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Criminosos rasgam e queimam bandeira do Brasil hasteada em fachada de igreja evangélica

Templo da Igreja do Evangelho Quadrangular no bairro Olavo Bilac, em São Paulo
Templo da Igreja do Evangelho Quadrangular no bairro Olavo Bilac, em São Paulo

Uma igreja evangélica de São Paulo foi invadida na madrugada desta segunda-feira (24/10), por três indivíduos que em ato de vandalismo queimaram uma bandeira que estava hasteada no local. O momento foi filmado por câmeras de seguranças da igreja.

O caso aconteceu na Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) que fica situada na Praça Olavo Bilac, no bairro Santa Cecília, região central da capital paulista.

Segundo Davi Rodrigues, pastor titular da igreja, três pessoas subiram nas grades da igreja, quebraram um vidro que constava o nome da IEQ e arrancaram uma bandeira que ficava na fachada. Logo em seguida, atearam fogo no objeto.

– Além de quebrar o luminoso, onde consta o nome da Igreja do Evangelho Quadrangular, eles arrancaram a bandeira brasileira, a nossa Bandeira do Brasil. Dá para perceber perfeitamente qual é a ideia deles. Eles queimaram a bandeira nacional! (…) Eu não posso aceitar isso para a nossa igreja, não posso aceitar isso para o nosso país – lamentou.

De acordo com o pastor Davi, os três indivíduos invadiram ainda a área do estacionamento. O momento da invasão foi gravado por câmeras de segurança e as imagens já foram encaminhadas à polícia que está investigando o caso.

A unidade da IEQ lamentou o caso. Deputados e o pastor presidente da Quadrangular, Mário de Oliveira, enviaram mensagens de apoia à igreja atingida. Além disso, o perfil oficial da Igreja do Evangelho Quadrangular do Brasil também repudiou a ação dos criminosos.

Em vídeo, o religioso disse ainda que vários líderes da igreja se manifestaram contra o ataque e ficaram indignados com o ato.

Assista:

Folha Gospel com informações de Portal do Trono e Pleno News

‘Eu jamais fecharia uma Igreja’, diz Lula durante live

Lula participou de live Brasil do Futuro nesta terça-feira (25)
Lula participou de live Brasil do Futuro nesta terça-feira (25)

O candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT), participou, nesta terça-feira (25), da live Brasil do Futuro, disponibilizada ao vivo em suas redes sociais. No evento, o petista respondeu perguntas da plateia sobre temas como liberdade religiosa, Saúde, Educação e Cultura.

Lula afirmou que, se eleito, vai voltar com mais força com o ProUni, com as cotas, com o Fies e vai criar mais universidades. “O Brasil nunca será competitivo se não investir na educação”, disse o petista, que ressaltou que também vai fazer melhorias no ensino fundamental e nas escolas em tempo integral.

O candidato também opinou sobre a prisão do ex-deputado federal Roberto Jefferson e falou que, segundo ele, a Polícia Federal não agiu corretamente. Além disso, afirmou que o que está acontecendo atualmente no país não é falta de segurança pública e sim, de respeito às Instituições. “Nessa eleição, o que esta em jogo é se a gente quer reestabelecer a civilidade nesse pais ou continuar nessa barbárie”, disse.

Ao ser questionado se fecharia as Igrejas, Lula relembrou que, em seu governo, assinou a Lei de Liberdade Religiosa e fez o decreto da Marcha para Jesus. “Eu jamais fecharia uma Igreja”, ressaltou.

O petista explicou que a Cultura gera muito emprego e disse que “não há possibilidade de ter um pais democrático se não tiver investimento na educação e na cultura”.

No evento, Lula também abordou temas como Saúde Global, falou sobre a importância do SUS, ressaltou a necessidade de dar oportunidades para os jovens, comentou sobre o combate ao endividamento e reforçou que é defensor da liberdade dos meios de comunicação.

