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“Adoração profética”, o primeiro álbum póstumo de Ludmila Ferber

Pastora e cantora Ludmila Ferber
Pastora e cantora Ludmila Ferber

Gravado em 2020, “Adoração Profética” é um lançamento Sony Music e conta com a regravação de 18 grandes sucessos da carreira de Ludmila Ferber.

Clássicos como “Os Sonhos de Deus”, “Ouço Deus Me Chamar” e “Nunca Pare de Lutar” são apresentados no melhor do estilo adoração profética, movimento fomentado pela artista desde o final da década de 90.

O projeto foi gravado em São Paulo e conta com as participações especiais de Eyshila e Fernanda Brum. Este é o primeiro álbum póstumo da cantora e compositora e já está disponível em todas as plataformas digitais. Ludmila lutava contra um câncer desde 2018, inicialmente diagnosticado no pulmão, e em seguida foram identificadas metástases no fígado e nos ossos até que em 2022 não resistiu.

Sobre Ludmila Ferber

Ludmila Ferber era pastora, cantora, compositora e produtora musical. Sempre amou as artes, escrevendo sua primeira música aos 8 anos. Artista visceral, estudou canto, violão e até mesmo teatro. Seus maiores sucessos incluem os hits “Os Sonhos de Deus”, “Ouço Deus Me Chamar”, “A Cura”, “Sopra Espírito” e “Nunca Pare de Lutar” — que é também o título de seu livro, lançado em 2013 pela Thomas Nelson Brasil.

Em 2018, durante sua luta contra um câncer no pulmão, ela gravou Um Novo Começo, seu primeiro álbum em 5 anos que lançou em 2019 pela Sony Music.

Fonte: Guia-me

‘Pastora do Diabo’: livro relata satanismo e abusos sexuais no caso Flordelis

Flordelis antes e depois da prisão
Flordelis antes e depois da prisão

O escritor e jornalista Ullisses Campbell, lançará em agosto o livro “Flordelis: A Pastora do Diabo”, um livro que contará a história da pastora, cantora, deputada federal cassada e em prisão preventiva sob acusação de ter mandado matar o marido, Anderson Carmo, em 2019, Flordelis dos Santos de Souza, 61.

As informações são da colunista Camila Brandalise, do portal UOL.

Campbell entrevistou a mãe de Flordelis, os três irmãos, alguns filhos e o atual namorado da pastora, o produtor musical Allan Soares. Ele também acompanhou os vídeos dos depoimentos de testemunhas do caso e estudou sobre rituais satânicos que teriam sido realizados por Flordelis e seu marido, pastor Anderson do Carmo, morto com 30 tiros em junho de 2018.

Segundo Campbell, a pesquisa do livro sustenta que ela era bem-intencionada no início do seu trabalho social, quando começou a ajudar crianças, retirando-as das ruas e as livrando do tráfico. Nessa época, não passavam de 14. Mas isso mudou ao conhecer Anderson do Carmo, em 1991.

“Ele começou namorando a Simone, filha biológica da Flordelis, mas passou a transar com filha e mãe. Era um homem muito visionário e viu o potencial da Flordelis, percebeu que adotar muitos filhos seria um caminho para investir no papel da mulher que pratica assistencialismo, adoção. Ele mostra onde ela poderia chegar, e ela se corrompe. Vende a alma ao diabo, literalmente.”

Os dois se casaram em 1994. A partir de então, ela já tem o plano de se tornar a “mãe de 50 filhos”, slogan que usava ao contar sua história. “Seremos os pais do Brasil”, dizia Anderson. Ela conseguiu os holofotes por suas ações sociais, se tornou um fenômeno gospel, fundou um ministério (que funciona como um segmento religioso, à semelhança de uma igreja) e foi a mulher mais votada do Rio de Janeiro para o cargo de deputada federal em 2018.

