novos fiéis. Desconfiada, no próprio culto, ela usou seu celular para conferir no Google e viu que se tratava de uma informação falsa. A suposta lei das igrejas é do Rio de Janeiro e, na verdade, trata sobre assédio religioso em repartições públicas.

Influência pastoral

Na semana do primeiro turno, 57% dos eleitores evangélicos que votariam em Bolsonaro acreditavam que Lula fecharia igrejas, caso fosse eleito. O dado é de uma pesquisa da Genial/Quaest. Para Vinicius do Valle, cientista político e ​​curador do Observatório Evangélico, essa aderência se deve à confiança que existe dentro da comunidade religiosa. “Quando você tem um membro que está espalhando esse tipo de coisa, há um acolhimento maior”, afirmou.

Outro fator relevante é a chamada “influência pastoral”. Essa influência é maior entre evangélicos, uma vez que eles frequentam mais as igrejas do que outros grupos religiosos: “O grau de influência pastoral entre os evangélicos é, portanto, ligeiramente mais elevado, o que não significa que os evangélicos se comportam como gado, como rebanho, mas existe uma confiança dentro dessa relação. Portanto, uma fake news ali dentro é mais fácil de ganhar aderência do que se fosse dita por um desconhecido, por outro canal que não tem a mesma confiança, a mesma relação”, sustentou.

Essas informações, porém, muitas vezes não surgem nas igrejas. Magali Cunha, doutora em Ciências da Comunicação e pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião, detalhou como funcionam essas redes de desinformação que, muitas vezes, partem de lideranças e figuras no poder:

“Muito desse conteúdo falso mentiroso calunioso vem de lideranças religiosas, […] personagens com muito destaque, pastores midiáticos, personagens do mundo político, Ministros de Estado ligados à fé cristã”.

A partir daí, esses conteúdos se difundem por sites gospels e portais de notícias do mundo evangélico e passam a ser repercutidos mais amplamente.

A demonização do opositor

Nos últimos meses, Paloma viu aumentar o número de cultos em que versículos da Bíblia eram tirados de contexto com o objetivo de “demonizar” o voto em Lula e “santificar” o voto em Bolsonaro: “Tentam encontrar uma forma de colocar aquilo ali dentro da palavra de Deus”.

Em um telão, mais de uma vez, Paloma assistiu nos cultos a vídeos com informações falsas sobre aborto, fechamento de igrejas, banheiros unissex, tais quais os que têm circulado nas redes sociais. “Todas essas fake news, a Igreja também coloca lá dentro”, afirmou. “Pegaram um vídeo de Lula fora de contexto, Lula dizendo que o Deus de Bolsonaro não era o mesmo Deus dele e colocaram lá na Igreja”, contou ela, que passou a ver os conteúdos também nos grupos de evangelização no WhatsApp e nos perfis de pastores nas redes sociais.

Magali Cunha explicou ao Yahoo! Notícias que essa demonização de candidatos é utilizada, sobretudo, por mexer com as crenças e com a fé dos eleitores. “Isso tem um efeito muito profundo porque as pessoas, há muitos anos nas igrejas, em especial as evangélicas, assimilam muito conteúdo associado à cultura gospel do inimigo, das músicas que falam de guerra espiritual, de combate ao inimigo, e agora os inimigos ganham nome nas eleições, […] então vai ser um partido político, vai ser um candidato, tudo isso personificado nessas mentiras que circulam”, detalhou.

Paloma viu a situação ficar insustentável após perceber que a política não saía da pauta das celebrações, o que a fez se sentir “praticamente expulsa” de sua igreja. Mesmo frequentando hoje outra denominação onde não se fala sobre o assunto, ela sente saudades de como as coisas eram: “O que mais me dói mesmo é que eu sinto falta da igreja, de como era antes. Dos trabalhos sociais, dos momentos bons que eu passei lá dentro. Eu cheguei doente na igreja, fui curada. Eu me sinto desamparada hoje”, compartilhou. “Foram anos e anos naquele lugar e de repente você não tem mais. E não tem mais como, eu não tenho mais cara para ir. É muito difícil, é um sequestro da fé”, lamentou.

Da pressão ao afastamento

A irmã de Paloma, Maria Gomes, 37, há pouco mais de 15 dias deixou a Igreja Batista da Lagoinha, que já frequentava há dois anos em Mossoró (RN). Assim como sua irmã, Maria se sentiu constrangida com a pressão sobre o voto.

A Igreja Batista da Lagoinha tem unidades nos Estados Unidos e Canadá comandadas por André Valadão, que, na quarta-feira passada (19), publicou um vídeo mentindo sobre ter recebido uma intimação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinando que ele se retratasse a respeito de mentiras contadas sobre Lula.

Ao resgatar o período anterior às eleições, Maria contou que “era normal, não se falava de política”. Antes do primeiro turno, porém, os cultos passaram a falar sobre política. Segundo ela, “induzindo a gente a votar em Bolsonaro”.

Vinicius considera que esse aumento, especialmente quando comparado com outras campanhas eleitorais, se deve à maior relação de algumas lideranças das principais denominações pentecostais com Jair Bolsonaro. “O conjunto dessas coisas faz com que a gente tenha uma campanha com uma importante é muito forte dos temas religiosos e uma procura muito grande por esses evangélicos que vêm mostrando uma relação muito próxima com o bolsonarismo”, avaliou.

