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Criadores de “The Chosen” anunciam 10 novos projetos cristãos

“The Chosen” é uma série baseada no relato bíblico do evangelho de Jesus Cristo. (Foto: Divulgação”.
“The Chosen” é uma série baseada no relato bíblico do evangelho de Jesus Cristo. (Foto: Divulgação”.

A produtora Angel Studios comemorou o sucesso inovador do último ano anunciando que estão preparando novos projetos originais.

A empresa contou a novidade em seu evento anual “Illuminate Event”, em Utah, nos Estados Unidos, para seus investidores na última quinta-feira (11), informou o site Christian Headlines.

Um dos projetos apresentados pela criadora de “The Chosen” é “Founders” (“Fundadores”), que fala sobre as origens dos EUA. Será produzido pelo diretor de “Jesus Revolution”, Andy Erwin, o único diretor na história do cinema a receber quatro notas A+ CinemaScore.

Andy também produzirá um projeto anunciado anteriormente: “Truth and Conviction” (“Verdade e Convicção”), que conta a história de um grupo de amigos que se opuseram a Hitler.

O ator Neal McDonough, de “Capitão América: O Primeiro Vingador”, irá atuar em “Homestead”: “Uma história distópica do poder da família na panela de pressão de um apocalipse”, disse a Angel Studios.

“Quantas vezes você consegue ligar qualquer canal ou serviço de streaming e não tem medo do que seus filhos estão prestes a ver? Essa é a Angel, e isso é por causa de vocês”, disse Neal, pai de cinco filhos.

Premiações e novos lançamento nos EUA 

A produtora anunciou as datas de lançamento nos cinemas dos EUA de dois filmes originais: “Sound of Freedom” (4 de julho) e “The Shift” (janeiro de 2024). 

“Sound of Freedom”, estrelado por Jim Caviezel de “A Paixão de Cristo”, conta a história real de um ex-agente do governo que largou seu emprego para resgatar crianças do tráfico sexual. 

“The Shift”, estrelado por Neal McDonough e Kristoffer Polaha de “Jurassic World Dominion” e “Mulher Maravilha 1984”, foi apresentado como um filme de ficção científica cheio de esperança. 

Também é estrelado por Sean Astin, Rose Reid e Elizabeth Tabish, atriz que interpreta Maria Madalena em “The Chosen”.

A série “Tempest” ganhou o “Guild Award” como a série de maior classificação votada pelos investidores.

Já o filme “His Only Son” (“Seu único filho”), lançado pela divisão teatral da Angel, ganhou o prêmio de melhor filme.

“Deus é bom. Ele está mudando absolutamente o entretenimento. Ele está formando uma nova Hollywood”, disse Bryan Engram, diretor de “Tempest”, aos investidores. 

Projetos originais anunciados no evento 

“Founders” (“Fundadores”): uma série de Erwin sobre as origens dos Estados Unidos. 

“Truth and Conviction” (“Verdade e Convicção”): conta a história de um grupo de amigos que se opuseram a Hitler.

“The Testament” (“O Testamento”): Uma alegoria animada de várias estações dos sete pecados capitais.

“Drybar Unscripted” (“Drybar Sem Roteiro”): Uma série de comédia de improvisação que expande a popular marca de cosméticos Drybar.

“Gabriel And The Guardians” (“Gabriel e os Guardiões”): Uma saga épica ao estilo anime baseada nos Pergaminhos do Mar Morto.

“The Axiom Chronicles” (“As Crônicas do Axioma”): Uma série animada que se assemelha à história de Moisés no Antigo Testamento.

“Quitters” (“Desistentes”): Um drama de várias estações narrando o lado humano da superação de vícios.

“Live Not By Lies” (“Não viva por mentiras”): Uma série de documentários explorando as histórias de dissidentes na Europa Oriental Comunista.

“Telegram” (“Telegrama”): Um thriller de longa-metragem sobre o sacrifício de um padre para manter o cristianismo vivo na Romênia comunista.

