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Jovens se refugiam em faculdade cristã para escapar da guerra e se convertem, em Mianmar

Estudantes de faculdade cristã no Mianmar. (Foto: Imagem ilustrativa/Myanmar Hope Christian Mission).
Estudantes de faculdade cristã no Mianmar. (Foto: Imagem ilustrativa/Myanmar Hope Christian Mission).

Em meio a guerra civil que assola o Mianmar, pessoas estão colocando sua fé em Cristo de formas milagrosas.

Após o golpe militar em fevereiro do ano passado, civis são mortos e casas são incendiadas, enquanto as forças militares lutam contra movimentos de independência em vários estados no país.

“A guerra civil não está melhorando; todos os dias ocorrem batalhas em todos os estados e em todas as regiões”, relatou um líder de um ministério local, ao Christian Aid Mission.

“Não há segurança em nenhum lugar – assassinatos, bombardeios, tiros e prisões acontecem em todos os lugares”.

De acordo com a organização missionária Aid Mission, muitos birmaneses fugiram para as selvas para escapar do conflito, outros se refugiaram em outras nações.

Em meio ao caos, alguns jovens tiveram a ideia de pedir abrigo em faculdades e acompanhamentos cristãos no Mianmar.

“Muitos deles permanecem no país e não sabiam o que fazer com suas vidas. Alguns jovens correram para faculdades bíblicas e acampamentos cristãos”, disse o líder, não identificado por razões de segurança.

Recentemente, 48 jovens fugiram para a faculdade do ministério do líder, escapando de ataques militares.

Muitos deles acabaram aceitando Jesus e agora estão estudando a Palavra de Deus, através de bolsas de estudo da instituição.

Em março deste ano, dez meninas também fugiram para a faculdade cristã, após suas aldeias se tornarem verdadeiros campos de batalha.

“Todas as pessoas das aldeias fugiram para a floresta e essas dez jovens fugiram para o nosso acampamento”, contou o líder.

Conhecendo Jesus

E testemunhou: “Depois de vir até nós, todas elas foram salvas, e agradecemos ao Senhor por isso. Agora, elas não têm para onde ir e se juntaram avidamente ao nosso colégio bíblico”.

Estudantes do ministério também enfrentaram muitos perigos para poder retornar às aulas da faculdade.

Três alunos passaram semanas fugindo de combates durante a viagem e um deles foi pego pelos militares e quase foi morto.

“Ele estava prestes a ser morto pelos terroristas. Uma garota implorou por ele e o estudante foi libertado”, afirmou o líder.

“Eles ficaram na estrada por três dias, depois se mudaram para outro vilarejo, depois se mudaram para outro lugar e, finalmente, depois de três semanas, conseguiram chegar à faculdade”.

Mesmo enfrentando perigos, a faculdade cristã continua discipulando os estudantes e preparando líderes locais de 13 etnias.

“Bombardeios e tiros costumavam ocorrer perto do campus, mas até agora estamos seguros pela graça de Deus”, declarou o líder.

“Todos os 161 alunos são estudantes residentes do dormitório. Ensinamos a eles a Palavra de Deus, e há reuniões todos os sábados à noite, domingo de manhã e domingo à noite”.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Aid Mission

Pesquisa mostra que muitos cristãos não sabem o que significa “dízimo”

Dízimo e oferta
Dízimo e oferta

Enquanto muitas igrejas cristãs incentivam o dízimo – dando 10% da renda de alguém para a igreja – como um mandamento bíblico, apenas uma minoria de pastores concorda com essa visão tradicional, mostram dados de um novo estudo de Barna.

Os dados do estudo “Revisiting the Tithe & Offering” (Revisitando os Dízimos e as Ofertas), o último lançamento da série The State of Generosity de Barna, publicado em parceria com Generis e Gloo, descobriram que apenas uma minoria de americanos que se identificam como cristãos também doam 10% de sua renda para a igreja na prática.

Os pesquisadores entrevistaram 2.016 adultos dos EUA de 12 a 19 de novembro de 2021, para chegar à conclusão mais recente, mostrando que não há consenso entre os pastores sobre a prática que foi renunciada por pastores de alto nível, como o televangelista Creflo Dollar nos últimos meses.

Enquanto a maioria dos pastores no estudo não vê a doação fora da igreja como dízimo, 70% disseram que o dízimo não precisa ser estritamente financeiro. E quando se trata de quanto doação financeira seria um dízimo aceitável, apenas 33% são a favor dos 10% tradicionais.