Certa vez um pastor usou o púlpito para falar sobre a suposta ideologia de gênero, contou Maria: “Disse que o PT tinha mais de 70 ideologias de gêneros”. Nesse momento, ela sentiu raiva e quis se levantar, mas acabou ficando até o final. No dia seguinte, Maria voltou à igreja, apenas para cuidar das crianças com as quais fazia atividades, e, então, parou de frequentar a denominação.

O Yahoo! Notícias solicitou esclarecimentos a Igreja Universal do Reino de Deus, que afirmou que “nenhum fato semelhante a esses” ocorreu em seus templos em Mossoró (RN). Já a Igreja Batista da Lagoinha, citada nesta reportagem, não retornou até a publicação desta matéria. O texto será atualizado caso algum posicionamento seja encaminhado.

Contra a instrumentalização da fé

“Em 2018, a gente percebeu claramente a força das fake news, mas não havia essa interferência direta no voto das pessoas”, observou Valéria Zacarias, coordenadora nacional da Frente de Evangélicos. Hoje, porém, “a gente percebe que pastores comprometidos com o Bolsonaro, não são todos os pastores, […] começaram a entrar em uma rota de colisão e de opressão”, completou.

Desde 2016, a Frente atua no campo da política e dos direitos humanos, contra a instrumentalização da igreja e da fé evangélica. Dentre as diversas frentes de atuação nas eleições, Valéria explicou que o grupo também atua no combate às fake news: “A gente tem um programa de rádio, que passa em quase 40 estações do país. Nesse programa, a gente tem um quadro para desmontar fake news”.

Magali defende que os conteúdos informativos devem trabalhar com uma linguagem específica dos grupos religiosos, assim como faz o Coletivo Bereia, o qual ela integra. Isso porque isso possibilita que o conteúdo atinja o público-alvo. Além disso, ela identifica como essencial trabalhar com um processo educativo, que alcance essas comunidades e que possa explicar o que são fake news.

Em outra linha de atuação, a Frente de Evangélicos também conta com um observatório de crimes eleitorais em igrejas, criado em parceria com o Pacto pela Democracia. O observatório recebe as denúncias de fiéis e, com o apoio de um escritório de advocacia, as encaminha para o TSE. Em igrejas, é proibido qualquer tipo de campanha eleitoral, conforme a Lei das Eleições, nº 9.504, de 1997.

Valéria afirmou que o grupo recebe casos de lideranças religiosas usando o púlpito para disseminar fake news, mas que há também pastores que denunciam a perseguição de suas denominações. O grupo também recebe e encaminha essas denúncias.

O Yahoo! Notícias questionou a assessoria de imprensa do TSE sobre as medidas que o Tribunal vem tomando para combater a disseminação de fake news em espaços religiosos, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.

Fake news a contragosto

No interior de São Paulo, João*, evangélico há mais de 20 anos, frequenta uma Igreja Batista onde não se fala sobre política. Para evitar problemas, o grupo de WhatsApp era bloqueado e apenas administradores poderiam enviar mensagens: “Ele era basicamente um grupo de avisos, […] justamente porque, no passado, a gente já teve problemas com o envio de muita mensagem muito duvidosa”.

Na pandemia, porém, o cenário mudou. O grupo de Whatsapp que era fechado, foi aberto para que as pessoas pudessem trocar apoio. O pastor da igreja de João – que também é servidor da Justiça Eleitoral – não entra em questões políticas e desincentiva os fiéis a tratarem sobre isso no grupo da igreja. Os pedidos reiterados, contudo, não evitaram situações de mal-estar: “Várias vezes durante este ano houve atos falhos, principalmente por parte dos mais idosos, que eu acho que, como eles fazem disparo de mensagens em massa, em grupos de transmissão, eles também acabam mandando para a igreja por engano”.

Além de vídeos com falsos argumentos sobre fraude nas urnas, João classificou alguns dos conteúdos enviados como “muito ofensivos”. Ele se recorda de um que dizia: “Ah, agora eu quero ver o que essa cambada de vagabundo vai fazer com os nossos votos”. Houve, até mesmo, mensagens falando sobre prender servidores da Justiça Eleitoral. “Isso gerava constrangimentos óbvios, porque o pastor dessas pessoas era um desses que eles estavam xingando”, constatou.

João acredita que mesmo em sua igreja, onde não há pressão política para votar em determinado candidato, “as pessoas estão, de alguma forma, enfiadas em bolhas cristãs bolsonaristas em geral”.

O fim do diálogo

Ana* compartilhou que há mais de 30 anos frequenta uma Igreja Batista em Paulo Afonso (BA). Embora nenhum pastor tenha abordado questões políticas diretamente, ela se incomoda com o comportamento de membros e obreiros. Diariamente, Ana recebe mensagens privadas em seu WhatsApp com conteúdos associando a esquerda ao satanismo, ao fechamento de igrejas e a banheiros unissex para crianças.

Nas últimas eleições, ela lembra de ter recebido fake news, “mas de forma moderada”. Em 2022, sente que, ao rebater qualquer informação, sua fé é questionada: “É colocar em xeque a sua fé, no que você crê. E te induzindo a mudar de voto, mudar o que você pensa”, queixou-se.

