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Igreja do pastor Bruno Leonardo é investigada por ligações financeiras com o PCC

Bispo Bruno Leonardo Santos Cerqueira, líder da Igreja Batista Avivamento Mundial (Foto: Reprodução)
Bispo Bruno Leonardo Santos Cerqueira, líder da Igreja Batista Avivamento Mundial (Foto: Reprodução)

A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) investigam movimentações financeiras suspeitas entre a Igreja Batista Avivamento Mundial, liderada pelo bispo Bruno Leonardo Santos Cerqueira, e a empresa Starway Locação de Veículos. A empresa está sob suspeita de ligação com Willian Barile Agati, apontado como “concierge” da alta cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC). O bispo, no entanto, não aparece como investigado no caso.

De acordo com documentos da Operação Mafiusi, a igreja transferiu R$ 2,225 milhões para a Starway entre agosto de 2021 e abril de 2022. As autoridades não encontraram notas fiscais que justifiquem os pagamentos, levantando a hipótese de que a empresa seja uma fachada para lavagem de dinheiro.

“Em conformidade com os dados obtidos a partir do afastamento do sigilo bancário e fiscal, identificou-se que a Igreja realizou transferências para a Starway no valor total de R$ 2.225.000,00, sendo que as movimentações começaram em 6/8/2021, com um valor de R$ 635.000,00, e se encerraram em 5/4/2022”, diz a PF.

A investigação aponta que as transferências entre a igreja e a empresa ocorreram sete vezes dentro do período analisado. No entanto, os investigadores não localizaram registros fiscais que comprovem serviços prestados ou bens adquiridos.

A Starway Locação de Veículos já havia sido alvo de outras investigações, devido às suas supostas conexões com o crime organizado. A suspeita é que a empresa seja utilizada para movimentar recursos ilícitos do PCC sem levantar suspeitas.

Agati e outras 13 pessoas já foram denunciados pelo esquema de tráfico internacional de drogas, mas ainda são investigados por lavagem de dinheiro proveniente do envio de cocaína para a Europa.

Defesa do bispo

A defesa do bispo Bruno Leonardo Santos Cerqueira afirmou que os pagamentos estavam relacionados à aquisição de veículos, com documentação fiscal regularizada. Contudo, os investigadores não encontraram provas que sustentem essa versão.

O bispo publicou um vídeo em que afirma que a Igreja comprou automóveis da empresa em 2021 e que as notas existem. Ele afirma ainda estar sendo perseguido.

Ele ainda fez um paralelo do caso da compra de veículos com uma doação que fez ao Rio Grande do Sul em 2024.

“Ano passado, nós compramos R$ 2 milhões de alimentos para enviar ao Rio Grande do Sul. Eu também não conheço os donos da loja. A nossa equipe foi, olhou, comprou e nós enviamos. Se daqui a alguns anos, essa distribuidora estiver com algum envolvimento com coisas ilícitas, nós também estamos envolvidos porque somos clientes?”, questionou.

Até o momento, não há acusação formal contra o líder religioso, mas a PF segue analisando os fluxos financeiros da igreja e da empresa envolvida.

Fonte: Diário Carioca e Metrópoles

Jovens se tornam cristãs ao testar Bíblia e Alcorão

Mulher lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)
Mulher lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)

Duas jovens deixaram o islamismo e se converteram após orarem para saber se a Bíblia é verdadeira na Ásia Central.

Durante uma expedição à Ásia Central, a missionária do International Mission Board (IMB), Olivia Tucker, fez amizade com uma jovem chamada Little S*.

Enquanto realizava um trabalho evangelístico no local, Olivia visitava Little S na tentativa de criar uma conexão para compartilhar o Evangelho com ela.

Em uma visita, a missionária foi surpreendida com diversas perguntas sobre sua fé: “Quando você ora? Como você ora? Pelo que você ora? Quando você jejua? Como você jejua? Por que você jejua? O que você lê? Quando você lê?”.

Olivia não dominava totalmente o idioma local e se esforçou para entender e responder da melhor forma as perguntas de Little S.

Segundo a missionária, a jovem vivia em uma “escuridão espiritual”. No entanto, ela tinha sonhos recorrentes sobre Jesus.

Após se mudar para a Ásia Central, Olivia se juntou a colegas de equipe que trabalhavam em uma fazenda conectada à vila de Little S. Lá, ela conseguiu gerar boas conexões para compartilhar o Evangelho.

