Presidente chinês Xi Jinping visita sala de aula e é recebido por professora, em escola da China. (Foto: News.cn)
Contatos locais relataram que estudantes de escolas públicas na província de Zhejiang, no Centro da China, foram obrigados a preencher um formulário para declarar quais religiões seguiam. O estado é conhecido por aplicar testes de novas leis que, conforme os resultados e aceitação da população, são aplicadas em todo o país.
Nossos contatos acreditam que as autoridades locais pretendem aumentar o controle sobre as pessoas porque um evento internacional está marcado para acontecer em setembro na região. Nesses períodos, tradicionalmente as autoridades enrijecem as regras.
Famílias cristãs descobertas
Um de nossos contatos, Li (pseudônimo), disse que ao menos duas famílias da igreja deles foram afetadas pela investigação. Os filhos deles, crianças na pré-escola e pré-adolescentes no Fundamental, ingenuamente preencheram o formulário com a religião da família e o resultado foi visto pela diretoria da escola.
Os professores convocaram os pais desses alunos e os colocou em salas separadas para confirmar a declaração de religião e pedir que todos assinassem uma declaração renunciando a fé cristã. Se não assinassem a declaração, na pior das hipóteses, os filhos serão expulsos da escola.
“Estamos sem opção. O futuro de nossos filhos será prejudicados”, conta o pai de uma das crianças. Ele percebe a diferença na forma como as crianças estão sendo tratadas. A família ainda está ferida e chocada por causa da situação.
“Toda a pressão mostrou a importância de preparar a nova geração de cristãos na China para que possam resistir à perseguição que acontece a todo momento, em qualquer lugar. Eles ainda não sabem como responder à perseguição”, conta Li.
Cristãos são perseguidos em Mianmar (Foto: Portas Abertas)
A jornada para anunciar o evangelho em Mianmar é muito perigosa. Na nação, que ocupa a 14ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2023, cristãos corajosos aceitam o desafio de percorrer longas distâncias, tanto para anunciar o evangelho quanto para fortalecer os cristãos que vivem em áreas remotas e são obrigados a viver a fé sozinhos.
Geralmente, áreas rurais remotas são as mais hostis ao cristianismo. As autoridades reprimem a disseminação da fé cristã. Além disso, pertencer à comunidade é parte essencial da vida em Mianmar. Quando alguém se torna cristão, perde não apenas os laços com a família e amigos, mas também emprego e outros benefícios sociais.
Com um número cada vez maior de restrições desde o golpe militar em 2021, cristãos se sentem sozinhos e isolados na fé. Muitos sentem como se não tivessem a quem recorrer enquanto correm o risco de ser atacados por extremistas.
Por lugares inalcançáveis
Por isso, parceiros de campo da Portas Abertas se esforçam para estar presentes, chegando até mesmo aos locais mais difíceis de alcançar. Não importa se será necessário viajar de avião, trem, motocicleta ou a pé. Nossos parceiros locais fazem jornadas perigosas para servir aos cristãos perseguidos na Ásia. Para eles, as viagens definitivamente valem o risco.
Eles vão aonde é necessário para que cristãos em Mianmar sejam preparados para a perseguição e para que mais pessoas conheçam o amor de Cristo. Por meio do conhecimento bíblico, eles aprendem a enfrentar os desafios por causa da fé em Jesus.
O cantor Kaiky Mello recebeu alta do hospital no sábado (12), após passar mais de quatro meses internado.
Em março, o jovem sofreu um grave acidente de moto elétrica e foi internado em um hospital no Rio de Janeiro.
A notícia da alta foi divulgada no perfil do cantor no Instagram, com um vídeo que mostra Kaiky chegando em sua casa, em uma maca.
“E depois de 4 meses e 15 dias estamos voltando pra casa! Glória a Deus… Ele é fiel. Obrigado a todos que nos ajudaram em oração pela vida do meu filho!”, escreveu a mãe do cantor, na postagem.
“Vencemos a primeira etapa! Que venha a recuperação. O milagre será completo para glória de Deus”, profetizou ela.
O cantor precisou passar por uma cirurgia após apresentar um coágulo na cabeça. O jovem ficou em coma induzido durante mais de 40 dias.
Kaiky Mello começou a cantar aos 9 anos de idade e foi campeão do concurso Talentos Kids, do programa Gerando Salvação da Rede Mundial, em 2018.
Ele também participou do quadro Shadow Brasil, do Programa Raul Gil, no SBT. No mesmo ano, Kaiky estreou o musical Rua Azusa, da Cia Nissi de Artes, ao lado de Adhemar de Campos e Soraya Moraes.
O jovem cristão ainda atua como compositor e dublador da Netflix.
A atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, disse que pretende colocar em pauta de votação, antes da sua aposentadoria em outubro, a ADPF 442 que trata da legalização do aborto. A ADPF 442 foi protocolada pelo PSOL, e se votada em plenário do STF poderá resultar na legalização do aborto no país.
