Cristão adorando a Deus durante a turnê "God Loves You" de Franklin Graham em Springfield, Missouri, em setembro de 2021 nos EUA.
A porcentagem de americanos que se consideram cristãos pode cair de 64% para menos de 50% até 2070 se as tendências atuais continuarem, de acordo com um novo relatório do Pew Research Center. A porcentagem de pessoas que se descrevem como ateias, agnósticas ou “nada em particular” também pode chegar a 40%, segundo o relatório.
O relatório, Modeling the Future of Religion in America (Modelando o futuro da religião na América), combina décadas de dados do Pew com dados do General Social Survey para apresentar quatro modelos hipotéticos do futuro da fé nos EUA.
O Pew estima que, em 2020, 64% de todos os americanos (incluindo crianças) eram cristãos.
No entanto, em todos os quatro modelos, essa porcentagem diminuirá. De fato, em três dos quatro modelos, o número cai abaixo de 50%. (Os quatro modelos do Pew mostram o cristianismo caindo para 54%, 46%, 39% ou 35%).
Enquanto isso, a porcentagem dos tão discutidos “nenhum” – aqueles que se consideram ateus, agnósticos ou “nada em particular” – aumentará dos atuais 30% para 34%, 41%, 48% ou 52% até 2070, de acordo com os modelos de Pew.
O relatório observa que todos os modelos são hipotéticos. As diferenças dependem se a mudança religiosa “continua em taxas recentes, acelera ou para completamente”, disse o relatório.
“Todas as projeções partem da atual composição religiosa da população dos EUA, levando em conta as diferenças religiosas por idade e sexo”, disse o relatório. Em seguida, eles levam em consideração as taxas de natalidade e os padrões de migração. Mais importante ainda, eles incorporam taxas variadas de mudança religiosa – movimento dentro e fora de amplas categorias de identidade religiosa – para modelar como seria o cenário religioso dos EUA se a mudança continuasse em seu ritmo recente, continuasse a acelerar (como vem fazendo desde a década de 1990), ou parasse subitamente”.
Os modelos “não pretendem ser previsões do que acontecerá”, disse. Os eventos mundiais, acrescentou o relatório, podem ter um impacto dramático nas tendências religiosas.
“Claro, é possível que eventos fora do modelo do estudo – como guerra, depressão econômica, crise climática, mudanças nos padrões de imigração ou inovações religiosas – possam reverter as atuais tendências de mudança religiosa, levando a um renascimento do cristianismo nos Estados Unidos”. disse Pew. “Mas não há padrões de comutação atuais nos EUA que possam ser levados em consideração nos modelos matemáticos para projetar tal resultado”.
Folha Gospel com informações de Christian Headlines
Encenação de casamento entre duas meninas, feita em escola do Chile. (Captura de tela/Instagram/Renato Vargens)
Um vídeo mostrando o casamento entre duas meninas do jardim de infância de uma escola na região de Santa Bárbara de Bío Bío, no Chile, causou questionamentos da Ouvidoria da Criança, pedindo informações sobre o conteúdo.
As crianças, vestidas de noiva e noivo, participam de um casamento gay, realizado pelas próprias professoras. Os meninos e meninas da turma também fazendo parte da “brincadeira”.
Reagindo ao vídeo, a Ouvidoria da Criança pediu informações sobre o ocorrido, enfatizando que esse tipo de situação não deveria ocorrer no âmbito escolar.
“Diante de imagens que mostram um jogo, orientado por adultos, em que se simula um casamento num jardim de infância, somos enfáticos em dizer que estas situações não devem ocorrer no âmbito educativo, uma vez que não contribuem para o desenvolvimento integral de meninos e meninas”, escreveu o órgão no Twitter.
“Embora o jogo em si seja um direito de toda criança e adolescente e seja uma poderosa ferramenta de aprendizado, ele deve respeitar cada estágio de desenvolvimento em que se encontra”, acrescentou a ouvidoria.
Na encenação duas meninas estão vestidas de noiva, uma finge ter um terno de homem, e elas estão sentadas enquanto seguem as instruções do adulto responsável que as estimula a “colocar as alianças” e depois se beijar na bochecha.
Na sequência, as duas crianças andam por um corredor, simulando a saída de um casamento, sob aplausos dos demais meninos e meninas.
Críticas e indignação
Em resposta, houve críticas no Twitter da Ouvidoria pelo que “adultos” estavam fazendo com as crianças.
Uma internauta escreveu: “Que viralize para que os cegos de uma vez por todas saibam o quão horrível eles querem fazer com as crianças”.
