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Mais de 3.000 cristãos foram vítimas de violência sexual por sua fé em 2024

Mulheres cristãs de frente para uma cruz (Foto: Portas Abertas)
Mulheres cristãs de frente para uma cruz (Foto: Portas Abertas)

Conteúdo sensível: o texto a seguir contém relato de violência sexual.

O número de cristãos que sofreram violência sexual devido a sua fé aumentou nos últimos anos. A maioria das vítimas são meninas e mulheres cristãs da África.

Segundo a Lista Mundial da Perseguição 2025 da Missão Portas Abertas, 3.123 cristãos sofreram esse tipo perseguição por seguir Jesus em 2024.

O levantamento anterior apontou que 2.622 cristãos haviam sofrido violência sexual em 2023.

Outra forma de punição nesse contexto são os casamentos forçados. Houve 821 casos em 2024, um aumento de 35% em relação ao ano anterior.

A Nigéria foi o país com casos de violência e abuso sexual, onde a estimativa é que ao menos 1.000 cristãs tenham sido vítimas.

Em seguida está a Síria, com 500 casos de violência sexual. Outros 13 países que a sucedem, com cerca de 100 vítimas registrados em cada, são: Burkina Faso, Camarões, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Etiópia, Mali, Moçambique, Mianmar, Níger, um país com nome oculto por motivos de segurança, Paquistão, outro país com nome oculto por motivos de segurança e Sudão.

Em relação a casamentos forçados de cristãs com não-cristãos a República Centro-Africana lidera esse tipo de violência, seguido pela República Democrática do Congo e Paquistão. Nos três países, ocorreram cerca de 300 casamentos forçados, conforme a Portas Abertas.

Sequestrada e estuprada por terroristas

Rifkatu, esposa de um pastor local da Nigéria, foi uma das cristãs que sofreu violência sexual por sua fé. Ela e outras vítimas cristãs recebem tratamento pós-trauma em um centro da Portas Abertas.

Durante um ataque de extremistas islâmicos fulani à sua aldeia, Rifkatu foi sequestrada e abusada pelos terroristas. Mesmo informando que estava grávida, os abusadores a violentaram.

“Todos no meu vilarejo são cristãos. Estávamos voltando da lavoura para casa quando extremistas fulani nos sequestraram e nos levaram para o acampamento deles na floresta. No acampamento, a maioria dos homens ali nos violentaram. Quando chorávamos, diziam que colchões não choram e que nós agora éramos apenas colchões”, contou ela, à Portas Abertas.

“Não podíamos nos mover, ou sequer nos virar. Chegou ao ponto em que eu mordi a minha própria língua e comecei a sangrar muito”, acrescentou.

Mais tarde, Rifkatu foi libertada e voltou para casa, com muitos traumas psicológicos. O centro de apoio da Portas Abertas ajudou a cristã a lidar com sua dor.

“No dia em que minha esposa voltou para casa, meu coração se encheu de alegria. Deus havia respondido à minha oração por sua libertação”, afirmou o marido da cristã, Pastor Zamai.

“O objetivo dos militantes é colocar medo na comunidade, nos perseguir. Além de colocar medo em nossos corações, para que nós neguemos a Jesus. Eles querem as nossas esposas para eles”, destacou.

Fonte: Guia-me com informações de Portas Abertas

Maioria dos evangélicos está na América Latina, África e Ásia, dizem pesquisadores

Evangélicos durante culto (Foto: Reprodução)
Evangélicos durante culto (Foto: Reprodução)

Pesquisadores que estudam a demografia religiosa global confirmaram que o centro do movimento evangélico mudou para o Sul Global (América Latina e África) e o Leste Asiático.

Durante um evento online da Aliança Evangélica Mundial na semana passada, a Dra. Gina A. Zurlo, editora do World Christian Database e professora da Harvard Divinity School, e Jason Mandryk, editor da Operation World, afirmaram que a maior parte dos evangélicos estão na América Latina, África e Ásia.

O Evangelho tem crescido nessas regiões, enquanto a secularização continua aumentando na Europa e na América do Norte, que antes era o centro do cristianismo.

Agora, o Ocidente tem enfrentado o declínio do número de membros nas igrejas e o afrouxamento das doutrinas teológicas.

“Os estereótipos que dominam as manchetes – brancos, ocidentais, de língua inglesa, politicamente conservadores – não são o que o movimento evangélico parece globalmente. Os evangélicos são zulus, chineses, brasileiros, filipinos. E essa diversidade é algo para comemorar”, afirmou Mandryk.

De acordo com os pesquisadores, hoje 47% dos evangélicos estão na África, 26% na Ásia e apenas 11% na América do Norte. O país com a maior população evangélica não é mais os Estados Unidos, mas a China.

Movimento diverso

Gina e Jason observaram que o movimento evangélico tem se tornado cada vez mais diverso e tem moldado o cristianismo nos dias atuais.