Os agradecimentos por tantos feitos eram sempre direcionados a Deus. Mas, dentro de casa, a louvação era para o demônio, diz Campbell, mostrando o livro que afirma que o casal seguia. Na capa preta lê-se o título em dourado: “São Cipriano, o Bruxo” (ed. Pallas), referindo-se ao personagem de uma lenda que se conta ter sido um bruxo e, depois, convertido ao catolicismo e foi escrita entre os séculos 17 e 19. A obra traz instruções para feitiços, magias e invocações.

Capa do livro Flordelis: A Pastora do Diabo Foto: Divulgação

“A casa era uma seita, uma congregação diabólica. Ela seguia ritos desse livro. Havia um ritual de purificação em que ela tinha que transar com filhos, se banhar com o esperma deles, sempre no cunho macabro sexual”, afirma. Segundo depoimentos à Justiça, o que acontecia eram estupros.

“Ela dizia que tinha que haver troca de energia entre as pessoas, e a energia mais pura era do sexo, era nessa teoria maluca que havia abusos com os filhos.”

O advogado Rodrigo Faucz afirma que Flordelis não participava de abusos sexuais cometidos contra os filhos, que seriam praticados apenas por Anderson.

“Anderson estuprava crianças”

Morto aos 42 anos com 30 tiros, Anderson, afirma Campbell, era “o demônio dentro da casa”. Cometia abusos contra a esposa, de quem controlava todas as ações e subtraía parte do faturamento dela como artista, e contra os filhos —principalmente as filhas que, segundo relatos, eram estupradas, com força e violência, por ele. “Entre as vítimas há inclusive uma criança de 9 anos”, afirma o autor.

Pelas práticas abusivas recorrentes é que o plano para matá-lo, segundo denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro, começou a surgir, envolvendo Flordelis e alguns dos filhos. Ela é acusada de ter sido a mandante e, para o autor do livro, isso se deu porque ela queria se ver livre das amarras do marido. “Quando ela se transforma na personalidade que se tornou, as rédeas ainda eram dele, ele comandava tudo. Ela queria acabar com isso, soltar da mão dele. É quando resolve matá-lo.”

“O livro mostra como as pessoas usam a religião para fazer o mal”, diz o autor. “Usam o nome de Deus para praticar crimes, inclusive sexuais, arregimentam fieis, agem como se tivessem uma procuração de Deus —os cultos dela eram assim. Se falassem que não queriam fazer uma coisa, ela dizia que era porque o Diabo não queria.”

Em prisão preventiva desde agosto de 2021, considerada pelo advogado Rodrigo Faucz como “indevida” já que sua cliente não apresenta risco para o processo, Flordelis segue pregando na cadeia. No presídio Talavera Bruce, no Complexo Penitenciário de Bangu, faz cultos, autografa bíblias e está sob a proteção de uma líder da prisão, que teria sido curada de um mal estar por meio de orações feitas pela pastora. “Reconhecem a importância dela, a relevância como pessoa boa, religiosa e que quer o bem dos outros”, afirma Faucz. Da família, recebe visitas apenas da mãe, Carmosina, de 89 anos, e de uma prima, Laudicéia, 70, que é considerada irmã porque Carmosina a pegou para criar quando era criança.

Com informações de UOL

Nigéria: mais 18 cristãos foram mortos por extremistas

Cristãos choram a morte dos entes queridos na Nigéria (foto representativa)
Cristãos choram a morte dos entes queridos na Nigéria (foto representativa)

Na noite de terça-feira (26), pastores fulanis e outros extremistas mataram 18 cristãos e incendiaram 92 casas durante ataque a quatro aldeias na Nigéria, em mais um caso de perseguição violenta à comunidade cristã no estado de Kaduna.

De acordo com o Morning Star News, os radicais assassinaram 11 crentes na vila de Ungwan Rimi, seis na vila de Ungwan Magaji e um na vila de Kitakum. Outros sete cristãos ficaram feridos no atentado, dezenas de motocicletas foram queimadas e duas foram roubadas.

“É lamentável que esses ataques tenham continuado sem fim. Levanta-te, ó Senhor, e dispersa os teus inimigos!”, disse Barnabas Barazan, um morador local, ao Morning Star News.