Um homem disse que se tratava de uma “aberração” e que serem professores “não lhes dá o direito de envenenar a mente das crianças”.
Em resposta a uma mulher indignada, a Ouvidoria respondeu que “o que você vê no vídeo não tem nada a ver com Educação Sexual Integral, que respeita o grau de desenvolvimento de cada criança e adolescente”.
O Pr. Renato Vargens publicou o vídeo em seu perfil no Instagram com o seguinte comentário:
“Adultos fazem o que querem. Na verdade, a vida é deles não é mesmo? Agora, crianças? Fazer isso com crianças? Isso é um absurdo. Crianças nem sabem o que é isso! Qual a razão de encenarem esse tipo de coisa?”, questionou. “Que Deus tenha misericórdia dos pequeninos”.
Laura Astrolabio defendeu que esquerdistas se infiltrem na EBD Infantil. (Foto: Reprodução/YouTube/TV Fórum).
Uma advogada sugeriu que militantes de esquerda se infiltrem nas igrejas evangélicas para doutrinar as crianças, durante um live da Revista Fórum, no domingo (11).
No evento online, chamado “Mulheres no Poder em um Momento Bolsonarista”, Laura Astrolabio defendeu uma infiltração nas Escolas Bíblicas Infantis, como estratégia para formar futuros militantes da ideologia marxista.
A advogada afirmou que, como os adultos não querem escutar sobre as pautas progressistas, a solução é pregar para as crianças.
“Quem disse que a gente vai falar para eles [adultos]? A gente vai para a escolinha dominical. O que mais a igreja quer é pegar um irmão ou irmã para cuidar das crianças”, enfatizou.
Laura ainda ensinou como fazer essa infiltração: “Enquanto eles estão no culto, existe uma sala de aula cheia de crianças. Você vai pegar a Bíblia e vai começar a falar de Jesus: ‘Jesus amava os pobres, disse que o rico não entraria no Reino dos Céus e a gente vai começar a falar”.
E acrescentou: “Mas ele [a criança] vai chegar em casa e vai contar para o pai. Então, o pai vai falar ‘onde está isso na Bíblia?’ E criança vai dizer que foi Jesus quem falou”.
A advogada esquerdista destacou que para isso acontecer deve haver estratégia, citando o exemplo do comunista Carlos Marighella, que escreveu o Manual do Guerrilheiro Urbano, para se planejar.
“Nenhum dos revolucionários que a gente teve no Brasil fez nada sem estratégia. Marighella escreveu um manual do Guerrilheiro Urbano. A gente está lendo? Podemos adaptar para os dias de hoje, porque óbvio que não podemos sair armados”, disse.
Na live, Laura Astrolabio contou que já foi cristã durante 30 anos, mas que hoje é candomblecista.
“Eu já fui até para Jerusalém. O dia que eu contar o que é essa viagem em Jerusalém, eu acabo com o cristianismo no Brasil”, afirmou.
Também participou da live da Revista Fórum a vereadora Benny Briolly (Psol), uma parlamentar trans da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Pastor Sérgio Dusilek durante evento político de evangélicos com Lula. Foto: Reprodução
Em reunião com a diretoria da Convenção Batista Carioca (CBC) realizada na manhã desta quarta-feira (14), o pastor Sérgio Dusilek renunciou à presidência da instituição, após ter apoiado a eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na nota pública divulgada, a convenção reconhece “os constrangimentos altamente prejudiciais aos batistas” causados pela fala do religioso durante um evento partidário realizado na última sexta-feira (9) na cidade de São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
“Embora o ex-presidente declare que a sua fala tenha sido estritamente de cunho pessoal, percebemos a impossibilidade de separar tal discurso da função exercida na presidência e, por sua vez, da imagem da CBC e dos batistas”, diz trecho da nota.
O documento reforça ainda aos pastores batistas que evitem compromissos públicos de natureza político-partidária e ainda pede perdão a todos que se sentiram feridos ou constrangidos pelo discurso do agora ex-presidente da CBC.
A íntegra da nota pode ser lida neste link e abaixo:
“Nota Pública – Renúncia do Pr. Sérgio R. G. Dusilek
A Convenção Batista Carioca vem a público informar a renúncia do Pr. Sérgio Ricardo Gonçalves Dusilek da presidência da sua Diretoria Estatutária, às 10h do dia 14 de setembro de 2022.
Após as repercussões acerca de seu pronunciamento em evento político-partidário realizado na última sexta-feira, 9 de setembro de 2022, na cidade de São Gonçalo (RJ), o Pr. Sérgio Ricardo Gonçalves Dusilek consolidou sua abdicação através de carta-renúncia, entregue de forma oficial e devidamente assinada, em reunião da Diretoria, na manhã desta quarta-feira (14/09).