Diante disso, um grupo de vários pastores, entre os quais estão Augustus Nicodemus, Luiz Sayão e Franklin Ferreira, resolveu publicar um manifesto por meio da Coalizão pelo Evangelho, convocando os cristãos para um dia de oração e jejum contra a legalização do aborto no Brasil.
O grupo lembra que “a situação merece nossa atenção e nossas orações intensas, pois as decisões desse tipo de ação são irrecorríveis, não sendo nem mesmo possível um novo pedido de análise da questão”, caso a ADPF 442 seja acatada pelo STF.
O manifesto declara: “O Conselho da Coalizão pelo Evangelho e demais pastores associados e signatários desta carta sugerem e encorajam às Igrejas no Brasil a realizarem uma convocação de um dia de oração e jejum contra a descriminalização do aborto no Brasil, a fim de que não prospere a ADPF 442, que pretende permitir o assassinato de bebês no ventre materno até o terceiro mês de gestação”.
Leia abaixo, a íntegra do manifesto:
A Coalizão Pelo Evangelho – TGC Brasil, publicou em 07 de junho deste corrente ano um Manifesto sobre o Aborto e a ADPF 442, em que informou que a atual presidente do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, pretende pautar para antes de sua aposentadoria, prevista para outubro próximo, o caso que trata sobre a descriminalização do aborto no Brasil. A ministra é a relatora da ação. A ADPF 442 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), que foi proposta pelo PSOL, e visa a tornar legal a interrupção da gravidez nos três primeiros meses de gestação. A situação merece nossa atenção e nossas orações intensas, pois as decisões desse tipo de ação são irrecorríveis, não sendo nem mesmo possível novo pedido de análise da questão.
Reforçamos nosso posicionamento acerca do ensino bíblico de que todo ser humano possui a Imago Dei. As crianças, ainda no ventre de suas mães, são essa imagem, e devem receber proteção especial por sua vulnerabilidade. Atentar contra a vida desses pequeninos é assassinato, e quebra do sexto mandamento: “não matarás”.
Desse modo, o Conselho da Coalizão pelo Evangelho e demais pastores associados e signatários desta carta sugerem e encorajam às Igrejas no Brasil a realizarem uma convocação de um dia de oração e jejum contra a descriminalização do aborto no Brasil, a fim de que não prospere a ADPF 442, que pretende permitir o assassinato de bebês no ventre materno até o terceiro mês de gestação.
Conselho da Coalizão pelo Evangelho
Augustus Nicodemus Lopes é pastor auxiliar na Primeira Igreja Presbiteriana do Recife.
Cleyton Gadelha é pastor emérito da Igreja Batista de Parquelândia (Fortaleza/CE) e diretor executivo da Escola Teológica Charles Spurgeon.
Davi Charlesé pastor da Igreja Presbiteriana Paulistana (São Paulo/SP).
Emílio Garofaloé pastor da Igreja Presbiteriana Semear (Brasília/DF).
Euder Faber é pastor da Igreja O Brasil para Cristo (Campina Grande/PB) e presidente da Visão Nacional para a Consciência Cristã.
Franklin Ferreira é pastor da Igreja da Trindade (São José dos Campos/SP), co-fundador e diretor geral do Seminário Martin Bucer.
Heber Carlos de Campos Júnior, pastor da Igreja Presbiteriana do Parque das Nações (Santo André, SP), professor no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper e do Seminário Teológico Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição (JMC).
Hélder Cardin é pastor na Primeira Igreja Batista de Araras (Araras-SP), chanceler das escolas teológicas Palavra da Vida Brasil e professor pesquisador no Seminário Bíblico Palavra da Vida e vice-presidente da Coalizão pelo Evangelho.
Jonas Madureira é pastor da Igreja Batista da Palavra (São Paulo/SP), professor no Seminário Martin Bucer.
Leonardo Sahium é pastor da Presbiteriana de Brasília (DF) e presidente da Junta de Educação Teológica da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Luiz Sayão é pastor sênior da Igreja Batista Nações Unidas (São Paulo/SP) e diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo.
Mauro Meister é pastor da Igreja Presbiteriana – Barra Funda (São Paulo/SP).
Renato Vargens é pastor da Igreja Cristã da Aliança (Niterói/RJ), escritor e conferencista.
Sillas Campos é pastor da Igreja Batista Central de Campinas (Campinas/SP) e presidente do Ministério Fiel.
Solano Portela é presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil, servindo na Igreja Presbiteriana de Santo Amaro (São Paulo/ SP), e docente no Centro Presbiteriano de Pós Graduação Andrew Jumper.
Tiago J. Santos Filho é um dos pastores da Igreja Batista da Graça (São José dos Campos/SP), co-fundador e diretor no Seminário Martin Bucer, diretor executivo da Editora Fiel e presidente do Conselho da Coalizão pelo Evangelho.
