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Ladrão desiste de assalto ao saber que vítimas eram cristãos em SP

Revólver (Imagem ilustrativa)
Revólver (Imagem ilustrativa)

Um ladrão desistiu de um assalto após saber que as vítimas eram cristãos, em Hortolândia (SP), na noite da última terça-feira (7).

Dois líderes da Igreja Congregação Cristã, um ancião e um cooperador de jovens, foram abordados pelo assaltante no bairro Jardim Amanda, enquanto eles chegavam na casa de uma família da igreja.

O criminoso subiu na calçada de moto e anunciou o assalto, recolhendo objetos dos cristãos, incluindo celular, relógio e aliança.

Em seguida, o ladrão pergunta aos líderes: “Você é pastor? Ele é pastor?”. E um dos cristãos responde: “Somos servos de Deus”.

Ao ouvir isso, o assaltante mudou totalmente de atitude e devolveu os pertences dos cristãos. Logo depois, ele comprimentou os dois líderes com um aperto de mão e foi embora.

A câmera de segurança de um vizinho registrou a ação e o vídeo se espalhou entre os fieis da região e nas redes sociais, gerando comoção. O testemunho foi relatado também durante um culto da igreja dos dois líderes.

Nos comentários de uma postagem que mostra o vídeo, usuários ressaltaram o poder que há no nome do Senhor.

“Achei lindo a parte que ele fala ‘Somos servos de Deus’. Isso mostrou muito sobre ele, e sobre o quão poderoso é o nome do nosso Deus! Porque Ele vive”, disse uma internauta.

Outra mulher escreveu: “Isso não é sobre religião, é sobre intimidade com Deus! A presença de Deus constrange até quem não crê nele. Toda honra e glória para Ele”.

E uma usuária refletiu: “Quem vive uma vida reta com Senhor, até o inimigo teme e respeita. Autoridade dada por Deus. Que sejamos pessoas que dê bons testemunhos e não envergonhamos o nome do Senhor Jesus!”.

Fonte: Guia-me

Igreja Presbiteriana cresce e Convenção Batista do Sul registra queda no número de membros nos EUA

Culto na Igreja Presbiteriana, da Quinta Avenida, em Nova York, EUA (Foto: Reprodução)
Culto na Igreja Presbiteriana, da Quinta Avenida, em Nova York, EUA (Foto: Reprodução)

A Igreja Presbiteriana na América (PCA) registrou, pelo terceiro ano consecutivo, crescimento estável em sua membresia, contrariando a tendência de queda observada em diversas outras denominações cristãs nos Estados Unidos. Segundo dados divulgados pela ByFaithOnline, revista oficial da PCA, a denominação alcançou 400.751 membros em 2024 — um aumento de 1,84% em relação aos 393.528 registrados no ano anterior.

Os números integram o mais recente relatório quinquenal, que compila estatísticas de cerca de mil congregações entre 2020 e 2024. Apesar de uma pequena redução no número de presbitérios, que caiu de 88 para 87, o total de igrejas cresceu: passou de 1.645 em 2023 para 1.667 em 2024. Também houve aumento no número de presbíteros docentes (5.347) e no de candidatos ao ministério pastoral, que subiram de 572 para 767.

Os batismos de adultos cresceram 16,5%, enquanto as profissões de fé adulta tiveram alta de mais de 22% em relação ao ano anterior. O relatório também aponta crescimento nas profissões de fé infantil e nos batismos de bebês.

O desempenho positivo da PCA é visto como reflexo de uma recuperação consistente após os impactos da pandemia de Covid-19, que afetou fortemente as atividades, doações e presença física nas igrejas norte-americanas.

Contribuições em alta e recordes financeiros
A PCA também registrou avanços significativos nas finanças. As doações gerais aumentaram quase 16%, somando US$ 1,29 bilhão (aproximadamente R$ 7,42 bilhões). A média de contribuição por membro ultrapassou US$ 4.100 (cerca de R$ 23.460), representando um crescimento de mais de 13% em relação a 2023.

As doações destinadas à Assembleia Geral da igreja aumentaram 12%, enquanto os recursos destinados a causas externas — como ministérios de misericórdia e ações sociais — ultrapassaram US$ 170 milhões (R$ 974 milhões).