Outros 21% dos pastores não recomendaram nenhuma parcela específica da renda que os cristãos deveriam dar, mas sugeriram que deveria ser “suficiente para ser considerado sacrificial”. Uma parcela quase semelhante de pastores, 20%, disse que os cristãos devem dar tanto quanto estão dispostos.

O estudo também revelou que o conceito de dízimo também não era bem compreendido pelos adultos norte-americanos ou mesmo pelos cristãos em particular.

Apenas cerca de dois em cada cinco adultos americanos no estudo disseram estar familiarizados com o termo “dízimo” e poderiam fornecer uma definição. Uma parcela semelhante disse estar familiarizada com o termo, enquanto 22% disseram que, embora estivessem familiarizados com o conceito, não podiam fornecer uma definição.

Entre os cristãos, em geral, menos da metade poderia dizer definitivamente o que é o dízimo. Mais da metade dos cristãos praticantes, 59%, tinham uma consciência mais forte do dízimo e o que ele significa, enquanto 99% dos pastores entendiam o conceito tradicional.

O estudo observou ainda que apenas 21% dos cristãos doaram 10% de sua renda para sua igreja local, enquanto 25% não doaram para sua igreja. Entre os cristãos praticantes, o estudo descobriu que 42% deram pelo menos os 10% tradicionais para sua igreja.

“Os líderes da igreja e os cristãos podem se perguntar se importa se o dízimo sai do convencional. Afinal, a doação da igreja não deve ser reduzida a uma equação, e a generosidade sincera e reverente pode ser realizada com ou sem conhecimento profundo do dízimo”, observou Barna. “Ainda assim, como uma ideia fundamental e bíblica de mordomia cristã se torna um conceito nebuloso, levanta questões apropriadamente – sobre como os ministérios modernos abordam o financiamento e os recursos e, mais importante, sobre a cultura mais ampla de generosidade sendo nutrida entre os cristãos”.

Um estudo recente mostrou que apenas cerca de 13% dos evangélicos se envolvem no dízimo tradicional e metade dá menos de 1% de sua renda anualmente. O estudo, “The Generosity Factor: Evangelicals and Giving” (O fator generosidade: evangélicos e doação), da Gray Matter Research and Infinity Concepts, uma agência de comunicação de marca, mostra que o evangélico médio doou US$ 1.923 para a igreja e US$ 622 para caridade nos últimos 12 meses, para um total de $ 2.545 em doação. Na marca mediana, no entanto, os evangélicos doaram apenas US$ 340 para a igreja e US$ 50 para caridade, totalizando US$ 390.

O estudo descobriu que as pessoas que estavam mais engajadas com sua igreja e fé tendiam a dar mais à sua igreja e vice-versa.

Em julho, o controverso televangelista Creflo Dollar, um dos defensores mais extravagantes do evangelho da prosperidade nos Estados Unidos, renunciou ao dízimo e a todos os seus ensinamentos anteriores sobre o assunto como “incorretos”.

Ele também exortou seus seguidores a “jogar fora todos os livros, todas as fitas e todos os vídeos que eu já fiz sobre o assunto do dízimo”, mas acrescentou que não vai se desculpar por seu erro.

Em um sermão anunciado como “O Grande Mal-entendido”, o fundador e pastor sênior da World Changers Church International, com quase 30.000 membros, com sede em College Park, Geórgia, disse estar ciente de que sua declaração o faria perder amigos e convites para falar. em outras igrejas.

Em um editorial para The Gospel Coalition em 2017, Thomas Schreiner, professor de interpretação do Novo Testamento James Buchanan Harrison e reitor associado de Escritura e interpretação no Seminário Teológico Batista do Sul em Louisville, Kentucky, descreveu várias razões pelas quais o dízimo não é uma requisito para os cristãos.

“As ordens estipuladas na aliança mosaica não estão mais em vigor para os crentes. Alguns apelam para a divisão entre a lei civil, cerimonial e moral para apoiar o dízimo como a lei se aplica a nós hoje”, explicou Schreiner em parte.

“E mesmo se usarmos essas distinções, o dízimo claramente não faz parte da lei moral. É verdade que as normas morais do Antigo Testamento ainda estão em vigor hoje, e nós as discernimos da lei de Cristo no Novo Testamento, mas o dízimo não está entre
esses mandamentos.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Marina Silva diz que quem fala que Lula vai fechar igreja ia ao gabinete dele orar

Marina Silva declara apoio a Lula nas Eleições de 2022
Marina Silva declara apoio a Lula nas Eleições de 2022

Ao anunciar nesta segunda-feira (12/9) seu apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições 2022, Marina Silva (Rede) foi questionada sobre a expectativa de que ela contribua para que o candidato ao Planalto conquiste votos de evangélicos. Os dois se encontraram na sede da campanha do petista na capital paulista.

