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Aborto foi a principal causa de morte no mundo pelo 6° ano consecutivo

Grávida
Grávida

O aborto continua sendo a principal causa de morte em todo o mundo. Segundo dados do Worldometer, no ano de 2024, a interrupção de gravidez foi a causa número um de mortes, pelo 6° ano consecutivo.

O site de referência que monitora estatísticas sobre saúde, população global e óbitos em tempo real, registrou um recorde de mais de 45,1 milhões de bebês mortos no útero no ano passado, conforme o jornal Breitbart.

O número de abortos ultrapassou a quantidade de óbtos por câncer (8,2 milhões), por tabagismo (5 milhões), por HIV (1,7 milhões), por acidentes de transito (1,35 milhões) e suicídio (1,1 milhões).

O aborto foi responsável por 42% de todas as mortes em 2024, conforme o relatório do Worldometer. O site registra estatísticas sobre aborto disponibilizadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Todos os anos nos Estados Unidos, a interrupção de gestação é a causa de cerca de um terço das mortes.

De acordo com um estudo publicado no Open Journal of Preventive Medicine em 2016, o aborto é a principal causa de mortes entre afroamericanos no país.

O reverendo Clenard Childress Jr., um pastor negro reconhecido nos EUA, denunciou o “genocídio negro” através da indústria do aborto.

O líder afirmou que 52% das gestações afro-americanas terminam em aborto, com quase 1.800 bebês negros mortos no útero por dia.

Luta em defesa da vida

Em novembro deste ano, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a PEC que preserva o direito à vida para fetos e impede o aborto legal no Brasil.

A Constituição já garantia a todos os brasileiros e estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, mas não estabelecia uma definição sobre o momento exato em que esse direito passa a ser aplicável.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 164/12, de autoria dos ex-deputados Eduardo Cunha (RJ) e João Campos (GO), determina que o direito à vida será reconhecido desde a concepção do feto.

Na prática, o texto proíbe o aborto nas situações atualmente permitidas por lei, chamado “aborto legal”.

No Brasil, o procedimento é autorizado apenas em três casos: risco de morte para a gestante, gravidez em caso de estupro e anencefalia fetal (má-formação do cérebro).

Após a aprovação na CCJ, comissão inicial no processo legislativo, a PEC 164/12 será analisada por uma comissão especial, ainda sem data definida para início de seus trabalhos.

No país, 70% dos brasileiros é contra a legalização do aborto, conforme uma pesquisa do IPEC.

Fonte: Guia-me com informações de Breitbart

Aldeia cristã é queimada no Natal em Bangladesh

Bandeira de Bangladesh (Foto: Canva)
Bandeira de Bangladesh (Foto: Canva)

Na noite de 24 de dezembro, uma aldeia indígena cristã foi queimada até virar cinzas em Bangladesh. Os malfeitores, ainda não identificados, atacaram enquanto os moradores participavam de um culto de Natal em uma aldeia cristã vizinha. O incidente ocorreu por volta da meia-noite em Tongojhiri Para, no Sudeste do país.

Das 19 casas na aldeia, 17 foram completamente destruídas pelo fogo. Feitas principalmente de bambu e madeira, as casas queimaram rapidamente, deixando as vítimas apenas com cinzas. Assim, a celebração de Natal se transformou em luto.

De acordo com vítimas e fontes locais, o ataque foi supostamente orquestrado por indivíduos politicamente influentes e um Superintendente de Polícia (SP) que têm tentado despejar os moradores cristãos indígenas tripura para tomar a terra. Sabendo que os moradores estariam fora celebrando o Natal em outra aldeia, eles aproveitaram a oportunidade para executar o plano e queimaram a aldeia até o chão.

As autoridades locais visitaram prontamente as famílias afetadas, fornecendo ajuda emergencial. O governo interino de Bangladesh assegurou às vítimas que as casas queimadas serão reconstruídas e que os responsáveis pelo ataque enfrentarão a justiça.

Um FIR (Relatório de Primeira Informação) foi registrado imediatamente após o incidente, e a polícia realizou operações para prender os culpados. Apesar da esperança de recomeço, as vítimas precisam urgentemente de orações. É inverno agora em Bangladesh, então é muito difícil para eles suportarem o clima frio, pois não têm abrigo e roupas suficientes.

Fonte: Portas Abertas

Trabalho secreto apoia norte-coreanos na China

Mãos dadas (Ilustração)
Mãos dadas (Ilustração)

O desejo de ver os norte-coreanos conhecerem a Jesus mudou a vida da cristã Han (pseudônimo). Hoje, como parceira de campo da Portas Abertas, ela está envolvida no treinamento de norte-coreanos escondidos na China, especialmente mulheres vítimas do tráfico humano. Em uma rara entrevista, ela compartilhou sua história e deu um vislumbre desse trabalho secreto e crítico que ela e outros fazem para ajudar os refugiados norte-coreanos.