Outra moradora lamentou os constantes ataques que tem dizimado os cristãos em Kaduna. “Ataques às nossas comunidades cristãs realizados por pastores armados e terroristas continuaram a nos afetar. Oramos a Deus que nos conforte a todos neste momento de dor”, declarou Yohanna Chawai.

Em comunicado à imprensa, Abel Habila Adamu, presidente da Associação de Desenvolvimento Chawai (CDA), afirmou que a paz na região se tornou ilusória enquanto atentados na região continuam.

“Apesar das negociações de paz em andamento entre os pastores Fulani e os cristãos das comunidades anfitriãs em Tsam Chiefdom por partes interessadas relevantes, organizações internacionais e ONGs, ainda assim a paz parece ser ilusória, pois há ataques contínuos ao povo amante da paz de Kaduna”, enfatizou.

No mês passado, 32 cristãos também foram mortos por extremistas islâmicos da etnia Fulani em ataque a Kagoro, cidade de maioria cristã, no estado de Kaduna. Os radicais ainda incendiaram 200 casas e 32 lojas, e sequestraram uma mulher.

Perseguição constante na Nigéria

O reverendo John Joseph Hayab, presidente estadual da Associação Cristã da Nigéria em Kaduna, cobrou medidas do governo para deter a perseguição contra a comunidade cristã, que tem sofrido “contínuos assassinatos, sequestros, banditismo sem qualquer ação substancial por parte do governo e das forças de segurança”.

“Os cidadãos do estado de Kaduna estão cansados ​​das respostas retóricas do governo sem ações concretas tomadas para proteger vidas e propriedades. Assim, queremos ouvir e ver os assassinos e sequestradores presos”, afirmou o pastor batista em comunicado anterior.

A Nigéria liderou o mundo em cristãos mortos por sua fé no ano passado (1º de outubro de 2020 a 30 de setembro de 2021) em 4.650, acima dos 3.530 do ano anterior, de acordo com o relatório da Portas Abertas 2022 na Lista Mundial da Perseguição.

O número de cristãos sequestrados também foi maior na Nigéria, com mais de 2.500, acima dos 990 do ano anterior, de acordo com o relatório da WWL.

Na Lista Mundial da Perseguição de 2022 dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria saltou do 9º lugar no ano anterior para o sétimo lugar, sua classificação mais alta de todos os tempos.

Fonte: Guia-me com informações de Morning Star News

Pastor que alertou contra eventos LGBT ganha ação judicial por discriminação

Pastor Keith Waters
Pastor Keith Waters

Um Tribunal do Trabalho decidiu a favor de um pastor que foi forçado a se demitir de seu emprego como zelador em uma escola primária depois de twittar que os eventos do Orgulho LGBT são prejudiciais e não devem ser frequentados por cristãos e crianças.

O juiz trabalhista King decidiu que Keith Waters, 55, havia sido discriminado quando recebeu uma advertência final por escrito da escola pelo tweet de 2019.

Na decisão, o juiz King disse que era “altamente relevante” para o caso que o tweet tenha sido feito fora do trabalho em sua conta pessoal como parte de seu papel como ministro cristão.

“Uma coisa é ter regras que se apliquem durante o trabalho e outra é estender essas regras à vida privada fora do trabalho”, disse o juiz.

“Restringir a liberdade de expressão do reclamante fora do trabalho, que é uma parte importante de seu papel como ministro cristão e, portanto, parte da liberdade de praticar sua religião, deve ser feito com algum exercício de cautela e apenas nos casos mais claros em que os direitos de outros estão sendo prejudicados se a escola intervir para impedir que o reclamante pregue.

“Está claro para nós que os ministros cristãos evangélicos terão visões não necessariamente compartilhadas por todos na sociedade, mas isso faz parte de seu dever como ministro cristão pregar essas crenças”.

Ela disse que “não era proporcional” da escola agir da maneira que agiu e que “crenças que são ofensivas, chocantes ou mesmo perturbadoras para os outros ainda podem ser protegidas”.