Convenção Batista do Sul

A Convenção Batista do Sul (SBC, na sigla em inglês) registrou mais um ano de queda no número de membros, mas apresentou crescimento na frequência aos cultos e no número de batismos, segundo o Perfil Anual da Igreja (ACP, em inglês) divulgado na última quarta-feira (1º) pela Lifeway Research. De acordo com o relatório, a SBC contabilizou cerca de 12,72 milhões de membros em 2024 – uma redução de 2% em comparação aos aproximadamente 12,98 milhões registrados em 2023.

Apesar da queda, os batismos aumentaram significativamente. Em 2024, foram reportados 250.643 batismos, um crescimento de cerca de 10% em relação aos 226.919 realizados no ano anterior. Trata-se do segundo aumento anual consecutivo, após a denominação ter registrado menos de 200 mil batismos em 2022.

A frequência média aos cultos também cresceu. Mais de 4,3 milhões de pessoas participaram semanalmente das celebrações nas congregações batistas, enquanto mais de 2,5 milhões compareceram a pequenos grupos de estudo bíblico — ambos os números representam um aumento de cerca de 5% em relação a 2023.

“O foco dos batistas do sul na evangelização está refletido nesses números”, afirmou Jeff Iorg, presidente e CEO do Comitê Executivo da SBC, em declaração incluída no relatório. “Celebramos a tendência de crescimento nos batismos, algo que não víamos há três décadas. Os dados mostram que Deus está agindo entre nós.”

O número total de congregações afiliadas também apresentou leve recuo. A SBC contava com 46.876 igrejas em 2024, 30 a menos que no ano anterior. O número, no entanto, é significativamente menor do que a redução de 292 congregações registrada em 2023. A perda inclui tanto igrejas que encerraram suas atividades quanto outras que deixaram de ser afiliadas à convenção.

Nos últimos anos, a SBC tem enfrentado desafios que vão além das estatísticas. Entre os motivos para o afastamento de igrejas estão divergências sobre o papel da mulher no ministério pastoral. Em 2023, a liderança da convenção expulsou a Saddleback Church, uma das maiores megaigrejas do país, por ter uma mulher atuando como pastora docente. A exclusão de igrejas por esse motivo segue diretrizes da “Fé e Mensagem Batista”, documento doutrinário da denominação.

Além disso, desde 2022, sete igrejas foram desligadas da SBC por supostas falhas em lidar com alegações de abuso sexual, como parte de um esforço da convenção para combater esse tipo de crime em suas comunidades.

Fonte: Comunhão com informações de The Christian Post

Escolha de papa norte-americano foi estratégica e visa questões geopolíticas, diz teólogo

Leão 14 é eleito novo papa da Igreja Católica (Foto: Vatican News / Reprodução)
Leão 14 é eleito novo papa da Igreja Católica (Foto: Vatican News / Reprodução)

O mundo católico e cristão vive um novo capítulo com a eleição do papa Leão XIV. A escolha do nome, carregado de peso histórico e simbólico, acendeu discussões não apenas no Vaticano, mas entre líderes evangélicos e estudiosos da fé cristã. O novo pontífice assume a missão de conduzir a Igreja em um tempo de tensões globais, desafios éticos e transformações profundas na espiritualidade contemporânea.

“É um nome forte, com raízes em momentos decisivos da história da Igreja. A escolha de Leão XIV sinaliza um desejo de conciliação e de engajamento nas questões geopolíticas”, analisa o teólogo e professor Adriel Moreira Barbosa, doutor em Ciências da Religião, complementando que o novo papa foi ordenado cardeal pelo papa Francisco e que Leão XIV citou o papa Francisco em sua primeira manifestação pública.

Antes de Leão XIV, 13 papas levaram o nome Leão. O mais emblemático foi Leão I, chamado “Magno”, que enfrentou a ameaça de Átila, o Huno, e consolidou o papel do papa como pastor supremo do Ocidente cristão. Já Leão XIII entrou para a história como o primeiro papa moderno, ao publicar a encíclica Rerum Novarum, em 1891, que inaugurou a Doutrina Social da Igreja, em defesa da dignidade do trabalho e da justiça social.

