O pastor José Olímpio (esquerda), da Assembleia de Deus de Alagoas, disse orar pela morte do ator Paulo Gustavo (direita).
O Tribunal de Justiça do Alagoas condenou a dois anos e nove meses o pastor José Olímpio pelo crime de homofobia contra o humorista Paulo Gustavo. A decisão, divulgada nesta quarta-feira (27) no TJ-AL, condenou o pastor por afirmar em rede social que estava orando pela morte do artista em abril de 2021. Paulo morreu de complicações da Covid-19 em maio do mesmo ano.
A 14ª Vara Criminal da Capital alagoana substituiu a prisão por penas restritivas de direito. O juiz Ygor Figueiredo condenou o pastor a prestar serviços à comunidade por tempo da pena, durante seis horas semanais e pagará 30 salários-mínimos, revertidos para grupo ou ONG em Alagoas que atue em favor da comunidade LGBTQIA+.
“O pastor ainda teve pena de multa aplicada em 96 dias-multa, cada dia no valor de 1/10 do salário-mínimo vigente à época dos fatos. José Olímpio também foi condenado a pagar as custas processuais”, explica a nota do TJ. No total, o pastor deve pagar R$ 11.635,20. Além do valor, José Olímpio deve pagar as custas processuais.
Na decisão, o juiz também reiterou que a religião não pode ofender ou estimular a intolerância. “Pronunciamentos de índole religiosa que extrapolem os limites da livre manifestação de ideias, constituindo-se em insultos, ofensas ou em estímulo à intolerância e ao ódio público contra os integrantes da comunidade LGBT, não merecem proteção constitucional e não podem ser considerados liberdade de expressão, configurando crime”, reforçou.
Sede da Igreja Presbiteriana (EUA), localizado em Louisville, Kentucky
A Igreja Presbiteriana dos EUA perdeu mais de 51.000 membros em 2021, bem como mais de 100 congregações e até quatro órgãos regionais conhecidos como presbitérios, de acordo com um novo relatório.
A maior denominação presbiteriana dos Estados Unidos anunciou a divulgação de suas estatísticas anuais, que foram compiladas pelo Escritório da Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana dos EUA.
De acordo com os números mais recentes, a Igreja Presbiteriana dos EUA viu seu número de congregações cair de 8.925 em 2020 para 8.813 em 2021. Também viu seu número de membros ativos diminuir de aproximadamente 1,24 milhão em 2020 para 1,19 milhão em 2021.
A principal denominação protestante também viu uma queda no número de clérigos, passando de 18.785 ministros em 2020 para 18.458 em 2021, ou um declínio de 372.
Em contraste com os últimos anos, Igreja Presbiteriana dos EUA também viu um ligeiro declínio no número de presbitérios que compõem a denominação, passando de um total de 170 em 2020 para 166 em 2021.
Essa perda de quatro órgãos regionais pode ser atribuída a dois eventos, sendo o primeiro a reorganização dos presbitérios em Nova Jersey em março do ano passado, que viu o número de órgãos regionais no estado passar de sete para quatro.
A segunda ocorreu na Califórnia em julho passado, quando os Presbitérios de Sacramento e Stockton se fundiram para formar o Presbitério do Centro-Norte da Califórnia. A fusão veio em resposta a uma queda nas congregações de membros.
Em um anúncio sobre os resultados, a Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana dos EUA enfatizou que a queda no número de membros foi menor do que no ano anterior, declarou o secretário J. Herbert Nelson.
“Chegamos à conclusão de que nossa igreja foi mudada para sempre por esta pandemia”, explicou Nelson.
“Mas este relatório mostra que, embora o número de membros ativos continue caindo, estamos vendo uma ligeira desaceleração no número de pessoas saindo.”
Embora observe declínios em várias áreas, as estatísticas também relataram um ligeiro aumento no número de “conversões juvenis” e “reconciliações”.
De acordo com os números, as conversões de jovens aumentaram de 5.319 em 2020 para 5.708 em 2021, enquanto as reconciliações subiram de 9.210 em 2020 para 10.921 em 2021.
Porém, o número de novos convertidos e reconciliados atuais está bem abaixo dos níveis vistos antes da pandemia da Covid-19. Em 2019, houve 9.023 profissões de fé de jovens e 21.408 reconciliação.