No início, só havia tempo para breves conversas com Little S em ambientes em grupo. Mas, conforme aprendia mais sobre o cristianismo, Little S não conseguia mais conter sua curiosidade e fome pelo Evangelho.

Dúvida

Olivia começou a ir à vila com mais frequência e passou a discipular Little S enquanto ela demonstrava interesse pela Palavra de Deus e por seguir Jesus.

Porém, tempo depois, as coisas mudaram. Devido à rotina, Olivia e Little S se encontravam cada vez menos e quando se encontravam, a jovem fazia perguntas desafiadoras.

Embora ela tenha rejeitado a religião que muitas pessoas em sua aldeia praticavam, Little S ainda não tinha certeza se Jesus era Deus.

Um dia, Olivia notou que Little S estava cobrindo a cabeça para orar e experimentando outros rituais e tradições muçulmanas.

De repente, seu desejo de conhecer mais sobre Jesus se transformou em dúvida e confusão. Então, Olivia começou a orar e jejuar pela vida de Little S.

Nesse período, a jovem fez amizade com uma menina chamada Diana, que veio de uma família muçulmana. Devido à perseguição, elas se reuniam semanalmente no telhado da casa de Little S para ler a Bíblia.

‘Valeu a pena’

Tempo depois, as meninas decidiram colocar a Bíblia e o Alcorão à prova:

“Elas pediram a Deus para mostrar a elas qual livro era o certo e quais palavras eram verdadeiras”, contou Olivia.

“Eu acredito que Jesus é o Senhor. Jesus é o Filho de Deus”, declarou Diana.

Depois disso, Little S contou a Olivia sobre seus encontros secretos com Diana e como Deus havia respondido suas orações. Além de aceitarem Jesus, as meninas queriam ser batizadas.

“Eu vi a suficiência da Palavra de Deus! Ela é poderosa, viva e ativa. Mesmo quando minha dificuldade com o idioma não me permitia compartilhar todas as profundezas das verdades bíblicas, Little S as entendeu através do Espírito Santo”, testemunhou a missionária.

E a jovem acrescentou: “Olivia, estou tão feliz que você veio aqui. Você me encorajou e então eu pude encorajar Diana. E agora Diana vai encorajar outra pessoa”.

“Eu pude testemunhar a fidelidade do Pai. Mesmo que tudo o que eu tenha feito tenha sido encorajar Little S, valeu a pena. Valeu a pena vir aqui, valeu a pena passar um tempo aqui”, concluiu Olivia.

*Alguns nomes foram alterados por segurança

Fonte: Guia-me com informações de IMB

Jornalista cristã que denunciou a pandemia na China é presa novamente

Jornalista cristã Zhang Zhan (Foto: Handout/YouTube)
Jornalista cristã Zhang Zhan (Foto: Handout/YouTube)

A jornalista cristã Zhang Zhan, que foi condenada a quatros anos de prisão por noticiar o início da pandemia em Wuhan, na China, foi detida novamente pelo governo comunista e enfrentará mais um julgamento.

Segundo a Anistia Internacional, Zhang foi libertada no dia 13 de maio de 2024, porém continuou sendo vigiada e assediada pelas autoridades. Suas publicações na web também eram monitoradas.

Ela chegou a ser levada diversas vezes pela polícia para ser interrogada durante o mês de agosto do ano passado, com alguns dos interrogatórios durante mais de 10 horas.

No final de agosto, a jornalista viajou para a província de Gansu, para mostrar solidariedade com outros defensores dos direitos humanos. Mais tarde, Zhang visitou sua cidade natal em Shaanxi e logo depois ficou incomunicável.

Apenas após três meses de sua libertação, a cristã foi novamente presa pela polícia de Xangai, que viajou quase 900 milhas para pegá-la.

De acordo com o Repórteres sem Fronteiras (RSF), Zhang permanece detida no Centro de Detenção do Novo Distrito de Pudong, em Xangai, depois de ser acusada de “provocar brigas e problemas” conforme o Artigo 293 do Código Penal da China.

Agora, o governo comunista está buscando condenar a jornalista a uma pena de quatro a cinco anos de prisão.

Campanha de perseguição

“Zhang Zhan celebrou o seu aniversário de 41 anos — o primeiro desde que foi libertada. No entanto, em vez de celebrar este reencontro com a sua família, passou o seu quinto aniversário consecutivo privada de liberdade”, afirmou Sarah Brooks, diretora da Anistia Internacional para a China.