Assumir esse nome é, portanto, mais do que um gesto de reverência ao passado — é uma mensagem ao mundo. “A Igreja Católica parece buscar equilíbrio entre tradição e atualidade. Essa tensão é permanente e necessária. O novo papa está dizendo: ‘continuaremos relevantes, sem romper com nossa raiz’”, destaca Barbosa.

Fonte: Comunhão

5 coisas que você precisa saber sobre o Papa Leão 14

Papa Leão 14 (Foto: Vatican Media)
Papa Leão 14 (Foto: Vatican Media)

O Cardeal Robert Francis Prevost foi nomeado o 267º papa da Igreja Católica Romana na quinta-feira. Ele escolheu o nome Papa Leão XIV.

Sua ascensão ao papado ocorre 17 dias após a morte do Papa Francisco. Aos 69 anos, ele é mais jovem do que os dois papas mais recentes quando assumiram o cargo, mas significativamente mais velho do que o Papa São João Paulo II quando se tornou Bispo de Roma aos 58 anos.

Aqui estão cinco coisas que você precisa saber sobre Prevost, especialmente sua história e suas opiniões.

1. Ele é o primeiro papa americano

Talvez o aspecto mais notável da ascensão de Prevost ao papado seja sua origem.

O Papa Leão XIV é o primeiro papa dos Estados Unidos da América na história. De acordo com o Relatório do Colégio de Cardeais , ele nasceu em Chicago, Illinois, em 14 de setembro de 1955. Formou-se na Universidade Villanova em 1977 com bacharelado em matemática. Cinco anos depois, formou-se na União Teológica Católica de Chicago com mestrado em teologia. No mesmo ano, foi ordenado sacerdote. 

De 1999 a 2001, serviu como provincial na Província Agostiniana de Chicago. O site dos Agostinianos do Centro-Oeste ainda lista Prevost como um de seus priores professos solenes. A declaração de missão da província define a ordem religiosa como parte da “Ordem Mundial de Santo Agostinho na Igreja Católica Romana”, que busca “Deus em comunidade, compartilhando nossas vidas, bens e jornada espiritual uns com os outros e com o povo de Deus”.

“Em harmonia de mente e coração em nossa jornada rumo a Deus, nossa experiência de vida em comum flui e molda nossos ministérios”, continua a declaração de missão. “Continuamos a servir a Igreja em escolas, paróquias e missões, enquanto buscamos discernir novos caminhos de serviço para os quais Deus nos chama.” 

De 2001 a 2013, Prevost serviu como prior geral da Ordem de Santo Agostinho, atuando como “chefe da Ordem e sua autoridade suprema”. 

2. Ele passou um tempo considerável na América Latina

Embora Leão XIV tenha nascido nos Estados Unidos, dedicou grande parte de seu serviço à Igreja no exterior. Obteve a licenciatura em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade de São Tomás de Aquino, em Roma, Itália, em 1984, e o doutorado em Direito Canônico pela mesma instituição três anos depois. De 1985 a 1986, Leão XIV dedicou-se ao ministério em Chulucanas, Peru.

De 1988 a 1998, atuou como prior comunitário, diretor de formação e professor em Trujillo, Peru. Após retornar aos EUA por mais de uma década, o papa retornou ao Peru em 2014, onde se tornou administrador apostólico da Diocese Católica Romana de Chiclayo, Peru. Foi nomeado bispo da diocese um ano depois, cargo que ocupou por oito anos. Mesmo após sua elevação a cardeal em 2023 e sua nomeação como prefeito do Dicastério dos Bispos, Leão XIV continuou a manter laços estreitos com a América Latina. No mesmo ano, foi nomeado presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina. 

3. Ele se opõe a diaconisas e tem opiniões mistas sobre questões LGBT 

Embora o Relatório do Colégio de Cardeais defina a maioria das posições de Leão XIV sobre as principais questões enfrentadas pela Igreja Católica como ambíguas, ele observa que ele expressou oposição à ordenação de diaconisas e tem uma posição pouco clara sobre bênçãos para casais do mesmo sexo.

Em comentários feitos em 2023, Prevost afirmou que “’clericalizar as mulheres’ não resolve necessariamente um problema, pode criar um novo problema”.

Em um discurso de 2012, o então Bispo Prevost expressou preocupação com a promoção de “simpatia por crenças e práticas que contradizem o Evangelho” na cultura ocidental. Ele citou especificamente o “estilo de vida homossexual” e “famílias alternativas compostas por parceiros do mesmo sexo e seus filhos adotivos” como exemplos. 