Fonte: O Dia

Igreja Batista da Lagoinha sofre ataque hacker no YouTube

Hacker
Hacker

A Igreja Batista da Lagoinha informou, nesta terça-feira (25), que seu canal no YouTube foi alvo de um ataque hacker. Por conta disso, todos os cultos serão transmitidos no canal oficial da Lagoinha Global, e também na Rede Super de Televisão.

Em nota, a instituição destacou que os conteúdos que venham a ser publicados na plataforma não são de sua autoria.

“Informamos que o canal oficial da Lagoinha no YouTube sofreu um ataque hacker na tarde desta terça-feira. Qualquer conteúdo publicado desde então, seja em transmissão ao vivo ou vídeos isolados, não possui qualquer vínculo com a igreja”, esclareceu a Lagoinha, em postagem no Instagram.

A equipe destacou estar trabalhando para retomar a conta e pediu a compreensão de todos.

Alguns internautas acreditam que isso seja retaliação, por causa dos posicionamentos políticos de alguns pastores da denominação, como, por exemplo, André Valadão.

Leia a nota na íntegra:

“ATENÇÃO

Informamos que o canal oficial da Lagoinha no YouTube (YouTube.com/LagoinhaIBL) sofreu um ataque hacker na tarde desta terça-feira (25). Qualquer conteúdo publicado desde então, seja em transmissão ao vivo ou vídeos isolados, não possui qualquer vínculo com a igreja. Estamos trabalhando para retomar a conta e contamos com a compreensão de todos.

Durante esse período, as transmissões ao vivo dos cultos da Lagoinha Matriz serão feitas pelo canal da Lagoinha Global no YouTube, além da Rede Super de Televisão.”

Folha Gospel com informações de Fuxico Gospel e Pleno News

Americanos confiam mais no governo do que na Igreja para fazer ‘mudanças significativas’

Bandeira dos EUA e a torre de uma igreja (Foto: Divulgação)
Bandeira dos EUA e a torre de uma igreja (Foto: Divulgação)

A pesquisa, divulgada recentemente pela Barna, descobriu que 52% dos adultos americanos acreditam que o governo nacional é “responsável por criar mudanças significativas”, enquanto apenas 26% responderam dessa maneira sobre organizações religiosas e 25% sobre igrejas cristãs. Os entrevistados poderiam listar várias respostas. O governo estadual (51%) e o governo local (46%) tiveram apoio semelhante ao do governo nacional.

“Quando perguntados sobre quais instituições podem ajudar a criar mudanças significativas em uma nação dividida, os americanos acreditam que o governo (nos níveis nacional, estadual e local) é responsável por curar os males dos Estados Unidos”, disse uma análise de Barna. “Metade dos americanos vê o governo federal como responsável por melhorar as coisas – é o dobro do número que responsabiliza as organizações religiosas ou igrejas cristãs por tornar possível uma mudança real.”

Mesmo assim, os americanos ainda valorizam as contribuições dos indivíduos, de acordo com uma seção diferente da pesquisa. Solicitados a nomear quais pessoas são “responsáveis ​​por criar mudanças significativas”, os americanos listaram “indivíduos” (48%) e “eu” (46%) acima do presidente (44%) e políticos (42%). No entanto, mesmo lá, os líderes religiosos (26%) e os líderes cristãos (26%) tiveram uma classificação baixa.

Metade de todos os adultos (50%) dizem acreditar que os indivíduos têm mais influência para criar mudanças significativas do que as instituições (38%).

Apesar da pesquisa trazer más notícias para as instituições religiosas, os americanos dizem que ainda confiariam em um pastor cristão para orientação ao lidar com “conversas difíceis sobre tópicos sensíveis”, com 70% respondendo afirmativamente. A pesquisa foi baseada em entrevistas com 2.001 adultos.

Deus fora do centro

Em 2020, a filha de Billy Graham, Anne Graham estava sendo entrevistada no Early Show, quando uma jornalista perguntou a ela como Deus poderia ter permitido uma coisa tão horrível como o 11 de setembro? E ela respondeu:

“Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?”

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O’ Hare (que foi assassinada e seu corpo encontrado recentemente), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião. Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas… A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos.