“Apesar de ter sido presa injustamente, ela continuou a erguer a sua voz em solidariedade com outros ativistas de direitos humanos desde que foi libertada. Zhang voltou a ser detida porque se recusou a ser silenciada”, criticou Sarah.

Para a diretora, a nova prisão é o ápice da perseguição do governo chinês contra a cristã. “A nova detenção de Zhang Zhan é o culminar da campanha de perseguição e assédio que o governo chinês tem levado a cabo contra ela, mesmo depois de Zhang Zhan ter sido libertada da prisão”, comentou.

“Apelamos às autoridades chinesas que libertem imediatamente Zhang Zhan e garantam que lhe seja concedida total liberdade e proteção contra qualquer forma de vigilância ou assédio”, declarou Sarah.

Greve de fome na prisão

Quando Zhang foi condenada a 4 anos de prisão pelo Tribunal Popular do Distrito de Pudong, em dezembro de 2020, ela iniciou uma greve de fome, em um gesto de protesto.

A mulher chegou a pesar 35 quilos e precisou ser internada no hospital da Prisão Feminina de Xangai por doenças digestivas devido à desnutrição.

Zhang chegou a ser alimentada à força por oficiais, ao fazer greve de fome na prisão. Ela também foi acorrentada e teve as mãos amarradas durante 24 horas por mais de três meses.

Detida por criticar o governo comunista

Em 2020, Zhan foi acusada de “espalhar mentiras e inventar informações falsas” e de “provocar distúrbios da ordem pública”, uma expressão frequentemente usada para silenciar cidadãos chineses que se opõem ao Partido Comunista da China.

Em sua reportagem durante a pandemia em 2020, Zhan criticou o governo de silenciar denunciantes sobre o coronavírus e alertando que o bloqueio de Wuhan havia sido decretado de maneira muito dura.

Fonte: Guia-me com informações de International Christian Concern, Mediatalks e Anistia Internacional

Brasileiros gravam Bíblia em áudio que reúne sotaques de todo país

Kombi onde está o estúdio móvel da Sociedade Bíblica do Brasil. (Foto: Reprodução/SBB)
Kombi onde está o estúdio móvel da Sociedade Bíblica do Brasil. (Foto: Reprodução/SBB)

Um projeto inédito da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) está reunindo mais de 31 mil vozes de todo o país para narrar a Bíblia com diferentes sotaques.

O projeto “+31 Mil Vozes com a Palavra” percorre todo o Brasil para que pessoas de diferentes sotaques e culturas possam gravar os versículos da Bíblia no interior do estúdio sobre rodas da Rádio Bíblia SBB.

Desde que inaugurou a rádio online, a SBB se dedicou à criação da Bíblia em áudio. O projeto reunirá 31.104 vozes, cada uma narrando um versículo bíblico.

Com um estúdio móvel adaptado em uma Kombi, o projeto percorreu mais de 15 mil quilômetros entre os estados do Rio de Janeiro, Amazonas, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Espírito Santo, Pará, Distrito Federal e Goiás.

O projeto

A kombi está calibrada para rodar 50 mil quilômetros em 3 anos por todo o Brasil. Em Goiás, o projeto esteve nas cidades de Goiânia, Anápolis e Itaberaí.

“31 mil vozes porque de Gênesis a Apocalipse, a Bíblia é formada por 31 mil versículos. Então, a gente vai buscar nos diferentes sotaques do brasileiro, e nas diferentes culturas do nosso povo. 95% desse projeto vai ser gravado dentro do estúdio móvel, mas nós também vamos receber vozes de brasileiros que estão em outros países e países de língua portuguesa também para dar exatamente esse conglomerado de culturas”, declarou Cyro César Silveira, consultor da SBB em uma entrevista à Rede Globo.

“Se você quer chegar a um lugar onde a maioria não chega, você tem que fazer o que a maioria não faz”, acrescentou.

Segundo a SBB, o projeto teve início em 2022 e já registrou mais de 12 mil vozes. A Bíblia em áudio tem previsão de ser concluída em 2027, e, após a conclusão, a Palavra de Deus poderá ser ouvida gratuitamente em plataformas de áudio online.

“Após a gravação os versículos narrados são organizados para serem incluídos na programação da Rádio Bíblia SBB. Cada participante recebe um marca páginas e passa a conhecer mais sobre as iniciativas da Sociedade Bíblica do Brasil, além de ser convidado a fazer uma doação para a Causa da Bíblia”, informou o site da SBB.