Anunciando o evangelho às mulheres

Han deixou um emprego corporativo para anunciar as boas-novas aos membros da sua linhagem norte-coreana. “Eu costumava trabalhar em marketing e não estava interessada na Coreia do Norte. Isso mudou depois que me tornei cristã em 2006. De repente, percebi que havia vivido por mais de 30 anos sem fazer nada pelas pessoas dali, mesmo sendo da mesma linhagem sanguínea. Eu me arrependi por nunca ter me importado com elas”, conta.

Hoje, como trabalhadora de campo da Portas Abertas, todos os meses, ela se encontra com as mulheres norte-coreanas na China para ensiná-las sobre a Bíblia e espera pelo dia em que algumas dessas mulheres se tornarão futuras líderes da igreja norte-coreana. “A maioria dessas mulheres foi forçada a se casar com homens chineses. Eu organizo cultos secretos com elas e dou a ajuda de que precisam. Elas são muito gratas. Gostaria de poder contar a elas sobre o apoio de tantos doadores, mas elas não podem saber sobre o apoio estrangeiro. É muito perigoso”, conta Han.

“O mundo delas é muito pequeno. É difícil construir confiança com essas mulheres. A Coreia do Norte as doutrinou sobre a Bíblia e o cristianismo. Elas são muito hesitantes no início. Além disso, muitas dessas mulheres passaram por eventos traumáticos. Algumas estão sendo abusadas por seus maridos e/ou parentes”, acrescenta Han.

A maioria das norte-coreanas apoiadas têm um passado difícil. “Uma jovem tinha a mãe muito doente. Ela tinha câncer na Coreia do Norte, mas a família não tinha dinheiro para pagar o tratamento médico. A filha queria ir para a China para ganhar algum dinheiro e procurou uma corretora. A corretora prometeu levá-la e disse que não era difícil conseguir um bom emprego. No entanto, a corretora a enganou e a vendeu para um marido chinês por cerca de sete mil dólares. Por isso, ela não conseguiu voltar para a Coreia do Norte”, conta.

Como orar pelo projeto com norte-coreanos?

“Essa jovem ainda não é cristã, mas participa fielmente das reuniões, então temos esperança de que ela permita que Deus entre em seu coração. Estamos sempre com medo de que nos denunciem à polícia. Hoje em dia, qualquer tipo de reunião é suspeita na China. O governo não gosta quando grupos se reúnem, especialmente cristãos, ainda mais cristãos norte-coreanos. Se fizermos muito barulho, ou alguém na vizinhança ficar desconfiado, podemos ser facilmente denunciados e presos. Quem sabe o que acontecerá então? Especialmente com as mulheres norte-coreanas. Elas podem ser enviadas de volta para seu país”, relata a parceira.

Quando questionada sobre como orar pelos refugiados norte-coreanos, Han diz que “acima de tudo, ore por proteção. Há muitos espiões. É sempre possível que um dos membros do grupo seja um agente secreto. Além disso, o governo chinês tem capturado mais refugiados. Recentemente, algumas centenas de norte-coreanos, na maioria mulheres, foram enviados de volta e presos na Coreia do Norte”.

“Ore também pelos corações das refugiadas norte-coreanas, para que recebam Jesus que bate à porta de seus corações. Finalmente, ore por mais trabalhadores dispostos a correr riscos para apoiar os cristãos norte-coreanos”, conclui Han.

Presenteie um cristão norte-coreano 

Cristãos que fogem da Coreia do Norte para a China vivem em dificuldades e não podem trabalhar normalmente, pois serão capturados pela polícia chinesa. Faça uma doação e presenteie cristãos norte-coreanos com ajuda emergencial, abrigo e remédios. 

Fonte: Portas Abertas

André Valadão tenta explicar área vip dentro da igreja Lagoinha

André Valadão (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
André Valadão (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O pastor André Valadão, líder da Igreja da Lagoinha, precisou se justificar após a polêmica sobre a existência de uma área VIP na congregação ganhar repercussão nas redes sociais.

A iniciativa gerou revolta entre alguns fiéis, que questionaram a necessidade de um espaço exclusivo dentro de um ambiente religioso.

Em resposta a um internauta, Valadão afirmou que “na igreja ninguém é mais importante que ninguém”, mas justificou que figuras públicas enfrentam situações que dificultam a vivência de uma rotina normal, incluindo a frequência a cultos.

O líder religioso explicou que muitas dessas pessoas sofrem assédio, como produção não autorizada de imagens e vídeos, e que o espaço VIP seria uma forma de atender à necessidade dessas figuras de forma mais adequada.