Na visão do sociólogo e teólogo Elmir Dell”Antônio, essa resposta de Anne Graham demonstra que essa é “uma tendência do mundo ocidental, ou seja, tirar Deus do centro, da prioridade, e confiar mais nos governos, nas leis, na Constituição do país. Nos EUA já é muito evidente, no Brasil isso vai acontecer cada vez mais, é inevitável, faz parte do contexto que Jesus falou sobre os acontecimentos dos últimos dias, do qual faz parte essa inversão de valores. O apóstolo Paulo fala sobre isso em Tessalonicenses, que o que era certo passa a ser errado e o que é errado passa a ser certo. Isso se chama operação do erro.”, explicou.

Fonte: Comunhão e Christian Headlines

Pastor conta os desafios de permanecer na Síria durante a guerra

O pastor Edward e a esposa Rana apoiam cristãos necessitados desde antes da guerra na Síria
O pastor Edward e a esposa Rana apoiam cristãos necessitados desde antes da guerra na Síria

Ser um pastor na Síria é um desafio que nem todos os chamados ao ministério estão dispostos a enfrentar. Essa é a realidade do pastor Edward Awabdeh, que serve a população Síria por meio da Alliance Church em Damasco, um dos 160 Centros de Esperança do país.

O líder cristão revela que esse trabalho muitas vezes é assustador e frustrante. No entanto, é possível ver o agir de Deus claramente. “A igreja estava sangrando, mais de 60% dos nossos membros deixaram o país. Foi muito difícil, pois muitos deles tinham cargos na igreja, então o fardo sobre a liderança cresceu. Mas tivemos paz [de coração] em meio à escuridão”, reflete.

Em situações de conflitos, a situação é ainda mais difícil. Já que as circunstâncias são mais extremas e ter esperança exige muita fé. “A soberania do Senhor permite crises em nossa vida porque ele tem grandes propósitos. Sim, é difícil, as experiências são dolorosas; mas, ao mesmo tempo, o Senhor tem seu projeto divino, somos de alguma forma instrumentos em suas mãos para concluir esse projeto.”

Testemunho em palavras e ações

Para o pastor Edward, a igreja na Síria tem cumprido seu papel de representar o Reino de Deus. “Somos os embaixadores de Cristo no país, ficamos com a mensagem da luz quando as embaixadas das nações fecharam suas portas. Ganhamos muito respeito de toda a comunidade. As pessoas foram tocadas pelo que fizemos como igreja.”

Além de apoiar com mensagens de encorajamento e esperança, o líder cristão e sua esposa Rana administram a clínica médica “Jesus, Luz do Mundo”, que atende 1.500 pacientes por mês, independentemente de suas crenças.

Pastor Edward é grato aos cristãos ao redor do mundo pela assistência, principalmente nos sete anos da campanha Esperança para o Oriente Médio. “Agradecemos às pessoas que nos apoiam e que nos permitem oferecer esses serviços a preços tão baixos. O amparo da igreja global é vital, sabemos que não estamos sozinhos, pertencemos ao corpo de Cristo”, finaliza o pastor Edward.

Fonte: Portas Abertas

Confeiteira cristã que se recusou a fazer bolo para casamento gay vence na Justiça

Cathy Miller. (Foto: Captura de tela/YouTube TBC News)
Cathy Miller. (Foto: Captura de tela/YouTube TBC News)

A cristã Cathy Miller, proprietária da Tastries Bakery — uma confeitaria que fica em Bakersfield, na Califórnia — esteve envolvida numa ação legal quando se recusou a fazer um bolo de casamento para um casal de lésbicas.

Na ocasião, ela recomendou às duas mulheres que procurassem outra confeitaria e esclareceu sobre seus valores cristãos, afirmando que para ela o casamento deveria acontecer somente entre um homem e uma mulher.

Eileen e Mireya, no entanto, se sentiram “discriminadas” por causa de sua orientação sexual, e abriram um processo contra Cathy, em 2017, dizendo que ela estava “violando a Lei de Direitos Civis de Unruh”.