“O desafio para a Igreja Presbiteriana e outras denominações cristãs é alcançar e reter jovens, desenvolvendo novos líderes para a igreja de amanhã”, avaliou Nelson. “Estou encorajado a ver isso mudando e será imperativo que encontremos novas maneiras de ser igreja nos próximos anos”.
A denominação vem registrando declínio no número de fiéis e congregações nas últimas duas décadas. Em 2011, a igreja perdeu a marca de 2 milhões de membros ativos, enquanto em 2014, o número total de congregações caiu para menos de 10 mil.
Um dos fatores para o declínio é a postura da Igreja Presbiteriana cada vez mais liberal sobre questões LGBT, causando a saída de centenas de membros nos últimos anos.
Em 2010, a igreja aprovou a ordenação de homossexuais não celibatários. Cinco anos depois, mudou sua definição de casamento de “um homem e uma mulher” para “duas pessoas, tradicionalmente um homem e uma mulher”.
Em 2015, a denominação ordenou seu primeiro clérigo identificado como não-binário, no estado da Virgínia.
Folha Gospel com informações de The Christian Post
A violência de extremistas islâmicos tem castigado a Nigéria nos últimos anos. De janeiro até final de março de 2022, 1.900 nigerianos foram assassinados durante ataques dos jihadistas. De acordo com a análise da empresa de pesquisa SBM Intelligence, a região mais afetada pelo terrorismo foi o Noroeste, com 782 mortes, depois vem o Nordeste com 441 e em seguida o Centro-Norte, também conhecido como Cinturão Médio, com 425 pessoas assassinadas.
Os ataques foram feitos por grupos radicais como Boko Haram e Estado Islâmico na Província da África Ocidental (ISWAP), extremistas fulanis, criminosos e gangues violentas. A ação deles colaborou para que 8,4 milhões de nigerianos da região nordeste precisassem de assistência humanitária e cerca de 4 milhões enfrentassem uma crise alimentar, garante a ONU.
Em 19 de abril, pelo menos 20 pessoas foram mortas ou feridas em um ataque do ISWAP em um mercado em Iware, uma cidade no Leste da Nigéria. Em um comunicado publicado no Telegram, o grupo radical disse que “soldados do califado no centro da Nigéria” atacaram “uma reunião de cristãos infiéis”, informou a Reuters. No domingo anterior, extremistas fulanis atacaram dez comunidades no estado de Plateau, na região centro-norte da Nigéria, matando mais de 150 pessoas.
Unindo forças para o mal
De acordo com o diretor de pesquisa da Portas Abertas, os ataques recentes a um trem que viaja do Aeroporto Internacional de Abuja e Kaduna, bem como batalhas com forças do governo, indicam uma colaboração entre os diferentes grupos violentos. “Parece que o país está agora tendo que enfrentar um poderoso monstro de três cabeças, já que Boko Haram, ISWAP, extremistas fulanis e os criminosos estão evidentemente agindo em cooperação uns com os outros.”
Após os assassinatos em massa em Plateau, o ministro da Informação do Estado, Lai Mohammed, disse aos repórteres que os ataques foram resultado de “uma espécie de aperto de mão profano entre bandidos e insurgentes do Boko Haram”.
Embora a violência afete a todos, os cristãos costumam ser alvos específicos por causa de sua fé. Este ano, a Nigéria subiu duas posições na Lista Mundial da Perseguição 2022, agora é o 7º país onde os cristãos sofrem mais violência no mundo.
Você pode demonstrar que os cristãos vítimas de violência na Nigéria não estão sozinhos. Ajude a suprir as principais necessidades de nossos irmãos e a reconstruir comunidades cristãs. Doe!
O evangelista americano Franklin Graham destacou que a Disney foi “longe demais” ao apoiar ativistas LGBT após declarar oposição a um projeto de lei sobre os direitos dos pais na Flórida. O PL 1557 exige que os colégios notifiquem os pais sobre quaisquer serviços de saúde que os filhos recebam na unidade escolar.
“O que aconteceu na Disney foi um fracasso moral. Walt Disney tinha uma visão para entretenimento familiar saudável. Ele estava comprometido com a família. A moral da liderança corporativa da Disney hoje está na sarjeta, e eles querem redefinir a família contra o projeto original de Deus e ostentar o pecado”, alertou nas redes sociais o presidente da Samaritan’s Purse e da Associação Evangélica Billy Graham.