Além de responder esse ponto, a ex-ministra falou sobre a confiança em Lula, inclusive, no que diz ao respeito da religião. Marina usou como exemplo a fake news que afirma que o candidato à presidência fecharia igrejas, se for eleito.

“Quando fui perguntada em momentos anteriores sobre essa história, eu disse que isso era uma mentira. Porque ele foi presidente da República por dois mandatos e nunca se teve notícia de nenhuma sobrancelha fechada pra nenhuma igreja”, disse.

A candidata a deputada federal por São Paulo complementou: “Muitos dos que hoje dizem essa mentira como estratégia eleitoral até iam no gabinete do presidente fazer oração com ele”.

Sobre o voto dos evangélicos, Marina Silva reconheceu que a religião está influenciando as eleições de 2022. No entanto, afirmou que não pretende misturar a crença religiosa com as questões políticas.

“De fato nós temos uma situação complexa na realidade política do nosso país. Que é como lidar com uma uma mistura complexa, delicada de fundamentalismo político com fundamentalismo religioso”, ponderou sobre a procura dos votos de evangélicos.

A ex-ministra do meio ambiente ressaltou que as políticas públicas devem ser feitas para todas as pessoas.

“A melhor forma no meu entendimento é tratar todos os brasileiros e brasileiras como cidadãos. Os católicos são os cidadãos, os evangélicos são cidadãos, os espíritas, os judeus, as pessoas que são de religiões de matriz africana e os ateus, porque nós somos um estado laico”, disse.

Liberdade religiosa

A ex-candidata à presidência ainda ressaltou que a separação entre religião e Estado é um “legado” da reforma protestante.

“O povo cristão não pode se separar, se apartar desse legado imaginando que nós vamos ter no Brasil um governo teocrático. E que vamos impor qualquer tipo de fé a quem quer que seja”, disse a candidata da Rede.

“Qualquer coisa que leve pro caminho do ódio, do exclusivismo político ou religioso, isso não é bom pra democracia, não é bom para as religiões e desrespeita a nossa constituição. Eu nunca fiz do púlpito um palanque, nem do palanque um púlpito”, complementou.

Marina ainda afirmou que são necessárias políticas afirmativas para reparar historicamente grupos que foram vulnerabilizados, como os povos indígenas, mulheres e a população LGBTQIA+.

Fonte: Metrópoles

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Convenção Batista Carioca emite nota após presidente participar de evento político com Lula

Pastor Sérgio Dusilek durante evento político de evangélicos com Lula. Foto: Reprodução
Pastor Sérgio Dusilek durante evento político de evangélicos com Lula. Foto: Reprodução

Em agenda pelo Rio de Janeiro, o ex-presidente Lula esteve na manhã da última sexta-feira (09) em encontro com os evangélicos no município de São Gonçalo (RJ). O local escolhido para o ato foi o ginásio do antigo Clube Tamoio.

Lideranças evangélicas subiram ao palco para falar da realidade do país. Logo, o pastor Sérgio Dusilek, presidente da Convenção Batista Carioca (CBC) manifestou seu posicionamento pessoal durante o evento partidário.

Antes de tudo, ele parafraseou o texto bíblico de Miquéias 6:10. “Ainda se encontram nos cofres dos ímpios, as escrituras da impiedade, e em suas mídias, as Fake News que detesto diz o Senhor Deus”, inicia o pastor, o seu discurso.

A seguir, ele disse que a igreja evangélica precisa pedir perdão ao Lula. “Presidente Lula a igreja evangélica tem que pedir perdão ao Senhor. A igreja tem que pedir perdão ao presidente Lula. O Senhor não foi só alvo da injustiça do judiciário brasileiro, o Senhor tem sido alvo da injustiça do clero brasileiro”, declarou o presidente da CBC.

O vídeo do evento foi divulgado em grupos de Whatsapp e redes sociais, e gerou repercussão entre lideranças cristãs evangélicas, membros de igrejas Batistas do Brasil e outras denominações protestantes.

Repercussão

Em vídeo, que já apresenta 26 mil visualizações no YouTube, publicado no último sábado (10) o pastor Batista carioca, Cláudio Barrozo, manifestou seu posicionamento a respeito da fala de Sérgio Dusilek.