Depois que o Papa Francisco autorizou padres a abençoar casais do mesmo sexo em 2023, o futuro papa defendeu os bispos africanos que se opuseram à medida.

“Não estava rejeitando a autoridade magistério de Roma, estava dizendo que nossa situação cultural é tal que a aplicação deste documento simplesmente não vai funcionar”, disse ele em uma coletiva de imprensa no ano passado.

“É preciso lembrar que ainda existem lugares na África que aplicam a pena de morte, por exemplo, para pessoas que vivem em um relacionamento homossexual. … Então, estamos em mundos muito diferentes”, acrescentou. “Cada conferência episcopal precisa ter uma certa autoridade, no sentido de dizer: ‘como vamos entender isso na realidade concreta em que vivemos?’” 

4. Ele expressou preocupação com as políticas de imigração de Trump

Sean Davis, do The Federalist, compartilhou capturas de tela da conta X do Papa Leão XIV, que ele acreditava indicarem seu apoio à ideologia política progressista.

Uma captura de tela mostrou Prevost compartilhando um artigo da publicação progressista National Catholic Reporter intitulado “JD Vance está errado: Jesus não nos pede para classificar nosso amor pelos outros”. 

artigo reagiu à declaração do vice-presidente JD Vance de que “Existe um conceito cristão de que você ama sua família, depois ama seu próximo, depois ama sua comunidade, depois ama seus concidadãos e, depois disso, prioriza o resto do mundo”. Vance sustentou: “Grande parte da extrema esquerda inverteu completamente isso”.

Outra captura de tela de uma republicação de 2018 mostra Prevost compartilhando uma mensagem do Cardeal Blase Cupich, da Arquidiocese de Chicago, considerado um dos líderes religiosos mais progressistas dos EUA, condenando as políticas do governo Trump que separam crianças imigrantes ilegais de seus pais ou responsáveis.

Uma terceira captura de tela mostra Prevost republicando várias mensagens em favor de imigrantes ilegais trazidos aos EUA quando crianças recebendo proteção contra deportação, um programa que o presidente Donald Trump revogou em seu primeiro mandato, mas foi anulado pela Suprema Corte dos EUA. 

5. Ele enfrentou acusações de não responder adequadamente às alegações de abuso sexual

À medida que a possibilidade de Prevost se tornar papa começou a surgir na semana passada, a publicação InfoVaticana relatou o conteúdo de uma carta de março de 2024 ao Papa Francisco.

A correspondência sustenta que, durante seu mandato como Bispo de Chiclayo, o futuro papa “não tomou nenhuma medida” contra um padre que supostamente abusou sexualmente de três menores. O artigo também afirma que a Diocese de Chiclayo pagou US$ 150.000 a vítimas de abuso que acusaram o Cardeal Prevost de encobrir o abuso. 

A diocese defendeu firmemente a forma como Prevost lidou com as alegações de abuso, insistindo que ele entrou em contato com as vítimas e abriu uma investigação canônica sobre os supostos atos de abuso. 

Prevost também enfrentou críticas depois que surgiram relatos alegando que um padre condenado por envolvimento em má conduta sexual com menores foi autorizado a ficar em um priorado localizado perto de uma escola primária durante seu mandato como provincial na Província Agostiniana em Chicago.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Terroristas matam seis cristãos no estado de Plateau, Nigéria

Cristãos durante culto na Nigéria (Foto: World Watch Monitor)
Cristãos durante culto na Nigéria (Foto: World Watch Monitor)

Terroristas conhecidos como pastores Fulani mataram seis cristãos e feriram dezenas de outros em ataques a duas aldeias cristãs no estado de Plateau, na Nigéria, no sábado e domingo (3 e 4 de maio).

No condado de Barkin Ladi, os pastores atacaram aldeias predominantemente cristãs da NTV e Kakuruk, disse Bature Iliya Adazaram, um líder jovem das comunidades afetadas.