Valter Reggiani é pastor da Igreja Batista Reformada de São Paulo (São Paulo/SP).
Wilson Porte Jr. é pastor da Igreja Batista Liberdade (Araraquara/SP) e professor e presidente do conselho administrativo do Seminário Martin Bucer.
Pastores associados e demais signatários:
Pastores associados à Coalizão pelo Evangelho:
Alan Rennê Alexandrino Lima, pastor da Igreja Presbiteriana do Cruzeiro do Anil, São Luís, MA
Allen Porto, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Barretos, SP
Fábio Luciano Soares e Santos, pastor da Igreja Batista Betel de Mesquita, Mesquita, RJ.
Fernando Angelim, pastor da Igreja Batista Reformada de Belém, Belém, PA.
Filipe Costa Fontes, pastor na Igreja Presbiteriana de Santo Amaro e professor do CPAJ da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Maurício Fonseca dos Santos Jr. presbítero na Igreja Presbiteriana Paulistana, São Paulo, SP.
Mauricio Silva de Andrade, pastor da Primeira Igreja Batista Bíblica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ.
Paulo Cesar Valle, pastor da Igreja Batista do Redentor, Volta Redonda, RJ.
Demais pastores signatários ligados à Fraternidade de Pastores Batistas Reformados:
Alex Daher, pastor na Igreja Batista Jardim Minesota, Sumaré/SP
Anderson Alcides, pastor da Primeira Igreja Batista em Brotas de Macaúbas, BA
Anderson Alcides, pastor da Primeira Igreja Batista em Brotas de Macaúbas, BA
Anderson Dias Carneiro, pastor da Igreja Batista Reformada, João Monlevade, MG
Áquila Serra Cabral, pastor da Primeira Igreja Batista de Muriaé, MG.
Charles Silveira, pastor na Igreja Batista Caminho da Cruz, Alvorada, RS
Daniel Lewis Deeds, pastor na Igreja Batista Histórica em Conselheiro Lafaiete, MG
David Marcos Soares Ferreira, pastor da Igreja Batista Reformada de Campos dos Goytacazes, RJ.
Diego Francisco Santos, pastor da Primeira Igreja Batista em Canela, RS
Diego Lopes, pastor na Igreja Baptista na Margem Sul, AM de Lisboa, Portugal.
Eduardo Fagundes Oliveira, pastor Batista, membro da Igreja Batista Sul de Juiz de Fora, MG.
Fabiano Prado Lima, assistente pastoral, Immanuel Baptist Church, Sacramento, CA, EUA
Fábio Leal, pastor da Igreja Reformada Missional Cidade Cinco, São Paulo, SP
Fabio Roberto Rodrigues, Primeira Igreja Batista de Monte Mor, Monte Mor, SP
Gilson Carlos de Souza Santos, pastor na Igreja Batista da Graça, São José dos Campos, SP.
Glauber Fabiano Sponda Manfredini Nagasawa, pastor na Igreja Batista Reformada no Japão.
Gleydson Alves Marinho, Igreja Ação Bíblica, Lisboa, Portugal
Guilherme Reggiani, pastor na Igreja Batista Reformada de São Bernardo do Campo, SP.
Heber Gonçalves Cunha, pastor da Segunda Igreja Batista em Cambuci, RJ
Helenon Augusto Carvalho Campos, pastor da Igreja Batista Chácara Antonieta Limeira, SP
Ivaldo Bertanha, pastor Ministério de Homens, Igreja Batista Parque Rio Branco, Campos dos Goytacazes, RJ.
Jean Carlos Sardinha da Silva, pastor da Segunda Igreja Batista Reformada de Campos, RJ
João Paulo da Cunha Brasileiro, pastor da Igreja Batista Reformada Paulista, PE
Jônatas Ornelas Duarte, pastor da Congregação Batista Reformada, Aperibé, RJ
Jonathan Andrade Luz, pastor na Igreja Batista Filadélfia, Fortaleza, CE
Jonathas de Lima, pastor da Igreja Batista da Família, Barreiras, BA
Jorge Luiz Gomes da Silva, pastor da Igreja Batista em Vilas Boas em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, MS
Luan de Almeida da Silva, pastor da Igreja Batista Ebenézer, Ilhéus, BA
Luis Henrique de Paula, pastor na Igreja Batista Sarom, Campo Grande, MS
Luiz Correia, pastor da Igreja Batista Filadélfia, Fortaleza, CE
Natan Leite, pastor da Segunda Igreja Batista, Paranaíba, MS
Nelson Ávila Mesquita Neto, pastor da Igreja Batista de Itaitinga, Itaitinga, CE.
Norival F. Andrade, Primeira Igreja Batista de Monte Mor, Monte Mor, SP
Paulo Roberto dos Santos, pastor da Primeira Igreja Batista de Monte Mor, Monte Mor, SP
Rafael Fcachenco Filho, pastor da Igreja Batista Betel, Bauru, SP.