“O cristianismo e o evangelicalismo parecem fundamentalmente diferentes do que eram há uma geração. E a cada geração isso muda – especialmente com a mudança do cristianismo para o Sul Global”, comentou Gina Zurlo.

“O movimento evangélico global é mais diversificado do que você pensa e, no entanto, todos nós podemos encontrar nosso lugar nele. Essa é a sua força, não a sua fraqueza”, ressaltou ela.

Para Jason Mandryk, a diversidade dos evangélicos reflete a diversidade da Igreja global. “O Corpo de Cristo é incrivelmente diverso. O movimento evangélico é igualmente diverso em geografia, teologia e prática. Isso é algo para abraçar”, declarou.

O estudioso observou que o movimento evangélico uniu os cristãos em todo o mundo em missão e oração, mas também os dividiu devido a diferentes visões sobre doutrina, política e cultura.

Mais de 300 milhões de evangélicos

Os pesquisadores também explicaram que é difícil medir quantos evangélicos existem hoje no mundo, devido às diferentes definições do que é ser um evangélico.

Eles disseram que o número de evangélicos hoje está entre 393 milhões e 937 milhões, dependendo de como o termo é definido, mais restrito ou mais amplo.

“Todos esses números são apenas tentativas de pesquisadores de descrever o que Deus está realmente fazendo no terreno”, concluiu Jason.

Fonte: Guia-me com informações de Cristianity Daily

Bruxa tem encontro sobrenatural com Deus durante ritual: “Nunca senti tanto amor”

Adriana Mijangos é uma ex-bruxa (Foto: Reprodução/YouTube/Huesos Secos)
Adriana Mijangos é uma ex-bruxa (Foto: Reprodução/YouTube/Huesos Secos)

Adriana Mijangos nasceu em uma família de bruxas no México e, assim como todas as mulheres da família, se tornou um bruxa da Santeria – um tipo de bruxaria latina semelhante ao vodu misturado com catolicismo.

“Sou a quarta geração de bruxas. Tenho lembranças de muito pequena, com 4 anos, já estar exposta ao mundo espiritual. Eu via demônios no meu berço. Para mim, era normal os pratos se mexerem em casa, as gavetas abrirem”, contou ela, em participação recente no Huesos Secos Podcast. 

Adriana afirmou que sua iniciação na bruxaria aconteceu desde a infância através de brincadeiras com fadas e que cresceu com o misticismo sendo algo normal do seu cotidiano.

Lendo carta aos 6 anos

A menina começou a ler cartas aos 6 anos, incentivada pela mãe, que também era uma bruxa. 

“Ela me dizia: ‘Você tem uma estrela, você vê coisas, você tem um dom. Foi aqui que Satanás usou dons dados por Deus para seu serviço”, disse Mijangos.

“Tinha um lar quebrado, meu pais não eram muito presentes, também passei por um abuso. Então, [a bruxaria] se tornou meu abrigo”.

Com o passar do tempo, Adriana mergulhou na bruxaria celta, bruxaria verde e bruxaria branca e foi treinada por outras bruxas.

Consagrada na santeria

Mais tarde, foi consagrada na Santeria e passou a fazer rituais e sacrifícios satânicos. “Há sempre uma troca, Satanás nunca lhe dará nada, sempre vai te cobrar algo. Entreguei a minha alma ao diabo”, revelou.

“Era como se eu estivesse viciada. Meu vício era o ocultismo, porque no final estava tão acostumada com todos esses picos de adrenalina, por tudo o que você vê e consegue através da magia, através da adoração a Satanás. Mas ele sempre vai cobrar de você e haverá um preço”.

Aos 20 anos, a bruxa já ganhava muito dinheiro trabalhando como vidente, atendendo 30 pessoas por dia e consultando demônios para adivinhar o futuro.

Encontro sobrenatural

Até que, certo dia, Adriana teve uma visão e um encontro sobrenatural com Deus, enquanto cultuava entidades às 5h da madrugada em sua casa.

“A sala era cheia de quadros de santos nas paredes e aqueles rostos começaram a derreter, como se eu estivesse em um filme de fantasia. Eu vi a verdadeira face do que eu estava adorando e eles eram demônios. A perversidade do que estava por trás disso eu senti fisicamente”, lembrou ela.

“Eu estava tremendo. Eu estava no inferno, eu vi todos esses demônios ao meu redor. Naquele momento eu vi Jesus em um cavalo branco, vestido de branco. Eu nunca senti tanto amor, tanta paz. E naquele momento tudo dentro de mim se rendeu”.

Ao ter os olhos espirituais abertos pelo Senhor, a bruxa conheceu a verdade e reconheceu seu pecado.

“Me entreguei a Deus. Comecei a chorar e eu estava convencida do meu pecado. Era como se eu tivesse tirado o véu e disse: ‘O que estou fazendo?’”, testemunhou.