Em defesa da fé

Depois de “longos cinco anos”, um juiz do tribunal decidiu que “Cathy teve como única motivação agir de forma consistente com suas sinceras crenças cristãs sobre o que a Bíblia ensina sobre o casamento”, escreveu o juiz do condado de Kern, Eric Bradshaw, no veredicto.

“Espero que em nossa comunidade possamos crescer juntos para entender que não devemos pressionar nenhuma agenda contra mais ninguém”, disse Cathy.

Ainda de acordo com o juiz, conforme o Christian Post: “A motivação de Cathy não foi irracional ou arbitrária, nem enfatizou diferenças irrelevantes ou perpetuou estereótipos”, ele acrescentou.

Assediada por advogados da oposição

Através das redes sociais da confeitaria, Cathy agradeceu a todos os que oraram e a apoiaram durante esse período difícil. A Thomas More Society, que ajudou a confeiteira no processo, se referiu ao final do caso como “uma vitória da Primeira Emenda”.

“Há uma certa ironia nisso, que uma lei destinada a proteger os indivíduos da discriminação religiosa foi usada para discriminar Cathy por suas crenças religiosas”, disse Paul Jonna, conselheiro especial do escritório de advocacia.

“Cathy acredita na Bíblia”, observou Jonna, dizendo que a profissional foi “assediada por advogados da oposição por sua adesão aos seus ensinamentos”.

‘O Estado questionou suas crenças’

Em fevereiro, o procurador do Estado Gregory Mann perguntou a Cathy: “Você tenta seguir tudo o que a Bíblia diz?”. E ela respondeu: “Eu faço o meu melhor. Sou uma pecadora, mas faço o meu melhor”.

O procurador então a provocou: “Você segue as práticas alimentares do Antigo Testamento em termos de não comer porcos ou frutos do mar?”.

Jonna criticou a atitude do procurador, dizendo que o Estado questionou a sinceridade da fé de Cathy: “O fato de terem questionado suas crenças é tão perturbador quanto discutir sobre seu status como artista”.

Por outro lado, as duas lésbicas apontaram a decisão do juiz como “decepcionante” e retrucaram: “Antecipamos que nosso apelo terá um resultado diferente”.

Ditadura LGBT

Quando Eileen Del Rio, uma das reclamantes, escreveu sobre o incidente no Facebook em 2017, gerou uma enxurrada de críticas contra Cathy, tanto que ela teve que fechar temporariamente o site e a página da Tastries Bakery.

A Justiça chegou a pedir ao tribunal para emitir uma ordem de restrição contra a confeiteira e seu comércio, na tentativa de forçá-la a fazer bolos para casamentos gays, caso contrário não poderia mais continuar trabalhando.

“Minha consciência não permite que eu participe de certas atividades contrárias às minhas crenças bíblicas. Oro para que todos possamos chegar a um entendimento e que haja condições de nos darmos bem”, explicou Cathy na época.

Fonte: Guia-me

Evangélicos sofrem pressão política e abandonam igrejas: ‘Quem não vota em Bolsonaro não é bem-vindo’

Urna eletrônica
Urna eletrônica

Incomodados com a pressão política e hostilizados dentro da própria igreja, evangélicos que não apoiam o presidente Jair Bolsonaro (PL) têm deixado de frequentar os templos. O fenômeno ganhou impulso após a eleição de Bolsonaro, em 2018, e alcançou ainda mais força agora, na campanha para o segundo turno.

Eles dizem ter visto o púlpito ser usado para pedir votos ou para condenar opções políticas alinhadas com a esquerda. Quando se posicionam, acabam rejeitados ou são afastados de tarefas nos templos.

“O pastor começou o culto normalmente, falando de como criar filho, com amor, cuidado e respeito. Depois falou: ‘não deixa seu filho fazer o ‘L’ (sinal de apoio a Luiz Inácio Lula da Silva) em casa, não'”, conta a professora Joana (nome fictício), que frequentava uma igreja pentecostal no Rio.

“Não voltei. Enquanto não acabar a eleição, não vou”, diz ela, de 43 anos. O desconforto começou ainda na pandemia, quando chegou a ouvir que máscaras e vacinas não funcionavam e que “a garantia era Deus”.

