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Índia: pastor, esposa e filho de 3 anos são presos acusados de atrair pessoas inocentes ao cristianismo

Pastor Harendra Singh e sua esposa Priya. (Foto: Facebook/Harendra Singh)
Pastor Harendra Singh e sua esposa Priya. (Foto: Facebook/Harendra Singh)

Um pastor, sua esposa e seu filho foram presos por supostamente atrair pessoas inocentes ao cristianismo, violando uma lei anticonversão em Uttar Pradesh, o estado mais populoso da Índia, onde os cristãos representam apenas menos de 1% da população de 200 milhões.

O pastor, Harendra Singh, e sua esposa, Priya, foram detidos pela polícia e encarcerados junto com seu filho de 3 anos em 31 de julho, depois de serem acusados ​​de realizar uma reunião de oração em sua casa localizada na cidade de Haidargarh, disse um relatório da Union of Catholic Asian News.

Embora o pastor tenha negado a alegação de que estava atraindo pessoas inocentes para a fé cristã, a família foi presa por violar a Lei de Proibição de Conversão Ilegal de Religião de 2021 de Uttar Pradesh. Seu filho pequeno teve que ser preso com eles porque, na Índia, crianças de até 6 anos são frequentemente forçadas a viver com seus pais encarcerados, especialmente suas mães, disse a UCA.

“É lamentável que seu filho de 3 anos também tenha ido para a prisão com eles”, disse Dinanath Jaiswal, um ativista social que ajuda os cristãos perseguidos, à publicação.

Embora a Constituição da Índia “garante liberdade religiosa a todas as pessoas”, os legisladores estaduais de Uttar Pradesh explicaram em uma cópia da lei que seu estatuto anticonversão era necessário para proteger “pessoas crédulas”.

“No passado recente, muitos desses exemplos vieram à tona, onde pessoas crédulas foram convertidas de uma religião para outra por deturpação, força, influência indevida, coerção, sedução por meios fraudulentos”, disseram os legisladores estaduais.

Apesar de violar a lei internacional de direitos humanos, 12 dos 28 estados da Índia, incluindo Uttar Pradesh, têm leis anticonversão desde fevereiro, de acordo com a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos (USCIRF). Os outros são Arunachal Pradesh, Chhattisgarh, Gujarat, Haryana, Himachal Pradesh, Jharkhand, Karnataka, Madhya Pradesh, Odisha, Rajasthan e Uttarakhand.

Como essas leis são aplicadas em cada estado varia. Alguns estados aplicam as leis, enquanto outros, como Uttar Pradesh, ainda estão cobrando ativamente dos infratores. Alguns estados sem essas leis também estão considerando adotá-las.

De acordo com a Lei de Proibição de Conversão Ilegal de Religião de Uttar Pradesh de 2021, “ninguém deve converter ou tentar converter” outro indivíduo, diretamente ou de outra forma, por “deturpação, força, influência indevida, coerção, aliciamento ou por qualquer meio fraudulento”.

Os infratores da lei podem ser punidos com pena de prisão de até cinco anos e multa de 15.000 rúpias indianas ou US$ 180.

“As punições são reforçadas se um indivíduo converter ou tentar converter um menor, mulher ou pessoa pertencente a uma casta ou tribo listada, ou se ocorrer uma conversão em massa em violação da seção três”, explica o USCIRF. “O primeiro é punido com penas de prisão entre dois e 10 anos e multa de pelo menos 25.000 rúpias (US$ 300); o último é punível com penas de prisão entre três e 10 anos e multa de pelo menos 50.000 rúpias (US$ 600).

Outros casos

Líderes cristãos disseram à UCA que em 30 de julho, 15 cristãos, incluindo três pastores, foram detidos e encarcerados em incidentes separados.

O pastor Amarjeet Ram e cinco outros da vila de Balapur, no distrito de Ghazipur, também foram detidos e encarcerados por hospedar uma reunião de oração, e os apelos para libertá-los foram negados.