Rubner Rodrigues Durais, pastor na Igreja Batista da Graça, São José dos Campos, SP
Valdeci Santos, diretor do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, CPAJ e pastor titular da Igreja Presbiteriana do Campo Belo, São Paulo, SP.
Vinicius Musselman Pimentel, é um dos pastores da Igreja Batista da Graça, em São José dos Campos, e supervisor editorial no Ministério Fiel.
Werveton Mury Campos, pastor da Igreja Batista em Água Fria, São Fidélis, RJ
Wesley Knochenhauer Carvalho, pastor da Igreja Batista Reformada Vida Nova, Florianópolis, SC
Willian Vitor Orlandi, pastor da Igreja Batista Reformada em Indaiatuba, Indaiatuba, SP.
Willy Robert Henriques, pastor da Igreja Batista Redenção em Juiz de Fora, MG.
Wilson da Silva Bento, pastor da Igreja Batista Zona Sul, São José do Rio Preto, SP
[Com a colaboração de Warton Hertz, membro fundador do Instituto Brasileiro de Direito e Religião, e que atualmente serve no Ajuda Barnabas, ministério de socorro à Igreja sofredora.]
Folha Gospel com informações de TGC – Coalização Pelo Evangelho
Cena do filme "Sound Of Freedom" (Foto: Angel Studios)
O filme mais polêmico do ano finalmente vai chegar aos cinemas brasileiros. ‘Som da Liberdade‘ (Sound of Freedom) é inspirado em uma incrível história real e estrelado por Jim Caviezel e está dando o que falar.
A Paris Filmes lançará o filme dia 21 de setembro nos cinemas.
Silenciosamente e com o apoio de um financiamento coletivo, o filme chegou a 2.852 salas de cinema dos Estados Unidos em meio ao quente verão do hemisfério norte. Disputando a atenção do público ao lado de blockbusters como Flash e Indiana Jones, o longa trazia à luz do projetor um dos assuntos mais controversos e evitados por Hollywood: O tráfico sexual de crianças.
Faturando mais de US$19 milhões em seu fim de semana de abertura, desbancando Indiana Jones e o Chamado do Destino da liderança no feriado de quatro de julho, o longa se tornou um sucesso instantâneo, mesmo sem qualquer investimento de marketing. Com um orçamento de US$14 milhões e pronto desde 2018, Sound of Freedom (dirigido por Alejandro Monteverde) pelejou para chegar às telonas e hoje colhe os frutos de seu trabalho, surpreendendo e encantando a muitos, enquanto indigna tantos outros.
E após décadas operando distante dos holofotes da grande mídia, o ex-agente da CIA e de Homeland, Tim Ballard, se tornou um dos assuntos mais comentados dentro e fora de seu país, com uma de suas missões de resgate sendo o foco da trama, que traz Jim Caviezel (A Paixão de Cristo) como o protagonista.
Disney descartou o filme
Originalmente, a 20th Century Fox seria a responsável pela distribuição do longa, que tinha lançamento pré-agendado para 2019, mesmo ano em que a Disney Company posteriormente oficializaria a aquisição da empresa.
Com a compra do estúdio, os executivos da Disney decidiram avaliar todos os projetos já engatilhados, finalizados e com lançamentos programados, a fim de filtrar quais produções seriam viáveis para chegar ao público. Nesse processo, Sound of Freedom e outros longas foram descartados. Especula-se que a delicada temática de tráfico de crianças tenha afugentado a Disney, que não queria ter seu nome associado ao assunto.
Sem o apoio da Disney, os produtores foram atrás de outros estúdios. Após anos de rejeição, a pequena produtora Angel Studios decide comprar os direitos de distribuição em 2023, realizando um crowdfunding para arcar com os custos de lançamento. Com a ajuda de sete mil apoiadores, a empresa conseguiu levantar US$ 5 milhões.
Cartaz do filme “Som da Liberdade” que será lançado dia 21 nos cinemas do Brasil
Quem é Tim Ballard?
Formado em Política Internacional e fluente em espanhol, Ballard iniciou sua carreira como agente federal na tragédia do 11 de Setembro, no Centro de Operações da CIA, período em que também estudou terrorismo e armas de destruição em massa. Ele atuou como agente especial e infiltrado no Department of Homeland Security (Departamento de Segurança Nacional) operando na fronteira, rastreando traficantes de crianças e pessoas que exploravam menores de idade através da produção de material pornográfico.
Em 2006, com algumas mudanças na lei dos Estados Unidos, os agentes foram autorizados a cruzar as fronteiras para resgatar crianças que estavam sendo vítimas de abusadores americanos, ainda que os crimes não acontecessem em território nacional. Isso permitiu que Tim realizasse operações de resgate in loco, ajudando a combater o tráfico sexual de menores em uma escala mais ampla e eficaz. Anos depois, ele deixaria o serviço secreto para expandir seu trabalho em uma escala global.