Como Diretoria, reconhecemos os constrangimentos altamente prejudiciais aos batistas. Já é público e notório que em nenhum momento houve autorização ou endosso de quem quer que seja ao supracitado pronunciamento. Embora o ex-presidente declare que a sua fala tenha sido estritamente de cunho pessoal, percebemos a impossibilidade de separar tal discurso da função exercida na presidência e, por sua vez, da imagem da CBC e dos batistas.
Reconhecemos nossas falhas e lamentamos por nossas limitações pessoais e institucionais. Contudo, destacamos que a Convenção Batista Carioca e sua Diretoria, como servas de suas igrejas, continuam com o compromisso de crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Os últimos acontecimentos nos desafiam, agora ainda mais, a otimizar nossos processos internos de gestão e governança, sempre fundamentados em nossos princípios históricos.
Respeitamos o princípio da liberdade de consciência, porém entendemos, a partir desse episódio, que nossas posturas devam ser ainda mais firmes e cuidadosas nas questões político-partidárias. Recomendamos que nossos líderes da denominação e das igrejas evitem compromissos públicos dessa natureza, visando assim reforçar o princípio da separação entre Igreja e Estado.
Reafirmamos que os princípios batistas da livre consciência e da separação entre Igreja e Estado não se contradizem, mas se complementam ao nortear as ações de quem deseja servir na liderança de nossas igrejas e da nossa denominação. Sendo assim, como Diretoria, expressamos o nosso pedido de perdão pelas feridas e constrangimentos causados aos membros das igrejas batistas e das demais igrejas evangélicas.
Desejamos que a graça de Cristo opere em cada coração e ressaltamos que nos debates o diálogo seja uma via respeitosa, pois trata-se de uma grande ferramenta de compreensão e unidade. Não obstante a isso, declaramos que nossos encontros deliberativos continuam sendo o espaço ideal para o tratamento de nossas questões e incentivamos a todos os batistas cariocas a esta participação de forma efetiva.
Agradecemos ao Pr. Sérgio Ricardo Gonçalves Dusilek pela sua liderança em nossa denominação, especialmente na presidência da CBC até esse momento, e renovamos nossas orações em prol da sua vida, da sua família e do seu ministério.
“Portanto, meus amados irmãos, sede e firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.” I Coríntios 15:58
Rio de Janeiro, 14 de setembro de 2022.
Em Jesus Cristo, o Senhor da Igreja;
A Diretoria da Convenção Batista Carioca
João Fraga Filho 1º Vice-Presidente no Exercício da Presidência
Álvaro Ramon Oliveira 2º Vice-Presidente
Anderson Santos Barreto 3º Vice-Presidente
Elaine David Honório Gonçalves Viana 1ª Secretária
Uma das organizações alvo de vandalismo antes da Marcha pela Vida de 2021 na Suíça
Os pró-vida suíços realizam sua Marcha Pela Vida anual em 17 de setembro, e a pressão de ativistas e políticos pró-aborto aumentou durante o verão.
Nos últimos anos, grupos que expressam seu apoio à marcha pacífica celebrada na capital Berna e Zurique sofreram ataques contra seus escritórios, vandalismos e pichações contra casas de líderes cristãos.
No período que antecede a Marcha pela Vida deste ano, a Aliança Evangélica Suíça (SEA, sigla em inglês) está chamando os ativistas do aborto por “mais tolerância e proteção da liberdade de expressão”.
“A Suíça democrática garante a liberdade de expressar diferentes formas de pensar para convencer com argumentos e influenciar os acontecimentos políticos”, diz a SEA . E “isso deve valer para todos. Estados totalitários restringem massivamente essa liberdade de expressão”.
A marcha dos cidadãos suíços que “valorizam a família e defendem o direito da criança a viver” não deveria enfrentar ano após ano “ativistas pelo direito ao aborto que quebram janelas, jogam sacos de tinta em escritórios, sujam prédios com slogans obscenos e exigindo que as relações comerciais com os dissidentes sejam interrompidas”.
Este ano, até uma organização que não apoia a marcha foi alvo de um boicote . A Helsana, uma conhecida seguradora, foi criticada por políticos de esquerda por prestar serviços à associação familiar “Pro Life”, que tem 70.000 membros na Suíça. Pichações nos prédios de Helsana e a pressão política forçaram a Helsana a explicar que não tem uma posição sobre o aborto, reivindicando o direito fundamental à liberdade de expressão e a igualdade de tratamento dos parceiros de negócios, independentemente de sua posição política.