O Tribunal considerou se as opiniões do pastor Waters sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo podem entrar em conflito com os direitos fundamentais de outras pessoas, mas o juiz King concluiu que “é claro que o mesmo pode ser dito sobre alguns outros aspectos do cristianismo que podem entrar em conflito com outras religiões”.

“Isso não significa que eles não sejam capazes de ser respeitados. Embora a maioria não compartilhe essas opiniões, o reclamante tem o direito de defendê-las. Isso é obviamente diferente de como essas crenças se manifestam e das questões específicas neste caso,” disse.

Aliviado e satisfeito

Com a decisão do Tribunal do Trabalho a seu favor, o pastor Waters disse estar “aliviado e satisfeito”.

“Esta é uma vitória, não apenas para mim, mas para os líderes evangélicos cristãos em todo o país”, disse ele.

“Oro para que esta decisão ajude a proteger os pastores no futuro que terão que trabalhar meio período em outros empregos para compensar sua renda. Esta é uma vitória importante para nossa liberdade de falar a verdade do evangelho sem medo de perder nossos empregos.

“Tomei medidas legais, não porque queria processar a escola, mas porque o que acontece comigo vai ao cerne do que significa ser livre para pregar o evangelho no Reino Unido.

“Acreditei que os problemas que meu caso levantou eram muito maiores do que qualquer coisa que estava acontecendo comigo e que era a coisa certa a fazer.

“Apesar de saber que isso era a coisa certa a fazer, todo esse episódio me deixou em algum turbilhão emocional e teve um impacto duradouro em mim e minha família. Em 37 anos de emprego, nunca fui tratado de forma tão cruel e hostil. A liberdade de pedir demissão do seu emprego ou ser silenciado de falar como um pastor cristão não é liberdade alguma.

“Ainda mantenho o que disse e sempre defenderei a verdade. Acredito que a segurança das crianças é primordial e que todos, mas especialmente os pastores cristãos, devem ser capazes de expressar preocupações e ‘levantar bandeiras vermelhas’ onde crianças podem estar em risco.

“Qualquer um que participe de um evento ‘Orgulho’ corre o risco de ser exposto a obscenidades. Isso é evidentemente prejudicial para as crianças e em uma sociedade livre, responsável e verdadeiramente amorosa, devemos ser livres para dizer isso e levantar preocupação sem medo.”

Liberdade cristã

Andrea Williams, executiva-chefe do Christian Legal Center, que apoiou o pastor Waters, disse que era um “caso crucial para a liberdade cristã”.

“Por amar Jesus, falar a verdade bíblica e cuidar do bem-estar das crianças, Keith se tornou persona non grata – suas palavras e intenções distorcidas, seu caráter assassinado”, disse ela.

“Nossas escolas e igrejas precisam de mais pessoas de mentalidade comunitária como ele, não menos. Por enviar um tweet, que levantou uma preocupação genuína pelas crianças, ele foi vilipendiado, ameaçado e expulso de seu emprego.

“Apesar de uma abundância de estudos psicológicos concluindo que crianças expostas a conteúdo sexualmente explícito em tenra idade são mais propensas a desenvolver distúrbios e vícios, há muitos artigos online que incentivam os pais a levar seus filhos para as paradas do orgulho gay.

“Por que um pastor cristão não pode falar sobre questões tão preocupantes sem ser ameaçado e perder o emprego?”

“O que aconteceu com Keith Waters é o mais recente de uma longa linha de casos em que pessoas honestas, gentis e normais são submetidas a assédio e intimidação por expressarem visões cristãs moderadas e convencionais sobre ética sexual”.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Julgamento de Flordelis é adiado a pedido da defesa

Flordelis chorando
Flordelis chorando

A Justiça do Rio de Janeiro adiou o julgamento da ex-deputada federal Flordelis pela sua ligação com o assassinado de seu ex-marido, o pastor Anderson do Carmo, morto a tiros em 2019 em frente à casa da família, em Niterói.