“Em dois outros incidentes, cinco cristãos foram presos e enviados para a prisão no distrito de Azamgarh e outros dois no distrito de Jhansi ”, disse Jaiswal, que disse estar planejando mais recursos judiciais. “É nojento que pessoas sejam presas por exercerem seu direito constitucional de seguir uma religião de sua escolha.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Silas Malafaia questiona STF por legislar sobre porte de drogas

Pastor Silas Malafaia
Pastor Silas Malafaia

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), gravou um vídeo contra o julgamento retomado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a descriminalização do porte de pequenas quantidades de drogas para consumo pessoal.

A ação questiona o artigo 28 da Lei de Drogas que criminaliza “quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar”.

Até o momento, há quatro votos favoráveis à descriminalização. Os ministros que votaram foram Gilmar Mendes, relator da ação, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

Para Malafaia, o assunto não é da competência do STF, mas sim do Congresso Nacional, que é o poder responsável por criar leis.

– Mais um absurdo do STF! Invasão de competência! Estão querendo legislar sobre a descriminalização da maconha. Não pertence a eles, pertence ao poder legislativo – disse o pastor.

E continuou:

– Agora preste atenção no que o ministro Alexandre de Moraes falou. Ele diz que “a questão do uso da maconha não prejudica terceiros”. Isso deve ser brincadeira! Eu quero fazer uma pergunta a Alexandre de Moraes e seus pares: o que é que eles entendem de pessoas que usam drogas e de famílias que têm dependentes de drogas? Não sabem nada!

O líder religioso comentou a respeito dos trabalhos feitos pelas igrejas com dependentes e seus familiares e pontuou que a maconha serve de entrada para drogas mais pesadas.

Ele questionou:

– Sabe o que vai acontecer? Vai aumentar a criminalidade. Gente roubando com faca, com revólver, com punhal, para ter dinheiro para comprar maconha. Aumento de crimes dentro de casa, aumento do poder de fogo dos traficantes. Quem vai vender maconha? O Estado que vai vender?

Outro ponto levantado pelo pastor foi a respeito das consequências com o aumento do consumo de drogas e os efeitos dessas substâncias ao cérebro.

Assista:

Fonte: Pleno News

Livro rebate a ideia de que o Cristianismo marginaliza as mulheres

Escritora Rebecca McLaughlin, autora do livro "O Jesus que as mulheres viram" (Foto: Reprodução)
Escritora Rebecca McLaughlin, autora do livro "O Jesus que as mulheres viram" (Foto: Reprodução)

Como é a presença da mulher na Bíblia? No livro “O Jesus que as mulheres viram”, a autora Rebecca McLaughlin, PhD em Literatura Renascentista, se propõe a mostrar como os Evangelhos concedem protagonismo e dignidade às mulheres. A autora defende que esses quatro livros (Mateus, Marcos, Lucas e João) formam a primeira fundação dos direitos da mulher.

Ao contrário de visões que propagam que os Evangelhos seriam “textos machistas que reduzem o verdadeiro papel das mulheres no ministério de Cristo”, McLaughlin evidencia como esses livros bíblicos estão repletos de histórias em que a participação feminina se destaca.

Livro “O Jesus que as mulheres viram”, de Rebecca McLaughlin.

Dessa forma, a escritora é contrária à ideia de que o Cristianismo marginaliza o público feminino. Segundo ela, os Evangelhos dão voz às discípulas que conheceram Jesus pessoalmente e foram testemunhas oculares dos fatos importantes.

Um exemplo que pode ser encontrado na Bíblia é o de Maria Madalena, que se tornou uma mulher fiel e foi uma das primeiras a ver Jesus ressuscitado. Há ainda Débora, a profetisa e juíza, que liderou o povo na guerra contra o rei de Canaã.

Rebecca McLaughlin põe em destaque como Cristo desafiou o costume no mundo antigo, em que as mulheres eram tratadas com indiferença. Dessa forma, os registros bíblicos vão na contramão do costume vigente à época e as tornam protagonistas de acontecimentos.

O livro oferece uma combinação de história, teologia, apologética e espiritualidade cristã, para evidenciar o papel das Escrituras na valorização das mulheres e o respectivo impacto positivo na sociedade. A publicação chegou ao Brasil pela Editora Mundo Cristão com lançamento em agosto. 