Conforme a missão, qualquer pessoa pode participar, gravando um versículo da Palavra. Para saber como participar acesse a agenda de eventos da Rádio Bíblia SBB.

Atuação da SBB no país

Em uma entrevista ao site cristão Guiame, o pastor e Secretário Regional da Sociedade Bíblica do Brasil, Ricardo Oliveira, falou sobre o impacto que as Escrituras causam na vida das pessoas e contou um pouco sobre o trabalho da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB).

“A Sociedade Bíblica está no Brasil há 77 anos, mas das 147 que existem no mundo, a do Brasil é a que mais distribui Bíblias no mundo. Aqui no Brasil, nós somos divididos em 9 regionais para atender todo o país com a demanda de produção de material e distribuição de Bíblia. O nosso papel aqui é justamente não deixar faltar Bíblia para as pessoas do Brasil”, afirmou ele.

Em outubro de 2024, a Sociedade Bíblica do Brasil celebrou um marco de 200 milhões de Bíblias impressas no país.

“Uma das atuações da Sociedade Bíblica é fazer com que as pessoas se apaixonem pela Bíblia”, disse Ricardo.

Fonte: Guia-me com informações de G1

‘A revolução sexual desencadeou depressão entre os jovens’, diz socióloga cristã

A socióloga cristã e escritora alemã, Gabriele Kuby. (Foto: Reprodução/CNE.news)
A socióloga cristã e escritora alemã, Gabriele Kuby. (Foto: Reprodução/CNE.news)

Gabriele Kuby é uma escritora e socióloga alemã, de 81 anos, conhecida por suas ideias tradicionais e posições ortodoxas sobre sexualidade e gênero.

Mas nem sempre foi assim, Gabriele só passou a pensar dessa forma quando se converteu ao Cristianismo.

Suas ideias sobre sexualidade de forma tradicional estão em suas obras. A autora alemã diz que jamais esperava que seu primeiro livro alcançasse sucesso internacional, sendo traduzido para nada menos que dezoito idiomas. Isso a inspirou a escrever sua obra seguinte.

Em seu best-seller “A Revolução Sexual Global: A Destruição da Liberdade em Nome da Liberdade” (The Global Sexual Revolution: The Destruction of Freedom in the Name of Freedom), ela aborda questões relacionadas à revolução sexual e seus impactos na sociedade.

Na sequência, Gabriele escreveu a obra “A Geração Abandonada” (The Abandoned Generation), que pode ser vista como o outro lado da moeda. “Este livro mostra os frutos do que foi semeado na revolução sexual”, ela diz no podcast do Christian Network Europe (CNE).

Gabriele afirma: “Os jovens estão deprimidos. Quarenta por cento têm pensamentos suicidas. Eles perderam a alegria de viver. Eles perderam a esperança.”

A conclusão é clara: a revolução sexual, que prometia alegria e prazer, falhou em cumprir essas expectativas. Segundo Gabriele, a liberdade oferecida por esse movimento é uma “mentira completa”. Ela afirma: “Isso está nos afastando de Deus e de nós mesmos.”

O impacto disso é que muitas mulheres jovens não conseguem encontrar alegria na maternidade. Gabriele descreve esse fenômeno como um verdadeiro “suicídio demográfico”.

De acordo com Gabriele, esses vínculos fazem com que os dois livros estão entrelaçados.

Na semana passada, Gabriele Kuby participou da conferência ECCEN (European Conference for Christian Education in the Netherlands), realizada em Apeldoorn.

Durante o evento, ela compartilhou suas preocupações sobre o estado atual do mundo com líderes educadores e apresentou o caminho para superá-las. Segundo ela, a única solução é um “relacionamento vivo com Jesus Cristo.”

Gabriele é uma cristã católica. “Na Baviera, no sul da Alemanha, onde eu nasci, essa é a única forma de Cristianismo. Não havia sequer a opção de se tornar evangélico.” No entanto, seu livro foi muito bem recebido por muitos protestantes conservadores.

Fonte: Guia-me com informações de CNE

Pastor Paulo Júnior confessa pecado e se afasta do ministério pastoral

Pastor Paulo Junior durante pronunciamento sobre seu afastamento do pastorado (Foto: Instagram/@pr.paulojunioroficial)
Pastor Paulo Junior durante pronunciamento sobre seu afastamento do pastorado (Foto: Instagram/@pr.paulojunioroficial)

O pastor Paulo Júnior, conhecido por sua postura firme no púlpito e por liderar a Igreja Aliança do Calvário, surpreendeu o meio evangélico ao divulgar um vídeo em suas redes sociais confessando pecados e anunciando seu afastamento do ministério pastoral por um longo tempo.