Para ela, qualquer mensagem deve ser conferida, independentemente de quem a envie: “pode ser do meu grupo de igreja, pode ser do meu marido, pode ser dos meus filhos, eu vou lá e pesquiso a fonte para ver se realmente isso acontece”. Esse senso crítico não a deixou se enganar pelas fake news que tem recebido de companheiros da igreja. Ao rebater as informações falsas, porém, ela passou a ser vista de maneira diferente.

Essa impossibilidade de se contrapor incomodou Ana. “Você não pode hoje mais dizer o que tá certo, o que tá errado. Você não pode ter voz. Você, muitas vezes, tem que silenciar para não arrumar confusão. Isso começou a me preocupar”.

Ela defende o diálogo e a democracia com base no que aprendeu em sua vida espiritual:

“Cristo é minha referência de amor […] quando ele esteve aqui, ele acolheu, ele pôde sentar, ouvir, dialogar, acolher as pessoas e deixar que as pessoas tomassem a decisão. Ele não forçou a nada, ele fez refletir”. “A gente tem que ir atrás desse espírito de comunhão, de democracia, de liberdade”, concluiu.

Como denunciar assédio e perseguição nas igrejas?

É possível relatar o assédio eleitoral diretamente ao TSE por meio do aplicativo Pardal disponível para em aparelhos Andoid ou IOS. As denúncias também podem ser acompanhadas online, sem a necessidade de baixar qualquer aplicativo.

Já a Frente de Evangélicos, recebe denúncias por meio de seu WhatsApp. Os contatos tanto para fiéis quanto para pastores são disponibilizados em suas redes sociais.

*Nomes alterados a pedido dos entrevistados

Fonte: Yahoo! Notícias – Camila Xavier

57% dos eleitores evangélicos de Bolsonaro acham que Lula vai fechar igrejas

Fake News
Fake News (notícia falsa)

A desinformação de cunho religioso tem sido uma aposta de grupos políticos nestas eleições. Em janeiro deste ano, a pesquisadora Magali Cunha antecipou que a perseguição religiosa seria uma pauta relevante durante a campanha eleitoral e, na semana das eleições, uma pesquisa Genial/Quest mostrou que 34% dos eleitores evangélicos e 14% dos católicos acreditam na informação falsa que “Lula pretende fechar igrejas”.

Os pesquisadores fizeram a sondagem entre eleitores declarados de Bolsonaro, Lula, outros candidatos e indecisos. Dentro do universo dos entrevistados evangélicos e que declararam voto em Bolsonaro, 57% deles dizem ser verdade a afirmação “Lula pretende fechar igrejas”.

O número cai para menos da metade entre os eleitores de outros candidatos, 25% deles creem na desinformação. Entre os eleitores de Lula, apenas 4% acreditam na afirmação e entre os indecisos 22% acham que é verdade que ex-presidente vai fechar igrejas.

“Este tema da perseguição religiosa afeta profundamente as pessoas porque foge da pauta mais racional ligada à sobrevivência. É ligada ao imaginário de resistência dos cristãos e remonta a um período distante da história”, afirma Magali Cunha, doutora em Ciências da Comunicação e editora geral do coletivo Bereia.

Segundo ela, esta fakenews foi usada pelo ex-presidente Fernando Collor na campanha de 1989 contra Lula, que representaria o comunismo que fecharia igrejas. Depois da ascensão do PT ao poder, o tema desapareceu dando lugar à pauta moral, que foi crucial nas eleições de 2018. Em 2020, segundo Cunha, a desinformação sobre fechamento de igrejas foi trazida para as eleições municipais e se fortaleceu ainda mais neste pleito de 2022.

“O impacto desta desinformação é maior na base fiel ao atual presidente porque há uma liderança nas grandes corporações religiosas e também influenciadores digitais que estão com este discurso desde o ano passado. Usam este viés da liberdade religiosa e sabem construir esta abordagem”, analisa Magali Cunha.

A pesquisa do Ganiel/Quest também questionou os entrevistados sobre a afirmação “Bolsonaro pretende intervir no STF”. No geral, 28% responderam acreditar na afirmação, não havendo grande diferença no recorte religioso: 28% dos católicos, 27% dos evangélicos e 32% das pessoas com outra religião ou sem religião classificaram a questão como “verdade”. Entre os evangélicos especificamente, 36% dos que declararam voto em Lula acreditam na intervenção.

Fonte: Desinformante

Terceira temporada de “The Chosen” estreia em novembro nos cinemas dos EUA

“The Chosen” é uma série baseada no relato bíblico do evangelho de Jesus Cristo. (Foto: Divulgação”.
“The Chosen” é uma série baseada no relato bíblico do evangelho de Jesus Cristo. (Foto: Divulgação”.

A terceira temporada da série cristã “The Chosen” vai estrear nos cinemas em 18 de novembro. Os dois primeiros episódios da nova temporada serão lançados em mais de 2 mil salas nos Estados Unidos e em países de língua inglesa.

“O tema da terceira temporada é ‘Venham a mim, todos vocês que estão cansados ​​e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso’”, adiantou o diretor Dallas Jenkins.

“A fase de lua de mel acabou, agora todos os personagens têm que lidar com os custos e confusões ocasionais de seguir o Messias”.