Na publicação, ele afirmou ainda que o ativismo da Disney é um exemplo de como “ativistas LGBTQ estão usando corporações para forçar sua agenda ao público”. Segundo Graham, as empresas podem começar a reavaliar o que estão permitindo que aconteça. “O povo da Flórida se revoltou, e isso vai custar muito caro à Disney”.
O PL 1557 também impede que educadores discutam temas relacionados à orientação sexual e identidade de gênero com alunos do jardim de infância até a terceira série. Ativistas LGBT e grupos progressistas para ridicularizar a medida, apelidaram-na de “Não Diga Gay”.
Em comunicado, um porta-voz da Disney divulgou que o HB 1557 nunca deveria ter sido aprovado nem mesmo ter se tornado lei. De acordo com a nota, o objetivo da empresa é que a lei seja revogada pelo legislativo ou derrubada nos tribunais. Após a declaração, segundo The Christian Post, foram divulgadas imagens de vídeo do Instituto Manhattan. Elas revelam que os funcionários da Disney falam sobre os esforços para incorporar a ideologia LGBT na programação infantil.
Presidente Jair Bolsonaro e Pastor José Wellington durante a 45ª Assembleia Geral da CGADB, em Cuiabá
O PT entrou com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o pastor José Wellington Costa Jr., presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), por propaganda eleitoral antecipada em um culto com a presença do presidente Jair Bolsonaro, na semana passada, em Cuiabá. A ação do PT, protocolada no domingo, gerou críticas de pastores alinhados a Bolsonaro e à Assembleia de Deus nesta terça-feira.
A CGADB é a maior convenção da Assembleia de Deus no Brasil, denominação que reúne cerca de um a cada três evangélicos no país, segundo pesquisa Datafolha feita em 2016. Na ação, o PT aponta que o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente de honra da CGADB, e o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da bancada evangélica na Câmara, “discursaram em favor da reeleição do presidente, com a sua anuência explícita”, e que “o evento não passou de um ato de campanha, a despeito da aparência de culto religioso”.
Bolsonaro compareceu, em Cuiabá, a um dos cultos alusivos à Assembleia Geral Ordinária da CGADB, que deu posse a mais um mandato do pastor José Wellington Costa Jr., filho de José Wellington Bezerra da Costa, na presidência nacional da convenção. Ao discursar, Bezerra disse ter visto uma “revolução que está acontecendo na cidade em Cuiabá”, em referência à motociata realizada por Bolsonaro antes de comparecer ao culto, na última terça-feira. O pastor classificou o evento como uma demonstração divina antes da eleição presidencial deste ano.
— Presidente, o senhor é nosso pré-candidato. Esperamos que no mês de outubro, para envergonhar o diabo, para dizer àquela gente que não gosta dos crentes, que Jesus Cristo dará a este homem a vitória no primeiro turno, se Deus assim permitir – disse o presidente de honra da CGADB.
A legislação eleitoral diz que “não configuram propaganda eleitoral antecipada, desde que não envolvam pedido explícito de voto”, mencionar pré-candidaturas ou exaltar “qualidades pessoais” de pré-candidatos. A campanha com pedido de voto só pode ocorrer a partir do dia 16 de agosto neste ano.
O PT incluiu Bolsonaro como alvo da ação por considerar que “seu envolvimento foi ativo e proativo”, já que o presidente também discursou no culto.
No evento, Bolsonaro adotou tom de campanha, afirmou que os valores cristãos “estão ameaçados” e que “pelas mãos de vocês (fiéis), vocês escolhem que os representa no Planalto Central”.
“Não há dúvida de que o único objetivo de todos os representados era a promoção da campanha eleitoral extemporânea. Os cultos religiosos, inclusive, apenas fomentaram o apoio à reeleição do atual presidente. Durante a fala do representado, nenhum outro tema foi tratado – quer de cunho religioso, quer em relação a atos próprios de governo – a não ser a conclamação de apoio dos fiéis para pleito eleitoral de 2022”, dizem os advogados do PT na representação.
A relatora da representação no TSE é a ministra Maria Claudia Bucchianeri.
