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Pastor e cristãos de minorias étnicas são presos em Yunnan, na China

Bandeira da China (Foto: Canva pro)
Bandeira da China (Foto: Canva pro)

Neste ano, o pastor Wang Shunping, que pertence à minoria étnica Nu e outros quatro cristãos, dos povos Nu e Lisu, na China, foram detidos e acusados ​​de “organizar e financiar atividades ilegais” em forma de encontros.

O pastor Wang é muito popular na região onde vive. Ele é formado pelo Seminário Teológico de Yunnan e, supostamente, uma das razões pelas quais ele foi detido foi por ser músico e ensinar gratuitamente a alunos cristãos e não cristãos.

No final de agosto, a Igreja Cristã Reformada de Dashanli, no condado de Fugong, enviou um pedido de oração pelos cinco cristãos.

Na última sexta-feira (16), o pastor Wang foi formalmente preso. Ele permanece detido no Centro de Detenção do Condado de Fugong, na província de Nujiang .

Embora a intenção do Partido Comunista Chinês seja “erradicar o cristianismo” no país, entre os povos Lisu e Nu isso parece ser uma tarefa impossível.

Conforme o Bitter Winter, o número de cristãos é extremamente alto entre as duas minorias étnicas. Por esse motivo, a estratégia do PCC é reprimir os pastores que são mais populares e forçar as igrejas domésticas a se juntarem à Igreja das Três Autonomias.

No condado de Fugong, onde fica Nujiang Lisu, os cristãos se reúnem em igrejas domésticas para não chamar a atenção do PCC. Eles se recusam a fazer parte da Igreja das Três Autonomias — um movimento patriótico que busca controlar a religião no país.

Toda igreja registrada por esse movimento controlador passa a ser vigiada por agentes do governo e deve seguir as regras de Xi Jinping, incluindo a fiscalização dos sermões. Não há pregação que não seja antes analisada pelas autoridades.

Isso quer dizer que não há liberdade de expressão e nem de religião, pois os pastores não podem pregar exatamente conforme a Bíblia. Eles devem exaltar o governo e defender os líderes chineses, como se estivessem de acordo com eles.

‘O PCC tem uma verdadeira obsessão com a religião’

Na província de Yunnan, especificamente na região de Nujiang Lisu, 52% da população pertence às minorias étnicas Lisu e Nu. Ambas falam línguas tibeto-birmanesas. Nujiang Lisu é controlada por uma Prefeitura Autônoma.

Por lá, o “ativismo” dos departamentos de Segurança Pública e de Assuntos Religiosos realizou uma série de ataques a igrejas domésticas, conforme explica o Bitter Winter.

O Partido Comunista Chinês (PCC) tem uma verdadeira obsessão com a religião e hostilizam com violência as minorias étnicas que afirmam seus direitos.

A maioria do povo Lisu confessa o cristianismo. Não há como saber o número exato de cristãos, mas a estimativa é de 300.000 a 700.000

Já o povo Nu representa um grupo étnico bem menor, onde prevalece uma fé tradicional, mas o Evangelho chegou para eles e muitos se converteram, porém, não numa proporção tão grande quanto a do povo Lisu.

Ainda conforme o Bitter Winter, um fenômeno interessante ocorreu entre os povos Lisu e Nu, que eram tradicionalmente inimigos um do outro. Agora, em muitas igrejas cristãs, em Yunnan, pessoas de Nu e Lisu adoram a Deus juntas.

Fonte: Guia-me com informações de Bitter Winter

Padres, freiras e fiéis são sequestrados e igreja é incendiada em Camarões

Militantes islâmicos do Boko Haram deixam vilas destruídas no extremo norte de Camarões
Militantes islâmicos do Boko Haram deixam vilas destruídas no extremo norte de Camarões

Homens armados sequestraram cinco padres, uma freira e dois fiéis depois de incendiar uma igreja católica no oeste de Camarões. A região é palco de um sangrento conflito entre separatistas anglófonos e o governo do país há vários anos.