A declaração, que viralizou em grupos evangélicos de WhatsApp e gerou grande repercussão nas redes sociais, trouxe à tona uma série de questões sobre sua liderança e conduta dentro e fora da igreja.

No vídeo, Paulo Júnior reconhece que feriu princípios bíblicos descritos em 1ª Timóteo 3, os quais tratam das qualificações de um pastor. Ele admite que, embora sua firmeza fosse conhecida nos cultos, a mesma rigidez era aplicada em seus relacionamentos pessoais, inclusive com membros da liderança e da sua própria família.

“Fui duro, exigente, magoei e ofendi pessoas. Não apenas membros da igreja, mas também minha família”, declarou.

Segundo o pastor, seu conselho pastoral o repreendeu diversas vezes por sua postura. Inicialmente, ele resistiu, tentando manipular a situação, mas acabou sendo convencido de seu erro. “Meus olhos se abriram. Reconheci que estava conduzindo a igreja de forma equivocada e pecaminosa”, afirmou.

Após uma série de reuniões, o conselho da igreja concluiu que as falhas cometidas por Paulo Júnior o desqualificavam para continuar exercendo o ministério pastoral. Ele acatou a decisão e anunciou que ingressará em outra igreja como membro comum, passando por um processo de restauração espiritual. Também afirmou que vai iniciar estudos em uma faculdade de teologia.

“Por um bom tempo não exercerei nenhum ministério. Não é tempo de pregar, nem de estar nas mídias sociais. Vou cuidar da minha família e da minha alma”, explicou.

Fonte: Fuxico Gospel

Cantor tem live interrompida por travesti e aproveita para evangelizar

João Igor prega o Evangelho para travesti durante live (Foto: Reprodução/Instagram/João Igor)
João Igor prega o Evangelho para travesti durante live (Foto: Reprodução/Instagram/João Igor)

Um jovem evangelista aproveitou uma situação inusitada durante uma live na rua, para compartilhar o amor de Deus com um homossexual que se identifica como travesti, em Itaquaquecetuba (SP).

O cantor João Igor estava pregando o Evangelho e cantando em uma de suas lives da madrugada, em uma avenida da cidade, quando o travesti se aproximou e o interrompeu, querendo participar da live.

“É isso aí, galerinha, vamos dar uma força para quem está começando!”, disse ele, que se identifica como Fernanda.

Agindo com sabedoria

Em seguida, o travesti pediu para eles cantarem a música sertaneja “É o amor”. João reagiu de forma tranquila e começou a tocar a canção em seu violão, com um sorriso no rosto.

Depois de deixar ele cantar um trecho da música, João passou a cantar um louvor de sua autoria para o evangelizar.

“Agora eu vou cantar esse aqui: ‘Pai, eu não esqueci quando me encontrou, Pai eu não me esqueci quando me chamou de filho, lembro quando eu estava ferido e me curou, eu lembro que eu estava abatido e me restaurou’”, cantou ele.

“Aula de evangelismo”

O vídeo do momento viralizou nas redes sociais, alcançando mais de 2 milhões de visualizações.

Nos comentários da postagem no Instagram, muitos usuários elogiaram a resposta de João à interrupção inesperada.

“Uma aula de evangelismo”, escreveu um homem. Outro internauta escreveu: “Sabedoria é o nome disso. Continua irmão, você fez certinho. Não cortou o rapaz que veio cantar do seu lado, esperou e depois já começou a evangelizar através do louvor”.

Rebeca Nemer também comentou no vídeo do cantor: “Aprendi com você hoje! Deus te abençoe”.

Outra usuária refletiu: “Você estava no lugar e na hora exatos, onde Deus queria que você estivesse. Continue ouvindo a voz do Senhor, Jesus é maravilhoso”.

Pessoas não cristãs também elogiaram a atitude do cantor. “Esse vídeo me tocou profundamente! Estou afastada da igreja tem mais de 1 ano e senti uma vontade tremenda de voltar. Glória a Deus pela sua vida! Sua voz me trouxe uma paz e uma alegria humanamente inexplicáveis!”, escreveu uma mulher.

Em seu Instagram, o travesti agradeceu o acolhimento de João. “Quero agradecer ao irmão que estava fazendo a live, eu estava passando e ele me deixou participar, me tratou super bem”, disse.