E em uma entrevista recente ao psicólogo Jordan Peterson, Ballard revelou como se deu sua saída de Homeland e o que o motivou a expandir seu trabalho contra o tráfico sexual de crianças:
“Eu estava ficando atormentado, porque se eu não conseguisse achar alguma conexão com os Estados Unidos, se o caso não envolvesse uma criança americana ou um pedófilo americano, eu teria que voltar para casa. Mas a questão é que eu já havia sido exposto àquelas crianças, já havia sido exposto ao problema e isso sempre me deixava em conflito. E então, em 2012, eu me cansei de um caso específico e acabei indo mais longe do que deveria. […] Foi aí que tive uma conversa drástica com a minha esposa e disse: ‘se eu ficar aqui e completar essa operação, com ou sem meu distintivo – isso já não importava naquele momento -, eu vou conseguir fazer o trabalho e salvar crianças. Mas eu perderei meu emprego e temos seis filhos’. Isso foi um dilema moral que jamais vivi na vida”.
Com o apoio de sua esposa, Tim deixou o Departamento de Segurança Nacional e criou a Operation Underground Railroad, que trabalha em parceria com autoridades locais e realiza operações de resgate ao redor do mundo. Desde sua fundação, mais de 4.000 missões foram realizadas, resultando em mais de 6.500 prisões e 6.000 pessoas resgatadas.
Sucesso de bilheteria
O estrondoso sucesso de Sound of Freedom se tornou alvo das mais diversas especulações, com alegações de que os números de bilheteria seriam inflados.
Mas de acordo com o Box Office Mojo, o thriller criminal ultrapassou a marca de US$ 124 milhões apenas no mercado doméstico, em apenas 20 dias e duas semanas de exibição nos cinemas americanos. A conquista se torna ainda mais grandiosa, ao considerarmos que o filme está disponível em apenas 3.285 salas.
Um dos aspectos que, certamente, também ajudou a impulsionar a ida do público aos cinemas é a mensagem especial deixada por Jim Caviezel, como uma espécie de cena pós-créditos. No vídeo, o ator e intérprete de Tim Ballard convida a audiência a propagar o filme para mais pessoas, afirmando que as crianças da história são os verdadeiros herois e que o elenco e a equipe de apoio acreditavam tanto no filme, que eles enfrentaram diversas barreiras para chegar aos cinemas.
Ao final do vídeo, Caviezel pediu aos espectadores que pegassem seus celulares e acessassem o site na tela para comprar ingressos para outras pessoas, afirmando que as restrições financeiras não deveriam limitar as pessoas de assistirem ao filme. Essa tática de marketing altamente arriscada, em combinação com diversas aparições de Jim e Tim, fizeram efeito: depois de quase três semanas nos cinemas, Sound of Freedom se tornou o primeiro filme independente a ultrapassar a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias na era pós-pandemia, de acordo com a revista Variety.
Cristãos na Índia se reuniram em 10 de agosto para observar o ‘Dia Negro’, expressando sua oposição à negação de direitos fundamentais aos cristãos dalits e muçulmanos.
Esses grupos foram excluídos dos programas de ação afirmativa do governo indiano com base apenas em motivos religiosos. O ‘Dia Negro’ anual serve como um lembrete comovente de que essa discriminação religiosa deve acabar.
O protesto deste ano assumiu a forma de uma ‘manifestação silenciosa’ perto da Catedral do Sagrado Coração. Várias organizações, incluindo a Conferência dos Bispos Católicos da Índia (CBCI), o Conselho Nacional de Igrejas na Índia e o Conselho Nacional de Cristãos Dalit se uniram pela causa.
A reunião planejada no Jantar Mantar, um local de protesto tradicional, teve a permissão negada, solicitando um local alternativo.
O padre Vijay Kumar Nayak, secretário do escritório do CBCI para castas/classes retrógradas, falou com Christian Today, destacando a importância do protesto.
“Estamos mostrando nossa solidariedade com o sofrimento dos cristãos e muçulmanos dalits e continuaremos a lutar pela justiça desses pobres e marginalizados. Portanto, o movimento continuará até que tenhamos justiça”, disse Nayak.
Um painel crucial que atualmente analisa as demandas dos cristãos e muçulmanos dalits deve apresentar seu relatório em breve. Esta comissão está examinando a possibilidade de incorporar dalits cristãos e muçulmanos nas políticas de ação afirmativa da Índia.
“Somos totalmente contra a criação da comissão”, disse Nayak. “É uma tática de atraso que eles querem jogar e queremos que eles agilizem o assunto”, esclareceu.
A tradição de observar o dia 10 de agosto como um “Dia Negro” começou em 2009 entre os cristãos dalits, evoluindo ao longo do tempo para envolver várias denominações cristãs. Essa observância unificada protesta contra um decreto presidencial histórico de 1950, emitido na mesma data, que revogava os benefícios de reserva para indivíduos marginalizados que optassem por se converter do hinduísmo para outras religiões.