Depois, com a proximidade das eleições, ela e o marido viram a pregação política tomar conta do púlpito — em geral, ocorre no início ou no fim do culto e principalmente quando a cerimônia não é transmitida pela internet, segundo conta.

Na reta final das eleições, Bolsonaro tem buscado ainda mais apoio entre os evangélicos, onde já leva vantagem. O presidente tem visitado igrejas evangélicas às vésperas do segundo turno.

Já o oponente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta acenar para o setor: na semana passada, divulgou uma carta aos evangélicos com posicionamento contrário ao aborto e favorável à liberdade religiosa.

Segundo fiéis ouvidos pelo UOL, a “senha” na igreja para tentar convencer os eleitores é dizer que, em uma eventual vitória de Lula, os templos poderão ser fechados. Declarações sobre aborto também fazem parte da pregação.

“A gente não consegue ir a uma igreja em que não falem de política no fim do culto, em que não demonizem a esquerda”, diz a professora, que faz uma peregrinação de templo em templo em busca de algum lugar com neutralidade política.

Para ela, há idolatria a Bolsonaro, “como se ele fosse um Deus”.

E quem pensa o contrário acaba sendo escanteado. “Eles vão te colocando de lado, te tirando de cargos e funções”, diz ela. “Você não é bem vindo se não votar em Bolsonaro.”

O auxiliar administrativo Matheus Rocha, 23, de Iporã, no interior do Paraná, também sentiu o mesmo gelo na igreja pentecostal que frequentava.

“Em um domingo, o pastor falou que deveríamos votar em Bolsonaro para não sermos impedidos de pregar amanhã”, diz ele.

“Nesse dia, não fui ao culto e repostei (nas redes sociais), por acaso, uma publicação de um pastor e teólogo que acompanho e que não apoia o presidente. Quando os membros da igreja viram, acharam que eu estava afrontando meu pastor”, contou.

Rocha passou a ser confrontado pela igreja. Primeiramente, foi um parente do pastor. Depois, aos poucos, outros membros passaram a tratá-lo diferente, com frieza.

“O pessoal começou a não me cumprimentar com a ‘paz do Senhor’. Viraram a cara mesmo. A panelinha fechou e eu e minha esposa ficamos jogados para escanteio. Essa situação ficou insustentável ao ponto de eu não conseguir mais frequentar as reuniões.”

O pastor até procurou Rocha para uma conversa depois do primeiro turno, mas o tom não foi agradável, segundo ele.

“Ele falava que eu sofri uma lavagem cerebral. Queria mudar minha cabeça, como se eu tivesse de me arrepender da minha escolha política e disse que eu estava indo na contramão de toda a igreja”, contou.

Ao final do papo, Rocha foi desligado como membro da comunidade.

Os relatos são semelhantes aos de evangélicos de outras denominações e em várias cidades do país. Parte deles prefere não se identificar por medo de retaliações.

A auxiliar de escritório Gilda (nome fictício), de 39 anos, diz que desde criança frequentava uma igreja evangélica no bairro onde mora, em Belo Horizonte. Há um ano, o templo foi fechado depois que o pastor se opôs à presença de um candidato a deputado.

Ela até tentou frequentar outra igreja, mas não conseguiu porque o templo batista próximo de onde mora passou a ser dominado por pregação política. A mãe, evangélica fervorosa há décadas, também não tem ido à igreja por causa do alinhamento político.

“Se você é da esquerda, não vale nada”, diz ela. Gilda tem posicionamentos alinhados com os da igreja em alguns pontos, como ser contrária ao aborto, mas não defende Bolsonaro. “Falam que você não é crente.”

A faturista Mariana (nome fictício), de 32 anos, também foi tachada de “não crente” por amigos de uma igreja da qual se afastou quando publicou nas redes sociais uma mensagem de apoio a Lula nas eleições.