“Ele (…) não tinha o direito de faze-lo sobre o título de presidente da CBC, como foi apresentado, ele deveria ter na primeira fala, declinado desta posição e informado que o discurso que faria não representava os Batistas mas o fazia no seu próprio nome”, disse Barrozo.

“Para representar os Batistas seja em âmbito municipal, estadual ou brasileiro o presidente deve estar obediente a decisão tomada pela convenção em assembleia, o que não aconteceu”, concluiu o pastor.

A Convenção Batista do Estado de São Paulo (CBESP) também emitiu nota de repúdio com o ocorrido, pois o “pronunciamento não representa a opinião dos Batistas Brasileiros”.

Nota de Esclarecimento – CBC

Em nota divulgada no último domingo (11), a diretoria da Convenção Batista Carioca (CBC) reafirmou sua defesa entre a separação de igreja e estado.

“A Convenção Batista Carioca ‘não apoia, nem indica, nem toma partido de qualquer candidato a cargo público, ou ainda, não referenda qualquer corrente político-partidária.’”

“Lamentamos que essas falas tenham causado dúvidas sobre a representatividade da CBC e sobre o compromisso que temos com os princípios batistas.”, diz nota.

“Reforçamos o princípio batista da liberdade de consciência e de religião de cada indivíduo”, continua.

Em conclusão a nota afirmou respeito com o Estado Democrático de Direito, e com aqueles que “contribuem para uma sociedade melhor”, “com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros” (João 13:35).

Leia a íntegra da nota de esclarecimento abaixo:

A diretoria da Convenção Batista Carioca (CBC) vem a público, por meio desta nota oficial, esclarecer os últimos acontecimentos ocorridos.

Sexta-feira, dia 09/09/22, o Pr. Sérgio Ricardo Gonçalves Dusilek (presidente da CBC) manifestou seu posicionamento pessoal em um evento partidário na cidade de São Gonçalo.

Apesar de ter sido apresentado como presidente da Convenção Batista Carioca, seu posicionamento foi de caráter estritamente pessoal, não representando um posicionamento dos Batistas Cariocas. Lembramos que a Convenção Batista Carioca “não apoia, nem indica, nem toma partido de qualquer candidato a cargo público, ou ainda, não referenda qualquer corrente político-partidária.

Lamentamos que essas falas tenham causado dúvidas sobre a representatividade da CBC e sobre o compromisso que temos com os princípios batistas. Lamentamos também as feridas que foram abertas por conta do tratamento dado a este episódio.

Reforçamos o princípio batista da liberdade de consciência e de religião de cada indivíduo. Cada pessoa deve exercer sua liberdade individual e sua livre consciência. Assim respeitamos e defendemos o direito de todos de expressarem suas opiniões, suas ideias e suas convicções, mesmo que diferentes das nossas.

Reafirmamos nosso respeito ao Estado Democrático de Direito, bem como nossa participação como cidadãos que contribuem para uma sociedade melhor, que todos temos responsabilidades diante de Deus e seus propósitos e precisamos promover nossas convicções, mantendo a paz, a unidade e a tolerância, vivendo o mandamento do amor, marca que sinaliza que somos discípulos de Jesus.

“Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros”. (João 13.35)

Diretoria da Convenção Batista Carioca
Presidente – Pr. Sérgio Ricardo Gonçalves Dusilek
1º Vice-presidente – Pr. João Fraga Filho
2º Vice-presidente – Pr. Álvaro Ramon Oliveira
3º Vice-presidente – Pr. Anderson Santos Barreto
1º Secretária – Dra. Elaine Gonçalves Honório David Viana
2º Secretário – Pr. Sebastião Ludovico Santos
3º Secretário – MM Ilazy Idelfonso de Oliveira

Folha Gospel com informações de Comunhão, Convenção Batista Carioca e UOL

Assembleia de Deus proíbe política em redes sociais e cantores ligados a candidatos

Grande Templo, sede da Igreja Evangélica Assembleia de Deus do Estado do Mato Grosso, tem capacidade para abrigar 22 mil pessoas sentadas
Grande Templo, sede da Igreja Evangélica Assembleia de Deus do Estado do Mato Grosso, tem capacidade para abrigar 22 mil pessoas sentadas

O Conselho Político da Igreja Assembleia de Deus de Cuiabá e Região proibiu os fiéis de compartilhar conteúdos políticos nas redes sociais e grupos de WhatsApp da instituição. A medida, assinada pelo presidente do Conselho Político de Cuiabá, pastor Cristiano Rosa, é válida durante o período eleitoral.