Aqueles que foram sequestrados da Igreja de Santa Maria na cidade de Nchang permaneceram desaparecidos na terça-feira, segundo a AFP citou os bispos da província eclesiástica de Bamenda ao expressarem seu “choque e horror absoluto”.

O arcebispo Andrew Nkea disse que os sequestradores não deram “nenhuma razão concreta” para o ataque da última sexta-feira.

Os bispos disseram que “condenam veementemente todos esses ataques contra a Igreja e seus ministros” e apelaram “àqueles que levaram os padres, a freira e os cristãos em Nchang para libertá-los sem mais demora”, informou a Catholic News Agency (CNA) .

“Insistimos nisso porque este ato já ultrapassou a linha vermelha e devemos dizer que ‘basta’”, acrescentaram. “Uma onda de perseguições contra a hierarquia da igreja é agora o novo jogo da ‘luta’, e todos os tipos de mensagens de ameaça são enviadas contra missionários que entregaram suas vidas para trabalhar pelo povo.”

As forças de segurança de Camarões têm lutado contra grupos rebeldes que buscam a independência das partes noroeste e sudoeste do país, também conhecidas como região anglófona, para criar um novo país, Ambazonia. O francês é falado em outras partes do país.

Cerca de dois terços da população de Camarões é cristã e muçulmana constituem cerca de 30%.

Grupos separatistas armados surgiram em 2017 depois que o governo reprimiu os protestos. O presidente de Camarões, Paul Biya, chamou os grupos de “terroristas”.

O conflito matou milhares e deslocou até 500.000 desde 2014, disse o CNA, observando que em 6 de setembro, supostos militantes separatistas abriram fogo contra um ônibus em Muyuka, matando pelo menos seis civis.

Em sua declaração, os bispos disseram que os atacantes têm cada vez mais como alvo a Igreja Católica, juntamente com as igrejas presbiteriana e batista.

Em fevereiro passado, as forças de defesa do país foram acusadas de matar pelo menos 32 pessoas, incluindo uma mulher grávida e 14 crianças, na região de língua inglesa de Camarões.

“Condenamos abertamente o assassinato de crianças, mulheres e toda a família em Ngarbuh – Ntumbaw. Denunciamos igualmente o ato ímpio de queimar uma casa de culto do PCC em Mbufung – Bali”, o Rt. Rev. Fonki Samuel Forba, moderador da Igreja Presbiteriana em Camarões, disse em um comunicado na época, de acordo com Camarões -Info.Net , que apontou para o papel das forças de defesa e segurança.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Ministério disponibiliza material gratuito sobre suicídio para líderes de adolescentes

Equipe da campanha Vem Pra Vida. (Foto: Divulgação/TeenStreetBrasil).
Equipe da campanha Vem Pra Vida. (Foto: Divulgação/TeenStreetBrasil).

suicídio entre os jovens é uma chaga complexa, preocupante e que exige respostas imediatas da sociedade. 

Entre os cristãos, o problema também não pode ser ignorado. Por isso, o Instituto TeenStreetBrasil promove a campanha “Vem Pra Vida”, com o objetivo de apoiar líderes cristãos que trabalham diretamente com adolescentes nas igrejas evangélicas a abordarem um tema tão delicado. 

A campanha, em curso durante todo o mês de setembro, já alcançou mais de 500 igrejas espalhadas pelo país.

Número de suicídio de jovens dobrou no Brasil

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que no mundo, mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio anualmente, sendo a quarta maior causa de mortes de jovens de 15 a 29 anos de idade. 

Dados compilados pela insurtech (startup do setor de seguros) Azos – a partir de cruzamento de informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com a base histórica de mortes disponibilizada pelo governo federal – apontam que, num período de cinco anos (2014 a 2019), o número de suicídios de jovens nessa faixa etária dobrou no Brasil.

“Esse assunto é muito necessário de ser falado, mas infelizmente é tão pouco abordado nas igrejas brasileiras. Queremos ajudar os pastores e líderes a iniciarem conversas sobre o tema com adolescentes e jovens. Para isso, oferecemos muitos recursos”, afirmou Thiago Mercedes, coordenador geral do Instituto TeenStreetBrasil.