“After Death” (“Após a Morte”): Um documentário explorando experiências de quase-morte e realizações sobre a vida além desta.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Headlines

Lagoinha pode perder 70 igrejas filiadas e mais de 10 mil membros

Pastor Márcio Valadão e seu filho André Valadão (Foto: Reprodução)

Após uma série de desligamentos e discordâncias em relação à liderança do pastor André Valadão, a igreja Lagoinha Global enfrenta um momento de crise.

A mais recente baixa na congregação foi a saída do pastor Júlio Toledo, líder da antiga Lagoinha Pampulha. A polêmica em torno da liderança de Valadão e a mudança estratégica da igreja têm sido os principais pontos de discórdia.

As informações são dos sites Portal do Trono e Fuxico Gospel.

Em um discurso emocionado, o pastor Júlio Toledo anunciou sua saída da Lagoinha Global e a formação de uma nova congregação independente chamada Pampulha Church. Durante seu relato, ele compartilhou suas reflexões e motivações por trás dessa decisão.

Toledo começou relembrando que, há alguns anos, teve uma visão que nunca havia mexido tanto com seu coração. Ele e sua esposa oraram a Deus em busca de “clareza e direção”. Segundo ele, o propósito de sua permanência na Lagoinha não se alinhava mais com sua missão original.

O pastor mencionou a visão do pastor Márcio Valadão, fundador da Lagoinha Global, de levar a igreja para os bairros e cuidar das pessoas em pequenos grupos. Toledo destacou sua dedicação em pastorear nessas circunstâncias, mas mencionou que, em 2022, Márcio entregou a liderança da igreja para o pastor Flavinho.

No entanto, o ponto crítico da narrativa de Toledo foi quando o pastor André Valadão, residindo nos Estados Unidos, assumiu a liderança da Lagoinha Global, substituindo o pastor Flavinho. Isso levantou questões sobre a eficácia e a conveniência dessa liderança distante para a congregação local.

O pastor expressou preocupação com as imposições e a condução da igreja por parte da liderança global, mencionando que não eram convenientes para os membros locais. Ele disse que a visão original do pastor Márcio, de cuidar das pessoas de perto, já não estava sendo cumprida. Isso levou a uma decisão coletiva entre a Pampulha Church e outras igrejas de se desligarem da Lagoinha, segundo o pastor.

Toledo encerrou sua fala reforçando que a nova congregação manterá o mesmo trabalho, com ele como pastor, e enfatizou que a pomba, símbolo da Lagoinha, não deve ser o foco da vida dos fiéis, mas sim Jesus. Ele concluiu declarando que a partir daquela quarta-feira, a Pampulha Church seguirá em frente.

A extensão desta crise na igreja Lagoinha torna-se mais evidente com a estimativa do pastor Toledo de que cerca de 70 igrejas estão se desligando da denominação. Isso pode resultar em uma perda de mais de 10 mil membros para a Lagoinha, o que certamente impactará significativamente a igreja.

O futuro da Lagoinha Global e a liderança de André Valadão agora estão diante de um desafio sem precedentes. Será crucial ver como eles responderão a essa crise e que medidas serão tomadas para restabelecer a confiança e a coesão dentro da comunidade da igreja.

Assista abaixo o pronunciamento do pastor:

Fonte: Portal do Trono e Fuxico Gospel

Justiça proíbe leitura da Bíblia em Câmara Municipal

Bíblia Sagrada
Bíblia Sagrada

A obrigação de leitura da Bíblia na Câmara Municipal viola os princípios da laicidade estatal, da isonomia e do interesse público, segundo o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo. Por isso, anulou um artigo de uma lei da cidade de Engenheiro Coelho, interior do Estado, que previa a leitura de versículos bíblicos antes do início das sessões na Câmara. A decisão foi por unanimidade.

A ação contra o Poder Legislativo Municipal foi movida pela Procuradoria-Geral de Justiça, que apontou violação ao princípio da laicidade estatal, “da qual deriva o dever subjetivo público de neutralidade governamental”. O órgão pontuou ainda que o poder público deve se abster de criar preferência por determinada religião, uma vez que a Constituição aborda a pluralidade de crenças e a liberdade religiosa.