“Estamos entristecidos por mais uma noite trágica de ataques armados perpetrados por supostos militantes fulani, que invadiram a aldeia de Kakuruk, no distrito de Gashish, na área administrativa local de Barkin Ladi, e abriram fogo, matando três cristãos e ferindo outros quatro às 20h11 do dia 4 de maio”, disse Adazaram em um comunicado à imprensa. “Isso sem contar os outros três cristãos emboscados e mortos a tiros em 3 de maio na aldeia de NTV, na área de governo local de Barkin Ladi.”

Adazaram identificou três cristãos mortos como Nyam Davou, 44, Kande Thomas, 40, e a filha de 6 meses de Thomas. Os cristãos feridos eram Abigail Nyam, 7; Helen Ishaya, 45; Mafeng Markus, 29; e Sarah Markus, 40, disse ele.

As vítimas cristãs feridas estavam sendo tratadas no Hospital Geral na cidade de Barkin Ladi.

Adazaram disse que os ataques aumentaram na área, pois pastores buscam tomar terras e extremistas islâmicos buscam estabelecer um califado na Nigéria.

“Acreditamos firmemente que a retomada dos ataques desses militantes fulani não apenas contra cristãos em nossas comunidades, mas também em outras comunidades do estado de Plateau e além, visa, entre outras razões, afastar as vítimas cristãs do terrorismo que se opõem a qualquer forma de grilagem de terras e à agenda expansionista dos militantes muçulmanos”, disse Adazaram. “Deve ficar registrado que os atos covardes de banditismo armado em andamento, bem como os ataques terroristas contra cristãos, são perturbadores.”

Autoridades do governo geralmente ignoram os primeiros sinais de alerta e as informações dos cristãos sobre o influxo de pastores Fulani e outros terroristas antes que tais ataques aconteçam, disse ele.

“Isso fez com que nossos agressores continuassem a se aproveitar da insuficiência de efetivo de segurança para invadir áreas e vilas cristãs vulneráveis”, disse Adazaram. “A onda de assassinatos desses pastores e bandidos fulani resultou na morte de centenas de cristãos, sem poupar ninguém, incluindo mulheres e crianças.”

Pastores e “bandidos muçulmanos armados” têm realizado tais ataques contra comunidades cristãs da área desde 2018, disse ele.

A Nigéria continua entre os lugares mais perigosos do planeta para os cristãos, de acordo com a Lista Mundial de Perseguição de 2025 da Portas Abertas, que reúne os países onde é mais difícil ser cristão. Dos 4.476 cristãos mortos por sua fé em todo o mundo durante o período do relatório, 3.100 (69%) estavam na Nigéria.

A Nigéria ficou em sétimo lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2025 dos 50 piores países para os cristãos.

Folha Gospel com informações de Morning Star News

Leão 14: cardeal Robert Prevost, dos EUA, é novo papa da Igreja Católica

Leão 14 é eleito novo papa da Igreja Católica (Foto: Vatican News / Reprodução)
Leão 14 é eleito novo papa da Igreja Católica (Foto: Vatican News / Reprodução)

O grupo de cardeais reunidos para o conclave na Capela Sistina escolheu nesta quinta-feira o 267º papa da história, que vai suceder Francisco à frente do Vaticano. Era necessário um mínimo de dois terços dos 133 votantes para a escolha do novo líder da Igreja Católica, que tem cerca de 1,4 bilhão de fiéis pelo mundo.

O nome do cardeal Robert Prevost, de 69 anos, ganhou força no conclave que teve início nesta quarta-feira, 7, para escolher o novo papa.

Embora especialistas considerassem pouco provável – por questões geopolíticas – a eleição de um norte-americano para o comando da Igreja Católica, Prevost era visto como o candidato mais viável entre os dez cardeais da mesma nacionalidade, que estão entre os 133 eleitores a compor o conclave.

Seu perfil visto como equilibrado, com reputação por construir pontes entre conservadores e progressistas, pode vir a calhar em um momento em que a igreja se encontra dividida.

Ao mesmo tempo, Prevost tem projeção global e ocupa um dos cargos mais influentes da Santa Sé: o de prefeito do Dicastério para os Bispos, que aconselha o papa sobre a nomeação de líderes da igreja, ao qual foi nomeado em 2023 pelo papa Francisco.

Essa visibilidade pode colocá-lo em vantagem em uma disputa na qual poucos eleitores se conhecem, devido ao grande número de novos cardeais, nomeados no último papado.