André destacou que o objetivo não é criar hierarquias, mas permitir que todos, inclusive os mais conhecidos, possam participar dos cultos com tranquilidade. No entanto, suas declarações não foram suficientes para convencer parte do público, que levantou críticas nas redes sociais.

Fiéis apontaram que a separação de áreas dentro da igreja vai contra os princípios de igualdade e acessibilidade promovidos pelo cristianismo. Alguns internautas mencionaram exemplos de celebridades que frequentaram cultos na Lagoinha em áreas comuns sem serem incomodadas, reforçando a visão de que o espaço exclusivo seria desnecessário.

“Na Lagoinha de Alphaville, já sentei ao lado do Safadão, Cesar filho, já vi a Simone e nunca vi ninguém os assediar, e estavam sentados em locais comuns. Entendo a área VIP, mas não acho necessária”, disse um usuário.

Outros lembraram o exemplo de Jesus, que mesmo sendo constantemente procurado e vivendo sob ameaças, nunca se isolou ou buscou privilégios, mas esteve sempre no meio do povo.

“Jesus vivia ameaçado, perseguido, as pessoas queriam tá perto dele o tempo todo, muitos viajavam dias para encontrá-lo e ele nunca teve mordomias, lugares privilegiados, ou lugares separados dos outros. Ele vivia no meio do povo, mesmo com tanta fama”, ressaltou outro.

A polêmica intensificou o debate sobre os valores da comunidade religiosa e como lidar com as demandas de um público diversificado. Enquanto alguns apoiam a justificativa apresentada pelo pastor, muitos continuam a questionar se a criação de um espaço VIP é coerente com os princípios fundamentais do evangelho, como igualdade e comunhão.

Folha Gospel com informações de Correio Braziliense e Fuxico Gospel

Remoção do status de caridade de grupos religiosos preocupa evangélicos no Canadá

Bandeira do Canadá (Foto: canva)
Bandeira do Canadá (Foto: canva)

A Aliança Evangélica do Canadá (Evangelical Fellowship of Canada – EFC) levantou preocupações sobre recomendações apresentadas ao Governo Canadense pedindo a remoção do status de caridade para instituições de caridade religiosas e organizações antiaborto. O potencial impacto negativo não apenas no setor religioso, mas nas muitas pessoas que ele atende seria imenso, alerta o grupo.

Os detalhes estão ocultos em centenas de recomendações feitas em um relatório (leia aqui em inglês) do Comitê de Finanças apresentado na Câmara dos Comuns em 13 de dezembro do ano passado (2024), que faz parte de um processo de consulta antes do próximo orçamento federal.

A Recomendação 429 pede que o governo “não forneça mais status de caridade para organizações antiaborto” e a Recomendação 430 quer alterar a Lei do Imposto de Renda para “fornecer uma definição de instituição de caridade que removeria o status privilegiado de ‘promoção da religião’ como um propósito de caridade”, declarou a EFC.

Ambas as recomendações são encontradas no relatório no Capítulo Cinco, “Uma Política Fiscal Competitiva, Finanças Sustentáveis ​​e Operações Governamentais Eficientes”.

“A tributação federal desempenha um papel fundamental no financiamento de gastos públicos e na direção da atividade econômica para sustentar e enriquecer a economia canadense”, afirma o breve preâmbulo do capítulo. “… O imposto de renda pessoal é a maior fonte de receitas governamentais no Canadá, seguido pelo imposto de renda corporativo. A política tributária também é um mecanismo importante para motivar os contribuintes a se envolverem em atividades consideradas benéficas para a sociedade ou, ao contrário, dissuadir os contribuintes de se envolverem em atividades consideradas prejudiciais à sociedade.”

O EFC acreditava que a formulação das recomendações ecoava a submissão escrita da British Columbia Humanist Association ao comitê. (A consulta ouviu muitas empresas, escolas e organizações sem fins lucrativos oferecendo submissões escritas com interesses diferentes.)

O Ministro das Finanças não é obrigado a adotar as recomendações para o orçamento da primavera, mas a EFC continua preocupada com a questão, chamando o fato de um comitê parlamentar, envolvendo todos os principais partidos políticos, ter pedido tais mudanças de “significativo” e indicativo de que os partidos apoiaram as ideias.

“O Partido Conservador tem uma opinião divergente no relatório, e o NDP e o Bloc Quebecois têm opiniões suplementares, mas nenhuma menciona ou se opõe a essas recomendações de status de caridade no relatório principal”, declarou o EFC. “Essas recomendações podem ter sido negligenciadas entre as 462 recomendações feitas, mas nenhum dos partidos expressou oposição a elas.

“Essa mudança, se adotada, teria um impacto devastador e de longo alcance – nas instituições de caridade religiosas, nas pessoas que elas atendem e na sociedade canadense. Pouco mais de 40% das instituições de caridade registradas no Canadá promovem a religião. Essa proposta desestabilizaria o setor de caridade no Canadá.”