“The Chosen” será exibido pelo menos 10 vezes por cinema durante cinco dias, no Reino Unido, Irlanda, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, além dos EUA. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

Após atrasos devido à condições de tempo, pandemia e construção do estúdio de gravação, as filmagens da terceira temporada foram concluídas em setembro.

O trailer da nova temporada foi divulgado na última segunda-feira (17) e alcançou o top 1 do YouTube de vídeos mais vistos, por dois dias.

Enredo da 3ª temporada

Dallas Jenkins deu uma prévia do que o público pode esperar da terceira temporada de “The Chosen”, em entrevista anterior ao Eternity News.

A próxima temporada continuará mostrando a crescente fama de Jesus, mas agora com a popularidade do Messias começando a perturbar algumas pessoas.

“Agora que as multidões o seguem, as multidões estão vindo para Cafarnaum, onde vivem Jesus e alguns dos discípulos, e isso está começando a perturbar muito a construção social e governamental”, explica Jenkins.

“Os romanos estão começando a se envolver e a dizer: ‘Tudo bem, isso está começando a ficar um pouco fora de controle’. Os fariseus estão ficando ainda mais chateados”.

O diretor também revelou que a série continuará mostrando a luta pessoal dos discípulos em dedicar sua vida para Cristo, como os altos e baixos do casamento de Pedro e Eden. Além disso, os escolhidos começaram a proclamar o Evangelho.

“Nos evangelhos está escrito que os discípulos saem dois a dois, e eles começam a se juntar ao ministério e curar pessoas e expulsar demônios. E então, é claro, temos algumas das grandes e famosas histórias e milagres que introduziremos lá também”, acrescenta Dallas.

O diretor concluiu que a terceira temporada “é apenas mais de ‘Isso está crescendo!’ Isso está ficando maior agora; todo mundo sabe disso agora. Eles estão vindo para ouvir mais, e isso não deixa todo mundo feliz”.

Uma réplica em tamanho real da cidade bíblica de Cafarnaum foi construída no Texas para as gravações da terceira temporada.

Fenômeno mundial

Com mais de 420 milhões de visualizações em todo o mundo, “The Chosen” se tornou a maior série de TV produzida de forma independente com financiamento coletivo.

A produção baseada nos evangelhos de Jesus já foi traduzida para 62 idiomas e elogiada por críticos e fãs devido a precisão bíblica e drama emocionante.

“The Chosen passou de um projeto experimental para um fenômeno mundial e os fãs têm grandes expectativas para o próximo capítulo”, afirmou o diretor de conteúdo da Angel Studios, Jeffrey Harmon.

A produção é independente e pode ser assistida gratuitamente através do aplicativo da própria série.

Fonte; Guia-me com informações de Religion News Service

TV de R.R. Soares é acusada de assédio eleitoral para favorecer Bolsonaro

Presidente Jair Bolsonaro entre o missionário R. R. Soares e seu filho, o deputado federal David Soares, em cerimônia de celebração de 40 anos da Igreja Internacional da Graça de Deus (Foto: Carolina Antunes/PR)
Presidente Jair Bolsonaro entre o missionário R. R. Soares e seu filho, o deputado federal David Soares, em cerimônia de celebração de 40 anos da Igreja Internacional da Graça de Deus (Foto: Carolina Antunes/PR)

Funcionários da RIT (Rede Internacional de Televisão), emissora a serviço do missionário R.R. Soares, dizem ter recebido orientações para favorecer o governo de Jair Bolsonaro (PL) na programação. As informações são da Folha de S. Paulo.

Afirmam ainda os funcionários, escutar que, se Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhar o pleito, correm sério risco de ficar sem emprego. Seus superiores, segundo eles, usam a fake news de que o petista teria planos de fechar igrejas para justificar a possível demissão em massa. O canal é ligado à Igreja Internacional da Graça de Deus.

As denúncias chegaram ao Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e foram encaminhadas ao Ministério Público Eleitoral.

Um funcionário disse que existem orientações para dar roupagem positiva a notícias potencialmente danosas ao presidente, que tenta se reeleger com apoio de R.R. Soares e praticamente toda a liderança evangélica graúda do Brasil.

Por exemplo: os jornalistas não poderiam dizer que a gasolina aumentou pela décima vez seguida ou que a inflação está nas alturas. A informação teria que ser embalada para minimizar danos eleitorais, afirmam eles. Melhor falar que o preço da gasolina subiu após ficar três meses em estabilidade ou que a inflação desacelerou nos últimos dias, e a queda foi percebida no leite, no óleo e no arroz.

A procuradora regional do Trabalho Adriane Reis de Araújo, da Coordigualdade (Coordenadoria de Promoção da Igualdade no Trabalho), diz que a ameaça velada de desemprego caso um candidato ganhe configura assédio eleitoral.

Com sede em São Paulo, a RIT funciona como uma concessão pública concedida a partir de Dourados (MS). Em seu site, apresenta-se como uma emissora “totalmente baseada em valores cristãos”, que “sempre direcionou sua grade de programação para boas notícias através de seu núcleo jornalístico”. Segundo o mesmo texto, ela está disponível em 289 canais abertos pelo país, em operadoras de TV por assinatura e por streaming na internet.

Família e política

A família do missionário é representada pelos filhos David Soares e Marcos Soares, eleitos deputados federais pelos diretórios de São Paulo e Rio do União Brasil.