O júri popular, que estava marcado para 9 de maio, foi transferido para o dia 6 de junho. Na decisão, a juíza Nearis Carvalho Arce, da Terceira Vara Criminal de Niterói, na Região Metropolitana, disse não haver tempo hábil para juntar ao processo todos os laudos solicitados pelas defesas.

Um desses laudos é a avaliação psicológica e psiquiátrica a que Flordelis foi submetida nesta quarta-feira (27). O procedimento foi autorizado pela Justiça, após pedido da defesa.

A filha de Flordelis, Marzy Teixeira da Silva, e a neta Rayane dos Santos Oliveira também passaram por avaliação.

Segundo as investigações, o crime teve participação de Flordelis, de parentes biológicos e de filhos adotivos da ex-parlamentar. Ao todo nove pessoas foram presas por suspeita de participação no crime. Flordelis irá a júri ao lado de sua filha biológica Simone Rodrigues, de sua neta Rayane Oliveira e de dois de seus filhos adotivos, André Oliveira e Marzy da Silva.

Outros réus no processo já foram condenados. Em 13 de abril foram condenados Adriano Rodrigues, filho biológico da ex-deputada, o ex-PM Marcos Siqueira, a sua esposa Andrea Mais e o filho adotivo de Flordelis Carlos da Silva.

Em novembro do ano passado, o Tribunal do Júri já havia condenado o filho biológico Flávio Rodrigues. Teria sido ele o autor dos disparos que mataram o pastor. Ele foi condenado 33 anos 2 meses de prisão em regime inicialmente fechado por homicídio triplamente qualificado consumado, porte ilegal de arma de fogo, uso de documento falso e associação criminosa armada.

Na mesma sessão de julgamento, Lucas de Souza, filho adotivo de Flordelis, foi condenado por homicídio triplamente qualificado a nove anos de prisão em regime inicialmente fechado. Ele foi acusado de ter sido o responsável por adquirir a arma usada no assassinato do pastor.

Flordelis foi eleita em 2018 pelo PSD no Rio. Ela teve seu mandato cassado pela Câmara em agosto do ano passado.

Folha Gospel com informações de Veja e Agência Brasil

Esgotamento pastoral: estresse, solidão e política são as principais causas, revela pesquisa

Homem segurando uma Bíblia (ilustração)
Homem segurando uma Bíblia (ilustração)

Estresse, solidão e política são as principais razões para o esgotamento entre os pastores e por que muitos pastores estão deixando o ministério, de acordo com um novo estudo do Barna Group.

A pesquisa descobriu que entre 510 pastores seniores protestantes, 42% disseram que estavam “considerando seriamente” deixar o ministério em tempo integral.

Em janeiro de 2021, esse número era de 29%.

A nova pesquisa descobriu que as principais razões para deixar seus empregos foram o estresse do trabalho (56%), sentir-se solitário (43%) e o clima político atual (38%).

Essas também foram as principais razões dadas para os pastores que enfrentam o esgotamento, de acordo com a pesquisa.

“Desafios intensos de liderança dos últimos dois anos – como divisões congregacionais sobre a pandemia, política, agitação social e construção do ministério digital a partir do zero – continuam pesando muito sobre os pastores”, disse David Kinnaman, CEO do Barna Group.

“O número continua aumentando para os pastores, que são essencialmente trabalhadores espirituais da linha de frente. Eles precisam de empatia e apoio tanto quanto em qualquer momento nas crises dos últimos dois anos.”

Pastores sobrecarregados

Uma outra pesquisa da Lifeway Research, divulgada neste mês de abril, mostra que um quarto dos pastores dizem que precisam dedicar mais tempo ao casamento e aos filhos.

A pesquisa com 1.000 pastores protestantes, divulgada na semana passada, descobriu que 55% dos pastores dizem que acham desafiador evitar o excesso de trabalho e o comprometimento excessivo, enquanto 47% dizem que é desafiador tirar tempo para hobbies ou interesses longe de seu trabalho.

Valor do ministério

A pesquisa atual também descobriu que entre os pastores que não estavam pensando em deixar seus ministérios, a maioria disse acreditar no valor de seu ministério (83%), seu dever de permanecer e cumprir seu chamado (75%) e satisfação no trabalho (73%).