Nova vida com Cristo

Em seguida, Adriana começou a jogar todos os seus objetos de feitiçaria no lixo após 16 anos praticando bruxaria ativamente.

Depois da experiência sobrenatural, a ex-bruxa passou por um processo de libertação e transformação. Ela se tornou cristã e encontrou sua verdadeira identidade e propósito em Jesus.

“O pai celeste formou minha identidade com tanto amor e com tanta paciência e tirou essa sensação de se sentir suja e má. Ele destruiu tudo o que Satanás tinha feito em mim”, declarou Adriana.

Hoje, a cristã faz conteúdos alertando sobre os enganos e perigos do ocultismo em suas redes sociais.

Fonte: Guia-me

Morre Charlie Kirk, líder conservador evangélico, baleado durante palestra em universidade nos EUA

Charlie Kirk em uma conferência da Turning Point USA em 2023. (Foto: Wikimedia Commons/Gage Skidmore)
Charlie Kirk em uma conferência da Turning Point USA em 2023. (Foto: Wikimedia Commons/Gage Skidmore)

Charlie Kirk, CEO e cofundador da organização conservadora de jovens Turning Point USA, morreu nesta quarta-feira (10) depois de ser baleado durante um evento na Universidade Utah Valley, no estado de Utah. A informação foi confirmada por Donald Trump, de quem Kirk era aliado próximo.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que Kirk, de 31 anos, falava ao microfone sob uma tenda branca com os dizeres “The American Comeback” (“A Retomada Americana”) e “Prove Me Wrong” (“Prove que estou errado”). De repente, um disparo é ouvido, e Kirk leva a mão ao pescoço enquanto uma grande quantidade de sangue escorre.

“Confirmamos que ele foi atingido por tiros e estamos orando por Charlie”, declarou Aubrey Laitsch, gerente de relações públicas da Turning Point USA, pouco antes da confirmação da morte.

O prefeito de Orem, David Young, disse que o atirador continua foragido. Uma pessoa chegou a ser detida no campus, mas não se tratava do autor dos disparos, segundo fontes ligadas à investigação.

Kirk havia sido convidado para um debate organizado por sua própria fundação. Poucos minutos antes do disparo, respondia a perguntas da plateia sobre violência armada nos Estados Unidos. Questionado sobre quantos americanos transgêneros haviam sido responsáveis por tiroteios em massa na última década, respondeu: “Muitos.” Em seguida, o homem que o debatia retrucou: “E você sabe quantos autores de tiroteios em massa houve na América nos últimos 10 anos?” — em seguida, ocorreu o ataque.

O evento já vinha sendo alvo de polêmica no campus. Uma petição online pedindo que a universidade barrasse a participação de Kirk reuniu quase 1.000 assinaturas. Mesmo assim, a direção da instituição decidiu manter a programação, citando a Primeira Emenda da Constituição dos EUA e reiterando o “compromisso com a liberdade de expressão, a investigação intelectual e o diálogo construtivo.”

Quem foi Charlie Kirk

Charlie Kirk foi uma das vozes mais influentes da direita norte-americana. Criado em um lar evangélico nos subúrbios de Chicago, Kirk fundou a Turning Point USA em 2012, aos 18 anos, defendendo valores libertários como livre mercado e governo limitado.

Com o tempo, tornou-se não apenas um articulador político, mas também um porta-voz de uma geração de cristãos conservadores.

“Eles querem uma igreja passiva, obediente”, alertou em um encontro com pastores no Tennessee, comparando o silêncio de líderes religiosos atuais à passividade de igrejas na Alemanha nazista.

Em 2021, ao lado do pastor Rob McCoy, fundou a TPUSA Faith, um braço religioso da Turning Point que busca mobilizar igrejas em defesa de pautas conservadoras, como a oposição a cirurgias de transição de gênero em menores e a defesa da reabertura dos templos durante a pandemia.

Hoje, Kirk acumula milhões de visualizações em seu podcast e nas redes sociais. Com a TPUSA Faith, ele passou a organizar encontros com milhares de pastores, incentivando-os a defender abertamente posições políticas em seus púlpitos. “Ou vocês se envolvem e ajudam a definir a direção do país, ou deixarão um vazio para que outros que não compartilham dos seus valores ocupem esse espaço”, costuma afirmar, relata a NBC News.

Kirk deixa sua esposa, Erika Frantzve, e dois filhos.

Fonte: Guia-me com informações de AP News e NBC

Nepal: cristãos pedem oração pela paz em meio a crise após protestos violentos

Protestos no Nepal após banimento de redes sociais no país. (Foto: Reprodução)
Protestos no Nepal após banimento de redes sociais no país. (Foto: Reprodução)

O Nepal vive uma das maiores crises de sua história recente. O primeiro-ministro K.P. Sharma Oli anunciou sua renúncia nesta terça-feira (9/9) após protestos violentos contra a corrupção no governo e a polêmica proibição das redes sociais no país.