Em 2021, David, que já é parlamentar, apresentou a emenda que concedeu anistia em tributos devidos por igrejas, uma dívida bilionária. Dados da Procuradoria-Geral da Fazenda mostravam na época que a Igreja da Graça devia cerca de R$ 160 milhões.

A equipe econômica do governo havia recomendado barrar o perdão tributário. Bolsonaro afirmou, na ocasião, que era obrigado a dar o veto presidencial à proposta, pois caso contrário poderia sofrer um impeachment por desrespeitar as leis de Diretrizes Orçamentárias e Responsabilidade Fiscal. Num aceno a aliados evangélicos, ele próprio, contudo, estimulou o Congresso a derrubar seu veto, o que acabou sendo feito.

R.R. Soares é aliado de Bolsonaro e também já recepcionou, em culto, o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos), que disputa o governo de São Paulo.

Em setembro uma reportagem mostrou que a FIC (Fundação Internacional de Comunicação, braço midiático da igreja de R.R. Soares) é alvo de ação proposta pelo Ministério Público do Trabalho, que traz acusações de violência psicológica, discriminação por idade, gênero, raça e orientação sexual, imposição de padrões de beleza a funcionárias e diversas outras infrações trabalhistas.

Fonte: Folha de S. Paulo

Extremistas islâmicos matam 15 cristãos na Nigéria

Cristãos na Nigéria (Foto: Portas Abertas)
Cristãos na Nigéria (Foto: Portas Abertas)

Extremistas Fulani e outros terroristas mataram dois cristãos no centro-norte da Nigéria na sexta-feira (21 de outubro) depois de matar 13 outros em dois ataques anteriores, disseram fontes.

Os agressores atacaram a vila de Gidan Ityotyev, condado de Obi, matando Moses Saaku e Aondofa Saaku e ferindo uma mulher cristã, todos membros da Igreja Cristã Reformada Universal (NKST na Nigéria), disse o líder da comunidade local Ukpuu Abaa em mensagem para Morning Star News.

“Uma mulher cristã chamada Kwaghdoo Saaku ficou ferida quando os extremistas cortaram um de seus seios”, disse Abaa. “Os pastores durante a invasão de nossa aldeia atiraram aleatoriamente em nosso povo que estava dormindo em suas casas.”

Na vila predominantemente cristã de Gidan Sule, no condado de Keana, na noite de 8 de outubro, os terroristas mataram 10 cristãos, deslocando centenas de outros, disse Peter Ahemba, presidente da Tiv Development Association. A maioria dos cristãos mortos eram mulheres, crianças e idosos que não conseguiram escapar do ataque, disse ele em uma mensagem de texto.

“Dez cadáveres de cristãos mortos durante o ataque à comunidade de Gidan Sule foram encontrados na manhã de domingo, 9 de outubro, por sobreviventes da comunidade”, disse Ahemba. “Os agressores, que acreditamos fortemente serem extremistas Fulani e terroristas, atiraram esporadicamente em cristãos que dormiam em suas casas”.

Ahemba teria dito que os agressores provavelmente foram mobilizados também para deslocar cristãos de etnia Tiv antes das eleições gerais na Nigéria em fevereiro.

O massacre ocorreu após um ataque semelhante na semana anterior na vila de Antsa, no distrito de Kwara, no condado de Keana, onde três cristãos foram mortos, disse ele.

A Nigéria liderou o mundo em cristãos mortos por sua fé no ano passado (1º de outubro de 2020 a 30 de setembro de 2021) em 4.650, acima dos 3.530 do ano anterior, de acordo com o relatório da Lista Mundial da Perseguição da Portas Abertas. O número de cristãos sequestrados também foi maior na Nigéria, com mais de 2.500, acima dos 990 do ano anterior, de acordo com o relatório.

A Nigéria ficou atrás apenas da China no número de igrejas atacadas, com 470 casos, segundo o relatório.

Na Lista Mundial da Perseguição de 2022, dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria saltou do 9º lugar no ano anterior para o sétimo lugar, sua classificação mais alta de todos os tempos.

Folha Gospel com informações de Mornig Star News

“Comemorar o Halloween é trair Jesus”, diz ex-satanista

John Ramirez é um cristão ex-satanista
John Ramirez é um cristão ex-satanista

Para o ex-satanista John Ramirez celebrar o Halloween é o mesmo que trair Jesus: “Os cristãos não veem os satanistas indo à igreja”.

Atualmente, Ramirez que é de Porto Rico, atua na Igreja como evangelista, em Nova York e também é autor de livros. Mas, no passado esteve muito envolvido com ocultismo e satanismo.

Agora ele se empenha em alertar os cristãos para que não se envolvam em eventos que podem abrir a porta para as forças das trevas.

Embora muitas comemorações sejam atraentes e até pareçam inocentes, elas são perigosas, explica Ramirez ao revelar que foi possuído por demônios por mais de 20 anos.

Agora ele leva a sério a missão de “expor a escuridão”. Quando era satanista, disse que seu foco era atacar Jesus Cristo e o cristianismo, não outras religiões.

“Ninguém tem como alvo Buda ou Maomé, porque budismo ou o islamismo não são religiões vistas como uma ameaça ao ocultismo ou às práticas da Nova Era”, explicou.