A Polícia Federal abriu um procedimento preliminar para investigar se o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro cometeu crime ao disparar acidentalmente a arma que portava, na segunda-feira, 25, durante procedimento de embarque no aeroporto de Brasília.
Após o ocorrido, Ribeiro foi ouvido pela Polícia Federal. Outras duas pessoas que testemunharam o acidente prestaram depoimento nesta terça-feira, 26, uma delas a funcionária da Gol Linhas Aéreas que foi atingida pelos estilhaços do disparo.
Além de ouvir pessoas que presenciaram o disparo, a Polícia Federal vai analisar as câmeras do aeroporto e pedir informações ao Exército sobre a arma e liberação para porte do ex-ministro.
O pastor Ribeiro afirmou para a Polícia Federal que abriu sua pasta de documentos para pegar sua arma e separá-la do carregador.
“O declarante com medo de expor sua arma de fogo publicamente no balcão, tentou desmuniciá-la dentro da pasta, ocasião em que ocorreu o disparo acidental”, diz trecho do depoimento.
Segundo o ex-ministro, o espaço dentro da pasta ficou “pequeno para manusear a arma”. O disparo, disse ele, perfurou o coldre onde estava a arma, a pasta e se espalhou no chão no aeroporto.
Ao desmuniciar a arma no balcão da companhia aérea, Ribeiro descumpriu uma norma da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que prevê a retirada da munição antes do embarque.
A PF no aeroporto de Brasília possui um lugar específico para a retirada das munições da arma a ser transportada.
A Anac informou que o “despacho de arma de fogo e munições em aeronaves de transporte aéreo regular somente pode ocorrer com a autorização da unidade da Polícia Federal presente no aeródromo”.
Segundo a agência, em casos de possíveis irregularidades poderão ser tomadas medidas administrativas em relação ao aeroporto e a companhia aérea.
“Os demais casos e envolvidos são de responsabilidade de outros órgãos públicos. A investigação fica a cargo da Polícia Federal e a Justiça determina as penas”, diz a Anac.
A PF também foi questionada sobre se o ex-ministro solicitou algum tipo de autorização para o transporte da arma, mas não respondeu até a publicação deste texto.
O Exército, por sua vez, disse em nota que “não teve acesso à documentação apresentada por ocasião da ocorrência, para que possam ser analisadas eventuais medidas aplicáveis ao caso”.
A Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) não reconheceu vínculo empregatício entre a esposa de um pastor e a igreja da qual o casal era membro. A autora tentou provar na justiça que trabalhava para a congregação religiosa de Caldas Novas e pretendia o reconhecimento da relação de trabalho com a entidade.
O juízo de primeiro grau, no entanto, após ouvir o depoimento da reclamante e da representante da igreja, entendeu que não havia subordinação jurídica para caracterizar a relação de emprego e negou os pedidos.
A autora do processo recorreu ao segundo grau alegando que teve seu direito de defesa cerceado por falta de oitiva das testemunhas indicadas por ela. Segundo a esposa do pastor, a comprovação de que ela exerceu atividades para a Igreja Mundial do Poder de Deus sem qualquer pagamento por 10 anos dependia de prova testemunhal.
A autora da ação alegou que sua situação seria análoga à escravidão e que, nos últimos três anos teria a função de administradora e missionária regional, cumulando também a função de vendedora de artigos religiosos, sem a devida anotação de sua CTPS. Afirma que, ao acompanhar o marido – pastor – no culto, era responsável por preencher formulários, confeccionar boletos e relatórios financeiros da instituição, além de controlar o repasse do dinheiro arrecadado, informes publicitários e organização de eventos, dentre outras atividades.
Para os desembargadores da Segunda Turma do TRT-18, não procede a alegação da autora de cerceamento de defesa. Conforme o relator do processo, juiz convocado Kleber Waki, o art. 370 do CPC delineia os poderes instrutórios do juiz ao estabelecer que ele indeferirá, de forma fundamentada, as diligências inúteis ou meramente protelatórias. Para o magistrado, o juízo de primeiro grau está certo ao vislumbrar fatos já provados por documentos ou por confissão da parte e entender desnecessário o depoimento de testemunhas.