Sobre a autora

Rebecca McLaughlin é PhD em Literatura Renascentista pela Universidade de Cambridge e formada em Teologia pelo Seminário Oak Hill, em Londres. É autora de diversas obras, incluindo Confronting Christianity, considerado “Livro do Ano” de 2020 pela revista Christianity Today. É casada com Bryan e mãe de Miranda, Eliza e Lucas.

Para adquirir este livro, clique no link abaixo:

    Fonte: Comunhão

    Projeto de alfabetização faz mais de 3 mil pessoas lerem a Bíblia no Níger

    A Palavra de Deus está alcançando a população. (Foto: Reprodução/Paul Kiema/Bible Society)
    A Palavra de Deus está alcançando a população. (Foto: Reprodução/Paul Kiema/Bible Society)

    O Níger é um dos países alvos dos extremistas islâmicos, além disso, também está entre os países mais pobres da África Ocidental.

    Em junho deste ano, um golpe militar derrubou o presidente eleito democraticamente, Mohamed Bazoum, e deixou o país em crise.

    No entanto, apesar da tensão política, a população de maioria muçulmana está recebendo esperança através do Evangelho.

    Hassia, de 40 anos, contou como sua fé em Jesus aumentou a partir da iniciativa de evangelização da Sociedade Bíblica.

    A mãe de 40 anos tinha uma Bíblia na língua Hausa, mas não conseguia lê-la.

    “Se eu quisesse ouvir uma mensagem, teria que chamar meus filhos para que lessem para mim”, explicou ela.

    Alfabetização baseada na Bíblia

    Após frequentar uma das classes de alfabetização bíblica que fazem parte de um projeto de longo prazo da Sociedade Bíblica, Hassia testemunhou:

    “Antes eram apenas as crianças que liam a Bíblia para nós durante nossas orações matinais, mas agora eu sei ler e sou eu pessoalmente que leio a Bíblia”.

    E continuou: “E digo a vocês, Ela transformou minha vida espiritual. Estou mais perto do Senhor por meio de sua palavra”.

    As crianças continuam aprendendo a ler e escrever na escola, porém muitos adultos, especialmente nas áreas rurais, receberam pouca ou nenhuma educação formal.

    Segundo o site da Sociedade Bíblica, nas regiões rurais do Níger, como a aldeia de Hassia, até 92% da comunidade é analfabeta.

    Transformando vidas

    Hassia informou que sua capacidade de ler as Escrituras impactou sua família e amigos:

    “A interação com minha Bíblia transformou a vida das pessoas ao meu redor. Como agora entendo o que leio, posso orientar as crianças a entenderem também e ajudar meu marido a ler e lembrar as Escrituras enquanto estudamos juntos”.

    As aulas permitem que as pessoas sejam agentes de transformação, proclamando o Evangelho e ajudando as igrejas a crescerem.

    Como também, ajudam na educação dos cristãos no país para que possam desempenhar um melhor papel na sociedade.

    Desde 2019, 3.135 pessoas aprenderam a ler e escrever por meio da iniciativa cristã e a Sociedade Bíblica no Níger espera alcançar um total de 5.500 cidadãos.

    “Minha fé realmente cresceu conforme fui lendo e meditando na Palavra de Deus todos os dias. Obrigada por me ajudar”, concluiu Hassia.

    Fonte: Guia-me com informações de Bible Society

    Jurista diz que parceria entre SUS e religiões de matriz africana é inconstitucional

    O jurista Rodrigo Pedroso (Foto: Arquivo pessoal)
    O jurista Rodrigo Pedroso (Foto: Arquivo pessoal)

    Após o Conselho Nacional de Saúde (CNS) discutir e aprovar uma série de itens para as ações e serviços públicos de saúde, entre eles um que propõe parceria entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e terreiros de matriz africana, alguns juristas reagiram contra a inconstitucionalidade da Resolução 715/2023.

    Em entrevista ao Guiame, o jurista Rodrigo Pedroso diz ver problemas constitucionais quando o CNS, vinculado ao Ministério da Saúde, reconhece as “Unidades Territoriais Tradicionais de Matriz Africana (terreiros, terreiras, barracões, casas de religião, etc.) como equipamentos promotores de saúde e cura complementares do SUS”.