“Acreditamos que enfrentando o problema, aumentaremos a relevância dos ministérios no cuidado com adolescentes, possibilitando que eles sejam auxiliados e protegidos em questões tão silenciosas como ansiedade, depressão e traumas que podem desencadear o suicídio”, explicou.

Material gratuito

Para acessar o material gratuito, basta entrar no site da campanha e preencher um rápido formulário de cadastro. 

Em seguida, você receberá o link para download do conteúdo em sua caixa de e-mail. A seguir, confira os materiais disponibilizados:

  • E-book informativo com dados de pesquisa no Brasil e informações para auxiliarem no seu ministério;
  • Material para pequeno grupo
  • Vídeos para igreja, pais e encontro com adolescentes.
  • Carta aos pais, com mitos e sinais que ajudem na jornada com o adolescente.
  • Playlist de músicas de esperança pra galera
  • 7 dias de oração para fazer com a igreja e os adolescentes.
  • Artes, camisa e muito mais.

O Instituto TeenStreetBrasil é um ministério cristão que trabalha com adolescentes há mais de dezoito anos.

Fonte: Guia-me

Filha de Billy Graham diz que os EUA estão em crise: “Nós rejeitamos a Deus”

Pastora Anne Graham Lotz, filha do evangelista Billy Graham
Pastora Anne Graham Lotz, filha do evangelista Billy Graham

A evangelista Anne Graham Lotz, filha do saudoso Billy Graham, disse durante uma reunião de cristãos, na última quinta-feira (15) que, independente da crise vivida pelos EUA, é necessário lembrar que Deus é a autoridade máxima.

A cúpula, que aconteceu entre os dias 14 a 16 de setembro, abordou temas com base na “defesa da vida”, depois que a Suprema Corte dos EUA derrubou Roe v. Wade — a lei que garantia o aborto sem restrições governamentais.

A fundadora dos ministérios AnGeL foi a oradora de destaque durante o “Pray Vote Stand Summit” do Family Research Council. O evento aconteceu na Primeira Igreja Batista de Atlanta.

Durante seu discurso, Anne que está com 74 anos, comparou os Estados Unidos à nação bíblica de Judá, ao dizer que “apesar de suas décadas de prosperidade, negligenciou agradecer a Deus por suas bênçãos”.

Ela citou Isaías 5.8 ao lembrar que Deus exaltou o profeta Isaías por condenar os cidadãos daquela nação por seus pecados. E depois lembrou que os pecados listados por Isaías ainda são os mesmos na sociedade de hoje.

Anne citou alguns, tais como tolerar o aborto, o sexo antes do casamento e a rejeição ao casamento tradicional.

“Somos uma nação como Judá, de certa forma. A nação que o ex-presidente George Washington dedicou à glória de Deus quando foi empossado pela primeira vez. E agora nós rejeitados a Deus, nos afastamos dele”, disse.

Ao dizer que acredita que a nação está vivendo uma crise, Anne compartilha a mensagem de Isaías 6 como a resposta mais adequada em tais situações: “Devemos seguir o exemplo do profeta, olhando para Deus e perguntando o que Ele quer”.

“E acredito que precisamos, como Igreja, de pessoas que se chamem pelo nome de Deus; precisamos de uma nova visão de Jesus”, disse ao citar que Isaías viu Deus sentado no Trono.

Anne perguntou às pessoas presentes na reunião, o que as levou a duvidar que Deus está no controle, ao observar os testemunhos dados por outros palestrantes sobre questões da vida cotidiana e valores familiares.

“Você está pessoalmente duvidando de que Jesus está no controle quando seu filho chega da escola e diz que mudou de gênero? Você fica se perguntando se Jesus está realmente no Trono?”, lançou as questões.

Segundo a evangelista, no ano eleitoral de 2022, há muitas pessoas disputando cargos públicos. “Mas, independentemente de um político ocupar um cargo em nível estadual ou morar na Casa Branca, Jesus é maior que todos”.