Após anos de esforços para silenciar a voz de grupos pró-vida, a Aliança Evangélica Suíça desafia “os defensores do aborto a defender o direito à liberdade de expressão em seu ambiente e a tratar aqueles que pensam de outras maneiras com tolerância e respeito. Este é um dos fundamentos da nossa convivência democrática na Suíça”.
Em 2021, cerca de 1.200 pessoas aderiram à Marcha Suíça pela Vida em Zurique.
Fadi Zara perdeu a irmã e a mãe devido a perseguição violenta do Boko Haram. (Foto: Reprodução/Open Doors).
Cristãos do Camarões, especialmente da região do extremo norte entre a Nigéria e o Chade, crescem sabendo que são alvos do Boko Haram por crerem em Jesus.
Fadi Zara viveu essa realidade. A jovem cristã já escapou 5 vezes de ataques terroristas, fugindo de uma aldeia a outra, para salvar sua vida.
A violência do grupo extremista na região de fronteira entre Camarões, Chade e Níger já é comum.
A região remota e com desertos abertos, como o lugar onde Fadi morava, tornou os moradores cristãos vulneráveis a terroristas, que trabalham para exterminar a igreja.
“Zona Vermelha”
Chamada de “Zona Vermelha”, a Missão Portas Abertas já registrou mais de 41 ataques contra aldeias da área.
Os crentes do extremo norte do Camarões, agricultores de subsistência, enfrentam, cada vez mais, risco de sequestros e assaltos enquanto trabalham em suas fazendas.
Fadi cresceu na aldeia agrícola de Barawa com seu pai, mãe e irmã. Em 2013, o Boko Haram atacou e devastou sua aldeia.
“Eles vieram à noite e mataram muitas pessoas e queimaram nossas igrejas. Então, fugimos pela fronteira para a aldeia Vreket”, contou a jovem.
Em Vreket, a família de Fadi viveu mais um ataque do grupo, que saqueou e queimou as casas dos aldeões. Eles fugiram para a aldeia vizinha Laoudzaf e foram atacados pela terceira vez.
“Eles sequestraram muitas mulheres. Depois de sermos atacados três vezes, fugimos para Zeleved”, lembrou Fadi.
Vivendo em constante perigo
Em Zeleved, a família cristã viveu em paz e segurança por alguns anos. Durante o dia, eles trabalhavam dentro das casas e nas plantações, tentando cultivar alimento para sobreviver.
Antes do pôr do sol, a família subia as montanhas para passar a noite na floresta, uma estratégia para se proteger de possíveis ataques à aldeia pela noite.
“Tivemos que passar a noite nas montanhas. De manhã, voltávamos para nossas casas e trabalhávamos em nossas fazendas. Mas ao anoitecer, íamos para a floresta dormir lá”, contou Fadi.
Porém, o que mais temiam aconteceu. Certa noite, terroristas do Boko Haram atacaram a aldeia.
“Ouvimos tiros. O Boko Haram estava novamente em nossa aldeia. Eles atacaram durante a noite. Eu não posso contar o número de pessoas que eles mataram”, lamentou Fadi.
Hoje, ela vive sozinha em um campo para deslocados internos na cidade de Koza. Sua irmã mais nova foi sequestrada pelo Boko Haram em 2015 e sua mãe morreu duas semanas depois, traumatizada pela perda da filha caçula.
Órfã, mas sustentada por Jesus
“O nome da minha irmã era Vusa. Ela tinha 14 anos quando a sequestraram. Ela foi para a fazenda com seus amigos, mas não voltou com eles. Algumas pessoas dizem que a mataram. Alguns dizem que não podem matar uma jovem assim. Eles vão se casar com ela como sua esposa”, disse Fadi.
“Minha mãe testemunhou [a morte] de muitos de nossos vizinhos, ela viu seu sangue no chão. E então eles sequestraram a filha dela. Então, ficou hipertensa e morreu”.
Depois de perder sua família, casa e sustento, Fadi enfrenta traumas emocionais da perseguição.
“Mesmo quando quero dormir, não consigo. Muitas coisas vêm como uma visão ou sonhos. E toda vez estou chorando porque sou órfã”, revelou ela.
Mesmo vivendo a dor da perseguição violenta por causa de Jesus, a jovem não perdeu sua fé.
“Preciso que Deus esteja comigo em todas as situações, para ter seu maravilhoso poder em minha vida. Para eu ver seu rosto no final do dia”, declarou Fadi.
Recentemente, a Portas Abertas distribuiu kits de ajuda emergencial para mais de 3 mil cristãos em Camarões, que necessitavam de comida, incluindo Fadi.