    “Eles estão criando um conceito e novas categorias, porque não existe um conceito legal de equipamento promotor de saúde e cura complementar do SUS”, diz o jurista de confissão católica.

    “O que eles querem dizer por esse conceito de equipamento promotor de saúde?”, questiona Pedroso, lembrando que esse tipo de estabelecimento deve possuir, por exemplo, condições de instalação de algumas máquinas, inclusive, capazes de ajudar no atendimento ao doente.

    Membro do centro de estudos de direito natural “José Pedro Galvão de Souza”, Pedroso levanta alguns pontos questionáveis na resolução do CNS, a começar por privilegiar uma única religião.

    Segundo o jurista, que exerceu funções na alta administração federal, há uma violação da laicidade do Estado, quando a Resolução 715/2023 cita apenas as religiões de matriz africana em sua proposta de equipamento colaborativo com o SUS.

    “Aqui nós vemos apenas as religiões de matriz africana, como eles dizem, sendo contempladas”, avalia, declarando que “isso é preocupante porque privilegia um segmento e determinado entendimento religioso, em face dos outros”.

    Print Resolução Nº 715 de 20 de julho de 2023 do Conselho Nacional de Saúde. (Ministério da Saúde)

    Proposta divisionista

    Pedroso destaca que outra questão é sobre a designação dada a esse grupo, como “povos tradicionais de matriz africana”, uma vez que os distingue dos demais brasileiros.

    “A Constituição brasileira quando usa a palavra povo, se refere, antes de mais nada, ao povo brasileiro, que é o titular da soberania nacional”, explica.

    “Eu vejo aqui um discurso meio divisionista, como se o Brasil abrigasse diversos povos, e me parece uma tentativa de separar brasileiros entre si”, argumenta Pedroso.

    “Isso é muito complicado, até quando a gente fala de um SUS que é um sistema único de saúde, [significa que] tem que abranger universalmente todos os brasileiros”, afirma.

    “Não se pode estabelecer categorias de povos diferentes dentro do mesmo país, até porque, essa é uma estratégia muito perigosa. Existem países que passaram por guerras civis justamente porque as pessoas não se consideravam o mesmo povo”.

    Laicidade do Estado

    Outro ponto levantado por Pedroso diz respeito à laicidade do Estado, prevista no artigo 19, inciso primeiro da Constituição Federal.

    “Esse artigo proíbe que o Estado mantenha relações de dependência, aliança ou subvencione financeiramente qualquer culto religioso”, diz.

    “Não obstante, o mesmo artigo traga a ressalva de colaboração quando há interesse público, por meio das instituições ou de organizações religiosas, a questão é que isso deve ser feito sem discriminação”, diz.

    “Esse princípio visa exatamente impedir o privilegiamento ou a discriminação de uma confissão religiosa em face das outras”, explica.

    “A Constituição pressupõe que haja igualdade de tratamento do Estado para com todos os segmentos e confissões religiosas, o que não nos parece haver aqui nesta proposta da Resolução 715”.

    ‘Medicina convencional’

    Pedroso evidencia outro ponto que é a “confusão entre tratamento de saúde e tratamento médico com as crenças próprias de uma religião”, pois, em sua opinião, “nem todas as crenças populares têm fundamento científico, e isso me preocupa, principalmente a questão das crianças e dos incapazes”.

    Para ele, esse tipo de abordagem dentro do terreno religioso abriria uma brecha para a “violação de direitos, que são inalienáveis, como o direito à saúde”, caso uma criança ou incapaz possa ser impedido de “ter acesso ao benefício da medicina convencional”.

    Pedroso questiona: “Até que ponto é legítimo, é legal, é constitucional, abandonar, por exemplo, crianças que estão sob o poder dos pais ou de outros incapazes [de buscar] os tratamentos conhecidos da medicina convencional, por serem substituídos por outros, baseados em crenças comunitárias?”

    Para ler a íntegra da Resolução 715/2023 do Conselho Nacional de Saúde, clique aqui.