“Quando oramos, precisamos lembrar que estamos apelando para a autoridade mais alta que existe no universo. Aquele que está no comando, aquele que nos dá a sua atenção. Ele não somente está no cargo mais alto, mas Ele é exaltado”, enfatizou.

Anne lembra que “quando nos recusamos a nos arrepender de nossos pecados e não nos voltamos para Deus, então Ele nos entrega à depravação sexual”, conforme Romanos 1.26.

A evangelista seguiu o texto bíblico até o capítulo 28, onde diz que ao desprezar o conhecimento do Criador, as pessoas são entregues a pensamentos reprováveis e praticam o que não deviam.

“A América está neste último estágio, no abismo do julgamento de Deus. Ele nos entregou a nós mesmos”, relacionou.

E, ao final, Anne deixou uma mensagem de esperança, explicando que “não é tarde demais para a América se arrepender”. Ao citar João 3.16, ela lembrou a todos sobre o grande amor de Deus e da promessa de vida eterna para aqueles que crêem em Jesus.

Anne concluiu com uma oração, pedindo um avivamento na vida de todos e na nação. “Por favor, Deus, essa é a única resposta, além do seu retorno. Nós oramos, vem, Senhor Jesus. Oramos em teu nome, amém”.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Post

Marco Feliciano é acusado de promover estupros e orgias em igrejas

Marco Feliciano e a jornalista Patrícia Lélis (Foto Montagem)
Marco Feliciano e a jornalista Patrícia Lélis (Foto Montagem)

A jornalista Patrícia Lélis está acusando o deputado federal e pastor Marco Feliciano de promover estupros e orgias em suas igrejas evangélicas. Nesta segunda-feira (19/09), ela publicou uma série de tweets em que faz acusações contra Feliciano.

“Talvez eu comece a expor algumas pessoas antes do esperado. A começar por Marco Feliciano. Eu não fui a única mulher que ele estuprou e abusou, eu apenas fui a única em que o caso se tornou público. Feliciano, vamos falar sobre suas orgias durante o evento dos Gideões?”, iniciou a jornalista.

“Ou que tal se falarmos sobre sua outra vítima, a Thayline? Ou as outras mulheres que não denunciaram você por medo ou por falta de dinheiro pra pagar advogados?”, escreveu ela no Twitter.

Patrícia Lélis citou um vídeo de 11 minutos, postado na sua conta oficial do Instagram, na qual a Justiça já ordenou a retirada meses atrás. Nesse vídeo, ela traz o relato de uma pastora. Nele, Patrícia conta detalhes de sua conversa com a suposta pastora em que conta seu envolvimento com Feliciano.

Segundo Lélis, a pastora em questão, que se chama Danielli Alexandria, pregadora do Ministério Profético Novo Tempo, de São Paulo, foi cúmplice de Marco Feliciano.

Ainda no Twitter, Lélis continua o ‘exposed’ pedindo desculpas a todas as outras vítimas por começar a expor nomes e provas. “E vou arcar com as consequências jurídicas disso. Eu não sou a única. Infelizmente fui a única que denunciou e que a família pode arcar com o jurídico”, disse ela.

A jornalista também expôs uma suposta vítima recente que te procurou. Ela conta que foi perseguida por Marco Feliciano e teve que chegar ao ponto de trocar seu número de telefone. Lélis mostra prints da conversa que teve com a moça em que denuncia o pastor.

“E aí @marcofeliciano, você também vai inventar laudo falso pra ela? Somos todas loucas mentirosas? Lembrando que: Eu jamais quis expor outras vítimas, pensei muito antes de fazer isso. Não sejam uns filhos da p*** com outras vítimas, como muitas foram comigo!”, finalizou ela.

Veja abaixo o vídeo e prints publicados pela jornalista:

Fonte: Portal do Trono

Igreja Deus é Amor afasta Davi Miranda Neto por foto em piscina

David Miranda Neto é pastor da Igreja Pentecostal Deus é Amor
David Miranda Neto é pastor da Igreja Pentecostal Deus é Amor

A Igreja Pentecostal Deus é Amor (IPDA) anunciou na noite desta segunda-feira (19/09), que decidiu afastar David Miranda Neto e sua esposa, Karina Mendes Miranda, de suas respectivas funções dentro da igreja. David é filho da vice-presidente da IPDA, a pastora e cantora gospel Débora Miranda, além de ser neto do saudoso David Miranda.