Além disso, a EFC opinou que as recomendações do comitê podem servir como um “balão de ensaio”.

“Se uma recomendação parece amplamente apoiada, ou pelo menos não contestada, ela pode encorajar o governo a seguir em frente com ela”, observou o corpo evangélico.

“Este é um momento importante para garantir que os parlamentares ouçam as preocupações dos canadenses sobre esta proposta, agora que o Comitê de Finanças a colocou na mesa. É mais eficaz impedir que essas recomendações sejam introduzidas em um projeto de lei do que pedir que sejam removidas depois que o projeto de lei for introduzido.”

Folha Gospel com texto original de Christian Daily International

Briga pelo comando da igreja Bola de Neve expõe faturamento milionário

Fachada da igreja Bola de Neve (Foto: Reprodução)
Fachada da igreja Bola de Neve (Foto: Reprodução)

Decisões judiciais recentes têm agitado a disputa pelo comando da Igreja Bola de Neve, revelando acusações de fraudes, desvios de dinheiro e uma arrecadação anual que pode ultrapassar os R$ 250 milhões. O conflito envolve a pastora e cantora gospel Denise Seixas, ex-esposa do fundador da igreja, Rinaldo Luiz de Seixas Pereira, conhecido como apóstolo Rina, que faleceu em novembro após um acidente de moto.

Denise acusa o conselho administrativo da igreja de irregularidades financeiras, incluindo o uso de empresas de fachada para movimentações suspeitas. A denúncia foi enviada ao Ministério Público de São Paulo (MPSP) e tramita sob sigilo.

Segundo documentos obtidos pelo veículo de notícias Metrópoles, a Bola de Neve possui cerca de 560 templos e arrecada até R$ 250 milhões por ano. Empresas como a SIAF Solutions, supostamente controlada pelo presidente do conselho Everton César Ribeiro, são acusadas de administrar receitas com dízimos e doações, aplicando taxas de até 5% sobre os valores arrecadados. Outras empresas, como a Green Grid Energy e a Filhos do Rei Serviços de Conservação, também foram citadas na denúncia.

Segundo a denúncia, a SIAF Solutions Serviços de Tecnologia Limitada controlava a receita com dízimos e taxas e arrecadou cerca de R$ 492 mil por meio de 57 notas fiscais reunidas. A empresa de softwares, que também prestaria serviços para outras igrejas evangélicas, fornece maquininhas de cartão. O objetivo seria supostamente “centralizar ao máximo toda a arrecadação de dízimos e doações”, segundo a denúncia. “Há a aplicação de uma taxa que pode variar de 3% a 5% sobre o total arrecadado nos templos da Igreja Bola de Neve”, diz a peça.

A Green Grid Energy, fundada por Ribeiro, seria responsável por serviços de consultoria financeira à igreja. A companhia, criada em maio, declarou faturamento de R$ 6 milhões.

Outra empresa citada na denúncia, a Filhos do Rei Serviços de Conservação, tem como sócia Kelly Cristina Ribeiro Bettio, irmã de Everton Ribeiro. Ela emitiu notas fiscais que chegam a um valor milionário, “embora não se tenha clareza acerca da natureza dos serviços contratados” pela Bola de Neve.

“Ao questionar os vizinhos sobre o endereço indicado como sede da empresa, foi informado que o local é uma residência”, afirma a ação judicial movida por Denise Seixas pedindo para que nenhum documento da igreja que não tenha sido assinado por ela seja validado em cartório, incluindo o da posse da diretoria que assumiu a Bola de Neve após a morte de Rina.

Denise acionou a Justiça para contestar sua renúncia ao cargo de vice-presidente, após a morte de Rina, alegando que o documento de divórcio assinado em agosto nunca foi homologado. Em decisão de dezembro, o juiz Fabio Evangelista, da 45ª Vara Cível, declarou o acordo inválido, permitindo que Denise reassuma o posto e, consequentemente, o comando da igreja.

No entanto, a disputa judicial continua. A 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão favorável a Denise, mas o caso foi redistribuído a outra vara.

Bens de Rina

Em 16 de dezembro, a Justiça de São Paulo negou o pedido da pastora Denise Seixas para ser inventariante dos bens de Rina. Na decisão, o juiz José Walter Cardoso, da 9ª Vara da Família, acatou os argumentos do filho mais velho do casal, Rinaldo Neto, de 19 anos, e o nomeou como responsável pela listagem de posses. Ele terá dois meses para providenciar os documentos necessários. Ele alegou que os dois estavam separados desde junho e que a mãe havia obtido uma medida protetiva contra o ex-marido.