O pedido foi atendido pela relatora da matéria, a desembargadora Marcia Dalla Déa Barone. A magistrada concordou com os argumentos e afirmou que o dispositivo violou o princípio da laicidade estatal, que decorre da liberdade religiosa disposta no artigo 5º, inciso VI, da Constituição Federal, afrontando também o artigo 19, inciso I, da Constituição, que é de observância obrigatória pelos entes federados.

  • “A expressão ‘leitura da Bíblia Sagrada’ constante no aludido dispositivo contraria os princípios constitucionais da administração pública, notadamente os da isonomia e do interesse público dispostos no artigo 111 da Constituição Bandeirante, correspondente ao artigo 37, ‘caput’, da Constituição Federal”, destacou a desembargadora.

Embora o ritual de leitura da Bíblia possa ser considerado costume na Câmara, já que consta do Regimento Interno desde 1993, Barone considerou que “a liberdade de religião abrange, inclusive, o direito de não ter religião, como bem ressaltado no parecer da Procuradoria-Geral de Justiça”.

Na visão da relatora, a liberdade de crença pode e deve ser exercida pelos parlamentares livremente. No entanto, a desembargadora afirmou que não se pode impor determinada religião como regra dentro da Câmara Municipal, durante as sessões públicas. Isto porque a administração pública não pode impor cultos ou igrejas ou manter com eles relações de dependência ou aliança.

Para finalizar, Barone considerou “a exigência de leitura da Bíblia dentro da Câmara Municipal equivale à imposição de determinada religião a todos, em desrespeito aos que não comungam da mesma crença, o que é incompatível com a neutralidade governamental imposta no artigo 19, inciso I da Constituição Federal”.

Fonte: Comunhão

Policiais interrompem cultos e prendem pastores na China

Pastor Huang Xiaoning com as autoridades. (Foto: Reprodução/China Aid)
Pastor Huang Xiaoning com as autoridades. (Foto: Reprodução/China Aid)

No último dia 7 de maio, autoridades invadiram simultaneamente cinco igrejas na China. Com a interrupção do culto de domingo, presbiteros, pregadores e membros foram retirados do local e levados à delegacia para prestar depoimento.

Policiais e outras autoridades invadiram as congregações da Igreja Reformada da Bíblia de Guangzhou. O pastor Huang Xiaoning estava pregando na filial de Yuexiu quando a polícia chegou. Eles pediram ao líder e a outros crentes que parassem de adorar.

“Alugamos este local para o culto de domingo. Você não tem o direito de invadir este lugar”, disse o pastor.

Os funcionários do Gabinete para os Assuntos Religiosos local tinha uma cópia do Regulamento dos Assuntos Religiosos: “Estou a fazer cumprir a lei. Eu tenho o direito de inspecionar este lugar. Esta é uma aplicação conjunta da lei com o Departamento de Segurança Pública”.

O pastor Huang afirmou que a invasão era uma “intrusão ilegal”, pois “os cidadãos da República Popular da China desfrutam da liberdade de crença religiosa”.

Portanto, o líder alegou que os regulamentos de Assuntos Religiosos violaram a Constituição. Lin, do Departamento de Assuntos Religiosos.

Segundo a China Aid, “a Constituição determinou que os cidadãos gozam da liberdade de crença religiosa, mas não determinou que esses cidadãos gozem da liberdade de atividades religiosas”.

Os cristãos gravaram vídeos da ação e alguns policiais tentaram bloquear as câmeras de seus celulares, enquanto outros disseram aos crentes que não tinham permissão para filmar.

Os membros da igreja informaram que o objetivo dos vídeos era a supervisão da aplicação da lei, então os oficiais permitiram que eles gravassem.

Interferência religiosa

Um dos cristãos presentes no culto desafiou a polícia dizendo: “Por que você não vai atrás de criminosos? Por que vocês vêm atrás de nós? Somos todos cidadãos cumpridores da lei”.