“Embora os mesmos problemas estejam impactando negativamente os pastores em geral, é esperançoso ver a resiliência entre aqueles que sentem uma forte sensação de realização em seu trabalho e impacto”, disse Joe Jensen, vice-presidente de engajamento da igreja do Barna Group.

“Esse número crescente mostra a necessidade de os pastores terem apoio e recursos para ajudá-los a gerenciar esses estressores de maneira saudável. É também um alerta para as congregações da igreja garantirem que estão cuidando do bem-estar de seus pastores e obter uma compreensão mais profunda das pressões que os pastores enfrentam todos os dias”.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

Escavações revelam cidade usada como refúgio de cristãos, na Turquia

Escavações em Midyat, Mardin, sudeste da Turquia, 18 de abril de 2022. (Foto: AA / Daily Sabah)
Escavações em Midyat, Mardin, sudeste da Turquia, 18 de abril de 2022. (Foto: AA / Daily Sabah)

Escavações realizadas em Midyat, na província de Mardin, na Turquia, revelam tesouros da arqueologia: uma um bairro inteiro com ruínas de locais de culto, silos, poços de água e passagens com corredores na cidade subterrânea, que é chamado de “Matiate”.

Também foi encontrada uma gruta na localidade de um projeto iniciado há dois anos para limpeza e conservação das ruas e casas históricas, já que Midyat é um museu a céu aberto.

Após o sucesso das escavações, o diretor do Museu Mardin e chefe das escavações em Matiate, Gani Tarkan, disse que o trabalho se espalhará por todo o distrito, informa o Daily Sabah.

Tarkan disse que exemplos semelhantes de cidades subterrâneas foram encontrados em Anatólia, mas que a cidade subterrânea de Midyat tem características muito diferentes:

“Matiate tem sido usada ininterruptamente por 1.900 anos. Foi construída primeiro como um esconderijo ou área de fuga pelo cristianismo, que não era uma religião oficial no século II”, diz.

“Famílias e grupos que aceitavam o cristianismo geralmente se refugiavam em cidades subterrâneas para escapar da perseguição de Roma ou formavam uma cidade subterrânea. Possivelmente, a cidade subterrânea de Midyat era um dos espaços de vida construído para este fim. É uma área onde estimamos que pelo menos 60-70.000 pessoas viviam no subsolo”, conta.

Uma vista interior da cidade subterrânea em Midyat, Mardin, sudeste da Turquia, 18 de abril de 2022. (Foto: AA / Daily Sabah)
Uma vista interior da cidade subterrânea em Midyat, Mardin, sudeste da Turquia, 18 de abril de 2022. (Foto: AA / Daily Sabah)

Cooperação nas escavações

A cidade subterrânea foi desenterrada após ter sido determinado que a caverna é uma passagem para diferentes lugares que poderiam ser escavados.

As escavações são mantidas com a cooperação do Ministério da Cultura e Turismo, Direção Geral do Patrimônio Cultural e Museus, Museu Mardin e Município de Midyat. Durante os trabalhos, os especialistas também encontraram muitos artefatos que datam dos séculos II e III dC em várias partes da cidade.

Com as novas descobertas, as autoridades locais esperam que o número de visitantes do distrito aumente, levando turistas a conhecerem a cidade subterrânea.

Fonte: Guia-me com informações de Daily Sabah

Libertados os cristãos coptas presos por protestarem pela reconstrução de igreja, no Egito

Bandeira do Egito (Foto: Canva)
Bandeira do Egito (Foto: Canva)

Os nove cristãos coptas presos após protestarem por permissão para reconstruir sua igreja no Egito foram libertados, após três meses na prisão.

De acordo com o International Christian Concern (ICC), os nove membros da Igreja de São José e Abu Sefein foram libertados pelas autoridades no último domingo (24), data em que os coptas celebram a Páscoa.