A Igreja Bola de Neve afirma que Denise renunciou ao cargo de vice-presidente em agosto e que a decisão judicial não a reconhece como presidente. Segundo nota oficial, as finanças da igreja são auditadas por uma empresa multinacional há mais de uma década.

O que dizem

Por meio de advogado, Denise Seixas afirmou apenas que “há uma comunicação judicial de indícios de irregularidade junto ao Ministério Público do Estado de São Paulo, que tramita perante a 17ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo, em segredo de Justiça”.

Já o conselho da Bola de Neve disse que a gestão está “totalmente de acordo com a legislação e boas práticas de conformidade”. O colegiado também assegurou que a igreja segue à disposição para prestar esclarecimentos às autoridades competentes.

Citado na denúncia, Everton César Ribeiro argumenta que Denise Seixas faz acusações falsas e responderá na Justiça. “Nossos contratos são regulares e auditados e foram firmados quando a pastora ainda ocupava a direção da igreja, o que permite concluir que ou ela age com má-fé ou omissão.”

Fonte: Metrópoles e Jornal Extra

Mais de 40 cristãos foram mortos enquanto celebravam Natal na Nigéria

Cristãos durante culto adorando a Deus em igreja queimada na Nigéria. (Foto: Imagem ilustrativa/Portas Abertas)
Cristãos durante culto adorando a Deus em igreja queimada na Nigéria. (Foto: Imagem ilustrativa/Portas Abertas)

Mais de 40 cristãos foram brutalmente assassinados enquanto celebravam o Natal na Nigéria. Extremistas Fulani realizaram ataques a comunidades cristãs em dois estados do país.

No dia 23 de dezembro, terroristas armados atacaram a Igreja Evangélica Winning All (ECWA) logo após o culto de Natal, no estado de Plateau, na tribo Irigwe, segundo o International Christian Concern (ICC),

Os fulanis mataram 14 cristãos, incluindo um bebê de 1 ano e sua mãe. O ataque vitimou famílias inteiras e a comunidade realizou um enterro em massa.

A região próxima a igreja abriga cerca de 1.000 cristãos do povo Irigwe, que tem enfrentado perseguição dos extremistas islâmicos Fulani. Desde 2016, mais de 2.000 cristãos foram mortos na área.

Cinco aldeias cristãs atacadas

Dois dias depois, em 25 de dezembro, no estado de Benue, outros ataques deixaram 33 cristãos mortos no dia do Natal, conforme o Morning Star News. Pelo menos 11 cristãos foram assassinados na Área de Governo Local (LGA, sigla em inglês) de Kwande, em Benue.

Cinco aldeias de maioria cristã foram atacadas por terroristas Fulani: Anwase, Ubutu, Tse Azege, Nyiev-ya e Ityuluv. Além dos assassinatos, os islâmicos ainda queimaram casas e plantações.

“Os ataques a essas comunidades ocorreram quando as pessoas estavam ocupadas celebrando o Natal com seus entes queridos”, relatou o morador local Adam Kpandev, em entrevista ao Morning Star News.

E o morador Abraham Kyambe afirmou: “O ataque resultou na destruição de produtos agrícolas no valor de milhões de nairas, deixando a comunidade cambaleando”.

Um líder comunitário do grupo étnico Tiv e morador local, Iorbee Ihagh, confirmou o número de mortos e acrescentou: “Muitos cristãos ainda estão desaparecidos”.

O governador do estado de Benue, Hyacinth Alia, divulgou um comunicado na última sexta-feira (27), confirmando os ataques e prometendo que os agressores serão presos e levados à justiça.

“Esses ataques são ataques hediondos a cidadãos inocentes e desarmados do estado de Benue por supostos pastores armados. Posso garantir que os perpetradores deste ato pagarão caro por isso. Eles podem pensar que não são conhecidos, mas não se pode permitir que continuem perpetuando isso. É uma questão de tempo”, afirmou o governador.

Perseguição

A Nigéria continua sendo a nação mais mortal do mundo para quem decide seguir a Cristo. Só no período entre outubro de 2022 a setembro de 2023, 4.118 cristãos foram mortos por causa de sua fé, conforme relatórios da Portas Abertas, sem contar os sequestros, ataques a igrejas, casas e escolas cristãs.

O país ocupa a 6ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2024 da Missão Portas Abertas de países mais difíceis para ser cristão.

Fonte: Guia-me com informações de Morning Star News e International Christian Concern

Índia: mais de 400 líderes cristãos exigem que governo acabe com a violência religiosa

Cristãos enfrentam perseguição religiosa na Índia (Foto: Portas Abertas)
Cristãos enfrentam perseguição religiosa na Índia (Foto: Portas Abertas)

Mais de 400 líderes cristãos na Índia encerraram 2024 com um apelo contundente ao primeiro-ministro Narendra Modi para pôr fim ao aumento da violência contra cristãos, que foi especialmente intensificado durante a temporada de Natal.