“O diabo não está perseguindo essas coisas porque elas estão em seu quintal de qualquer maneira”, disse durante uma entrevista ao Christian Post, onde fez uma citação de Anton Lavey, fundador da Igreja de Satanás.

“Ele diz em suas próprias palavras: ‘Quero agradecer a todos os pais cristãos que permitem que seus filhos celebrem o diabo, numa noite do ano’ — que é o Halloween”, advertiu Ramirez.

De acordo com o evangelista, o diabo agradece aos pais cristãos por vestirem seus filhos, mudar sua identidade e fazer esse sacrifício espiritual.

Guerra espiritual

Ramirez tem sido reconhecido como um cristão que trabalha para expor os esquemas do inimigo. “O diabo está trabalhando e espreitando nas sombras, visando os cristãos. Há guerra espiritual”, enfatizou.

Aos 8 anos de idade, Ramirez já frequentava cultos satânicos. Introduzido ao ocultismo pela família de seu pai, ele aprofundou-se nessas práticas até se especializar em feitiços, maldições e projeção astral.

Hoje, ao lado dos cristãos, ele alerta sobre a importância do discernimento e diz que é preciso estar equipado de conhecimento bíblico para entender que o diabo é real.

“Muitas pessoas que seguem a Cristo não parecem levar a sério a guerra espiritual, e isso é preocupante. Jesus nunca encarou o diabo de forma suave como vemos nas Escrituras, Ele o confrontou”, mencionou.

“Toda vez que Jesus confrontou o diabo, seja no deserto ou por meio de Pedro, ele disse: ‘Para trás de mim, Satanás’. Então, por que não podemos seguir os passos de Jesus?”, questionou.

‘Comemorar o Halloween é trair Jesus’

No passado, quando Ramirez era ativo no mundo da bruxaria, ele disse que “sabia que os cristãos eram espiritualmente anêmicos”.

“Eu sabia que eles tinham a unção, a autoridade e o poder para destruir o reino das trevas, mas eles não sabiam como usá-lo. Eles não sabiam executar. Eles podem vencer uma luta, mas não conquistam nada”, observou.

“Essa é a informação mais triste sobre os cristãos em geral. Não há nada de errado com Jesus porque Jesus é todo poderoso, não confunda isso. Estamos falando sobre os vasos na igreja, sobre as pessoas”, continuou.

“Precisamos colocar o diabo em seu lugar”, disse também ao citar sobre luta que os cristãos devem travar contra os demônios e suas enfermidades, sobre os tipos de escravidão em nossas casas e famílias.

Após lamentar as estatísticas que mostram a alta taxa de divórcio entre os casais cristãos, ele reforçou para que a Igreja não se envolva com o Halloween e que não tenham um “caso de uma noite”.

“Comemorar o Halloween é semelhante a passar uma noite na cama com o diabo. Para mim isso é como trair Jesus. Mas Jesus nunca nos traiu”, continuou.

Do satanismo ao cristianismo

Durante os 25 anos de Ramirez no satanismo, ele foi aclamado como o “guardião das trevas” por outros satanistas de alto escalão. Porém, em 1999, ele teve um encontro com a morte, durante um sono profundo.

Ele conta que “foi para o inferno” e descreve o medo que sentiu. “Deus me encontrou lá e quando voltei decidi entregar minha vida a Jesus”, disse.

Mas, sua transição do ocultismo para o cristianismo foi uma experiência muito difícil. Primeiro ele se desfez de todas as estátuas e símbolos satânicos, avaliados em cerca de 100 mil dólares (equivalente a 530 mil reais).

Ramirez foi atormentado pelos demônios durante 30 dias: “Eles [os satanistas] dizem que se abandonarmos o diabo pagaremos o preço, que algo vai acontecer com você, que haverá punição porque eles querem manter as pessoas em cativeiro”.

“Eu passei por 30 dias de tormento. Eu dormia durante o dia e os demônios vinham à noite. Havia satanistas fazendo feitiçaria contra mim de Nova York, Miami, Haiti e Cuba, na tentativa de me destruir”, compartilhou.

“Os demônios me sufocavam e eu não podia gritar: ‘Jesus’. Sentia como se estivesse paralisado. Dava para ver minha cama afundar, mas não havia ninguém lá e o clima ficava muito gelado”, descreveu.

Segundo o evangelista, Deus permitiu isso como um teste da nova fé, já que ele havia passado muito anos servindo ao inimigo. Depois dos 30 dias, tudo acabou e ele perguntou: “Por que isso aconteceu? Por que Jesus permitiu?”

“No final, o Senhor respondeu: ‘Eu queria ver o quanto você confia em mim e o quanto você me ama. Eles nunca mais tocarão em você”, lembrou.

“E eles nunca mais apareceram porque agora Jesus é o Senhor da minha vida. Seja um vencedor e deixe Jesus Cristo orgulhoso por ter escolhido você para a batalha”, ele concluiu.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Igreja Presbiteriana dos EUA adiciona categoria “não binário” para membros

Placa em frente a Primeira Igreja Presbiteriana na cidade de Joplin, no estado de Missouri, nos EUA
Placa em frente a Primeira Igreja Presbiteriana na cidade de Joplin, no estado de Missouri, nos EUA

O escritório da Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA), anunciou, recentemente, que vai adicionar a categoria “não-binário/genderqueer”, além das categorias tradicionais de homens e mulheres, para o registro de seus membros, conforme um comunicado de imprensa.