As manifestações, lideradas principalmente por jovens, tomaram as ruas de Katmandu e outras cidades. De acordo com a imprensa local, ao menos 19 pessoas morreram nos confrontos desde o início dos protestos na última segunda-feira (2/9). Prédios públicos e residências de políticos foram invadidos, e a situação levou as autoridades a decretar toque de recolher, bloquear estradas e fechar o aeroporto da capital.

Um parceiro local da Portas Abertas, identificado como Kumar*, descreveu a atmosfera de caos: “Havia manifestantes por todos os lados, gritando palavras de ordem contra o governo. Em muitos lugares, objetos foram incendiados nas ruas, e era possível ver fumaça subindo ao céu de várias áreas”.

Banimento das redes sociais

A queda do governo ocorreu poucos dias após a proibição de 26 plataformas digitais, entre elas Facebook, Instagram, YouTube, WhatsApp e X. O Ministério das Comunicações alegou que a medida é temporária e condicionada ao registro das empresas no país. No entanto, a decisão foi recebida como ataque à liberdade digital e desencadeou uma onda de protestos liderados pela chamada Geração Z.

Relatos locais apontam que, na repressão, a polícia chegou a abrir fogo contra manifestantes, matando cinco pessoas e ferindo mais de 80. O governo mobilizou o exército para tentar conter a revolta.

Impacto para os cristãos

O momento agrava a vulnerabilidade da comunidade cristã no Nepal, país classificado como o 54º mais perigoso para seguir a fé cristã, segundo a Lista de Países em Observação. Convertidos do hinduísmo enfrentam forte rejeição familiar e comunitária, além de pressões legais, como a lei anticonversão de 2017. Igrejas domésticas e comunidades não tradicionais são as mais atingidas, sofrendo ataques, prisões e até expulsões de vilarejos.

Em meio ao cenário de instabilidade, um cristão local pediu orações: “Por favor, orem pela paz no país, especialmente neste momento de conflito. Que nosso governo, em crise, encontre sabedoria e integridade para guiar a nação rumo à paz e ao progresso”.

Pedidos de oração

  • Que Deus traga estabilidade política e restaure a paz no Nepal.
  • Pela proteção dos cristãos, que já enfrentam perseguição crescente.
  • Pela segurança dos parceiros locais da Portas Abertas, para que continuem sendo sal e luz em meio à crise.

Fonte: Guia-me

Pesquisa revela que leitores regulares da Bíblia estão mais seguros de sua identidade

Bíblia Sagrada (Foto: Reprodução)
Bíblia Sagrada (Foto: Reprodução)

Um novo estudo sugere que os americanos que leem a Bíblia regularmente têm muito mais probabilidade de relatar um forte senso de identidade.

O último relatório Estado da Bíblia EUA da Sociedade Bíblica Americana , baseado em entrevistas com mais de 2.600 adultos, descobriu que 63% dos entrevistados “engajados com as escrituras” tinham um forte senso de identidade, em comparação com apenas 38% entre aqueles com pouco ou nenhum uso da Bíblia.

Os leitores diários foram os mais confiantes, com 69% dizendo que sabiam quem eram e o que valorizavam.

“Os níveis de identidade são fortes entre as pessoas que praticam religião, e não apenas o cristianismo”, disse John Farquhar Plake, diretor de inovação da sociedade.

“Algo sobre crenças fundamentais, adoração compartilhada e cultura comum dá às pessoas uma noção melhor de quem elas são.”

O relatório também destacou as diferenças geracionais: apenas 30% dos homens da Geração Z relataram um forte senso de identidade, em comparação com mais da metade dos Baby Boomers. Os pesquisadores concluíram que “à medida que envelhecemos, aprendemos mais sobre quem somos, no que acreditamos e o que consideramos importante”.

Plake acrescentou: “Quando as pessoas não apenas leem a Bíblia, mas constroem suas vidas com base nela, elas têm muito mais probabilidade de ter um forte senso de identidade.”

Folha Gospel com informações de Premier Christian News

Band vende quatro horas da madrugada para Igreja Universal

Edir Macedo (Foto: Site da Igreja Universal)
Edir Macedo (Foto: Site da Igreja Universal)

A Band firmou um acordo com a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), liderada por Edir Macedo, para ceder parte de sua programação na madrugada. A parceria começou nesta terça-feira (9), com a transmissão de conteúdos religiosos no horário entre 2h e 6h.

As negociações, segundo fontes ligadas ao setor, giraram em torno de R$ 4 milhões mensais. O valor acompanha a nova realidade do mercado de compra de horários por igrejas evangélicas, que hoje pagam menos do que já desembolsaram em contratos anteriores.