Do Peru ao Vaticano

Nascido em 1955 em Chicago, nos Estados Unidos, em uma família de origens europeias, Prevost também tem nacionalidade peruana por ter vivido por quase duas décadas no país andino, onde iniciou a carreira como missionário agostiniano e chegou a bispo

Apesar da proximidade do último papa, considerado progressista, ele tem formação em direito canônico pela Pontifícia Universidade de Santo Tomás de Aquino, o que pode agradar setores da igreja que privilegiam uma abordagem centrada na teologia.

Além de prefeito dos bispos, Francisco também o nomeou presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina, voltada ao estudo de questões referentes à vida e ao desenvolvimento da igreja na região.

Segundo reportagem do jornal The New York Times, Prevost foi elogiado por ter apoiado imigrantes venezuelanos e visitado comunidades remotas no Peru.

Por outro lado, expressou no passado visões menos acolhedoras do que as do papa Francisco em relação a pessoas LGBTQIA+ e, como bispo em Chiclayo, no Peru, se opôs a um plano do governo local para incluir ensinamentos sobre gênero nas escolas.

Foi também criticado por sua condução de casos em que padres foram acusados de abuso sexual. O jornal afirma que não teve sucesso em contactar o cardeal sobre as críticas.

Prevost comentou sobre a responsabilidade dos bispos na luta contra os abusos na igreja em uma entrevista ao Vatican News, em 2023. “Não podemos fechar o coração, a porta da Igreja, às pessoas que sofreram por abusos. A responsabilidade do bispo é grande e acho que ainda temos que fazer esforços consideráveis para responder a esta situação que causa tanta dor na Igreja”, disse. 

Fonte: Comunhão com informações da Agência Estado

Mais pessoas estão indo à igreja do que antes da pandemia, no Reino Unido

Mulher cristã adorando a Deus em um culto (Foto: Reprodução/Evangelical Alliance)
Mulher cristã adorando a Deus em um culto (Foto: Reprodução/Evangelical Alliance)

Igrejas evangélicas em todo Reino Unido estão relatando um aumento no número de pessoas explorando a fé e encontrando Jesus.

Uma pesquisa recente da Aliança Evangélica do Reino Unido (EA UK) descobriu que o dobro de pessoas estão se comprometendo com Jesus agora do que em 2021, durante a pandemia.

O estudo Changing Church 2025 entrevistou 305 líderes de igrejas e quase mil indivíduos para descobrir como a Igreja evangélica no Reino Unido mudou desde a pandemia.

Embora igrejas menores estejam enfrentando dificuldades, também há algumas descobertas encorajadoras, com igrejas relatando aumento na frequência e abertura à fé.

As igrejas relataram um aumento médio de frequência de 13% desde janeiro de 2020, pouco antes do Reino Unido entrar em seu primeiro lockdown.

Eles também relataram o dobro de pessoas assumindo o compromisso de seguir Jesus pela primeira vez em comparação à pesquisa de 2021 — uma média de 3,5 pessoas por igreja nos últimos três meses.

O líder de pesquisa da EA UK, Danny Webster, disse que as descobertas são uma indicação de que “a vida na igreja se recuperou” desde os anos desafiadores da pandemia.

Gavin Calver, CEO da Evangelical Alliance, está otimista: “Os últimos cinco anos mudaram a igreja evangélica no Reino Unido.

“O que vejo enquanto viajo pelo país são igrejas que estão crescendo à medida que compartilham com confiança a esperança de Jesus, e uma abertura geral à fé, o que se reflete em nosso novo relatório Changing Church.”

Apesar das boas notícias, os desafios permanecem, com o estudo também constatando uma queda acentuada na frequência semanal. Em 2020, pouco mais de 90% das pessoas afirmaram frequentar a igreja semanalmente. Hoje, esse número caiu para 78%.

O estudo também revela que o crescimento das igrejas é um quadro misto — a maior parte dele ocorre em igrejas maiores, enquanto as igrejas menores vêm encolhendo.

Em relação ao voluntariado, igrejas maiores apresentaram maior probabilidade de aumento, em comparação com igrejas de médio porte, que apresentaram queda. O número de voluntários permaneceu estável em igrejas menores. A maior escassez de voluntários está no ministério infantil e juvenil.