João Igor realiza lives durante as madrugadas na rua, com o propósito de alcançar vidas para Jesus.

Em uma outra situação, um homem que passava pelo local, parou para escutar o cantor, e foi tocado por Deus através do louvor.

Fonte: Guia-me

Quase 90% dos americanos preferem a igreja com aspecto tradicional de templo

Bandeira dos EUA e duas cruzes no topo de uma igreja (Foto: Canva Pro)
Bandeira dos EUA e duas cruzes no topo de uma igreja (Foto: Canva Pro)

Os norte-americanos desejam que as igrejas mantenham a aparência tradicional de um templo. Isso é o que revela a pesquisa recente Making Space (Criando Espaço), realizada pelo Brana Group e pelo Aspen Group, que investiga a importância do design e da arquitetura nas comunidades de fé.

O resultado é surpreendente, considerando que, atualmente, muitos líderes têm optado por transformar os espaços religiosos, abandonando o modelo tradicional em favor de paredes escuras, jogos de luzes coloridas, ausência de vitrais e muitos efeitos visuais.

De acordo com o estudo, quase 90% dos americanos acreditam que uma igreja deve ser facilmente identificável, e 80% afirmam que o edifício deve refletir “a beleza de Deus”. A maioria das pessoas não busca espaços modernos ou “descolados”, mas ambientes que transmitam transcendência, reverência e atemporalidade.

Mesmo entre aqueles que não frequentam igrejas, existe uma imagem mental do que ela deveria ser – e essa visão é, predominantemente, tradicional.

O que isso revela? Para os criadores da pesquisa, “talvez estejamos redescobrindo uma verdade antiga: a arquitetura também comunica teologia.” O ambiente de adoração reflete como Deus é percebido pelos cristãos.

Os estudiosos defendem que a igreja também deve ser um espaço voltado para a comunidade. “Nossa pesquisa mostra que é necessário repensar como os edifícios das igrejas são utilizados para promover a comunidade – não apenas para os membros”, dizem os pesquisadores. A Igreja primitiva é um exemplo de como Deus chama os crentes a “se unirem constantemente” e a “gozarem do favor de todas as pessoas” (Atos 2.47).

A pesquisa é dividida em três volumes principais: Criando Espaço para Inspiração, Criando Espaço para a Comunidade e Criando Espaço para a Formação. Cada um aborda como o ambiente físico pode influenciar a inspiração, o crescimento espiritual e a criação de comunidade dentro das igrejas. O objetivo toda abordagem da pesquisa é ajudar os líderes a encontrar o valor nos espaços físicos que utilizam e fazer o espaço valer espiritualmente, não importa a meta do ministério ou o orçamento.

Fonte: Comunhão com informações de Barna Group

Escola cancela eventos da Páscoa alegando “respeito pela diversidade”

Fachada da Escola Primária Norwood em Eastleigh, Hampshire, Inglaterra. (Foto: Reprodução/Facebook/Hampshire and Low News)
Fachada da Escola Primária Norwood em Eastleigh, Hampshire, Inglaterra. (Foto: Reprodução/Facebook/Hampshire and Low News)

Uma escola primária em Hampshire, na Inglaterra, cancelou os eventos de Páscoa deste ano alegando que eles não estariam alinhados com os “valores de inclusão e respeito pela diversidade” da escola.

Stephanie Mander, diretora da Escola Primária Norwood em Eastleigh, escreveu aos pais informando que o tradicional culto de Páscoa e o desfile de chapéus de Páscoa não aconteceriam este ano.

Ela disse: “Entendemos que essa mudança pode ser decepcionante para alguns, especialmente para aqueles que valorizam essas tradições ao longo dos anos.

“No entanto, acreditamos que esta decisão está alinhada com nossos valores de inclusão e respeito à diversidade.

“Estamos explorando maneiras alternativas de celebrar a temporada nos próximos anos, que sejam inclusivas para todas as crianças e reflitam a rica diversidade cultural da nossa comunidade.”

Contradição

A decisão de cancelar os eventos de Páscoa contradiz a própria política da escola sobre a celebração de festivais religiosos.

De acordo com o site da instituição, datas religiosas e culturais incluindo Natal, Páscoa, Eid (celebração islâmica) e Diwali (celebração hindu), são tipicamente “celebradas juntas”.