A decisão da Band foi motivada pela baixa rentabilidade da faixa, antes ocupada por reprises do Jornal da Band e de programas esportivos, que registravam médias de 0,2 a 0,3 ponto de audiência e não atraíam anunciantes.

O contrato prevê ampliação gradual do espaço. A partir de novembro, a IURD ocupará a programação até 7h; e em abril de 2026, a faixa se estenderá até 8h. A expectativa é de que os índices de audiência se mantenham estáveis, mas com potencial de maior arrecadação.

Essa não é a primeira vez que a Igreja Universal ocupa as madrugadas da Band. A parceria já havia ocorrido em períodos anteriores, encerrando-se em 2018. Além disso, os dois grupos mantêm negócios por meio do aluguel de 22 horas da Rede 21, canal pertencente ao grupo Bandeirantes.

Com o novo contrato, a Universal passa a estar presente nas madrugadas de duas grandes redes nacionais: Record, emissora de Edir Macedo, e agora a Band. A estimativa é que, somando os diferentes contratos de compra de horários em televisão aberta, a igreja desembolse cerca de R$ 400 milhões por ano.

Dessa forma, apenas Globo e SBT continuam com programação própria durante a madrugada. Já a RedeTV! mantém acordo semelhante com a Igreja Internacional da Graça de Deus, do missionário R.R. Soares.

Fonte: F5 Folha de S.Paulo

Evangélicos entram em conflito com Donald Trump sobre cortes na ajuda externa

Donald Trump, presidente eleito dos EUA em 2024 (Foto: Reprodução X/@realTrumpNewsX)
Donald Trump, presidente eleito dos EUA em 2024 (Foto: Reprodução X/@realTrumpNewsX)

Um abismo crescente surgiu entre o presidente Donald Trump e um de seus grupos de eleitores mais confiáveis: os cristãos evangélicos. Em questão está a decisão do governo de cortar bilhões em ajuda externa e fechar a agência responsável por sua distribuição.

Durante décadas, membros da Associação Nacional de Evangélicos (NAE) têm se associado ao governo dos EUA para levar ajuda humanitária ao exterior. Agora, como relata o Politico, o grupo está pressionando os legisladores no Capitólio para reverter os cortes de verbas.

O apoio evangélico foi fundamental para a vitória de Trump em 2024. Dados da Universidade Cristã do Arizona mostram que os cristãos representavam 74% do eleitorado, com 56% votando em Trump. Em contraste, a vice-presidente Kamala Harris obteve 60% dos votos não cristãos. Os cristãos superaram os eleitores não cristãos em mais de cinco para dois, garantindo o retorno de Trump à Casa Branca. De acordo com o Pew Research Center, os protestantes evangélicos brancos continuam entre seus apoiadores mais leais.

O resultado da campanha de lobby da NAE servirá como um teste de influência evangélica dentro do Partido Republicano, que eles apoiam há muito tempo.

Grupos humanitários alertam que os cortes já estão tendo consequências devastadoras. “Devido aos cortes do governo dos EUA, a World Vision foi forçada a interromper programas humanitários de emergência em todas as regiões do mundo, em mais de 20 países, deixando mais de um milhão de pessoas sem assistência emergencial”, disse Margaret Schuler, diretora de impacto da Visão Mundial, ao Politico.

No início deste ano, organizações humanitárias cristãs expressaram forte oposição ao plano do governo de reduzir em 92% as doações relacionadas à assistência externa. O Departamento de Estado classificou a medida como uma medida de economia de custos de US$ 60 bilhões.

Apesar das críticas, o governo defendeu sua política, argumentando que os cortes eliminarão “desperdício e abuso” dentro da USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional), uma agência oficial de ajuda humanitária que respondia por mais da metade de toda a assistência externa dos Estados Unidos e foi a maior do mundo em termos financeiros em dólares.

Folha Gospel com informações de Premier Christian News

Tribunal da Rússia prende pastor por declaração sobre a guerra na Ucrânia

Pastor Nikolay Romanyuk pregando em sua igreja. (Foto: Reprodução/YouTube/ПУТЬ КО СПАСЕНИЮ Boynetskiy).
Pastor Nikolay Romanyuk pregando em sua igreja. (Foto: Reprodução/YouTube/ПУТЬ КО СПАСЕНИЮ Boynetskiy).

Na semana passada, um tribunal russo condenou um pastor a quatro anos de prisão após ele se manifestar contra a invasão da Ucrânia em um sermão.

O juiz Yevgeny Parshin do Tribunal da Cidade de Balashikha condenou na quarta-feira (3 de setembro) o reverendo Nikolay Romanyuk, 63, a quatro anos de prisão por dizer em um sermão de 2022 que a invasão da Ucrânia pela Rússia “não era nossa guerra”, de acordo com o grupo de direitos humanos Forum 18.

O tribunal também o proibiu de administrar sites por três anos.