Segundo uma nota publicada pela instituição religiosa, o afastamento é devido à vazamento de fotos em que o casal está em momento de lazer. De acordo com a instituição religiosa, David e Karina infringiram uma conduta do Regulamento Interno.

Após o vazamento das fotos, o Conselho Deliberativo e a Diretoria Executiva da Igreja Deus é Amor decidiu afastar David Miranda Neto e Karina Mendes Miranda das suas funções. O casal é líder do Regenere, um ministério de jovens da sede mundial da Igreja Deus é Amor.

“Comunicado importante. O Conselho Deliberativo e a Diretoria Executiva da IPDA, no desempenho das suas funções, vêm a público comunicar que o diácono David Miranda Neto e Karina Mendes Miranda estão afastados de suas funções ministeriais devido a fotos vazadas rem momento de lazer, atitude que não se coaduna com o regulamento interno da instituição”, diz a nota sem dar mais detalhes e sem dizer qual foi a conduta infringida pelo casal.

O afastamento do casal cria mais um cenário de polêmica envolvendo o alto escalão da Deus é Amor, e mais uma vez, envolvendo vazamentos de arquivos. Nos últimos dias, viralizou um áudio em que Léia Miranda, uma das filhas do falecido David Miranda, fundador da IPDA, conversa com um pastor do Sul do Brasil.

David Miranda Neto se pronuncia

Logo após o anúncio do seu afastamento das funções ministeriais na Igreja Pentecostal Deus é Amor (IPDA), David Miranda Neto se pronunciou pelas redes sociais.

O líder do Ministério Regenere confirmou o vazamento de uma foto em que está na piscina com a esposa, Karina Mendes Miranda, junto com a filha do casal. Karina, que também lidera o Regenere, também foi afastada pela Diretoria Executiva da IPDA.

Miranda diz que achou “estranho” o vazamento acontecer em meio a uma grande polêmica envolvendo um familiar. Provavelmente se referindo ao áudio de Léia Miranda.

Sem citar o nome da tia, Miranda Neto diz que o vazamento pode ter partido de uma pessoa que caiu e que quer derrubar diversas outras pessoas com ela”.

“Que muito conveniente esse tempo agora dessas fotos vazadas, umas fotos que eu não postei nas minhas redes sociais públicas, né? Então, quem será que vazou essas fotos? Nossa, que dilema, realmente. Muito estranho. Que tempo perfeito e oportuno que uma pessoa aí que caiu e quer derrubar diversas outras pessoas com ela, né?”, disse ele.

Por fim, David Miranda Neto diz que aceita o seu afastamento e que vai aproveitar o tempo para descansar.

“Eu me sujeitei às autoridades porque toda autoridade é estabelecida por Deus e qualquer ato de rebelião é um pecado pior que o pecado da feitiçaria conforme a Bíblia”, completou ele.

“Aproveito o momento pra tirar um tempo de descanso também. Tirar minhas férias vencidas e daqui a pouco eu volto. Por mais que eu não ache pecado, tenho certeza que não é pecado, mas está no regulamento da nossa igreja. Então OK. Daqui a pouco eu estou de volta”, finalizou ele.

Assista:

Folha Gospel com informações de Fuxico Gospel e Portal do Trono

Vídeo mostra candomblecistas fazendo ritual dentro de igreja católica no DF

Candomblecistas fazem ritual dentro de igreja católica no DF
Candomblecistas fazem ritual dentro de igreja católica no DF

Um vídeo que circula nas redes sociais, e mostra religiosos de matrizes africanas durante um rito dentro de uma igreja católica, gerou “perplexidade” no padre da Paróquia Imaculada Conceição, em Sobradinho, no Distrito Federal.