“Nesses momentos, a escola recebe membros da comunidade escolar mais ampla para liderar assembleias e atividades de aprendizagem com as crianças para compartilhar suas crenças com elas”, informou o site da instituição.

Ainda sobre o cancelamento das celebrações de Páscoa, a diretora relatou: “Para deixar claro, tal como acontece com outras festas religiosas, as crianças continuam a aprender e a celebrar a Páscoa, tanto educacionalmente nas nossas lições, como nas nossas assembleias durante todo o meio período. As crianças também continuarão participando de atividades artesanais de Páscoa muito apreciadas à medida que nos aproximamos do fim do período”.

Embora as celebrações da Páscoa tenham sido canceladas, a escola planeja marcar a “Semana do Refugiado” em junho — um evento que se concentra nas experiências dos refugiados e promove a conscientização sobre seus desafios.

“Uma das maneiras pelas quais celebraremos a inclusão é participando da Semana do Refugiado, que ocorre em junho, e também iniciando nossa jornada para nos tornarmos uma Escola de Santuário credenciada”, compartilhou a escola no e-mail.

Críticas

A decisão de cancelar a Páscoa foi criticada online, com alguns perguntando se a Sra. Mander também está planejando cancelar o Natal ou sugerindo que eventos de todas as religiões sejam celebrados, em vez de cancelar todos eles.

Um internauta comentando disse: “Eu pessoalmente não entendo. É uma experiência que fica a uma curta distância da escola. Os pais sempre tiveram a opção de não comparecer.”

Também não está claro a qual diversidade a Sra. Mander está se referindo. De acordo com o Censo de 2021, 45 por cento dos moradores de Eastleigh se identificam como cristãos, enquanto a mesma proporção diz não ter religião. As religiões mais próximas são o hinduísmo e o islamismo, que representam 1 por cento cada da população de Eastleigh.

Quando a nacionalidade é levada em conta, Eastleigh parece ser ainda mais homogênea, com 94,2% dos moradores de Eastleigh dizendo no Censo que se identificam como ingleses, galeses, britânicos ou alguma combinação deles. Apenas 4,4% se identificaram como completamente não britânicos.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Cristãos presos sob falsas acusações de apoio a grupo paramilitar, no Sudão

Cristãos no Sudão (foto representativa)
Cristãos no Sudão (foto representativa)

Entre janeiro e fevereiro, pelo menos 19 cristãos foram presos em diversas ocasiões na cidade de Madani, no Sudão, dizem fontes locais. Elas relatam que sete deles foram detidos em 21 de janeiro por agentes de segurança ligados às Forças Armadas do Sudão (SAF).

O grupo estava viajando de Barakat para Madani, capital do estado de Al Jazirah, e foi acusado de apoiar as Forças de Apoio Rápido (RSF), uma organização paramilitar em conflito com as SAF desde abril de 2023.

Membros de diversas igrejas vinculadas ao Conselho de Igrejas do Sudão estavam a caminho de uma reunião de oração de ação de graças organizada pela Comissão Inter-Eclesiástica.

A cidade de Madani está localizada a 136 quilômetros a sudeste da capital, Cartum.

Cristãos negam acusações

O advogado Shinbago Mugaddam confirmou as prisões, relatando que os cristãos foram inicialmente detidos na Cela Militar Conjunta, em Madani. Lá, eles enfrentaram interrogatórios intensos por uma semana, antes de serem transferidos para a Prisão de Madani.

Ele mencionou os nomes dos cristãos presos, e todos negaram qualquer vínculo com a RSF.

Líderes da Igreja no Sudão afirmaram que não há provas de qualquer vínculo entre os cristãos presos e a RSF. Eles exigiram a libertação imediata dos detidos.

“Um grupo de líderes religiosos da região pediu, por meio de uma carta das igrejas locais, que os cristãos fossem libertados, já que não são apoiadores da RSF. No entanto, os cristãos continuam presos”, disse Mugaddam ao Morning Star News.

Em Wad Rawah, a aproximadamente 94 quilômetros de Madani, 12 cristãos estão detidos desde janeiro, acusados de serem apoiadores da RSF. Segundo Mugaddam, o paradeiro deles permanece desconhecido.

Direitos cristãos

Organizações de direitos cristãos classificaram as prisões como parte de um esforço sistemático para erradicar o Cristianismo no Sudão.

“Isso é uma perseguição sistemática aos cristãos, que são presos sem serem levados a um tribunal para obter justiça”, afirmou Mugaddam.