Ainda segundo o documento, desde a última sexta-feira (10), foram suspensas todas as agendas de cantores e pregadores da Assembleia de Deus de Cuiabá que estejam trabalhando nas campanhas eleitorais.

Anteriormente, o presidente das Igrejas Assembleias de Deus em Cuiabá, pastor Silas Paulo de Souza, orientou diretores, colaboradores e funcionários sobre a proibição de utilizar adesivos, bandeiras, vestuários e demais acessórios vinculados a candidatos políticos.

De acordo com o comunicado, não era recomendado utilizar adesivos, bandeiras, vestuário e outros acessórios vinculados a candidatos, além de outras restrições.

À época, a postura foi considerada uma contradição, já que a Igreja recém tinha disponibilizado seu púlpito para o candidato à reeleição, o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em Mato Grosso, a Assembleia de Deus também tem nomes na corrida eleitoral, como o deputado estadual e candidato à reeleição Sebastião Rezende (União Brasil) e o ex-vereador por Cuiabá e candidato derrotado a prefeito, Abilio Brunini (PL), que disputa vaga de deputado federal.

Há ainda o pastor Marcos Ritela, candidato ao governo do Estado pelo PTB, vinculado à Assembleia de Deus, e o candidato ao Senado Kássio Coelho (Patriota).

Fonte: Página 1

Mais de 450 presos já foram batizados nos EUA

O ministério “God Behind Bars'' tem levado o Evangelho às prisões nos EUA. (Foto: Facebook/God Behind Bars)
O ministério “God Behind Bars'' tem levado o Evangelho às prisões nos EUA. (Foto: Facebook/God Behind Bars)

Mais de 450 presos aceitaram Jesus e foram batizados apenas neste ano, nos Estados Unidos.

A salvação em massa é fruto do trabalho do “God Behind Bars”, um ministério que leva o Evangelho a presídios do país.

Em comparação com o ano passado, quando 90 detentos se batizaram, a missão testemunhou um grande aumento na colheita de almas.

“O evangelho está se espalhando como nunca vimos nas prisões. Jesus está se movendo no poder!”, afirmou a God Behind em postagem no Facebook.

Desde 2009, o ministério tem levado a esperança de Cristo, os apoiando enquanto cumprem suas penas e após a libertação.

“Criamos campi satélites nas prisões e toda a nossa missão é apresentar Jesus aos presos. Há 3,1 milhões de presos em todo o país e esse é um grupo enorme de pessoas. Acreditamos que podemos alcançar quase todos eles”, disse Isaac Holt, diretor de inovação da God Behind Bars, à CBN News.

Em parceria com igrejas locais, o ministério está transformando a vida de muitos encarcerados através do Evangelho. A Faith Promise, no Tennessee, é uma dessas igrejas.

Todas as semanas, uma equipe da congregação ministra a 500 presos, em três presídios da região.

“Nós fornecemos a eles a oportunidade de que, quando saírem, já tenham uma igreja doméstica”, explicou Lisa Cole, pastora da igreja.

Os presos convertidos também ajudam a evangelizar os colegas de cela. “Eles fazem pequenos grupos, têm grupos de oração todas as noites em suas unidades. Nós os desafiamos a ganhar seu mundo compartilhando o Evangelho”, contou a pastora.

Lisa contou o testemunho de Michele, uma mulher que foi viciada em metanfetamina durante 30 anos e encontrou Jesus na prisão.

“Ela realmente entregou sua vida a Cristo e começou a ler 10 devocionais diferentes por dia. [Ela] estava indo ao culto e realmente orando pelas mulheres. É uma das maiores e mais brilhantes luzes que já vi para Jesus”.

Recentemente, Michele foi libertada e vive uma nova vida em Cristo. Ela conseguiu um emprego e se reconectou com sua filha de 17 anos, que não via desde seus 3 anos.

“Acho que se a graça de Deus não pode se estender a um prisioneiro, então não pode se estender a mim. Como cristãos, devemos acreditar que a graça de Deus pode mudar o pior dos piores”, ressaltou a pastora Lisa.

E concluiu: “Estamos todos redimidos. Deus faz milagres tão incríveis”.

Fonte: Guia-me com informações de CBN News

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Mais de 2.000 pessoas aceitam Jesus em evento com Franklin Graham, na Mongólia

Franklin Graham prega em evento na Mongólia. (Foto: Associação Evangelística Billy Graham)
Franklin Graham prega em evento na Mongólia. (Foto: Associação Evangelística Billy Graham)

Diversas caravanas dos distritos vizinhos e do interior de Ulaanbaatar, na Mongólia, levaram milhares de pessoas, de carro e de ônibus, a Steppe Arena, onde aconteceu uma cruzada evangelística da Associação Billy Graham.