“Não interferimos em suas crenças religiosas”, disse um funcionário do Departamento de Assuntos Religiosos.

O crente respondeu: “Você está interferindo com nossas crenças religiosas agora”.

De acordo com a China Aid, o proprietário do local vetou a permanência da igreja em seu terreno pois não tinha certeza se a igreja infringiu alguma lei.

O pastor Huang respeitou sua decisão e pagou pela hora que permaneceram utilizando a área, e também pediu o reembolso das quatro horas previamente combinadas.

Depois que a polícia registrou todos os depoimentos, a maioria dos crentes foram liberados.

A Igreja Reformada da Bíblia de Guangzhou se recusou a se juntar à Igreja das Três Autonomias da China.

Com isso, em julho de 2018, o Bureau de Assuntos Religiosos e agentes de segurança nacional tomaram o prédio da igreja.

Em novembro do mesmo ano, o pastor Huang foi detido por cinco dias em uma prisão acusado de obstruir a aplicação da lei.

Contudo, os cristãos não pararam de se reunir. Toda semana eles mudavam de local, realizando cultos de domingo em diferentes restaurantes.

Apesar da perseguição, o número de crentes aumentava gradativamente.

Fonte: Guia-me com informações de China Aid

Esposa de Tim Keller pede orações enquanto pastor enfrenta complicações no tratamento do câncer

Tim Keller é pastor da Igreja Presbiteriana Redeemer, em Nova York. (Imagem: Youtube / Reprodução)
Tim Keller é pastor da Igreja Presbiteriana Redeemer, em Nova York. (Imagem: Youtube / Reprodução)

Kathy Keller, a esposa do pastor Tim Keller, está pedindo orações após o escritor sofrer complicações durante o tratamento contra o câncer.

No sábado (13), Kathy compartilhou atualizações do quadro de saúde de Keller no Twitter. “Tim saiu do hospital e está se recuperando em casa após complicações de seu tratamento. Por favor, continue orando durante esta lenta recuperação”, escreveu ela.

O câncer de pâncreas grau 4 foi diagnosticado em maio de 2020, aos seus 70 anos de idade.

Em março deste ano, Tim revelou que novos tumores haviam se desenvolvido e precisou retornar ao Instituto Nacional do Câncer em Bethesda, para passar por outra etapa de imunoterapia — tratamento contra o câncer que visa combater o avanço da doença pela ativação do próprio sistema imunológico do paciente.

Na época, o pastor disse que já havia passado pelo mesmo tratamento. “Foi bem sucedido na erradicação de 99% dos tumores. No entanto, novos tumores se desenvolveram”, compartilhou ele em uma postagem no Facebook.

E sobre os novos tumores explicou: “Eles estão infelizmente em alguns lugares bastante inconvenientes, então os médicos nos incentivaram a passar pelo tratamento novamente, desta vez visando um marcador genético diferente do câncer”.

Avivamento pessoal

Apesar da descoberta da doença em estágio avançado, o pastor enxerga o lado positivo e disse que sua vida de oração foi transformada.

Desde que iniciou sua luta contra o câncer, Timothy continuou escrevendo e ensinando sobre raça, relações sociais, injustiça sistêmica e sexualidade. Seu último livro lançado foi “Forgive”, onde o autor tratou sobre o perdão como uma parte essencial da vida cristã.

De acordo com Collin Hansen, editor-chefe da The Gospel Coalition, Keller ainda deseja escrever sobre muitos assuntos.

“Temos orado o tempo todo por mais uma década de ministério enérgico. Parece que o trabalho espiritual que Deus fez em sua vida através do câncer foi uma espécie de avivamento pessoal”, declarou Collin, ao The Christian Post.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post

Educadoras são demitidas por expressarem crenças contra ideologia de gênero

Katie Medart e Rachel Sager. (Foto: Reprodução/ADF)
Katie Medart e Rachel Sager. (Foto: Reprodução/ADF)

As educadoras Katie Medart e Rachel Sager foram demitidas de suas funções pelo Distrito Escolar de Oregon (EUA) por compartilharem suas crenças. Mais tarde, o distrito teve que reintegrá-las, mas em posições inferiores.