Em maio, o governo militar do Sudão promulgou uma lei que restaura os amplos poderes e imunidades dos agentes de inteligência, previamente retirados após a queda do presidente Omar al-Bashir em abril de 2019.

A Emenda de 2024 à Lei do Serviço Geral de Inteligência (GIS) concede autoridade para convocar e interrogar indivíduos, realizar vigilância e buscas, deter suspeitos e apreender bens, conforme relatado pelo Sudan War Monitor.

A emenda garantiu ampla imunidade, protegendo os agentes contra processos criminais ou civis sem o consentimento do chefe do GIS. Em situações que envolvem pena de morte, conferiu ao diretor o poder de estabelecer um tribunal especial.

“Qualquer ato cometido por qualquer membro da agência de boa fé durante ou em razão do desempenho de suas funções, ou do cumprimento de qualquer dever que lhe tenha sido imposto, ou de qualquer ato realizado por ele sob qualquer autoridade autorizada ou concedida a ele por esta lei, não será considerado um crime”, afirma o Artigo 52 da lei, de acordo com o Sudan War Monitor.

5º na Lista Mundial da Perseguição

Na Lista Mundial da Perseguição 2025 da Portas Abertas, o Sudão ocupa a 5ª posição entre os 50 países mais desafiadores para os cristãos, subindo da 8ª posição registrada no ano anterior.

As condições no Sudão se deterioraram com a intensificação da guerra civil iniciada em abril de 2023. Segundo o relatório da PA, houve um aumento no número de cristãos mortos, abusados sexualmente e no ataque a casas e empresas cristãs.

“Cristãos de todas as origens estão presos no caos, incapazes de fugir. Igrejas são bombardeadas, saqueadas e ocupadas pelas partes em conflito”, afirmou o relatório.

Tanto a RSF quanto a SAF são forças islâmicas que atacaram cristãos deslocados sob acusações de apoiar os combatentes uma da outra.

O conflito entre a RSF e a SAF, que governavam em conjunto o Sudão após o golpe de outubro de 2021, espalhou terror entre civis em Cartum e outras regiões. Segundo o ACNUR, o confronto já resultou na morte de dezenas de milhares e no deslocamento de mais de 12,9 milhões de pessoas dentro e fora do país.

O general Abdelfattah al-Burhan, das SAF, e seu vice na época, Mohamed Hamdan Dagalo, líder das RSF, estavam no poder quando, em março de 2023, partidos civis chegaram a um acordo sobre uma estrutura para restabelecer a transição democrática no mês seguinte. No entanto, divergências relacionadas à organização militar impediram a aprovação final.

Burhan propôs integrar a RSF, uma força paramilitar originada das milícias Janjaweed que apoiaram o ex-líder Al-Bashir na luta contra os rebeldes, ao exército regular em um prazo de dois anos. Já Dagolo insistiu que a integração deveria levar, no mínimo, 10 anos.

Liberdade religiosa

Com raízes islâmicas, ambos os líderes militares buscam projetar uma imagem para a comunidade internacional de defensores da democracia e da liberdade religiosa.

Em 2021, o Sudão deixou o top 10 da Lista Mundial d Perseguição pela primeira vez em seis anos, alcançando a 13ª posição.Após avanços na liberdade religiosa no Sudão depois da queda de Bashir em 2019, a perseguição estatal ressurgiu com o golpe militar de 2021. O governo de transição havia revogado disposições da Sharia, incluindo leis de apostasia. Ele proibiu a rotulagem de qualquer grupo religioso como “infiel” e, assim, efetivamente rescindiu as leis de apostasia que tornavam o abandono do islamismo punível com a morte.

Após o golpe de 25 de outubro de 2021, os cristãos no Sudão passaram a temer o ressurgimento dos aspectos mais repressivos e rigorosos da lei islâmica.

Em 2019, o Departamento de Estado dos EUA retirou o Sudão da lista de Países de Preocupação Particular (CPC), onde figuravam países envolvidos ou coniventes com “violações sistemáticas, contínuas e flagrantes da liberdade religiosa”, transferindo-o para uma lista de observação. Antes disso, o Sudão foi classificado como CPC de 1999 a 2018.

Em dezembro de 2020, o Departamento de Estado dos EUA retirou o Sudão da sua Lista de Observação Especial.

A população cristã do Sudão é estimada em 2 milhões, ou 4,5% da população total de mais de 43 milhões.

Fonte: Guia-me com informações de Portas Abertas

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