“Como foi em 10 de agosto de 1950 que este decreto foi aplicado, é um ‘Dia Negro’ para os cristãos e muçulmanos dalits”, disse Nayak ao Christian Today.
Dalits: injustiças históricas
O termo ‘Dalit’ significa ‘oprimido’, ‘quebrado’ ou ‘esmagado’, refletindo a profunda perda de identidade e dignidade que sofreram historicamente. Mais de um quarto da massiva população de 1,4 bilhão de habitantes da Índia compreende os dalits, muitas vezes chamados de “intocáveis”. Nascidos em uma vida de marginalização e violação dos direitos humanos, eles são relegados a tarefas subalternas em benefício das castas superiores.
Mahatma Jyotirao Phule cunhou o termo “Dalit” para substituir “Intocáveis”, com o objetivo de oferecer uma descrição mais compassiva e precisa. Após a independência, a constituição da Índia reconheceu esses grupos como “castas classificadas”, tornando-os elegíveis para consideração especial e ajuda do governo.
Atualmente, existem mais de 200 milhões de dalits na Índia. Eles enfrentam injustiças históricas devido à sua identidade baseada em castas. A política de reservas, uma iniciativa governamental baseada em cotas, busca corrigir isso por meio de ações afirmativas, garantindo igualdade de oportunidades para comunidades marginalizadas.
O conceito de reservas baseadas em castas na Índia tem uma história que remonta ao final do século 19, começando com os estados principescos. Após a independência, os artigos 15 e 16 da constituição indiana garantiram vagas em instituições educacionais e reserva de empregos para castas e tribos classificadas, garantindo oportunidades iguais.
No entanto, a Ordem da Constituição de 1950 (castas listadas) excluiu os cristãos e muçulmanos dalits dessa estrutura, uma contradição direta ao princípio da igualdade. Embora as emendas incluíssem sikhs e dalits budistas, as de fé cristã e muçulmana permaneceram excluídas, apesar de compartilharem o legado da discriminação.
“Isso é pura discriminação com base na religião”, enfatizou Nayak.
“Portanto, contestamos no Supremo Tribunal. Disseram-nos que o assunto seria tratado em 11 de julho, mas eles não o levaram”, acrescentou Nayak, aflito com os atrasos.
Depois de quase duas décadas, uma petição pendente de direitos civis perante a Suprema Corte continua a defender os direitos dos cristãos e muçulmanos dalits. Em resposta, a Suprema Corte nomeou uma comissão sob o comando do ex-presidente KG Balakrishnan em 2022 para avaliar essas demandas. Balakrishnan pretende apresentar um relatório abrangente em 2023.
A luta pelos direitos dos grupos marginalizados continua, simbolizando um esforço de 70 anos para alcançar a justiça, a igualdade e a unidade previstas na Constituição indiana.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Treze cristãos eritreus foram libertados da prisão depois de terem sido falsamente presos por 10 anos, de acordo com o ministério cristão The Voice of the Martyrs (VOM), que disse que os prisioneiros incluíam sete mulheres e seis homens que foram libertados como parte de uma campanha.
Os cristãos foram libertados cerca de duas semanas atrás, depois que a VOM pediu aos cristãos que orassem pela libertação de dois líderes da igreja da Eritreia e forneceu informações para ajudar os cristãos a entrar em contato com a Embaixada da Eritreia em nome dos cristãos presos, disse o ministério em um comunicado.
Depois que o ministério lançou a campanha em 22 de julho, mais de 10.000 pessoas responderam e, apenas seis dias depois, a VOM recebeu notícias de seus parceiros de ministério na Eritreia sobre a libertação dos 13 cristãos.
“Agradecemos ao Senhor pela liberdade desses irmãos e irmãs que foram libertados da prisão na Eritreia. Agradecemos a Ele por intervir em nome desses 13”, disse Todd Nettleton, porta-voz da VOM.
Nettleton, que se encontrou e entrevistou cristãos na Eritreia em 2004, expressou gratidão pelas 10.000 pessoas que responderam ao e-mail do ministério e encorajou os crentes a continuarem orando.
“Não pare de orar”, disse ele. “Ainda há mais de 300 cristãos nas prisões da Eritreia. Não deixe de ser uma voz para eles na Embaixada da Eritreia.”
Os pastores presos que foram o foco da campanha de redação de cartas, Pastor Haile Nayzgi e Kiflu Gebremeskel, também não foram libertados, esclareceu a VOM.
Perseguição aos cristãos
A Eritreia é classificada como uma “nação restrita” devido à perseguição contínua do governo aos cristãos, de acordo com o Guia Global de Oração de 2023 do ministério.
Todas as igrejas fora das denominações ortodoxa, católica e luterana foram fechadas pelo governo em 2002.