A igreja foi destruída em um incêndio em 2016 e desde lá, espera autorização para recuperar o templo. Em janeiro deste ano, a congregação promoveu o protesto pacífico na vila de Ezbet Faragallah, pedindo autorização do governo para reconstruir sua igreja.

Dias depois, os crentes foram detidos e interrogados pelas autoridades, sob a acusação de perturbação pública, cometer ato terrorista com o objetivo de perturbar a segurança pública e organizar uma reunião que afeta o poder público.

Os nove coptas ficaram presos durante 15 dias, enquanto uma investigação era feita. Em 22 de fevereiro, as autoridades renovaram a decisão de detenção, sem dar direito de defesa e sem um julgamento com a presença dos advogados dos cristãos.

No Egito, todas as atividades relacionadas aos prédios de igrejas devem ser aprovadas pelo governo. Apenas em julho de 2021, a Igreja de São José e Abu Sefein recebeu a permissão para demolir o templo.

Então, quando a demolição foi concluída, a liderança da igreja solicitou imediatamente uma outra permissão para a obra de reconstrução, mas até hoje não receberam resposta das autoridades. Devido a demora, a congregação mobilizou o protesto.

De acordo com a ICC, uma organização cristã que monitora a perseguição no mundo, o atraso do governo egípicio em conceder a autorização viola a Lei de Construção de Igrejas nº 60 de 2016, que estipula um período de resposta de quatro meses.

Após quase seis anos da implementação da lei, mais de 5 mil templos cristãos não foram legalizados e apenas 1.958 igrejas receberam permissões. Além disso, o Egito não permitiu a construção de novas igrejas, com exceção de novas cidades no deserto que possuem regras diferentes.

“Sem um local adequado para o culto, os cristãos são discriminados e deixados sem liberdade de crença e expressão”, explicou a ICC.

O Egito ocupa a 20° posição da Lista Mundial da Perseguição da Portas Abertas 2022, de países mais perigosos para ser um cristão.

Fonte: Guia-me com informações de International Christian Concern

Eritreia: polícia invade culto e prende 29 cristãos

Cristãos na Eritréia
Cristãos na Eritréia

As forças de segurança da Eritreia interromperam uma reunião de oração cristã e prenderam 29 crentes. Na invasão, que aconteceu em março, as autoridades policiais detiveram 17 mulheres e 12 homens e os levaram para um campo de prisioneiros perto da capital, Asmara.

Os cultos na Eritreia só podem acontecer em igrejas reconhecidas pelo governo. A falta de liberdade religiosa no país, faz com que os cristãos eritreus sejam frequentemente detidos sem acusações, o que acontece há anos.

As prisões são parte de uma tendência na Eritreia, segundo Berhane Esmelash disse recentemente ao The Voice of the Martyrs Canada. “Tivemos várias novas prisões nos últimos seis meses. Alguns pastores seniores foram presos há alguns meses e estão na casa dos 70 anos. Ao mesmo tempo, outros membros da liderança também foram presos”.

“Cerca de seis meses atrás, 15 cristãs foram presas.”

Os cristãos eritreus esperavam que esses crentes fossem livres para o resto de suas vidas, mas agora eles foram colocados de volta na prisão. A polícia eritreia costuma usar reuniões ilegais como desculpa para prender pessoas. Mas às vezes eles simplesmente tiram as pessoas de seu trabalho.

Esmelash também foi vítima da perseguição na Eritreia, onde passou um ano preso. Atualmente, opera um ministério para ajudar cristãos eritreus perseguidos próximo a Londres.

Ele diz que o governo autoritário vem tentando expulsar os cristãos evangélicos da Eritreia há 20 anos.

“Quando os cristãos dizem: ‘Jesus é o Senhor’, para eles é como um insulto. Porque eles querem ser o Senhor da terra. Esse é o caráter típico do presidente eritreu. Ele quer ser adorado, não apenas obedecido. É a mesma coisa que está acontecendo na Coreia do Norte.”

O país que ocupa o 6º lugar na Lista Mundial da Perseguição, conforme a Portas Abertas, é um dos piores lugares do mundo para quem se decide pelo cristianismo.