Romanyuk provavelmente cumprirá sua pena em um campo de trabalho de regime geral, de acordo com o Fórum 18.

Os promotores teriam prendido Romanyuk após acusá-lo de pedir a outros que bloqueassem os cartórios de registro e alistamento militar em um sermão transmitido ao vivo que ele proferiu na Igreja Pentecostal da Santíssima Trindade, em Balashikha, em setembro de 2022. Ele proferiu o sermão no primeiro domingo após o governo anunciar uma “mobilização parcial” para a invasão da Ucrânia.

A família de Romanyuk relatou que policiais armados o atingiram na lateral da cabeça durante a prisão, o que causou vazamento de fluido de seu ouvido. As autoridades não repreenderam ninguém por essas supostas ações.

“Quando lhe oferecem uma dose, uma garrafa de álcool ou uma intimação para ser enviado para o combate — este é o mesmo pecado, a mesma droga e o mesmo Satanás”, teria dito Romanyuk em seu sermão de 2022. “Encontre-me no Antigo Testamento ao menos uma pista de que poderíamos, de alguma forma, participar.”

E não importa qual czar exija isso – o czar ucraniano, o czar americano ou o nosso. Eu gostaria que isso fosse uma vacinação, pelo menos de alguma forma. Esta não é a nossa guerra.

No sermão, Romanyuk destacou que a doutrina escrita da igreja diz que os membros são pacifistas.

“É nosso direito professar isso com base nas Sagradas Escrituras”, acrescentou. “Não abençoamos aqueles que vão para lá [para a guerra]. Não abençoamos [aqueles] que são levados à força, mas rezamos para que Deus os resgate de lá. Existem diferentes maneiras legais de fazer isso.”

Romanyuk declarou no tribunal que seu sermão havia sido sobre “minha atitude pessoal como cristão — baseada na Bíblia, nos livros da Sagrada Escritura do Antigo e Novo Testamento — em relação a qualquer violência, a qualquer ação militar, ao assassinato de uma pessoa”.

Ele não pediu interferência nas atividades dos órgãos governamentais, de acordo com o Fórum 18.

Romanyuk teria declarado no tribunal que a Igreja da Santíssima Trindade reconheceu “a importância do serviço militar nas Forças Armadas para a defesa da Pátria e acolhe a possibilidade de serviço civil alternativo para aqueles cujas crenças religiosas não lhes permitem cumprir o serviço militar obrigatório”.

Ele argumentou que “o serviço civil alternativo é o mesmo cumprimento por um cidadão da Federação Russa de seu dever e obrigação de defender a Pátria como o serviço militar, mas realizado de uma forma diferente e alternativa ao serviço militar”.

O pastor também destacou a “ajuda humanitária” da igreja aos soldados russos e aos “moradores de novas regiões e territórios ocupados” na Ucrânia.

“Sim, fiz um sermão no qual abordei o assassinato militar, ainda que forçado. Não me retrato do que disse”, disse Romanyuk em seu discurso final ao tribunal na terça-feira (2 de setembro). “Expus minha visão e atitude pessoal em relação à morte de uma pessoa. Esta é minha atitude pessoal como clérigo. Não me retrato do meu sermão.”

Romanyuk também destacou que, se ele era “muito autoritário”, como disseram os investigadores, e se os investigadores estavam certos de que ele minou a ordem constitucional, por que nenhum paroquiano desobedeceu às autoridades?

Seus paroquianos, em vez disso, literalmente correram para ajudar os afetados pelo conflito militar, ele disse.

O Fórum 18 questionou o tribunal sobre a razão pela qual o juiz impôs uma pena de prisão tão longa, apesar da idade e dos problemas de saúde do pastor. Ele sofre de hipertensão, doença cerebrovascular, psoríase e problemas na coluna. O pastor ainda não se recuperou totalmente de um micro-AVC sofrido em dezembro, que o levou à hospitalização em uma unidade de terapia intensiva.

Ele continua precisando de medicamentos para “manter a vida” e sofre de dores de cabeça, períodos de paralisia temporária e perda de consciência, informou o Fórum 18.

O tribunal não havia respondido às perguntas do Fórum 18 até o momento da publicação. A vice-presidente do Tribunal da Cidade de Balashikha, Olga Bystryakova, afirmou apenas que: “Um juiz não é obrigado a prestar quaisquer explicações sobre o mérito dos casos considerados ou em andamento, nem a apresentá-los a qualquer pessoa para revisão, exceto nos casos e na forma previstos pela lei processual.”

A condenação de Romanyuk significa que ele é a primeira pessoa condenada por um tribunal, sob o Artigo 280.4 do Código Penal, por “apelos públicos para implementar atividades direcionadas contra a segurança da Federação Russa ou para obstruir o exercício por órgãos governamentais e seus funcionários de seus poderes para garantir a segurança da Federação Russa” por criticar a guerra da Rússia contra a Ucrânia de uma perspectiva religiosa, de acordo com o Fórum 18.