A PCUSA, que é a maior denominação presbiteriana no país, explicou na terça-feira (25), que está passando por uma série de mudanças, conforme o Fox News.

Entre elas, está a forma como registra o número de congregações e estatísticas de membros na denominação. “Tais mudanças são necessárias porque se queremos ser inclusivos, devemos estar cientes de quem faz parte da igreja”, explicou Kris Valerius, que atua como gerente das funções e estatísticas denominacionais.

“Teremos as mesmas categorias, só não vamos mais defini-las, o que pode incomodar algumas pessoas”, disse Valerius.

“Por exemplo, sempre perguntamos quantos membros femininos existem na igreja. Agora estamos perguntando quantos homens, mulheres e membros não-binários/queer existem”, explicou melhor.

“Nunca fizemos essa pergunta, então não sabemos quantas pessoas vão responder”, continuou.

A PCUSA também informou que está removendo as definições das seções étnicas e raciais. Além disso, vai adicionar uma seção para rastrear quantos membros estão dentro da faixa etária entre 17 ou 18 anos e não vai mais rastrear quantos estão recebendo educação cristã formal.

Embora ainda seja a maior denominação presbiteriana nos EUA, com 1,1 milhão de membros ativos e 8.813 membros de congregações, a PCUSA tem sofrido uma perda no número de igrejas e membros, nos últimos anos.

Ao apontar para aqueles que estão abandonando a igreja, a PCUSA informou que o número é grande — no início deste ano, foi feito um balanço e houve uma perda de cerca de 51 mil membros em 2021.

Sobre a postura

A Igreja Presbiteriana nos EUA é conhecida por sua postura liberal na doutrina e ordenação de mulheres e membros da comunidade LGBT, como presbíteros e ministros.

Além disso, a PCUSA apoia o feminismo evangélico, a prática de casamentos entre pessoas do mesmo sexo e acolhe gays e lésbicas praticantes para servir em posições de liderança como ministros, diáconos e presbíteros.

Fonte: Guia-me com informações de Fox News

Pastor diz que fiéis que votarem em Lula não serão bem-vindos na igreja

Pastor Valmir Rosa Dias, presidente da Nação Madureira de Xinguara (Cadex), no Pará
Pastor Valmir Rosa Dias, presidente da Nação Madureira de Xinguara (Cadex), no Pará

O pastor Valmir Rosa Dias, presidente da Nação Madureira de Xinguara (Cadex), no Pará, declarou que os fiéis que votarem no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não serão bem-vindos na igreja. As declarações aconteceram durante o “culto do ensino” no dia 18 de outubro.

Durante a celebração, o religioso pediu que os fiéis que participavam do culto gravassem um vídeo afirmando “Cadex é Bolsonaro e dia 30 é 22”. As informações são do Metrópoles.

Segundo um dos fiéis ouvidos pelo Metrópoles, os pastores da instituição não aceitam que outros religiosos apoiem o ex-presidente Lula e que aqueles que votam no PT não condizem com os pilares defendidos pela Bíblia.

“Desde o primeiro turno, eles fazem isso na Santa Ceia. Sempre tem essa conversa que a igreja não tem espaço para esquerdista”, declarou.

“Uma manifestação da esquerda, do povo do cabelão arrupiado, do brincão, das tatuagens, dos shortinhos no meio da polpa. Um trem esquisito. Uma mulher dos 37 para os 40 anos, uma bitelona, no meio do povo, no meio das câmeras, deu uma mijada daquelas de escorrer. Irmãos, isso é falta de vergonha, isso é falta de Deus na vida”, afirmou o pastor Valmir durante o culto.

“Eu me encabulo em saber que tem pastor que apoia esse tipo de gente, tem crente dentro da igreja que apoia esse tipo de gente, tem obreiro que apoia um tipo de gente desse. Misericórdia!”, acrescentou o pastor presidente da Cadex.

Em outro momento da mesma celebração, o pastor afirma “se eu souber que tem um dirigente de congregação da família Cadex que é esquerdista, se tu souber me avisa. Se eu souber, é sabendo hoje, é amanhã, ou hoje mesmo, a posse do novo dirigente lá. Não fica, porque esse tal não tem Deus”.

Os pastores da Nação Madureira de Xinguara foram procurados, mas decidiram não se pronunciar sobre o caso.

Veja partes do culto:

Fonte: Metrópoles

Thalles Roberto convida crianças para novo DVD pela Sony Music

Thalles Roberto em entrevista à distância, com Douglas Gonçalves. (Foto: Reprodução/YouTube)
Thalles Roberto em entrevista à distância, com Douglas Gonçalves. (Foto: Reprodução/YouTube)

Thalles Roberto mais uma vez surpreenderá seu público com novo DVD pela Sony Music. O cantor gravará seu próximo projeto, o “Deixa Vir”, acompanhado por crianças musicistas. Se você pensou que este lançamento de Thalles seria um DVD infantil, se enganou.

Será para todos os que curtem a sonoridade e conteúdo que o artista imprime em seus trabalhos, mas com crianças assumindo a banda. E para convidá-las, Thalles enviou um convite pessoal para cada uma delas.