Katie Medart foi professora na North Middle School em Grants Pass, Oregon, e Rachel Sager atuou como diretora assistente na mesma escola. As duas expressaram seu amor pelo trabalho com crianças e disseram que estavam buscando a melhor educação possível.

As educadoras viram funcionários eleitos nos níveis federal, estadual e local promoverem leis e políticas coagindo os educadores a adotar uma ideologia de gênero radical.

Katie e Rachel acreditam firmemente que essa ideologia prejudica as crianças, e elas queriam compartilhar essas preocupações e propor melhores políticas na esperança de fazer uma mudança.

‘Luta pelo direito das crianças’

As duas profissionais alegam que as políticas de identidade de gênero sugeridas pelo governo estadual colocam as crianças em perigo: “Por exemplo, as políticas propostas que forçariam as meninas a compartilhar banheiros com os meninos e vice-versa na escola violam a privacidade dos alunos e ameaçam sua segurança”.

Além disso, Katie e Rachel acreditam que forçar os professores a usar pronomes incompatíveis com o sexo do aluno viola os direitos dos professores e incentiva as crianças a ignorar a realidade.

Para resolver suas preocupações, as professoras iniciaram um movimento de base chamado “Eu resolvo” para falar sobre questões de política educacional de identidade de gênero e oferecer soluções que permitiriam aos professores continuar ensinando sem violar suas crenças.

Elas também defenderam os direitos dos pais de controlar a criação e educação de seus filhos. Usando seu próprio tempo e recursos, a dupla postou um vídeo em seu site explicando as soluções propostas.

Logo depois, o Grants Pass School District começou a receber reclamações de pessoas que discordavam de Katie e Rachel. Em vez de defender o direito delas, o distrito escolar cedeu à multidão.

Sobre o processo

Em junho de 2021, os advogados do Pacific Justice Institute (PJI) entraram com uma ação no tribunal distrital federal em nome de Katie e Rachel. Infelizmente, o tribunal distrital decidiu a favor do distrito escolar, determinando que os administradores poderiam punir Katie e Rachel por falarem livremente sobre suas crenças.

“Mas punir as educadoras por expressarem suas opiniões sobre a política educacional só porque alguns não gostaram do que elas tinham a dizer vai contra a Primeira Emenda”, defendem os advogados.

Os advogados da Alliance Defending Freedom (ADF) fizeram parceria com a PJI para defender a liberdade de expressão de Katie e Rachel. Elas recorreram da decisão do tribunal distrital ao Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos Estados Unidos.

Fonte: Guia-me com informações de Alliance Defending Freedom

Mortos em seita de jejum sobem para 201, no Quênia

Mulheres cristãs na África
Mulheres cristãs na África

Subiu para 201 o número de pessoas mortas em práticas de jejum extremo promovidas por uma seita religiosa no Quênia, informou neste sábado (13) a prefeita regional, Rhoda Onyancha. O total foi contabilizado após a descoberta de mais 22 corpos.

Os mortos faziam parte da Igreja Internacional das Boas Novas. O fundador da igreja, Makenzie Nthenge, incentivou os seguidores a fazerem jejum total “para conhecer Jesus”, segundo as investigações.

Rhoda Onyancha afirmou que 26 pessoas já foram detidas por envolvimento no caso, incluindo Nthenge, que foi preso em 14 de abril, após a descoberta das primeiras fossas.

Entre os detidos, estão também membros de uma “gangue de capangas”, que vigiavam para que ninguém quebrasse o jejum ou tentasse fugir da floresta de Shakahola (local das mortes), acrescentou a prefeita.

Ela disse ainda ter recebido denúncias de cerca de 600 pessoas desaparecidas — algumas delas de aldeias próximas à floresta. Também afirmou que as buscas por outros corpos serão interrompidas por dois dias para reorganizar a investigação. A procura será retomada na terça-feira (16).