“Peguei arroz, peixe, balde, sabão e milho. Uma esteira, papel de embrulho e óleo vegetal. Todas essas coisas, estou surpresa por conseguir isso na minha vida hoje. Eu estou muito muito feliz”, comemorou a cristã.
Fonte: Guia-me com informações de Portas Abertas dos EUA
Quando Max Lucado foi diagnosticado com um aneurisma de aorta ascendente, há pouco mais de um ano, ele não acredita que “deu o melhor exemplo”.
“No que diz respeito a lidar com a ansiedade, eu realmente desci”, disse o famoso autor e líder da Oak Hills Church em San Antonio, Texas, ao The Christian Post.
Um aneurisma da aorta ascendente é definido pelo Johns Hopkins como um “abaulamento anormal e enfraquecimento da aorta no ponto antes da curva”. Na situação de Lucado, o aneurisma é “bastante grande”, disse ele, “cerca de dois centímetros antes de precisar de cirurgia cardíaca aberta”.
“Tenho 67, quase 68 anos. E finalmente estou aceitando o fato de que não estou ficando mais jovem. Aprendo devagar”, disse ele. “Fiquei pensando: ‘Vou evitar todos esses grandes problemas de saúde’. Então, nos primeiros dois ou três dias, foi realmente um alerta.”
Esse diagnóstico veio em uma segunda-feira. Mas naquela quinta-feira, algo milagroso aconteceu: o autor de best-sellers, cujos sermões e livros trouxeram esperança e encorajamento a milhões de pessoas em todo o mundo, sentiu sua ansiedade aumentar.
“Eu realmente senti, de uma forma sobrenatural uma manhã… eu senti isso melhorar”, disse ele. E não é que fui curado, porque não fui, mas o medo ou a ansiedade foi aliviado. E atribuo isso ao Espírito Santo. Busquei oração e recebi oração, e assim posso dizer agora honestamente que não vivo com medo disso.”
Os dias ainda não são fáceis. Lucado disse que sofre de mudanças de humor “severas” devido à sua medicação, que para ele é um território desconhecido.
“Sempre fui um cara muito despreocupado. Mas quando comecei a tomar esse betabloqueador, fiquei meio triste”, disse ele.
Mas nestes tempos, o pastor aprendeu a se apoiar no poder do Espírito Santo e pedir ajuda a Deus. E no processo, Lucado diz que ganhou maior compaixão por si mesmo e pelos outros que lutam.
“Nesse sentido, tem sido uma bênção porque me fez estar mais consciente de me apoiar mais no Espírito Santo, e também me fez ser mais compassivo com as pessoas que lutaram contra mudanças de humor ou depressão, seja leve ou grave, tudo de suas vidas porque eu não”, disse ele. “Fui poupado dessa luta em particular. Mas agora sou muito mais compassivo com uma pessoa que passa por isso que ela pode estar sentindo.”
Agora, o best-seller do New York Times está compartilhando o que aprendeu sobre o Espírito Santo, recentemente e ao longo de suas décadas de ministério, em seu novo livro Help is Here: Finding Fresh Strength in the Presence and Power of the Holy Spirit (A Ajuda Está Aqui: Encontrando Novas Forças na Presença e no Poder do Espírito Santo, em tradução livre) .
No livro, Lucado discute abertamente sua jornada de conhecer o Espírito Santo e incentiva outros a confiar no poder, liberdade e conforto que Ele traz – algo que ele disse ser desesperadamente necessário, pois os níveis de doença mental, exaustão e estresse continuam aumentando em todo o país.
“Somos um povo desgastado, desgastado ou absolutamente exausto”, disse ele, citando estatísticas que revelam que 84% dos americanos se sentem estressados pelo menos um dia em uma semana típica.
“Isso significa que quase nove em cada dez pessoas que você vê andando na rua sentem estresse. Não é assim que devemos viver. Então o Espírito dá vida; a carne não ajuda em nada. comícios estimulantes, minhas conversas de automotivação, que eles não estão me ajudando. Preciso de ajuda de fora, ajuda de cima”, disse ele.
Lucado sabe que para muitos na Igreja, o Espírito Santo é um assunto um tanto incômodo. Um estudo recente descobriu que a maioria dos cristãos auto-identificados da América, incluindo muitos que se identificam como evangélicos, acreditam que Deus é todo-poderoso e o Criador do universo.
No entanto, mais da metade rejeita vários ensinamentos e princípios bíblicos, incluindo a existência do Espírito Santo.