As imagens vêm sendo divulgadas em grupos de WhatsApp. Nele, uma fiel narra a cena e chega a dizer que pais e mães de santo estariam “invadindo” e fazendo um “trabalho de macumba”, que seria repetido “em todas as paróquias”. A Federação de Umbanda e Candomblé do Distrito Federal, no entanto, explica que o rito nada mais é do que um pedido de bênção, comum na religião.

Após o compartilhamento do vídeo, o padre Manolo fez uma postagem nas redes, comentando as imagens. O religioso disse que recebeu o conteúdo com “perplexidade e indignação”.

“Já não se respeita mais a fé, a crença das outras religiões. Desafortunadamente, no intervalo da missa das 8h e das 10h, desobedecendo o pedido dos ministros extraordinários que, com tanto amor, carinho e educação, chegaram a eles pedindo que, por favor, saíssem, que não se podia fazer esse tipo de bênção, eles desobedeceram”, diz o padre.

O áudio que circula na internet sobe ainda mais o tom ao usar o termo “invasão”. “Se a gente invade um terreiro de macumba para celebrar uma missa, eles chamam até a polícia. Então, como é que eles podem invadir as paróquias?”, questiona a mulher, que fez e narrou a gravação, sem se identificar.

O pai Alexandre de Oxalá, da Federação de Umbanda e Candomblé do DF e do Fórum Inter Religioso da capital, ressalta que não existiu nenhuma ação maléfica.

“Algumas casas de matrizes africanas têm uma cultura em que precisam pegar uma pessoa recém-iniciada e conceder a ela um caminho de vida, em que ela possa transitar em todos os lugares, possam frequentar todos os ambientes. Isso é chamado de quebra de quizila, de praga, de maldições. Eles levam a pessoa até a igreja para que essa pessoa receba a bênção do padre, a bênção do local”, esclarece.

Pai Alexandre conseguiu contato com a casa responsável pelo rito e avaliou o problema como uma falta de comunicação. “Faltou diálogo entre os sacerdotes do candomblé com os sacerdotes da igreja católica. Existem religiosos que fazem uma conversa prévia, o padre combina e está tudo bem. Por medo de sofrerem preconceito, eles tentaram fazer um rito mais apressado, no fim da missa”, conta.

O padre Manolo também afirma no vídeo que não aconteceu nenhuma profanação na paróquia. Após a repercussão do caso, grupos de religiões de matrizes africanas tentaram contato com a igreja para esclarecimento. A Federação de Umbanda e Candomblé se colocou à disposição da comunidade para “explicar os ritos e desmistificar preconceitos”.

Fonte: Metrópoles

48% dos líderes evangélicos dizem que foram ‘cancelados’, mostra pesquisa

Pastor pregando em uma igreja
Pastor pregando em uma igreja

Uma nova pesquisa descobriu que quase metade dos líderes evangélicos dos EUA foram “cancelados” por outros que discordam de seus pontos de vista.

De acordo com a pesquisa, que foi realizada pela Diretoria da Associação Nacional de Evangélicos, 48% dos líderes evangélicos dizem que “foram desconvidados, colocados na lista negra ou excluídos por outros como forma de expressar sua desaprovação pelo líder ou pelo ponto de vista do líder.”

“Cultura de cancelamento é a prática de excluir qualquer pessoa, organização ou trabalho como forma de expressar desaprovação. Embora seja importante ter clareza sobre comportamentos inaceitáveis ​​e posições não ortodoxas, esse fenômeno dificulta o diálogo significativo, vulnerável e aberto sobre os verdadeiros desafios que enfrentamos”, explicou Walter Kim, presidente da Associação Nacional de Evangélicos (NAE, sigla em inglês).

“Como sociedade, precisamos encontrar uma maneira de responsabilizar indivíduos e organizações por suas ações, mas não punir as pessoas por terem crenças que podem ser diferentes”, acrescentou Kim. “Precisamos encorajar conversas sobre as diferenças. Vamos abrir nossas portas e pedir aos que têm diferenças que puxem um assento para a mesa. Afinal, esse era o jeito de Jesus.”