Em outubro passado, Dom Fikremariam Hagos, primeiro bispo da Eparquia Católica de Segheneity, pe. Abraham Habtom Gebremariam da Capuchin Society na cidade de Teseney, e pe. Mihretab Stefanos da Igreja de São Miguel em Segheneity foram presos, possivelmente porque os líderes católicos pediram justiça e reconciliação na Eritreia.
Os cristãos perseguidos da Eritreia geralmente desaparecem sem deixar vestígios, e as condições das prisões estão entre as mais duras do mundo. Os presos são mantidos em contêineres, e os crentes são muitas vezes torturados.
O presidente da Eritreia, Isaias Afewerki, membro da Igreja Ortodoxa Eritreia em Asmara, pertence a uma das três únicas denominações cristãs autorizadas a funcionar no país. Afewerki, 75, líder do partido Frente Popular para a Democracia e Justiça, tem a reputação de ser um autocrata implacável.
Sua política de restrições é motivada mais pelo medo de que a religião mobilize as pessoas como força política do que pela própria religião.
A organização global de vigilância Portas Abertas EUA informou anteriormente que possivelmente há mais de 1.000 cristãos presos na Eritreia, sem nenhum acusado formalmente.
Folha Gospel com informações de The Christian Post
Ser pai vai além de sustentar a família. É ter a responsabilidade de cuidar para ela chegue ao Céu. E para ter êxito nessa importante missão é preciso zelar para que a vida espiritual dos filhos e da esposa sejam sempre nutridos da fonte que é Jesus. Mas não é uma tarefa fácil. O estresse no trabalho, as contas a pagar e as tarefas a cumprir dentro de casa podem criar um abismo entre o ideal e o real.
“Como pais temos muitas responsabilidades advindas da paternidade, mas a tarefa mais importante de um pai é representar os atributos do caráter de Deus diante de seus filhos. Os filhos, especialmente as crianças e adolescentes, necessitam de direção e rumo. O pai que realmente ama, estará sempre presente para sinalizar o melhor caminho na estrada da vida”, orienta o pastor e pedagogo, Alacy Mendes Barbosa, líder do Ministério de Família na Divisão Sul Americana IASD, especialista em Psicologia organizacional e Recursos Humanos, pai e avô.
De acordo com o pastor, um pai precisa viver segundo o coração do Pai, colocando sempre Deus em primeiro lugar em sua vida, buscando nas Escrituras e na oração sabedoria para educar os filhos e conduzir a família e, principalmente, sendo exemplo. “Nossos filhos podem e devem ouvir nossas palavras, mas nosso exemplo eles não têm opção, serão diretamente afetados por ele”, afirma Barbosa.
Outro ponto apontado por ele é quanto a honrar a palavra. Todo pai deve cumprir o que promete aos seus filhos. “Promessas geram grande expectativa no coração de quem recebe. Quando não são cumpridas geram grande frustração e sensação de desamor. Deus promete e sempre cumpre, não importa o preço”, justifica.
Além disso, o pastor Alacy lembra que o pai deve corrigir o filho, mas sempre com amor e instrução para que a correção não seja em vão. A orientação vem da própria Bíblia em Efésios 6:4 que diz: “Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor”.
“Fazer o que é certo, na hora certa, da forma certa, na circunstância adequada, independente do que o filho ‘deseja’; fazer o que deve ser feito. Ser bondoso, não é ser ‘bonzinho’. Bonzinho é permitir que o filho faça conforme seu querer e isto poderá causar dor e destruição”, alerta o pastor.
Por último, o pastor ressalta que todo o pai com valores cristãos deve compartilhar a própria vida com seus filhos.
“Uma fantástica demonstração de amor, neste mundo caótico e agitado, é disponibilizar tempo para aqueles que dizemos amar. Dar coisas e presentes é bom, mas dar a minha vida é indispensável. Foi assim que Deus amou”, finaliza.
Não é verdade que o “chefe da ONU” afirmou em discurso recente que cristãos que não aceitarem a ideologia de esquerda e a legalização da pedofilia serão expulsos da sociedade. As peças de desinformação que fazem essa alegação distorcem o conteúdo de um relatório publicado pelo especialista independente da ONU em identidade de gênero e orientação sexual, Victor Madrigal-Borloz. No documento, o jurista defende que o direito à liberdade religiosa deve coexistir com o respeito à comunidade LGBTQIA+.
Posts que fazem essa alegação enganosa acumulavam ao menos 12 mil curtidas no Instagram até a tarde desta sexta-feira (11).
O especialista independente em identidade de gênero e orientação sexual da ONU, Victor Madrigal-Borloz, não afirmou em discurso recente que cristãos devem acatar os valores de esquerda e defender a legalização da pedofilia, caso não queiram ser excluídos da sociedade. Madrigal-Borloz, que é apontado como “chefe da ONU” pelas peças de desinformação, defendeu em relatório e em discurso na 53ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos que a liberdade religiosa deve coexistir com o respeito à comunidade LGBTQIA+.