Muitas vezes, aqueles na Igreja se enquadram em duas categorias quando se trata do Espírito Santo, disse Lucado. O primeiro grupo acredita ter um “passe para os bastidores” do Espírito Santo, possuindo força e discernimento superiores. O segundo grupo sente a necessidade de policiar tudo o que os outros dizem e acreditam sobre o Espírito Santo, condenando pontos de vista diferentes dos seus.
“Acho que esses são os dois desafios que sempre estarão por perto”, disse ele.
Em vez de ir para qualquer um dos extremos, aproximar-se do Espírito Santo a partir de uma postura de humildade permite que os frutos do espírito cresçam, afirma Lucado.
“Em algum lugar no meio está a pessoa temente a Deus, o estudante de leitura da Bíblia, o discípulo, o seguidor de Jesus, que realmente quer tudo o que o Espírito Santo lhe dará e não está buscando nenhuma plataforma, não tentando se exibir , mas sempre mantendo um coração humilde. E creio que essa é a melhor postura para se estar; essa é a postura que realmente cria o solo no qual o fruto do Espírito Santo pode crescer”.
De acordo com as Escrituras, o Espírito Santo é “nosso consolador ou nosso amigo; aquele que vem ao lado para nos ajudar enquanto caminhamos pela vida”, postulou Lucado.
Em seu livro, no qual ele descreve o Espírito Santo como “um amigo que dá vida, aqui para levá-lo para casa”, ele investiga o significado das metáforas usadas para descrever a terceira pessoa da Trindade: “Fogo, vento, intercessor.”
“Deixe Jesus te ensinar”, disse Lucado. “Quero dizer, … quem sabe mais sobre o Espírito Santo do que um dos outros dois membros da Trindade? Quando Jesus descreve o Espírito Santo, em primeiro lugar, uma das grandes linhas é: ‘O Espírito dá vida, o a carne não ajuda em nada.’ Então o Espírito existe para nos dar vida. E rapaz, não precisamos disso hoje?”
Se o Corpo de Cristo abraçasse totalmente o poder e a presença do Espírito Santo, ele “passaria muito mais tempo em oração”, um “pouco menos fazendo e muito mais orando”, disse Lucado. Ele citou Atos 1:8 : “Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra.”
“Quando Pedro pregou, 3.000 pessoas responderam porque o Espírito Santo tocou suas vidas por ser articulado nas línguas do coração das pessoas. Então, como seria isso hoje?” ele perguntou.
O pastor ressaltou que a Igreja está “faminta” por um Evangelho simples e renovação de poder.
“Parece que nos desviamos um pouco em termos de política e controvérsias”, disse Lucado. “Que o Senhor nos traga um novo dia em que voltemos à mensagem simples do fato de que Deus nos ama. Ele veio para nós, e agora Ele nos dá poder. E se fôssemos uma Igreja do Espírito Santo, Acho que veríamos esse tipo de derramamento novamente.”
Lucado disse que na Igreja, muitas vezes há o equívoco de que os cristãos não terão provações, sejam relacionais, mentais ou físicas. Mas esse “não é o caso neste mundo”, disse Lucado, e é por isso que o Espírito Santo é tão desesperadamente necessário.
“Jesus não disse: ‘Neste mundo, algumas pessoas passam por tribulações.’ ‘Neste mundo, você terá tribulações'”, sustenta Lucado. “Mas então Ele disse: ‘Tende bom ânimo, porque eu venci o mundo.’ Então, o que quer que você esteja enfrentando, Cristo já o superou e Ele o ajudará à medida que você avança.”
“Não acredite nessa mentira que diz que se você fosse um cristão melhor, você não teria essas lutas”, enfatizou. “O fato é que, às vezes, o fato de você ser um cristão cria essas lutas porque o diabo o vê como um candidato a seu ataque.”
Enquanto ele luta com suas próprias batalhas de saúde, Lucado encoraja outras pessoas em situações semelhantes a “recorrer ao seu Pai Celestial, que pode ajudá-lo a enfrentar a luta, e também a recorrer aos outros”.
“Não tente arcar com isso sozinho. E não se culpe”, disse ele. “Eu acho que é importante para nós lembrarmos que esta vida não se destina a durar para sempre. Todos nós teremos aflições, e todos nós adoeceremos. E a menos que Cristo volte, todos nós vamos ter um coração que para de bater. E isso não é ruim porque no minuto em que fechamos nossos olhos para esta terra é um minuto em que abrimos nossos olhos para o Novo Reino. E essa será a grande coisa, a grande vitória.”