O tribunal também o acusou, segundo o código, de “usar sua posição oficial” por meio dessas supostas atividades “com o uso de mídia de massa, ou redes eletrônicas, ou de informação e telecomunicações, incluindo a internet”.

O pastor pretende apelar ao Tribunal Regional de Moscou, embora sua filha Svetlana Zhukova tenha escrito no Telegram que “todos nós entendemos perfeitamente que não haverá mudanças fundamentais”. Zhukova também chamou o caso de “completamente inventado, motivado pelo ódio pessoal de alguém ou por um humor geral”.

“Esta é a minha opinião pessoal — embora provavelmente não seja seguro dizer o que você pensa… Imagine, papai foi condenado por sua opinião, sua posição”, escreveu ela no Telegram. “Ele não cometeu nenhum crime. Nenhuma pessoa sofreu com suas ações. O estado não sofreu nada.”

Aqueles que estão atormentando seu pai de forma injusta e ilegal provavelmente pensam que o estão privando — de liberdade, comunicação, assistência médica, participação na comunhão, a oportunidade de continuar servindo as pessoas — mas eles não podem tirar sua verdadeira liberdade, ela escreveu.

Na época do sermão, havia “grande confusão em muitos corações e mentes”, lembrou Zhukova. “O que meu pai disse queimava em sua boca, em seu coração. Ele não conseguia deixar de dizer, não importava o que os outros pensassem. Porque é a verdade. É um princípio bíblico.”

Ele esperava ser ouvido, e as pessoas de fato o ouviram, ela escreveu.

“Agora sabemos com certeza. Muito mais longe e além do que ele poderia ter imaginado”, afirmou Zhukova. “E, provavelmente, este ato de intimidação visa suprimir a opinião dos dissidentes, que ousam expressar suas opiniões divergentes.”

Romanyuk está detido em um centro de detenção preventiva em Noginsk, onde está há mais de 10 meses desde sua prisão em outubro de 2024.

A prisão de 18 de outubro envolveu ataques armados à casa de Romanyuk, às casas de outros membros da igreja e à propriedade da igreja em Volokolamsk. As autoridades forçaram as pessoas a se deitarem no chão e as mantiveram sob a mira de armas por horas. A polícia confiscou dispositivos digitais e cartões bancários.

O advogado Anatoly Pchelintsev, representando uma testemunha de defesa, posteriormente chamou a sentença de “injustificadamente cruel e injusta” no Telegram e declarou antes do veredito: “não há crime nas ações do clérigo”.

Ele acrescentou que, “francamente falando, temos quase nenhuma chance de absolvição. O sistema judiciário russo praticamente não sabe o que é isso. No entanto, a esperança por justiça e humanismo é a última que morre.”

Nem o Gabinete do Promotor Público da Região de Moscou nem o Gabinete do Promotor Público da Cidade de Balashikha responderam às perguntas do Fórum 18 sobre a longa pena de prisão e por que a liberdade de expressão religiosa é uma ameaça à segurança do Estado.

Para que o veredito se torne legal, declarou o Fórum 18, o tribunal reduziria a sentença de quatro anos de Romanyuk pelo tempo que ele passou sob custódia, na proporção de um dia no centro de detenção para um dia e meio na prisão.

O reverendo Andrey Mizyuk, um padre ortodoxo russo (Patriarcado de Moscou) que deixou a Rússia em 2022 por sua própria oposição à invasão da Ucrânia pela Rússia, concordou que o processo contra Romanyuk é tanto punição quanto intimidação.

“O Estado deixou claro mais de uma vez que não perdoa pregações anti-guerra”, escreveu ele no canal Peace Unto All Telegram em 4 de setembro. “O pastor Nikolay estava entre aqueles que não conseguiam ficar em silêncio [sobre a guerra] e claramente, para seu infortúnio, disse com extrema honestidade o que considerava ser o dever de um cristão… O Estado russo não o perdoou por isso.”

Objeções de representantes de organizações religiosas são especialmente inaceitáveis ​​para as autoridades, afirmou ele.

“E isso é compreensível: qualquer tentativa de dizer a verdade, mesmo a voz mais fraca, é capaz de romper a cortina histérica da propaganda de uma guerra sangrenta”, afirmou Mizyuk. “E se essa voz soa com uma referência à Sagrada Escritura, torna-se duplamente ameaçadora. É por isso que eles prestam tanta atenção a qualquer manifestação de dissidência.”

Uma audiência judicial anterior em 18 de agosto, que Pchelintsev compartilhou em seu canal no Telegram, registrou o advogado de Romanyuk, Vladimir Ryakhovsky, insistindo que o pastor não havia pedido nenhuma obstrução à atividade dos escritórios de registro e alistamento militar.