O evento contou com 17.000 pessoas participando presencialmente e outras 18.000 assistiram ao Festival online.

Segundo relatos divulgados pela AEBG, muitos estavam curiosos sobre Jesus: “Alguns vieram pela música. Mas cada um partiu sabendo o quanto são valiosos para Deus”.

Franklin Graham, que conduziu o evento, deixou isso claro na última noite do Festival da Alegria na Mongólia. “Você é importante para Deus”, disse ele. “Deus te ama.”

Ele pregou no domingo à noite sobre Lucas 19, que relata a história de Zaqueu, o cobrador de impostos que abandonou seu pecado e começou a seguir Jesus. “Jesus parou por Zaqueu”, disse Franklin Graham. “Ele o chamou pelo nome. Ele sabe o seu nome.”

Alguns dias antes do evento, Chuluu* estava no Zaison Memorial, que homenageia soldados mongóis e soviéticos aliados mortos na Segunda Guerra Mundial, quando conheceu alguns membros da equipe da Associação Evangelística Billy Graham.

No encontro, ele contou que estava preocupado com seus pais idosos que estavam doentes, além dos problemas legais que ele também enfrentava. Os evangelistas o encorajaram a confiar em Jesus entregando a ele suas preocupações e o convidaram para o Festival.

Chuluu, de 21 anos, compareceu durante as duas noites do evento. No domingo, ele foi uma das primeiras pessoas que se apresentaram quando Franklin Graham convidou o público a entregar suas vidas a Cristo.

Há oito anos Chuluu não seguia nenhuma religião. “Eu costumava ser budista, mas agora estou escolhendo Jesus”, ele compartilhou. “Jesus disse: ‘Se você crer em mim, seus pecados podem ser perdoados.’ Deus pode me perdoar”.

Naraa* também estava preocupava e seu rosto revelava sua tristeza. Ela estava desempregada e estava deprimida. “Quero ter amigos e trabalhar. Quero ser otimista”, disse ela.

Aos 37 anos, a mulher também compartilhou seu desejo de encontrar um homem gentil e se casar.

Naraa entendeu que decidir seguir Jesus não significava que seus problemas desapareceriam ou que ela teria uma vida perfeita. Mas a mensagem de Franklin Graham falou ao seu coração – e ela acreditava que Deus a amava.

Ao final, Naraa entregou sua vida a Jesus. No domingo à noite, ela levou esperança para casa.

Tsengel Ayush, uma das muitas voluntárias da igreja que ajudaram no Festival, contou sobre seu grande desejo de que outros encontrem a esperança que ela tem.

Após aceitar Cristo como seu Salvador aos 18 anos, ela se tornou uma das primeiras cristãs da Mongólia no início dos anos 90.

Mãe de três filhos e esposa do pastor, ela disse que Ulaanbaatar não é um lugar fácil de se viver, pelos invernos muito rigorosos. Na verdade, é a capital mais fria do mundo. Além disso, o abuso doméstico é um grande problema, e muitos estão endividados porque os salários são baixos e as despesas são altas.

Embora essas e outras coisas estejam fora de seu controle, Ayush está confiando em Deus para o futuro de sua cidade. Ela diz que está orando por aqueles que encontraram a Verdade neste fim de semana – para se tornarem os verdadeiros cidadãos de Ulaanbaatar.

Em Filipenses 3:20, a Bíblia diz: “Nossa pátria está nos céus, e de lá esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo”.

Muitos na Steppe Arena garantiram seu lugar no céu neste fim de semana.

“Este Festival é um grande investimento para o Corpo de Cristo da Mongólia”, disse Ayush. “Estou orando para que aqueles que ouviram o Evangelho não se desviem e que o Corpo de Cristo se multiplique e impacte as gerações futuras.”

Antes de deixar o palco no domingo, Franklin Graham agradeceu a Deus por uma grande colheita de crentes: “Nós amamos seu país e amamos vocês. Louvamos a Deus pelo que Ele fez aqui esta noite”.

*Nomes alterados por questões de privacidade.

Fonte: Guia-me com informações de Associação Evangelística Billy Graham

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Adolescentes cristãos são raptados em cultos para servirem como soldados na Eritreia

Cristãos na Eritréia
Cristãos na Eritréia

Há dois anos, adolescentes cristãos têm sido alvos de raptos durante cultos na Eritreia por autoridades, para servirem como soldados.