As necropsias feitas até o momento revelaram que a maioria das vítimas, incluindo várias crianças, morreram de fome, embora também haja indícios de pessoas estranguladas, espancadas ou sufocadas, segundo o legista do governo, Johansen Oduor.

Parte dos corpos localizados no início das buscas estava em uma vala comum na floresta de Shakahola, onde o grupo costuma se reunir para realizar cultos. Os investigadores chegaram à região após uma denúncia.

No dia 23 de abril, uma mulher que se recusava a ingerir alimentos e com sinais de fraqueza foi encontrada e levada por autoridades a um hospital.

Outros 11 fiéis, sete homens e quatro mulheres de entre 17 e 49 anos, tinham sido hospitalizados na semana anterior, após também serem encontrados na floresta.

Uma fonte policial afirmou no fim de abril que Nthenge, fundador da igreja, havia iniciado uma greve de fome e que estaria “orando e jejuando” durante a prisão.

Em um relatório no início das investigações, a polícia apontou ter recebido informações sobre várias pessoas “mortas de fome com o pretexto de conhecer Jesus depois que um suspeito, Makenzie Nthenge, pastor da Igreja Internacional da Boa Nova, fez nelas uma lavagem cerebral”.

De acordo com a mídia local, Makenzie Nthenge já havia sido detido e indiciado no mês passado depois que duas crianças da seita morreram de fome. No entanto, ele pagou uma fiança de 100.000 xelins quenianos (cerca de R$ 3,7 mil) e foi liberado.

Fonte: G1

Portugal aprova descriminalização da eutanásia

Eutanásia
Eutanásia

O Parlamento português aprovou nesta sexta-feira (12) a versão final de uma lei que descriminaliza a eutanásia.

Com isso, o país se junta aos poucos no mundo que permitem a uma pessoa com uma doença incurável acabar com a sua vida.

A lei foi aprovada principalmente graças aos socialistas, que têm maioria absoluta, por 129 votos a favor e 81 contra, num total de 230 deputados na câmara portuguesa.

“Confirmamos uma lei que foi votada várias vezes por uma grande maioria”, comemorou a deputada socialista Isabel Moreira, uma das principais promotoras da descriminalização da eutanásia.

De acordo com a nova lei, pessoas com mais de 18 anos poderão solicitar assistência para morrer se tiverem de uma doença terminal e um sofrimento insuportável.

Abrangeria apenas aqueles que sofrem de dores “duradouras” e “intoleráveis”, a menos que não sejam considerados mentalmente capacitados para tomar uma decisão. Aplica-se a cidadãos portugueses e residentes legais, e não a estrangeiros que venham ao país em busca de suicídio assistido.

Este tópico dividiu Portugal – tradicionalmente católico – e enfrentou a forte oposição do presidente conservador Marcelo Rabelo de Sousa, um católico praticante.

O projeto de lei foi aprovado pelo Parlamento português quatro vezes nos últimos três anos, mas foi devolvido para revisão constitucional devido à oposição do presidente.

Para evitar o veto do chefe de Estado, que agora tem oito dias para promulgar o texto, os socialistas decidiram votar pela segunda vez no mesmo projeto de lei.

Após a publicação dos decretos de execução, a lei poderá entrar em vigor no outono, segundo estimativas citadas na imprensa local.

Rápida aprovação

Rebelo de Sousa vetou projetos anteriores por terem “conceitos excessivamente vagos”, alegando depois que a linguagem usada para descrever condições terminais eram contraditória e demandavam esclarecimentos.

A nova versão da lei estabelece que a eutanásia só é permitida nos casos em que “o suicídio medicamente assistido é impossível devido à incapacidade física do paciente”.

Rebelo de Sousa pediu aos legisladores que especificassem quem certificará se um paciente é fisicamente incapaz de suicídio assistido, mas desta vez os legisladores recusaram-se a modificar o texto.

“A adoção desta nova lei foi relativamente rápida em comparação com outros grandes países”, disse Paulo Santos, membro da organização “Direito de Morrer com Dignidade”.