Ryakhovsky também observou que o líder da igreja não mencionou “um único órgão governamental” em seu sermão, mas que especialistas do Instituto de Ciência Forense do serviço de segurança do FSB tiraram suas próprias conclusões, apoiadas pelo depoimento “inconsistente e extremamente contraditório” de uma testemunha.

Folha Gospel com texto original de Christian Daily

Geração Z tem frequência à igreja mais alta do que as gerações mais velhas

Jovens adorando a Deus durante culto (Foto: Reprodução)
Jovens adorando a Deus durante culto (Foto: Reprodução)

Um novo estudo revela que a Geração Z tem taxas de frequência à igreja mais altas do que as gerações mais velhas de adultos americanos, marcando uma reversão de padrões há muito estabelecidos.

O Barna Group divulgou uma nova pesquisa como parte de sua iniciativa “Estado da Igreja”, revelando que os fiéis da Geração Z frequentam os cultos com mais frequência do que seus pares das gerações mais velhas. Os dados incluídos no relatório são baseados em 5.580 entrevistas online realizadas de janeiro a julho deste ano. 

A pesquisa examinou os padrões de frequência à igreja entre 3.579 adultos frequentadores. Entre todos os adultos frequentadores, a taxa média de frequência foi de 1,6 vezes por mês. Esse número subiu para 1,9 vezes por mês entre a Geração Z, que se refere ao grupo mais jovem de adultos americanos. Os Millennials, que se referem ao segundo grupo mais jovem de adultos americanos, estão logo atrás, com uma taxa média de frequência de 1,8 vezes por mês. 

A taxa média de frequência escolar da Geração X, medida em 1,6 vezes por mês, foi equivalente à taxa média de frequência escolar entre os adultos como um todo. Tanto os baby boomers, que se referem aos americanos nascidos entre 1946 e 1964, quanto os mais velhos, que se referem aos adultos nascidos antes de 1946, tiveram uma taxa média de frequência escolar mensal de 1,4 vezes por mês. 

Após examinar dados coletados de 132.030 adultos dos EUA entre janeiro de 2000 e julho de 2025, Barna descobriu que as taxas de frequência mensal à igreja entre os dois grupos mais jovens de adultos americanos quase dobraram de 2020 a 2025. A taxa média de frequência de 1,9 vezes por mês entre a Geração Z e 1,8 vezes por mês entre a geração Y constitui um recorde entre ambos os grupos. 

“O fato de os jovens estarem comparecendo com mais frequência do que antes não é uma tendência típica”, disse Daniel Copeland, vice-presidente de Pesquisa da Barna, em reação à pesquisa. “Normalmente, são os adultos mais velhos os frequentadores mais fiéis da igreja. Esses dados representam uma boa notícia para os líderes religiosos e reforçam o panorama de que a renovação espiritual está moldando a Geração Z e os millennials hoje.”

Embora os dados coletados por Barna tenham mostrado um aumento na frequência à igreja entre as gerações mais jovens de adultos americanos, a tendência oposta se manifestou entre as duas gerações mais velhas. Em 2000, a taxa média de frequência à igreja entre os mais velhos era de 2,3 vezes por mês. A taxa média de frequência à igreja de 1,4 vezes por mês entre o grupo mais velho de adultos americanos representa um recorde de baixa. 

Entre os baby boomers, a taxa média de frequência à igreja era de 2,0 vezes por mês em 2000. Esse número caiu para 1,4 em 2025, caindo para uma taxa ainda menor em 2020, no auge dos bloqueios da COVID-19.

Entre a Geração X, a taxa média de frequência não mudou muito no último quarto de século, registrando 1,4 vezes por mês em 2000 e 1,6 vezes por mês em 2025. Assim como foi o caso com os baby boomers, a frequência média à igreja atingiu um recorde de baixa durante os bloqueios da COVID-19.

A nova pesquisa publicada pela Barna surge em um momento em que outros estudos descobriram que os americanos mais jovens e a geração Z são menos engajados na igreja do que seus pares mais velhos.

No mês passado, uma nova edição do relatório Estado da Bíblia EUA: 2025, da Sociedade Bíblica Americana, examinou o nível de “envolvimento dos entrevistados na vida, missão e comunidade de uma igreja local”, que “inclui aprendizado e crescimento na fé, relacionamentos significativos com pessoas na igreja e uso ativo dos dons no trabalho da igreja”.

A divisão dos resultados por geração mostra que a Geração Z tem os menores níveis de engajamento na igreja, com os grupos mais jovens de americanos menos propensos a concordar com declarações afirmando que eles tiveram “oportunidades de aprender e crescer na fé”, eles têm um “melhor amigo na igreja”, “há alguém na minha igreja que incentiva meu desenvolvimento espiritual”, “meu pastor, ou outros líderes da igreja, parecem se importar comigo como pessoa” e que eles tiveram oportunidades de usar seus “dons”.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

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