De acordo com a UCA News, jovens de 14 a 16 anos são levados à força pelas autoridades e obrigados a lutar na linha de frente da guerra no estado de Tigray, no norte da Etiópia.

No último domingo (6), militares interromperam a missa da paróquia Medhanie Alem, na vila de Akrur, e sequestraram todos os meninos do coral. Os oficiais cercaram a igreja para que ninguém escapasse.

“Esses jovens acabam em campos de treinamento militar e depois são enviados como forragem de abate nas guerras em curso na região, particularmente na vizinha Etiópia”, relatou Zerai, um padre de origem eritreia que trabalha com imigrantes, à UCA News.

O líder alertou que se os raptos continuarem, os adolescentes irão deixar de ir à igreja, com medo do recrutamento forçado.

“O direito sagrado de todo crente de ir à igreja para orar sem ser perseguido pelos militares ou policiais em seu país é um direito fundamental de todo ser humano”, ressaltou Zerai.

Há 20 anos, o governo ditatorial do presidente da Eritreia, Isaias Afwerki, implantou um programa de serviço obrigatório para todos os cidadãos de 17 a 55 anos.

Segundo Human Rights Watch, muitos eritreus passam a vida toda no serviço civil ou militar.

O recrutamento forçado levou muitos jovens a fugirem do país, se arriscando na perigosa travessia pelo deserto e pelo Mar Mediterrâneo para chegar à Europa.

O governo tem ignorado os apelos da comunidade internacional para respeitar os direitos humanos da população.

“Diariamente, as pessoas continuam fugindo do recrutamento forçado do governo e fazem essas viagens pelo deserto. O governo não se importa. Não tem nada a perder”, denunciou uma fonte da igreja eritreia, que não foi identificada por razões de segurança.

Eritreia: Coreia do Norte da África

O país africano que é conhecido por seu histórico de desrespeito aos direitos humanos e continua sendo um dos piores lugares do mundo para os seguidores de Jesus, ocupando o 6° lugar na Lista da Perseguição 2022 da Portas Abertas.

Sob o fogo cruzado do governo e as autoridades locais, é possível observar que o número de cristãos presos injustamente aumentou em mais de 30% em relação ao ano passado.

Há mais de 1.000 cristãos presos no país sem nenhuma acusação formal. Há 20 anos, o governo da Eritreia reconheceu apenas quatro religiões no país: o islã e as igrejas ortodoxa, católica e luterana.

Os que não fazem parte desses grupos estão em risco de perseguição severa nas mãos do Estado.

Além disso, o governo proibiu todas as igrejas que não haviam solicitado registro em 1997, e aquelas que se candidataram depois nunca receberam resposta às suas solicitações.

Fonte: Guia-me com informações de UCA News

Franklin Graham reage após pesquisa sobre pastores que dizem que “pessoas boas” vão para o céu

Franklin Graham, evangelista americano, filho do saudoso Billy Graham
Franklin Graham, evangelista americano, filho do saudoso Billy Graham

O evangelista Franklin Graham reagiu aos dados chocantes de uma pesquisa mostrando que mais de um terço dos pastores seniores supostamente acredita que “pessoas boas” podem ganhar seu caminho para o céu, com Graham criticando algumas das descobertas como “ensino falso”.

“Eu não sei quais 1.000 pastores este grupo pesquisou, mas os resultados são preocupantes”, Graham twittou. “39% dos pastores ‘evangélicos’ que eles perguntaram disseram que não há verdade moral absoluta e que ‘cada indivíduo deve determinar sua própria verdade’”. Ele acrescentou: “Que mentira”.

A resposta com palavras fortes de Graham veio depois que os resultados da pesquisa pastoral foram publicados pelo The American Worldview Inventory, um relatório anual do Centro de Pesquisa Cultural da Arizona Christian University.

Pelo menos um terço dos entrevistados também disseram acreditar que o Espírito Santo não é uma pessoa e sim um “símbolo do poder, presença ou pureza de Deus”, com pelo menos a mesma proporção preferindo o socialismo ao capitalismo. Pelo menos um terço também acredita que “ter fé é mais importante do que a fé que você tem”.

Talvez o mais impressionante, porém, seja o número de 39% que Graham citou, pois essa é a porcentagem de pastores evangélicos que rejeitam a ideia de moralidade absoluta e acreditam que os indivíduos conseguem “determinar sua própria verdade”, como o Folha Gospel publicou.