    Fonte: Guia-me

    Câmara realiza sessão solene pelos 112 anos da Assembleia de Deus

    Câmara dos Deputados
    Câmara dos Deputados

    A Câmara dos Deputados realizou, nesta quinta-feira (3), a sessão solene em homenagem aos 112 anos da Igreja Assembleia de Deus. A data foi completada em junho, mas o evento não pôde ser realizado no prazo previsto.

    Dois requerimentos foram apresentados na Casa de Leis para homenagear a denominação evangélica que foi fundada em 18 de junho de 1911 pelos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren.

    O primeiro requerimento foi apresentado pelo deputado federal Raimundo Santos (PSD/PA) que conseguiu apoio de outros 52 deputados que também assinaram o pedido. O segundo foi requerido pela deputada federal Delegada Ione (Avante-MG).

    – Hoje, a Assembleia de Deus é a maior igreja pentecostal do Brasil, corresponde, em média, a pouco mais da metade dos evangélicos do País, e segue avançando para ter e ser uma resposta a tantas transformações e desafios que o futuro reserva – disse a deputada em sua justificativa.

    A sessão solene contou com a presença do pastor Samuel Câmara, presidente da Assembleia de Deus em Belém do Pará, a Igreja-Mãe das Assembleias. O deputado federal Silas Câmara (Republicanos-AM), presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) e o pastor João Adair Ferreira, do Ministério de Madureira.

    Assista:

    Fonte: Pleno News e Câmara dos Deputados

    Sequestradores no Haiti exigem US$ 1 milhão pela enfermeira cristã e sua filha

    A enfermeira americana Alix Dorsainvil (esquerda) e seu marido, Sandro Dorsainvil (direita), fundador e diretor da El Roi Academy and Institution Mixte Vwatizang Ayisyen Yo, um ministério cristão no Haiti. | El Roi Haiti
    A enfermeira americana Alix Dorsainvil (esquerda) e seu marido, Sandro Dorsainvil (direita), fundador e diretor da El Roi Academy and Institution Mixte Vwatizang Ayisyen Yo, um ministério cristão no Haiti. | El Roi Haiti

    Os sequestradores emitiram um pedido de resgate de US$ 1 milhão para a enfermeira americana e sua filha, que foram recentemente levadas por homens armados no Haiti.

    Alix Dorsainvil, de New Hampshire, trabalhava em Porto Príncipe com uma organização sem fins lucrativos como profissional médica quando ela e sua filha foram sequestradas de uma clínica administrada pelo ministério cristão El Roi Haiti.

    Uma paciente, Lormina Louima, disse aos repórteres: ‘Quando vi a arma, fiquei com tanto medo. Eu disse: ‘Não quero ver isso. Me deixar ir.'”

    De acordo com o Daily Mail, o porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, disse: “Obviamente, a segurança dos cidadãos americanos no exterior é nossa maior prioridade.

    ‘Estamos em contato regular com as autoridades haitianas. Continuaremos a trabalhar com eles e com nossos parceiros interagências do governo dos EUA.

    “Mas como é uma investigação policial em andamento, não há mais detalhes que eu possa oferecer”.

    Alix se formou no Regis College em Weston, Massachusetts. Ela é descrita por amigos como uma “‘pessoa profundamente compassiva” e “amorosa que considera o Haiti seu lar e o povo haitiano seus amigos e família” pela organização sem fins lucrativos.

    “Alix tem trabalhado incansavelmente como enfermeira comunitária para trazer alívio para aqueles que estão sofrendo enquanto ela ama e serve o povo do Haiti em nome de Jesus”, disseram amigos sobre ela.

    Ela é casada com o fundador e diretor da organização, Sandro Dorsainvil. Sandro foi criado na capital do Haiti antes de estudar nos Estados Unidos.

    No mesmo dia em que Dorsainvil foi sequestrado, o secretário de Estado, Antony Blinken, emitiu um comunicado, dizendo que havia uma ‘profunda preocupação com a situação [no Haiti], particularmente no que diz respeito à violência e às atividades das gangues’ durante uma reunião com sua contraparte australiana.”

    Oração pela enfermeira e sua filha

    O ministério de educação cristã no Haiti El Roi Haiti, do qual a enfermeira de New Hampshire Alix Dorsainvil e sua filha foram sequestradas enquanto ela trabalhava para o ministério “seguindo os passos de Jesus”, pediu mais orações por seu retorno seguro.