Modi é membro do partido nacionalista hindu Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS), que instigou grande parte da violência contra os cristãos e cuja atividade aumentou sob seu governo.

No apelo de 31 de dezembro ao governo de Modi e à presidente Smt. Draupadi Murmu, os líderes cristãos declararam que houve mais de 720 casos de violência contra cristãos relatados à Evangelical Fellowship of India (EFIRLC) entre janeiro e meados de dezembro de 2024, e 760 casos registrados pelo United Christian Forum (UCF) até o final de novembro.

“É profundamente triste para nós que quase todos os líderes políticos dos mais altos [níveis] do governo da União e dos estados tenham escolhido não condená-los”, declarou a carta ao primeiro-ministro e presidente. “O crescente discurso de ódio, especialmente de autoridades eleitas, encorajou atos de violência contra cristãos. Multidões interrompem reuniões cristãs pacíficas e ameaçam cantores de natal com impunidade.”

A carta observou pelo menos 14 incidentes contra cristãos durante a temporada de Natal, variando de ameaças e interrupções a prisões e ataques diretos, “ressaltando uma tendência alarmante de crescente intolerância e hostilidade”.

“Nós clamamos a vocês do fundo de nossos corações, portanto, quando somos atacados em vilas e cidades em vários estados, de Chhattisgarh a Uttar Pradesh, no dia de Natal, apenas dois dias após o Honorável Primeiro Ministro, em seu discurso aos nossos prelados, condenar aqueles que incitam a violência e espalham a desarmonia que causaram perturbação na sociedade”, declararam os líderes cristãos.

Eles citaram preocupações sistêmicas, incluindo o uso indevido de leis anticonversão que levaram à prisão e assédio de mais de 110 membros do clero; ameaças crescentes às liberdades religiosas por meio de ações estatais, como a implementação da Lei de Cura (Prevenção e Mal) de 2024, em Assam; discurso de ódio crescente e assédio às comunidades cristãs, incluindo restrições a reuniões pacíficas de oração e à distribuição de literatura religiosa; e políticas de exclusão que negam aos cristãos dalits o status de casta programada, perpetuando injustiças históricas.

Eles protestaram “contra a exigência de retirar os cristãos tribais da lista de Tribos Programadas (ST), discriminando-os assim com base na fé, minando as proteções constitucionais e a harmonia social”.

Os líderes cristãos também expressaram profunda preocupação com a crise no estado de Manipur, onde mais de 250 vidas foram perdidas, 360 igrejas foram destruídas e milhares de pessoas foram deslocadas desde maio de 2023.

“O apelo insta o primeiro-ministro a desempenhar um papel visível e ativo na promoção da paz e da reconciliação na região, enfatizando que a cura de Manipur é crucial para a unidade e integridade da Índia”, disseram os líderes em um comunicado à imprensa.

Os signatários pediram que Modi e o presidente ordenassem investigações rápidas e imparciais sobre agressões contra minorias religiosas; emitisse diretrizes claras aos governos estaduais sobre a proteção dos direitos constitucionais à liberdade religiosa; iniciasse um diálogo regular com representantes de todas as comunidades religiosas; e protegesse o direito fundamental de professar e praticar livremente a própria fé.

“O apelo reitera que a inclusão e a harmonia são vitais não apenas para o tecido moral da nação, mas também para sua prosperidade econômica e social”, disseram os líderes cristãos. “A declaração conclui com uma garantia de orações pelos líderes do país e um compromisso com a construção de uma Índia unida, pacífica e próspera.”

Os signatários do apelo, que incluíam 30 grupos religiosos, também incluíam o Bispo Thomas Abraham, o Bispo David Onesimu, o Bispo Joab Lohara, o Rev. Richard Howell, a Irmã Mary Scaria, o Padre Cedric Prakash SJ, John Dayal, o Padre Prakash Louis SJ, o Rev. Zelhou Keyho, o Rev. EH Kharkongor, Allen Brooks, o Rev. K. Losii Mao, o Rev. Akhilesh Edgar, Michael Willams, AC Michael e o Rev. Vijayesh Lal.

O tom hostil do governo da Aliança Democrática Nacional, liderado pelo partido nacionalista hindu Bharatiya Janata Party (BJP), contra os não hindus, encorajou extremistas hindus em várias partes do país a atacar cristãos desde que Modi assumiu o poder em maio de 2014, dizem defensores dos direitos religiosos.

Emendas recentes a uma lei no estado de Uttar Pradesh prescrevendo punições severas para conversões forçadas são as mais draconianas da Índia, declarou a carta dos líderes cristãos. Mais de 1.000 cristãos foram encarcerados sob tais leis, disseram os líderes.