Conforme relatado pela CBN News, vários líderes evangélicos abordaram suas experiências de lidar com a cultura do cancelamento.

Em agosto, o pastor Ed Young, da Fellowship Church em Grapevine, Texas, compartilhou que a Meta, a empresa de tecnologia que possui o Facebook e o Instagram, o cancelou depois que o Facebook removeu um anúncio pago para o sermão “Woke or Awake”.

“Bem, fui cancelado esta semana”, disse Young, de acordo com os líderes da Igreja. “Nossos amigos do Facebook acabaram de me cancelar. Nossa incrível equipe de mídia montou esses anúncios e nós mostramos esses anúncios. E, por algum motivo, Mark Zuckerberg e seus amigos não os curtiram.”

O autor e podcaster Phil Robertson compartilhou que seu reality show de sucesso Duck Dynasty foi anteriormente colocado em hiato pela A&E após uma entrevista à revista GQ, onde ele foi questionado sobre sua opinião sobre a homossexualidade.

“Custou-nos cerca de 10 milhões [de dólares], patrocinadores estavam socorrendo”, disse ele ao Faithwire da CBN . “Eles me colocaram em um hiato indefinido. Se você falaar sobre isso, significa que você não faz mais parte do programa.”

Robertson acrescentou que nunca procurou a A&E para se desculpar ou defender sua posição.

“Devo amar a Deus com todo meu coração, alma, força e amar meu próximo”, disse ele.

Por outro lado, o Dr. David Ireland, pastor principal da Christ Church em Nova Jersey, observou que alguns cristãos também participaram da cultura do cancelamento.

“Dentro da igreja, nós cobrimos o comportamento da cultura de cancelamento com metáforas bíblicas e nos confortamos com referências bíblicas fracas para apoiar nossas ações mundanas”, disse ele. “Ainda assim, depois de retirarmos a linguagem cristã como ‘Fui levado a fazer isso’ ou ‘Deus entende’, ainda é a cultura do cancelamento”.

O ‘deus’ do politicamente correto

“Podemos não vencer a guerra de relações públicas convencendo as massas a gostar de nós, mas podemos vencer a guerra pessoal — a guerra real — não caindo em estratégias destinadas a nos intimidar e a nos submeter ao ‘deus’ do politicamente correto”, escreveu Robertson num comentário.

No ano passado, o líder de adoração, Sean Feucht, disse que foi vítima da cultura do cancelamento depois que seu distribuidor digital bloqueou e baniu seu novo álbum.

Ele disse à CBN News, na ocasião, que a cultura do cancelamento estava “chegando para a igreja”.

“O governo Biden e esta era política em que vivemos, estão apenas encorajando essas empresas”, disse o cantor. “Temos que nos levantar e erguer nossas vozes. Não podemos ser silenciados pela multidão”, continuou.

Cristãos na mira

Os cristãos estão claramente sendo alvo de várias maneiras — seja por crenças políticas, convicções religiosas ou até por curtir um tweet. “É claro que você pode ser cancelado por qualquer coisa e os líderes evangélicos estão acordando para o fato de que são um alvo crescente”, disse o pastor da Christ Church em Nova Jersey, David Ireland.

Ele, porém, lembra que alguns cristãos também foram infratores, participando da cultura do cancelamento. “Dentro da igreja, cobrimos o comportamento da cultura de cancelamento com metáforas bíblicas e nos confortamos com referências bíblicas fracas para apoiar nossas ações mundanas”, disse.

“No entanto, depois de retirarmos a fala cristã como ‘Fui levado a fazer isso’ ou ‘Deus entende’, ainda é a cultura do cancelamento. Como sociedade, precisamos encontrar uma maneira de responsabilizar indivíduos e organizações por suas ações, mas não punir as pessoas por terem crenças que podem ser diferentes”, continuou.