Em uma época de caos e confusão moral, essas estatísticas são profundamente preocupantes, algo que Graham ressaltou ao alertar sobre o impacto que as falsas crenças têm no corpo de Cristo.

“A pesquisa também disse que 30% dos pastores evangélicos não acreditam que sua salvação se baseia em confessar seus pecados e aceitar Jesus Cristo como seu Salvador”, continuou ele em outro tweet. “Esse tipo de falso ensino é o que está desviando as pessoas e as igrejas.”

Graham concluiu seus tweets sobre o assunto com uma defesa apaixonada do Evangelho.

“A Bíblia é a Palavra de Deus, de capa a capa”, escreveu ele. “É a verdade absoluta – é o que conta, não a nossa opinião.”

Folha Gospel com informações de CBN News

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Estudante cristão pode perder licença para praticar psicologia após professores protestarem contra discurso de formatura

Christian Cortez Pérez, é um estudante cristão no México, que se formou em Psicologia.
Christian Cortez Pérez, é um estudante cristão no México, que se formou em Psicologia.

Uma universidade no México iniciou um processo contra um recém-formado em psicologia depois que um grupo de professores expressou preocupação com seu discurso de formatura defendendo a família e a santidade da vida, o que pode lhe custar sua licença para exercer a profissão.

A Universidade Autônoma da Baixa Califórnia recebeu queixas contra o estudante, Christian Cortez Pérez, e iniciou procedimentos formais para proibi-lo de praticar psicologia, disse o grupo de direitos humanos ADF International.

Como o melhor de sua turma na Faculdade de Medicina e Psicologia da universidade, Pérez ganhou o direito de fazer o discurso de formatura em sua cerimônia de formatura em 27 de junho, onde expressou suas profundas convicções morais sobre o estado do mundo hoje e a importância da família e da santidade da vida, entre outras questões.

Alguns alunos e professores protestaram em voz alta e saíram, mas ele continuou e fez seu discurso de formatura na íntegra.

Os professores então emitiram um “manifesto”, chamando seu discurso de “discurso de ódio”. Eles exigiram que seu diploma acadêmico e licença profissional fossem retidos, seu prêmio de mérito retirado e associações de psicologia em todo o México fossem alertadas sobre suas ações.

“Exerci meu direito fundamental à liberdade de expressão para falar aos meus colegas sobre o que acredito serem as questões mais urgentes do nosso tempo”, disse Pérez em resposta à ação da universidade. “Agora, posso perder toda a minha carreira profissional porque expressei pontos de vista com os quais alguns alunos e professores discordam.”

Em resposta ao processo contra ele, Pérez apresentou uma reconvenção para proteger seus legítimos interesses, disse a ADF International, que o apoia, acrescentando que um julgamento da universidade é esperado ainda este mês.

Em seu discurso de formatura, Pérez disse: “Hoje estamos mergulhados em uma verdadeira luta antropológica para redefinir o ser humano, a pessoa humana, o homem, através da implementação de ideologias e modas de pensamento que sempre acabam minando a dignidade e a liberdade”.

Ele então citou o escritor e teólogo leigo inglês GK Chesterton: “As pessoas não sabem o que estão fazendo; porque não sabem o que estão desfazendo”. Pérez acrescentou que “atacar a vida e a família é se autodestruir, é um ataque à própria civilização”. Ele então exortou seus pares a viver em solidariedade uns com os outros, dizendo: “Você tem que amar; ninguém busca o bem do outro se não o ama”.

Kristina Hjelkrem, consultora jurídica da ADF International para a América Latina, disse que Pérez “enfrenta danos irreparáveis ​​à reputação e uma proibição de sua prática profissional, ameaçando tudo pelo que trabalhou em sua carreira” apenas porque exerceu seus direitos humanos básicos e expressou opiniões compartilhadas por muitos.

“Se a campanha para punir Christian for bem-sucedida, isso mostra que qualquer um que se atreva a falar em público no México está em perigo”, acrescentou Hjelkrem. “Esta é uma clara violação da lei internacional de direitos humanos, uma reminiscência de ditaduras, não de democracias.”

Pérez disse que está “comprometido em obter justiça não apenas para mim, mas para todos os mexicanos interessados ​​em preservar o direito de se expressar livremente”.

A ADF International comentou que estudantes e professores de todo o mundo estão sendo submetidos a “campanhas de censura, muitas vezes acompanhadas de processos judiciais, que ameaçam gravemente suas reputações e carreiras”.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

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