No relatório “Orientação Sexual, Identidade de Gênero e Liberdade Religiosa” (leia aqui), Madrigal-Borloz afirma que, apesar de não possuir preconceitos que lhe são inerentes, a religião é muitas vezes colocada em um pólo antagônico ao dos direitos humanos da comunidade LGBTQIA+. Ele diz ainda que a fé não pode ser usada como “uma desculpa para práticas autocráticas e negação de direitos fundamentais” e defende que líderes religiosos se inspirem em bons exemplos já existentes para criar espaços inclusivos que permitam que a população LGBTQIA+ tenha acesso a práticas espirituais.
Em nenhum trecho do documento, o relator defende que cristãos devem acatar os ideais da esquerda ou ser favoráveis à legalização da pedofilia. Essas afirmações também não aparecem na fala do especialista durante participação na 53ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos.
Apontado como “chefe da ONU” pelas peças de desinformação, Madrigal-Borloz é, na verdade, um relator independente de direitos humanos, cujo título oficial é “Especialista Independente em proteção contra violência e discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero”, que não faz parte do quadro de funcionários da organização e não recebe salário por suas atividades. Jurista especializado na área, ele assumiu a função em 2017.
Então, o que o relatório da ONU significa para os cristãos e pessoas de outras religiões?
Em matéria publicada aqui no Folha Gospel, (leia aqui) Arielle Del Turco, diretora do Center for Religious Liberty (Centro de Liberdade Religiosa) na organização de defesa socialmente conservadora Family Research Council (Conselho de Pesquisa da Família) e co-autora de “Heroic Faith: Hope Amid Global Persecution“, chamou o relatório de “impressionante” e alertou que poderia lançar as bases para mais interferência religiosa da ONU.
Embora pretenda abordar a violência contra grupos identificados como LGBT, Del Turco disse que o relatório não fala sobre violência, mas sim “o fracasso de grupos religiosos em afirmar a identidade ou o comportamento LGBT”.
Outra questão preocupante, disse Del Turco, é que com este relatório, a ONU parece estar agindo como uma autoridade teológica ou ideológica para as religiões do mundo.
“Essencialmente, este especialista da ONU está dizendo a grupos religiosos que nós mesmos estamos interpretando nossas próprias religiões incorretamente e, na verdade, nossas religiões provavelmente afirmam alguns desses comportamentos LGBT, afirmam a ideologia de gênero”, disse ela. “Isso é excepcionalmente radical.”
Del Turco disse que muito do que está em jogo aqui não é apenas a liberdade religiosa, mas a liberdade de expressão.
Ela apontou para uma seção do relatório da ONU intitulada “discurso de ódio e incitação”, que inclui uma discussão sobre como as comunidades religiosas discutem os tópicos LGBT.
“Por exemplo, quando as comunidades cristãs falam sobre o pecado, de acordo com a leitura da Bíblia, isso é um problema para esses ativistas LGBT que agora dirigem as Nações Unidas”, disse ela.
“Acho que esta é apenas uma receita para mais e mais violações da liberdade religiosa em todo o mundo.”
Folha Gospel com informações de Terra e The Christian Post
Vitória Souza e Hytalo Santos (Foto: Instagram/Vitória Souza)
A pregadora e cantora Vitória Souza surpreendeu o público com sua pregação em uma celebração de aniversário nesta semana. O evento foi em homenagem ao digital influencer Hytalo Santos, que recentemente anunciou seu noivado com o conhecido MC Euro.
A informação é do site Portal do Trono.
A festividade também teve a presença da cantora gospel Nathalia Braga e da pastora Renalida Carvalho, que se destacou ao ungir o carro que MC Euro presenteou seu futuro marido.
Vitória Souza, além de entoar seus louvores, também dirigiu palavras ao aniversariante, provocando emoções profundas em Hytalo Santos, que não conteve as lágrimas diante das profecias da jovem pregadora.
“Um novo ciclo na vida dele é o tempo que chegou, com uma profecia que o Senhor plantou em meu coração. Um ato profético, não apenas um presente, marca o início de algo novo de Deus para ele, sua família e todos aqui presentes. Leve este presente como um símbolo para seu novo caminho, pois Jesus diz que um novo tempo começa em sua vida”, pregou ela.
“Deus pede que libere o perdão, permitindo um rompimento maior. Apesar das dificuldades e atrasos, Deus escolheu você desde o ventre de sua mãe, e Ele é o pai e abrigo que você precisa. Prepara um banquete para celebrar, pois Deus não apenas está agindo, mas continuará a agir. Receba esta Bíblia como símbolo profético, carregado de carinho e amor”, disse mais.
O casal LGBT, residente em João Pessoa, fez questão de convidar Souza, uma influente figura das redes sociais, especialmente no meio dos jovens evangélicos. Esta decisão gerou debates fervorosos entre os evangélicos, uma vez que a comunidade muitas vezes possui opiniões divididas sobre a aceitação e participação de figuras religiosas em eventos ligados ao público LGBT.