Entretanto “a luta não para por aí”, acrescenta, porque muitos médicos poderiam usar a objeção de consciência para evitar a prática da eutanásia, como alguns fazem no caso do aborto, que foi legalizado em referendo em 2007.

Os críticos assinalam que o tema não foi submetido a referendo e esperam que os legisladores da oposição voltem a pedir ao Tribunal Constitucional a revisão do projeto.

“É um capricho dos deputados que não quiseram ouvir ninguém”, afirmou José Seabra Duque, membro da Federação Portuguesa pela Vida.

A eutanásia e o suicídio assistido são autorizados apenas em alguns países europeus, como Espanha, Bélgica, Luxemburgo e Holanda.

Fonte: G1

Casal cristão é liberto da prisão após novo julgamento, no Irã

Sara Ahmadi e Homayoun Zhaveh. (Foto: Article 18)
Sara Ahmadi e Homayoun Zhaveh. (Foto: Article 18)

O casal condenado no Irã por organizar uma igreja doméstica, Homayoun Zhaveh e a esposa Sara Ahmadi, foi finalmente liberto, na última terça-feira (9). O caso foi reaberto pela Suprema Corte do Irã.

O pastor Homayoun tem 64 anos, é de origem muçulmana e enfrenta um quadro grave de doença de Parkinson. Ele e a esposa estavam na prisão de Evin, em Teerã, capital do país.

Homayoun foi condenado a 2 anos de prisão e Sara a 8 anos, em agosto de 2022, por pregarem o Evangelho aos iranianos. Depois de duas tentativas frustradas, no mês passado, perto da Páscoa, o casal recebeu a oportunidade de um novo julgamento.

O juiz afirmou que “reunir pessoas da mesma fé é natural” e que a posse de literatura cristã, que foi um dos motivos da condenação, “faz parte da prática de fé deles”.

‘Abuso de poder’

Conforme a Portas Abertas, o relatório dos oficiais do Ministério da Inteligência sobre organização e participação de igrejas domésticas não são considerados como atos contra a segurança nacional.

“A lei não reconhece essas ações como atividades criminosas”, disse o juiz. Além das evidências insuficientes para incriminá-los, os advogados do casal reforçaram que nas igrejas domésticas, eles apenas “prestavam culto a Deus, seguindo os ensinamentos cristãos, que inclui obediência, submissão e apoio às autoridades”.

Mansour Borji, diretor da organização de defesa de cristãos iranianos, Artigo 18, afirmou: “O veredito confirma a arbitrariedade na condenação de inúmeros cristãos. Há décadas, a Inteligência Iraniana, junto à República Islâmica, ignoram a lei e abusam do poder para criminalizar atividades pacíficas e constitucionais. Infelizmente, a injustiça de muitos vereditos permanece irrefutada”.

“Alegramo-nos com a decisão da corte de libertar Homayoun e Sara e somos gratos pelas orações da família e de cristãos do mundo todo por esse julgamento. Mas ninguém deveria ser submetido à tortura pela qual o casal passou e ainda há muitos cristãos presos que continuam esperando por um julgamento adequado”, conclui Mansour.

Fonte: Guia-me com informações de Portas Abertas

Maioria dos filhos criados por mães cristãs ainda são cristãos hoje, revela pesquisa

Mãe e filha lendo a Bíblia
Mãe e filha lendo a Bíblia

A grande maioria das crianças que crescem com mães cristãs permanecem cristãs quando adultas, de acordo com uma nova pesquisa da American Bible Society (ABS), que também mostra que a fé tem mais poder de “permanência” entre as crianças do que o ateísmo.

A pesquisa da Sociedade Bíblica Americana (ABS), publicada em 11 de maio, denominada “Estado da Bíblia 2023”, revelou que 73% das crianças que cresceram protestantes permaneceram protestantes ou “outro cristão” quando adultos. Quatro por cento são agora católicos, enquanto 19 por cento dizem que se identificam como ateus/agnósticos ou “nenhum”.