“Em Arunachal Pradesh, o renascimento e a implementação proposta do adormecido Freedom of Religion Act, 1978 ameaça impor mais restrições às liberdades religiosas sem salvaguardas para comunidades minoritárias”, afirmou a carta. “Em Assam, o Healing (Prevention and Evil) Act, 2024, juntamente com o Drugs and Magic Remedies Act, está sendo usado para atingir pastores cristãos e trabalhadores da igreja. Mais de 12 pastores, trabalhadores da igreja e crentes foram autuados sob esses atos.”

Além disso, a recente proibição do consumo de carne bovina em hotéis e reuniões comuns se tornou outra ferramenta que autoridades e cidadãos usam para assediar cristãos, eles declararam; hospitais e instituições educacionais, que contam entre seus ex-alunos muitos líderes nacionais seniores e servidores militares e civis, enfrentam um escrutínio cada vez mais sufocante por parte de órgãos reguladores.

“Apoiamos totalmente as medidas de proteção à criança e acolhemos a supervisão construtiva, mas tais medidas não podem se tornar instrumentos de chantagem e pressão”, declarou a carta. “Instâncias de inspeções descaradas de albergues femininos e orfanatos administrados por freiras, juntamente com prisões de freiras sem o devido processo, espalharam medo e insegurança.”

Eles sugeriram a formação de diretrizes abrangentes e treinamento especializado para agentes da lei para garantir o devido processo legal e uma investigação justa em todos esses assuntos.

“Isso deve ser assim para todos, e não apenas para nós”, eles declararam. “Isso se alinharia com sua visão de justiça para todos e fortaleceria a fé das minorias em nossas instituições.”

Eles ressaltaram que, embora a liberdade de distribuir e vender textos religiosos como o Bhagavad Gita nas ruas seja valorizada e protegida, os cristãos são rotineiramente espancados se distribuírem a Bíblia ou mesmo uma pequena parte dela.

“Isso parece fazer parte das restrições à reunião pacífica para orações”, afirmou a carta. “Em estados como Uttar Pradesh, Chhattisgarh e Madhya Pradesh, reuniões pacíficas de oração em casa e até mesmo celebrações familiares são perturbadas, e as famílias estão sendo forçadas a sair de suas casas.”

A Índia ficou em 11º lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2024, que relaciona os países onde é mais difícil ser cristão, elaborada pela organização de apoio cristão Portas Abertas. O país estava em 31º em 2013, mas sua posição piorou depois que Modi chegou ao poder.

Folha Gospel com informações de The Christian Post e texto original publicado em Christian Daily International

Ataque deixa 21 mortos na África na semana do Natal

Moradores de uma vila no Congo (Foto: Portas Abertas)
Moradores de uma vila no Congo (Foto: Portas Abertas)

Durante a semana de Natal, um grupo, que se suspeita serem rebeldes das Forças Democráticas Aliadas (ADF, da sigla em inglês), matou pelo menos 21 pessoas no Leste da República Democrática do Congo. O conflito, especialmente nas províncias de Kivu do Norte e Ituri, no Nordeste da nação africana, tem sido intenso nas mãos de militantes e grupos rebeldes na região.

“De 21 a 22 de dezembro, 18 civis foram mortos na aldeia de Robinet. Os rebeldes queimaram casas e saquearam propriedades. De surpresa, em 25 de dezembro, encontramos outros três corpos sem vida, mortos pelos agressores, a menos de quatro quilômetros de Makele”, disse Samuel Kakule Kagheni, presidente da Sociedade Civil local, à rádio Okapi.

Macaire Sivikunula, representante do governo de Bapere, também confirmou o incidente: “Eles mataram seis pessoas no local, depois, em 22 de dezembro, chegaram à aldeia vizinha que chamamos de Kodjo, onde mataram 12 pessoas. Então, no próprio dia de Natal, os combatentes do ADF chegaram a sete quilômetros de Manguredjipa, na aldeia chamada Makele, e mataram três pessoas”.

Mais de sete milhões de deslocados

Embora não esteja claro se todos os civis mortos eram cristãos, sabemos que os seguidores de Jesus são alvos específicos das ADF, que tenta estabelecer um califado na África Central. Pelo período dos ataques – a semana de Natal – acredita-se que pelo menos algumas, senão todas as 21 vítimas, eram cristãs.

Embora a agenda islâmica das ADF tenha sido debatida por muitos, o grupo jurou lealdade ao Estado Islâmico em 2019 e, em 2021, foi declarada uma organização terrorista internacional pelos Estados Unidos. Nesse cenário, a República Democrática do Congo vive uma das crises de deslocamento mais negligenciadas do mundo. Mais de 7,2 milhões de pessoas, segundo dados de março de 2024, foram deslocadas, tornando-se a segunda maior crise de deslocamento interno no continente africano.