Com relação ao vínculo de emprego, o relator apontou que caberia à reclamante demonstrar nos autos que as atividades desempenhadas na igreja seriam com intenção onerosa e que não se tratavam de trabalho voluntário. O magistrado destaca que trabalho voluntário é aquele prestado com ânimo e causa benevolentes e que a própria autora admitiu em depoimento que “por motivos pessoais e religiosos resolveu servir à Igreja ocupando uma posição de considerável relevância naquele contexto”.
Segundo o relator, o trabalho da reclamante no âmbito da congregação religiosa se assemelha ao de pastores e pastoras, cujas atividades não estão submetidas às regras trabalhistas. E, apesar da divergência fática, tendo em vista que a mulher não é pastora, os mesmos fundamentos devem servir de amparo para rejeitar a pretensão da autora.
A vinculação de pastores, para o relator, se dá por ordem religiosa e vocacional, com subordinação de caráter eclesiástico e não empregatício. Para ele, a autora exercia trabalho voluntário, motivado pela sua fé, e entendimento contrário só prosperaria se o desvio de finalidade da entidade religiosa fosse demonstrado, de forma inequívoca. Na falta de provas contrárias, a sentença foi mantida e o vínculo de emprego entre as partes foi negado.
Por serem mais vulneráveis perante a sociedade, as mulheres e meninas cristãs estão mais propícias à perseguição (Foto: Portas Abertas)
Uma jovem mãe de dois filhos no leste de Uganda sofreu ferimentos profundos a faca no domingo de Páscoa (17 de abril), quando seu marido muçulmano descobriu que ela havia se convertido ao cristianismo, disseram fontes.
Zaina Gimbo, 26, da Ilha Sirinya B em Lake Victoria, distrito de Mayuge, depositou sua fé em Cristo em 2 de abril, disse ela de sua cama de hospital em Bwondha.
Ela manteve sua fé em segredo quando foi a um culto de Páscoa depois de ver seu marido, Jamiru Mwima, sair para pescar em 17 de abril, disse ela.
“Foi uma celebração maravilhosa”, disse Gimbo. “Por volta das 13h, fui para casa sem saber que ele havia voltado. Voltei com muita alegria, cantando músicas cristãs que aprendi na igreja.”
Ela estava carregando sua Bíblia, ela disse. Seu filho de 4 anos estava na casa da avó e um amigo cuidava de sua filha de 5 anos.
“Imediatamente a porta se abriu e ali mesmo meu marido saiu muito furioso”, disse Gimbo.
Mwima agarrou sua mão e fez muitas perguntas sobre sua fé, que ela não respondeu, disse ela.
“Meu marido me espancou e me cortou com uma faca longa”, disse Gimbo. “Eu fiz um alarme que trouxe muitas pessoas que vieram e o desarmaram. Caí sangrando gravemente e perdi a consciência”.
Ela sofreu ferimentos profundos no rosto, cabeça e costas, e hematomas na mão, disse ela.
Amigos cristãos a levaram para um hospital em Bwondha, onde ela estava se recuperando.
Amigos denunciaram a agressão à polícia, mas Mwima desapareceu. A polícia estava procurando por ele para responder por acusações de agressão.
Os líderes do conselho local condenaram o ataque, disse o presidente da área.
Casados em 2016, Gimbo e Mwima vendiam peixes para uma empresária da cidade de Iganga que havia depositado sua fé em Cristo em 2017. Gimbo levava a pesca do marido para a empresária, cujo nome não foi divulgado por motivos de segurança.
A empresária cristã não revelou sua fé a Gimbo até 27 de março, disse o comprador.
“Eu estava aprendendo a nova fé do cristianismo primeiro, bem como construindo um relacionamento com Gimbo”, disse ela. “Comecei a compartilhar Cristo com ela e, depois de uma semana, em 2 de abril, ela abraçou a fé cristã. Toda vez que ela trazia peixes, podíamos ter algumas horas compartilhando sobre o cristianismo.”
Depois de aceitar a Cristo em 2 de abril, Gimbo leu sua Bíblia e visitou os cultos da igreja enquanto seu marido ia pescar, disse ela.
A constituição de Uganda e outras leis preveem a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e converter de uma fé para outra. Os muçulmanos não representam mais de 12% da população de Uganda, com altas concentrações nas áreas orientais do país.