Amigos evangélicos de longa data e até o pastor deixaram de segui-la. O caso é relatado sob lágrimas — para evangélicos, estar em contato com outras pessoas dentro da igreja faz parte da fé.

“A gente sente a presença de Deus em todo lugar, mas é diferente quando está na igreja, com pessoas que ama”, diz ela, que frequenta o templo desde criança. “Sinto falta.”

Fiéis que deixaram suas igrejas por pressão política buscam templos em que a política partidária não entre na pregação.

O pastor Valdinei Ferreira, da primeira igreja presbiteriana independente de São Paulo, diz receber evangélicos que não se sentem mais acolhidos. Uma delas chegou a fazer uma manifestação por escrito contra o templo que frequentava anteriormente.

Ele afirma não tolerar campanha para nenhum candidato dentro do templo — por isso, a igreja atrai fiéis incomodados em outras denominações — mas também diz sofrer pressão.

“Recebi um telefonema de assessor dizendo que o candidato (a deputado) iria à igreja, se eu poderia chamá-lo à frente para fazer uma oração”, conta Ferreira. A reza seria para que fosse bem sucedido na campanha. Ele negou.

À espera do segundo turno

Enquanto alguns buscam outros templos, há evangélicos que pararam de frequentar qualquer igreja e esperam ser possível retomar o contato depois do segundo turno das eleições.

Demax Silva Sarmento, 42, por exemplo, não encontrou em Belém, onde mora com a família, uma comunidade que não replicasse o discurso político e moral que o incomodou.

O estopim para que deixasse a igreja batista foi algo chamado de “clamor pela nação” — que, na avaliação dele, soava como um clamor em prol de Bolsonaro.

“Era um discurso de medo, comunismo, fechamento de igrejas, aborto e esses temas. Eu me senti coagido dentro da minha própria comunidade.”

Por enquanto, ele pensa em voltar à igreja depois do fim das eleições e diz que não tem medo de sofrer algum tipo de represália. “Se ocorrer, com toda certeza sairei da comunidade.”

Fonte: UOL

Mulher é espancada e demitida pelo chefe muçulmano por se tornar cristã

Emmaculate estava à beira da morte, quando foi curada por Deus. (Foto: Reprodução/YouTube/International Christian Concern).
Emmaculate estava à beira da morte, quando foi curada por Deus. (Foto: Reprodução/YouTube/International Christian Concern).

Uma jovem foi espancada e demitida pelo seu empregador muçulmano, após aceitar Jesus, em Uganda.

De acordo com o International Christian Concern (ICC), uma organização que apoia cristãos perseguidos, Emmaculate trabalhava como empregada doméstica na casa de uma família muçulmana.

Ela ficou muito doente e seu chefe a ajudou, pagando consultas em vários médicos. Mas nenhum profissional pode identificar o que Emmaculate tinha.

Com o tempo, o estado de saúde da jovem piorou, ela não conseguiu mais trabalhar e ficou à beira da morte.

Sem esperanças, sua família, que também era islâmica, ouviu falar de um pastor local que seguia um Deus que tinha poder para curar.

Mesmo correndo riscos de perseguição da comunidade fundamentalista onde moram, a família de Emmaculate chamou o pastor para orar por ela.

Por medidas de segurança, o líder foi até a casa à noite, escondido. “O pastor ora e imediatamente ela consegue se sentar, se sentindo muito melhor. Em três dias, ela está de pé e andando”, testemunhou Jeff King, diretor da ICC.

Após viver o milagre, Emmaculate entregou sua vida a Cristo e se tornou sua seguidora.

“Este é um grande dia para mim porque o Senhor mudou minha vida de uma maneira que eu nunca imaginei ou orei. [Ele] sabe mais do que podemos pensar, e eu sou uma mulher abençoada por ver sua bondade em primeira mão”, declarou ela, ao ICC.

Cheia de saúde, a jovem voltou para o trabalho e contou seu testemunho ao patrão muçulmano.

Porém, ele ficou muito irritado com sua conversão, a espancou e a despediu devido a sua nova fé.

Desempregada, Emmaculate ganhou ajuda da International Christian para recomeçar a vida.