A primeira a ser convidada foi Aninha. A baixista é de Goiânia (GO) tem 14 anos e já carrega grande experiência. “Grande grooveira” disse Thalles no vídeo-convite. E com apenas 10 anos, o Lu do Vick vai entregar tudo na guitarra. Ele, que é de Campinas (SP), ficou até sem palavras ao ver o vídeo. A batera ficará por conta do pequeno Arthurzinho.

Ele só tem oito anos e é de Manaus, mas apesar da pouca idade, domina o instrumento como gente grande. E para fechar esse time, o cantor escolheu o tecladista Isaque Marins, que tem 10 anos e é do Rio de Janeiro.

Muitas Surpresas

O projeto “Deixa Vir” ainda contará com a participação do Rapper Victin e da cantora Isadora Pompeo. Os filhos de Thalles Roberto também comparecerão cantando. A produção musical ficará por conta de Dan Top e a direção geral é assinada por Alex Passos. “A intenção desse projeto é inspirar as crianças à música e por isso será gravado no Circo do Patatí e Patatá”, conta Passos que já assinou projetos de artistas como André Valadão, Fernandinho e Diante do Trono.

O DVD “Deixa Vir” terá 10 canções, algumas serão regravações. De todo o projeto, seis músicas serão inéditas e terá um medley especial com sete músicas de adoração. Apenas uma música será infantil e contará com a participação da dupla Patati e Patatá. A data marcada para o evento de gravação foi o dia 7 de dezembro, no Circo do Patati e Patatá, Arena Tatuapé, que fica localizado em São Paulo.

Seu filho na Gravação do Thalles Roberto

Se você também curtiu muito essa novidade e quer ver seu filho cantando com o Thalles Roberto em seu novo DVD, corre que dá tempo dele participar. É que o cantor vai selecionar quatro novas crianças (de até 12 anos) para fazer parte do time vocal do projeto e para concorrer a vaga é bem simples.

Primeiro, ele tem que cantar super bem. Então, é só você publicar no Instagram um vídeo do seu filho cantando. Na legenda do vídeo é preciso ter informações como nome e cidade. Além disso, precisa ter a hashtag #cantandocomthalles. E então? Vamos participar? Para mais informações, não deixe de acessar a conta oficial do cantor no Instagram.

Fonte: Comunhão

Pastor e deputados eleitos são multados por pedido de votos em igreja no AM

Martelo da Justiça
Martelo da Justiça

A Justiça Eleitoral condenou o deputado federal reeleito e pastor, Silas Câmara (Republicanos-AM), o deputado estadual eleito Dan Câmara (PSC-AM), o vereador Joelson Silva (Patriota-AM) e o pastor e vice-presidente da Igreja Assembleia de Deus no Amazonas (Ieadam), Moisés de Melo e Silva, ao pagamento de R$ 15 mil em multa por propaganda eleitoral antecipada.

Os quatro foram processados pelo Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) depois que o pastor Moisés de Melo e Silva fez pedidos de votos em benefício dos demais, durante um culto religioso no auditório da Igreja Canaã, em Manaus, em 23 de abril deste ano.

À época, Silas Câmara era pré-candidato à reeleição a deputado federal; Dan Câmara e Joelson Silva, a deputado estadual. Os três participaram do ato no palco ao lado do líder religioso, na presença de grande público. A propaganda eleitoral só é permitida após o dia 15 de agosto do ano da eleição.

Na representação apresentada à Justiça Eleitoral, o MP Eleitoral apontou que houve pedido explícito de votos em, pelo menos, cinco oportunidades, caracterizado por meio das seguintes expressões: “todos nós vamos trabalhar pelo deputado Silas”; “para fazer (eleger) o Dan junto com o nosso Deputado Silas”; “para fazer com que o Dan chegue lá! Para que o deputado Silas, chegue o nosso Joelson”; “nós conseguimos dar oitenta mil votos ou até mais. Os homens creem assim, amém?”; “nós vamos fazer com que o deputado Silas volte ao Congresso e os nossos Dan e Joelson cheguem a Assembleia Legislativa”.

No pleito deste ano, Silas Câmara foi reeleito com 125.068 votos. Dan Câmara teve 21.770 votos para deputado estadual e foi eleito. Já o vereador Joelson Silva também concorreu a vaga de deputado estadual, mas não se elegeu. Teve um total de 26.202 votos.

Recursos

O pastor, os deputados e o vereador apresentaram recursos à Justiça Eleitoral alegando que não há provas da propaganda irregular antecipada realizada no culto na Igreja Canaã e que a multa foi estabelecida em valor elevado.

Nas contrarrazões apresentadas aos recursos, o MP Eleitoral reforça que “a igreja é lugar onde a propaganda é vedada inclusive no período eleitoral; com maior razão, deve ser coibida quando efetuada extemporaneamente” e que as provas apresentadas confirmam a realização de propaganda eleitoral antecipada, com a utilização das ‘palavras mágicas’, como “todos nós vamos trabalhar pelo Deputado Silas” e “para fazer (eleger) o Dan junto com o nosso Deputado Silas”.

Em relação ao valor da multa, o MP Eleitoral sustenta que o valor é adequado considerando a quantidade de pessoas presentes no culto religioso quando a propaganda antecipada foi realizada.

Fonte: Amazonas Atual

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