Um pastor evangélico da cidade de Bauru, no interior de São Paulo, virou alvo de um inquérito da Policia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), após uma denúncia de que ele teria atuado como funcionário fantasma no gabinete de um outro pastor, deputado Jefferson Campos (PL), que é vice-presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular.
De acordo com a denúncia, o pastor Daniel Albertoni foi lotado no gabinete do deputado entre 2008 e 2021 como secretário parlamentar, mas neste período, só esteve em Brasília apenas uma vez, de acordo com apuração junto às empresas aéreas.
Albertoni também não atuava em nenhum escritório do deputado em São Paulo, e não há qualquer documento que comprove que o pastor exercia a atividade pela qual recebia da Câmara.
Ele prestou depoimento à Policia Federal e alegou que a denúncia se trata de desavenças familiares, e disse que trabalha para o deputado fazendo a ponte entre seu gabinete e as lideranças religiosas do interior de São Paulo.
O pastor garante que enquanto foi assessoria do deputado, mantinha contato quase diário com ele e mantinha uma rotina extensa de trabalho, viajando para se reunir com lideranças.
Dias antes do depoimento à Polícia Federal, Albertoni foi demitido do gabinete do deputado. O caso está sob responsabilidade do ministro Luís Roberto Barroso.
Fonte: Polêmica Paraíba, Fuxico Gospel, Veja e Portal do Trono
Pessoas com as mãos postas orando e uma Bíblia (ilustração)
O Barrna Group, em parceria com a Mission India, lançou recentemente o estudo “The Great Disconnect: Reclaiming the Heart of the Great Commission in Your Church” (A Grande Desconexão: Recuperando o Coração da Grande Comissão em Sua Igreja, em tradução livre), que “revela equívocos e inconsistências em como as igrejas dos EUA percebem e abordam o trabalho missionário”.
De acordo com a pesquisa, 85% dos pastores pesquisados acreditam que missões é um mandato para todos os cristãos, enquanto a maioria dos cristãos praticantes (51%) disse que missões é um chamado para alguns, e outros 25% disseram que não é um mandato para tudo.
Além disso, “apenas 53% dos cristãos praticantes ouviram falar da Grande Comissão”. Entre esses, “61% veem as missões como um mandato e acreditam que uma compreensão bíblica de missões é essencial para o envolvimento de sua igreja em missões”.
“Quer vejam as missões funcionar como uma opção ou uma responsabilidade, pastores e cristãos têm visões variadas sobre o que mais importa nas missões e o que deve realizar”, apontam os pesquisadores.
O estudo mostra que, enquanto a grande maioria dos pastores dos EUA (88%) acredita que é mais importante que as missões equipem líderes indígenas ou locais para espalhar o Evangelho, apenas 46% dos cristãos dizem o mesmo.
“Os pastores também enfatizam a importância de espalhar o evangelho sobre a promoção da justiça (77% vs. 15%). Para os cristãos, no entanto, espalhar o evangelho (43%) e promover a justiça (37%) têm importância quase igual quando se trata de missões”, acrescenta.
Outro exemplo é que “os cristãos favorecem a transformação da saúde das comunidades e o atendimento das necessidades físicas, enquanto os pastores esperam atender às necessidades espirituais em primeiro lugar”.
Insights publicados por Barna em um relatório intitulado “Growing Together” (Crescendo Juntos) , mostram que 56% dos cristãos nos EUA veem suas vidas espirituais como inteiramente privadas, o que é contraproducente para cumprir a Grande Comissão.
“O discipulado é uma maneira poderosa de atender a uma necessidade comum de vulnerabilidade e companheirismo”, disseram os pesquisadores nesse estudo.
“Quando Jesus discipulou os 12, os assuntos espirituais e cotidianos de suas vidas se misturaram. A vida não era privada ou compartimentada. Refeições e milagres, frustração e afeto, sermões e sonecas, provações e celebrações – eles compartilharam tudo”, acrescentaram. “Os cristãos devem considerar o que significaria fazer o mesmo hoje.”
“No geral, os valores das missões diferem consideravelmente entre o púlpito e o banco. Notavelmente, os cristãos também são mais propensos do que os pastores a serem neutros em muitos desses pontos, o que pode sugerir que eles não têm as informações ou orientações de que precisam sobre o assunto”, concluem as pesquisas.