Como ela costumava arrumar o cabelo das amigas, a organização doou um espaço, com equipamentos, para a cristã abrir seu próprio salão de beleza.

Perseguição violenta em Uganda

Este é o mais recente ataque de muitos casos de perseguição a cristãos em Uganda. Embora a Constituição do país garanta a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e se converter a uma nova religião, muitos casos de hostilidade são registrados no país.

Os muçulmanos não representam mais de 12% da população de Uganda, com altas concentrações nas áreas orientais de Uganda.

Fonte: Guia-me com informações de International Christian Concern

20 cristãos são decapitados em ataque terrorista no Congo

Cristãos enlutados após um ataque na Nigéria. (Foto: International Christian Concern)
Cristãos enlutados após um ataque na Nigéria. (Foto: International Christian Concern)

Pelo menos 20 cristãos foram degolados e vários outros sequestrados durante um ataque terrorista no início do mês em Kainama, um vilarejo da República Democrática do Congo.

O ataque aconteceu em 4 de outubro por extremistas da organização terrorista Forças Democráticas Aliadas (ADF), um grupo armado que opera na Uganda e no Congo.

De acordo com a organização International Christian Concern (ICC), um evangelista está entre os vinte cristãos decapitados.

Sobu Mundeke era evangelista da Igreja Anglicana do Congo e tinha viajado para Kainama em busca de comida para sua família, deslocada na cidade de Beni.

Uma das primeiras fontes ouvidas pela ICC relatou: “Me dói informar que perdemos 20 cristãos do campo de Banande-Kainama e nosso evangelista, Sobu Mundeke, é um deles. Seus corpos estão espalhados por todo lado e as casas foram incendiadas pelos rebeldes da ADF.”

“Sobu chegou semana passada de Beni em busca de comida para sua família; mal sabia ele que estava vindo para ser morto”, continuou a fonte. “Também confirmamos que outras pessoas estão desaparecidas e sabemos que foram levadas pelos combatentes muçulmanos”.

Sobu e sua família foram forçados a se deslocar em 28 de maio, depois que o grupo ADF invadiu a vila cristã de Vido, matando 16 pessoas e incendiando dez casas.

O evangelista e sua família foram morar na cidade de Beni, onde a equipe do ICC o conheceu em junho. Na época, ele contou à organização como aconteceu o ataque à sua aldeia natal.

“Eu ouvi eles. Eles gritavam em árabe e suaíli, dizendo que os kafirs [incrédulos] deveriam ser mortos, todos eles, e que fariam do Congo um Estado islâmico. Eles diziam: ‘Atire em todos os cristãos! Mate todos eles e queime as casas deles!’”

O grupo militante islâmico ADF continua realizando ataques contra cristãos no leste da República Democrática do Congo, deixando para trás um rastro de perdas e destruição. Além das mortes de cristãos congoleses, os combatentes têm destruído abrigos, lojas, hospitais e veículos. Seu objetivo é impor o domínio islâmico aos cristãos.

Fonte: Guia-me com informações de International Christian Concern

João 3:16 é o versículo bíblico mais popular do mundo, mostra pesquisa digital

Mulher lendo a Bíblia (Imagem: freepick)
Mulher lendo a Bíblia (Imagem: freepick)

João 3:16 é o versículo bíblico mais popular do mundo, de acordo com uma pesquisa digital da World Vision.

O versículo diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

O estudo globy analisou dados da Keyword Explorer Tool em ahrefs.com para encontrar o volume médio mensal de pesquisa do Google para 172 países.

Também levou em consideração os dados de pesquisa do Google por país para os 100 versículos da Bíblia mais lidos no popular site de leitura da Bíblia, Bible Gateway.

João 3:16 teve, de longe, o maior número de pesquisas mensais em todo o mundo, com 2,1 milhões, seguido por Jeremias 29:11 e Filipenses 4:13 , em segundo lugar, com 82.000.

João 10:10 ficou em terceiro lugar com 73.000 buscas mensais.