    “Por favor, continue orando conosco pela proteção e liberdade de Alix e sua filha. Enquanto nossos corações se partem por esta situação, também continuamos a orar pelo país e pelo povo do Haiti e pela libertação do sofrimento que eles enfrentam diariamente”, disse o ministério em um comunicado na segunda- feira.

    O ministério prometeu que não vai parar de orar até que a enfermeira e sua filha sejam liberadas.

    “Entregamos esta situação a Deus sabendo que Ele é bom, então até que Alix e sua filha voltem para nós com segurança, faremos como está escrito no Salmo 27:14 ‘Espera no Senhor; seja forte, tenha ânimo e espere no Senhor’”, observou o ministério.

    Folha Gospel com informações de Christian Headlines

    Crença em Deus, anjos, céu, inferno e diabo bate recordes mínimos, mostra estudo

    Mulher lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)
    Mulher lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)

    Uma nova pesquisa realizada pela Gallup — empresa global de pesquisa e opinião dos EUA — disse que quase 3 em cada 10 pessoas não acreditam no inferno ou no diabo.

    “A porcentagem de americanos que acreditam em Deus, anjos, céu, inferno e diabo caíram para os níveis mais baixos já registrados nas últimas duas décadas e a crença em Deus e no céu apresentou as quedas mais acentuadas”, mostram os resultados da pesquisa realizada com 1.011 adultos, entre 1 a 24 de maio deste ano.

    A divulgação dos resultados foi feita em julho, conforme o Christian Post, pela Gallup, destacando que muitos temas espirituais não são mais “atrativos entre os crentes”.

    Declínio da fé

    Conforme os dados apresentados, 74% dos entrevistados disseram acreditar em Deus, 69% acreditam em anjos, 67% expressaram crença na existência do céu, enquanto 58% disseram acreditar no diabo.

    Em 2001, a crença em Deus era de 90%, enquanto no céu era de 83%, a crença em anjos era de 79%, a crença no inferno foi de 71%, enquanto a crença no diabo foi de 68%.

    Quando comparada com a mesma pesquisa realizada pela Gallup, em 2001, pode-se verificar o declínio acentuado ao longo dos anos da crença em Deus e no céu. Já a crença no diabo e nos anjos caiu menos.

    ‘Incerteza e descrença’

    “Como a porcentagem de crentes caiu nas últimas duas décadas, os aumentos correspondentes ocorreram principalmente na descrença, com aumentos muito menores na incerteza”, escreveu Megan Brenan, consultora de pesquisa da Gallup.

    “Isso é verdade para todos, menos para a crença em Deus, que viu aumentos quase iguais em incerteza e descrença”, ela disse.

    Indivíduos que frequentavam a igreja com mais assiduidade e os republicanos eram mais propensos a acreditar em cada uma das cinco entidades religiosas (Deus, anjos, céu, inferno, diabo). Os protestantes também eram mais propensos do que os católicos a expressar sua crença.

    A maioria das pessoas que raramente ou nunca frequenta a igreja também acredita em Deus e nos anjos, mas menos da metade acredita no céu, no inferno e no diabo, conforme apontou a pesquisa.

    Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

    Santa Catarina institui Marcha para Jesus patrimônio cultural imaterial

    Marcha para Jesus em Balneário Camboriú (SC) - Foto: Reproduçao
    Marcha para Jesus em Balneário Camboriú (SC) - Foto: Reproduçao

    Em Santa Catarina, o governador Jorginho Mello (PL) sancionou a lei que oficializa a Marcha para Jesus como Patrimônio Cultural de natureza imaterial do Estado. Na última segunda-feira (31), uma solenidade na Casa d’Agronômica marcou o momento histórico.

    “As pessoas estão precisando cuidar mais da alma e da família. Fiz questão de realizar a sanção na Casa d’Agronômica para demonstrar o valor e o respeito que eu tenho por toda a classe evangélica de Santa Catarina e do Brasil”, afirmou Jorginho Mello ao destacar a importância da lei para a consolidação do evento.