Uma em cada cinco igrejas disse que a escassez de voluntários estava afetando sua capacidade de administrar alguns ministérios, enquanto cerca de metade disse que estava conseguindo sobreviver com os números que tinha.

Igrejas maiores também tiveram maior probabilidade de ver um aumento nas doações, mas o estudo descobriu que, mesmo onde isso ocorreu, não foi suficiente para acompanhar a inflação.

O Sr. Webster disse: “A pesquisa demonstra que as igrejas mudaram desde que foram forçadas a fechar durante a pandemia. As igrejas maiores estão crescendo, enquanto as menores estão enfrentando dificuldades, mas igrejas de todos os tamanhos estão vendo pessoas se juntando a elas.

“Embora tenhamos descoberto que os hábitos de envolvimento com igrejas e atividades religiosas mudaram (por exemplo, as pessoas frequentam com um pouco menos de frequência), na maioria das áreas a vida na igreja se recuperou desde o fechamento devido à Covid.

“Uma tendência fundamental identificada na pesquisa é a experiência diferente entre igrejas grandes e pequenas; isso tem um efeito cascata inevitável, de modo que igrejas menores são mais propensas a relatar dificuldades com renda e voluntariado.”

O relatório em inglês pode ser lido na íntegra aqui

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Comunidade cristã é atacada por gangue ligada ao vodu no Haiti

Cristãos no Haiti
Cristãos no Haiti

Na última semana, uma comunidade cristã foi atacada por uma gangue no Haiti que deixou quatro vítimas, casas incendiadas e muitos sem tetos.

A comunidade de Petite Rivière, no centro do Haiti, foi atacada duas vezes pela gangue Gran Grif. A violência impactou parceiros do “Every Man a Warrior”, um ministério de discipulado da missão Trans World Radio (TWR).

“Não sabemos ao certo como eles compram essas armas. É impossível como eles poderiam comprá-las, então eles têm alguém que os apoia para fazer isso”, disse o obreiro Obed* ao Mission Network News.

Para ele, a onda de violência no país não é uma batalha física, mas espiritual: “É mais do que uma guerra física. A maioria da gangue é formada por sacerdotes de vodu. Então, eles praticam vodu e agem como se tudo o que dizem fosse sobre isso”.

“Muitas igrejas estão fechadas agora. Então, acredito que não é algo que diz respeito apenas ao Haiti. Acredito que isso deveria preocupar o mundo inteiro, todos os cristãos, para que se unissem em oração, em apoio aos nossos irmãos e irmãs no Haiti”, acrescentou.

Ajuda aos sobreviventes

Segundo Obed, a missão planeja ajudar alguns moradores deslocados de Petite Rivière a se mudarem e conseguirem se abrigar em um local seguro.

Eles têm uma propriedade perto da fronteira com a República Dominicana, que pretendem usar para estabelecer as pessoas deslocadas.

“Comecei há meses na fronteira com a República Democrática do Congo, algo onde temos algumas maneiras de acolher nossos irmãos. Porque quando sua casa é queimada e você perde tudo, é difícil. É muito difícil”, afirmou Obed.

“Estamos orando para que Deus nos ajude a passar por esta situação, porque nossa missão era fazer discípulos. Essas pessoas são pacíficas e agora precisam deixar suas casas”, concluiu.

Desde 1954, a TWR transmite a Palavra de Deus em 190 países a mais de 200 idiomas por meio de uma rede global de parcerias que utiliza mídias como rádio para apresentar Jesus à população.

Fonte: Guia-me com informações de Mission Network News

Terapeuta Angela Sirino une princípios bíblicos e psicanálise no livro “Caminhos de Esperança”

Escritora e psicanalista, Angela Sirino (Foto: Divulgação)
Escritora e psicanalista, Angela Sirino (Foto: Divulgação)

A psicanalista clínica e pedagoga, Angela Sirino, lança o livro “Caminhos de Esperança” (compre aqui), uma obra que integra fundamentos da psicanálise com princípios bíblicos para auxiliar na ressignificação de traumas e no enfrentamento de emoções reprimidas.

Especialista na Síndrome do Trauma Religioso (STR) no Brasil, Sirino propõe uma jornada de cura emocional e autoconhecimento, explorando a influência das memórias na construção da identidade e do amor-próprio.

