O arcebispo primaz do México, Norberto Rivera, pediu ontem aos profissionais de saúde que se neguem a realizar abortos, prática que acaba de ser legalizada na Cidade do México até as 12 primeiras semanas de gravidez.

“Lembramos os médicos e enfermeiras e todos aqueles que podem ver-se envolvidos nesse procedimento iníquo que têm o direito humano de objeção de consciência”, disse o religioso.

Rivera voltou a condenar a legalização da interrupção da gravidez e advertiu que a nova lei “fere gravemente as bases do direito e a convivência civil”.

Diante da possibilidade de que profissionais de saúde aleguem objeção de consciência, o prefeito da Cidade do México, Marcelo Ebrard, afirmou que servidores públicos devem cumprir a lei.

Fonte: Folha de São Paulo