    Vale destacar que o projeto sancionado é de autoria do deputado Sérgio Motta (Republicanos). A proposta foi aprovada, no dia 11 de julho, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), com ampla maioria de votos.

    “É uma alegria termos hoje a lei sancionada pelo nosso governador e queria agradecer também o apoio dos deputados da Alesc. A Marcha para Jesus é realizada em 200 países reunindo milhares e milhares de pessoas. Nada mais justo do que considerar e reconhecê-la como patrimônio imaterial”, afirmou Motta.

    O presidente do Conselho Estadual de Pastores, Leonardo Aluísio, disse que a aprovação da lei representa um presente para a população catarinense. Ele agradeceu a Deus e ao governador pelo ato assertivo. Em Florianópolis, a Marcha para Jesus está marcada para o dia 4 de novembro, com expectativa de reunir milhares de pessoas.

    No Brasil, a Marcha para Jesus teve início em 1993, sendo o maior evento evangélico do país. A iniciativa está presente em mais de 200 países. Aberto ao público, a proposta destaca a paz, a família e, claro, os valores de Cristo.

    Fonte: Comunhão

    Papa Francisco se reúne com vítimas de abusos sexuais em Portugal

    Papa Francisco (Foto: Reprodução/Vaticano)
    Papa Francisco (Foto: Reprodução/Vaticano)

    Em seu primeiro dia em Lisboa para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), o papa Francisco se reuniu, nesta quarta-feira (2), com vítimas de abusos sexuais de menores cometidos por membros do clero português. Há seis meses, foi divulgado um relatório sobre esses crimes.

    Cerca de 80% dos habitantes de Portugal se definem como católicos.

    “O encontro aconteceu em um ambiente de escuta intensa e durou mais de uma hora”, afirmou Vaticano.

    Mais cedo, em discurso, o papa disse que “a desilusão e aversão que muitos nutrem em relação à Igreja, se deve, às vezes, ao nosso mau testemunho e aos escândalos que desfiguraram o seu rosto e que nos chamam a uma humilde e constante purificação, partindo do grito de sofrimento das vítimas, que sempre se deve acolher e escutar”.

    Em fevereiro, um relatório de uma comissão de especialistas independentes revelou que 4.815 menores foram vítimas de abusos sexuais em um contexto religioso desde 1950. As agressões foram ocultadas pela cúpula eclesiástica de forma sistemática, segundo o documento.

    O encontro do papa é uma tentativa de indicar que a Igreja do país tenta se reconciliar após essas revelações, disse a Conferência Episcopal do país.

    Guerra na Ucrânia

    Em seu primeiro discurso ante autoridades políticas de Portugal e o corpo diplomático, Francisco pediu que a Europa seja “uma construtora de pontes” para a paz na Ucrânia.

    “O mundo precisa da Europa, da verdadeira Europa. Precisa do seu papel de construtora de pontes e de paz”, disse o pontífice, que defendeu reiteradamente o fim do conflito iniciado com a invasão russa à Ucrânia em fevereiro de 2022.

    A agenda apertada de Francisco, 86, que se submeteu há dois meses a uma cirurgia no abdômen, começou com um encontro com o presidente de Portugal, o conservador Marcelo Rebelo de Sousa, no Palácio de Belém. Nos arredores, centenas de jovens peregrinos o aguardavam desde cedo ao som de tambores e canções.

    Encontro com fiéis

    Nos últimos dias, a capital portuguesa se encheu de grupos coloridos de jovens que desembarcaram de todos os continentes para participar de encontros festivos, culturais e espirituais.

    A missa de abertura – celebrada ontem, ainda sem Francisco – reuniu 200 mil peregrinos em um parque da cidade, segundo a polícia portuguesa.

    O primeiro grande encontro do religioso com os jovens acontecerá na tarde desta quinta-feira, em cerimônia no mesmo local, da qual poderiam participar 750 mil fiéis, segundo projeções de autoridades locais.

    A menos de dois meses do começo, em Roma, de uma assembleia que irá discutir o futuro da Igreja, a JMJ atuará como um termômetro da posição dos jovens católicos em relação a questões como o tratamento das pessoas LGBTQIA+, o fim do celibato e a posição das mulheres.

    Fonte: G1

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