Segundo a autora, confrontar lembranças dolorosas é o caminho para a liberdade individual. “Ressignificar não é apagar o passado, mas aprender a olhar para ele sem que possa nos paralisar. Ou seja, denota mudar a maneira como enxergamos nossas experiências. É como aplicar um filtro em uma foto. A imagem é a mesma, mas o efeito pode suavizar contrastes, destacar nuances ou alterar a paleta de cores. Não se trata de negar traumas, nem fingir que nada aconteceu, mas reconhecer o que aconteceu, encarar as feridas e dar um novo significado à dor, para que ela seja uma parte da nossa história, em vez de nossa definição”, explica Angela Sirino.

Com mais de duas décadas de experiência em saúde mental, a psicanalista apresenta uma abordagem que conecta fé e ciência, unindo Psiquiatria, Psicologia e Psicanálise com a espiritualidade judaico-cristã. Para Sirino, essa integração pode auxiliar na superação de sofrimentos antigos, na definição de um propósito de vida e na busca por força em Deus para recomeçar diante das adversidades.

Publicado pela Editora Vida, “Caminhos de Esperança” (compre aqui) utiliza linguagem acolhedora, histórias reais e testemunhos, além de oferecer ferramentas práticas como tabelas de sentimentos, exercícios terapêuticos e atividades reflexivas. O objetivo é auxiliar o leitor a lidar com problemas emocionais e psicológicos como solidão, sobrecarga, ansiedade, culpa, luto e dificuldades conjugais.

A obra se apresenta como um guia para aqueles que buscam cura, equilíbrio e esperança, transformando experiências negativas em oportunidades de resiliência.

Detalhes do produto

  • Editora ‏ : ‎ Editora Vida
  • Data da publicação ‏ : ‎ 7 abril 2025
  • Onde comprar : ‎ Amazon (compre aqui)

Fonte: Comunhão

Silas Malafaia alerta sobre a exposição de pregadores mirins nos púlpitos

Pastor Silas Malafaia pregando na sua igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Foto: Reprodução)
Pastor Silas Malafaia pregando na sua igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Foto: Reprodução)

O pastor Silas Malafaia, uma das vozes mais conhecidas do meio evangélico no Brasil, se pronunciou sobre a crescente exposição de pregadores mirins nas redes sociais e púlpitos pelo país. Em suas falas divulgadas nas redes sociais, Malafaia afirmou que reconhece o talento e a fé genuína que podem se manifestar desde a infância, mas alertou sobre os riscos do estrelismo precoce e da exploração midiática de crianças.

Para ele, a vocação pastoral é algo sério, que exige maturidade espiritual e emocional, o que não se adquire apenas com eloquência ou memorização de versículos. Malafaia enfatizou que a responsabilidade dos pais e líderes espirituais é proteger as crianças de pressões que não são compatíveis com sua idade. Em sua opinião, não se pode transformar um chamado em espetáculo. “Criança tem que ser criança”, afirmou.

Ele também mencionou que a exposição digital pode roubar da criança a espontaneidade da fé e gerar uma expectativa de desempenho constante, o que pode comprometer sua saúde emocional no futuro.

O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo citou passagens bíblicas em que Deus usou crianças e jovens, como Samuel e Davi, mas reforçou que, mesmo nesses casos, o processo de amadurecimento foi respeitado.

“Não estou dizendo que Deus não possa usar uma criança. Mas é diferente uma criança ser usada por Deus em um momento e ela ser colocada como figura pública permanente”, ponderou Malafaia. Ele defendeu que a formação teológica e o discipulado ao longo dos anos são elementos indispensáveis para quem deseja pregar o evangelho com responsabilidade.

A opinião de Malafaia repercutiu entre lideranças evangélicas e internautas, gerando reflexões sobre os limites entre inspiração e exposição. Para alguns, a fala veio em boa hora, diante da proliferação de vídeos virais com crianças pregando em tom adulto, muitas vezes sem compreensão plena do conteúdo.

Para outros, soou como um alerta necessário para uma geração que cresce sob os holofotes da fé e da internet. Entre a admiração e a cautela, fica a provocação: o que estamos promovendo — ministérios infantis saudáveis ou celebridades gospel mirins?

Fonte: Comunhão

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