Fonte: Guia-me com informações de MNN Online

Divórcios atingem número recorde durante a pandemia no Brasil

Divórcio (ilustração)
Divórcio (ilustração)

O Brasil atingiu um número recorde de divórcios enquanto enfrentava mais um ano de restrições devido à pandemia. Foram registradas cerca de 80.573 separações em 2021, um aumento de 4% em relação ao ano anterior.

Os dados foram coletados pelo Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB/CF), que representa os 8.580 cartórios de notas do País, onde é possível realizar separações, divórcios, inventários e partilhas desde 2007.

O número registrado em 2021 é 4% maior que 2020, quando foram realizados 77.509 divórcios no Brasil. No total, foram 2,8 mil divórcios a mais em comparação com 2020.

Os maiores crescimentos de divórcios efetuados em 2021 foram registrados no Distrito Federal (40%), Amapá (33%), Acre (27%), Pernambuco (26%) e Roraima (19%).

Quando se trata de números absolutos, o Distrito Federal também lidera a lista, com 733 divórcios, seguido pelo Rio Grande do Sul (477), Rio de Janeiro (469), Pernambuco (373) e Bahia (343).

A criação da plataforma e-Notariado, lançada em julho de 2020, é apontada como um dos fatores que “agilizam” o processo. “Com a migração dos serviços notariais para o meio eletrônico, a facilidade de fazer o ato online, sem se deslocar, se tornou um diferencial ainda maior, pois muitos estavam em isolamento e conseguiram resolver pendências da vida pessoal de forma remota”, disse Giselle Oliveira de Barros, presidente do CNB/CF.

Mas, como evitar que o casamento entre para as estatísticas de divórcio da pandemia?

Vencendo os desafios conjugais

Muitos apontam a pandemia como um catalisador para alguns casais: enquanto alguns se aproximaram, outros se distanciaram.

Para o pastor Josué Gonçalves, terapeuta familiar há mais de 30 anos, o divórcio é a consequência clara de um pecado: a dureza de coração.

Em aconselhamentos para casais, ele revela que costuma ouvir justificativas de homens e mulheres como: “Ele não me deixava sair sozinha”, “Acabou o amor”, “Não nos beijamos mais”, “Eu comecei a progredir na profissão e ele não deu conta do meu brilho”, “Ela queria comandar” ou “Casamos um pouco rápido demais”.

O pastor reconhece que as pessoas são as grandes causadoras desta “apostasia do amor”: “A mulher é o espelho do marido, o marido o espelho da mulher. O problema muitas vezes não é o espelho, mas de quem não consegue enxergar-se no espelho”, disse ele no congresso “Pastoreio de Famílias”, em 2014.

O adultério também é, segundo o pastor, um dos grandes desestruturadores do casamento. No entanto, Gonçalves afirma que é necessário mais do que fidelidade em um casamento, é preciso amizade.

Conselhos

Gonçalves apontou os atributos para um bom casamento, descritos em Cantares 4:12 e 8:10, segundo as pesagens, o matrimônio deve ser um jardim fechado, ter amizade, santidade, submissão devocional e apreciação mútua.

Em entrevista ao site cristão Guiame, Gonçalves esclareceu que antes de pensar em separação, é necessário buscar a mudança: “Eu acho que toda solução de problema depende de comunicação e negociação, porque dentro de uma relação sadia as pessoas aprendem a se comunicar, a negociar e a esclarecer dia a dia qual é o papel dele, qual o papel do outro […] o que se resume mais ou menos numa frase que eu tenho: ‘o desejo de mudar é uma grande prova de amor’. As pessoas que se amam nunca param de crescer nesse processo de mudança para melhor”.

Para quem pensa em divórcio o pastor aponta: “Quando alguém me diz assim: ‘Casei com a pessoa errada’. Será que você se preocupou em ser a pessoa certa? Qualquer um pode dar certo com quem se casa, depende de como essa pessoa está aberta para se adequar, para aprender, para mudar o que seja necessário, para se ajustar.”

Fonte: Guia-me

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