Richard Frost, ministro leigo e blogueiro do Work Rest Pray disse: “Ao refletir sobre essas palavras ao longo dos anos, passei a entender não apenas o amor de Deus pelo mundo e todos nele (inclusive eu), mas o que significava para a primeira pessoa que ouvisse essas palavras: Nicodemos.

“Nicodemos foi um líder dos judeus. É possível que, ao longo de sua vida, ele tenha simplesmente aceitado tudo o que lhe foi ensinado pelos rabinos judeus. Mas agora, enquanto ele visita Jesus na escuridão (e com medo de seus companheiros fariseus por fazer isso), Nicodemos encontra alguém que desafia a sabedoria recebida e percebida. É um momento de confusão e Nicodemos percebe que havia mais em Deus do que ele jamais havia pensado.

Amy Boucher Pye, autora, palestrante, diretora espiritual e blogueira, disse: “Recentemente, ouvi um sermão sobre Nicodemos, o líder religioso que veio a Jesus à noite para não ser visto pelos outros. Sua conversa com Jesus surpreendeu e finalmente mudou sua vida para sempre. Eu tinha esquecido que esta história é o contexto para o versículo mais popular da Bíblia, João 3:16 .”

Dividido por país, João 3:16 foi o versículo bíblico preferido nos EUA, Reino Unido, França, Austrália, Canadá, Nigéria, Afeganistão, Índia, Filipinas, Somália e Etiópia.

Nos países da América do Sul, as pessoas eram mais propensas a pesquisar Gênesis 1:27 : “Assim Deus criou os homens à sua imagem, à imagem de Deus os criou; homem e mulher os criou.”

Os três principais versículos da Bíblia mais populares no Reino Unido são João 3:16 com 6.500 pesquisas mensais, seguido por Jeremias 29:11 (2.000 pesquisas mensais) e João 14:6 (1.900 pesquisas mensais).

O estudo também descobriu que João 3:16 está sendo amplamente compartilhado nas mídias sociais. A hashtag #John316 apareceu em mais de 250.000 postagens no Instagram e foi visualizada mais de 55,9 milhões de vezes no TikTok.

“Descrito em 1961 pelo autor de The Gospel of John: A New Commentary, Paul T. Butler como ‘o teste de ouro da Bíblia’, tem sido usado há muito tempo por líderes cristãos e pela mídia, então não é surpresa que também seja o mais pesquisado de todos os versículos da Bíblia”, disse World Vision.

“Não é apenas o versículo mais pesquisado na web, mas também é usado nas mídias sociais, pois as pessoas compartilham atualizações sobre suas vidas e fé.”

Os 10 versículos bíblicos mais populares do mundo:

João 3:16 – 2, 100,000 pesquisas mensais
Jeremias 29:11 e Filipenses 4:13 – 82.000 pesquisas mensais
João 10:10 – 73 .000 pesquisas mensais
Provérbios 3:5 – 58.000 pesquisas mensais
Mateus 28:19 – 50.000 pesquisas mensais
Filipenses 4:8 – 42 , 000 pesquisas mensais
Filipenses 4:6 – 37, 000 pesquisas mensais
Romanos 8:28 e Tiago 1:3 – 33, 000 pesquisas mensais
Provérbios 3:6 e Efésios 2:8 – 32, 000 pesquisas mensais
Romanos 3:23 – 27, 000 pesquisas mensais
Os 10 versículos bíblicos mais populares no Reino Unido:

João 3:16 – 6, 500 pesquisas mensais
Jeremias 29:11 – 2.000 pesquisas mensais
João 14:6 – 1, 900 pesquisas mensais
Josué 1:9 – 1, 800 pesquisas mensais
Gênesis 1:1 – 1, 600 pesquisas mensais
Isaías 41:10 e João 10:10 – 1, 500 pesquisas mensais
Gênesis 1:27 – 1, 100 pesquisas mensais
João 16:33 – 700 pesquisas mensais
Isaías 40:31 e Filipenses 4:13 – 600 pesquisas mensais
Gênesis 1:26 – 500 pesquisas mensais

Folha Gospel com informações de The Christian Today

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