“Eles mataram meu pai, minha mãe e a maioria dos meus irmãos. A vida se tornou difícil. Tenho que comprar comida e roupas para mim e para meus irmãos sobreviventes”, disse Jerome, de 17 anos, aos parceiros da Portas Abertas este ano. Ele perdeu boa parte da família em 2023 em um dos muitos ataques das Forças Democráticas Aliadas na região.

“Minha vida espiritual mudou muito desde que meus pais morreram. Não vou mais à igreja. A principal razão pela qual não vou mais é que, se eu for à igreja, não terei tempo para ganhar o dinheiro que precisamos para aquele dia”, compartilhou Jerome. Por favor, junte-se a nós em oração pelas famílias afetadas pelos últimos ataques e pela igreja na República Democrática do Congo e em outras partes da África Subsaariana.

Fonte: Portas Abertas

Papa Francisco inicia ano novo com apelo à paz e ao perdão da dívida

Papa Francisco (Foto: Reprodução/Vaticano)
Papa Francisco (Foto: Reprodução/Vaticano)

Em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz, em 1º de janeiro, o Papa Francisco lamentou a “devastação” vista em grande parte da Terra e “os conflitos que atualmente assolam nossa família humana”.

O Papa disse que certos desafios estavam causando “estragos” no mundo, incluindo “o tratamento desumano dispensado aos migrantes, a degradação ambiental, a confusão criada intencionalmente pela desinformação, a recusa em se envolver em qualquer forma de diálogo e os imensos recursos gastos na indústria da guerra”.

“Tudo isso, em conjunto, representa uma ameaça à existência da humanidade como um todo”, disse ele.

“No início deste ano, então, desejamos atender ao apelo da humanidade sofredora para nos sentirmos chamados, juntos e como indivíduos, a quebrar os laços da injustiça e proclamar a justiça de Deus.

“Atos esporádicos de filantropia não são suficientes. Mudanças culturais e estruturais são necessárias, para que mudanças duradouras possam ocorrer.”

Ele disse que queria que 2025 “fosse um ano em que a paz florescesse”.

“Uma paz verdadeira e duradoura que vai além de discussões sobre detalhes de acordos e compromissos humanos”, disse ele.

O Papa também pediu o perdão da dívida internacional durante o ano do Jubileu da Igreja Católica, que será celebrado ao longo de 2025.

“Tenho afirmado repetidamente que a dívida externa se tornou um meio de controle pelo qual certos governos e instituições financeiras privadas dos países mais ricos exploram de forma inescrupulosa e indiscriminada os recursos humanos e naturais dos países mais pobres, simplesmente para satisfazer as demandas de seus próprios mercados”, disse ele.

“Além disso, diferentes povos, já sobrecarregados pela dívida internacional, também se veem forçados a arcar com o peso da ‘dívida ecológica’ contraída pelos países mais desenvolvidos.

“A dívida externa e a dívida ecológica são dois lados da mesma moeda, ou seja, a mentalidade de exploração que culminou na crise da dívida.

“No espírito deste Ano Jubilar, exorto a comunidade internacional a trabalhar para o perdão da dívida externa em reconhecimento da dívida ecológica existente entre o Norte e o Sul deste mundo. Este é um apelo à solidariedade, mas acima de tudo à justiça.”

Ele continuou, “A mudança cultural e estrutural necessária para superar esta crise acontecerá quando finalmente reconhecermos que somos todos filhos e filhas do mesmo Pai, que todos estamos em dívida com ele, mas também que precisamos uns dos outros, em um espírito de responsabilidade compartilhada e diversificada. Seremos capazes de ‘redescobrir de uma vez por todas que precisamos uns dos outros’ e que somos devedores uns dos outros.”

A Igreja Católica realiza um Jubileu a cada 25 anos como um momento para os católicos se concentrarem na renovação de sua fé e vida espiritual.

O Jubileu da Esperança de 2025 foi oficialmente inaugurado pelo Papa Francisco quando ele abriu a Porta Santa da Basílica de São Pedro na véspera de Natal.

Em sua homilia final para 2024, Francisco disse que todas as pessoas eram bem-vindas a Roma durante o ano do Jubileu, convidando não apenas os católicos, mas “outros cristãos; crentes em todas as religiões e buscadores da verdade, liberdade, justiça e paz — todos peregrinos de esperança e fraternidade”.

“A esperança do mundo está na fraternidade”, disse ele.

O ano jubilar terminará em 6 de janeiro de 2026, quando a mesma Porta Santa da Basílica de São Pedro será fechada.

Ao inaugurar o ano, o Papa rezou: “Que a luz da esperança cristã ilumine cada homem e mulher, como mensagem do amor de Deus dirigida a todos”.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

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