Folha Gospel com informações de The Christian Post
A atriz Bruna Marquezine em entrevista ao podcast Quem Pode, Pod
Bruna Marquezine revelou o motivo de não frequentar mais a igreja evangélica. A atriz de 27 anos disse que permanece com sua fé em Deus, mas não se sente mais confortável no espaço religioso que costumava bater ponto. “Eu até me entristeço ao falar isso”, lamentou ela, nesta terça (13).
Em entrevista ao podcast Quem Pode, Pod, a atriz reclamou da falta de privacidade que enfrentava ao encontrar outras pessoas quando ia ao culto.
“Eu até me entristeço em falar isso. Eu sou cristã porque acredito em Deus e sigo Jesus Cristo, mas eu não frequento a igreja porque não concordo com muitas coisas e porque… Vou deixar esse recado aqui, galera: quando uma celebridade entrar na igreja, dá uma controlada. É impressionante, é você botar o pé dentro da igreja, e alguém fala: ‘Tenho uma palavra para te entregar’. É necessário ter seriedade com as coisas de Deus”.
Sinto que muitas vezes as pessoas abrem a boca carregadas dos julgamentos delas. Por mais que seja com boas intenções, isso só afasta. Hoje, eu não me sinto confortável na igreja porque quando eu chego vem alguém falar que tem uma palavra para me entregar. E a palavra é sempre a mesma: ‘Vem para Deus. Ele está te esperando’. Eu falo: ‘Mas eu falo com ele todos os dias, sempre estive com ele’.
A atriz ainda lamentou que tenha sido julgada em momentos íntimos enquanto buscava a presença de Deus dentro da igreja. “Já aconteceu de eu estar orando e ter alguém me filmando, de o pastor falar alguma coisa, e eu me emocionar, daí quando olho para o lado estão me olhando”, contou.
“Conversei muito com Deus. Eu falei: ‘Olha, eu adoraria [ir], mas vou sair de casa para passar raiva e não vai fluir'”, completou ela.
Capelães da equipe de Billy Graham ministrando em Londres. (Foto: Billy Graham Evangelistic Association)
Com a morte da rainha Elizabeth II, Londres está em uma semana de luto e homenagens à monarca, que faleceu aos 96 anos e ficou à frente do trono britânico por 70 anos. Nos dias que antecedem o funeral, cristãos têm aproveitado oportunidades para compartilhar o Evangelho.
De acordo com Ashlyn Portero, que faz parte da liderança da igreja Redeemer Queen’s Park, o momento da morte sempre abre portas para falar da eternidade.
“Ouvi muitas pessoas dizerem que [Elizabeth] viveu e reinou por tanto tempo, que achavam que ela era imortal”, disse Ashlyn à Baptist Press. “Então esse é um bom momento para iniciar uma conversa, que realmente ela pode ser imortal no céu, por causa de sua fé.”
Embora Londres seja apontada como a cidade mais religiosa e conservadora do Reino Unido, nem todos os fãs da rainha apreciam seu cristianismo.
“Os cristãos são muito gratos pela forma como ela falou sobre sua fé. Vemos que muitas de suas frases foram inspiradas e impulsionadas pelos ensinamentos de Cristo e por sua fé”, observou Ashlyn. “Algumas pessoas simplesmente ignoram isso, mas acho que isso as impede de vê-la totalmente como pessoa, porque sua fé era claramente importante para ela”.
A Igreja da Inglaterra é a igreja estatal do Reino Unido e tem pelo menos 85 milhões de fiéis em mais de 165 países, segundo o History. A rainha Elizabeth foi encarregada de nomear arcebispos, bispos e decanos da igreja, que eram obrigados a fazer um juramento de fidelidade à rainha.
Embora a igreja tenha um papel oficial no Estado, grande parte da cultura britânica é secular e aberta à influência de diversos países, especialmente por causa dos imigrantes, Ashlyn observa.
“De fato as nações vieram para cá”, disse Ashlyn sobre Londres. “Nós só queremos ver as pessoas conhecendo Jesus. O Evangelho é para todos. Queremos que todos saibam e respondam a isso.”
Equipe de evangelismo de Billy Graham
A Associação Evangelística Billy Graham tem enviado capelães treinados para confortar enlutados que chegaram ao Palácio de Buckingham e outras partes da Inglaterra, aproveitando o momento para falar do amor de Cristo.
Os capelães permanecerão na área pelo menos 10 dias, até o funeral da rainha, que será realizado na Abadia de Westminster, às 11:00, em 19 de setembro.