“Precisamos encorajar conversas sobre as diferenças. Vamos abrir nossas portas e pedir aos que têm diferenças que puxem um assento para a mesa. Afinal, foi assim que Jesus nos ensinou”, concluiu.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines e Faithwire

Igreja Universal é condenada a restituir doações e indenizar ex-fiel por danos morais

Martelo da justiça
Martelo da justiça

A 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve sentença proferida pela juíza Ana Claudia Dabus Guimarães e Souza, da 2ª Vara Cível do Foro Regional de Santana, que condenou a Igreja Universal do Reino de Deus à devolução do valor de R$ 58.717,00, com atualização monetária desde a data do desembolso e juros de mora a partir da citação, bem como ao pagamento de indenização por danos morais fixados em R$ 10 mil.

De acordo com o relator do recurso, desembargador César Peixoto, o contexto de vulnerabilidade psicológica e emocional vivenciado pela autora da ação, com dificuldades enfrentadas pelo envolvimento de seu filho com o uso de substâncias ilícitas e descoberta de um tumor cerebral, bem como a pressão psicológica exercida pelo discurso religioso, ficaram bem evidenciado nos autos.

“As diversas doações realizadas à Igreja decorreram de atos volitivos contaminados por fundado temor de dano, uma vez que a autora foi alvo de constantes ameaças, levando-a a crer que a salvação/benção divina somente seria obtida mediante a realização de contribuições periódicas, prática de conhecimento público e notório comumente realizada pelos representantes da entidade, tanto que foi comprovada, inclusive, a realização de empréstimos na época, sinal indicativo de que houve comprometimento da subsistência, situação determinante da nulidade prevista no art. 548 do Código Civil”, escreveu o magistrado.

Ao concluir, o magistrado destacou que “é inequívoco que a liberdade constitucional ao direito de crença não torna as entidades religiosas imunes ao exercício abusivo do direito”, finalizou.

O julgamento teve a participação dos desembargadores Piva Rodrigues e Galdino Toledo Júnior. A decisão foi unânime.

Folha Gospel com informações de Tribunal de Justiça de São Paulo

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Estado Islâmico queima igrejas e decapita moradores em Moçambique

Cristãos enfrentam perseguição em Moçambique
Cristãos enfrentam perseguição em Moçambique

Terroristas ligados ao grupo Estado Islâmico estão espalhando ataques em Nampula, na província mais populosa de Moçambique.

O primeiro ataque na província aconteceu no início do mês, quando terroristas atacaram centros rurais e decapitaram alguns moradores.

Além disso, o grupo Estado Islâmico da Província de Moçambique se responsabilizou por incendiar duas igrejas e mais de 120 casas de cristãos na semana passada, em Nampula.

O ataque que teve maior repercussão foi contra a freira Maria de Coppi, da Missão Católica Chipene, que foi morta a tiros pelos jihadistas. Os terroristas ainda incendiaram a igreja, o centro de saúde e os bairros residenciais da área, de acordo com relatórios locais.

A insurgência jihadista tem devastado Moçambique, especialmente a província de Cabo Delgado, no extremo norte do país, onde cerca de 4.000 pessoas foram mortas e 950.000 ao longo dos últimos quatro anos.

A investida dos extremistas em Nampula ocorre apesar dos esforços militares na nação. Há mais de um ano, uma força militar de 16 nações, juntamente com tropas do Ruanda, tem atuado em apoio aos militares moçambicanos.

O país é o 41º na Lista Mundial da Perseguição 2022, que classifica os 50 países em que os cristãos são mais perseguidos.

Para os cristãos em Moçambique, a opressão islâmica é a forma mais comum de perseguição. De acordo com um parceiro da Portas Abertas, os ataques islâmicos radicais eliminaram a vida de muitos seguidores de Jesus.

A brutalidade dos jihadistas aumentou e um dos grupos extremistas tem ligações com o Estado Islâmico. Outro problema é a presença de cartéis de drogas em algumas áreas, que torna a vida dos cristãos que trabalham com jovens mais difícil.

Por meio de treinamento e capacitação econômica, a Portas Abertas concentra-se no auxílio emergencial aos cristãos afetados pelo aumento da violência no Norte de Moçambique.

Fonte: Guia-me com informações de Portas Abertas

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