Entre as crianças que cresceram católicas, 57% permaneceram católicas quando adultas, enquanto 6% agora são protestantes e 14% são “outros cristãos”. Um quinto (21%) agora se identifica como ateu/agnóstico ou “nenhum”.

O termo “outro cristão” se refere a aqueles que mudaram de fé, permanecendo cristãos de alguma vertente diferente da materna.

“Um conhecido provérbio oferece esta expectativa: ‘Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele’ (Provérbios 22:6 ). Este versículo tem desafiado e confortado muitas mães cristãs ao longo dos anos”, disse o relatório.

Os novos dados sobre as mães “comprovam” o versículo, disse o relatório.

Enquanto isso, um terço (32 por cento) dos adultos que cresceram ateus/agnósticos/nenhum dizem que agora são cristãos. Este movimento é maior do que o movimento fora dos campos da fé: um quinto dos adultos que cresceram protestantes ou católicos agora se identificam como ateus/agnósticos/nenhum.

“A história cristã está repleta de mães fiéis”, disse o relatório. “A Bíblia conta que a fé de Timóteo foi influenciada por sua mãe, Eunice, e sua avó, Lóide. O bispo Agostinho reconheceu as poderosas orações de sua mãe, Monica. Os reformadores John e Charles Wesley ficaram gratos pela orientação de sua mãe, Susanna. Esses são apenas alguns dos exemplos mais proeminentes. Milhões de outras histórias poderiam ser contadas, ainda hoje.”

Palavra semeada

Enquanto mais de três quartos dos cristãos, 77%, seguem a religião de suas mães, aqueles que mudaram de fé, permanecendo cristãos de alguma vertente diferente da materna, buscam viver sua fé fielmente, disse a ABS no segundo capítulo do relatório de 2023.

Esses se tornam um pouco mais engajados com as Escrituras, têm uma crença maior na exatidão da Bíblia, consideram a fé mais importante e são mais curiosos sobre Jesus e a Palavra de Deus.

Dos que mudam para outra vertente cristã, 64% acreditam que a Bíblia é totalmente precisa em todos os princípios que apresenta, em comparação com 47% daqueles que mantiveram sua fé infantil.

Três quartos daqueles que mudaram consideram sua fé religiosa muito importante em suas vidas, em comparação com 68% daqueles cuja fé permaneceu a mesma.

Três quartos daqueles que mudaram estão curiosos para saber mais sobre Jesus, em comparação com 64% daqueles que mantiveram a religião de sua infância. E 78% dos que trocaram estão curiosos para saber mais sobre as Escrituras, em comparação com 66% que não mudaram.

As diferenças são verdadeiras em cada grupo denominacional principal, incluindo protestantes evangélicos, tradicionais e historicamente negros, bem como católicos.

“Exploramos as jornadas pessoais de fé das pessoas desde a infância, bem como seu compromisso com Cristo hoje. Quando as pessoas mudam de fé [cristã], muitas vezes acabam com uma mais forte”, disse a ABS.

“A busca por uma expressão mais verdadeira de seu relacionamento com Deus os leva a um envolvimento mais profundo. Observamos o movimento da fé por meio de uma continuidade que incluía buscar, reivindicar e desfrutar de um relacionamento com Jesus”.

Legado de fé

Os pesquisadores também vincularam o fenômeno ao fato de que aqueles que buscam fora de sua fé infantil tendem a desenvolver uma conexão mais profunda com o cristianismo recém-encontrado, uma questão de assumir seu relacionamento com Cristo.

“A internalização da verdade cristã é um processo ao longo da vida”, disseram os pesquisadores. “À medida que buscam as melhores expressões e conexões para sua fé ou sua crescente compreensão do ensino da Bíblia, algumas pessoas vão abandonar uma tradição religiosa e passar para outra. Isso não é necessariamente uma perda de compromisso de fé. Na verdade, pode sinalizar crescimento espiritual.

“Às vezes, os buscadores retornam às suas raízes espirituais com uma fé mais forte.”

A pesquisa foi baseada em entrevistas com 2.761 americanos em janeiro.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines, Guia-me e Baptist Press

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