“Há tanta coisa acontecendo no mundo neste momento. A morte da rainha aumentará a insegurança e o medo que as pessoas estão experimentando atualmente e queremos que elas saibam que há esperança na mensagem do Evangelho e através da fé em Jesus. Ele traz paz no meio da tempestade em todos os desafios da vida”, disse Nigel Fawcett-Jones, líder da Equipe de Resposta Rápida Billy Graham.
Mais de 20 capelães do ministério nos EUA, Reino Unido, Canadá e Austrália devem ministrar nos próximos dias aos enlutados reunidos perto do Castelo de Windsor e em Edimburgo, na Escócia.
A Associação Evangelística Billy Graham tem realizado eventos evangelísticos na Inglaterra desde a década de 1950, e Billy e Ruth Graham visitaram a rainha em várias ocasiões.
Durante os últimos 68 anos, três gerações de Grahams compartilharam as Boas Novas em pelo menos 20 cidades no Reino Unido.
Fonte: Guia-me com informações de Baptist Press e Associação Evangelística Billy Graham
A Igreja Embaixadores de Jesus já abrigou e ajudou cerca de 35 mil imigrantes. (Foto: Reprodução/CBN News).
Em 2011, quando o pastor Gustavo Banda plantou uma igreja em Cânion do Escorpião, na fronteira do México com os Estados Unidos, não imaginava que sua congregação se tornaria um refúgio para milhares de imigrantes.
Tudo começou com um chamado de Deus para que Gustavo e sua esposa Zaida Guillén, se mudassem para o bairro pobre, onde ninguém queria estar, a dez quilômetros de Tijuana.
“Foi um mandato claro de Deus para se mudar para cá, embora não houvesse absolutamente nada neste lugar. Deus me deu um sonho que eu tinha que construir uma igreja”, contou o pastor, em entrevista à CBN News.
“Trabalhamos oito meses, dia e noite. Sabíamos que Deus faria algo especial, mas ninguém tinha ideia do que realmente ia acontecer”.
Plantando uma igreja num lugar esquecido
Obedecendo a voz do Senhor, o casal construiu o templo da Igreja Embaixadores de Jesus no centro do Cânion do Escorpião.
Não existem ruas pavimentadas e rede de esgoto no bairro. A encosta está repleta de lixo e a criminalidade é alta.
“Quando nos mudamos para cá, havia apenas vacas, cavalos, galinhas e pessoas com muitas necessidades”, disse Banda.
Ele e a esposa iniciaram os cultos no domingo na nova igreja e no restante da semana viajavam pelas estradas acidentadas para ministrar aos necessitados, de casa em casa.
“Nós compartilhamos o amor de Jesus com eles. Foi o mandato de Deus que temos que ir aos pobres”, ressaltou Gustavo.
Abrindo as portas para imigrantes
Em 2016, mais de 20 mil haitianos chegaram à cidade de Tijuana, fugindo da pobreza e desastres naturais de seu país natal e a igreja Embaixadores de Cristo se tornou um refúgio para os imigrantes.
“Nunca imaginei que haveria tantas pessoas na igreja”, comentou o líder. Desde então, sua igreja abriu suas portas para ajudar refugiados de diversas partes do mundo.
“Começou com migrantes vindos do Haiti, África, Paquistão e Oriente Médio. Hoje, temos principalmente pessoas de El Salvador, Guatemala, Equador, Nicarágua, Colômbia e alguns do México. Estimamos que cerca de 35 mil pessoas passaram pela igreja”, afirmou Gustavo.
Hoje, a igreja está abrigando 1200 pessoas que estão na fronteira, esperando para entrar legalmente nos EUA e recomeçar suas vidas.
Ajuda aos mais necessitados
“Nós os alimentamos 3 vezes ao dia. Tentamos ajudá-los com todas as suas necessidades. À noite, a igreja inteira se torna um grande dormitório gigante, onde todos arrumam suas camas no chão, e às vezes não há espaço nem para andar”, observou o pastor.
Uma equipe de voluntários da igreja fornece ensino escolar para as crianças e oferece curso de informática, que preparam os imigrantes para ingressarem nos EUA.
“A coisa mais importante para os migrantes saberem quando chegarem aqui é que há esperança e, embora tenham deixado suas famílias para trás, todos nós que estamos aqui nos tornamos sua família”, declarou Banda.
No domingo, todos retiram suas camas do chão do templo e participam de um animado culto.
“Eu sei que tenho pouco tempo com eles, então meu trabalho é que saibam o máximo que puderem sobre Jesus, os batizem e os enviem para os Estados Unidos acreditando em Cristo” explicou o pastor.
E testemunhou: “Não tenho os números, mas há anos batizamos muitos deles e muitos estão se rendendo a Jesus”.